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Tuesday, 24 May 2022 14:59

Será que o seu projeto foi contemplado?

portal lista das propostas habilitadas 1157 por 350

Confira o resultado do Projeto Voluntários BB - Fundação BB 

Trazemos nesta divulgação uma ótima notícia às pessoas que participaram da chamada interna do Projeto Voluntários BB - Fundação BB: a lista das propostas habilitadas. O processo seletivo foi lançado em 03/01/2022, cujas inscrições foram prorrogadas até 12/03/2022.   

Foram avaliadas iniciativas encaminhadas por funcionários do Banco do Brasil da ativa e aposentados que protagonizam ações de Assistência Social em todos os estados brasileiros. No total serão alocados para os projetos sociais um total de até R$ 5 milhões com potencial de atender iniciativas de estados das cinco regiões brasileiras. A listagem está cadastrada na área de editais da Fundação BB.

Projeto Voluntários BB - Fundação BB 01/2022

Área das propostas: assistência social;
130 propostas inscritas;
27 propostas habilitadas;
Iniciativas com participação de voluntários BB da ativa e/ou aposentados;
Valor por iniciativa: entre R$ 100 mil e R$ 200 mil;
Aporte total: R$ 5 milhões;  

Clique aqui e acesse a lista das propostas aprovadas/habilitadas na Chamada Interna.    

Quer participar do Voluntariado BB?   

No Portal do Voluntariado BB você poderá encontrar informações importantes sobre a forma de ingressar nesta frente de trabalho voluntário que está atualmente com cerca de 35 mil voluntários e quase 28 mil ações cadastradas.   

As ações podem ser acessadas por filtros de temas, instituições e comitês. Há uma possibilidade de conhecer as ações segundo os respectivos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) vinculados. 

Bloco de Assinaturas Proj Volunt 1157 x 250

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Acesse vídeo explicativo sobre o processo de inscrição

As inscrições para a Chamada Interna do Projeto Voluntários BB – Fundação BB 2022 foram prorrogadas para 12/03/2022. Esta oportunidade é aberta para a inscrição de iniciativas de Assistência Social realizadas por instituições do terceiro setor e que tenham a participação de um voluntário do Banco do Brasil - funcionários da ativa e aposentados cadastrados no Portal do Voluntariado BB.

Os projetos de instituições sociais sem fins lucrativos e que contam com a atuação de Voluntários BB podem receber apoio de até R$ 200 mil.

Clique aqui e acesse o documento da Chamada Interna.

A Fundação BB preparou um vídeo com informações e esclarecimentos sobre o processo de inscrição das propostas pelas instituições participantes e voluntários dos projetos.

Clique aqui e assista ao vídeo.

Encontre no Portal do Voluntariado BB informações importantes sobre a atuação, formas de ingresso, iniciativas já em execução distribuídas por regiões e cidades.

Ah, se ainda quiser tirar qualquer dúvida sobre a inscrição no Projeto Voluntários BB escreva para This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

Juntos podemos transformar vidas!

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Thursday, 24 February 2022 12:46

Quer uma boa notícia?

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Chamada Interna do Projeto Voluntários BB – FBB 2022 tem prazo de inscrição prorrogado  

As inscrições para a Chamada Interna do Projeto Voluntários BB – Fundação BB 2022 foram prorrogadas para 12/03/2022. Esta oportunidade é aberta para a inscrição de iniciativas de Assistência Social realizadas por instituições do terceiro setor e que tenham a participação de um voluntário do Banco do Brasil - funcionários da ativa e aposentados cadastrados no Portal do Voluntariado BB.

Os projetos de instituições sociais sem fins lucrativos e que contam com a atuação de Voluntários BB podem receber apoio de até R$ 200 mil.

Clique aqui e acesse o documento da Chamada Interna.

A Fundação BB preparou um vídeo com informações e esclarecimentos sobre o processo de inscrição das propostas pelas instituições participantes e voluntários dos projetos.

Clique aqui e assista ao vídeo.

Encontre no Portal do Voluntariado BB informações importantes sobre a atuação, formas de ingresso, iniciativas já em execução distribuídas por regiões e cidades.

