Os filmes sobre os trabalhos apaixonantes das 21 iniciativas finalistas no Prêmio Fundação Banco do Brasil 2017 já estão disponíveis para o público. O material, produzido pela Fundação BB e parceiros, faz parte do enxoval entregue aos representantes das tecnologias sociais e reúne histórias de superação, mobilização e de inclusão social.

“Gostaríamos de agradecer a Fundação Banco do Brasil, seus apoiadores e parceiros por esse momento. Ontem a gente chorou ao assistir ao vídeo, que está lindo! Eu recomendo que assistam, porque é gratificante e retrata o nosso trabalho”, disse, durante a cerimônia de premiação, Tatiane Botelho, uma das coordenadoras da vencedora da Bahia na categoria Agroecologia, “Redes de Agroecologia Povos da Mata”, da cidade de Ilhéus (BA).

Então, que tal seguir a sugestão de Tatiane?

Confira os vídeos das tecnologias finalistas, disponíveis em nosso canal youtube.com/FundacaoBB.

Categoria Agroecologia

Rede de Agroecologia Povos da Mata, (BA)  - VENCEDORA
Arte na Palha Crioula: Banco de Milhos Crioulos
, (SP)
Implantação de SAFs-Sistemas Agroflorestais para composição de Reserva Legal, (DF)

Categoria Água e/ou Meio Ambiente
Dessalinizador Solar, (PB) - VENCEDORA
De Olho na Água, (CE)
Projeto Águas de Valor e Sabor do Semiárido Baiano, (BA)

Categoria - Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital
Poste de Luz Solar - Litro de Luz Brasil, (SP)VENCEDORA
Ciclorrotas - Metodologia cidadã de planejamento cicloviário
, (RJ)
Noosfero: Plataforma Web Livre para a Criação de Redes Sociais Autônomas, (BA)

Categoria - Economia Solidária
Rede Bodega de Comercialização Solidária, (CE)VENCEDORA   
Banco Comunitário União Sampaio
, (SP)
Criação e Estruturação de Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA) – (SP)


Categoria Educação
Fast Food da Política - Educação Política Acessível e Lúdica, (SP)VENCEDORA
A Organização e Pedagogia Transformadoras
, (SP)
Escola Comunitária de Comunicação, (SP)

Categoria Saúde e Bem-Estar
Uma Sinfonia Diferente, (DF)VENCEDORA
Grupo nÓs: Trabalho de Preparação para a Vida Autônoma
, (SP)
Tecnologia Assistiva de Baixo Custo para Pessoas com Deficiência, (SP)

Categoria Internacional
Caminos de la Villa, (Argentina) - VENCEDORA
Escuelas Sostenibles a Nivel Municipal, (El Salvador)
Programa Mi Huerta, (Argentina)

 

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Na lista das tecnologias sociais campeãs há iniciativas do Brasil e da Argentina, reconhecida pela primeira vez

Numa noite marcada por emoção, os vencedores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social foram anunciados em cerimônia no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília, nessa quinta-feira (23). O público de quase 700 pessoas também aplaudiu a notícia de mais investimentos em tecnologias sociais. Foi anunciado o edital inédito, de R$ 10 milhões, para reaplicação das tecnologias sociais disponíveis no acervo do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), em parceria da Fundação BB com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com lançamento previsto para o início do próximo ano.

Durante a cerimônia, sete tecnologias sociais levaram o troféu de vencedoras. As premiadas do Brasil receberam R$ 50 mil cada, destinados à expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da metodologia. Nesta edição, iniciativas da América Latina e do Caribe concorreram na categoria Internacional.

As tecnologias sociais premiadas são:

Categoria Agroecologia
Rede de Agroecologia Povos da Mata (Bahia);
Categoria Água e/ou Meio Ambiente
Dessalinizadores Solar (Paraíba);
Categoria - Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital,
Poste de Luz Solar - Litro de Luz Brasil (São Paulo);
Categoria Economia Solidária
Rede Bodega de Comercialização Solidária (Ceará);
Categoria Educação
Fast Food da Política (São Paulo);
Categoria Saúde e Bem-Estar
Uma Sinfonia Diferente (Distrito Federal);
Categoria Internacional
Caminos de la Villa (Argentina)

A seleção seguiu critérios de interação com a comunidade, transformação social e potencial de reaplicabilidade. As finalistas foram escolhidas entre 173 tecnologias sociais certificadas esse ano, selecionadas dos 735 projetos inscritos. As iniciativas certificadas passaram a integrar o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, falou da importância do Prêmio em reconhecer iniciativas transformadoras que irão contribuir para o cumprimento dos desafios propostos pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “A tecnologia social é apaixonante. É a possibilidade que as comunidades têm de serem protagonistas de suas histórias, de terem a capacidade de mudarem a sua realidade”, disse.

