Ação de reflorestamento “Cerrado no Fórum” levou doadores do Fórum Mundial da Água a plantarem em propriedade rural

Moradoras do Distrito Federal, Vanira Tavares e Elizabeth Ribeiro foram sensibilizadas pela ideia de ajudar a preservar o cerrado durante o 8º Fórum Mundial da Água, ocorrido em Brasília (DF) no período de 17 a 23 de março de 2018. Elas fizeram uma doação em dinheiro ao Programa Produtor de Água no Pipiripau e ficaram surpresas quando, oito meses depois, foram convidadas a participar do mutirão de plantio de mudas nativas do cerrado. A ação foi realizada por parceiros do programa, para compensação das emissões de carbono ocorridas durante o evento. O plantio visa a recuperação de áreas degradas no Distrito Federal.

“Eu decidi que queria doar um pouquinho, que queria fazer parte dessa ideia que é muito bacana e então acabei fazendo a doação, porque achei muito interessante o desafio” diz Elizabeth. Ela estava aposentada quando recebeu o convite para organizar o Fórum Mundial da Água devido à experiência que possui em grandes eventos, como as Olimpíadas. “Tenho experiência em organização de eventos. Eu já trabalhei nas Olimpíadas e nos Jogos Mundiais Escolares. Conheci o projeto do Pipiripau no Fórum e achei fantástico, porque você produz água, preserva e recompõe a vegetação e com isto armazenamos água por mais tempo no solo”, complementa.

O plantio - atividade denominada “Cerrado no Fórum” - ocorreu na última quarta-feira (28/11), na propriedade rural da família de Fátima Cabral, na divisa entre Brasília (DF) e Formosa (GO). Foram utilizadas 430 mudas de espécies nativas do Cerrado representando cada participante que fez doação durante o Fórum Mundial da Água.

Já Vanira Tavares ficou emocionada ao plantar a primeira muda na propriedade de Fátima: um Ipê Amarelo. Tradutora de inglês/português, ela passou a se interessar por meio ambiente depois que aumentou o número de traduções nesta área. “Sou tradutora e desde 2007 a demanda de tradução na área de meio ambiente aumentou muito. Decidi ir ao Fórum Mundial da Água, fiz a doação e o convite para participar desta ação foi a chance de ouro para conhecer o Pipiripau”, conta entusiasmada.

Além do plantio de mudas, a ação contemplou a plantação de sementes do cerrado por meio da muvuca. A técnica consiste na mistura de sementes de árvores, arbustos e gramíneas do Cerrado. O plantio ocorre ao lançar a mistura no terreno, por meio de máquina. A técnica reduz os custos da recuperação de áreas degradadas em relação ao tradicional plantio de mudas para recuperar grandes extensões de terra com espécies nativas. Enquanto a restauração pelo plantio tradicional de mudas custa em torno de R$ 12 a R$ 15 mil por hectare, o plantio com a técnica da muvuca sai por R$ 5 mil o hectare.

Projeto Produtor de Água

O Programa Produtor de Água foi criado em 2001 e tem como objetivo o uso racional de água no meio rural por meio de ações de revitalização ambiental de bacias hidrográficas, como o reflorestamento e a conservação do solo em áreas produtivas.

O projeto na bacia hidrográfica do Pipiripau foi implantado em 2012, com participação de 17 parceiros, entre eles a Fundação Banco do Brasil. Os valores investidos foram em torno de R$ 6 milhões, que custearam a plantação de mais de 360 mil mudas, além de atividades de conservação de solo em mais de 1,3 mil hectares.

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Quinta, 22 Novembro 2018 08:56

Reciclar para transformar

Associação recebeu investimento social da Fundação BB para compra de equipamento e inclusão social de trabalhadores na cadeia produtiva de moda alternativa

Papel, papelão, plásticos, ferro, latas, vidros, tampinhas e muitos outros produtos recolhidos em empresas e nas ruas são transformados em fonte de renda para 39 catadores de materiais recicláveis da cidade de Mogi Guaçu (SP).

