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Promoção para o Dias das Mães valoriza o trabalho de mulheres da Cidade Estrutural e do Recanto das Emas

“Ver o resultado do meu trabalho transformado em brindes para um shopping center é muito bom”. Esse foi o sentimento de Maria Bertomeire Tavares, a Berta, de 49 anos, durante a entrega de 2.500 peças confeccionadas por ela e por outras 31 colegas da Cidade Estrutural e do Recanto das Emas, regiões administrativas do Distrito Federal, e que serão distribuídas durante as compras do Dia das Mães como ação promocional de um shopping de Brasília.

O responsável pelo trabalho das costureiras e confecção das peças é o Instituto Proeza, entidade que Berta conheceu a pouco mais de um mês e que tem entre tantos projetos o Reúso de Resíduo Têxtil e Produção Comunitária de Pães e Alimentos, que recebeu o apoio da Fundação Banco do Brasil, em 2018, para capacitação de mulheres que vivem situação de vulnerabilidade social.

Com retalhos de tecidos e roupas que seriam descartadas, as costureiras transformam em peças novas e garantem renda e autonomia. A entidade oferece, gratuitamente, capacitação em bordado manual, crochê, corte e costura em máquina industrial, tecelagem, tingimento orgânico, panificação, educação financeira e plano de negócios.

“Já tinha ouvido falar do projeto, mas cheguei até ele por acaso, quando fui levar uma amiga para preencher uma ficha. Foi amor à primeira vista, mas eu tinha um problema, não sabia costurar, nem mesmo pregar um botão, muito menos tinha tido algum contato com uma máquina de costura. Em um mês estou aqui, mostrando os brindes que fizemos para o shopping”, relata Berta.

Nos próximos dias, quem fizer compras no Brasilia Shopping tem a chance de levar para casa uma linda toalha canga, com estampa exclusiva, assinada pela publicitária Didi Colado. Além de Berta, Maria Zildolene Silva,
Maria Juliana das Chagas e sua mãe, a bordadeira Francisca das Chagas participaram da entrega das peças ao shopping. De acordo com a coordenadora do projeto, Kátia Ferreira, todas as participantes têm uma história de luta, mas agora sonham com um futuro promissor.

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Kátia explica que com o recurso da Fundação BB no valor de R$ 300 mil, foi possível comprar máquinas de costura, oferecer cursos de corte e costura e de bordados para 68 mulheres, além de oportunizar curso de panificação e estruturação de uma unidade de produção de pães e confeitaria. O objetivo é vender os produtos na própria região e abastecer com lanche os eventos relacionados à divulgação dos produtos feitos pelas costureiras. “Vejo a felicidade estampada no rosto de cada uma, porque elas não tinham dinheiro para custear um curso de corte e costura oferecido no mercado que é muito caro. Eu explico para elas que o nosso propósito é fazer brindes para que tenham uma renda no final do mês, e que existe cliente para comprar". 

Segundo Kátia, confeccionar as peças trouxe uma série de aprendizados como prazos de entrega, qualidade, comprometimento e ainda o preparo da embalagem. “Esse brinde feito para o shopping tem uma resposta a tudo isso. Algumas mulheres que atuaram nesse trabalho vão receber entre R$ 500 a R$ 1.300. Muitas estavam com aluguel atrasado e esse dinheiro vai fazer a diferença. Esse projeto é mais do que inserção econômica, ele traz as mulheres para um ciclo de convívio e amizades", conclui Kátia.

Sobre o Instituto Proeza

O Instituto já capacitou mais de 192 pessoas. A entidade também disponibiliza aulas de balé para as filhas das costureiras, oferecidas por uma professora voluntária no mesmo horário das oficinas. Uma forma de deixar as mães despreocupadas e estimuladas para o aprendizado. Também são oferecidas aulas de reforço escolar de várias disciplinas e de pré-vestibular. As oficinas de panificação tiveram a participação de jovens das comunidades com idades entre 17 a 23 anos.

