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O evento tem como objetivo conectar empresas privadas com o terceiro setor

A Fundação Banco do Brasil realizou na última semana o Encontro de Investidores Sociais 2022, que contou com a participação de grandes investidores BB Private, e empresas como Azul Linhas Aéreas, Brasil Agro, Fiat (Grupo Stellantis) e outras. O objetivo do evento foi aproximar e fortalecer o relacionamento com empresas parceiras da Fundação BB, clientes BB do segmento atacado e clientes BB Private que têm potencial interesse em iniciar ou ampliar o investimento social.

Foi apresentada aos participantes a atuação da Fundação BB, que é o braço social do Banco do Brasil,  com destaque para o impacto positivo na vida de 6 milhões de pessoas, nos últimos 10 anos. Nesse período, foram apoiados 8 mil programas, projetos e ações em mais de 2.000 municípios brasileiros, somando um investimento social de R$ 2,7 bilhões.

Após abertura com o Coral de Crianças refugiadas do IKMR, os mais de 100 convidados e convidadas assistiram uma palestra de Rachel Maia - executiva, empreendedora social e membro do Conselho de Administração do BB - sobre “Compartilhamento de conhecimentos e experiências no terceiro setor e setor privado com ênfase na importância da mobilização de investidores sociais para a transformação da realidade das pessoas.”

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No segundo momento da noite, estiveram juntos para uma roda de conversa: Eveline Veloso Susin – Presidente da Fundação BB, Iêda Cagni – Presidente do Conselho de Administração do BB, Alcione Albanesi – Idealizadora e Presidente dos Amigos do Bem, Cloves Carvalho - Diretor Presidente Instituto Votorantim, André Guillaumon - Diretor Presidente da BrasilAgro, e Fernando Elias – Relações com a Comunidade para Stellantis América do Sul. Entre tantas histórias valiosas, prevaleceu a reflexão sobre colaboração e sinergia das ações com impacto na transformação social dos brasileiros.

Para encerrar o evento*, com o apoio da BB DTVM e BrasilPrev, foi oferecida uma apresentação exclusiva da Orquestra Sinfônica Brasileira, que trouxe ainda mais sensibilidade social para a ocasião.

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Para Eveline Veloso Susin, presidente da Fundação BB, "no ano de 2021 trouxemos novos parceiros para a Fundação que nos possibilitaram, entre outras ações, mobilizar volume expressivo de recursos para enfrentamento da Covid-19.  Neste momento pós-pandemia, muito tem se perguntado sobre como será o comportamento do Investimento Social Privado. Nós entendemos que a cooperação e a colaboração entre os setores público e privado e o terceiro setor é o melhor caminho para buscarmos a sustentabilidade dos investidores sociais e o aumento do impacto das ações".  

"A Fundação BB tem experiência e conhecimento para promover esta sinergia de ações e o sucesso deste encontro traduz esta oportunidade de conectar propósitos em prol de uma agenda de transformação social", destaca Eveline.  

O presidente do BB e do Conselho Curador da Fundação BB, Fausto Ribeiro, gravou um vídeo reforçando a atuação do BB, por meio da sua Fundação, na promoção de projetos sociais, ambientais e de campanhas emergenciais.

Assinatura de parceria na área de saúde

Para registrar o valor transformador das parcerias, foi assinado o Protocolo de Intenções entre a Fundação BB e a Sociedade Israelita Brasileira Albert Einstein, que tem como objetivo promover a saúde em locais desassistidos por meio da telemedicina. Para Fausto Ribeiro, em meio a tantos desafios temos também a oportunidade de valorização de vidas e transformação de realidades. Ele destacou a importância de estimular o diálogo entre o setor público e privado para a atuação conjunta em favor dos mais vulneráveis.   

Parcerias para uma agenda ASG no BB  

Com base nas premissas ASG, vale destacar algumas ações promovidas pelo Banco do Brasil e empresas que fazem parte do conglomerado com foco na integração entre negócios, transformação social e sustentabilidade, como por exemplo:  

BB Ações Sustentabilidade, fundo administrado pela BB DTVM que repassa parte da taxa de administração para a Fundação BB apoiar projetos socioambientais.  

