Parceria entre Fundação BB e ASA vai beneficiar 3,6 mil famílias em nove estados

A boa convivência com o clima semiárido requer estocar água, sementes e todos os recursos necessários para uma vida digna. Pautadas por esse princípio, a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) e a Fundação Banco do Brasil firmaram uma parceria nesta quinta (21), em Recife, para implantar 180 bancos comunitários de sementes e 171 cisternas para armazenamento de água da chuva na região do Semiárido Brasileiro.

Essas tecnologias sociais – soluções simples para desafios sociais realizadas em interação com a comunidade – serão construídas em nove estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Minas Gerais. O investimento social será de R$ 10,8 milhões.

Cada estado será beneficiado com 20 bancos de sementes, com 400 famílias envolvidas, somando 3.600 famílias em todo o projeto. Elas vão passar por capacitação para organizar o trabalho e para fazer a gestão do banco de sementes.

Os bancos comunitários funcionam com a lógica de uma instituição financeira, mas em vez de dinheiro, o bem são as sementes crioulas, as que são utilizadas tradicionalmente pelos antepassados. Os agricultores familiares participantes depositam no banco as sementes, quando chega o período de plantar, eles emprestam a quantidade necessária. Após colher, cada um devolve 50% a mais do que foi emprestado. "Isso ajuda a aumentar o estoque para poder atender mais gente na próxima colheita", afirma a assessora da ASA, Maitê Maronhas.

Maitê explica que as sementes crioulas são um patrimônio genético, formado e conservado pelas comunidades, porque com o passar das gerações houve o acúmulo de conhecimento sobre a melhor maneira e época de plantar, colher e estocar. Além disso, elas são mais adaptadas às condições locais, mais resistentes a pragas e têm características que os agricultores valorizam. O milho crioulo, por exemplo, tem a palha que serve de alimento para os animais.

A iniciativa também vai implantar 171 tecnologias sociais de acesso a água que captam e armazenam água da chuva para a produção de alimentos e a criação de pequenos animais. As famílias participantes vão passar por capacitação sobre a manutenção das cisternas e como fazer o uso racional da água.

Agenda 2030

O projeto Banco de Sementes com Tecnologias de Acesso à Água está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), principalmente com os objetivos "Erradicação da Pobreza", "Agricultura Sustentável", "Água Potável e Saneamento" e "Redução de Desigualdades". A parceria também contribuirá com o fortalecimento da agricultura familiar e das associações comunitárias, além da conservação da biodiversidade da Caatinga.

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Músicos da Estrutural participam da programação junto a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional e do saxofonista americano Branford Marsalis

Música erudita e jazz juntos, com uma pegada de inclusão social. O projeto CCBB in Concert traz a Brasília o saxofonista estadunidense Branford Marsalis, que subirá ao palco acompanhado pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, em única apresentação no dia 16 de junho, na área externa do CCBB Brasília.

Os concertos se iniciam a partir das 16h com os jovens instrumentistas do Instituto Reciclando Sons, uma iniciativa certificada como tecnologia social e premiada em 2015 no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Juventude. Em atividade na Cidade Estrutural, o projeto tem como objetivo promover a inclusão social, por meio da música, de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.

Em seguida, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional sobe ao palco, tocando obras de Bach, Villa-Lobos, John Williams (trilha sonora de Star Wars) e muito mais. Antes de iniciar o repertório de jazz, o saxofonista estadunidense apresenta algumas músicas em conjunto com a orquestra brasiliense.

No evento, haverá um área exclusiva com cadeiras em frente ao palco, cujo acesso é condicionado à doação de 1kg de alimento não perecível.

Sobre o saxofonista

Nascido em Nova Orleans e filho de pianista, Branford Marsalis começou a atividade na música ao tocar clarinete – o que abriu as portas para o saxofone, sua especialidade. O amor do jazz se intensificou ainda mais quando entrou na faculdade. Entre os trabalhos feitos pelo músico, está a participação em shows de Sting, vocalista da banda inglesa The Police. Ele também já participou de uma turnê em homenagem aos 50 anos da morte de Heitor Villa-Lobos, que passou pelos Estados Unidos com a Orquestra Philarmonica Brasileira, conduzida por Gil Jardim. Em 2010, fez a primeira participação na Orquestra Filarmônica de Nova Iorque, onde chegou a atuar como solista em uma série de concertos.

