Nossa Feira Popular e Solidária São Domingos, Maranhão

Depois de Pedreiras, foi a vez do município de São Domingos reinaugurar a sua feira livre 

Duas cidades do Maranhão já estão com as suas feiras de rua reinauguradas: Pedreiras e São Domingos. A ação parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária - uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Brasileira e que está dentro da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com municípios. O objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial, que beneficia todos os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável. 

A inauguração em São Domingos (MA) foi realizada no sábado (3). Assim como a feira de Pedreiras (reinaugurada em abril),  o local foi revitalizado e os feirantes receberam novos equipamentos de trabalho como luvas, jalecos e botas para proteção, balanças digitais e de grãos, lixeiras e contêineres, além de capacitação para promover os meios de pagamento digitais.

Cleunice de Freitas Santos, que trabalha na feira há 20 anos, afirmou que as mudanças levaram mais organização para a feira. “Trouxe mais higiene pra gente trabalhar aqui. Não tinha nenhuma lixeira e agora vai ter”, contou. Já Carmelita da Silva destacou a satisfação de receber barracas novas. “Nós acreditamos no projeto. A gente trabalhava com barracas velhas caindo os pedaços e hoje nós temos barracas novas e bonitas”, afirma.

O gerente do setor público do Banco do Brasil local, Thiago Augusto Sá Xavier, disse que um dos objetivos dessa ação é de estreitar a relação da comunidade com o banco. Isso foi feito por meio do programa Município Mais Que Digital, que busca fortalecer a economia local, por meio da educação financeira e do estímulo às soluções digitais de pagamento. “Tem a questão da divulgação da segurança e modernização da cidade. É para incentivar o uso do cartão e meios digitais para dar mais segurança e diminuir o dinheiro que roda na praça e com isso evitar roubos e assaltos”, destacou.

Além de Thiago Augusto, também participaram da solenidade o prefeito de São Domingos José Mendes Ferreira, o gerente da agência Banco do Brasil local José Marcus César Sousa e convidados.

Nossa Feira

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB para ser aplicado em duas etapas e atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia. Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões, e no atual estágio o investimento é de aproximadamente R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações. A iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Para ampliar o alcance do projeto e valer-se do poder transformador do conhecimento, a Secretaria de Educação e os professores da rede municipal irão entregar cartilhas educativas aos alunos de escolas públicas. A cartilha gibi “Conectados” promove a educação financeira e digital desse público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

Fundação BB investiu mais de R$ 10 milhões no Maranhão

 Nos últimos dez anos a Fundação Banco do Brasil investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Quinta, 21 Fevereiro 2019 10:08

2019, o Ano Internacional das Línguas Indígenas

Iniciativas apoiadas pela Fundação Banco do Brasil reforçam a relevância dos povos na história, cultura e preservação do meio ambiente 

A ONU (Organização das Nações Unidas) declarou 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas. De acordo com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) as línguas faladas pelos povos indígenas estão desaparecendo em um ritmo alarmante. Pelo menos 190 idiomas estão em risco no Brasil, conforme o Atlas das Línguas Indígenas da Unesco.

O país é o segundo com mais idiomas que podem entrar em extinção, ficando atrás apenas dos EUA. O diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, destaca que “no Brasil, a cada dois ou três anos desaparece um idioma. Para uma língua não ser ameaçada tem que haver mais de 1 milhão de falantes, ou seja, das 190 línguas faladas por 817 mil indígenas estão ameaçadas” avalia Levinho.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 817 mil pessoas são declaradas indígenas no Brasil, com cerca de 270 etnias e mais de 190 línguas. O Museu do Índio, desde 2009, faz um trabalho de documentação que compreende a formação de pesquisadores indígenas e transferência de conhecimento por meio de programas de computador, que servem para documentar, além dos registros audiovisuais e fotográficos, construção de dicionários e de gramáticas pedagógicas. Esses documentos são instrumentos para os professores lecionar nas comunidades indígenas.