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Quinta, 22 Novembro 2018 08:56

Reciclar para transformar

Associação recebeu investimento social da Fundação BB para compra de equipamento e inclusão social de trabalhadores na cadeia produtiva de moda alternativa

Papel, papelão, plásticos, ferro, latas, vidros, tampinhas e muitos outros produtos recolhidos em empresas e nas ruas são transformados em fonte de renda para 39 catadores de materiais recicláveis da cidade de Mogi Guaçu (SP).

Com uma população de 140 mil habitantes, o município produz aproximadamente 139 toneladas de resíduos por dia. A Associação Cooper 3R’s - Coleta Seletiva por Catadores e Reciclagem Popular recolhe parte desse material que seria jogado no aterro, cerca de 120 toneladas de materiais por mês, que são transformados em fardos para a comercialização com empresas de reciclagem. Por outro lado, peças que podem ser reaproveitadas são destinadas ao “Bazar Eco: Fomento da Economia Criativa”, negócio lucrativo desenvolvido pela associação, para melhorar a renda dos catadores. Tem também o trabalho Upcycling - reutilização criativa, que transforma subprodutos, resíduos e objetos em desuso em novos materiais ou produtos de melhor qualidade ou com maior valor ambiental. Entre os objetos transformados estão, móveis feitos de paletes, vasos, mesas e aparadores confeccionados com blindex.

Os dois projetos da entidade receberam da Fundação Banco do Brasil investimento social em dois momentos - em 2016 , R$ 60 mil destinados ao Bazar Eco e, em 2017, outros R$ 60 mil para o projeto Saúde Guaçu!, usado na compra de uma empilhadeira. Os recursos são frutos de editais do Voluntariado BB.

“Aqui na cooperativa damos uma sobrevida aos materiais recicláveis e isso está na Agenda 21 e na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos. A regulação tem como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e o incentivo à reciclagem e à reutilização dos resíduos sólidos, aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado, e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos", declarou Maria Beatriz Vedovello Bimbati, fonoaudióloga, psicopedagoga, educadora ambiental. Já a voluntária Maria Beatriz desenvolve um trabalho de organização, uso correto de equipamentos, mediação de conflitos e melhoria da autoestima. “É visível o quanto eles mudaram, o olhar estético, a forma de pensar, de ver o lado bom das coisas e do quanto é importante para o meio ambiente”.

Antes de se tornar presidente da Cooper 3R’s, Maria Aparecida Nascimento atuou em várias atividades, cortou cana, colheu café e fez faxina para sobreviver. Mas o trabalho onde se encontrou foi na reciclagem. Uma característica que ela acredita ter herdado da mãe, que trabalhou por muitos anos como catadora. Na associação, Cida ganhou respeito e o carinho dos colegas, e soube aproveitar as oportunidades – trabalhou na triagem, foi fiscal, coordenadora e em abril deste ano tornou–se presidente. “O cargo não me subiu à cabeça, continuo fazendo o trabalho do dia a dia, ajudo em tudo que precisa no galpão e também no bazar. Tudo que faço na reciclagem é com amor, porque é daqui que eu tiro o meu sustento e dou minha contribuição para o meio ambiente”, disse.

De acordo com a presidente, a aquisição da empilhadeira proporcionou uma forma de trabalho mais saudável aos catadores que atuam na Central de Triagem, com menor esforço e mais rendimento. “Facilitou a organização do espaço de trabalho, pois os bags [sacos para coleta de material reciclável] e fardos puderam ser recolocados no novo ambiente de forma a realizar um mapa de risco e atender à legislação e normas de segurança e saúde no trabalho. Com o equipamento, houve aumento da produção e da renda dos associados, já que foi gasto menos tempo arrastando bags, carregando fardos ou esperando os caminhões dos atravessadores virem buscar”. A renda dos associados passou de R$ 900 para R$ 1.100. As vendas aumentaram, e os materiais antes destinados à reciclagem foram comercializados, como no caso das garrafas brancas de leite Jussara, entre outros, que puderem ser armazenados para carga suficiente e viável para transporte pelas recicladoras.

