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Quarta, 20 Abril 2022 17:00

Você conhece a Cloc?

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Metodologia certificada pela Fundação BB conecta criatividade e geração de renda

A metodologia CLOC (Criatividade, Lógica, Oportunidade e Crescimento) foi elaborada pelo Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI) em Santa Luzia do Itanhy (SE). A iniciativa consiste no desenvolvimento de atividades da área de Tecnologia da Informação (TI) junto a estudantes do ensino fundamental de escolas públicas. Em um cenário, a princípio com poucas ofertas aos jovens, foram criadas oportunidades de crescimento e formação consistente e direcionada às novas demandas do mercado de trabalho no país.

A CLOC é desenvolvida a partir da qualificação de alunos de escolas públicas em programação, indo do básico ao avançado. Os que atingem o grau mais adiantado passam a ensinar os jovens das turmas iniciais nas escolas das comunidades participantes.

Metodologia CLOC

Público: alunos de escolas públicas
Faixa etária: 12 a 16 anos
Cidade: Santa Luzia do Itanhy (SE)
Comunidades: rurais e ribeirinhas
Linha de atuação: inclusão produtiva por meio da preparação para o mercado de trabalho

O foco no empreendedorismo criativo e digital traz aos adolescentes participantes uma formação tecnológica de alta qualidade e o potencial de atender a clientes de qualquer lugar do Brasil.

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Samuel Falcão, assessor de Portfólio da Fundação BB que atua na área de Tecnologia Social e da plataforma Transforma, comenta a importância da aliança das ferramentas tecnológicas com a educação presente na metodologia CLOC. “O processo formativo proposto pelo IPTI na TS CLOC colabora para a diminuição da situação de vulnerabilidade e pobreza, bem como para a redução da fuga de talentos em localidades periféricas do País. A iniciativa tem como diferencial, além da formação empreendedora, um processo de incentivo à multiplicação pelos próprios participantes, tendo em vista que os jovens formados em um ciclo contribuem com a formação dos jovens do ciclo seguinte. Trata-se de uma proposta emancipadora, focada no processo criativo e aplicada à tecnologia que, cada vez mais, tem se tornado um aspecto central no mundo do trabalho”, afirmou.

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Ruancelli do Nascimento, integrante do IPTI - instituição responsável pela tecnologia social CLOC, fala sobre as atividades recentes desenvolvidas dentro da metodologia. “No CLOC buscamos sempre alinhar a formação com as expectativas do mercado e recentemente incorporamos capacitações em inteligência artificial. Além disso continuamos ampliando nossa presença geográfica. Recentemente iniciamos a reaplicação do CLOC em Fortaleza em parceria com uma empresa de TI cearence (Lanlink) para logística (espaço e equipamentos) e apoio na formação profissional dos adolescentes a serem beneficiados pelo projeto. Nossa expectativa é esse ano ampliar para mais 3 cidades do sul de Sergipe nosso modelo de desenvolvimento humano e impactar um número maior de jovens em comunidades subestimadas”, afirmou.

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Esta solução foi finalista na categoria Geração de Renda do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019. Para conhecer, clique aqui e acesse a Plataforma Transforma para conhecer esta tecnologia social.

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Quinta, 24 Março 2022 12:49

A trama do algodão que transforma

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Cooperativa de mulheres é destaque em geração de renda

A Fundação Banco do Brasil está celebrando o mês das mulheres e dando continuidade as iniciativas com protagonismo feminino, hoje trazemos uma matéria especial sobre a cooperativa Justa Trama, que é liderada por Nelsa Nespolo.    

A Justa Trama é responsável por idealizar a tecnologia social A trama do Algodão que Transforma ao facilitar o intercâmbio de experiências entre o campo e a cidade integrando o trabalho da cadeia produtiva do algodão.  A instituição é composta por agricultoras, fiadoras, tecedoras, costureiras, artesãs, coletoras e beneficiadoras de sementes organizadas em empreendimentos da economia solidária. O trabalho inicia no plantio do algodão agroecológico e vai até a comercialização de peças de roupas produzidas pelas mulheres. 