Com uma população de 140 mil habitantes, o município produz aproximadamente 139 toneladas de resíduos por dia. A Associação Cooper 3R’s - Coleta Seletiva por Catadores e Reciclagem Popular recolhe parte desse material que seria jogado no aterro, cerca de 120 toneladas de materiais por mês, que são transformados em fardos para a comercialização com empresas de reciclagem. Por outro lado, peças que podem ser reaproveitadas são destinadas ao “Bazar Eco: Fomento da Economia Criativa”, negócio lucrativo desenvolvido pela associação, para melhorar a renda dos catadores. Tem também o trabalho Upcycling - reutilização criativa, que transforma subprodutos, resíduos e objetos em desuso em novos materiais ou produtos de melhor qualidade ou com maior valor ambiental. Entre os objetos transformados estão, móveis feitos de paletes, vasos, mesas e aparadores confeccionados com blindex.

Os dois projetos da entidade receberam da Fundação Banco do Brasil investimento social em dois momentos - em 2016 , R$ 60 mil destinados ao Bazar Eco e, em 2017, outros R$ 60 mil para o projeto Saúde Guaçu!, usado na compra de uma empilhadeira. Os recursos são frutos de editais do Voluntariado BB.

“Aqui na cooperativa damos uma sobrevida aos materiais recicláveis e isso está na Agenda 21 e na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos. A regulação tem como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e o incentivo à reciclagem e à reutilização dos resíduos sólidos, aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado, e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos", declarou Maria Beatriz Vedovello Bimbati, fonoaudióloga, psicopedagoga, educadora ambiental. Já a voluntária Maria Beatriz desenvolve um trabalho de organização, uso correto de equipamentos, mediação de conflitos e melhoria da autoestima. “É visível o quanto eles mudaram, o olhar estético, a forma de pensar, de ver o lado bom das coisas e do quanto é importante para o meio ambiente”.

Antes de se tornar presidente da Cooper 3R’s, Maria Aparecida Nascimento atuou em várias atividades, cortou cana, colheu café e fez faxina para sobreviver. Mas o trabalho onde se encontrou foi na reciclagem. Uma característica que ela acredita ter herdado da mãe, que trabalhou por muitos anos como catadora. Na associação, Cida ganhou respeito e o carinho dos colegas, e soube aproveitar as oportunidades – trabalhou na triagem, foi fiscal, coordenadora e em abril deste ano tornou–se presidente. “O cargo não me subiu à cabeça, continuo fazendo o trabalho do dia a dia, ajudo em tudo que precisa no galpão e também no bazar. Tudo que faço na reciclagem é com amor, porque é daqui que eu tiro o meu sustento e dou minha contribuição para o meio ambiente”, disse.

De acordo com a presidente, a aquisição da empilhadeira proporcionou uma forma de trabalho mais saudável aos catadores que atuam na Central de Triagem, com menor esforço e mais rendimento. “Facilitou a organização do espaço de trabalho, pois os bags [sacos para coleta de material reciclável] e fardos puderam ser recolocados no novo ambiente de forma a realizar um mapa de risco e atender à legislação e normas de segurança e saúde no trabalho. Com o equipamento, houve aumento da produção e da renda dos associados, já que foi gasto menos tempo arrastando bags, carregando fardos ou esperando os caminhões dos atravessadores virem buscar”. A renda dos associados passou de R$ 900 para R$ 1.100. As vendas aumentaram, e os materiais antes destinados à reciclagem foram comercializados, como no caso das garrafas brancas de leite Jussara, entre outros, que puderem ser armazenados para carga suficiente e viável para transporte pelas recicladoras.

Os catadores também receberam capacitações e participaram de seminários nos últimos anos nas áreas de economia circular e criativa, negócios sustentáveis e upcycling, com a presença de costureiras, artistas plásticos, ambientalistas, empresários da moda, arquitetos e estudantes de moda e engenharia ambiental.

Desde 2003, a Fundação Banco do Brasil atua na cadeia produtiva de resíduos sólidos com a inclusão social dos catadores de materiais recicláveis em ações de geração de trabalho e renda e de educação, e apoia a melhoria das condições de trabalho.

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Iniciativa prevê uso de minhoca gigante na formação de compostagem para produção de mudas nativas, compra de materiais e equipamentos e capacitações

Situada a 400 quilômetros de Boa Vista (RR), no município de Caroebe, a Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Banana entre Rios – Aprupers prioriza o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento sustentável do município.  

A entidade recebeu investimento social da Fundação Banco do Brasil para o projeto “Agroecologia”, que tem como público alvo indígenas da etnia Wai Wai e agricultores familiares não indígenas, que vivem às margens da rodovia BR-210 – Perímetro Norte, e que trabalham na produção de banana.  A iniciativa vai privilegiar a produção agroecológica, com a valorização e cuidado com o meio ambiente.