Até este ano, foram 27 línguas registradas e catalogadas pelo Museu. Cada língua perdida não é apenas um idioma, é uma história e uma cultura que não será mais possível registrar e manter como riqueza cultural. A estudante de Humanidades, Îã Gwarini, da etnia Tupinambá, esclarece que são poucas pessoas do povo dela, que vive na região de Ilhéus (BA), que falam tupi. As crianças nascem falando português e isto contribui para o desaparecimento do idioma. “Meu povo luta e resiste para que o tupi continue existindo porque a língua é nossa identidade. Outros povos conseguem aprender a língua nativa e depois o português é ensinado nas escolas”. Îã Gwarini diz que é importante a Unesco criar a data para as pessoas saberem que há outros idiomas falados no país e sugere que as línguas indígenas poderiam ser ensinadas nas escolas. “Repassar para as crianças para conhecerem estes idiomas, porque fortalece a cultura indígena”, diz Îã Gwarini.

Para a coordenadora interina de Cultura da Unesco no Brasil, Isabel de Paula, o Ano Internacional das Línguas Indígenas tem uma importância crucial para chamar atenção de todo o mundo sobre os riscos críticos enfrentados pelos povos indígenas e as suas línguas. “A perda de uma língua indígena pode significar a perda de um conhecimento vital que poderia ser aproveitado para o progresso da humanidade e para o próprio desenvolvimento sustentável. Os povos indígenas têm conhecimentos ancestrais sobre proteção ambiental, medicina, costumes, rituais, e tudo isso é transmitido de geração para geração por meio da língua. Portanto é muito importante garantir a preservação das línguas para, consequentemente, podermos garantir a preservação das culturas”, diz.

Atuação da Fundação nas causas indígenas

Atenta a esse cenário, a Fundação Banco do Brasil dedica-se às questões indígenas como uma de suas prioridades. Ao longo dos seus 33 anos de existência, a entidade não mede esforços para que os povos tradicionais sejam contemplados nos seus programas e projetos. Essas ações são direcionadas à preservação da língua, permanência e manutenção dos povos na terra, à geração de trabalho e renda, alfabetização, inclusão digital, reaplicação de tecnologias sociais e resgate da cultura e tradições, e na melhoria das condições de vida.

O estado com a maior população é o Amazonas. São Gabriel da Cachoeira é o município recordista, onde 29.017 pessoas declararam fazer parte da raça, o equivalente a quase 80% da população. O município de São Gabriel da Cachoeira, por exemplo, foi contemplado com 14 projetos apoiados pela Fundação BB nas áreas de geração de renda, educação de jovens e adultos, inclusão digital e documentação de línguas e culturas indígenas, totalizando o investimento social de R$ 1,1 milhão.

O estado do Acre concentra 23 mil indígenas e entre eles o povo Ashaninka, que em 2015 recebeu benefícios por meio do projeto “Fortalecendo Experiências Socioprodutivas Sustentáveis no Alto Juruá”, no município de Marechal Thaumaturgo. O investimento do Fundo Amazônia, que é gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Fundação BB foi de R$ 1,5 milhão, aplicado em experiências socioprodutivas sustentáveis e em ações de apoio ao manejo agroflorestal e piscicultura. A iniciativa atendeu, prioritariamente, três comunidades pertencentes à Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, Terra Indígena Kaxinawá-Ashaninka do Rio Breu e do Projeto de Assentamento Amônia. Com o recurso, foi possível construir açudes para o desenvolvimento da criação de peixes associadas a sistemas agroflorestais.

Também no estado do Acre, os indígenas das aldeias Txanayá e Nova Mudança - situadas nos municípios de Feijó e Santa Rosa do Purus foram beneficiados por ações da Fundação BB. Um projeto no valor de R$ 204 mil foi aplicado na região para melhorar a produção agroecológica, garantindo às famílias uma alimentação nutritiva e saudável por meio do cultivo de mandioca, feijão, banana e amendoim. Fez parte da iniciativa apoio logístico ao escoamento da produção, além da contribuição ao desenvolvimento econômico aliado à preservação do meio ambiente, capacitações voltadas para o aperfeiçoamento da produção e comercialização dos produtos. Outra etnia beneficiada no Acre foi a Huni Kui, que recebeu recurso para melhorar a produção agroecológica. O projeto contou com o apoio da Fundação BB para beneficiar os indígenas das aldeias Txanayá e Nova Mudança - situadas nos municípios de Feijó e Santa Rosa do Purus - com auxílio logístico ao escoamento da produção, além da contribuição ao desenvolvimento econômico aliado à preservação do meio ambiente. O valor de R$ 204 mil foi usado na aquisição de máquinas, ferramentas e dois barcos. Foram realizadas capacitações voltadas ao aperfeiçoamento da produção e comercialização dos produtos.