Brasilprev JGP ESG 100 FIC, um fundo de previdência exclusivo para clientes Private que repassa parte da taxa de administração para a Orquestra Sinfônica Brasileira.

*O evento contou com o apoio da BB DTVM e Brasilprev.

 

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Friday, 30 October 2020 18:22

Comunicado sobre o Desafio Transforma!

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A divulgação dos finalistas do Desafio Transforma! foi adiada. No regulamento, o prazo para divulgação consta como segunda quinzena de outubro, mas devido ao volume de inscrições, o cronograma precisou ser ajustado.

Em breve, vamos compartilhar aqui nas redes sociais os projetos selecionados! Ah, a grande final está confirmadíssima para dezembro.

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Friday, 23 October 2020 16:53

Solidarize-se

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Instituições contempladas na campanha receberão auxílio emergencial ainda este ano 

Com um olhar dedicado à pessoa idosa, o Governo Federal e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, em parceria com a Fundação Banco do Brasil, conduzem a campanha Solidarize-se, que tem por objetivo amparar as Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs). 

Neste período de pandemia, diversas entidades tiveram redução de visitas e impacto no recebimento de doações para manutenção de sua atividades. Em iniciativa inédita de apoio financeiro a estas organizações, R$ 160 milhões serão destinados a 2.118 instituições habilitadas pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNDPI/MMFDH). 

O repasse será destinado à compra de insumos e de equipamentos básicos de segurança e higiene, aquisição de medicamentos e adequação de espaços para o isolamento de pacientes.  

O pagamento do auxílio acontece por meio de cartões Alelo, realizado em parcela única. As instituições deverão realizar a prestação de contas dos recursos que à Fundação Banco do Brasil. 

A Fundação BB foi escolhida para a parceria em razão da experiência, governança e estrutura necessárias para que os recursos cheguem de forma tempestiva e eficiente a quem precisa.

Veja a lista final de ILPIs contempladas neste link.

Confira abaixo os documentos oficiais:

- Portaria nº 1.964 

- Portaria nº 2.221

- Relatório Solidarize-se

- Extrato publicação de parceria MMFDH

- Extrato de dispensa de chamamento público publicado no DOU

- Extrato do Termo de Colaboração que assinamos com MMFDH

 - Perguntas Frequentes FAQ Solidarize-se Fase 2

- Manual ILPI - Fase 2

- Assista ao vídeo tutorial: https://youtu.be/CDQvtbRhVRU

Informações importantes:

Atenção aos novos prazos
De acordo com a Portaria nº 1964 de 15/06/2021, as instituições beneficiadas terão até o dia 15 de julho de 2021 para executar o recurso repassado e até o dia 31 de agosto do mesmo ano para apresentar a prestação de contas da sua utilização.
As condições de uso do recurso são as mesmas daquelas previstas na Portaria nº 2.221, de 03.09.2020.


Atenção ILPI's contempladas: o prazo para apresentação das propostas foi prorrogado para 27/11/2020.


"Prezados parceiros,
Na próxima segunda-feira, dia 30/11, será feriado no Distrito Federal, sede da Fundação Banco do Brasil. Por esse motivo, nossos canais de comunicação não estarão disponíveis. Os e-mails recebidos nesta data serão respondidos a partir do dia 01/12/2020."

Atenciosamente,
Equipe Fundação Banco do Brasil

 

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Coletivo agroecológico investiu em irrigação no cultivo de alimentos e apicultura

“Lugar de mulher do campo é na cozinha.” Esta frase é ultrapassada para boa parte das alunas da Escola Familia Agrícola de Goiás, na região da antiga capital do estado. As mulheres agora desempenham papeis no cultivo da plantação e na administração da propriedade e conseguem financiamento para seus projetos.

Elas são a maioria num grupo de 22 jovens que formaram um coletivo agroecológico vinculado à Associação de Pais e Alunos da Escola da Família Agrícola de Goiás (EFAGO). A proposta para formar o coletivo foi selecionada no edital do Programa de Juventude Rural. Cada integrante entrou com um projeto de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos agrícolas, com base em agroecologia. O recurso de R$ 200 mil reais distribuídos entre os participantes foi investido principalmente em irrigação e apicultura.