De acordo com Samuel Carlos de Santana, engenheiro agrônomo e coordenador do projeto, a integração dos indígenas tem grande relevância, devido suas formas tradicionais de organização, de ocupação da terra e de uso dos recursos naturais, e que ao mesmo tempo, eles carecem de apoio para suas atividades.  “Aqui temos a presença dos índios em todos os cantos. Eles são fortes na extração e venda da castanha do Brasil, sabem como ninguém os conceitos da agroecologia e precisamos dessa união entre os povos para que todos sejam beneficiados” declarou.

As famílias já comercializam seus produtos na Feira da Agricultura Familiar, em Caroebe, mas enfrentam dificuldade de retirada de seus lotes em função da falta de transporte para escoamento da produção, levando a grandes perdas e impactando negativamente a renda dos associados.

O recurso no valor de R$ 200 mil será usado na aquisição de um caminhão com carroceria, kits para irrigação, materiais para viveiros de mudas, despolpadoras, carrinhos de mão, trituradores de resíduos, sacos plásticos transparentes, entre outros materiais para adequação de uma estufa de propagação de plantas e enraizamento de partes de vegetais (estacas).

Estão previstas também capacitações para o aprimoramento e empoderamento dos agricultores familiares, em sementes, florestais tropicais, compostagem orgânica e produção de polpas de frutas.

Uma curiosidade do projeto é o uso da minhocuçu ou minhoca gigante na formação da compostagem orgânica. O coordenador explica que as minhocas ainda estão sendo estudadas pelo Departamento de Biologia da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e escolas da rede estadual de ensino, e que chegam a medir um metro de comprimento. O húmus produzido pelas minhocas é usado também na produção de mudas de árvores nativas da região como a castanha do Brasil, andiroba, açaí, patuá, bacaba e a camu camu. 

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Investimento de R$ 1 milhão é destinado a projetos de recomposição florestal nas bacias do Descoberto e São Bartolomeu

A Fundação Banco do Brasil e parceiros idealizadores do edital Recupera Cerrado - prorrogaram o prazo de inscrição de propostas para 23 de julho. Osprojetos selecionados terão como objetivo a recomposição florestal da vegetação nativa de áreas degradadas em pequenas propriedades rurais, preferencialmente, nas Bacias do Rio Descoberto e São Bartolomeu. As áreas degradadas são as que perderam as características originais a ponto de não ser possível uma regeneração natural.

Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos. O objetivo do edital é contribuir para a preservação do bioma Cerrado, assim como melhorar a qualidade e a quantidade de oferta de água nas regiões recuperadas.

O Recupera Cerrado é o resultado da parceria entre a Fundação Banco do Brasil, Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA/DF), o Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

O investimento de R$ 1 milhão desta primeira etapa faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), primeira instituição a aderir ao programa-piloto.

O recurso será usado na aquisição de sementes, mudas, adubos, corretivos, arames e moirões; práticas de controle da erosão visando a conservação do solo; pagamento de serviço de terceiros para a implantação de técnicas de recomposição vegetal; ações de mobilização e divulgação; capacitação, serviços técnicos relacionados à atividade produtiva, beneficiamento e comercialização; gestão, assistência técnica e acompanhamento do projeto; construção, reforma ou ampliação em benfeitorias e instalação permanente; máquinas e equipamentos novos; móveis, utensílios e material permanente; equipamentos de informática, comunicação e software; veículos e caminhões novos, entre outros.

Acesse o edital e anexos em fbb.org.br/recuperacerrado

Após a leitura dos documentos, quem tiver alguma dúvida, pode enviar mensagem até o dia 16 de julho, para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., de acordo com o edital.

Aliança
O Programa Recupera Cerrado é uma ação desenvolvida pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação deste bioma. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentávelque fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Parceria entre a Fundação BB, Banco do Brasil e Associação de Amigos do Jardim Botânico traz inovações digitais para promoção da educação ambiental

Facilidades para compra de ingressos, maior cobertura wi-fi, e aplicativo de visita interativa. O aniversário de 210 anos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, comemorado em 13 de junho, traz uma série de inovações que marcarão a experiência de visitação ao espaço. Como parte das celebrações, serão lançadas também novas trilhas, além de medalha e selo comemorativos.