Os catadores também receberam capacitações e participaram de seminários nos últimos anos nas áreas de economia circular e criativa, negócios sustentáveis e upcycling, com a presença de costureiras, artistas plásticos, ambientalistas, empresários da moda, arquitetos e estudantes de moda e engenharia ambiental.

Desde 2003, a Fundação Banco do Brasil atua na cadeia produtiva de resíduos sólidos com a inclusão social dos catadores de materiais recicláveis em ações de geração de trabalho e renda e de educação, e apoia a melhoria das condições de trabalho.

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Segunda, 01 Outubro 2018 14:09

O que fazer com sobras de tecido?

Portal   reusotextil

Projeto usa tecidos que seriam jogados no lixo para dar uma nova esperança de vida a mulheres em situação de vulnerabilidade social

Duas regiões administrativas do Distrito Federal que estão entre as de menor renda - Estrutural e Recanto das Emas – começam a ter um projeto que abrange a sustentabilidade nos níveis econômico, social e ambiental.

Trata-se do projeto Reuso Têxtil, Panificação e Produção de Alimentos, iniciativa realizada pelo Instituto Proeza com o apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB). A ideia do projeto é reutilizar retalhos de tecido e roupas que seriam descartadas para a confecção de novas peças, permitindo gerar ganhos mensais e autonomia para mulheres que moram nessas regiões do DF e vivem em situação de vulnerabilidade social.

A iniciativa oferece, gratuitamente, capacitação em bordado manual, crochê, costura em máquina industrial, tecelagem, tingimento orgânico, panificação, educação financeira e plano de negócios.
No final de julho, o Recanto das Emas recebeu as primeiras oficinas de bordado e crochê. O interesse foi grande, com 90 alunas inscritas, sendo que mais da metade das participantes foi encaminhada pela rede de assistência social por estarem em vulnerabilidade social, segundo a presidente do Instituto Proeza, Kátia Ferreira. Mais importante que a capacitação para o trabalho, as alunas constroem um espaço de amizade e confiança. “Para mim está sendo excelente, porque além da renda, ajuda muito no psicológico da gente, na autoestima", afirma Maria Juliana da Silva, de 43 anos, que já fez aulas de bordado no Instituto e agora está utilizando o projeto para aprimorar a habilidade.

Outro motivo de satisfação para as participantes é que as filhas podem frequentar aulas de balé oferecidas por uma professora voluntária no mesmo horário das oficinas. É uma forma de deixar as mães despreocupadas e estimuladas para o aprendizado. Ana Lídia é uma das alunas da turma de crochê e leva sua filha de 6 anos para as aulas de balé. Ela relata a satisfação de mãe e filha com o projeto. "Ela está gostando muito e eu posso estar perto dela, participar e acompanhar". Em breve, uma nova atividade extra curso promete trazer mais filhos para lá: estudantes voluntários da Universidade de Brasília (UnB) darão aula de reforço escolar de várias disciplinas.

Além disso, o projeto cresce e em breve serão oferecidas oficinas de panificação com a estruturação de uma unidade de produção de pães e confeitaria. Esse é um pedido que veio da própria comunidade, já que muitas mães têm como prática a produção caseira de pães e bolos. A expectativa é que a padaria venda as guloseimas na própria região e abasteça com lanche os eventos relacionados à divulgação dos produtos feitos pelas costureiras.

E tem mais! Para as mulheres aprenderem a gerir as finanças do empreendimento coletivo ou individual que surgirão após as capacitações, o projeto também oferecerá oficina de educação financeira e plano de negócios.

Produção responsável

Para viabilizar a matéria-prima para os novos produtos finalizados pelas futuras costureiras, os idealizadores do projeto articularam parcerias com empresas doadoras de tecidos e de roupas usadas para a customização e confecção de peças novas. "Conseguir resíduos como matéria-prima para o projeto é fácil. As grandes confecções têm tanta necessidade de fazer o descarte, porque não podem levar para o aterro sanitário, que estão doando e ainda oferecendo a logística para entregar", afirma Kátia Ferreira, que também é coordenadora do projeto.