Programação:

- 16h - Reciclando Sons;

- 18h - Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional;

- 20h - Branford Marsalis;

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Projeto desenvolvido pela Fundação BB receberá prêmio no Fórum Latinoamericano e Caribeño de Habitação na República Dominicana

Mobilizar moradores por meio da convivência social e da reaplicação de tecnologias sociais em empreendimentos de baixa renda, permitindo o protagonismo social e a geração de emprego. As finalidades do projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts) da Fundação BB, em parceira com a Rede Interação, foram reconhecidas no “Concurso de Práticas Inspiradoras, a Vivência no Centro da Nova Agenda Urbana”.
O prêmio foi entregue às 14 práticas identificadas na promoção da habitação adequada como motor de desenvolvimento urbano sustentável na América Latina e o Caribe, durante o Fórum Latinoamericano e Caribeño de Habitação, entre os dias 12 e 14 de junho, em Santo Domingo, República Dominicana. O Fórum é realizado a cada três anos pela Onu-Habitat, em parceria com as organizações Cities Alliance e Habitat para la Humanidad.

Premiado na categoria “Inovações tecnológicas para a habitação e para uma cidade sustentável e inclusiva”, o Muts atua nos conjuntos de moradias populares, com renda familiar abaixo de R$ 1,8 mil, com duas tecnologias sociais: a primeira de mobilização, organização e fortalecimento comunitário, por meio de autorrecenseamento produzido pela própria comunidade, para levantar informações sobre o perfil demográfico e socioeconômico.

A segunda metodologia é escolhida pelos moradores dentre quatro opções disponibilizadas: - “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores” e “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano” -, consolidando o processo de organização.

O gerente de Parcerias Estratégicas da Fundação Banco do Brasil, Rogério Miziara, representou a Fundação no evento. No dia 12, às 14 horas, ele apresentou a estratégia da FBB e o alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no painel "Habitação, Inclusão Econômica e sua relação com os ODS".

 “Esse prêmio indica que estamos no caminho certo e que a organização comunitária de base é estratégia central para a Nova Agenda Urbana”, declarou o diretor-técnico da Rede Interação André Folganes Franco. Desde o início, o projeto já atendeu 62 conjuntos habitacionais, com aproximadamente 31 mil moradias, 110 mil moradores em 47 cidades. Desses empreendimentos, 24 conjuntos habitacionais já escolheram a segunda tecnologia, sendo que em 16 as atividades já foram concluídas.

“O grande desafio do Muts não é transferir tecnologias sociais, conhecimentos metodológicos ou realizar atividades, e sim, tocar o coração das pessoas, transferir os nossos sonhos e o nosso propósito. Nosso desafio agora é avaliar os resultados para que o projeto seja ainda mais efetivo e significativo para as comunidades beneficiárias”, destacou André.

Nova Agenda Urbana
A agenda urbana é um documento firmado em 2016 que orienta a urbanização sustentável pelos próximos 20 anos. Entre as principais disposições do documento está a igualdade de oportunidades para todos; o fim da discriminação; a importância das cidades mais limpas; a redução das emissões de carbono; o respeito pleno aos direitos dos refugiados e migrantes; a implementação de melhores iniciativas verdes e de conectividade, entre outras.

A realização deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Twitter Dialogos Transformadores

 

“Diálogos Transformadores” irá reunir especialistas nesta quarta (23), no auditório da Folha de S. Paulo

Internacionalmente reconhecido como projeto transformador da realidade brasileira, as cisternas revolucionaram a cultura e o modo de viver de quem via na seca um obstáculo para sobreviver com dignidade, principalmente na região do semiárido brasileiro. Hoje, após quinze anos do início deste projeto, as cisternas compõem o cenário da região e fazem parte da vida de muitas famílias. Este é um grande exemplo de transformação social a partir de uma tecnologia social – tema que será debatido nesta quarta-feira (23), com especialistas durante a nona edição do “Diálogos Transformadores”, evento promovido pela Folha de S. Paulo e que conta com o patrocínio da Fundação Banco do Brasil.