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Nelsa Nespolo - fundadora e atual diretora da Justa Trama

Com a premissa de que é possível realizar um plantio que respeite a natureza e vendas que ajudam a geração de renda de mulheres, a Justa Trama vem transformando a vida de várias cooperadas. “Nossa trajetória que transforma a vida das pessoas em todos os espaços que está, desde o território local até o espaço mais amplo. Acreditamos que podemos ser uma sociedade mais justa, mais limpa, e mais solidária em nossas ações”, afirma Nelsa.  

A entidade começou a atuação no Rio Grande do Sul e hoje atua em cidades das cinco regiões do país. Um destaque, são os encontros com as cooperadas da cidade de Tauá (CE) para estimular o empreendedorismo entre as mulheres. "Sabemos que historicamente a mulher, no meio rural vive uma forte invisibilidade. Então, temos feito no Ceará vários encontros com as agricultoras falando sobre a importância da participação e do protagonismo feminino", declara a coordenadora.

Elos da Justa Trama

⇨ Plantio do algodão: Adec – Tauá (CE), AEFAF de Ponta Porã (MS) e Rede Xique-xique (RN);

⇨ Fiação e tecelagem: Coopertêxtil – Pará de Minas (MG);

⇨ Confecção de botões e adornos: coleta de sementes e cascas de coco da Cooperativa Açaí - Porto Velho (RO);

⇨ Confecção, serigrafia, bordado e tingimento: Univens – Porto Alegre (RS).

O trabalho da Justa Trama tem conquistado resultados importantes como a integração dos setores produtivos e a distribuição justa dos ganhos entre as cooperadas. “Toda esta cadeia tem dado um impacto muito grande sobre as mulheres, que são a maioria na rede. A nossa atuação busca integrar agricultoras, fiadoras, artesãs e costureiras em uma construção na qual as pessoas podem ter um horizonte para toda vida. Grande parte das mulheres participantes são chefes de família e sustentam seus lares”, afirma Nelsa. 

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Rosilene Rodrigues, participante da Justa Trama, destaca os pontos positivos do  trabalho na cooperativa. "Nós temos autonomia e conseguimos manter nosso serviço em dia. E fazer parte da Justa Trama pra mim é um honra porque no sul eu acho que é o único lugar que tem uma roupa diferenciada é a nossa. E quando a gente faz feira e lida com o público a gente vê o quanto eles dão valor para estas peças que a gente faz aqui", declarou. 

Iniciativas reconhecidas pela Fundação BB 

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Nelsa Nesposo (vestido branco) e Patrícia Ribas (vestido marrom) - diretora financeira da Justa Trama.

E toda esta cadeia produtiva do algodão agroecológico desenvolvida pela Justa Trama foi sistematizada na metodologia “A trama do algodão agroecológico que transforma” e encaminhada para participação no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019. E a instituição conquistou o primeiro lugar com esta iniciativa na categoria Geração de Renda.   

Eles receberam R$ 50 mil pelo primeiro lugar, a Tecnologia Social certificada foi cadastrada na Plataforma Transforma! e a metodologia foi registrada também em um documentário. Clique aqui e assista ao vídeo.

A Justa Trama participou do Prêmio com esta Tecnologia Social também na categoria Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico e chegou até a etapa final do Prêmio.  

Clique aqui e assista ao vídeo.  

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Cidades Sustentáveis interna Arquitetura na Periferia

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem categoria Cidades Sustentáveis

Nesta quinta-feira - 22 de abril, é celebrado o dia da Terra, data criada pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, em 1970, e instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para criar consciência sobre os impactos da ação humana sobre a natureza e a importância de preservação do meio-ambiente. A população urbana em nível global gira em torno de 55%, e no Brasil este índice chega a 84,72% segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2015. E a questão urbana é uma das portas de entrada de soluções inovadoras do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.

