Portal Interno   Nossa Feira Anta

A iniciativa é uma parceria da Cáritas Brasileira, Fundação Banco do Brasil e prefeituras municipais

As novas feiras populares das cidades baianas de Antas e Ibirataia foram entregues aos comerciantes e à população no sábado (21).  A revitalização dos espaços foi feita pelo projeto Nossa Feira Popular e Solidária, uma parceria da Fundação Banco do Brasil, Cáritas Brasileira e prefeituras locais, com objetivo de fortalecer a economia dos municípios, mobilizar as comunidades, capacitar os feirantes e estimular o desenvolvimento comunitário.Jose Lino

A feira de Antas, cidade que fica no Norte da Bahia, cerca de 340 quilômetros de Salvador, tem 109 barracas, uma delas é do senhor José Lino. O feirante conta que participou ativamente das reuniões e intercâmbios na certeza que chegaria a sua vez. “Agradeço a Deus pela barraca nova. Confiei n’Ele, lutei muito, andei bastante, mas consegui. Também participei dos intercâmbios nas cidades de Cachoeira, São Félix, Canudos e Nordestina, declarou.

Na mesma feira também tem a barraca de produtos orgânicos do José Fagnor Gonçalves Batista. Quem busca verduras e legumes e outros produtos, livres de agrotóxicos, sabe bem onde encontrar. “Hoje o dia é de muita alegria, porque se fosse para eu fazer essa reforma com o meu dinheiro não teria condições. Agradeço demais a organização do projeto”, disse o feirante.  

Já em Ibirataia, cidade situada no Sul da Bahia, são 57 barracas, onde os feirantes vendem seus produtos, a maioria proveniente da agricultura familiar. Além dos novos postos de trabalho, os participantes também receberam balança de precisão, jalecos, sacolas e coletores de lixo. A barraca de frutas da Carla Santos Macedo está entre as revitalizadas. Segundo ela, estava bem velhinha e acabada.  “Gostei muito do projeto, estou satisfeita com tudo que recebi”, declarou.

Além das duas cidades baianas, a previsão do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária é atender 21 feiras populares de quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia: nas cidades de Antas, Ibirataia, Canudos, Nordestina, Crisópolis, Cachoeira, São Félix, Pau Brasil e Abaíra; no Maranhão: Pedreiras, Presidente Dutra, São Domingos, Viana, Lago da Pedra, Pindaré Mirim; na Paraíba: Areia, Boqueirão, Conceição, São João do Rio do Peixe e no Piauí: Demerval Lobão e Castelo do Piauí. 

O Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, uma ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia a comunidade local.  O projeto recebeu investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB.

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Projeto faz parte da estratégia Município mais que Digital e tem apoio da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira

Em um lugar que já foi cenário de uma das maiores guerras do Brasil, a última sexta, 13, foi marcada por um momento de alegria: a reinauguração da feira livre de Canudos, cidade localizada há 370 quilômetros de Salvador. Ao som do forró e do rastapé apresentado por grupos locais, 126 feirantes foram contemplados com novas barracas, jalecos, balanças além de lixeiras e contêineres para a gestão de resíduos sólidos.

A ação faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, uma parceria da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira junto às prefeituras locais, com o objetivo de fortalecer a economia dos municípios, capacitar os feirantes e estimular o desenvolvimento comunitário por meio do protagonismo e da participação cidadã.

O coordenador da Cáritas no nordeste baiano, Izael de Jesus, foi o responsável por pesquisar a situação das feiras em 2018 e fazer a adesão dos participantes. “Quando chegamos aqui as pessoas não acreditavam que o projeto sairia do papel e aos poucos, com as reuniões, a confiança foi sendo construída e alcançamos o respeito com a reinauguração da feira”, avalia.

A ação vai além de organizar a feira e gerar renda. O feirante Celestino Santana, vendedor de amendoim, destaca a melhora na qualidade no trabalho. “Foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos. A partir de agora eu vou trabalhar debaixo da sombra, porque tenho uma barraca”, afirma.

Outra feirante muito feliz com a revitalização da feira é Jamile Crispim. A mãe de Jamile trabalhou 30 anos vendendo doces caseiros na feira de Canudos, mas após desenvolver glaucoma, ficou impossibilitada. Jamile assumiu as vendas há três anos e agora acredita que é possível os feirantes criarem uma associação. “Temos que aproveitar este momento de felicidade com as conquistas e criarmos uma associação para conseguirmos mais benefícios”, conclui a feirante.

