Investimento de R$ 1 milhão é destinado a projetos de recomposição florestal nas bacias do Descoberto e São Bartolomeu

A Fundação Banco do Brasil e parceiros idealizadores do edital Recupera Cerrado - prorrogaram o prazo de inscrição de propostas para 23 de julho. Osprojetos selecionados terão como objetivo a recomposição florestal da vegetação nativa de áreas degradadas em pequenas propriedades rurais, preferencialmente, nas Bacias do Rio Descoberto e São Bartolomeu. As áreas degradadas são as que perderam as características originais a ponto de não ser possível uma regeneração natural.

Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos. O objetivo do edital é contribuir para a preservação do bioma Cerrado, assim como melhorar a qualidade e a quantidade de oferta de água nas regiões recuperadas.

O Recupera Cerrado é o resultado da parceria entre a Fundação Banco do Brasil, Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA/DF), o Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

O investimento de R$ 1 milhão desta primeira etapa faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), primeira instituição a aderir ao programa-piloto.

O recurso será usado na aquisição de sementes, mudas, adubos, corretivos, arames e moirões; práticas de controle da erosão visando a conservação do solo; pagamento de serviço de terceiros para a implantação de técnicas de recomposição vegetal; ações de mobilização e divulgação; capacitação, serviços técnicos relacionados à atividade produtiva, beneficiamento e comercialização; gestão, assistência técnica e acompanhamento do projeto; construção, reforma ou ampliação em benfeitorias e instalação permanente; máquinas e equipamentos novos; móveis, utensílios e material permanente; equipamentos de informática, comunicação e software; veículos e caminhões novos, entre outros.

Acesse o edital e anexos em fbb.org.br/recuperacerrado

Após a leitura dos documentos, quem tiver alguma dúvida, pode enviar mensagem até o dia 16 de julho, para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., de acordo com o edital.

Aliança
O Programa Recupera Cerrado é uma ação desenvolvida pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação deste bioma. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentávelque fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Interessados podem fazer inscrição no local do evento

Após realizar a primeira oficina para sanar dúvidas do edital do Programa Recupera Cerrado, a Aliança Cerrado promove mais uma edição do evento, na quarta-feira (02/05), das 8h30 às 17h30. 

Dessa vez, a capacitação para elaboração de projetos vai acontecer no Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor), na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Brasília (DF). As atividades têm como objetivo orientar os participantes sobre a elaboração e apresentação de propostas, com direito a simulações de preenchimento do documento para concorrer ao chamamento.

Ministrada por especialistas da Fundação Banco do Brasil, da da Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a oficina é aberta às instituições interessadas em participar do edital Recupera Cerrado com projetos. 

Aberto até o dia 04 de junho, o edital prevê investimento social de R$ 1 milhão nesta primeira etapa. O recurso faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Serão recuperadas áreas degradadas que perderam as características originais e que não tem mais possibilidade de regeneração natural. Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos.

O Programa Recupera Cerrado foi desenvolvido pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação do Cerrado. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

Acesse o edital e anexos no fbb.org.br/recuperacerrado

Serviço
Oficina de Capacitação para elaboração de projetos
Data: 02/05/2018
Hora: 8h30 às 17h30
Local: Cenaflor - SCEN, Trecho 2, Bloco Cenaflor,  auditório do Ibama – Brasília (DF)

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Seleção é destinada a projetos de recomposição florestal em pequenas propriedades rurais; inscrições vão até 4 de junho

A Fundação Banco do Brasil lançou nesta terça (3) o edital do Recupera Cerrado, programa piloto de recuperação do bioma no Distrito Federal, realizado em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA/DF), o Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB). O edital visa selecionar projetos voltados para a recomposição florestal de áreas degradadas em pequenas propriedades rurais nas Bacias do Rio Descoberto e São Bartolomeu, com acompanhamento pelo período de cinco anos. Áreas degradadas são as que perderam as características originais a ponto de não ser possível uma regeneração natural. Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos. As inscrições vão até o dia 4 de junho.

O volume total de investimento nesta primeira etapa será de R$ 1 milhão, recurso que faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), primeira instituição devedora a aderir ao programa-piloto.

O recurso poderá apoiar despesas com aquisição de sementes, mudas, adubos, corretivos, arames e moirões; práticas de controle da erosão visando a conservação do solo; pagamento de serviço de terceiros para a implementação de técnicas de recomposição vegetal; ações de mobilização e divulgação; capacitação, serviços técnicos relacionados à atividade produtiva, beneficiamento e comercialização; gestão, assistência técnica e acompanhamento do projeto; construção, reforma ou ampliação em benfeitorias e instalação permanente; máquinas e equipamentos novos; móveis, utensílios e material permanente; equipamentos de informática, comunicação e software; veículos e caminhões novos, entre outros.