A categoria “Cidades Sustentáveis” do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2021 quer identificar práticas eficientes voltadas à qualidade de vida da população, desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente nas cidades e nos assentamentos em subúrbios. São soluções e melhorias para mobilidade urbana, redução da poluição sonora e atmosférica, descarte de resíduos sólidos, eficiência energética, economia de água, entre outros aspectos, que contribuem para tornar uma cidade mais sustentável.

Do seu quintal para o país

Conheça três exemplos de Tecnologias Sociais premiadas na modalidade “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”, na 10ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019:

Elaborado pelo Instituto de Fiscalização e Controle, em Brasília (DF), a Auditoria Cívica na Saúde conquistou o primeiro lugar da categoria.  É uma tecnologia social que capacita o cidadão para fiscalizar o sistema de saúde de sua localidade, promovendo também a participação social. A ideia é que os moradores acompanhem o funcionamento dos postos de saúde locais, elaborando relatórios que serão encaminhados para as autoridades competentes, como Secretaria de Saúde e Ministério Público. Além de gerar consciência social, fomenta a melhoria do sistema de saúde.

Em segundo lugar, está a iniciativa Arquitetura na Periferia. A metodologia elaborada pelo Instituto de Assessoria à Mulheres e Inovação (Iamí), em Belo Horizonte (MG) e capacita mulheres de comunidades vulneráveis a tomarem frente de suas próprias reformas e melhorias domésticas. Elas recebem noções de instalações elétricas, manejo de materiais de construção, técnicas de planejamento, finanças pessoais e construção civil. Além disso, recebem microfinanciamento para conduzir suas obras com autonomia e sem desperdícios.

Desenvolvido pelo Instituto Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), em Piracicaba (SP), o Origens Brasil ficou em terceiro lugar. É um selo de garantia de procedência socioambiental e de conexão comercial. Por trás dele, existe um sistema cujo objetivo é conectar pequenos produtores da Amazônia aos consumidores, construindo uma cadeia para o desenvolvimento e distribuição dos produtos. Além disso, incentiva o correto manejo das matérias-primas, contribuindo para a preservação da floresta.

Inscrições abertas!

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2021. As instituições interessadas têm até o dia 28 de maio de 2021 para se cadastrar, exclusivamente pelo site transforma.fbb.org.br/premios. Os resultados de cada etapa do Prêmio – certificadas e finalistas – serão divulgados no portal de notícias da Fundação BB e na Plataforma Transforma! Podem participar entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil.

Para tornar o processo de participação mais acessível, os interessados podem conferir o vídeo tutorial com todo o passo a passo para inscrever novas iniciativas. 

A categoria está relacionada aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS):

 ODS1 ODS2 ODS3 ODS4 ODS5 ODS6 ODS7 ODS8 ODS9 ODS10 

ODS11 ODS12 ODS15 ODS16 ODS17

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Quinta, 03 Setembro 2020 17:16

Arte urbana promove inclusão por meio do design

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Iniciativa mineira capacita comunidade de jovens empreendedores

Atitude, telas, tintas e muita criatividade. Esta é a base do Programa Bem Maior, uma tecnologia social que proporciona capacitação empreendedora e geração de renda a jovens em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa extensionista é realizada pela Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e tem como foco o reconhecimento e valorização do indivíduo, procurando fortalecer o conjunto de experiências que constituem o seu patrimônio, tanto com o trabalho em equipe quanto em relação aos participantes. Sua principal premissa é levar em consideração os saberes do outro, sua capacidade produtiva e seu repertório sociocultural.

Por meio de método e ferramentas de design participativo, o projeto é cocriado com as jovens lideranças locais desde o seu início, tendo como norte a economia da cultura. “Desta forma, eles se apropriam do projeto, se sentem valorizados, ouvidos em seus anseios e  adquirem autonomia criativa, uma vez que usam a cultura como subsídio para criar os produtos”, explica Maria Flávia Vanucci, idealizadora e coordenadora do projeto.