Assim como as cisternas, outras tecnologias sociais também servem como referência quando o assunto é transformação social. É para falar dessas novas iniciativas que o coordenador da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Antonio Barbosa, juntamente com o diretor-executivo da Fundação BB, Rogério Biruel e o assessor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD), Haroldo Machado, foram convidados para falar com o público participante do encontro. Eles vão contar com a interação de Sonia da Costa, representando o Ministério da Ciência e Tecnologia; Cláudia Vidigal, idealizadora do Instituto Fazendo História e da tecnologia social Grupo nÓs, e Roberto Rocha, representante do Movimento dos Catadores, que integra o Coletivo Reciclagem, uma tecnologia social fomentada pela iniciativa privada.

Também serão apresentados no evento a tecnologia social Fast Food da Política, que ajuda jovens a decifrar os códigos da política brasileira por meio de jogos e interações lúdicas, e o projeto Saladorama, que leva comida saudável para as favelas de São Paulo e foi vencedor da categoria Escolha do Leitor do Prêmio Empreendedor Social 2017.

Todo o debate será transmitido ao vivo pela TV Folha neste link.

Conheça os debatedores do “Diálogos Transformadores”

Protagonistas

Antonio Barbosa, sociólogo e coordenador da ASA Brasil para os programas Uma Terra e Duas Águas e Sementes do Semiárido. A ASA agrega um conjunto de iniciativas de impacto social de três mil organizações em dez estados e ele vai nos falar como essa articulação leva água aos recantos mais áridos do país.

Rogério Biruel, diretor-executivo da Fundação BB. Funcionário de carreira do Banco do Brasil, está há três anos na Fundação, cujo banco de tecnologias conta com 986 iniciativas certificadas nas áreas de alimentação, educação, energia, habitação, ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

Haroldo Machado Filho, assessor sênior do PNUD. Irá tratar de tecnologias sociais na perspectiva dos 17 ODSs, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável preconizados pela ONU. PhD em Direito Internacional pelo Instituto de Altos Estudos Internacionais, em Genebra, co-preside a Força Tarefa sobre a Agenda 2030 e seus ODSs dentro do Sistema ONU no Brasil.

Debatedores

Sonia da Costa, diretora de Políticas e Programas de Inclusão Social do Ministério da Ciência e da Tecnologia, irá abordar o desenvolvimento de políticas públicas para tecnologias sociais da parte do governo.

Claudia Vidigal, fundadora do Instituto Fazendo História e integrante das redes Folha e Ashoka, sua organização, ajuda as crianças a rever, montar e contar a própria história. O projeto colabora com o desenvolvimento das crianças e adolescentes de abrigos para que, ao se apropriar dessas histórias, elas ganhem autoestima e consigam até mesmo transformá-las.

Roberto Rocha, representante do Movimento dos Catadores, integra o Coletivo Reciclagem, uma tecnologia social fomentada pelo Instituto Coca-Cola com o objetivo de empoderar e profissionalizar cooperativas de catadores de material reciclável e incluí-las na cadeia formal, gerando mais eficiência, trabalho em rede, renda justa e ambiente digno aos catadores.

Casos inspiradores

Júlia Carvalho, fundadora do Fast Food da Política, tecnologia social que desenvolve ferramentas educacionais abertas para promover o entendimento das regras que regem a política, sua estrutura, processos e personagens. A partir de jogos e metodologias, aborda diversos temas que envolvem a compreensão das bases constitucionais, gestão pública e relações sociais.

Hamilton da Silva, fundador do Saladorama e integrante da Rede Folha, projeto que leva comida saudável para as favelas, vencedor da categoria Escolha do Leitor do Prêmio Empreendedor Social 2017.

Serviço:

Diálogos Transformadores
23 de maio (quarta-feira), das 16h às 18h
Auditório da Folha de S.Paulo – Alameda Barão de Limeira, 425, 9o andar, Campos Elíseos, São Paulo, SP

A realização deste projeto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Segunda, 07 Maio 2018 09:03

Ler faz toda a diferença

Tecnologia social cria biblioteca comunitária em residencial popular no Ceará

Uma tecnologia social tem mudado o hábito dos moradores do Residencial Nova Caiçara (Orgulho Tropical), da cidade de Sobral (CE), e motivado as pessoas a se entregarem a um bom livro. Trata-se da ação “Criação de Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”, reaplicada pela Fundação Banco do Brasil em residenciais populares com o objetivo de promover intercâmbios culturais por meio da leitura, escrita e oralidade. O projeto ainda mobiliza a comunidade para a transformação de sua realidade.