“Vamos tratar de inovações aqui hoje. Nós queremos soluções que possam agregar valor e oferecer melhores oportunidades. As inovações precisam ser integradoras, inovadoras, e sobretudo inclusivas para um Brasil melhor, declarou Aroldo Machado, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

"É muito simbólico receber este prêmio neste momento no Brasil. Significa que a gente pode sim discutir politica, e que a gente pode e deve fazer isso dentro e fora da escola", disse, Julia Carvalho, da tecnologia vencedora Fast Food na Política.

A cerimônia contou ainda com representantes dos parceiros do Prêmio: Representação da Unesco no Brasil, Banco de Desenvolvimento da América Latina – CAF, no Brasil, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Banco Mundial, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Brasilcap Capitalização. Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado uma das principais ferramentas de identificação e reconhecimento de tecnologias sociais em todo o País.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quinta, 23 Novembro 2017 09:47

Vencedores serão anunciados em Brasília

Com 173 certificadas e 21 finalistas, chegou a hora de conhecer as melhores iniciativas do Brasil e América Latina

A cerimônia de premiação da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social será na noite dessa quinta-feira (23), no CICB - Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. O anúncio das iniciativas vencedoras será feito na presença de representantes das 21 finalistas, dos parceiros do Prêmio e convidados. Os ganhadores nacionais receberão premiação de R$ 50 mil, que devem ser destinados à expansão e melhoria das tecnologias. Todas as finalistas receberão troféu e um filme documentário retratando a iniciativa. A cerimônia será transmitida ao vivo pelo canal youtube.com/fundacaobb, com a cantora e compositora Paula Lima como mestre de cerimônia.

Nesta edição, o Prêmio foi dividido em seis categorias voltadas para experiências no Brasil: "Água e Meio Ambiente"; "Agroecologia"; "Economia Solidária"; "Educação"; "Saúde e Bem-Estar" e "Cidades Sustentáveis e Inovação Digital". Já as iniciativas da América Latina e do Caribe concorreram na categoria Internacional. Cada categoria tem três finalistas, somando 21.

As tecnologias finalistas foram avaliadas por uma comissão julgadora, composta por técnicos da Fundação BB, especialistas de organizações da sociedade civil e por representantes de entidades privadas e governamentais, segundo critérios de interação com a comunidade, possibilidade de reaplicação e, especialmente, pela efetiva transformação social. Auditados pela KPMG Auditores Independentes, os nomes dos vencedores só serão conhecidos durante a cerimônia, com início marcado para às 20 horas.

Realizado desde 2001, o Prêmio é considerado uma das principais ferramentas de identificação e reconhecimento de tecnologias sociais em todo o País. Só este ano, foram 735 inscrições da América Latina. Dessas, 173 receberam certificação e passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação Banco do Brasil, uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Hoje são cerca mil iniciativas identificadas, aptas e disponíveis para reaplicação.

Este ano, a premiação tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fórum internacional reúne pesquisadores, representantes do poder público e de iniciativas finalistas do Prêmio Fundação Banco do Brasil

“Nem todas as tecnologias geram coisas boas. Muitas deixam pessoas fora do sistema. A questão é para a onde a mudança tecnológica leva a sociedade, qual a dinâmica social que está gerando”, afirmou o argentino e pesquisador em política de tecnologia Hernán Thomas na palestra magna de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento é realizado pela Fundação BB, nesta terça e quarta-feira (21 e 22), em Brasília, e antecede a cerimônia da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que será dia 23.

Na palestra, o pesquisador Thomas propôs uma reflexão sobre a atuação estratégica e ampliada das iniciativas sociais. Ele explicou que toda tecnologia é política, pois pode ou não democratizar o saber e se colocar a serviço da sociedade. Quem estava assistindo, se sentiu provocado a pensar. Júlia Carvalho, da tecnologia social Fast Food na Política, de São Paulo, resumiu o que achou mais importante. "A tecnologia social sempre serve a atores específicos, por isso temos que avaliar se ela é democrática ou se está concentrando poder". Leo Pereira, diretor da Escola de Comunicação Comunitária, de São Paulo, gostou da palestra. “É bom ter um olhar de fora para a gente pensar o que está fazendo no dia a dia, se estamos nos avaliando direito”, destacou.