Ah, se ainida quiser tirar qualquer dúvida sobre a inscrição no Projeto Voluntários BB escreva para This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

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Inscrições abertas até 25/02 para iniciativas de Assistência Social

O voluntariado do BB é um grande diferencial do Banco do Brasil e que proporciona enorme apoio para a sociedade brasileira. E se você ainda não é voluntario do BB aproveite que o Projeto Voluntários BB está aberto até 25 de fevereiro para inscrições de voluntários que atuam com entidades sem fins lucrativos.

O Projeto permite aos voluntários que atuam em organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que inscrevam estas instituições na seleção de projetos. Os melhores projetos poderão receber investimentos de R$ 100 mil até R$ 200 mil. E, para 2022, serão investidos neste programa R$ 5 milhões!

Ficou interessado? Confira os detalhes sobre a inscrição e todas as informações necessárias para a participação.    

Acesse o edital no portal do Voluntariado BB.


Público-alvo: entidades sem fins lucrativos que contam com a participação efetiva de voluntários do BB (funcionários da ativa ou aposentados) cadastrado no portal do Voluntariado, disponível em <https://voluntariadobb.v2v.net/pt-BR>;
Tema: Assistência Social
Inscrições: até 25/02/2022;
Seleção das propostas: 02/03/2022 à 22/04/2022;
Resultado final: 09/05/2022;
Saiba mais: Voluntariado BB e Edital de Seleções Públicas Fundação BB.

As dúvidas sobre a inscrição no Projeto Voluntários BB devem ser encaminhadas para This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

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Wednesday, 01 April 2020 12:00

Mulheres se destacam no voluntariado

Portal Interno Voluntariado

O perfil dos voluntários no país é em sua maioria de mulheres, afirma pesquisa do IBGE

Consideradas mais altruístas, empáticas e comprometidas, as mulheres têm feito jus aos atributos que lhes dão ao mostrar que são elas as que mais encontram um espaço na agenda para se dedicar ao voluntariado. De acordo com a pesquisa “Outras Formas de Trabalho 2018”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 7,2 milhões de pessoas que realizam trabalho voluntário, 5,0% são mulheres, enquanto eles representam 3,4%.

Para Silvia Maria Louzã Naccache, consultora e palestrante em voluntariado, a mudança de comportamento por parte das mulheres é gradativamente perceptível na última década. “As oportunidades de atuação para o voluntariado se transformaram muito nesses 10 anos e as pessoas perceberam que além de doar tempo, energia e amor, também podem compartilhar seus talentos driblando até mesmo a distância. Mas o mais importante é que mesmo as mulheres sendo mais ocupadas, elas têm encontrado uma causa para se dedicar. E, em questão de tempo, o interesse e a participação de homens e mulheres serão bem mais equilibrados”, destaca.

Encontrando uma missão

Mesmo sendo muito interessada desde jovem às causas sociais, Quéli Gonsalves, escriturária do Banco do Brasil, em São Gabriel (BA), desde 2011, não escolheu o projeto pelo qual queria se dedicar, mas sim foi escolhida e de uma maneira inusitada em 2019. “Na época, o presidente da Fundação Culturarte chegou à agência onde trabalho em busca de patrocínio. O gerente explicou para ele que o Banco apoiava projetos por meio da Fundação Banco do Brasil. Logo nós abrimos o site e vimos que havia um edital para seleção de projeto. E, foi aí, com o apoio do André Oliveira que me voluntariei”, relata.

O projeto “Inclusão Produtiva em Eventos Culturais no Sertão da Bahia”, que atua em São Gabriel (BA), visa a qualificação da produção cultural em suas diversas linguagens, apoiando artesãos, artistas plásticos, músicos e demais produtores criativos, para fins de criar oportunidades de geração de emprego e renda. O projeto foi pensado no contexto dos eventos culturais da região, a partir da experiência da Culturarte com a realização da Cantoria de São Gabriel, há quase 30 anos.

E o melhor é que o projeto contempla mulheres, garantindo cinquenta por cento das vagas nas formações para este público. Além de assegurar a participação da juventude, priorizando na formação no campo do audiovisual vagas para o público de 16 a 29 anos.