Os Wai Wai, do estado de Roraima, que vivem a 400 quilômetros de Boa Vista (RR), no município de Caroebe, foram beneficiados por intermédio da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Banana entre Rios – Aprupers. A entidade prioriza o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento sustentável do município. O investimento social da Fundação BB foi para o projeto “Agroecologia”, que tem como público alvo indígenas e agricultores familiares não indígenas, que vivem às margens da rodovia BR-210 – perímetro Norte, e que trabalham na produção de banana. O recurso no valor de R$ 200 mil foi usado na aquisição de um caminhão com carroceria, kits para irrigação, materiais para viveiros de mudas, despolpadoras, carrinhos de mão, trituradores de resíduos, sacos plásticos transparentes, entre outros materiais para adequação de uma estufa de propagação de plantas e enraizamento de partes de vegetais (estacas).

Tecnologia social certificada

Lembrado pela Organização das Nações Unidas, a Kalivono: kalihunoe Ike Vo’um é uma tecnologia social certificada pelo Prêmio Fundação BB, em 2017. A metodologia Formação Continuada de Professores para o Trabalho com a Língua, Arte e Cultura, de 2013 a 2015, produziu material didático bilíngue português-terena para o ensino fundamental. A proposta é a reaplicação da tecnologia, dessa vez, direcionada à educação infantil – seguindo os parâmetros de construção a partir da realidade dos indígenas da etnia terena, no município de Miranda, no Mato Grosso do Sul. O foco central é a valorização do uso da língua materna e dos conhecimentos tradicionais da cultura no ambiente escolar, em especial nas séries iniciais.

Cuidar da saúde, educação, qualidade de vida e da cultura indígena são deveres de todos. E a preservação das línguas indígenas só será garantida se for feita em parceria com eles que têm na floresta a sua casa e a sua vida.

 

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Projeto com o apoio da Fundação BB vai oferecer capacitações e atendimento jurídico e psicossocial

Oferecer um espaço de acolhimento, integração, atendimento jurídico e psicossocial e capacitação para imigrantes e refugiados é o objetivo da Casa de Direitos, inaugurada nesta quinta-feira (8), em Brasília, pela Cáritas Brasileira, em parceria com a Fundação Banco do Brasil, a Cáritas Suíça e o Departamento de Estado dos Estados Unidos (PRM).

No espaço será realizado o Projeto de Educação e Capacitação para Refugiados e Migrantes no Distrito Federal e Cidades do Entorno, que vai oferecer acompanhamento psicossocial, formação em língua portuguesa, cultura brasileira, legislação trabalhista, economia solidária, empreendedorismo e inclusão digital.

As inscrições para o curso de língua portuguesa, que tem 40 vagas, estão abertas até o dia 14 de novembro. “Os cursos vão dar uma base fundamental para essas pessoas poderem se integrar melhor aqui em Brasília. Já existe uma procura grande por esses cursos”, afirma Cristina dos Anjos, assessora para Migração e Refúgio, da Cáritas Brasileira. Já houve inscrições de migrantes do Chile, Venezuela, Haiti, Colômbia, Afeganistão e Senegal.

O senegalês Abdoul Aziz, de 27 anos, é um dos que se inscreveu no curso de português. Abdoul está no Brasil há um ano e oito meses e deixou no país de origem a mãe e dois irmãos menores, em busca de emprego. Ele já trabalhou como mecânico de automóveis por um período, mas está sem trabalho no momento. O senegalês se comunica com dificuldade em português e acredita que o curso vai ajudar. "Espero conseguir trabalho", afirma.

Já Andrerobert Lunga, de 36 anos, veio da República Democrática do Congo há oito anos. Ele fala português fluente, mas foi convidado a participar do curso pra ajudar na integração dos outros imigrantes. Veja ele comentando como vai participar.