O projeto “Transformação Digital e Educação Ambiental do Jardim Botânico do Rio de Janeiro” realizado com apoio da Fundação BB, Banco do Brasil e Associação de Amigos do Jardim Botânico (AAJB) disponibilizará um aplicativo interativo para smartphones e tablets. O app – já disponível para os sistemas iOS e Android - traz informações sobre trilhas, plantas, animais e monumentos e um mapa com a localização dos principais atrativos e pontos de interesse. A iniciativa está alinhada com o esforço do BB e entidades ligadas em contribuir para a inclusão e transformação digital da sociedade brasileira, e terá o investimento total de R$ 3,4 milhões.

A finalidade é levar informações relevantes de educação ambiental de forma lúdica e didática. Uma das funcionalidades presentes é a visitação por meio de realidade virtual, com roteiros em 360º pelas trilhas locais. Dessa forma, será possível que educadores realizem atividades, inclusive, com alunos de escolas distantes.

Com a expansão da cobertura da rede wi-fi, a ferramenta também poderá ser baixada e usada em qualquer ponto do Jardim. Um segundo módulo do aplicativo - com previsão de entrega até dezembro de 2018 - incluirá jogos que ajudam a conhecer melhor a flora e a fauna dos ecossistemas.

"Essas inovações vão ajudar a levar o Jardim Botânico para crianças que não têm condições de vir aqui e ajudar as pessoas a conhecerem mais da sua história", disse o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, durante a celebração de aniversário do parque.

Outra inovação decorrente do projeto irá atender uma das reivindicações mais antigas dos frequentadores: a compra de entradas por meio de cartões de débito de todas as bandeiras. Ainda estão previstas novas possibilidades de pagamento, como a compra de ingressos pela Internet, aplicativo e cartão de crédito, disponíveis até 2019. No dia do aniversário, a visita será gratuita.

Outra boa notícia é que os carrinhos elétricos voltarão a circular diariamente, com novos fluxos e intervalos. Agora o visitante poderá descer nos pontos de parada ao longo das vias, aproveitar cada atração com calma e continuar o passeio no carrinho seguinte, que passará a cada 30 minutos. Desta forma, é possível atender a um número maior de pessoas. O sistema de controle de acesso das catracas também foi renovado, agilizando a mobilidade dos visitantes.

Para o presidente do Jardim Botânico, Sérgio Besserman, as novidades vão contribuir para estimular a consciência ambiental. "Vamos ter muitas outras possibilidades para que todos os visitantes do jardim, além do contemplativo, possam adquirir informações que lhe interessem e, certamente, vão engajar mais seu coração na luta pela conservação da natureza." 

Novas Trilhas
Na tarde de 13 de junho, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro inaugura os Caminhos do Sagrado. Trata-se de um conjunto formado pelo Jardim Bíblico – que reabre reformulado e com placas informativas sobre as espécies –, e duas novas trilhas: a Indígena e a Africana.

O Jardim Bíblico apresenta sete espécies de plantas mencionadas na Bíblia (TEB), como a oliveira (Olea europaea L.) e a arruda (Ruta graveolans L.). Cada placa interpretativa traz o trecho onde a planta é mencionada, com a referência do livro, capítulo e versículo correspondente.

A Trilha Africana é composta de 19 espécies de plantas. Além do nome popular e do científico, as placas trazem o nome e o uso de cada planta nas religiões africanas ou afro-brasileiras. Fazem parte da trilha tanto espécies originárias da África, como a noz-de-cola (obi) e o flamboyant, quanto outras que são utilizadas nos rituais em substituição a alguma espécie africana, como é o caso da gameleira.

Na Trilha Indígena, são encontradas 17 espécies identificadas por seus nomes populares, científicos e ameríndios. Também são indicados seus usos tradicionais e, em alguns casos, os usos recentes, como a fabricação de arcos de violino com pau-brasil e a produção de cosméticos com várias outras espécies.

Selo e medalha
Para tornar os 210 anos do Jardim Botânico realmente inesquecíveis, os Correios farão no dia 13 de junho o lançamento de um selo e um carimbo personalizados da data. A imagem escolhida foi a da vitória-régia, espécie que, assim como as palmeiras-imperiais, é uma das principais atrações do JBRJ. O selo estará à venda nas agências dos Correios e na loja da AAJB, no Jardim.

