Terça, 23 Abril 2019 11:55

#Nem1SemEscola #Nem1SemProfessor

Portal Maior
Fundação Banco do Brasil adere ao movimento pela educação#Nem1PraTrás

A Fundação Banco do Brasil (FBB) aderiu às mobilizações pelo Dia da Educação #Nem1PraTrás, para incentivar melhorias na educação brasileira. No dia 28 de abril, Dia Mundial da Educação, será celebrado o compromisso de garantir a educação às crianças, adolescentes e jovens. A educação no Brasil enfrenta muitos desafios e por isso precisamos falar sobre o tema, conhecer melhor os problemas e aprender com o que está dando certo. Todas as pessoas devem se sentir responsáveis pela qualidade da educação. Você está fazendo sua parte?

Durante todo o dia, o Canal Futura veiculará a campanha #Nem1PraTrás, uma mobilização nacional pela educação brasileira. Serão apresentados debates sobre o tema por 24 horas na programação, boletins diários, divulgação de depoimentos ligados ao tema com o intuito de levantar desafios e formas de resolver os desafios da educação.

 A iniciativa tem também um hotsite e a hashtag #Nem1PraTrás, que resume o conceito de mobilizar a sociedade em prol da garantia do direito ao acesso à educação para todos os brasileiros. Mais de 70 instituições são signatárias do movimento, dentre elas UNICEF, Instituto Ayrton Senna, Instituto Votorantim, Fundação Lemann e TV Globo.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares (Pepe), reforça que investir em educação é o diferencial que o Brasil precisa. “Todo movimento em favor da educação brasileira é bem vindo à Fundação Banco do Brasil. A transformação do país está na educação que muitas vezes é a principal ferramenta para autonomia e inclusão dos públicos mais vulneráveis”, destacou.

Fundação BB pela educação

A Fundação Banco do Brasil (FBB) definiu a educação como uma das áreas de atuação priorizada na estratégia de investimento social. É o caso do AABB Comunidade, mais antigo programa da Fundação BB, com a parceria da Federação Nacional das AABBs (Fenabb), que promove o desenvolvimento integral de estudantes de escolas públicas com idades entre 6 a 18 anos incompletos, por meio de ações educacionais que favoreçam a inclusão socioprodutiva e ampliem a consciência cidadã, contemplando a formação dos educadores sociais que atuam no programa.

Em 10 anos foram investidos cerca de R$ 164 milhões e beneficiou mais de 467 mil crianças e adolescentes em 456 municípios. Em 2019 o investimento da Fundação no Programa é de R$ 15 milhões atendendo a 220 municípios brasileiros. “O AABB Comunidade oferece muitas oportunidades de aprendizado profissional como conhecimentos em informática e serviços administrativos, mas ele vai além. Aprendemos também a socializar, conviver melhor com o próximo e isso aperfeiçoa o nosso desenvolvimento pessoal”, elogia a estudante Taciele França, de 15 anos, que é beneficiada há sete meses pelo AABB Comunidade Casa Azul de Brasília (DF).

E os investimentos em educação não param por aí. Em fevereiro deste ano a Fundação BB firmou uma parceria com o Instituto Ayrton Senna com foco na alfabetização plena de milhares de crianças brasileiras. Dessa forma, além de garantir que os alunos possam ler, escrever e contar adequadamente, esta iniciativa busca desenvolver competências socioemocionais, tais como: colaboração, curiosidade e autoconfiança, cujos aspectos geram impactos positivos para o sucesso escolar e para o futuro desses estudantes, garantindo-lhes o desenvolvimento integral. O Projeto beneficiará cidades de 10 estados, de quatro regiões brasileiras, por meio da formação de cerca de dois mil educadores que atuam nas redes públicas municipais e que poderão impactar quase 300 mil crianças.