Acesse  o edital e anexos no fbb.org.br/recuperacerrado

O Programa Recupera Cerrado é um programa desenvolvido pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação do Cerrado. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Projeto que conta com a parceria da Fundação BB já colhe frutos dos cincos anos de atuação na região da Bacia do Pipiripau

O casal Vicente de Paulo e Jalile Cardoso são agricultores familiares que vivem do plantio de hortaliças, plantas para jardinagem e da venda de refeições na região rural do Distrito Federal. A família é uma das 177 participantes do projeto Produtor de Água no Pipiripau. Orgulhoso do trabalho que faz na conservação dos recursos hídricos, o agricultor conta que mudou o jeito de pensar e de trabalhar. Para abastecer a casa e os 30 hectares da família, que fica a 1,7 quilômetro do rio Pipiripau, a família faz uso de água das minas, por meio de gravidade e sem bombeamento e já plantou 2.700 mudas de árvores do Cerrado.

O projeto teve início em 2010, para promover a melhoria das condições ambientais e hidrológicas do Ribeirão Pipiripau, bacia de grande relevância para o Distrito Federal.  O conjunto de iniciativas promove a readequação ambiental da bacia, incluindo práticas de manejo do solo, da água, de produção agrícola e de recomposição de matas de galeria, além do pagamento pelos serviços ambientais prestados pelos produtores rurais por manterem suas propriedades ambientalmente adequadas ao projeto.

E é o que faz Daniel Almeida, um jovem produtor rural, de 30 anos, que há um ano assumiu a chácara 2 no Núcleo Rural Taquara, uma das propriedades atendidas pelo projeto. Nos 28 hectares que lhe pertencem, recebeu alguns benefícios que ajudaram a aumentar a capacidade de infiltração da água no solo e a recarga de água do lençol freático.

Já os irmãos Thiago e Diogo Kaiser são dois jovens promissores atendidos pelo projeto. Na chácara “Pé na Terra”, eles apostam no sistema de trabalho denominado CSA - Comunidades que Sustentam a Agricultura, que visa cuidar do meio ambiente e proporcionar alimentos mais saudáveis para as famílias e as futuras gerações. Com o cultivo sem uso de defensivos químicos, eles passaram a fazer parte de uma rede de agricultores familiares e coagricultores, que abastecem diversos pontos estratégicos do Distrito Federal com frutas, verduras e legumes orgânicos. “Somos orgulhosos de fazer parte desse projeto que implanta no agricultor a vontade de cuidar do meio ambiente e da biodiversidade”, disse Diogo.

Tecnologia social
O CSA é uma prática adotada por grupos de consumidores que se unem a um agricultor e se tornam corresponsáveis pela produção – desde bancar previamente o plantio, em cotas mensais, passando pela gestão financeira e administrativa do empreendimento até a distribuição da colheita entre os participantes. Sem precisar se preocupar com os recursos financeiros e a logística de distribuição, o agricultor pode focar somente na produção, o que o motiva a permanecer no campo. Os integrantes do grupo recebem de volta o investimento financeiro em cotas de alimentos retirados semanalmente. Em 2017, a prática de Botucatu (SP) foi finalista na categoria Economia Solidária do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.

No Distrito Federal existe o CSA Brasília, composto por cerca de 20 grupos, um deles é CSA Pé na Terra, que tem a participação dos irmãos Thiago e Diogo e que é acompanhado pela Associação de Produtores Agroecológicos do Alto São Bartolomeu (Aprospera).

Na quarta-feira (21), a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Adasa), organizou uma visita técnica às propriedades atendidas pelo projeto Produtores de Água. A ação integrou a programação do 8º Fórum Mundial da Água e levou 40 pessoas para conhecer de perto o trabalho realizado pelos produtores e agricultores familiares na conservação do solo, restauração das Áreas de Preservação Permanente (APP) e vegetação nativa.

A comitiva composta por técnicos, especialista em água e meio ambiente, visitantes e jornalistas pôde conhecer também a Estação de Captação de Água do Pipiripau. Desde o ano 2000, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) começou a operar na região, captando água para o abastecimento das cidades de Sobradinho e Planaltina (DF). O trabalho é feito por meio de decantação, sem uso de produtos químicos. Após esse processo, os 300 litros de água captados por segundo seguem para a estação de tratamento.