Empoderamento local

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária faz parte da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com os municípios, cujo objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial que beneficia os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável.

A iniciativa recebeu investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB para atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí. Na Bahia, os municípios que tiveram as feiras reinauguradas, além de Canudos, foram Abaíra, Crisópolis, Nordestina Pau Brasil e São Félix.

Nos últimos dez anos, a Fundação BB investiu mais de R$ 147 milhões no estado da Bahia. Foram 653 projetos, em 183 municípios e mais de 251 mil pessoas foram atendidas.

Curiosidades sobre a cidade de Canudos

A atual cidade de Canudos é a terceira a ter este nome. A primeira surgiu no século 18, às margens do rio Vaza-Barris, a 12 quilômetros da localidade atual, e era uma pequena aldeia nos arredores da Fazenda Canudos. Quando Antônio Conselheiro chegou na região, em 1893, renomeou o vilarejo como Belo Monte. Após a derrota dos seguidores de Conselheiro, na guerra que ficou conhecida como Guerra de Canudos, a segunda Canudos foi repovoada em 1910, sobre as ruínas de Belo Monte. Na década de 50, devido a construção de uma barragem, as pessoas saíram da segunda Canudos e foram residir a 20 quilômetros deste local, próximo a fazenda de Cocorobó. O vilarejo de Cocorobó cresceu e se tornou emancipado da cidade de Euclides da Cunha em 1985 e foi rebatizada de Canudos.

Na cidade, os pontos turísticos estão relacionados à Guerra de Canudos como o Parque Estadual, um sitio arqueológico que preserva os espaços onde ocorreram as principais batalhas e o Instituto Popular Memorial de Canudos que tem o cruzeiro da época de Antônio Conselheiro, além de roupas e máscaras usadas na produção do filme “A Guerra de Canudos”. (Com informações da prefeitura municipal e Wikipédia).

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As cidades de São Félix, Crisópolis e Pau Brasil receberam investimento do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária

Tombado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2010 por seu conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico, e localizado há 110 quilômetros da capital Salvador, o município baiano de São Félix foi a terceira cidade baiana a receber o Nossa Feira Popular e Solidária. Em julho outras duas cidades também tiveram suas feiras revitalizadas no estado: Nordestina e Abaíra.

“Muita coisa mudou desde 2017, quando começamos a fazer o diagnóstico da situação dos feirantes em São Félix. A reinauguração da feira é só um marco simbólico porque há muitas conquistas decorrentes desta mobilização: a revitalização da praça pública, a aquisição do transporte para os expositores que residem longe da cidade e agora, a criação da associação dos feirantes”, avalia Renata Guedes, gerente geral da agência do Banco do Brasil da cidade.

Renata é uma das pessoas que estavam presentes na reinauguração da feira que aconteceu no dia 9 de agosto. Ela participou de todo o processo de revitalização da feira e afirmou que estava muito feliz com as conquistas dos feirantes. “Eles conseguiram muita coisa com a prefeitura por causa desta união. Até apoio jurídico para montar a associação, eles alcançaram. É uma satisfação muito grande”, comemora.

Os feirantes receberam novas barracas e jalecos e foram instaladas lixeiras e containers para a gestão de resíduos sólidos na praça onde ocorre a feira. Ao todo, 83 feirantes foram beneficiados e muitos já trabalham com os cartões de débito e crédito, diversificando os meios de pagamento e contribuindo para o crescimento econômico da cidade.

A feirante Ana Claudia Silva, que trabalha há 12 anos no local, é uma das participantes do projeto. A agricultora familiar, que produz hortaliças com o esposo e os quatro filhos, diz que no começo muitos comerciantes estavam descrentes, mas após o desenvolvimento das ações, houve a adesão de mais sete feirantes. “Eu espero que melhore ainda mais porque a maioria aqui é produtor rural e a abertura da associação, com mais de 90 participantes, vai nos ajudar a ter mais benefícios”, avalia.

Inauguração em Crisópolis

Crisópolis foi a quarta cidade baiana que teve a feira revitalizada. O município está localizado no nordeste do estado, tem 57 anos de fundação e coincidentemente o mesmo tempo de existência da feira tradicional.