Na Casa de Direitos também vai funcionar o Programa Pana, que tem como objetivo ser referência na acolhida, proteção e integração de imigrantes no Brasil. O Pana também estará presente em outras seis capitais do país – Boa Vista, Porto Velho, Recife, São Paulo, Curitiba e Florianópolis.

A palavra pana significa amigo na língua do povo indígena venezuelano Warao, os primeiros a atravessar a fronteira com a Roraima em busca de ajuda e formas de sobrevivência.

O Pana propiciará acesso à moradia, por meio do aluguel subsidiado de casas ou apartamentos para imigrantes que serão alocados de Roraima, oportunidade de formação em vista de trabalho e renda, assistência jurídica e psicológica. Para complementar as ações, no campo emergencial, os migrantes em situação de vulnerabilidade social terão acesso a itens de primeira necessidade como alimentos e kits de higiene pessoal e de limpeza e roupas.

As iniciativas contam com a parceria da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH); Cátedra Sérgio Vieira de Mello, da Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional das Migrações (OIM).

Serviço:
Inscrições: na Cáritasno, endereço: CONIC - Edifício Venâncio II – SDS Bloco H - 1º Andar - Salas – 101 a 104
Telefone para informações: (61) 3521-0350 - com Juliana Sangoi 

 

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Músicos da Estrutural participam da programação junto a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional e do saxofonista americano Branford Marsalis

Música erudita e jazz juntos, com uma pegada de inclusão social. O projeto CCBB in Concert traz a Brasília o saxofonista estadunidense Branford Marsalis, que subirá ao palco acompanhado pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, em única apresentação no dia 16 de junho, na área externa do CCBB Brasília.

Os concertos se iniciam a partir das 16h com os jovens instrumentistas do Instituto Reciclando Sons, uma iniciativa certificada como tecnologia social e premiada em 2015 no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Juventude. Em atividade na Cidade Estrutural, o projeto tem como objetivo promover a inclusão social, por meio da música, de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.

Em seguida, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional sobe ao palco, tocando obras de Bach, Villa-Lobos, John Williams (trilha sonora de Star Wars) e muito mais. Antes de iniciar o repertório de jazz, o saxofonista estadunidense apresenta algumas músicas em conjunto com a orquestra brasiliense.

No evento, haverá um área exclusiva com cadeiras em frente ao palco, cujo acesso é condicionado à doação de 1kg de alimento não perecível.

Sobre o saxofonista

Nascido em Nova Orleans e filho de pianista, Branford Marsalis começou a atividade na música ao tocar clarinete – o que abriu as portas para o saxofone, sua especialidade. O amor do jazz se intensificou ainda mais quando entrou na faculdade. Entre os trabalhos feitos pelo músico, está a participação em shows de Sting, vocalista da banda inglesa The Police. Ele também já participou de uma turnê em homenagem aos 50 anos da morte de Heitor Villa-Lobos, que passou pelos Estados Unidos com a Orquestra Philarmonica Brasileira, conduzida por Gil Jardim. Em 2010, fez a primeira participação na Orquestra Filarmônica de Nova Iorque, onde chegou a atuar como solista em uma série de concertos.

Programação:

- 16h - Reciclando Sons;

- 18h - Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional;

- 20h - Branford Marsalis;

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Prêmio Viva Voluntário vai reconhecer as melhores iniciativas que contribuam para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Estão abertas até 29 de junho as inscrições para o Prêmio Viva Voluntário, premiação inédita que reconhecerá iniciativas de transformação social promovidas por voluntários que contribuem para o alcance das metas estabelecidas pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização Nacional das Nações Unidas (ONU).

Serão premiadas as iniciativas inscritas em quatro categorias: Organizações da Sociedade Civil, Setor Público, Empresarial e Líder Voluntário. Cada categoria terá dois projetos vencedores. No formulário, deverá constar sobre qual Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a proposta se enquadra.

A Fundação Banco do Brasil (FBB) apoiará com R$ 50 mil as iniciativas vencedoras nas categorias Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil, Voluntariado no Setor Público e Líder Voluntário.