O Fórum reúne pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB, além de entidades certificadas em premiações anteriores. A finalidade do encontro é discutir as experiências dos participantes e formular propostas de fortalecimento de políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil para a promoção das tecnologias sociais.

Ainda na primeira manhã de atividades, cada integrante das iniciativas finalistas subiu ao palco para contar um pouco do trabalho realizado. Francisca Moraes Souza, integrante da Rede Bodega de Comercialização Solidária, veio do Ceará para participar do evento. “Espero aprender e levar novos ensinamentos para minhas colegas da rede”, destacou ela.

Ana Carolina Steinkopf, da finalista Uma Sinfonia Diferente, disse que estava ansiosa por aquele momento. “Quero trocar com as outras tecnologias, conhecer a estrutura delas, para ter outras referências e melhorar o que a gente faz.”

A programação conta com oficinas que irão facilitar o intercâmbio de conhecimentos sobre as várias conquistas e desafios a serem superados pelas metodologias implantadas. Além disso, haverá mesas de discussão com especialistas de diferentes áreas, com atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação em tecnologia social. Comporão as mesas de debates: Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasil; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Com realização da Fundação Banco do Brasil, abertura do evento será transmitida ao vivo pelo Youtube

Nos dias 21 e 22 de novembro a Fundação Banco do Brasil vai realizar o Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento reunirá pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, assim como de entidades certificadas em premiações anteriores.

O objetivo é permitir a troca de experiências entre os participantes e a formulação de propostas para fortalecer políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil voltadas à promoção das tecnologias sociais no Brasil.

A abertura do evento, no dia 21, a partir das 9h, poderá ser acompanhada em transmissão ao vivo pelo youtube.com/fundacaobb. Às 9h30 começará a palestra magna do especialista Hernán Thomas, "Novos Desafios para a Tecnologia Social: Estratégias de Desenvolvimento Inclusivas, Sustentáveis e Sistemas Tecnológicos Sociais" (Hernán Thomas - Argentina). Thomas é diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes, na Argentina, doutor em Política de Ciência e Tecnologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-doutor pelo Departamento de Política Científica e Tecnológica da UNICAMP.

A programação do Fórum seguirá na manhã do dia seguinte com mesas de discussão formadas por especialistas de diferentes áreas: atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação e tecnologia social. Os convidados serão Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasi; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Nas tardes do primeiro e do segundo dia os participantes vão se dividir em grupos para debater como tem sido a atuação das iniciativas representadas no evento e estratégias de fortalecimento das ações. As discussões serão encerradas com encaminhamento de propostas para o poder público, o legislativo e a sociedade civil.

Serviço: Palestra de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social

Acompanhe AO VIDO pelo canal youtube.com/fundacaobb dia 21/11, a partir das 9h.

Palestrante: Hernán Thomas, diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes

hernan thomas

 

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Plantio de hortas nas escolas e nas casas das famílias e complementação da merenda com produtos da agricultura familiar local melhoram a qualidade na nutrição

Uma experiência na cidade de Atiquizaya, em El Salvador, a 83 quilômetros ao norte da capital San Salvador, está ajudando a combater a desnutrição infantil nas camadas mais pobres da população, ao mesmo tempo em que garante mercado consumidor para os agricultores familiares locais. A Tecnologia Social Escolas Sustentáveis, organizada pela prefeitura da cidade, promove a educação alimentar e nutricional por meio do plantio de hortas nas escolas e nas casas das famílias.

Além de ser enriquecida com os vegetais colhidos na horta, a merenda é complementada com a aquisição da produção dos agricultores familiares da região, movimentando a economia local. A iniciativa que concorre ao Prêmio Fundação Banco do Brasil, na Categoria Internacional, tem o apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A metodologia mobiliza professores, pais e alunos, assim como instituições do governo e da sociedade civil em torno de um planejamento e execução integrados para que a iniciativa tenha êxito. "O projeto permitiu que muitos atores se juntassem para promover o desenvolvimento da economia local, com a compra de produtos da agricultura familiar, e assegurou uma alimentação completa para crianças em idade escolar, assim como contribuiu para a mudança cultural na alimentação das famílias", comenta o chefe da Unidade de Segurança Alimentar e Nutricional de Atiquizaya. Outro benefício foi a melhoria na infraestrutura de cozinhas, cantinas e dispensas dos estabelecimentos de ensino.