Além do AABB Comunidade, o Banco de Tecnologias Social da Fundação Banco do Brasil (BTS) também é um espaço de iniciativas no campo da educação. Atualmente há 331 metodologias certificadas no BTS, como a Fast Food da Política, vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017 na categoria Educação. A iniciativa desenvolve ferramentas educacionais abertas para promover o entendimento das regras que regem a política, sua estrutura, processos e personagens a partir de jogos e metodologias que envolvem a compreensão das bases constitucionais, gestão pública e relações sociais. O objetivo é que até o final de 2019 a metodologia seja utilizada por 1 milhão de pessoas.

A Fundação BB também apoia iniciativas desenvolvidas por entidades sem fins lucrativos com a atuação de voluntários do Programa Voluntariado do Banco do Brasil. Dentre os 56 projetos selecionados em 2018, a educação representou a maior categoria de propostas apoiadas: 45% dos recursos contemplaram projetos educativos.

Acesse aqui para saber mais sobre a campanha Dia da Educação #Nem1PraTrás.

 

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Acordo deverá beneficiar municípios de várias regiões. Além de promover a alfabetização plena, os projetos também buscam enfrentar importantes desafios nacionais, como dificuldades na gestão de políticas públicas de alfabetização pelas secretarias de ensino e alta taxa de distorção idade-série (Crédito da foto: Sandro Damasceno)

O Instituto Ayrton Senna e a Fundação Banco do Brasil assinaram hoje (22), uma parceria com foco na alfabetização plena de milhares de crianças brasileiras. Dessa forma, além de garantir que os alunos possam ler, escrever e contar adequadamente, os projetos também buscarão desenvolver competências como colaboração, curiosidade e autoconfiança, conhecidas como socioemocionais e com grande influência no sucesso escolar e futuro desses estudantes, garantindo-lhes o desenvolvimento integral. O acordo irá beneficiar cidades de dez estados, de quatro regiões brasileiras, por meio da formação de cerca de dois mil educadores que atuam nas redes públicas municipais e que poderão impactar quase 300 mil crianças.

Para cumprir o objetivo da alfabetização plena, o Instituto Ayrton Senna, com o apoio da Fundação BB, levará às secretarias de educação diversos de seus projetos educacionais (listados abaixo).

Além de contribuir para o aumento da proficiência escolar por meio de metodologias próprias, os programas também buscarão reduzir outros dois importantes desafios nacionais: as dificuldades de gestão das políticas públicas de alfabetização pelas secretarias de ensino e a alta taxa de distorção idade-série (alunos com mais de dois anos de atraso escolar).

Segundo dados da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), 55% das crianças brasileiras ao final do terceiro ano do Ensino Fundamental, com oito anos de idade ou mais, não sabem ler ou contar adequadamente. A maior causa da manutenção dessa triste realidade encontra-se na ineficácia dos processos de alfabetização.

Para a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, é preciso criar oportunidades em larga escala a e não para exceções. “Nosso intuito é oferecer todas as condições para que as crianças tenham melhores oportunidades. Somos um time que junta forças para ajudar as crianças a vencerem a corrida da vida. Precisamos construir um país para todos e não para poucos”, defendeu. Segundo Viviane, a falta de oportunidades como educação compromete o futuro das crianças e interfere negativamente no entusiasmo para sua formação como cidadão autônomo e protagonista no mundo.

No último levantamento feito pelo Instituto Ayrton Senna, de 2017, 77% dos alunos participantes dos projetos educacionais da organização recuperaram a defasagem escolar; 79% dos estudantes não alfabetizados terminaram o ano adequadamente alfabetizados; enquanto que 80% das crianças com dificuldade de leitura e escrita finalizaram o ano com aprendizado adequado.

O presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, reforçou que o banco também tem como propósito cuidar do que é valioso para as pessoas. "Queremos valorizar vidas para transformar realidades e não há nada mais transformador do que a educação. Nossa parceria é firmada pelos princípios que nos une", destacou.