Nayara Rodrigues, de 22 anos, disse que o investimento foi um estímulo para as mulheres se voltarem para a produção. “Com o projeto, a gente conseguiu ter mais iniciativa e tomar a frente.” Ela usou a verba para plantar milho e maracujá. “Esse investimento foi bom porque possibilitou ter lucro com aquilo que gostamos de fazer. A gente teve a oportunidade de escolher o que queria”, explica.

“Ficamos mais independentes, não dependendo tanto dos homens, do marido e dos pais. Foi um incentivo para os jovens continuarem no campo”, afirma Ana Paula Ferreira, de 29 anos, que mantém um apiário no mesmo lote onde fica a casa em que vive com a família. 

A participante Jéssica Souza, de 24 anos, diz que a mentalidade em relação aos papeis de mulheres e homens no campo vem mudando. “A gente começa a perceber que é capaz de fazer as duas coisas, tanto ficar em casa, como também participar na roça, como o homem também começa a perceber que ele pode fazer as duas coisas”.

Junto com o marido Édipo Santana, Jéssica cultiva milho, quiabo e jiló, com a ajuda dos pais dela, em uma área de um hectare e meio. De acordo com eles, as capacitações oferecidas dentro do Juventude Rural ajudaram a perceber novas possibilidades de produção, comercialização e divulgação, como o uso de redes sociais, por exemplo. O resultado tem sido positivo e eles até pensam em ampliar o empreendimento. “A gente tá pensando em aumentar mais a produção e buscar mais comércio, talvez tenha que empregar mais pessoas para ajudar”, afirma Édipo.

“Grande parte da juventude que participou desse projeto está no campo, voltou pra trabalhar com as famílias e tem hoje um trabalho específico dentro da propriedade”, destacou Iracélia Ferreira, professora e ex-presidente da Efago.

Assista ao vídeo sobre o projeto do Coletivo Agroecológico:

 

 

O que é agroecologia
A agroecologia é uma forma de cultivo que integra diversas espécies no mesmo ecossistema, respeita os ciclos da natureza, otimiza o uso dos recursos (água, incidência de luz solar, ocupação do solo) e dispensa o uso de agrotóxicos. O combate às pragas é feito por meio de predadores naturais, como os insetos.

Juventude Rural
O edital Juventude Rural é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil em parceria com o BNDES e a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ/SGPR). O objetivo é gerar oportunidades de emprego e renda para pessoas de 15 a 29 anos permanecerem no campo. Foram selecionadas 49 propostas, apresentadas por entidades de agricultores familiares ou de extrativistas, pescadores artesanais e povos tradicionais. 

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Prêmio Viva Voluntário vai reconhecer as melhores iniciativas que contribuam para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Estão abertas até 29 de junho as inscrições para o Prêmio Viva Voluntário, premiação inédita que reconhecerá iniciativas de transformação social promovidas por voluntários que contribuem para o alcance das metas estabelecidas pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização Nacional das Nações Unidas (ONU).

Serão premiadas as iniciativas inscritas em quatro categorias: Organizações da Sociedade Civil, Setor Público, Empresarial e Líder Voluntário. Cada categoria terá dois projetos vencedores. No formulário, deverá constar sobre qual Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a proposta se enquadra.

A Fundação Banco do Brasil (FBB) apoiará com R$ 50 mil as iniciativas vencedoras nas categorias Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil, Voluntariado no Setor Público e Líder Voluntário.

Podem participar do Prêmio entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, que tenham finalidades sociais, culturais, educacionais, científicos, esportivos, ambientais ou de assistência à pessoa. As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário eletrônico no site planalto.gov.br/vivavoluntario.

Programa Nacional de Voluntariado

Para incentivar e valorizar o trabalho voluntário no Brasil, o governo federal criou em 2017 o Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário com o propósito de reunir esforços do setor público, do terceiro setor e da iniciativa privada para articular pessoas em ações transformadoras da sociedade.

Existem no Brasil inúmeras iniciativas que contam com voluntários que atuam pelo desenvolvimento de suas comunidades. Muitas entidades carecem de organização e de estrutura adequadas que permitam a sustentabilidade e a continuidade dos projetos. O Viva Voluntário busca apoiar o desenvolvimento de uma cultura do voluntariado e de educação para a cidadania que fortaleça as organizações da sociedade civil e promova uma participação ativa da sociedade.