De 2013 a 2017, foram implantadas hortas escolares em 22 unidades de ensino em Atiquizaya; 17 pomares são mantidos pelo município. Diariamente, cerca de 30.400 alunos recebem alimentos, incluindo frutas e verduras, além de educação alimentar e nutricional, e 147 associações de produtores fornecem frutas, legumes e ovos para as escolas. O projeto foi reaplicado em outros dois municípios - Izalco e Jiquilisco – abrangendo três escolas em cada.

Saiba mais sobre a Tecnologia Social Escolas Sustentáveis

Prêmio
Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As finalistas internacionais vão receber troféu e vídeo retratando a iniciativa e também serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, programado para os dias 21 e  22 de novembro em Brasília (DF), véspera da cerimônia de entrega.

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

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Ações geram oportunidades de trabalho e contribuem para a segurança alimentar em comunidades de Icapuí, no litoral do estado

Um conjunto de iniciativas de baixo custo estão mudando a realidade das comunidades de Icapuí, no litoral do Ceará. A tecnologia social “De Olho na Água, desenvolvida pela Fundação Brasil Cidadão para Educação Cultura Tecnologia e Meio Ambiente (FBC) produziu conhecimento científico, desenvolveu práticas sustentáveis, gerou atividades econômicas de baixo impacto e provocou a mudança de atitude nos moradores da região.

A metodologia possibilitou a implantação de canteiros bio-sépticos (ou fossas biológicas) e de cisternas para captação e armazenamento de água pluvial em oito comunidades, evitando a contaminação dos lençóis freáticos pelo esgoto doméstico, com efetiva melhora da qualidade hídrica dos mananciais e preservação dos recursos naturais.

Somam-se a essas conquistas, a recuperação de nove hectares de mangue com mais de 100 mil mudas produzidas e plantadas; o cultivo sustentável de algas marinhas; a implantação de 200 colmeias de abelhas nativas sem ferrão, a mobilização de todas as 34 comunidades e escolas públicas por meio da educação ambiental; criação de banco de dados e 18 publicações na área, além de duas trilhas ecológicas e uma passarela sobre o mangue. O conjunto de iniciativas formam a chamada "Teia da Sustentabilidade", com ações relacionadas e influência mútua. Quando um projeto é afetado, ele compromete os demais.

Com a replicação e divulgação da tecnologia social, o "De olho na Água" tornou-se referência e recebe visitas de pessoas do Brasil e de outros países. As ações também geram oportunidades de trabalho e contribuem para a segurança alimentar e melhora da renda das famílias.

"Nunca imaginei que chegaríamos a esse patamar. O município tem grande sentimento de pertencimento. O projeto é um ponto de passagem com muito aprendizado, incentivando a educação na comunidade, inclusive com estudantes cursando o mestrado e o doutorado. A nossa missão é ser facilitador, porque quem faz tudo é a comunidade. O trabalho coletivo mantém as pessoas mais fortes e produtivas”, declarou Maria Leinad Carbognin, responsável pela tecnologia.

A socióloga e coordenadora de projetos da FBC, Ana Paula Lima, conta que a sua ligação com a entidade se deu após participar de atividades e capacitações, e que seus trabalhos de pesquisa, tanto na graduação como no mestrado foram voltados para os projetos. “A entidade abriu as portas para mim e possibilitou a minha inserção no mestrado. Assim como eu, muitos outros jovens tiveram a chance de galgar para outros patamares. O trabalho desenvolvido não encanta só os moradores da região, mas também os milhares de visitantes”.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Este ano, o Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro e tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quilombolas, assentados da reforma agrária e agricultores familiares são mobilizados para a produção sustentável de alimentos

Seja por questões de saúde ou para a preservação do meio ambiente, os alimentos agroecológicos têm despertado cada vez mais o interesse da sociedade. No município de Ilhéus, o trabalho desenvolvido pela Associação Povos da Mata Atlântica do Sul da Bahia de Certificação Participativa, aponta o sistema agroecológico como o melhor caminho, não só para a produção de alimentos saudáveis, mas também para transformar as famílias em protagonistas da conservação ambiental e do desenvolvimento socioeconômico das comunidades.