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Na primeira etapa, iniciada no final de abril, 23 residentes do Nova Caiçara foram capacitados como mediadores de leitura. Além disso, um espaço foi adaptado com biblioteca com estantes, 600 livros – infantis, de poemas, paradidáticos e de leitura jovem - e esteiras de palhas - artesanato típico da região - para acomodar os leitores. Também serão desenvolvidas atividades lúdicas e interativas como dramatização, saraus e jogos didáticos.

Inaugurado em 2014, o conjunto habitacional tem 3.682 apartamentos onde vivem 20 mil pessoas. Francisco Barbosa de Sousa foi um dos primeiros moradores a se mudar para o residencial e se tornou líder da associação do local. “Nosso condomínio é muito grande e não oferece atividades aos jovens. E se você encontrar alguém querendo proporcionar uma leitura, não é bom? Estamos todos muito felizes com o projeto, e os pais ainda mais porque acreditam que a leitura vai desviar os filhos do mau caminho”, declarou.

A tecnologia social Criação de Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume, faz parte do projeto "Moradia Urbana com Tecnologias Sociais (MUTS)”, da Fundação Banco do Brasil, que selecionou, por meio de edital, entidades interessadas em reaplicar tecnologias sociais em empreendimentos imobiliários populares, com renda familiar até R$1.800. No projeto de Sobral, o investimento social foi de R$ 107 mil, com execução da Agência de Desenvolvimento Econômico Local (Adel), em parceria com a Associação Vaga Lume.

Wagner Gomes, diretor de negócios da Agência de Desenvolvimento Local (Adel) disse que foi uma experiência rica porque percebeu boa receptividade junto a associação de moradores. “A interação entre a Vaga Lume, a Fundação e a Adel, que são os parceiros do projeto, foi muito boa para alcançarmos os resultados almejados”, declarou. A biblioteca comunitária foi a tecnologia social que despertou maior interessante por parte dos moradores. As assembleias realizadas junto aos moradores tiveram boa representatividade com uma média de 500 participantes em cada reunião. “Eles ficaram conscientes que são atores centrais neste processo, mesmo porque darão prosseguimento na manutenção dos espaços de leitura”, comentou. Há um elemento importante neste processo que é o mediador de leitura que trabalha de forma voluntária junto às crianças e adolescentes fazendo rodas de leituras nas quadras dos condomínios.

Outros três municípios brasileiros também receberam a metodologia Criação de Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume: Cruz das Almas (BA), Pedreira (SP) e Paraíso do Tocantins (TO). Desde 2015, 55 residenciais populares que contam com financiamento do Banco do Brasil em todo o país iniciaram o Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (MUTS). Em cada empreendimento onde é implantado o projeto, os moradores passam por uma metodologia de mobilização e organização comunitária, chamada “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” e participam de oficinas de educação financeira e outras capacitações. A partir de então, eles escolhem uma tecnologia social entre quatro opções possíveis: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Redecriar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores” e “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”.

A divulgação deste projeto contempla os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030:

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Reaplicação de tecnologias sociais envolvem a participação feminina no semiárido

Ampliar a participação das mulheres e torná-las protagonistas de soluções para problemas do cotidiano. Esses são os objetivos do projeto Mulheres em Movimento, que irá reaplicar três tecnologias sociais no município de Simão Dias, localizado no sertão sergipano. A experiência é uma parceria da Fundação BB com a Sociedade de Apoio Sócio Ambientalista e Cultural (SASAC), firmada no final do ano passado com investimento social de R$ 246 mil.

Uma das tecnologias reaplicadas será o Biodigestor, mecanismo que produz gás natural a partir de esterco animal. Também estão previstas a instalação de Cisternas de Placas - voltada para o consumo, com armazenamento de 16 mil litros de água da chuva e a Cisterna Calcadão para produção de alimentos, com reservatório de 52 mil litros. Até o final do projeto, serão construídos 10 unidades de cada iniciativa.

O envolvimento das comunidades é um dos fundamentos do conceito de tecnologia social e, no caso do Mulheres em Movimento, o diferencial é a capacitação de 30 agricultoras familiares na construção das soluções. Elas estão recebendo orientação sobre a produção de biogás e estruturação dos reservatórios para armazenamento da água da chuva. As iniciativas integradas permitirão o desenvolvimento de atividades agroecológicas, com produção de hortaliças e leguminosas.