A reinauguração ocorreu no dia 14 e beneficiou 142 feirantes. Para o subsecretário de agricultura de Crisópolis, Gilson Alves, o sucesso do projeto foi a mobilização e conscientização dos feirantes que está permitindo uma mudança de cultura desde a criação da feira agroecológica, há dois anos, passando pelo uso das máquinas de débito e crédito. “A feira daqui é regional, inclusive com pessoas que vêm de Sergipe. Os feirantes daqui comercializam desde hortifrutigranjeiros a roupas, então o desafio foi conscientizar e mobilizar as pessoas sobre a importância de revitalizar a feira”, conta Gilson.

A feira tradicional da cidade ocorre semanalmente com o início da montagem ao meio dia de terça-feira e o auge é na quarta-feira de manhã, quando fica completa. Já a feira agroecológica ocorre aos sábados e o mercado para comercialização de carnes também atende os clientes nas, quartas, sábados e domingos.

Feira de Pau Brasil também foi reinaugurada

A cidade de Pau Brasil foi a quinta a ter a feira revitalizada. Localizada no sul do estado, na região de Ilhéus e Itabuna, a cerimônia de reinauguração ocorreu no dia 17 e teve a participação de cerca de 80 feirantes, além de representantes do Banco do Brasil, da Cáritas Brasileira e autoridades locais.

Cleidiane de Jesus é agricultora familiar e uma das feirantes e líderes do projeto na cidade. Desde criança ela acompanhava a mãe na feira e nestes 40 anos percebeu inúmeras mudanças. “Nós trabalhamos ao ar livre. Tomávamos chuva. O chão virava lama e as barracas ficavam expostas, com o risco de contaminação dos alimentos. Eram condições bem precárias”, conta.

Há quatro anos os feirantes já trabalham em um espaço com cobertura, que foi oferecido pela prefeitura, e agora o projeto possibilitou a padronização do espaço além de ofertar o serviço de gestão dos resíduos sólidos. Com um ganho de R$ 200 por semana, Cleidiane que já adquiriu a máquina para pagamento com cartão de crédito, espera que as mudanças continuem melhorando a feira de Pau Brasil. “Queremos montar uma associação para que a feira tenha um diferencial e sirva de exemplo para outros municípios”, finaliza.

O projeto

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras. O objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e a iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural nos municípios brasileiros. O Nossa Feira Popular e Solidária vai atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí.

Nos últimos dez anos, a Fundação BB investiu mais de R$ 147 milhões no estado da Bahia. Foram 653 projetos, em 183 municípios e mais de 251 mil pessoas foram atendidas.

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Após revitalização feita em parceria com Fundação BB e Cáritas Brasileira, feirantes elogiam organização

No último sábado (20), mais uma feira foi reinaugurada pelo Projeto Nossa Feira Popular e Solidária. Desta vez, o município de Abaíra, na Bahia, foi beneficiado. A feira de Abaíra foi reestruturada e cada um dos 170 feirantes recebeu uma barraca nova. Também receberam equipamentos de segurança, como jalecos, botas e luvas para manejo de carnes e peixes, balanças digitais e de cereais, lixeiras e contêineres para separação de lixo reciclável, além do palco cultural instalado no local.

O novo espaço conta com mais limpeza e organização. “Agora a feira está bem mais bonita, antes algumas pessoas expunham a mercadoria no chão”, disse a feirante Maria Silva Santos Novais.

“É uma alegria muito grande fazer parte deste projeto. Esse resgate cultural é muito bonito e muito importante. Parabéns às entidades envolvidas, ao trabalho da prefeitura”, completou a gerente do Banco do Brasil local, Marianna Amanda dos Santos.

A iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Estiveram presentes na solenidade de inauguração o prefeito municipal de Abaíra Edval Luz Silva, o vice-prefeito Hermínio Moreira, o presidente da Câmara dos Vereadores Norivaldo Luiz Silva, o representante superintendente regional da Bahia do Banco do Brasil, Fabian Farias de Oliveira, além de outras autoridades como secretários de estado. 

Na ocasião, a comunidade local também pôde assistir às apresentações culturais de Bumba meu boi, xaxado e literatura de cordel, que teve a Nossa Feira como tema principal. A poesia foi escrita pelo aluno Guilherme Novais Silva e o professor Valter Souza da rede municipal de ensino. Leia o cordel na íntegra.

A Fundação BB vem apoiando outras iniciativas na Bahia. Nos últimos 10 anos foram investidos mais de R$ 147 milhões em 653 projetos para 183 municípios, alcançando mais de 251 mil pessoas.