A entidade formou a “Rede de Agroecologia Povos da Mata”, com a participação de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas, agricultores em geral e consumidores, também chamados de coprodutores. A Rede é a primeira da Bahia a ser credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para emitir certificados e selos orgânicos de produtos agrícolas e de seus derivados.

A certificação é realizada em estações distribuídas em quatro territórios baianos: Litoral Sul (Ilhéus e Itabuna); Baixo Sul (Ibirapitanga e Morro de São Paulo); Costa Descobrimento (Porto Seguro); e Caatinga (Irecê). Para obter a certificação, o agricultor tem que se comprometer com a produção de agricultura orgânica em conformidade com a legislação vigente e normas estabelecidas pela organização. Ao todo, são 700 famílias incluídas no processo - 250 já são credenciadas e o restante está em fase de certificação.

“Apoiamos e capacitamos produtores a certificarem e a comercializarem seus produtos, oferecendo aos consumidores mercadorias com garantia de origem”, declarou Tatiane Botelho da Cruz, presidente da Rede. Tatiane explica que o consumidor recebe o nome de coprodutor devido à participação dele no processo. “Quando o consumidor faz a opção de consumir alimentos sem agrotóxicos, ele está ajudando a cuidar dos rios, da mata e deixando de poluir o meio ambiente e, consequentemente, se torna nosso parceiro”.

A Rede, que é finalista no Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social na categoria Agroecologia, vai muito além da certificação. Ela atua no incentivo ao associativismo, na produção e no consumo de produtos orgânicos, na aproximação solidária de agricultores e consumidores, no intercâmbio, no resgate e na valorização do saber popular e em atividades de formação socioculturais, ambientais e de cidadania.
Na propriedade da agricultora e integrante da Rede Maria da Conceição Mendes de Jesus, que fica próxima à cidade de Ilhéus, desde 2006, não entra uma gota de produtos químicos. A trabalhadora conta que depois que aprendeu a trabalhar com alimentos naturais tudo mudou. São 13 hectares com plantações de cacau, banana, mandioca e hortas. “Por longos anos trabalhei com química e não tinha conhecimento dos perigos. Depois que comecei a trabalhar com o alimento natural vi os benefícios que faz para a nossa saúde e dos nossos clientes e para o meio ambiente”. Os produtos agroecológicos da rede são comercializados em 19 feiras orgânicas de venda direta.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Este ano, o Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro. O concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.


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Sistema de filtragem de água utilizada nas casas ajuda na irrigação de hortas e evita a contaminação do solo, no Semiárido Baiano

Um sistema de reaproveitamento de água de uso doméstico, ou água cinza, tem sido alternativa para as famílias do semiárido baiano na convivência com a seca. O Projeto Águas de Valor e Sabor do Semiárido Baiano, da Associação de Pequenos Agricultores do Jacó, Poço Dantas, Boa Vista da Pimenteira e Serrinha, está ajudando as famílias a produzir alimentos e reduzir a contaminação do solo.

A metodologia consiste na filtragem dos resíduos presentes na água resultante da lavagem de roupa, louças e banho, com o uso de matéria orgânica composta de microrganismos e minhocas, que permitem a devolução da água para o meio ambiente, sem prejudicá-lo, como na irrigação de hortaliças. Toda a ação privilegia o envolvimento das famílias, com treinamento para o manejo e a manutenção da tecnologia. A iniciativa, também conhecida como Bioágua Catingueiro, é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil, na Categoria Água e Meio Ambiente,

Cleiton Andrade, morador da comunidade Poço Dantas, a 30 quilômetros da cidade de Planalto (BA), conta que, a partir de 2012, a região passou a conviver com uma seca mais severa e com o baixo índice de chuvas. A média que era de 700 mm ao ano, caiu para aproximadamente 400 mm, o que resultou na redução expressiva da produção agrícola e criadores de animais tiveram que se desfazer dos rebanhos para diminuir gastos e evitar prejuízos.

Ao perceber a importância do projeto, Cleiton mobilizou outros moradores a implantarem a tecnologia. “Desde que fui escolhido para assumir a implantação do sistema, tive clareza sobre a minha responsabilidade. Optei por seguir esse caminho e farei o possível para que as famílias também usem a tecnologia. Não hesitarei em ajudá-las com os conhecimentos que adquiri”, relata.