Representando o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, o vice-presidente de Gestão de Pessoas, Suprimento e Operações do banco, Antônio Gustavo Matos do Vale, reforçou a parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Fundação BB. "O Banco do Brasil acredita que as instituições não são apenas comerciais e bancárias que visam lucros, mas que também observam o que pode ser feito para melhorar a comunidade que os cercam. Se não tivermos noção que o conhecimento move esse mundo não vamos chegar a lugar algum", concluiu. O encontro também contou com a presença do vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, João Pinto Rabelo, além do diretor de Desenvolvimento Global do Instituto Ayrton Senna, Emilio Munaro.

Localidades atendidas pelo acordo:

Manaus (AM)

Santarém (PA)

Fortaleza (CE)

Salvador (BA)

Tocantins - (TO)

Juazeiro (BA)

Ribeirão Pires (SP)

Tatuí (SP)

São Vicente (SP)

Teresina (PI)

Feira de Santana (BA)

Maceió (AL)

Porto Velho (RO)

Águas Mornas (SC)

Alfredo Wagner (SC)

Angelina (SC)

Anitápolis (SC)

Antônio Carlos (SC)

Biguaçu (SC)

Canelinha (SC)

Florianópolis (SC)

Garopaba (SC)

Major Gercino (SC)

Nova Trento (SC)

Palhoça (SC)

Paulo Lopes (SC)

Rancho Queimado (SC)

Santo Amaro da Imperatriz (SC)

São Bonifácio (SC)

São João Batista (SC)

São José (SC)

São Pedro de Alcântara (SC)

Tijucas (SC)

 

Soluções educacionais do Instituto Ayrton Senna:

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Quinta, 10 Janeiro 2019 11:48

De olho na geração nem-nem

Oficinas educativas incentivam a inclusão de jovens no mercado de trabalho em Santa Catarina

Você já ouviu a expressão geração "nem-nem"? É um termo usado para designar uma geração de jovens que nem trabalham e nem estudam. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este grupo corresponde a cerca de 23% do total de jovens no país, ou seja, dos 48,5 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, aproximadamente 11 milhões não trabalham e não estudam.

Atenta a esses números, a organização Verde Vida, de Chapecó identificou que a falta de infraestrutura e de políticas públicas impacta diretamente na vida destes jovens, gerando um desinteresse pelo mundo do trabalho e do estudo. Criada em 1994, a instituição percebeu que os bairros onde havia carência de escolas, hospitais e espaços de lazer, além da exposição de jovens à violência e ao pouco vinculo afetivo familiar, gerava um percentual enorme de evasão escolar e, consequentemente, menor oportunidade no mercado de trabalho.

Diante deste cenário, a ideia foi criar oficinas socioeducativas para atender jovens em situação de vulnerabilidade social nos bairros São Pedro e Bom Pastor e colaborar com a comunidade e com o poder público para reverter os índices de jovens "nem-nem". Odair Balen, coordenador da área de educação da Verde Vida, afirma que após a implementação do projeto a autoestima e o engajamento dos jovens melhoraram. “Oferecemos curso de informática, rotinas administrativas e depois eles são encaminhados para o mercado de trabalho, o que gera um orgulho para os jovens e os pais”, avalia Odair.

Parceria com a Fundação BB

O apoio firmado com a Fundação Banco do Brasil, por meio do edital Voluntariado BB, veio em 2018 para fortalecer ainda mais este trabalho que já é desenvolvido há quase 25 anos . O gerente geral da agência de Chapecó, Luciano Tumelero, foi o responsável por conduzir o projeto até a aprovação. “Eu fui pessoalmente. Vi que há muitos jovens em situação de vulnerabilidade social e acompanhei a conclusão do projeto, já que a Verde Vida é uma entidade muito séria e reconhecida pela sociedade de Chapecó pelas ações que faz na área de educação”, ­afirma.

A parceria intitulada Verde Vida Programa Oficina Educativa vai atender 60 jovens em situação de vulnerabilidade social com capacitação para o mercado de trabalho e depois eles serão encaminhados para as empresas locais que são parceiras da instituição. O aporte de 90 mil reais será investido para pagar os professores e também para a aquisição de computadores, notebook, impressora, projetor, bem como itens de mobília, divisórias e climatizador.