Podem participar do Prêmio entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, que tenham finalidades sociais, culturais, educacionais, científicos, esportivos, ambientais ou de assistência à pessoa. As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário eletrônico no site planalto.gov.br/vivavoluntario.

Programa Nacional de Voluntariado

Para incentivar e valorizar o trabalho voluntário no Brasil, o governo federal criou em 2017 o Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário com o propósito de reunir esforços do setor público, do terceiro setor e da iniciativa privada para articular pessoas em ações transformadoras da sociedade.

Existem no Brasil inúmeras iniciativas que contam com voluntários que atuam pelo desenvolvimento de suas comunidades. Muitas entidades carecem de organização e de estrutura adequadas que permitam a sustentabilidade e a continuidade dos projetos. O Viva Voluntário busca apoiar o desenvolvimento de uma cultura do voluntariado e de educação para a cidadania que fortaleça as organizações da sociedade civil e promova uma participação ativa da sociedade.

Calendário da Premiação:

Inscrições: 28/05/2018 a 29/06/2018

Etapas Eliminatória e Classificatória: 02/07/2018 a 31/07/2018

Publicação do Resultado: 10/08/2018

Cerimônia de Premiação em Brasília segundo semestre de 2018

 Passo   a   passo (inscrição)

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Portal large   mandioca

Projeto de melhoramento genético participativo desenvolvido pela Embrapa Cerrados tem o apoio da Fundação Banco do Brasil há 13 anos

Uma mandioca de cor amarela forte, mais bonita, nutritiva em vitamina A, que exige menor tempo de cozimento, e com maior produtividade para os agricultores. Esse é o resultado de um trabalho de melhoramento genético participativo desenvolvido pela Embrapa Cerrados, desde 2005. O projeto tem o apoio da Fundação BB, com o investimento de cerca de R$ 1 milhão.

A pesquisa começou há 13 anos, na Embrapa em Planaltina (DF), e depois envolveu cerca de 800 propriedades de agricultores familiares, no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O trabalho prosseguiu em 2015 com 25 produtores do Distrito Federal. Os pesquisadores testaram quais as variedades que melhor se adaptavam às condições da região e que foram mais aceitas pelos agricultores, além de identificar as principais demandas deles.

"O próprio produtor faz um ranking classificando essas variedades, de acordo com preferência. A melhor classificada tem alta probabilidade de ser usada pelos produtores", explica o pesquisador Josefino Fialho.

O programa de melhoramento participativo desenvolveu três variedades de mandioca com polpa amarela e uma de cor creme. Para orientar os produtores, foram realizados treinamentos e elaborados diversos materiais didáticos, como cartilhas, livros, vídeos e apostilas.
Conheça a publicação "Mandioca no Cerrado, Questões Práticas".

O agricultor Paulo César Gonçalves tem uma propriedade em Planaltina de Goiás, onde cultiva a raiz de tipo amarela. Ele conta que a produtividade aumentou bastante. "É uma mandioca muito resistente a pragas, muito mais rápida para colher e muito produtiva. Antes, um pé produzia uns quatro quilos. Nessa variedade nova dá seis, sete quilos por pé".

As mandiocas de polpa amarela estão à venda nas feiras livres pelo Distrito Federal. O projeto também desenvolveu dois tipos de mandioca de cor rosada, que contêm elevados teores de licopeno, uma substância antioxidante que ajuda a prevenir o envelhecimento das células e doenças como câncer. Mas essa variedade precisa de conscientização para ser consumida.

"Aqui no DF os consumidores estão mais acostumados com as mandiocas de polpa amarela. Agora as mandiocas com polpa da raiz rosa são uma novidade. Então muitos consumidores não consomem por acharem que se trata de um produto estragado, por não conhecerem", conta o pesquisador Eduardo Alano.

Na cantina Italiana Pepe Nero, no centro histórico de Planaltina DF, o proprietário e chefe de cozinha Gianfranco Giannella fez um teste. Preparou um prato de nhoque com mandioca amarela e outro com a rosa. "Hoje tinha no cardápio nhoque de mandioca rosa e pedi para experimentar. Eu adorei! É muito saborosa!", disse a cliente Sarah Loreto.