Foi nesta iniciativa que Quéli pôde sair da sua zona de conforto e voltar o seu olhar para o outro. “Ali, eu me senti uma pessoa socialmente necessária a partir do entendimento de que cada pessoa é importante e todos nós temos algo a oferecer. Não devemos ficar inertes frente a situações que nos incomodam dentro da nossa comunidade (ou até mais amplamente)”, compartilha.

Quando perguntada sobre como enxerga as mulheres no voluntariado, ela conclui que esse cenário pode variar de uma região do país para outra. “Aqui no território de Irecê (BA) eu noto uma forte presença masculina em ações voluntárias. O estigma de que certas tarefas, como os serviços domésticos e os cuidados com a família, são tarefas essencialmente femininas, pode nos restar pouco tempo para outras atividades. Já em outras regiões pode ser que a sensibilidade feminina as impulsione para atividades voluntárias, mais que aos homens”, finaliza.

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Tuesday, 10 December 2019 10:09

Voluntariado gera oportunidades

Portal Interno Artigo Voluntariado

O trabalho voluntário já não é somente sinônimo de práticas de boa vontade, generosidade e altruísmo. O voluntariado tem se destacado com uma forma de elevar a autoestima, adquirir experiências, desenvolver competências  e ampliar o network.

Ajudar o próximo, cuidar do planeta ou proteger os animais são bons motivos para o engajamento em causas socioambientais e também excelente oportunidades para o desenvolvimento pessoal..

Quem já apoiou alguma iniciativa voluntária sabe que o retorno dessas ações faz um bem enorme! Mesmo sem a intenção de ganhar algo em troca, o que se recebe é infinitamente maior do que aquilo que se doa.

A Organização das Nações Unidas estabeleceu 5 de dezembro como o Dia Internacional do Voluntario, buscando estimular e ampliar ações de voluntariado em toda sociedade.

Além de contribuir com a construção de um mundo mais justo e solidário, o voluntário faz um favor a si mesmo ao desenvolver competências como trabalhar em grupo, melhorar a comunicação, vivenciar outras realidades, conhecer pessoas, valorizar experiências, exercer a liderança, lidar com recursos escassos, ou ainda, inserir-se no mercado de trabalho.

E por que não agregar valor às atividades profissionais oferecendo suas aptidões em prol de uma causa, de uma instituição ou qualquer outra forma de exercer o voluntariado?  Não há nada de errado em enriquecer o currículo desempenhando trabalho voluntário.

Muitas instituições sem fins lucrativos têm necessidade de apoio em gestão administrativa e financeira, em marketing ou em gerenciamento de redes sociais. Assim, aplicar o conhecimento adquirido, se já é um profissional da área, ou que está adquirindo, no caso de estudantes, pode ser uma ótima oportunidade de aplicar a teoria na prática.

Segundo o relatório Brasil Giving Report 2019, elaborado pela Charities Aid Foundation (CAF), são os  mais jovens que têm maior interesse em realizar trabalho voluntário; 51% na faixa etária entre 18 e 24 anos, em comparação com os 43% de interessados de outras faixas.

A busca por soluções concretas para problemas sociais agrega valor às competências pessoais e profissionais do voluntário e gera oportunidades para o desenvolvimento de ações verdadeiramente transformadoras.

O voluntariado nos setores público e privado

O Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado promove o voluntariado incentivando o engajamento social e a participação cidadã por meio da articulação entre o governo, organizações da sociedade civil e o setor privado.

Valorizar e reconhecer o voluntário são objetivos do Programa que, para estimular a prática, poderá utilizar as horas de atividades voluntárias como critério de desempate em concursos públicos da administração pública direta, autárquica e fundacional, conforme Decreto nº 9.906, de 9 de julho de 2019.

No mundo corporativo, as organizações que atuam com programas de voluntariado empresarial buscam cada vez mais conectar o tema com os objetivos do negócio e avaliam que as ações voluntárias potencializam o engajamento dos colaboradores e a imagem institucional diante dos stakeholders, além de aproximar a organização das comunidades onde está presente.

Um exemplo é o investimento da Fundação Banco do Brasil em projetos de instituições sem fins lucrativos onde atuam voluntários do Banco do Brasil, seu instituidor. A iniciativa faz parte do Programa de Voluntariado BB, que lança, anualmente, chamada interna para apresentação de propostas.