Saiba mais

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB para ser aplicado em duas etapas e atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia. Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões, e no atual estágio o investimento é de cerca de R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações.

Para ampliar o alcance do projeto e valer-se do poder transformador do conhecimento, a Secretaria de Educação e os professores da rede municipal entregam cartilhas educativas aos alunos de escolas públicas. A cartilha gibi “Conectados” promove a educação financeira e digital desse público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

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Nordestina (BA) e Areias (PB) foram as cidades que receberam o projeto Nossa Feira Popular e Solidária

“Quando eu chego aqui na feira eu me sinto em casa. As pessoas são acolhedoras, amigas e com a ajuda da Fundação Banco do Brasil, da Cáritas e da prefeitura a gente vai crescer ainda mais”. Com estas palavras, o feirante Edilson Ribeiro dos Santos resume a gratidão e a felicidade com a revitalização da feira municipal de Nordestina, reinaugurada no último sábado (13). Nordestina está localizada no sertão da Bahia, a 360 quilômetros de Salvador e possui uma feira tradicional há mais de 20 anos. A revitalização do espaço é uma iniciativa do projeto Nossa Feira Popular e Solidária que faz parte da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com os municípios, cujo objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial que beneficia todos os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável.

O prefeito da cidade, Erivaldo Carvalho Soares, destacou que o projeto contribui para amenizar o sofrimento dos feirantes, já que havia dificuldade com as estruturas das barracas, além da dificuldade em fazer o descarte dos resíduos sólidos. Com novas barracas e a coleta seletiva, o desafio a partir de agora é estruturar melhor a feira. “A perspectiva é dar a sustentação pra os feirantes, talvez mudar a feira para uma área que tenha mais facilidade de trânsito e fortalecer ainda mais a nossa parceria com o Banco do Brasil, a Fundação BB e a Cáritas Brasileira, que estão nos ajudando a dar visibilidade a nosso município", disse.

Nordestina foi a primeira cidade baiana a receber a revitalização da feira. O estado foi contemplado juntamente com Piauí, Paraíba e Maranhão para receber investimentos no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB. No atual estágio o investimento é de aproximadamente R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações.

A Fundação BB vem apoiando outras iniciativas na Bahia. Nos últimos 10 anos foram investidos mais de R$ 147 milhões em 653 projetos para 183 municípios, alcançando mais de 251 mil pessoas.

Feira revitalizada em Areia (PB)

Também no último sábado (13) ocorreu a reinauguração da feira municipal da cidade de Areia. Esta foi a terceira cidade na Paraíba a ter o Projeto Nossa Feira Popular e Solidária a ser reinaugurada no estado.

A feira de Areia (PB) abriga 238 feirantes que agora terão novos espaços para trabalhar. Antes, eles passaram por processo de formação. A Tecnologia Social Oásis (ferramenta de mobilização para solucionar problemas nas cidades) foi uma das metodologias usada para estimular o desenvolvimento comunitário e juntos concretizarem as metas planejadas coletivamente. Também foram oferecidas capacitações em educação financeira e empreendedorismo. A comunidade areiense participou de oficinas para fortalecer a expressão da cultura local na feira.

A feirante Maria Creuza, ficou tão feliz com as novas barracas e a estrutura da feira, que afirmou que este é um projeto que deveria ser desenvolvido em todos os municípios do pais. “Eu trabalho há 22 anos na feira, nunca vi uma coisa maravilhosa como está bem organizado, muito boas as barracas. Deveria ter em toda a região. O espaço ficou bom, tudo organizado. Merece ter em toda a região do país.

A cartilha gibi “Conectados” também foi distribuída para os estudantes da rede municipal das cidades de Nordestina, na Bahia e Areia para promover a educação financeira de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento. O prefeito da cidade João Francisco, destacou que a revitalização da feira do Mercado Público é o primeiro passo para inúmeras melhorias que serão construídas no município para a cidade ultrapassar fronteiras. “Não vamos parar por aqui, nós podemos fazer mais para os feirantes e para a população porque nós temos que crescer e contamos com o apoio do Banco do Brasil e da Cáritas para que Areia se torne uma cidade de vanguarda”, enfatiza.

A Fundação BB vem apoiando várias iniciativas na Paraíba. Nos últimos dez anos investiu aproximadamente R$ 55 milhões em mais de 165 projetos, em 98 municípios, alcançando mais de 480 mil pessoas.

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