A presidente da entidade, Joelma Santos, destacou o engajamento das participantes. Para ela, o protagonismo na construção das tecnologias foi um passo importante para as agricultoras. “Não foi uma conquista apenas para a entidade, mas para as participantes. Elas estão felizes e frequentam o curso mesmo em dias de chuva”, afirmou.

Em março, duas participantes visitaram comunidades que tiveram êxito na reaplicação de tecnologias sociais. Mary Gonçalves, moradora da comunidade de Mato Verde - município de Simão Dias (SE), irá construir um biodigestor em sua propriedade. "Aprendi muita coisa que não sabia fazer. Colocarei tudo em prática e compartilharei com o meu parceiro."

Vilma São Francisco, do povoado de Sítio Alto - município de Simão Dias (SE), também comentou suas expectativas com o projeto. "Ele veio pra mudar a vida das mulheres, porque a gente sofria muito. É um sonho realizado”. A propriedade da agricultora familiar já começou a ser preparada para a reaplicação da cisterna calçadão. “O cisterneiro irá tirar o restante da terra e eu o ajudarei. Ele vai quebrando as pedras e eu carregando. Vou estar à frente de tudo, se Deus quiser".

Experiência reconhecida 
A SASAC foi criada em 2002 e integra a rede Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), que é composta por mais de três mil organizações da sociedade civil de distintas naturezas, como sindicatos rurais, associações de agricultores e agricultoras, cooperativas, ONG´s, Oscip, entre outras.

Em razão da parceria com a Fundação BB, a entidade obteve a certificação da Agência Nacional de Assistência Técnica Rural (ANATER), reconhecimento que chancela a organização para participar de seleções, editais e chamadas públicas. Este reconhecimento é buscado por muitas instituições do terceiro setor que trabalham com assessoria técnica no campo. No estado do Sergipe, existem somente dez instituições certificadas.

A divulgação deste projeto abrange questões vinculadas aos seguintes ODS:

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Hortas comunitárias em conjuntos habitacionais populares melhoram alimentação das família e a convivência entre moradores 

Plantar na horta comunitária e levar para mesa hortaliças e verduras fresquinhas, sem agrotóxicos, além de ganhar uma renda extra com a venda para os vizinhos, são alguns dos benefícios que moradores de conjuntos habitacionais populares estão colhendo em projetos realizados em oito estados do Brasil: Bahia, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e São Paulo.

"Aprendi a comer coisas que eu nem sabia que existiam. Rúcula é uma delas", conta Maria Alves, moradora do conjunto habitacional Recanto do Sobrado, na região rural de Casa Nova (BA). Maria e outros 22 moradores do residencial trabalham no cultivo. Cada um é responsável pelo plantio em uma área de 100 metros quadrados. As hortaliças que não são consumidas, são encaminhadas para venda em mercados locais e restaurantes e para encomendas dos moradores por telefone.

"Está tendo muita procura. Fala que é orgânico, aí vende bastante. O que mais sai é coentro, alface e couve ", conta Maria. Agora eles pensam em ampliar a produção e se organizar para vender na feira livre na área central do distrito de Santana, que faz parte do município.

As hortas comunitárias integram o projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts), da Fundação Banco do Brasil, e busca complementar o trabalho social dos empreendimentos habitacionais populares, como instrumento de promoção do desenvolvimento comunitário. Atualmente, estão abertas inscrições em novo edital para credenciar entidades sem fins lucrativos para realizar trabalho de mobilização comunitária nos conjuntos residenciais voltados à população com renda inferior a R$1.800. Saiba mais sobre o edital, clique aqui.

No estado do Paraná, na cidade de Arapongas, a horta comunitária também foi opção dos moradores do Residencial Arapongas III. "Agora a gente come à vontade, na hora em que queremos. Por ser horta orgânica, as pessoas estão gostando muito. O projeto foi um presente para a gente", diz Fátima Aparecida de Abreu, escolhida como coordenadora pelos participantes.