Atualmente, o Programa possui em seu portal da internet o cadastro de mais de 32 mil funcionários com interesse em atuar como voluntários ou que já atuam em alguma instituição.

Desde 2004, o Programa já apoiou mais de 700 iniciativas de voluntários do  BB, voltadas à geração de trabalho e renda, educação, cultura, esporte, saúde e meio ambiente. Cerca de R$ 43 milhões foram investidos em projetos de todas as regiões do país.

O voluntário tem um papel fundamental em todo o processo, pois acompanha desde a elaboração da proposta, até a realização efetiva das ações. E, ao oferecer sua experiência, sua aptidão e seu tempo à iniciativa voluntária, o empregado aprimora competências extremamente valorizadas pelo mercado, como empatia, resiliência, liderança, inovação e criatividade.

Voluntariado no Brasil

53% da população fez trabalho voluntário entre agosto de 2017 a julho de 2018

85% dos colaboradores de empresas participam de atividades voluntárias motivados pela satisfação em apoiar pessoas

69% das empresas concordam que programas de voluntariado fortalecem o espírito de equipe dos colaboradores

 

Fontes: Pesquisa Benchmarking do Investimento Social Corporativo  - BISC 2019 e

Brasil Giving Report 2019 – Charities Aid Foundation (CAF)

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Portal Interno CVV
O diretor da Fundação BB, Rogério Biruel, participou da inauguração da sede em Brasília, no dia 25 de setembro.

 

No Brasil, diariamente, 10 mil pessoas apenas querem ouvir esta pergunta: como vai você? Quem responde para elas são voluntários do Centro de Valorização da Vida, mais conhecido também como CVV. Não é apenas um trocadilho. A pergunta carrega uma missão desde que foi criada a entidade em 1962, na cidade de São Paulo: “valorização da vida, contribuindo para que as pessoas tenham uma vida plena para prevenção do suicídio”.

O número de telefone 188 se tornou uma esperança e resgate de inúmeras pessoas que, em momentos de angústia e sofrimento, ligam para a entidade em busca de ajuda. Em Brasília, o CVV foi criado em setembro de 1979. Localizado no Setor de Rádio TV Norte, a sede da entidade precisava de uma reestruturação para poder receber mais voluntários e consequentemente atender mais pessoas.

Com o apoio da Fundação Banco do Brasil, a entidade recebeu o investimento social de R$ 213 mil para reformar a sede e construir uma cozinha, sala de descanso e um banheiro com chuveiro. O objetivo é oferecer uma melhor infraestrutura para os voluntários que se disponibilizam a ajudar pessoas.

O presidente do CVV Brasília Alexander Pires contextualiza que esta reforma foi necessária devido ao aumento expressivo da demanda. Só no Brasil, no período de três anos, houve um aumento de mais de 200% nos atendimentos. Em 2016, o CVV recebia um milhão de ligações e em 2018 saltou para dois milhões e meio. A expectativa é chegar em mais de três milhões em 2019. “Este aumento reflete uma mudança de paradigma porque o CVV adota o método que falar é a melhor opção. Costumamos dizer que somos um pronto socorro emocional para ajudar as pessoas a organizarem as ideias e expor os sentimentos em um momento de angústia”, avalia Pires.

As reformas tiveram inicio em janeiro de 2019 e atualmente a nova sede está pronta e dispõe de uma estrutura com climatização, revestimento acústico e mais espaço, o que melhora a qualidade do atendimento. Para o presidente do CVV Brasília a parceria com a Fundação BB consolida sonhos que há muito tempo os voluntários desejavam, mas não havia recursos. “Somos nós, os voluntários, que mantemos a estrutura da entidade por meio de doações. Agora, depois da reforma, estamos muito felizes em reinaugurar a nova sede e celebrarmos os 40 anos do CVV em Brasília”, destaca.

Voluntários

Atualmente no CVV Brasília há 90 voluntários. A expectativa, após a reforma é que ocorra adesão imediata de mais 54 pessoas que já demostraram interesse em atuar por meio do Programa de Seleção de Voluntários. Para trabalhar na entidade, é necessário ter acima de 18 anos, disponibilidade de quatro horas e meia por semana e também participar de um treinamento com duração de 2 meses.