O Produtor de Água do Pipiripau é fruto de uma articulação multiinstitucional de dezesseis atores assinantes do Acordo de Cooperação, construído com base na determinação das instituições e do comprometimento dos produtores rurais, peças fundamentais para o desenvolvimento desse trabalho. Hoje, além da restauração ambiental, existem produtores conscientizados sobre a importância do uso adequado do meio ambiente, onde cada um assume a adoção de boas práticas de produção agrícola e compromissos dentro do planejamento do programa.

Entre as ações realizadas destacam-se: 177 contratos assinados; 360 mil mudas plantadas; 134 mil metros de estradas recuperadas; construção de 1.014 bacias de retenção; recuperação de 202 bacias de retenção; construção de 1.858 ondulações transversais; 310 hectares de terraceamentos e manutenção de cerca de mil hectares de terraceamentos.

Fazem parte do projeto as seguintes instituições: Adasa, ANA, Caesb, Emater/DF, Fundação Banco do Brasil, Embrapa, Banco do Brasil, Ibram, Secretaria de Agricultura, Secretaria do Meio Ambiente, Rede de Sementes do Cerrado, Sudeco, The Nature Conservancy, WWF, DEF/DF e UnB

Livro 
O Produtor de Águas gerou frutos que resultaram no livro “A Experiência do Projeto Produtor de Água do Pipiripau”, lançado no dia 19 , no 8º Fórum Mundial da Água. A obra traz a caracterização física da bacia, sua história, objetivos, planejamento e governança. Nele estão reunidas, também, as lições e os desafios enfrentados nos primeiros cinco anos do projeto, assim como as expectativas para os próximos cinco anos, dada a renovação do Acordo de Cooperação Técnica.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Acordo de cooperação com Secretaria do Meio Ambiente do DF, Serviço Florestal Brasileiro e Instituto Brasília Ambiental foi assinado nesta segunda (11)

No momento em que o Distrito Federal passa pela maior crise hídrica da história, a Fundação Banco do Brasil assinou nesta segunda-feira (11), acordo de cooperação técnica para a recuperação do cerrado do Distrito Federal, uma parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

O acordo permitirá o lançamento do primeiro edital do programa Recupera Cerrado, com previsão de investimento de R$ 2 milhões. O recurso será proveniente de débitos de compensação ambiental. Com o edital - sem previsão de divulgação - serão apoiados projetos para a recomposição da vegetação nativa em áreas degradadas ou alteradas para a regularização ambiental de imóveis rurais em bacias hidrográficas do DF. A ideia é atender, prioritariamente, as bacias do Rio Descoberto e do São Bartolomeu.

“A Fundação BB atua há alguns anos com ações de recuperação ambiental nas bacias hidrográficas do DF por meio do programa Água Brasil e do projeto Rio São Bartolomeu Vivo. Esse nova parceria é um esforço integrado para a manutenção do Bioma Cerrado e que será apresentada como exemplo de recomposição florestal no Fórum Mundial da Água que acontecerá em Brasília em 2018”, declarou o diretor-executivo de Desenvolvimento Social da Fundação BB, Rogério Biruel.

No Recupera Cerrado, as empresas devedoras, em vez de realizarem a compensação ambiental por conta própria, poderão repassar recursos para a realização de editais. Nesses processos seletivos, serão identificadas e contratadas instituições com experiência na recuperação de áreas degradadas, resultando em maior efetividade das ações de recomposição do bioma. 

A assinatura do acordo aconteceu durante a solenidade em comemoração ao Dia Nacional do Cerrado que teve como tema “O berço das águas do Brasil pede socorro”, realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília.

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A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativa abrange bacias dos rios Pipiripau e Descoberto (DF), Guariroba (MS) e Peruaçu (MG), e beneficiará 2,4 milhões de pessoas

A Fundação Banco do Brasil e a ONG WWF- Brasil assinaram convênio, nesta segunda-feira (24), em Brasília, para melhorar a oferta de água no Cerrado, região considerada o “berço das águas” do Brasil.

O projeto "Recuperação Florestal e Implantação de Tecnologias Sociais nas Microbacias" vai priorizar ações nas microbacias do Pipiripau e Descoberto (DF), Guariroba (MS) e Peruaçu (MG). As cidades abrangidas são Brasília, Sobradinho e Planaltina, no Distrito Federal, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O projeto pretende contribuir, por meio de diversas ações conjuntas, para segurança hídrica dos moradores e agricultores da região. De forma direta e indireta, o projeto irá beneficiar cerca 2,4 milhões de pessoas, com envolvimento de cerca de 1,3 mil produtores rurais das bacias atingidas.