Kátia pesquisou iniciativas de reciclagem de produtos têxteis e disse que a indústria da moda causa bastante impacto ambiental. No segundo lugar no ranking das mais poluentes, perde apenas para a indústria do petróleo. O impacto ocorre em toda a cadeia produtiva têxtil, com a contaminação do solo, consumo de água e de energia, emissões de gases poluentes e geração de resíduos. Em levantamento feito com confecções do DF, Kátia estima que são geradas cerca de 155 toneladas de retalhos por mês na região.

As atividades do projeto são orientadas para o reaproveitamento de materiais, inclusive no tingimento, que vai utilizar matéria-prima natural, como borra de café, sobras de legumes de feiras livres (cenoura, beterraba, cebola) e madeiras descartadas em podas de árvore. Além do baixo custo, os corantes naturais também têm a vantagem de não contaminar a água e o solo. A proposta está de acordo com o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 , que tem como tema "Consumo e Produção Sustentáveis". O ODS 12 é um dos 17 temas que compõem a Agenda 2030, adotada pelas Nações Unidas (ONU) para orientar os países a tomar medidas pelo desenvolvimento sustentável do planeta.

É do DF e quer ajudar o projeto?
Contato: Kátia Ferreira, presidente do instituto Proeza e coordenadora do projeto, telefone (61) 98209-7000
Endereço: Instituto Proeza - Quadra 200, conjunto 3, lote 5, Recando das Emas
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Com recurso da Fundação BB, Instituto Intercidadania aumentará a oferta de cursos de aperfeiçoamento tecnológico e formará rede de parceiros que trabalham com a cadeia da reciclagem

O Instituto Intercidadania e a Fundação Banco do Brasil formalizaram parceria, nessa quarta-feira (21), para a implantação do Polo de Formação Técnica e Reúso de Eletroeletrônico - unidade de formação e vivência prática de metarreciclagem e economia circular.

Fruto da fusão entre o Instituto Intercidadania e o Centro Marista Circuito Jovem do Recife, a nova unidade vai receber investimento social da Fundação BB no valor de R$ 758 mil para ampliação no atendimento aos jovens carentes, com oferta de cursos nas modalidades de qualificação profissional e aperfeiçoamento tecnológico.

O polo ainda terá como novidade a implantação da rede de reaproveitamento de equipamento de tecnologia da informação e a destinação adequada de equipamentos eletroeletrônicos pós-consumo, com o envolvimento de empresas, organizações não-governamentais e entidades parcerias que trabalham com a cadeia da reciclagem.

O novo espaço receberá equipamentos, máquinas, ferramentas e veículos necessários aos processos de recebimento, triagem, guarda, desmontagem e reúso dos materiais. Na lista de materiais recuperados estão computadores – desktop e portáteis, impressoras, celulares e centrais telefônicas. Após recondicionados e em plenas condições de reúso, os produtos serão prioritariamente doados a escolas, órgãos públicos e entidades do terceiro setor.

De acordo com Domingos Sávio França, gestor do Polo de Formação, está previsto atender catadores de matérias recicláveis, que estão entre os públicos prioritários da Fundação, para que eles conheçam os variados tipos de materiais e passem a fazer a triagem do que pode gerar renda, além de serem orientados sobre periculosidade do manejo e descarte ambientalmente correto.

“Além dos cursos de mídias sociais e web designer que já oferecemos à população, vamos ampliar a nossa atuação com viés em arranjos produtivos, alinhados às tecnologias sociais nas áreas de inclusão social, reciclagem, inovação tecnológica e espaço de convergência, certificadas pela Fundação BB”, disse o gestor.

Outra novidade do projeto será o uso, em breve, do aplicativo Recycler Electronics - desenvolvido para atender as obrigações previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos e necessidades dos geradores de resíduos de equipamentos eletroeletrônicos, oferecendo serviços de coleta e descarte correto do lixo eletrônico. Por meio de um simples toque na tela do celular, os geradores de resíduos (pessoas físicas ou jurídicas) poderão solicitar a coleta para descarte do resíduo.