O jovem Eduardo das Neves, 16 anos, é um dos alunos da Verde Vida que reconhecem a importância da educação para motivação pessoal. “O Verde Vida é um lugar onde aprendo muitas coisas, uma delas é sobre a educação, Aprendi também que tudo na vida não é muito fácil, que a gente tem que correr atrás do que queremos, às vezes exige muito esforço para conseguir alcançar o que a gente quer, mas se eu me dedicar e aproveitar as oportunidades, eu consigo”, diz Eduardo.

Já Patrícia Federle era uma adolescente muito tímida e que tinha dificuldade de falar em público, o que poderia prejudica-la em uma entrevista de emprego “consegui perder um pouco da minha timidez para falar em público. Consegui ser espontânea com as pessoas. O Verde Vida foi uma base de conhecimento para mim, uma base para minha vida profissional. Assim como eu, os adolescentes que participam do programa, devem aproveitar ao máximo as oportunidades, o programa e as atividades oferecidas” , conclui Patricia.

As oficinas oferecidas pela Verde Vida em parceria com a Fundação BB atenderam 40 adolescentes e a instituição espera atender mais 60 jovens no ano de 2019. “Esperamos assim contribuir para a redução de jovens que nem trabalham e nem estudam”, avalia o coordenador Odair Balen.

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Segunda, 01 Outubro 2018 14:05

Raízes nordestinas registradas no cordel

Portal   Ludocriarte

Projeto inspira crianças a retratar a história dos pais

 Há quase 14 anos, a Associação Ludocriarte de São Sebastião, região administrativa do Distrito Federal, atua em diferentes projetos socioeducativos ligados ao resgate do lúdico, artístico e cultural no processo educativo e formativo da criança.

Em 2017, a Associação foi selecionada na chamada interna do Programa Voluntariado Integração 2017 e recebeu apoio de R$ 70 mil da Fundação Banco do Brasil (FBB) para o projeto “Nossas Raízes Nordestinas - Cultura e Identidade Sob o Olhar da Criança". Lawrence Hiroshi é gerente geral na agência Jardim Botânico, localizada em Brasília, e um dos responsáveis por acompanhar o projeto em parceria com a entidade. “É uma satisfação muito grande apoiar estas iniciativas. Todo projeto que apoiamos e dá segurança social para crianças em situação de risco traz um retorno inestimável para o Banco, a Fundação BB e a sociedade”, relata Hiroshi.

O projeto oferece a 80 crianças e adolescentes da comunidade um espaço de vivência e valorização das suas raízes, visando integrar elementos da cultura nordestina no cotidiano e contribuir para o fortalecimento de sua identidade.

E o primeiro fruto desse trabalho foi o livro de cordel Nosso Pé de Cordel Encantado, com sete histórias, além do vídeo abaixo. O trabalho foi dividido em seis grupos, que se intitularam com nomes de animais da fauna brasileira para cantar e contar suas raízes – tatus, lobos, raposas, oncinhas e tamanduás.

Paolo Chirola, idealizador do projeto, explica que a ideia de fazer um resgate cultural das histórias das crianças e adolescentes se deve ao fato da região de São Sebastião ser composta por 58% de imigrantes nordestinos, sobretudo dos estados do Maranhão e Piauí. Segundo ele, a construção do cordel se deu após treinamentos por meio de oficinas artísticas de música, dança, fantoches, desenhos e pinturas. “Fazemos um trabalho com o envolvimento de todos. Incentivamos os participantes a brincarem com as mesmas brincadeiras dos pais quando crianças, a assistirem filmes e a ouvirem músicas regionais. A partir daí as ideias foram surgindo e o oficineiro só teve o trabalho de juntar os pedaços das histórias, o que resultou nesse trabalho incrível”.

Paolo conta ainda que a única história individual do cordel é de um aluno que foi diagnosticado com autismo. Para incentivá-lo a seguir em frente, eles decidiram publicar sua história na íntegra. “Mais uma vez, a FBB nos proporcionou a possibilidade de desenvolver um projeto de enorme importância para as crianças da Brinquedoteca Comunitária e suas famílias, abordando temas como cidadania, descriminação, identidade cultural e liberdade de expressão", disse.