Calendário da Premiação:

Inscrições: 28/05/2018 a 29/06/2018

Etapas Eliminatória e Classificatória: 02/07/2018 a 31/07/2018

Publicação do Resultado: 10/08/2018

Cerimônia de Premiação em Brasília segundo semestre de 2018

 Passo   a   passo (inscrição)

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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São 34 entidades classificadas, que deverão complementar as informações pedidas no regulamento até o dia 11 de abril

Foram divulgadas nesta terça-feira, 13, as 34 propostas selecionadas na Chamada Interna Voluntariado BB FBB. A seleção seguiu a ordem de classificação, de acordo com os critérios estabelecidos no anexo 7 e limitada ao orçamento de R$ 3 milhões.

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A partir desta quarta-feira, 14, as respectivas entidades receberão login e senha do SGP - Sistema de Gerenciamento de Projetos - para registro completo das propostas. Elas terão até 20 dias para complementar as informações e estão sujeitas à desclassificação se descumprirem o prazo estabelecido – até 23h59 de 11 de abril de 2018 (horário de Brasília). Nestes casos, a Fundação BB vai selecionar novas propostas de acordo com a ordem de classificação e os recursos financeiros da Chamada.

Em razão de instabilidades no portal da Receita Federal, as propostas foram reexaminadas, sendo validadas as entidades proponentes que se encontraram em situação regular em todos os quesitos da Chamada. Essas iniciativas integraram o conjunto de propostas validadas que passaram pelo processo de classificação.

Chamada Interna
Participam da seleção projetos sociais desenvolvidos por entidades sem fins lucrativos, que têm a atuação de voluntário e funcionário do Banco do Brasil. A seleção busca apoiar iniciativas que promovam a cidadania, geração de trabalho e renda, cuidado ambiental, educação, cultura, esporte e saúde. O investimento social de R$ 3 milhões é destinado a apoiar projetos com orçamentos entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

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Entidades com projetos de inclusão social para população mais vulnerável podem se inscrever por meio de um funcionário voluntário do Banco do Brasil

A Fundação Banco do Brasil lança nesta terça-feira, 2, nova chamada interna do Programa de Voluntariado BB FBB. Projetos sociais desenvolvidos por entidades sem fins lucrativos que contam com a atuação de um voluntário e funcionário do Banco do Brasil podem participar da seleção. As inscrições vão até 16 de fevereiro de 2018.

O Programa tem foco nos projetos voltados a grupos que compõem a base da pirâmide social, públicos de políticas governamentais, em situação de vulnerabilidade social, principalmente jovens e mulheres. A seleção busca apoiar iniciativas que promovam a cidadania, geração de trabalho e renda, cuidado ambiental, educação, cultura, esporte e saúde. A Fundação BB fará investimento social de R$ 3 milhões para apoiar projetos com orçamentos entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Os voluntários interessados devem enviar, à uma agência do Banco do Brasil, uma proposta simplificada que descreva objetivo, valor proposto, público-alvo e número de participantes. O voluntário BB precisa estar cadastrado no Portal do Voluntariado.

Conheça aqui a Chamada 2018

Iniciativas de sucesso
As seleções anteriores do Programa Voluntariado BB FBB apoiaram diversas iniciativas. Um exemplo é o projeto Ecotrilhas Serrinha, desenvolvido no Distrito Federal pelo Instituto Oca do Sol, voltado para a ampliação do ecoturismo e a conscientização ambiental para preservar o cerrado, conta com o apoio de R$ 61 mil do Voluntariado BB FBB. Entre as ações previstas estão a estruturação de seis trilhas - três na Serrinha do Paranoá e três na região do Lago Norte - e a capacitação de voluntários e multiplicadores no combate a incêndios.