Além da capacitação
Reconhecida como referência de inclusão sociodigital, o Instituto Cidadania, em Recife (PE), atendeu mais de 15 mil jovens carentes em cursos e oficinas, encaminhou 3,5 mil participantes ao mercado de trabalho e processou aproximadamente 800 toneladas de lixo eletroeletrônico, em quase uma década de existência. Durante esse período, cerca de quatro mil computadores foram doados para 300 entidades do Nordeste, o que configura o atendimento indireto à cerca de 300 mil pessoas.

Para maiores informações sobre os cursos e matrículas, entre em contato pelos telefones (81) 3441-1428 ou (81) 3266-7316.

Assista aqui ao vídeo sobre o polo de reúso.


A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativa prepara os participantes para o mercado de trabalho em São Carlos (SP), recondiciona computadores e destina resíduos para reciclagem

Promover a inclusão digital e capacitar jovens da periferia de São Carlos (SP) para o mercado de trabalho por meio da reciclagem de lixo eletrônico é o objetivo do projeto Reciclatesc. A iniciativa é do Nosso Lar, entidade sem fins lucrativos que oferece acompanhamento e atividades educativas a crianças, adolescentes, jovens e seus familiares.

O Reciclatesc existe desde 2009 com oferta de curso básico de informática para os participantes – 80 passaram pelas aulas. Neste ano, em parceria com a Fundação Banco do Brasil e investimento de R$ 61 mil, a capacitação para jovens a partir de 16 anos vai ensinar a recuperar computadores e também como fazer montagem de rede e de pequenos servidores com os sistemas operacionais Linux e Windows.

"Percebemos que há falta de gente preparada no mercado para montar servidores para pequenas empresas e organizações. E decidimos formar mão-de-obra para isso", explicou o coordenador e professor do projeto, Newton de Almeida Silva. Com o recurso foram comprados novos computadores, impressoras e materiais para recondicionar os equipamentos.

Reuso e reciclagem
Os computadores são doados ao Reciclatesc por universidades, empresas e pessoas físicas. Após uma triagem inicial, os equipamentos seguem dois caminhos diferentes: o do recondicionamento pelos alunos ou a separação dos componentes para a reciclagem, daqueles que não têm recuperação.

O projeto já distribuiu cerca de 250 computadores recondicionados a organizações de assistência social de São Carlos. Para reciclagem, são encaminhados em torno de 50 toneladas de lixo eletrônico ao ano, uma forma de reduzir o impacto ambiental que seria gerado por substâncias tóxicas presentes neste tipo de material. Quem estiver na região de São Carlos e quiser doar equipamentos usados para o Nosso Lar, basta ligar para (16) 3377-9800.

Voluntariado BB
Iniciativas de entidades sem-fins-lucrativos podem seguir o exemplo acima para receber recurso da Fundação BB por meio do Programa Voluntariado BB-FBB. As inscrições da nova chamada interna vão até 16 de fevereiro e devem ser feitas por meio de um voluntário e funcionário do Banco do Brasil, da ativa ou aposentado, cadastrado no Portal do Voluntariado.

A seleção busca apoiar iniciativas que promovam a cidadania, geração de trabalho e renda, cuidado ambiental, educação, cultura, esporte e saúde. A Fundação BB fará investimento social de R$ 3 milhões para apoiar propostas com orçamentos entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Conheça aqui a Chamada 2018.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Expocatadores 2017 busca promover debates e troca de experiências para fortalecer a participação dos catadores na cadeia de reciclagem

Nesta segunda (11) até o dia 13, Brasília recebe a 8ª edição da Expocatadores. O evento contará com o público de mais de 3 mil catadores e de materiais recicláveis de 26 estados brasileiros e mais de 14 países da América Latina, Ásia, África e Europa, além de quatro mil visitantes diários. Também estão confirmadas presenças de autoridades e convidados especiais, tais como os representantes do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal, Ministério da Justiça, Fundação Banco do Brasil e Itaipu.