A Casa da Moeda, por sua vez, cunhou uma medalha comemorativa dos 210 anos, com a paisagem que reúne o Lago e o Cômoro Frei Leandro e a vitória-régia. A medalha tem edição limitada e será entregue a ex-dirigentes da instituição e a autoridades que colaboraram para que o Jardim Botânico continue a ser uma das mais importantes instituições de pesquisa do mundo em sua área e um dos lugares mais belos e queridos do Rio de Janeiro e do Brasil.

A divulgação deste projeto está relacionado aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030:

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Investimento de R$ 1 milhão é destinado a projetos de recomposição florestal em pequenas propriedades rurais para melhorar a oferta de água na região

Interessados em participar do edital Recupera Cerrado têm até a próxima segunda-feira (4) para se inscrever. As entidades selecionadas vão atuar em projetos voltados para a recomposição florestal da vegetação nativa de áreas degradadas em pequenas propriedades rurais, preferencialmente nas Bacias do Rio Descoberto e São Bartolomeu, com acompanhamento pelo período de cinco anos. As áreas degradadas são as que perderam as características originais a ponto de não ser possível uma regeneração natural. Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos.

O Recupera Cerrado é resultado de parceria entre a Fundação Banco do Brasil, Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA/DF), o Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

O investimento nesta primeira etapa será de R$ 1 milhão, que faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), primeira instituição a aderir ao programa-piloto.

O recurso será usado na aquisição de sementes, mudas, adubos, corretivos, arames e moirões; práticas de controle da erosão visando a conservação do solo; pagamento de serviço de terceiros para a implantação de técnicas de recomposição vegetal; ações de mobilização e divulgação; capacitação, serviços técnicos relacionados à atividade produtiva, beneficiamento e comercialização; gestão, assistência técnica e acompanhamento do projeto; construção, reforma ou ampliação em benfeitorias e instalação permanente; máquinas e equipamentos novos; móveis, utensílios e material permanente; equipamentos de informática, comunicação e software; veículos e caminhões novos, entre outros.

Acesse o edital e anexos em fbb.org.br/recuperacerrado

Aliança

O Programa Recupera Cerrado é um mecanismo desenvolvido pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação deste bioma. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Interessados podem fazer inscrição no local do evento

Após realizar a primeira oficina para sanar dúvidas do edital do Programa Recupera Cerrado, a Aliança Cerrado promove mais uma edição do evento, na quarta-feira (02/05), das 8h30 às 17h30. 

Dessa vez, a capacitação para elaboração de projetos vai acontecer no Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor), na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Brasília (DF). As atividades têm como objetivo orientar os participantes sobre a elaboração e apresentação de propostas, com direito a simulações de preenchimento do documento para concorrer ao chamamento.

Ministrada por especialistas da Fundação Banco do Brasil, da da Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a oficina é aberta às instituições interessadas em participar do edital Recupera Cerrado com projetos. 

Aberto até o dia 04 de junho, o edital prevê investimento social de R$ 1 milhão nesta primeira etapa. O recurso faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Serão recuperadas áreas degradadas que perderam as características originais e que não tem mais possibilidade de regeneração natural. Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos.

O Programa Recupera Cerrado foi desenvolvido pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação do Cerrado. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

Acesse o edital e anexos no fbb.org.br/recuperacerrado

Serviço
Oficina de Capacitação para elaboração de projetos
Data: 02/05/2018
Hora: 8h30 às 17h30
Local: Cenaflor - SCEN, Trecho 2, Bloco Cenaflor,  auditório do Ibama – Brasília (DF)

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Termo de cooperação entre Fundação Banco do Brasil e Serviço Florestal Brasileiro foi assinado nesta quinta (22)

No Dia Mundial da Água, 22 de março, a Fundação Banco do Brasil e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) assinaram um termo de compromisso para a cooperação técnica que viabilizará a captação de recursos financeiros de pessoas físicas e jurídicas para a recuperação vegetal de nascentes de rios em todo o Brasil. A assinatura ocorreu durante o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. 

O acordo faz parte do Programa Plantadores de Rios, instituído pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em junho de 2017, com o objetivo de proteger e recuperar áreas próximas aos cursos d’água para ampliar a oferta de água potável e a segurança hídrica da população nas diversas regiões do país. Atualmente, por meio de um aplicativo, o programa conecta proprietários de imóveis rurais inscritos no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) com pessoas e instituições que queiram investir na recuperação da cobertura vegetal de Áreas de Preservação Permanente (APP).