Outro exemplo é o Cordas em Concerto, firmado em parceria com a Associação Simonense de Cultura - SOS Cultura, com ações realizadas em São Simão (SP), tem o propósito de democratizar a música erudita entre crianças e jovens do município. O projeto recebeu apoio de R$ 68 mil que proporcionaram a continuidade de aulas de violino, violoncelo, viola erudita e contrabaixo para os 50 participantes.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Em 2016 valor chegou a 2,9 bilhões, 19% inferior ao registrado em 2014, revelou relatório do PNUD

No Brasil, o investimento social privado na filantropia chegou a 2,9 bilhões de reais em 2016, valor equivalente a 0,23% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O montante pode impressionar, mas está abaixo do necessário, aponta o novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Plataforma de Filantropia. Lançado na última terça-feira (12), no Rio de Janeiro, documento aborda engajamento de entidades filantrópicas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

O montante investido em filantropia em 2016 foi 19% inferior ao registrado para 2014. Nos Estados Unidos, o volume de recursos disponibilizados para a área equivale a 2% do PIB, bem acima da proporção identificada no Brasil. Segundo o relatório, a filantropia no país sul-americano está concentrada em organizações e empresas, com pouco volume de doações individuais.

A publicação “Filantropia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: engajando o investimento social privado na agenda do desenvolvimento global” é resultado da parceria de fundações nacionais e institutos como a Fundação Banco do Brasil, a Fundação Roberto Marinho, a Rede Globo, o Instituto C&A, o Itaú, a Fundação Itaú Social, e o Instituto Sabin, além de ter o apoio apoio de GIFE, IDIS, WINGS e Comunitas.

Ainda de acordo com a pesquisa, a educação é a área que recebe mais investimento social privado no Brasil (84%), seguida pelo desenvolvimento profissional e cidadão para jovens (60%) e artes e cultura (51%). A área de direitos humanos tem ganhado força nos investimentos privados, crescendo 14% de 2014 a 2016.

No país, as doações filantrópicas tendem a focar em grupos específicos, com destaque para aqueles relacionados à juventude. As doações para iniciativas sobre questões de gêneros ainda são muito baixas, representando 4% dos investimentos. Em relação a questões raciais, o investimento foi ainda menor — 2%.

Segundo o levantamento, o Brasil apresenta um ambiente relativamente bem estruturado de redes e organizações para a filantropia. Além disso, é um dos quatro países da região da América Latina e do Caribe a ter uma associação formal de fundações filantrópicas. Os ODS são conhecidos e utilizados pela maioria das instituições filantrópicas do país como suporte nas decisões. A necessidade de promover impactos sociais robustos é um dos pontos comuns às agendas de trabalho do setor e das Nações Unidas.

“Estamos criando aqui uma grande rede com a participação da ONU e tendo como norte os ODS”, afirmou a representante-assistente do PNUD, Maristela Baioni, durante o evento de lançamento, que reuniu representantes de diferentes fundações e institutos filantrópicos. “O que nos move é garantir um presente digno e de justiça social. Estamos aqui para ampliar a integração e a sinergia para esse objetivo.”

A distribuição dos investimentos no Brasil ainda é altamente concentrada geograficamente. O Sudeste é a região que mais recebe recursos, seguido do Nordeste. Os investimentos em filantropia no Brasil, em sua ampla maioria, vão para projetos com impacto restrito ao país.

O diretor do Centro Internacional do PNUD em Istambul para o Setor Privado, Marcos Neto, convocou os representantes da filantropia brasileira a se envolver no cumprimento dos ODS. “Temos uma narrativa comum e temos responsabilidade. A gente pode e deve trabalhar juntos. O relatório e este encontro demonstram que os desafios são grandes, mas as oportunidades são ainda maiores”, ressaltou.

Além do panorama sobre a filantropia no Brasil, o documento apresenta recomendações sobre como aprimorar a estrutura regulamentadora do Estado para estimular o potencial filantrópico do Brasil; aproximar a filantropia da sociedade civil, conquistando confiança e promovendo transparência; e ampliar os laços entre diferentes organizações e instituições para fortalecer o impacto das ações, tendo os ODS como guias.

Acesse o relatório “Filantropia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: engajando o investimento social privado na agenda do desenvolvimento global” (Documento em inglês).

A Plataforma de Filantropia foi criada ao final do ano passado, sob a coordenação de empresas e organizações parceiras e associações de filantropia, com o apoio do PNUD. Com a iniciativa, o Brasil tornou-se o oitavo país-piloto a lançar a Plataforma, ao lado do Quênia, Gana, Zâmbia, Indonésia, Colômbia, Estados Unidos e Índia. Saiba mais clicando aqui.