Durante o treinamento, os voluntários são preparados para fazer um atendimento sigiloso, aprendem a prática da escuta empática e sem julgamento. Leila Heredia, vice presidente do CVV Brasília, afirma que há atendimentos que duram mais de duas horas e o objetivo é tranquilizar as pessoas e mostrar que a vida delas é importante. “A nossa compreensão é que quando a pessoa tem um lugar de fala, elas falam e nós voluntários procuramos convencer as pessoas sobre a importância da vida dela”.

Desde 2017, por meio de uma parceria entre o Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel - o atendimento 188 é nacional. No Brasil há 120 postos de atendimento e o contato pode ser feito além do telefone 188, por e-mail, chat e redes sociais. As ligações são gratuitas e podem ser feitas de telefone fixo, público e celular. Clique aqui para acessar os postos.

 

 

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Tuesday, 24 September 2019 09:58

Hoje tem alegria? Tem, sim senhor!

Portal Interno   Trupe Saude

Trupe da Saúde proporciona humanização do ambiente hospitalar na região metropolitana de Curitiba (PR)

Um projeto desenvolvido em Curitiba proporciona mais harmonia e conforto para pacientes, acompanhantes e funcionários de cinco hospitais da região metropolitana da capital paranaense. Na receita, o ingrediente é um só: muita alegria.

Tudo começou no ano 2000, quando Ricardo Trento acompanhava o pai para exames em um hospital. O humor e o jeito leve do pai ao realizar os procedimentos serviram como inspiração para o filho, que viu nesta postura algo positivo e que deveria ser levado adiante como uma forma de tratamento para outras pessoas. Com experiência em administração, Ricardo desenvolveu um projeto e o encaminhou para a Petrobrás em busca de apoio. A proposta foi aceita e assim nasceu a Trupe da Saúde. “De lá pra cá nós fomos aperfeiçoando a ideia, levando em consideração um método respeitoso e terapêutico, pois o que buscamos é que a alegria colabore com o restabelecimento dos pacientes”, explica Ricardo.

Em 2009, a metodologia da Trupe foi certificada como tecnologia social no Prêmio da Fundação Banco do Brasil. Para Ricardo este reconhecimento foi importante em dois pontos. “Primeiro, compartilhou a nossa credibilidade institucional, nos dando mais autoridade para viabilizarmos a iniciativa ao longo desses anos. Segundo, o reconhecimento da metodologia como uma tecnologia social é uma conquista para todas as equipes que, pelo Brasil, desenvolvem atividades semelhantes em hospitais. Algumas são voluntárias, outras são profissionais, mas em comum elas têm essa preocupação com a humanização do atendimento hospitalar - que precisa ser alçada à condição de política pública”, avalia. Desde o início do projeto foram realizadas 190 visitas por ano. Em 2019, a Trupe da Saúde completa 3,5 mil idas a hospitais da cidade, alcançando cerca de 400 mil pessoas impactadas pelas palhaças e palhaços da equipe.

A Trupe

Ricardo explica que a Trupe é formada por 12 palhaços profissionais e que somaram ao seu desenvolvimento profissional as reflexões pertinentes à humanização do atendimento hospitalar. A seleção é feita pelos próprios profissionais, pois há uma continuação da filosofia e da metodologia do trabalho nesses 20 anos de Trupe.

Em Curitiba, a Trupe realiza visitas semanais aos hospitais Pequeno Príncipe, Evangélico Mackenzie, Erasto Gaertner, Cruz Vermelha e Hospital das Clínicas (HC), com interações a todos pacientes, em especial as crianças atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em meio às brincadeiras há espaço para elas falarem como se sentem e para os familiares também participarem desta vivência. “A rotina hospitalar é monótona para quem tem um internamento longo, então esse vínculo com as palhaças e palhaços interrompe a rotina e promove um relaxamento das tensões associadas aos tratamentos”, explica Ricardo.