A Expocatadores 2017 terá como tema central a “Reciclagem Popular: o papel dos catadores na defesa do Planeta”. Os debates e diálogos serão aglutinados a partir de três eixos: “A Gestão de Resíduos na agenda mundial e o desafio da preservação do Planeta; o papel dos catadores e catadoras na construção do uma agenda de desenvolvimento sustentável para o Planeta; e a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil e seu Impacto Ambiental.

A Fundação Banco do Brasil é uma das patrocinadoras do evento e terá representantes durante os três dias de evento. No dia 12, o assessor Luiz Gonzaga de Carvalho vai participar como debatedor do painel "Construindo um projeto de Reciclagem Popular a partir da ação dos Associações e Cooperativas de Catadores".

A programação completa pode ser conferida no site: http://www.expocatadores.com.br/

Sobre a Expocatadores

Em sua oitava edição, a Expocatadores é um dos principais eventos realizados na temática de resíduos sólidos urbanos e educação ambiental do Brasil. Um importante veículo de disseminação de conhecimentos, exposição de projetos sociais, iniciativas empresariais e tecnologias que visam fortalecer a presença qualificada dos catadores de materiais recicláveis na cadeia da reciclagem.

Pela primeira vez o evento acontece em Brasília. Somando-se o público das sete edições já realizadas da Expocatadores, o evento reuniu mais de 30 mil pessoas entre catadores, palestrantes, expositores e visitantes vindos de todo o território brasileiro, das Américas Latina e Central, Ásia e África.

“O encontro pretende reafirmar a importância do catador de resíduos sólidos urbanos como profissional protagonista na cadeia de reciclagem e promover a imagem das organizações de catadores como unidades coletivas de negócios e portadoras de capacidade técnica para atuar nas diferentes etapas do processo da reciclagem”, destaca o representante da Ancat e do Movimento Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis – MNCR, Roberto Rocha.

Serviço: Expocatadores 2017

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães CCUG

Endereço: St. de Divulgação Cultural 05 Eixo Monumental – Brasília, DF

Quando: 11, 12 e 13 de dezembro

Horário: A partir das 9h, exceto o dia 11

Inscrições gratuitas e programação pelo site: www.expocatadores.com.br

Contato para dúvidas:
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(11) 5084-3466
(11) 9.9597-4412

Fonte: Assessoria de Comunicação da Expocadores 2017

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Ações beneficiam catadores de materiais recicláveis, pessoas em situação de rua, educadores das escolas municipais e moradores de empreendimento habitacional; recurso total será de R$ 4 milhões

A Fundação Banco do Brasil vai realizar cinco projetos no município de São Paulo, voltados para a ampliação da reciclagem de resíduos, a melhora na qualidade da alimentação dos alunos da rede municipal e a capacitação de pessoas em situação de rua para o mercado de trabalho. Os convênios, no valor de R$ 4 milhões, serão assinados com organizações da sociedade civil e a Prefeitura de São Paulo. O investimento da Fundação BB é de R$ 3,5 milhões, beneficiando cerca de 4,5 mil participantes. Para falar sobre os projetos, representantes da Fundação BB e da prefeitura concederam entrevista coletiva de imprensa, na sede da prefeitura.

O projeto com a Associação Nacional dos Catadores (ANCAT) prevê a inclusão social e geração de renda para 1.130 catadores de materiais recicláveis, por meio da regularização de 50 cooperativas que hoje não prestam o serviço de coleta e triagem para a Prefeitura Municipal. Atualmente somente 28 cooperativas conseguem atender as exigências da Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana). Com a legalização, a expectativa é aumentar a taxa de reciclagem, hoje em torno de 300 toneladas ao dia.

Para a inclusão de pessoas em situação de rua, há dois projetos. O convênio com a Rede Cidadã busca mobilizar empresas, movimento sociais e o poder público para preparar e encaminhar cerca de 2 mil pessoas em situação de rua para o mercado de trabalho ou atividades empreendedoras.
O segundo projeto voltado à população de rua é para capacitação e implantação de uma horta-escola agroecológica em espaço urbano ocioso. Os 200 participantes serão certificados e podem ser encaminhados ao mercado de trabalho. A parceria é com a Associação de Resgate à Cidadania por Amor à Humanidade (ARCAH).
O plantio de hortas também está presente em outro projeto, desta vez em 200 escolas da rede municipal de ensino. O objetivo é oferecer formação para 600 educadores implantarem os canteiros orgânicos com a participação dos alunos para melhorar os hábitos alimentares e promover a educação ambiental. A entidade parceira é a Associação Paulista Dos Gestores Ambientais (Apgam).