Em seções de cocriação são trabalhados conceitos, direcionamentos, sonhos e desejos do grupo, além da valorização do território e da cultura local. Nessas reuniões são definidas também as principais regras do projeto (quem pode participar, como será a divulgação no bairro, contratos de convivência e que tipo de produto querem desenvolver, por exemplo). A partir disso, a equipe reformula o projeto e dá início ao processo de divulgação na localidade para formar o grupo produtivo e trabalhar a capacitação técnica e empreendedora. Para apoio no campo financeiro, foram realizados workshops para trabalhar o tema da precificação, controle de estoque e gestão de negócios.

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Mão na massa

Para o projeto piloto, os participantes optaram por desenvolver uma coleção de camisetas em silk (estampa manual) e acessórios de madeira oriunda de shape de skate, tendo como inspiração a arte urbana, especialmente o grafite e o hip-hop, referências fortes para o grupo. Então, os jovens construíram os equipamentos necessários, tais como mesa de luz e de impressão, telas de gravação, quarto escuro, entre outros. Tiveram workshops de capacitação sobre  história da arte, cores, acabamento e valorização do território, para que pudessem desenvolver as artes da coleção de camisetas que teve como tema "Minha Quebrada", que falava do orgulho da origem deles e dos aspectos culturais.  

Reconhecimento

Certificado no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019, até o momento o projeto piloto impactou diretamente 30 jovens. “É muito gratificante ter reconhecimento do valor do projeto por meio de uma certificação de uma instituição tão importante como a Fundação Banco do Brasil. Acaba sendo uma vitrine e também fonte de inspiração para outras ações”, celebra a professora.

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Terça, 17 Dezembro 2019 10:37

Aula, luz, câmera e ação

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Iniciativa transforma a vida de estudantes por meio do cinema

O cinema ultrapassa barreiras e possui linguagem universal. Tem o poder de conectar pessoas, entreter e ao mesmo tempo transmitir conhecimento. Pensando nisso, o professor de artes Jayse Ferreira deu um novo sentindo às suas aulas, transformou a sala em set de filmagem e seus alunos se tornaram estrelas dos próprios filmes.

Tudo começou em 2017, quando Jayse uniu o mundo geek - tecnologia, jogos eletrônicos ou de tabuleiro, HQs, livros, filmes, animes e séries – interesse de seus alunos à escola. Assim nasceu a tecnologia social Vamos enCURTAr essa história?, que estimula estudantes a escreverem e produzirem narrativas que viram curtas-metragens baseados em assuntos do seu universo.

Tecnologia Social
A metodologia é aplicada na Escola de Referência em Ensino Médio Frei Orlando (Erem), em Itambé (PE). Os alunos são responsáveis por todas as etapas dos curtas: tema, roteiro, captação de som, cenários, gravações, efeitos especiais e montagem e edição. As aulas ganharam um novo olhar e carinho especial principalmente dos alunos. “Senti a mudança na participação, saí da aula tradicional para a mão na massa onde eles criam, tem interesse. No começo do ano letivo sempre me perguntam o que vai ter de novidade. Hoje, temos uma baixa evasão, nos tornamos uma escola diferenciada”, comemora Jayse Ferreira.

Portal Interno VamosEncurtarVencedora na categoria Educação da 10ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, a iniciativa celebra a conquista com orgulho e planos para o recurso recebido. “Pela primeira vez vamos trabalhar com verba, tudo era no improviso. Antes só captávamos o som com celular, agora com equipamento profissional as coisas irão mudar. A ideia é expandir para outras escolas, além de comprar câmeras, queremos também projetores para exibir os filmes para a comunidade”, conta.

A iniciativa fez sucesso também entre os professores, que decidiram se unir e mostrar que o cinema vai além da arte, e é possível trabalhar outras disciplinas por meio dos filmes. Atualmente, a turma tem três curtas produzidos que foram exibidos na praça central do município para cerca de 250 pessoas.

Um ano de conquistas
Outra conquista celebrada pelo professor é o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação 2019. Ele recebeu diploma de menção honrosa e outorga de medalha com a efígie de Darcy Ribeiro concedido pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. “A menção honrosa tem um grande impacto para a minha carreira profissional e mostra que a educação está funcionando”, finaliza. O professor Jayse ficou entre os 50 finalistas do Global Teacher Prize, prêmio internacional criado para valorizar o trabalho de professores no mundo.