Fátima também notou outro benefício trazido pelo trabalho coletivo: a união dos moradores. A mesma percepção é demonstrada pela moradora Vandenilda Aparecida Claro, do residencial Piacenza, também na cidade de Arapongas. "A gente ficou feliz porque era um conjunto que precisava muito de uma coisa para unir as pessoas. No começo, a maioria não conversava uns com os outros, tinha brigas, conflitos. Hoje basicamente todo mundo conversa, são amigos", observou Vandenilda, conhecida por Duda e presidente da associação de moradores.

Dentro do residencial Raimundo Suassuna, em Campina Grande (PB), as hortas foram montadas em três equipamentos públicos: uma creche e duas unidades de saúde. E estão gerando satisfação nos participantes e frequentadores dos espaços.

"Estamos tentando fazer clientela com quem vai se consultar nas unidades de saúde, porque antes havia mato no local e agora há horta com muitas hortaliças. O pessoal fica muito admirado e no outro dia já vem comprar", explica Alvina Gonçalves Brasil, da Cáritas Regional Nordeste 2, entidade responsável pela realização do Muts em Campina Grande.

Mobilização comunitária

Desde 2015, 55 residenciais populares que contam com financiamento do Banco do Brasil em todo o país iniciaram o Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts).

Em cada empreendimento onde é implantado o projeto, os moradores passam por uma metodologia de mobilização e organização comunitária, chamada “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” e participam de oficinas de educação financeira e outras capacitações. Depois de formado um grupo de moradores mobilizados, eles escolhem uma tecnologia social entre quatro opções possíveis: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores” e “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”. Esta última foi a escolhida pelos participantes dos projetos mencionados nesta página.

A divulgação deste assunto contempla sete Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano 2030.

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Podem participar entidades sem fins lucrativos com propostas que busquem gerar emprego e renda em qualquer região do Brasil

Pela primeira vez, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançam nesta quarta (18), em Brasília, edital para selecionar projetos de reaplicação de tecnologias sociais que visem promover a geração de trabalho e renda em qualquer parte do País. Podem participar entidades sem fins lucrativos, com mais de dois anos de existência e que tenham sede ou experiência comprovada de atuação na região onde pretendem implantar o projeto. As inscrições vão até 29 de junho.

A reaplicação deve ser necessariamente de iniciativas integrantes do Banco de Tecnologias Sociais, um acervo online que reúne todas as metodologias certificadas pela Fundação BB, desde 2001, disponível no endereço http://tecnologiasocial.fbb.org.br/. Poderão ser implementadas uma ou mais tecnologias do banco de dados, desde que tenha como finalidade a geração de emprego e renda. Os valores por projeto se situam entre R$ 500 mil a R$ 1 milhão. As entidades com diretorias compostas por, no mínimo, 50% de mulheres ou que possuam tecnologia certificada pela Fundação BB receberão bonificação extra, conforme os critérios do edital.

O investimento total na seleção será de R$ 10 milhões e poderá ser ampliado, se houver disponibilidade de recursos e for avaliada a necessidade de suplementação. O evento de lançamento foi realizado no Museu Banco do Brasil, em Brasília, e contou com a presença de representantes da Fundação BB, do BNDES e de iniciativas que obtiveram a certificação de tecnologia social pela Fundação BB.

"A gente acredita muito que apostar na capacidade de criação e de inovação das comunidades é o melhor caminho para solucionar os problemas sociais. Mais do que propor, é sobre tudo ouvir o que elas têm a dizer", afirmou Fernando Zanban (Coordenador da Cáritas Brasileira). 

A chefe do Departamento de Inclusão Produtiva do BNDES, Daniela Arantes, destacou que a Fundação é a principal parceira do BNDES nos projetos apoiados pelo Fundo Social. "Tenho orgulho de ter participado da última edição do Prêmio de Tecnologias Sociais e me sinto muito honrada de escrever esse novo momento da história da FBB." 

Rogério Biruel, diretor da Fundação BB, narrou a trajetória das tecnologias sociais. "Quando estávamos construindo este edital, vários colegas relembraram o ano de 2001, momento em que Fundação foi pioneira na identificação das iniciativas e construção de um banco de dados - o Banco de Tecnologias Sociais. Naquela época quando o conceito de tecnologia social ainda não era bem entendido, já se sabia o grande poder de transformação social daquelas iniciativas. Com o edital, a FBB completa o ciclo, que começa com a certificação, premiação, divulgação e agora oinvestimento na efetivação dessas metodologias."