O Cerrado abriga as nascentes que alimentam seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras: Amazônica; de Tocantins; do Atlântico Norte/Nordeste; do Rio São Francisco; do Atlântico Leste e do Paraná/Paraguai, incluindo as águas que escoam para o Pantanal.
As ações preveem a recuperação de 164 hectares de vegetação nativa, por meio do plantio direto de mudas e implantação de sistemas agroflorestais (SAF); a implantação de 230 cisternas de captação de água da chuva para consumo doméstico; a regularização ambiental de 43 propriedades para receber Pagamentos por Serviços Ambientais; a capacitação de 140 pessoas na condução de projetos de recuperação florestal. Serão investidos R$ 4,8 milhões da Fundação BB e meio milhão de reais do WWF-Brasil, com o total de R$ 5,3 milhões.

O diretor-executivo da WWF-Brasil, Maurício Voidovic, espera que o projeto possa influenciar a agenda ambiental nacional e global. "Nossa proposta para os próximos anos é seguir num aprendizado, aprender a desenvolver tecnologias sociais, aprender com o campo, com o produtor rural, porque esses aprendizados podem influenciar políticas públicas. Estamos de olho na transformação que isso causa no local, mas inserido num contexto maior, seja regional, no Brasil ou até global".

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, acredita que o projeto pode servir de incentivo para outras iniciativas. "Estamos falando da nossa sobrevivência, da preocupação com uma vida digna, e sem água não conseguimos isso. Nós queremos dar o exemplo, para mobilizar outras empresas, outras entidades do terceiro setor, a sociedade."

 Ações previstas

Tabela


Histórico da Parceria

Desde 2010, a Fundação Banco do Brasil e parceiros estão engajados na conservação dos recursos hídricos em sete microbacias hidrográficas brasileiras – Longá (PI), Santa Rosa (AC), Tietê-Jacaré (SP) , Cancã-Moinho (SP), Pipiripau (DF), Guariroba (MS) e Peruaçu (MG).
No período de 2010 a 2015, entre as ações realizadas estão a recuperação de 684 hectares de vegetação nativa, a construção de 897 cisternas para consumo básico e produção de alimentos, a implantação de 370 fossas, o plantio de um milhão de mudas e Pagamentos por Serviços Ambientais a 125 produtores rurais.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação Banco do Brasil firma convênio com Instituto ATÁ para inserção do produto na alta gastronomia e inclusão social e geração de renda na comunidade quilombola

O presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, e o chef e presidente do Instituto ATÁ, Alex Atala, assinaram convênio para manejo e beneficiamento da Baunilha do Cerrado na comunidade quilombola Vão das Almas, próximo à cidade de Cavalcante (GO), região turística a 320 quilômetros de Brasília (DF).

Os kalungas, como são conhecidos os descendentes de quilombolas, irão trocar conhecimentos da biodiversidade local, participar de capacitações e empregar técnicas agroecológicas para beneficiamento do produto com alto teor aromático e grande potencial para a gastronomia. O investimento social de R$ 382 mil tem como finalidade promover o desenvolvimento social na comunidade e a geração de renda para cerca de 200 famílias.

O projeto vai implantar viveiros para produção de mudas e realizar cursos sobre o manejo adequado e beneficiamento da baunilha. A Central do Cerrado, instituição que reúne diversas cooperativas, é parceira da iniciativa e auxiliará na organização social e comercialização.

A cerimônia de assinatura ocorreu nesta terça-feira (20), em Brasília, com a presença de moradores de Vão das Almas. O presidente da Associação Quilombo Kalunga, Vilmar Souza, disse que o projeto é importante para manter os jovens no local e valorizar a cultura deles. "É muito bom a Fundação Banco do Brasil estar desenvolvendo esse projeto porque vai trazer a geração de renda. Porque a gente tem vontade que os nossos jovens não saiam da comunidade. A gente quer permanecer no território, manter nossa cultura e nossas tradições".

Para o presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, o projeto busca criar uma identidade entre o consumidor e a melhoria de vida de povos tradicionais. "Para os clientes dos restaurantes do Alex Atala, é um prazer saber que aquilo que eles estão consumindo, está mudando a vida das pessoas para melhor. É isso que nós temos que buscar, essa identidade, é isso que a Fundação Banco do Brasil faz".

O presidente do Instituto ATÁ, Alex Atala, afirmou durante o evento que "a comida é a maior rede social do mundo. Ela tem a capacidade de integrar os mais de 7 bilhões de habitantes da Terra". Segundo ele o projeto vai tornar a baunilha mais acessível. "O primeiro passo fundamental é a ajuda da Fundação Banco do Brasil ao tornar um ideal em realidade. Por mais que esta baunilha fosse conhecida em alguma parte do Brasil, ela não tinha acesso aos mercados."

Saiba mais sobre o projeto Baunilha do Cerrado, clique aqui

 Montagem

 

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