Premiação 2019
Com a conquista da primeira colocação, a tecnologia social receberá R$ 50 mil, destinados à expansão, aperfeiçoamento e reaplicação da tecnologia social. Outras duas iniciativas também foram premiadas na modalidade. Em segundo lugar, Escola Ativa – do Instituto Esporte & Educação - São Paulo (SP), receberá R$ 30 mil pela metodologia. E em terceiro lugar, Tecnologias Sociais e Formação em Ciências da Natureza de Educadores do Campo – da Universidade Federal de Viçosa – Viçosa (MG) receberá R$ 20 mil pela tecnologia.

A premiação deste ano teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

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Portal Interno Justa Trama

Trabalho sustentável e produção ecológica garantiram à cooperativa o primeiro lugar na categoria Geração de Renda do Prêmio de Tecnologia Social

Peças bonitas, confortáveis, produzidas com amor e sustentabilidade por mãos habilidosas, com matéria-prima que reúne cuidado ambiental e trabalho organizado. É assim que há 14 anos trabalha a Justa Trama, empreendimento da economia solidária, que atua na geração de renda e melhoria na qualidade de vidas de seus cooperados.

A entidade nasceu do sonho coletivo de costureiras motivadas pela produção de bolsas para o Fórum Social Mundial, que aconteceu em Porto Alegre. Naquele ano de 2005, elas se juntaram a outros empreendimentos e parceiros para colocar em prática o plantio do algodão orgânico e a produção das primeiras peças de roupas. A cooperativa é autossustentável e envolve todos os elos da cadeia produtiva do algodão agroecológico - desde o plantio à comercialização das roupas e acessórios. O tingimento é feito por meio de pigmentos naturais e vegetais.

Hoje, a cooperativa beneficia cerca de 500 trabalhadores (as) das cinco regiões do Brasil. Com sede em Porto Alegre, seus produtos estão presentes em vários estados brasileiros e em Montevidéu, capital do Uruguai. A produção também é feita por demanda de produtos corporativos, vendida no site www.justatrama.com.br e por meio de uma loja física situada na própria sede.

A atuação da Justa Trama influi diretamente na definição do valor do algodão orgânico pago no nordeste. E para conscientizar as pessoas sobre consumo consciente e esclarecer sobre o algodão agroecológico e, ainda, para que saibam de onde vem a sua roupa, a entidade promove desfiles e debates. Em 2018, teve o melhor resultado econômico desde a sua fundação, com aumento das vendas e agregação de valores - melhor resultado de distribuição das sobras para cada associado, e a produção de duas toneladas do algodão rubi e cinco toneladas do algodão cru-.

Este ano, a Trama do Algodão que Transforma foi primeira colocada da categoria Geração de Renda do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, premiada com R$ 50 mil. Na disputa estavam a Cloc - Criatividade Lógica/Oportunidade / Crescimento, de Santa Luzia do Itanhy (SE), segunda colocada com premiação de R$ 30 mil, e Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente, de Tefé (AM), em terceiro lugar, que foi contemplada com R$ 20 mil. Todas as 21 finalistas nacionais e as três finalistas internacionais receberam troféu e um vídeo retratando a iniciativa.

Nelsa Nespolo, diretora-presidente da Justra Trama, conta que todos estão muito felizes e ainda saboreando a vitória no Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social. E que vão aproveitar o bom momento para fortalecer o trabalho que vêm desenvolvendo e que vão trabalhar para avançar na comercialização dos produtos. “É muito bacana perceber que as pessoas já estão se apropriando da tecnologia social. Agora, é continuar divulgando esse jeito que a gente tem de trabalhar e que tem o reconhecimento da Fundação Banco do Brasil para poder incentivar e inspirar outras pessoas, e agregar valor a cadeia produtiva do algodão agroecológico”, destacou.

Sobre o Prêmio

Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social foi criado em 2001. Este ano, a premiação recebeu 801 inscrições. Dessas, 123 tecnologias sociais passaram a fazer parte do Transforma! Rede de Tecnologias Sociais, plataforma online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras, aptas e disponíveis para reaplicação.