Acesse o edital em fbb.org.br/reaplicaTS

Metodologias servem de referência para desafios sociais

Tecnologia social é toda solução (produto, técnica ou metodologia) para desafios sociais que reúne conhecimento científico e popular, implementada com a participação da comunidade e de fácil reaplicação e adaptação em outra localidade. No Banco de Tecnologias Sociais há cerca de mil metodologias certificadas pela Fundação BB, todas selecionadas nas nove edições do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, realizado a cada dois anos, desde 2001.

Duas vencedoras de 2017 são bons exemplos de soluções para geração de renda que contam com atuante participação feminina. Uma é a Arte na Palha Crioula, uma metodologia que une o artesanato tradicional na palha de milho crioulo com a necessidade de gerar renda para as mulheres da região de Guapiara, interior de São Paulo. Naturalmente colorida em tons de vermelho e roxo, a palha do milho é usada na produção de artesanatos decorativos e utilitários de alta qualidade, como flores, bonecas, cestos, vasos, santos, galinhas, jogos americanos, petecas, bolsas, chapéus e revestimento para móveis. O trabalho das mulheres da Associação Arte e Vida de Mulheres Artesãs resgata o cultivo das sementes crioulas, que foram utilizadas pelos agricultores de gerações anteriores e passaram pela seleção natural de milhares de anos, com grãos mais resistentes e menos dependentes de substâncias sintéticas.

Outro exemplo é a Rede Bodega de Comercialização Solidária, implantada no Ceará. As bodegas são espaços coletivos de comercialização, espécies de mercearias, onde há grande variedade de produtos à venda. Articulada pela Rede Cáritas, a iniciativa abriga trabalhos de 220 famílias de agricultores familiares, extrativistas, costureiras, artesãos, escritores e poetas, reunidos em cooperativas e associações. A Rede Bodega fica em Fortaleza e nos municípios de Sobral, Viçosa, Aracati e Maranguape.

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Parceria da Fundação BB e IDIS completa um ano de reaplicação de tecnologias sociais

No início de 2017, a Fundação Banco do Brasil e o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – IDIS se uniram para minimizar problemas relacionados às áreas de saneamento básico, tratamento de água e saúde de famílias ribeirinhas nos municípios de Borba, Nova Olinda e Itacoatiara, no Amazonas. Após um ano de atuação, o projeto “Tecnologias Sociais no Amazonas” já apresenta resultados surpreendentes na melhoria das condições de vida das pessoas atendidas.

Os principais problemas identificados na região são a falta de saneamento básico adequado e de água potável. Apesar da abundância de recursos hídricos, a água disponível é imprópria ao consumo, e é uma das causas apontadas para os altos índices de diarreia e doenças correlacionadas nas localidades. Como solução - eficaz e de baixo custo - foi escolhida a iniciativa Sodis – Desinfecção Solar da Água, um purificador de água por meio da luz solar.

A iniciativa já beneficiou 1.900 pessoas. O método destrói os micro-organismos causadores de doenças e funciona de forma simples: a água é colocada em uma garrafa plástica transparente ou de vidro e deve ficar exposta ao sol durante seis horas. A luz solar trata o conteúdo por meio de radiação e aumento de temperatura.

Cerca de 380 pessoas já foram capacitadas para implantar a técnica: 50 moradores de comunidades de Borba, 135 em Nova Olinda e 195 em Itacoatiara. Além da Sodis, o projeto reaplicou outras duas metodologias do Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação BB - a HB: Combate à Anemia Ferropriva e o Banheiro Ecológico Ribeirinho. O investimento social é de R$ 1 milhão e atende cerca de 2 mil famílias. Também apoiam a iniciativa a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

A reaplicação da tecnologia HB: Combate à Anemia Ferropriva  teve como finalidade o combate à anemia por carência de ferro em alunos de escolas públicas. A ação resultou na diminuição da incidência em crianças de 36% para 2,8% – abaixo do índice aceitável estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que é de até 5%. Com um aparelho portátil, é realizado o diagnóstico da deficiência de ferro. As informações detectadas são transcritas para um aplicativo, que calcula a suplementação necessária de sulfato ferroso e ingestão de vermífugos.