Já o convênio com a Secretaria Municipal De Habitação (Sehab Sp) vai realizar capacitações entre os moradores do Empreendimento Habitacional de Interesse Social América Sul, no bairro do Grajaú, Zona Sul da capital, com 1.188 moradias inauguradas em março deste ano. Serão oferecidos cursos de agente comunitário, capacitação e gestão condominial, desenvolvimento social e empoderamento de mulheres e jovens, resolução de conflitos comunitários. A ideia é estimular o interesse, o conhecimento e a responsabilidade pela gestão do condomínio, ampliando a representatividade dos moradores. O projeto prevê a formação de 600 pessoas.

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Trabalhadores debateram planos de negócios para empreendimentos solidários em ciclo de seminários regionais

Com o objetivo principal de ampliar conhecimentos, inserindo catadores de materiais recicláveis participantes do Cataforte 3 como protagonistas em discussões, a Fundação Banco do Brasil e o Escritório Nacional do Cataforte (Ceadec) promoveram seminários nas cidades de Brasília, Salvador, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. Nos cinco encontros realizados, participaram cerca de 200 catadores e técnicos, além de representantes das 33 redes que integram o projeto.

Os eventos tinham como finalidade fortalecer e ampliar os processos produtivos por meio da estruturação de iniciativas de negócios sustentáveis coletivos e autogestionários que sirvam de referência para outras redes.

Durante os eventos, as trocas de informações se tornaram importantes ferramentas para a construção de planos de negócios e serviram de estímulo na busca de um modelo ideal de empreendimentos socialmente inclusivo, ambientalmente responsável e economicamente sustentável.

Dentre as oportunidades de negócios debatidas nos seminários estão o beneficiamento de óleo e gordura residual (OGR) e do vidro, a prestação de serviços de coleta, triagem e reciclagem, a verticalização de polímeros, e a comercialização dos produtos reciclados.

“Encontrar as outras Redes nesses eventos faz muita diferença na vida dos catadores (as). São experiências muito valiosas que a gente leva para nosso Estado. O sonho de todas as Redes é comercialização conjunta, é sair da mão do atravessador e chegar na indústria, então aqui percebemos que com o Cataforte III estamos no caminho certo“, afirma Nair Rodrigues Vieira, integrante da Rede Uniforte Goiânia.

Kelson Galdino Santos, do Cata Bahia PB, observou a transformação que o projeto trouxe na vida dos catadores. “O Cataforte veio pra estruturar e fortalecer as associações e cooperativas de uma forma diferente que é mostrando os caminhos, e nos ensinando a vencer as dificuldades. Isso modificou a forma de visão do catador e a nossa forma de trabalho. Hoje somos parte do processo, conhecemos as ferramentas para lutar por nossos direitos e mudar nosso futuro”.

O projeto
O Cataforte teve início em 2007 e contribuiu para a constituição e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários formados por catadores de materiais recicláveis. Desde 2014, o Cataforte III habilitou 33 redes de empreendimentos solidários, formadas por cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis. Contou com recurso de R$ 30,5 milhões, por meio de convênio que integrou a Fundação BB, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o Ministério do Trabalho, com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (MTE/Senaes), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Petrobras, com o apoio do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). Ainda em execução, valor previsto para esta fase é de 200 milhões.

A realização deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Recurso será investido na compra de veículo e equipamentos, que vão contribuir para melhores condições no escoamento dos materiais recicláveis

A Associação Unidos na Reciclagem (Assur), vai receber da Fundação Banco do Brasil investimento social de R$ 120 mil para ampliar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis em Campo Largo (PR). Os recursos serão destinados ao projeto “Elos da Sustentabilidade, que promove a inclusão social e o reconhecimento dos catadores como parte importante na cadeia produtiva da reciclagem.