Outra cliente do restaurante, Eunice Resende Correia, também quis provar a novidade junto com outras duas amigas. Elas gostaram. "Uma delícia!", disse Eunice, que já conhecia os dois tipos de mandioca e até já havia levado para a mãe experimentar. "Ela gostou muito das duas, da qualidade, da facilidade para cozinhar e do sabor".

A ideia é estabelecer qual o momento exato de realizar a irrigação, qual a quantidade de água que a cultura precisa e quais as condições para gastar o mínimo possível de recursos hídricos e de energia.

A divulgação deste projeto está relacionada aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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Segunda, 21 Maio 2018 14:39

Feiras livres para mobilização comunitária

Cáritas Brasileira vai revitalizar feiras livres e estimular participação social em 22 municípios na Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí

Nos municípios interioranos, as feiras livres são os principais pontos comerciais e locais por onde circula boa parte dos moradores. Para fortalecer as feiras livres como espaços socioculturais de convivência, a Cáritas Brasileira vai realizar o projeto "Reconstruindo os espaços populares de socialização nos municípios a partir da implantação de tecnologias sociais".

A proposta é revitalizar os espaços das feiras com diagnóstico, mobilização social e educação financeira. As ações também preveem a revitalização da infraestrutura utilizada pelos feirantes e a gestão de resíduos sólidos, para reduzir a quantidade produzida e organizar de forma adequada o que for gerado. As capacitações em educação financeira envolverão, além dos feirantes, professores e alunos das escolas públicas locais.

Para incentivar o envolvimento dos participantes, será reaplicada a tecnologia social Jogo Oásis, que terá a finalidade de mobilizar 660 agricultores familiares, feirantes e catadores de materiais recicláveis. A iniciativa tem o apoio da Fundação Banco do Brasil, com investimento social de R$ 2,2 milhões, e será implantada em 22 municípios de quatro estados do Nordeste: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí. O convênio entre a Cáritas Brasileira e a Fundação BB foi assinado na última sexta-feira, 18, em Brasília.

Jaime Conrado, assessor de projetos da Cáritas Brasileira, comentou sobre o Jogo Oásis, metodologia vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social em 2013, na categoria Gestores Públicos, e que estimula a criatividade na solução de problemas da comunidade, a cooperação e o empreendedorismo social.“Ela ajuda os grupos a se fortalecerem com a reivindicação de direitos e o acesso a políticas públicas para que eles possam exercer a cidadania e melhorar de vida.”

Conrado relatou que a mobilização envolve prefeitos, comerciantes locais, gestores das dependências bancárias, organizações de feirantes e catadores. “Nós vamos fazer um diagnósticos nos 22 municípios para a estruturação das feiras populares. Queremos saber o que é vendido, se os comerciantes utilizam tecnologia, por que eles a utilizam ou por que não a utilizam”, comentou.

A divulgação deste projeto está relacionada aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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Parceria entre a Fundação BB e Sebrae gera novas oportunidades ao produtor rural

Após duas fases implementadas com sucesso, o projeto Bioma Caatinga chega à terceira etapa com investimento social de mais de 1,5 milhão, R$ 778 mil da Fundação BB e R$ 791 mil do Sebrae- BA. O Bioma Caatinga é uma iniciativa que promove o fortalecimento da cadeia produtiva da caprinocultura e ovinocultura da Bahia, no território conhecido como Sertão do São Francisco.

Na nova fase, serão contratados 20 agentes de Desenvolvimento Rural Sustentável (ADRS), que atuarão junto a 600 criadores, com orientações técnicas produtiva, reprodutiva e sanitária do rebanho, para comercializar produtos diretamente com açougues, mercadinhos e supermercados, sem atravessadores, agregando maior valor ao produto.

Iniciado em 2010, o projeto teve como parceira a Associação Comercial Industrial e Agrícola de Juazeiro. Naquele ano, o valor investido foi de R$ 238 mil, usado para mapear a produção de ovinos e caprinos em cinco municípios baianos - Juazeiro, Uauá, Remanso, Curaçá e Casa Nova - e para identificar as carências e condições de vida das famílias.