“O que eu mais gostei nesse projeto foi criar histórias e ver como elas são legais. Falando disso, eu até criei uma história em cordel que ficou muito boa, graças ao que eu conheci aqui. Eu aprendi de verdade a fazer rimas, aprendi muitas palavras e os seus significados. Por isso sou muito feliz por conhecer a Brinquedoteca”, disse Heliardo dos Santos Pinheiro, 12 anos, que compôs o Grupo Tamanduás.

Já a pequena Yasmim Alves do Santos, de 10 anos, participante do grupo Raposas relata que o que mais gostou no projeto foi aprender a rimar. "Aprendi que no cordel os versos têm sete sílabas e ajudei o meu grupo a montar uma história. Descobri que existe um ritmo chamado cacuriá, gostei muito de conhecer porque é uma dança do mesmo estado da minha mãe (Maranhão)”.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

O trabalho desenvolvido pela Ludocriarte está alinhado com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável Educação de Qualidade (ODS 4), que tem como uma de suas metas assegurar a educação inclusiva, igualitária equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos.

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São 34 entidades classificadas, que deverão complementar as informações pedidas no regulamento até o dia 11 de abril

Foram divulgadas nesta terça-feira, 13, as 34 propostas selecionadas na Chamada Interna Voluntariado BB FBB. A seleção seguiu a ordem de classificação, de acordo com os critérios estabelecidos no anexo 7 e limitada ao orçamento de R$ 3 milhões.

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A partir desta quarta-feira, 14, as respectivas entidades receberão login e senha do SGP - Sistema de Gerenciamento de Projetos - para registro completo das propostas. Elas terão até 20 dias para complementar as informações e estão sujeitas à desclassificação se descumprirem o prazo estabelecido – até 23h59 de 11 de abril de 2018 (horário de Brasília). Nestes casos, a Fundação BB vai selecionar novas propostas de acordo com a ordem de classificação e os recursos financeiros da Chamada.

Em razão de instabilidades no portal da Receita Federal, as propostas foram reexaminadas, sendo validadas as entidades proponentes que se encontraram em situação regular em todos os quesitos da Chamada. Essas iniciativas integraram o conjunto de propostas validadas que passaram pelo processo de classificação.

Chamada Interna
Participam da seleção projetos sociais desenvolvidos por entidades sem fins lucrativos, que têm a atuação de voluntário e funcionário do Banco do Brasil. A seleção busca apoiar iniciativas que promovam a cidadania, geração de trabalho e renda, cuidado ambiental, educação, cultura, esporte e saúde. O investimento social de R$ 3 milhões é destinado a apoiar projetos com orçamentos entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

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Parceria da Fundação BB e Central Única das Favelas promove cursos voltados ao mercado de trabalho

A criação de aplicativos, a construção de sites e o desenvolvimento de Startups - empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento -, são algumas das capacitações previstas pelo projeto Viaduto Tec. A iniciativa é fruto de parceria firmada nesta quarta-feira, 28, entre a Fundação Banco do Brasil e a Central Única das Favelas (CUFA).

Viaduto Tec   Victor Marques (123)

Com investimento social de R$ 405 mil, serão oferecidos cursos voltados ao empreendedorismo digital para 300 jovens e adultos das favelas do Rio de Janeiro. Serão oferecidas oficinas de criação e promoção de Startups com conhecimentos sobre marketing e vendas na Internet, com início previsto para a segunda quinzena de março. Haverá também palestras sobre Direito na Internet e Desenvolvimento Web. O objetivo é preparar profissionais para criarem seus próprios negócios na era digital.