Segundo relatos da equipe, os benefícios imediatos são os que ficam evidentes no contato olho no olho: que é a felicidade e a alegria, que são remédios para a tristeza - e depressão, que pode acometer pessoas internadas por períodos mais prolongados. Além disso, o projeto precisa obedecer a uma rotina, inclusive em respeito aos pacientes e aos seus tratamentos. “Teve um caso que a gente ficou sete anos encontrando a mesma criança. Ela nasceu no hospital e toda a passagem do quarto de isolamento para um quarto leito, do hospital para a casa dela foi acompanhada por nossa equipe. Ela foi com os atores no carro, para você ter uma ideia da força que esse vínculo ganha”, revela o idealizador do projeto.

Box Trupe da Saude

 

Como ajudar

A Trupe da Saúde é possível graças ao apoio de empresas que, por meio de lei de incentivo federais, destinam recursos à manutenção do trabalho desenvolvido pelos artistas. A coordenação fica por conta da Universidade Livre da Cultura (Unicultura), uma organização não-governamental sediada em Curitiba, focada em projetos culturais de alto impacto social. Nesse sentido quanto maior a conscientização sobre a importância da humanização do atendimento hospitalar mais bem sucedida é a campanha de apoiamento junto aos empresários. Conheça aqui os canais da Trupe: site, Facebook.

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Thursday, 27 June 2019 14:40

Tesouras na mão e um emprego à vista

Portal   Ciame

Cursos profissionalizantes dão novo rumo para mulheres e jovens em situação de vulnerabilidade na comunidade de Bom Pastor, em Natal (RN)

O desemprego é uma situação que assusta boa parcela da sociedade, pois sem a garantia de um emprego fixo, muitas pessoas não têm previsão financeira para pagar as contas e manter sua moradia e subsistência. Esta situação se agrava a cada mês de espera pelo novo emprego. Uma análise de mercado de trabalho divulgada neste mês pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que o desemprego de longo prazo atinge mais fortemente as mulheres e jovens. Entre as pessoas sem emprego, 28,8% estão nesta condição há pelo menos dois anos, contra 20,3% dos homens desempregados no mesmo período. Na análise por faixa etária, 27,3% dos desempregados com mais de 40 anos insistem sem sucesso na busca por trabalho há pelo menos dois anos, mas o crescimento do desemprego de longo prazo é maior entre os jovens. As regiões Norte e Nordeste são as mais afetadas.

Frente a este cenário, um projeto realizado em Natal (RN), busca qualificar jovens e mulheres no ramo de estética e beleza, além de desenvolver habilidades empreendedoras para este público. O projeto “Inclusão Social e Empoderamento de Jovens e Mulheres” nasceu a partir de um convênio entre a Fundação Banco do Brasil e Instituto Bom Pastor, com o intuito de oferecer qualificação profissional para um público vulnerável na região. O convênio foi assinado em outubro de 2018 e desde então passou a oferecer cursos de corte de cabelo, auxiliar de cabeleireiro, barbeiro e manicure.

Os cursos foram realizados no Centro Integrado de Atendimento a Mulher (Ciame), do Instituto Bom Pastor, e foram ofertados para capacitação de jovens entre 15 a 29 anos, mulheres, pessoas com deficiência, público LGBT ou pessoas que tenham dependentes com câncer. O intuito foi fortalecer a autoestima, o resgate da dignidade, o exercício da cidadania, a profissionalização e também para impactar socialmente na melhoria da qualidade de vida da comunidade do bairro Bom Pastor, zona Oeste de Natal.

Segundo a coordenadora do projeto, Jane Martins de Lima Nunes, a opção dos cursos surgiu a partir de uma demanda local. “Escolhemos os cursos por recebermos este tipo de pedido e para oferecermos uma oportunidade de geração de renda para o público que nos procura. Vimos neste projeto uma oportunidade de transformar vidas, empoderando essas pessoas com qualificação profissional e cidadania”, conclui.