O aplicativo localiza as nascentes próximas ao usuário em um raio de até 15 quilômetros. O usuário escolhe qual nascente quer adotar e, a partir daí, ele pode conversar por chat com o proprietário da área. O interessado em adotar uma nascente dispõe de várias opções para fazer doação direta ao produtor: dinheiro, materiais (mudas, sementes, cercas, entre outros) ou serviços (limpeza e assistência técnica, por exemplo). 

Com a cooperação da Fundação BB será possível doar dinheiro para o programa. Os recursos financeiros poderão ser doados por pessoas físicas, empresas, fundos internacionais ou privados, bancos, arrecadação virtual, entre outras formas, por meio de transferência direta para conta corrente do programa ou por plataforma de pagamento online. Os recursos captados serão destinados a projetos de recuperação da vegetação no entorno dos rios, por meio de chamadas públicas.

O SiCAR tem mapeadas e cadastradas cerca de 1,7 milhão de nascentes e mais de 15 milhões de hectares de Áreas de Preservação Permanente – dos quais cerca de 6 milhões de hectares precisam ser recuperados. Uma auditoria independente será contratada para auditar os recursos arrecadados e a aplicação para recomposição florestal nas áreas de nascentes.

"A entrada da Fundação BB fortalece a possibilidade de mais adesões voluntárias ao programa, não só pelo aplicativo, mas também pela conta aberta pela Fundação, que terá esse recurso aplicado de forma transparente." afirmou Raimundo Deusdará, diretor-presidente do Serviço Florestal Brasileiro.

"Queremos que, a partir desse projeto, cada pessoa que queira preservar uma nascente tenha certeza de que os recursos serão utilizados para a finalidade que foi preconizada", explicou Asclepius Soares, presidente da Fundação Banco do Brasil.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades têm até o dia 27 de outubro para entrar com recurso na comissão de seleção

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 3 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta segunda (23) no Diário Oficial da União. Foram selecionadas entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia. As entidades participantes têm até o dia 27 para entrar com recurso na Comissão de Seleção.

O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado preliminar da Etapa 3, clique aqui

Para acessar o formulário de interposição de recursos da Etapa 3, clique aqui 

Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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Convênio com Fundação BB permitirá ampliar produção de hortaliças e mudas nativas na iniciativa que envolve cerca de 250 jovens

A Fundação Banco do Brasil e a Associação de Educação do Homem do Amanhã (Aehda) assinaram convênio para incrementar a produção de hortaliças e mudas nativas para recomposição florestal do Centro Ambiental Sérgio Ieda, em Araras (SP). O projeto prevê a aquisição de implementos agrícolas de pequeno porte como um novo sistema de irrigação, um sulcador sem adubadora e uma enxada rotativa. O investimento social da Fundação BB é de R$ 13 mil e o projeto envolve diretamente 250 participantes.

Com área de 28 hectares, o Centro Ambiental Sérgio Ieda da Aehda promove educação ambiental para jovens em situação de vulnerabilidade social. O Centro desenvolve cerca de 200 espécies de mudas, com capacidade de produção de até 500 mil ao ano. Os jovens são capacitados em conhecimentos ambientais com ênfase em operação e manutenção de viveiros para produção de mudas.

Apresentado pelo aposentado Pedro Donizetti de Souza, o projeto foi selecionado no edital do Voluntariado Integração BB. Educador corporativo da UNIBB em áreas como finanças e negociação, Pedro colocou à disposição da instituição seus conhecimentos e expertise. “Na Aehda, atuei como voluntário na área de educação diversas vezes e, com certeza, atuarei mais ainda. É uma entidade do bem", elogia.

Tecnologia social

Em 2001, o Programa Homem do Amanhã, da Aehda, foi certificado como tecnologia social pela Fundação BB. A iniciativa objetiva contribuir para a ascensão social de jovens de famílias de baixa renda e desenvolver neles a autoestima, o espírito de solidariedade e a consciência de cidadania. A tecnologia social Homem do Amanhã oferece cursos de capacitação profissional para inserção no primeiro emprego. Com isso aumenta as oportunidades desses jovens de acesso a uma boa formação e contato com novas tecnologias.

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