O diretor da CUFA, Altair Martins, destaca que é a primeira vez que a entidade oferece cursos de tecnologia, que surgiram a partir de demanda dos próprios moradores. Segundo ele, o apoio da Fundação BB foi fundamental para a realização do projeto, desde sua concepção. “Sem essa parceria, a iniciativa não seria viável. É um grande desafio para nós e uma excelente oportunidade para os jovens ingressarem o mercado de trabalho. Com esses conhecimentos, eles serão protagonistas no desenvolvimento de seus próprios negócios", declarou Martins.

"Vivemos numa época de evolução tecnológica, onde tudo se atualiza a todo instante, e essa parceria da Fundação BB com a CUFA permitirá que esses jovens vivenciem na prática suas ideias de negócios e de empreendedorismo. O projeto promove a democratização do acesso às tecnologias de informação e contribui para a inserção no mercado de trabalho", declarou Rogério Biruel, diretor de Desenvolvimento Social da Fundação BB.

Participante de outras atividades ministradas pela CUFA, Luiana da Silva, de 23 anos, se formou há quatro anos em Design e ainda não conseguiu criar um portfólio profissional. Com os cursos de Empreendedorismo Digital, ela vislumbra novas possibilidades. “Na minha atuação profissional, é essencial conhecer sobre a construção de sites. O mercado tem exigido bastante experiência na área. Essa iniciativa é de extrema importância, pois existe uma carência de treinamentos especializados nas favelas. É uma bela iniciativa. Estou ansiosa para o início dos cursos”, enfatizou.

Central Única das Favelas

Criada há 20 anos pela união de jovens de diversas favelas, a CUFA capacitou mais de 1,5 milhão de pessoas por meio de atividades de inclusão social com iniciativas de caráter educacional, cultural, recreativo, desportivo e de promoção da cidadania. Entre as suas atribuições está a promoção de complementos educacionais visando à difusão de ideias, conceitos e métodos que visem a ampliação da criatividade, da sensibilidade, da consciência crítica dos valores culturais brasileiros, da flexibilização da sociedade e da interação da pluralidade cultural brasileira.

Serviço:

Todas as oficinas terão duração de dois meses, com 32 horas de curso, e serão ministrados na sede da CUFA na Rua Francisco Batista, 2 - Madureira, Rio de Janeiro.

Para maiores informações sobre as oficinas e inscrições, entrar em contato pelo telefone (21) 2489-7927.

O projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030:

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Fundação BB apoia iniciativa de inclusão socioprodutiva por meio de oficinas para crianças e jovens

O projeto "Divina Providência", criado em parceria com o Centro de Formação da Divina Providência, em Encruzilhada do Sul (RS), que atualmente tem mais de 25 mil habitantes, recebeu investimento social de R$ 170 mil. A entidade atende cerca de 130 crianças e adolescentes de famílias de baixa renda do município distante 170 km de Porto Alegre, com ações socioeducativas, como oficinas de artesanato, ludicidade e culinária, além das aulas de capoeira, judô, informática, música e teatro.

A instituição, criada em 2003, há tempos está com estrutura física desgastada e necessita de reparos e outras obras. Com o apoio recebido da Fundação Banco do Brasil, começou a manutenção do espaço para adequá-lo ás necessidades dos jovens. Também foram adquiridos materiais didáticos, pedagógicos e equipamentos como geladeira e armário.

Elisa Maria, tesoureira da entidade, informou que serão instaladas lixeiras aramadas, destinadas ao recolhimento do lixo seco, nas imediações da instituição que fica na Vila da Fonte.  “Temos um programa de Educação Ambiental no qual incentivamos nossos alunos a recolherem material reciclado, e eles são retribuídos com uma pontuação criada, a da moeda estrela”, disse.  Elisa explicou que esta bonificação proporciona a entrega de material arrecadado junto á comunidade, tal qual material escolar e vestuário.
 
A comunidade vizinha ao Centro de Formação é constituída em sua maioria por trabalhadores rurais que fazem a colheita em grandes plantações, sendo conhecidos como trabalhador rural sazonal.  