Em dezembro de 2015, novo convênio com o valor de R$ 1,4 milhão firmado com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA) teve como meta dar assistência técnica gerencial aos criadores de ovinos e caprinos nas mesmas cidades, atendendo cerca de 1.050 produtores rurais. Nesta fase, também foi prestada assistência técnica empresarial às micro e pequenas empresas (MPEs), integrantes da cadeia produtiva, como açougues, casas de ração, minimercados e abatedouros, com a finalidade de aproximar as partes interessadas, melhorar os índices de produção, reduzir custos e, consequentemente, melhorar a renda do produtor rural.

A parceria também atuou na organização das rotas de produção - acomodando os criadores em torno dos mercados consumidores locais, como forma de reduzir custos e distâncias. Também foram aperfeiçoadas técnicas de preparo de ração; de plantio de palma forrageira, utilizada para o pasto dos rebanhos; na vermifugação; no tratamento de cascos e antecipação do desmame.

Presente no lançamento da terceira fase, o superintendente regional do Banco do Brasil, Moisés Cunha, falou sobre a satisfação com a renovação da parceria e continuidade das melhorias na cadeia produtiva de caprinos e ovinos na região. “Nosso objetivo é oferecer ao produtor condições para que ele cresça, aumente sua renda e amplie as atividades, e isso vem sendo atingido com o Bioma Caatinga. Vamos continuar o trabalho conjunto, investindo na capacitação e levando inovação para o homem do campo”, destacou.

A divulgação deste projeto está relacionada aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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Parceria da Fundação BB, BB e o maestro João Carlos Martins pretende integrar 5 mil músicos pelo País

“O sonho do maestro Villa-Lobos era fechar o Brasil em forma de coração com a música. Por meio da música, quero realizar este sonho”. Com este desejo, o maestro João Carlos Martins lançou o projeto Orquestrando o Brasil, hoje (17), em São Paulo, ao lado do presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, do presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, e do diretor de Estratégia e Organização do BB, Carlos Netto.

Diante de jornalistas especializados em música e cultura, o Orquestrando o Brasil foi apresentado como uma iniciativa que irá apoiar, capacitar e divulgar orquestras, bandas e conjuntos musicais de todo país. Trata-se de uma expansão do projeto Orquestrando São Paulo, que mobilizou e capacitou 100 grupos musicais no estado de São Paulo, em 70 cidades diferentes, e possibilitou a organização de 20 orquestras.

Nesta expansão, pretende-se alcançar o número de 500 grupos musicais de comunidades carentes no Brasil. Na primeira etapa, será realizado levantamento e cadastro de bandas e conjuntos musicais com potencial para o projeto e, na segunda etapa, haverá o desenvolvimento de uma plataforma digital, que irá promover e disseminar conteúdos, capacitações para regentes e músicos, além de proporcionar a constituição de redes para troca de experiências e intercâmbio.

Dentre os grupos cadastrados no portal, 50 serão selecionados para atendimento por consultoria customizada, sendo priorizado o acesso de mulheres e jovens regentes nos cursos de formação. O projeto terá o investimento social de R$ 1,6 milhão em parceria da Fundação BB, Banco do Brasil e Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho.

Durante o lançamento, o presidente Cafarelli ressaltou que o BB é parceiro da cultura brasileira há muito tempo e acredita que investir na música clássica e popular brasileira pode transformar o mundo cultural. Ele destacou o investimento nos Centros Culturais Banco do Brasil, que possuem sede em Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. "A riqueza da programação cultural que oferecemos à sociedade brasileira é impar neste propósito de buscar a inclusão social no Brasil."

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destaca que o projeto pode melhorar a vida das pessoas, que é o cerne da FBB. “Iremos identificar 50 grupos musicais de jovens e mulheres em comunidades carentes para capacitação em música. A Fundação servirá como aceleradora destes grupos”, destaca.

Ao longo do projeto, serão realizados seis eventos regionais que terão apresentação dos grupos selecionados com a regência de João Carlos Martins e a participação da Orquestra Filarmônica Bachiana.

Transformação Digital alinhada a projetos sociais e a inovação

O Orquestrando o Brasil integra o eixo Cultura Digital da causa de sustentabilidade do Banco do Brasil: Inclusão e Transformação Digital da Sociedade Brasileira, que visa estimular, desenvolver, integrar e evidenciar iniciativas do Banco e de seus parceiros que contribuam para a inclusão digital no País.