A 10ª edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

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Quarta, 04 Dezembro 2019 15:19

Olhar atento para a gestão da saúde pública

Portal Interno AuditoriaCivicaSaude

Iniciativa existe há oito anos e tem dois mil auditores cívicos espalhados por 58 cidades e oito estados

Vencedora  na categoria Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital da 10ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, a  Auditoria Cívica na Saúde, do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC), é uma iniciativa que capacita o cidadão para que haja uma aproximação entre a população e o sistema de saúde pública. O objetivo é que  os moradores acompanhem o funcionamento dos postos de saúde locais, elaborando relatórios para envio às  autoridades competentes, como Secretaria de Saúde e Ministério Público.

“É um privilégio conquistar este prêmio e com muita alegria saímos da cerimônia cheios de planos para usar o recurso que recebemos. Vamos elaborar um EAD (educação à distância) e aperfeiçoar o projeto no segmento tecnológico. O ensino à distância capacitará mais pessoas para usarem a auditoria para melhorias. É importante disponibilizar a ferramenta para que mais pessoas possam aplicar essa metodologia”, destaca Everton Kischlat vice-presidente do IFC.

O começo

A Auditoria Cívica de Saúde nasceu há oito anos, entre viagens do Instituto de Fiscalização e Controle de forma voluntária a diversos estados ouvindo as demandas da população. “O projeto se materializou como um instrumento para qualificar a visão do cidadão e revelar o que de fato não funciona, além de gerar um relatório", explica Everton.

Impacto em números

A metodologia está presente em 58 cidades e oito estados brasileiros. E contabiliza dois mil auditores cívicos mobilizados em todo o país, com 13 mil notificações de auditoria. No total, foram auditadas 650 unidades básicas de saúde, com o alcance de 29,6% de retorno, e a taxa média de 27,85% de resolução. “Existe uma grande demanda por todo o país”, conta.

Tecnologia aliada ao voluntariado

O grupo modernizou o formato de auditoria e criou o aplicativo Adote Um Postinho, que estabelece uma relação de compromisso para que o cidadão participe, acompanhe o processo de resolução e garanta o seu direito de ter acesso à saúde pública de qualidade. 

Com a conquista da primeira colocação, a tecnologia social receberá R$ 50 mil, destinados à expansão, aperfeiçoamento e reaplicação da tecnologia social. Outras duas iniciativas também foram premiadas na modalidade. Em segundo lugar, a Arquitetura na Periferia, do Instituto de Assessoria a Mulheres e Inovação - IAMÍ, de Belo Horizonte (MG), receberá R$ 30 mil pela metodologia. E em terceiro lugar, Origens do Brasil, do Instituto Manejo e Certificação Florestal Agrícola – Imaflora, de Piracicaba (SP) receberá R$ 20 mil pela tecnologia.

A premiação deste ano teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

 

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Portal Interno 2 Vencedora Algodao

Produtores de três municípios já conquistaram certificação orgânica pela forma de produzir o algodão

A metodologia O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano foi a grande vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2019, na premiação especial Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico.

A tecnologia foi representada pela Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar (Arribaçã), entidade que desde 2006 incentiva e assessora os agricultores familiares no plantio do algodão agroecológico, seguindo critérios como cuidado com a saúde do produtor e do solo, proteção da biodiversidade, valorização das sementes tradicionais e respeito aos limites da natureza e as relações humanas. 

Em 2013, foi criado o Organismo Participativo de Aceitação e Conformidade (Opac), denominado por Rede Borborema de Agroecologia, responsável por certificar e comercializar os produtos. Atualmente a rede possui cinco grupos de produção em assentamentos dos municípios paraibanos de Remígio, Prata e Amparo, com 34 produtores com certificação orgânica. 