Além do apoio da Fundação BB neste projeto a entidade promove ações socioeducativas e de inclusão socioprodutiva com o auxílio de parceiros como Fundação do Bem - grupo Tramontina, prefeitura municipal, secretaria estadual do trabalho e desenvolvimento social, Banrisul além de representantes do meio empresarial do município.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quarta, 14 Fevereiro 2018 14:16

Quem é Gabriela?

Projeto apoiado pela Fundação BB capacita jovens e adultos do DF e Entorno em administração e controle do orçamento familiar

“Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela”

Esse é um trecho de “Gabriela”, música de Dorival Caymmi que inspirou o nome do projeto “Não Sou Gabriela - Formação em Educação Financeira Comunitária”, que ensina jovens e adultos carentes a controlar os gastos, administrar de forma eficiente as finanças familiares e criar o hábito de poupança para necessidades futuras.

Recentemente, o projeto, encabeçado pela organização não governamental Programa Providência de Elevação da Renda Familiar, de Brasília, recebeu investimento social de R$ 68 mil da Fundação BB para estruturar novos cursos a moradores do Distrito Federal e de cidades do chamado Entorno, que compreende 22 municípios que fazem fronteira com a unidade federativa ou são próximos a ela.

Mas qual a relação da letra de Caymmi com o projeto? O educador financeiro Max Coelho, coordenador do projeto e formador dos educadores do curso, explica que qualquer pessoa tem capacidade de mudar o discurso da Gabriela da música, com adoção de novos hábitos como aqueles que auxiliem no controle e organização do orçamento.

Coelho explica que as turmas são formadas por quase 90% de mulheres, e que o projeto incentiva a conquista da autonomia e do protagonismo social para que elas se prepararem para o futuro. “Procuramos sensibilizar as pessoas e nunca impor nada. Nosso desejo é que eles aprendam a poupar, a reduzir custos e não a ter mais trabalho”.

O curso é dividido em três módulos: endividamento, planejamento e investimentos. Em treze encontros realizados ao longo de três meses, os alunos têm acesso a ferramentas que auxiliam no processo de reeducação financeira, com orientações sobre como elaborar um planejamento. Nele também são abordados temas como financiamentos bancários, direitos trabalhistas e consumo consciente.

Em abril, a ONG iniciará uma turma para formar educadores sociais voluntários, que serão multiplicadores ou educadores financeiros. As novas turmas de alunos têm previsão de início para maio.

Programa Providência de Elevação da Renda Familiar:

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Sustentabilidade financeira para crianças
Em janeiro, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) homologou documento para que a educação financeira integre a lista de disciplinas que devem ser incorporadas às propostas pedagógicas para crianças do ensino fundamental de estados e municípios. Também estão neste rol de matérias o ensino das Relações Étnico-Raciais, a História e Cultura Afro-Brasileira, Educação Ambiental e Educação para o Trânsito.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Participantes ganham títulos em práticas marciais e levam aprendizados para a vida adulta

A prática esportiva aliada à educação é um dos métodos usados pelo Programa AABB Comunidade para trabalhar autoestima, disciplina, capacidade de superação, responsabilidade, sentimento de cidadania e sociabilidade dos educandos. O esporte tem trazido benefícios às crianças e adolescentes que vão além do bem-estar físico. As AABBs de Itanhandu (MG) e Picos (PI) apresentam alguns casos de sucesso.

Modalidades oferecidas no programa, como karatê, Jiu-jitsu e judô, têm despertado grande interesse e revelado talentos em competições municipais, estaduais e nacionais. Um dos destaques é o campeão mineiro de judô na categoria sub21 Caíque Fernandes, representando o estado de Minas Gerais. Com diversos títulos na carreira, o esportista agora quer se dedicar na preparação de outras crianças a trilhar o mesmo caminho. No mês passado, ele se tornou professor do programa e hoje comanda uma turma com 60 atletas.

“Participei do AABB Comunidade entre os anos de 2001 a 2009. Iniciei no programa no mesmo dia que ele começou em Itanhandu. A experiência me possibilitou estudar, conhecer pessoas e construir valores sociais e culturais. Enquanto estive no projeto soube aproveitar todas as atividades - música, arte e esporte - que me fizeram conhecer outras propostas na vida. Logo, o judô foi um grande alvo para que eu me tornasse um faixa preta e agora um professor”, declarou Caique.