A formalização da parceria aconteceu na última terça-feira, 4, no plenário da Câmara de Vereadores do município. O investimento social será usado na compra de novos equipamentos - prensa, esteira e um veículo - para melhorar as condições de trabalho dos 17 associados e facilitar o escoamento dos materiais recicláveis. Espera-se que o projeto contribua para a diminuição do volume de resíduos enviado ao aterro sanitário. “Sem os equipamentos necessários nosso trabalho fica muito limitado. Pretendemos aumentar o volume de material coletado e melhorar a renda dos associados”, declarou Naraci de Deus Paula, presidente da Assur.

Desde sua criação, em 2007, a associação incentiva o trabalho e a comercialização de material reciclável coletado nos pontos de origem - empresas públicas e privadas, escolas e condomínios. Com esse trabalho, em parceria com a prefeitura, a entidade promove a emancipação social e econômica dos catadores de forma sustentável e contribui para o aprimoramento do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) de Campo Largo (PR).

Em 2015, o município de Campo Largo foi um dos vencedores da terceira edição do Prêmio Cidade Pró-Catador, com a iniciativa “Elos da Sustentabilidade”, apresentada pela Assur . A proposta tinha como finalidade, ampliar a capacidade produtiva da associação, por meio da aquisição de veículo utilitário para apoio logístico, máquinas e equipamentos para reciclagem, visando a melhoria da atividade produtiva e aumento da renda dos catadores. Na ocasião, o município recebeu R$ 120 mil como prêmio.

O Prêmio Cidade Pró-Catador foi promovido pela Secretaria de Governo da Presidência da República em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB). Os projetos foram avaliados por um comitê julgador composto por membros do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Parceria entre a administração da ilha e a Fundação Banco do Brasil irá apoiar a separação correta nas casas e empreendimentos

Esta segunda, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, marcou também o início de projeto de conscientização ecológica em Fernando de Noronha (PE). Trata-se de coleta seletiva por meio da participação dos moradores, que contará com educação ambiental e distribuição de materiais para destino correto do lixo.

O objetivo do projeto "Jogue Limpo com Noronha – Coleta Seletiva e Compostagem" é estimular a participação dos moradores no cuidado ambiental. Após separação, os resíduos serão descartados de acordo com o manejo adequado.

A iniciativa tem a parceria da Fundação Banco do Brasil e será implantada em três etapas distintas. A primeira fase prevê sensibilização dos moradores e comerciantes por meio de palestras e distribuição de material educativo sobre a importância da coleta seletiva e destinação de forma adequada.

A segunda consiste na realização de oficinas de compostagem, com distribuição de kits, voltados para restaurantes, bares e pousadas. Os compostos orgânicos gerados serão utilizados como adubo na produção de hortas orgânicas.

Na última etapa, serão construídos Pontos de Entrega Voluntária (PEV), onde a população irá depositar o material já separado. Os PEVs vão receber papel, plástico, vidro, metal e óleo de cozinha. Os 4,5 mil moradores e os turistas serão beneficiados com a instalação dos PEVs.

Atualmente, a ilha produz dez toneladas de lixo por dia e 40 por cento é reciclável, mas a triagem não é feita pela população, somente na usina. A superintendente de Meio Ambiente e Turismo do Distrito de Fernando de Noronha, Ângela Tribuzi, explicou que a separação feita pelos moradores vai evitar perdas de recicláveis no contato com o orgânico.

Ângela destacou também que, ao conscientizar a população, o projeto apoiado pela Fundação BB irá complementar as ações para adequar a ilha à legislação estadual e federal de resíduos sólidos. "O projeto veio para completar toda a mudança que precisamos fazer. É importante a mudança de hábito da população para o descarte adequado. Governo e moradores, todos precisam contribuir nesse processo."

O projeto contará com o investimento social de R$ 241 mil, sendo R$ 218 mil da Fundação e R$ 23 mil da administração da ilha.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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