Portal Destaque Vencedora Algodao

 A agricultora familiar, Suzana Cordeiro de Aguiar, de 24 anos, moradora do assentamento Queimadas, distrito de Remígio (PB), é uma das associadas com a certificação. Filha de produtores rurais, ela explica que os pais foram sua 
 grande inspiração para seguir no trabalho no campo. “A trajetória de luta deles me fez querer continuar. Desde 2006 eles produzem algodão consorciado com feijão e milho. E é essa forma de plantio vem nos salvando, porque moramos
 em uma terra que sofre com a estiagem, e o algodão é muito resistente e se adapta muito bem a nossa região”, disse.

 Izabel Cristina da Silva Santos, uma das responsáveis pela tecnologia participou em Brasília da cerimônia de premiação. “A repercussão do prêmio está sendo grande em todo o estado da Paraíba. Enquanto éramos anunciados 
 vencedores em Brasília, todos estavam aqui festejando. Pretendemos fazer um encontro para que todos os agricultores conheçam o troféu e assistam ao vídeo que a Fundação BB fez. A felicidade aqui é geral”, declarou.

 Por ser primeira colocada, a iniciativa receberá R$ 50 mil, destinados à expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da tecnologia social. Outras duas tecnologias sociais também foram premiadas nesta modalidade. Em segundo 
 lugar, a  Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá (CE), recebeu R$ 30 mil pela metodologia Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo, Já o terceiro lugar ficou para a 
 Cooperativa Central Justa Trama, de Porto Alegre (RS), que recebeu R$ 20 mil pela tecnologia A trama do algodão que transforma.

 A premiação deste ano teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

 


Assista ao vídeo para conhecer o trabalho desenvolvido nos municípios paraibanos

 

 

  

Confira os vídeos de todas as Vencedoras 2019 clicando aqui na playlist

Galeria de fotos Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano

 

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 Portal Interno Mulheres Agroecologia

Premiação certifica tecnologias sociais que contribuem para o desenvolvimento social no país

Numa época não muito distante, a independência financeira para mulheres agricultoras era vista como um sonho difícil de ser alcançado. Apesar de contribuírem com as atividades nas plantações e colheitas, muitas vezes, cabia às mulheres também a responsabilidade dos afazeres domésticos, do tratamento de animais e da criação dos filhos – tarefas que impossibilitavam outras atividades para gerar renda extra e não depender exclusivamente dos proventos garantidos pelo homem da casa. De alguns anos para cá, a realidade no campo mudou. A agricultura familiar se fortaleceu e com ela, o protagonismo feminino vem se destacando pelo país. Um exemplo vem de Flexeiras, no interior de Alagoas, por meio da Cooperativa Agropecuária de Alagoas (Coopaal), que desenvolveu uma metodologia para agregar o conhecimento popular das mulheres da região e, ao mesmo tempo, possibilitar a venda de produtos em feiras da localidade.

Segundo Paulo Rodrigues Agra, diretor-presidente da Coopaal, a ideia começou há pouco mais de três anos, quando se identificou a oportunidade de trabalhar com o beneficiamento de alimentos da sociobiodiversidade local. Nesta ocasião foi construída a Casa de Beneficiamento de Produtos Agroecológicos, para a fabricação de doces e geleias de frutas, além de outros produtos como bolos, pães e biscoitos. “Realizamos cursos com as mulheres da comunidade com a finalidade de escoamento da produção. Atendemos o grupo de mulheres cooperadas que fornecem a matéria-prima e hoje aproximadamente 600 pessoas são beneficiadas diretamente”, explica. 

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   A agricultora Júlia da Silva Palmeira (foto), 57, é uma dessas pessoas. Nascida em Santana de Ipanema, no sertão alagoano, ela reside em Flexeiras desde 2010. Nessa época ainda trabalhava na roça, junto ao marido, para a subsistência do casal e cinco filhos. 

  “Antes eu trabalhava só na roça para ajudar com a renda de casa. Plantava macaxeira, principalmente. Depois que comecei na cooperativa a vida melhorou muito. Com a produção de geleia, doces e principalmente do pão caseiro de raízes, consigo uma renda melhor do que antes. Tem uma procura boa nas feiras, porque só trabalhamos com produtos saudáveis ”, avalia a cooperada.