Além dos cursos de estética e beleza e noções de empreendedorismo, Jane relata que também foram ofertadas oficinas importantes para uma cultura de paz, como prevenção da violência doméstica praticada contra mulheres, noções de direitos humanos e sociais, ética e cidadania e oficinas que abordaram os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030, elaborada pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Também tivemos turmas que conferiram palestras com a equipe da Mesa Brasil sobre o aproveitamento de alimentos e oficinas de matemática e lógica, para melhorar o desempenho dos futuros profissionais. O Mesa Brasil é uma rede nacional de bancos de alimentos contra a fome e o desperdício, liderada pelo Serviço Social do Comércio (Sesc). Todos os alunos também participaram de ações sociais para praticar suas habilidades em comunidades locais, escolas públicas e associações”, relata Jane.Weslley

Ao todo, 67 pessoas realizaram os cursos, concluindo a formação de 23 novos cabeleireiros e auxiliares, 25 barbeiros e 19 novas manicures, todos com certificado. Adenilson Weslley Ribeiro Bezerra, 24, foi um dos que concluíram o curso de barbeiro. Ele já havia trabalhado anteriormente, mas estava há quase dois anos sem um trabalho fixo. Logo depois de receber o certificado, Weslley, como é conhecido, conseguiu abrir a sua própria barbearia. “O curso me ajudou muito, pois aprendi novas técnicas e as oficinas também foram muito boas”. Ele foi motivado por um amigo cabeleireiro a realizar o curso e hoje os dois trabalham juntos. “Já tenho minha clientela e a qualidade de vida melhorou bastante”, conclui o jovem que pretende se aperfeiçoar mais no ramo para abrir um estúdio de barbearia futuramente.

Já a maquiadora Joice Vanessa Domingos Moreira, 23, foi uma das participantes do curso de manicure. Ela já havia realizado cursos e estágios como bartender, mas foi no ramo da beleza que ela se viu realizada - tanto, que abriu o seu próprio salão de beleza. “Eu sempre gostei de automaquiagem, então fiz vários cursos e fui aperfeiçoando com workshops. Depois comecei a atender pessoas em domicílio e agora tenho um salão, que fica na minha casa”, relata. Ela quis complementar seus conhecimentos também como manicure, pois era um pedido de suas clientes. Além de fazer unhas, ela também trabalha com prancha, estética, design de sobrancelhas e maquiagem, com hora marcada.

Joice

 Joice relata que o curso no Ciame foi muito proveitoso. “A professora passou muita segurança para este trabalho e também pude ter noções sobre o uso correto de     diversas   ferramentas que garantem mais qualidade no trabalho, como esterilização de equipamentos, uso de máscara, touca, luvas, etc”, pontua.

 Agora a profissional se divide entre os atendimentos no seu salão de beleza e as oficinas que ministra como voluntária no lugar onde tudo começou. Joice dá aulas de   automaquiagem no Ciame e repassa todos os seus conhecimentos para que outras jovens também tenham uma profissão e construam um futuro melhor.

 Voluntariado BB

 O projeto “Inclusão Social e Empoderamento de Jovens e Mulheres”, de autoria do Instituto Bom Pastor, foi selecionado por meio do edital Voluntariado BB em 2018 e recebeu o investimento social de R$ 90 mil. Participam do     processo de seleção projetos sociais desenvolvidos por entidades sem fins lucrativos, que têm a atuação de um voluntário e funcionário do Banco do Brasil. A seleção busca apoiar iniciativas que promovam a cidadania, geração   de  trabalho e renda, cuidado ambiental, educação, cultura, esporte e saúde. 

 

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Portal   Voluntariado Copel
Companhia criou lista de instituições parceiras para facilitar as ações voluntárias desenvolvidas pelos seus colaboradores

Arrumar tempo para se dedicar a uma ação voluntária muitas vezes é uma tarefa difícil. Principalmente para aqueles que cumprem expediente de trabalho durante o dia todo e por vezes até aos finais de semana, somando-se aos compromissos com a família, amigos e estudos. Pensando nisso, algumas empresas no Brasil estão incorporando atividades voluntárias dentro de suas repartições e ao mesmo tempo recebendo incentivo fiscais para isso. É o que mostra o estudo Voluntariado Empresarial, realizado pela Comunitas. O estudo reitera a importância de as corporações doarem tempo e, principalmente, conhecimento para a sociedade na qual estão inseridas. O envolvimento de colaboradores nos programas de voluntariado é outro dado relevante.