Fonte: ONUBR

A divulgação deste assunto contempla todos os 
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação BB participa do evento, que tem o objetivo de contribuir para o fortalecimento da filantropia no Brasil

O tema "Sucesso" foi o escolhido deste ano para o Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais, realizado pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), no dia 5, em São Paulo. Na programação, casos de empreendedores sociais e investidores que querem, ou não, atingir escala; conversas sobre as diferenças de abordagem para investidores familiares e corporativos; mecanismos de sustentabilidade de longo prazo para organizações da sociedade civil; e a avaliação de impacto na construção de agendas de sucesso.

O diretor executivo de Desenvolvimento Social da Fundação Banco do Brasil, Rogério Biruel, participou do painel "Escala é fundamental para o sucesso?", juntamente com representante da Fundação Roberto Marinho e da Arcah.

As tecnologias sociais implantadas no Amazonas em parceria entre Fundação BB e Idis, também foram abordadas durante o evento. As metodologias visam reduzir a incidência de anemia entre as crianças e levar água potável e banheiro ecológico para as comunidades.

O caso destacado na palestra foi o da cidade de Borba, onde a incidência de anemia ferropriva (falta de ferro na alimentação) teve uma redução de 60% para 3% dos alunos de uma escola municipal na comunidade de Axinim. A Tecnologia Social “HB – Combate à anemia ferropriva” faz o diagnóstico e aplica o tratamento com acompanhamento médico, suplementação de sulfato ferroso e vermífugo.

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Parceria entre a Fundação BB e o BNDES alcança a marca de 100 mil cisternas

Sem acesso a água é impossível garantir a dignidade humana. Há exatos sete anos o semiárido brasileiro, que abrange uma população de cerca de 23 milhões de pessoas, sofre com estiagem muito agravada com precipitações pluviométricas muito abaixo da média. Em algumas áreas do agreste, por exemplo, choveu apenas 30% do volume esperado.

Mesmo com essas difíceis condições, uma iniciativa tem permitido uma melhoria significativa na vida de milhares de pessoas. Trata-se da tecnologia social cisterna, que são reservatórios de captação e armazenamento de águas pluviais, que permitem a utilização da água durante o período de seca na região.

Política para o futuro

destaque

Nesta semana, duas notícias marcaram novos capítulos dessa história de transformação social. A primeira é o reconhecimento do programa de implementação de um milhão de cisternas, iniciada pelo Governo Federal em 2003, no Prêmio Internacional de Política para o Futuro (Future Policy Award). Foi anunciado que nesta terça-feira, que o programa ficou em segundo lugar entre 27 iniciativas de 18 países entre ações que contribuem para a proteção da vida e dos meios de subsistência nas terras secas e de combate a desertificação.

Fundação BB e BNDES: 100 mil cisternas

Nesta quarta-feira, 23, a Fundação Banco do Brasil e o BNDES anunciaram continuidade do investimento social para implementação de novas cisternas. Com o aporte será alcançada a marca de 100 mil cisternas instaladas. Serão mais R$ 22 milhões destinados à construção de 726 Cisternas de Produção e 3.579 Cisternas de Consumo. No histórico da parceria, os recursos atingirão o total de R$ 340 milhões, atendendo mais de 400 mil pessoas.

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Os reservatórios para produção, também conhecidos como Cisternas Calçadão e de Enxurrada, são tecnologias sociais para captação e armazenamento de água pluvial destinada ao consumo de pequenos rebanhos e plantio de hortaliças. Já os voltados para consumo de água para beber, as Cisternas de Placas, atendem as necessidades básicas de moradores em suas residências.
Todas as cisternas construídas são georreferenciadas, o que garante a transparência na aplicação dos recursos. Durante a instalação, os moradores das comunidades são capacitados para construírem seus próprios reservatórios a fim de obterem maior aproveitamento da água potável. A identificação e mobilização dos beneficiados e a assessoria técnica para implementação são conduzidos pela rede Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), que agrupa mais de três mil organizações da sociedade civil.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, reforça a importância da atuação da Fundação BB no vetor Água.

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Tecnologia social leva água de beber, cozinhar e produzir alimentos para o semiárido, atendendo a mais de 400 mil brasileiros

 

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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