Em Borba, 60% das crianças foram diagnosticadas com anemia, retrato dos problemas relacionados à indisponibilidade de água tratada e de saneamento básico. Mírian, moradora da comunidade de Axinim, está muito satisfeita com a melhora da saúde do filho, após tratamento e acompanhamento recebido para cura da anemia. Confira o depoimento da mãe no vídeo abaixo. 



O Banheiro Ecológico Ribeirinho consiste em um pequeno cômodo de madeira, equipado com um vaso sanitário e uma estrutura impermeável para a coleta de dejetos. Foram contempladas comunidades compostas por casas suspensas, que tiveram a instalação da estrutura acima do nível do chão para evitar a contaminação de cursos de água superficiais e subterrâneos. Até agora, estima-se que 300 pessoas já foram atendidas.

Sobre o BTS – É uma base de dados que reúne as metodologias reconhecidas pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Atualmente, a plataforma online conta com cerca de 1 mil iniciativas disponíveis.

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Entidades sem fins lucrativos serão selecionadas para realizar organização comunitária em conjuntos habitacionais populares; primeira chamada da seleção tem inscrições abertas até 30 de maio

Estão abertas as inscrições para novo edital de credenciamento do Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts), promovido pela Fundação Banco do Brasil e voltado para entidades sem fins lucrativos. As entidades selecionadas irão realizar trabalho de mobilização comunitária com moradores de empreendimentos habitacionais destinados à população com renda familiar abaixo de R$1.800. O trabalho consistirá na reaplicação de tecnologia social chamada “Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária” que busca promover a cidadania, os laços entre os moradores e a organização coletiva para buscarem soluções dos problemas no condomínio.

O edital terá duas chamadas: a primeira com inscrições abertas até 30 de maio e a segunda até 31 de agosto. Após a divulgação do resultado da primeira chamada, as instituições não habilitadas podem encaminhar novo envelope com a documentação exigida no edital para tentar novamente o credenciamento na segunda chamada.

A reaplicação da metodologia em cada residencial deverá durar um ano e prevê várias atividades. O autorrecenseamento é o censo feito pela própria comunidade para levantar informações tradicionais, como perfil demográfico e socioeconômico, e a inclusão de outros dados desejados pela comunidade, por exemplo, a quantidade de pessoas com necessidades especiais, idosos com dificuldade de locomoção, entre outros.

Haverá também atividades e oficinas para promover educação financeira, ambiental e patrimonial. As duas últimas vão reforçar noções sobre higiene, saúde, doenças individuais e coletivas, e estimular a consciência de preservação ambiental, como uso racional da água e da energia, o correto descarte de esgoto e dos resíduos sólidos, e a manutenção preventiva das moradias e dos espaços de uso comum.

A entidade que vai conduzir a reaplicação da metodologia também promoverá o intercâmbio de experiências com outras comunidades que tenham realidades semelhantes para ampliar o conhecimento sobre as soluções possíveis e a formação de redes de apoio. Por fim, será feito um diagnóstico junto com os participantes para identificar os principais problemas em cada condomínio e quais tecnologias sociais poderiam atender as necessidades encontradas (saiba mais sobre o diagnóstico no texto abaixo).

Acesse o edital e seus anexos aqui.

Aprimoramento

Este será o terceiro edital com o objetivo de levar tecnologias sociais para os empreendimentos habitacionais populares, a fim de estimular a cidadania, a participação comunitária e o protagonismo dos moradores na solução dos problemas coletivos. Nesta nova fase o Muts passou por mudanças a fim de aprimorar a forma de encaminhar as soluções para as demandas das comunidades. No dois primeiros editais, realizados em 2014 e 2015, foram implantadas duas tecnologias sociais em 58 conjuntos habitacionais, envolvendo 31,3 mil famílias. A primeira foi a metodologia de mobilização comunitária e educação financeira. A segunda foi escolhida pelos moradores em um leque de quatro opções, relacionadas a horta comunitária, produção de bijuterias com garrafa PET, compostagem de resíduos e biblioteca comunitária.

Neste novo formato, a escolha da segunda tecnologia será feita após um diagnóstico junto com os moradores para identificar os principais problemas em cada condomínio e escolher as tecnologias sociais que podem dar conta dos desafios observados. A escolha será feita dentre as mil metodologias disponíveis no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), mantido pela Fundação BB. O BTS é um acervo online e gratuito com soluções para os diversos desafios enfrentados por comunidades, nos temas alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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