Na cidade de Picos (PI), as aulas de karatê tiveram início em 2000, mesma data do lançamento do AABB Comunidade na cidade. De acordo com a coordenadora pedagógica, Maria José Rodrigues, a prática foi incluída devido à motivação e ao entusiasmo dos educandos com os espaços oferecidos pelo clube. O karatê também foi escolhido por promover a disciplina e a socialização, além da possibilidade de preparar os educandos para se tornarem campeões.

E por falar em campeão, o ex-aluno João Paulo da Silva Sousa é um exemplo de garra e de força de vontade. O adolescente de apenas 15 anos já é um colecionador de títulos no karatê. Suas conquistas foram possíveis, graças à parceria com o técnico e educador social, Francisco Arcanjo de Oliveira.

“O esporte cooperativo veio para favorecer a prática de valores integrativos e coletivos, desenvolvendo a convivência grupal, proporcionando bem-estar e melhor qualidade de vida. O esporte também afasta nossos jovens do uso de drogas e traz benefícios consideráveis à saúde", disse Maria José.

Na relação dos títulos de João Paulo, destacam-se duas medalhas de ouro no Campeonato Panamaericano de Karatê Interestilos realizado na Argentina, em 2014; medalha de Prata no Campeonato Norte-Nordeste, campeão na categoria infanto juvenil,em Belém (PA), em 2015 e medalha de prata no Campeonato Norte-Nordeste de Karatê - Interestilo, em Feira de Santana (BA), em 2015.

30 anos de AABB Comunidade
O AABB Comunidade é uma tecnologia social que oferece complementação escolar para crianças e adolescentes da rede pública de ensino, com idades entre 6 e 18 anos incompletos. O Programa está completando 30 anos em 2017 - fruto de parceria entre a Fundação BB e a FENABB e realizado nas AABBs de todo o País. De 2007 a 2017, o investimento social da Fundação BB no projeto foi de R$ 172,6 milhões, com atendimento a 592 mil participantes de 478 municípios de todo país.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Produções em fotografia, desenho, história em quadrinhos (HQs) e vídeo serão premiadas

A Fundação BB e a Federação Nacional das AABB (FENABB) divulgaram o resultado do Concurso Agenda 2018, do Programa Integração AABB Comunidade, que tem como tema “Tecnologias Sociais”. Neste ano, foram selecionadas produções originais e inéditas em fotografia, desenho e história em quadrinhos (HQs) para compor a agenda anual de 2018, além de um vídeo que será divulgado no site do Programa. O concurso contou com a participação de 60 AABBs e teve 123 fotos, 137 desenhos, 79 histórias em quadrinhos e 17 vídeos inscritos.

As dez primeiras AABBs classificadas em cada categoria vão ganhar troféu. Já a premiação varia conforme a categoria. Entre os prêmios para os educandos há smartphones, tablets e viagem turística a Brasília, com participação na cerimônia do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, prevista para 23 de novembro deste ano.

Confira o resultado do Concurso Agenda 2018 
Consulte o regulamento do Concurso Agenda 2018

Categoria Foto

Categoria Desenho

Categoria História em Quadrinhos

Categoria Vídeo, clique aqui

30 anos de AABB Comunidade

O Programa AABB Comunidade – que completa 30 anos em 2017 - é uma tecnologia social que oferece complementação escolar para crianças e adolescentes da rede pública de ensino, com idades entre 6 e 18 anos incompletos. A iniciativa é fruto de parceria entre a Fundação BB e a FENABB, e desenvolve atividades nas AABBs de todo o País. De 2007 a 2017, o investimento social da Fundação BB no programa foi de R$ 172,6 milhões, com atendimento a 592 mil participantes de 478 municípios de todo país.

Assista ao vídeo sobre o programa, clique aqui

 

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