Em 2015, a família de Vanessa Andrade recebeu uma unidade do Bioágua Catingueiro na sua propriedade na comunidade Craúno. Assim como ela, alguns agricultores familiares de Poções receberam unidades do sistema. A implantação contou também com a parceria da Associação de Moradores Produtores Rurais da Região de Crauno e Água Branca.  Aos 22 anos e cursando graduação em Pedagogia, a jovem conta que ajuda os pais na produção de hortaliças e verduras, e que não vislumbra oportunidades na cidade grande.

Ela defende a permanência dos jovens no campo e quer ser exemplo para os conterrâneos. "Depois que me formar, pretendo aplicar os conhecimentos na minha terra, porque acredito que temos futuro aqui. Antes do sistema era complicada a produção de alimentos aqui. Hoje a gente tem alimentos de qualidade o ano inteiro e o resultado é visto na cor, no tamanho e no sabor", diz. Ela destaca ainda que a tecnologia trouxe também melhorias no orçamento familiar, com a venda do excedente na feira. "Queremos mostrar que é possível trabalhar e morar aqui com dignidade”.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Este ano, o Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

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Caminhos da Favela, de Buenos Aires, e Programa Minha Horta, implantado por todo o país, concorrem na categoria internacional

A Argentina tem duas representantes entre as finalistas do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, na categoria Internacional: Caminhos da Favela" e o "Programa Minha Horta". A premiação, reconhecida com uma das principais do terceiro setor, tem o objetivo de identificar e reconhecer soluções para desafios sociais das comunidades onde são implantadas.

Caminhos da Favela
Caminhos da Favela é uma ferramenta multimídia online que mostra um diagnóstico comunitário das diferentes prestações de serviços e obras públicas realizadas pelo governo nas 20 favelas e assentamentos de Buenos Aires.

A plataforma permite que os usuários vejam por obra e bairro os orçamentos previstos e o status de execução já realizado. Também há uma seção para os moradores fazerem pedidos de informação às autoridades sobre o andamento das obras. Em outro espaço é possível postar comentários, apontar irregularidades e publicar imagens e vídeos para documentar as reclamações. Devido ao monitoramento dos gastos públicos, a plataforma se tornou uma ferramenta de participação cidadã.

A iniciativa é da Associação Civil pela Igualdade e Justiça (ACIJ), sediada em Buenos Aires. De acordo com a entidade, as condições dos serviços públicos nas favelas são críticas e o reconhecimento oficial foi decisivo para a realidade começar a mudar. "A ferramenta foi fundamental para exigir do governo da cidade a incorporação das moradias nos mapas oficiais".

A iniciativa tem amplo reconhecimento da cidade e se tornou uma política pública. A partir de 2015, o governo fez anúncios ambiciosos sobre o início dos processos de integração socioeconômica de quatro das principais favelas, uma reivindicação histórica da população", explica Pablo Vitale, um dos coordenadores da associação.

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Minha Horta
Uma em cada quatro crianças que moram na zona rural na Argentina têm apenas uma refeição por dia – a que é oferecida na escola – de acordo com o Observatório da Dívida Social Argentina. Além disso, a alimentação dos mais pobres é rica em carboidratos e deficitária em fibras, vitaminas e minerais. Para minimizar o problema de subnutrição, a Fundação Horta Niño passou a capacitar os moradores em diferentes comunidades para autoprodução de alimentos em hortas comunitárias agroecológicas, plantio sem o uso de agrotóxicos, integrado ao ecossistema.

Em cada comunidade, o Programa Minha Horta começa com o levantamento da realidade socioeconômica, condições ambientais, recursos e necessidades locais. Após a articulação com lideranças, professores, pais, alunos e moradores, é definida a quantidade de canteiros e os materiais necessários. Os materiais são adquiridos com fornecedores locais para facilitar o deslocamento e reduzir a emissão de gases do efeito estufa no transporte.

A preparação dos canteiros é feita em regime de mutirão pela comunidade – com participação de pais, vizinhos e até de voluntários de empresas. Eles fazem o cercamento e instalação de sistema de irrigação e de estufas, dependendo do clima local.

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Prêmio
Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). As finalistas internacionais vão receber troféu e vídeo retratando a iniciativa e também serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, programado para 21 e 22 de novembro em Brasília (DF), véspera da cerimônia de entrega.

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

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