O projeto em conjunto com a Revitalização do Programa AABB Comunidade, Digitalização do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, passeios virtuais dos CCBBs, patrocínio do Prêmio Jovem Cientista, assim como as contribuições de outras iniciativas, como o BB Integra e o Ourocard Cidades, reforçam o compromisso do Banco do Brasil com a responsabilidade socioambiental e a inovação. “O Orquestrando Brasil é um projeto maravilhoso que o BB se orgulha muito em fazer parte”, finaliza Cafarelli.

 A divulgação deste projeto está relacionada ao seguinte Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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Projeto de agroindústria cria oportunidades de inclusão social de agricultoras e suas famílias na região do Rio Doce

"Depois que a gente começou a vender para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a prefeitura a gente ficou mais independente. Antes as mulheres não tinham seu próprio dinheiro e agora já podem comprar o que querem", comemora Adriana de Paiva, moradora da comunidade do Barbosa, no município de Sem Peixe (MG), na região do Rio Doce.

Adriana, sua mãe e irmã fazem parte das 16 famílias de agricultores familiares beneficiadas pelo projeto de estruturação de uma cozinha comunitária para fabricação de doces, bolos, pães e biscoitos – conhecidos como quitandas de Minas – além do processamentos de frutas. A agroindústria foi inaugurada no dia 10 de maio pelo Conselho de Desenvolvimento Comunitário do Barbosa. A iniciativa é uma parceria da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Econômico e Desenvolvimento Social (BNDES), com o investimento social de R$110 mil.

O conselho surgiu há 20 anos com o objetivo de melhorar as condições de vida das mulheres, conforme explica Aparecida das Graças de Paiva, mãe de Adriana, e uma das fundadoras da entidade. Na época, ao planejar a produção de doces para venda, Aparecida deu o pontapé inicial para firmar uma proposta de projeto coletivo. Com a agroindústria, elas pretendem também gerar oportunidades para os jovens. "Muitos saíram de casa e voltaram porque não encontraram condições para viver na cidade. Com o projeto, estou vendo o futuro deles com a conquista da própria renda", afirma Aparecida.

O conselho prevê ainda profissionalizar e ampliar a produção, que atualmente está localizada nas residências, com vendas na feira livre. Os insumos vêm do cultivo das famílias - além de frutas, também há plantação de hortaliças e legumes, que são fornecidos para programas do governo federal e municipal.

Para aprimorar o processamento, eles vão passar por capacitações oferecidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), nas áreas de processamento de doces e quitandas, de custos de produção, confecção do rótulo e tabela nutricional e de boas práticas de fabricação.

Tecnologias sociais e recuperação de nascentes em Barbosa

A comunidade rural de Barbosa também foi beneficiada por outro projeto apoiado pela Fundação BB e o BNDES, para a recuperação de recursos hídricos de efluentes do Rio Doce. O investimento social foi de cerca de R$ 135 mil, em convênio com a Associação da Escola Família Agrícola de Camões.

Foram implantadas 21 unidades de experimentação que tiveram a aplicação de tecnologias sociais para tratar o esgoto doméstico, conter a enxurrada e permitir a penetração mais lenta da água no solo. As tecnologias são fossas sépticas, caixas secas e barraginhas, entre outras. Aliadas ao plantio de mudas, as técnicas ajudaram a recuperar áreas degradadas e nascentes de rios.

"A gente recuperou várias nascentes e a visão das pessoas mudou muito em relação ao cuidado com o uso da terra, de entender que é preciso cuidar da propriedade como um todo. O boi não pode pisar na água diretamente, o uso de agrotóxico é prejudicial, por exemplo", destacou Alessandra de Lima.

Com o recurso do convênio, também houve a implantação de um viveiro de mudas com sistema de irrigação, a contratação de um técnico e a realização de cursos de capacitação para os agricultores em técnicas de recuperação do solo, saneamento rural e produção agroecológica e sistemas agroflorestais. O projeto também conta com as parcerias da Emater e da Universidade Federal de Viçosa.

A divulgação deste projeto está relacionada aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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