Na última década, passou de 41 mil para 62,8 mil, tendo crescido, ao mesmo tempo, a percepção de que esses programas beneficiam não só a comunidade, como também a própria instituição. Atualmente, 80% das empresas concordam que o voluntariado aumenta a competência dos colaboradores e 100% acordam que o voluntariado melhora a relação das empresas com a comunidade(*).Para ilustrar esse diagnóstico vamos destacar uma ação realizada dentro da Companhia Paranaense de Energia (Copel), sediada em Curitiba/PR.

Em 2004 a empresa incorporou um programa de voluntariado, cedendo até quatro horas por mês do expediente de seus funcionários para se dedicarem a ações voluntárias. Inicialmente os colaboradores interessados se reuniam em grupos, no interior da própria empresa, para desenvolver atividades manuais e ações pontuais. Adriana Campos, coordenadora do projeto, explica que no início era muito difícil organizar ações coletivas para fora da companhia. “Como a Copel é uma empresa de economia mista e precisa respeitar os princípios da publicidade e isonomia da administração pública, não podíamos escolher uma instituição local para desenvolver algum trabalho voluntário diretamente. Foi então que em 2016 resolvemos lançar um edital de chamada pública para cadastramento de Organizações da Sociedade Civil – o que facilitou muito a organização dos nossos colaboradores voluntários”, explica.

A partir de então a Copel começou a receber inscrições locais e hoje já conta com 54 instituições parceiras, espalhadas em seis núcleos do estado. Conforme a coordenadora, desde a criação desta lista, houve crescimento considerável de colaboradores interessados em participar de atividades voluntárias. “De 2015 até 2018 houve um aumento de 93% de voluntários dentro da companhia. Hoje a empresa conta com 367 voluntários. Em 2015 tínhamos 190”, compara.

Com esta ação a Copel foi a vencedora do Prêmio Viva Voluntário de 2018, na categoria Voluntariado no Setor Público e recebeu, por meio da Fundação Banco do Brasil,  o investimento social de R$ 50 mil para a manutenção de seus projetos. Segundo Adriana os recursos serão repassados para a Asid – Ação Social para Igualdade das Diferenças, que tem como missão unir empresas, voluntários, instituições e pessoas com deficiência (PcD) para construir uma sociedade inclusiva. “Estamos desenvolvendo o projeto Iluminando Mentes, que tem por objetivo alavancar a gestão de instituições sociais parceiras da Copel, que atendem pessoas com deficiência, além de  capacitar os nosso voluntários para que desenvolvam seu know how e protagonismo”, explica. Neste projeto serão atendidas sete instituições sociais, três delas já foram selecionadas e juntas atendem 940 pessoas com deficiência e 620 mulheres em Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa.

Em 2017, a ASID desenvolveu um projeto em parceria com a PwC – PricewaterhouseCooper para otimizar a gestão da Associação de Amigos dos Excepcionais do Brooklin (AAEB), organização filantrópica especializada em atender pessoas com deficiência. O programa, batizado de “Voluntariado de Gestão”, consiste em oferecer, por meio do voluntariado, boas práticas, ferramentas e know-how de gestão dos profissionais da PwC. Devido ao sucesso do projeto, o case foi levado ao encontro do IAVE Latam (International Association for Volunteer Effort International Association, América Latina), que aconteceu na Guatemala naquele mesmo ano.

Prêmio Viva Voluntário
Organizado pelo Governo Federal, com o apoio da  Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Prêmio Viva Voluntário, faz parte do Programa Nacional Viva Voluntário que identifica e incentiva o desenvolvimento da cultura do voluntariado e de educação para a cidadania, com o objetivo de fortalecer as organizações da sociedade civil e promover uma participação ativa da sociedade. O programa  também disponibiliza uma plataforma virtual que funciona em formato de rede social para conectar cidadãos, empresas e membros sociedade civil que buscam ou promovam oportunidades de trabalho voluntário. A plataforma tem abrangência nacional e busca dar visibilidade a ações voluntárias que acontecem em todo o país possibilitando a junção entre organizações e voluntários. Acesse para saber mais https://vivavoluntario.org/

Confira aqui os outros vencedores do Prêmio Viva Voluntário:

Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil

Voluntariado no Setor Público

Líder Voluntário

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