  Primeiro lugar

  A solução “Mulheres Protagonistas no Beneficiamento de Produtos Agroecológicos” foi vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social de 2019, que identificou metodologias para o protagonismo feminino na gestão da produção agroecológica com a premiação especial Mulheres na Agroecologia. A Coopaal foi premiada com R$ 50 mil, destinados à expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da tecnologia social.

 A premiação deste ano teve a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Assista ao vídeo para conhecer o trabalho desenvolvido em Flexeiras (AL)

 

Confira os vídeos de todas as Vencedoras 2019 clicando aqui na playlist

Galeria de fotos Mulheres Protagonistas de Flexeiras (AL)

 

 

 

 

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Portal Interno   premioTS

Em sua décima edição, Prêmio da Fundação BB teve a participação da primeira dama, Michelle Bolsonaro e contemplou soluções de transformação social

A Fundação Banco do Brasil e os parceiros do Prêmio de Tecnologia Social 2019 anunciaram nesta quarta-feira, 16, as iniciativas vencedoras deste ano. A cerimônia foi realizada em Brasília (DF) com a presença de 600 convidados - representantes da diretoria executiva do Banco do Brasil, entidades parceiras, finalistas do prêmio, representantes do governo federal, embaixadas e organismos internacionais e demais convidados. O resultado final significou o reconhecimento e a conclusão de meses de muita expectativa, principalmente às iniciativas participantes.

As tecnologias sociais foram desenvolvidas por organizações sociais, instituições de ensino e prefeituras, com a participação da comunidade e com grande potencial de promover transformações sociais.

Presente no evento, a primeira dama do Brasil e presidente do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado - Pátria Voluntária, Michelle Bolsonaro, saudou a Orquestra Arte Jovem, de Ceilândia (DF) pela apresentação durante a premiação, e parabenizou a Fundação BB pelo evento. “É uma alegria participar dessa cerimônia. Que honra estar entre tantas pessoas empenhadas em contribuir com um Brasil mais justo, solidário e inclusivo. Sabemos que a transformação que todos queremos só será possível com a união de todos os setores de nossa sociedade. A prática do voluntariado é um ato de humanidade, civilidade e amor. Esse tipo de trabalho gera impactos benéficos para toda a sociedade”, disse.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, agradeceu pela parceria na premiação especial Primeira Infância. “Estar aqui na companhia de todos vocês é muito importante. E quero dizer que a Fundação BB cumpre um papel importantíssimo, não só porque patrocina e premia tecnologias sociais, mas por ser um pivô de articulação das outras instituições que fazem um trabalho maravilhoso na área social. Aqui é uma celebração da solidariedade humana, da compaixão. E nós ainda temos uma longa trajetória para superar as dificuldades, a recessão, o desemprego, para chegar a um lugar melhor para todos", declarou.

"Acredito que todos aqui conhecem o Banco do Brasil. Não somos um banco social, mas somos um banco que tem metade do seu capital pertencente a acionistas privados, mas nem por isso ele deixa de observar a sua responsabilidade social. E essa responsabilidade se materializa em dois canais: os Centros Culturais (CCBB) e a Fundação BB. Por meio de um, nós promovemos a cultura de diversas formas e com a Fundação BB, a nossa preocupação principal é com a inclusão social”, destacou Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil.

O anfitrião do evento e presidente da Fundação BB, Asclepius Soares (Pepe), enfatizou como o prêmio tem sido importante para o desenvolvimento do país. “Hoje é uma data especial, porque estamos na décima edição do Prêmio Fundação BB. Esse que talvez seja o maior do terceiro setor. E por que ele persiste há tanto tempo? Há mais de 18 anos? Porque a temática é importante. As tecnologias sociais têm seu valor. Elas provam que existem muitas maneiras de resolver problemas complexos, de maneiras simples, e um exemplo é o soro caseiro, as cisternas de placas implementadas no semiárido brasileiro. E é por isso que a tecnologia social é apaixonante”, disse Pepe.

Estiveram presentes também na cerimônia, Gabriela Rocha, gerente de comunicação do Instituto C&A, Gerson Wlaudimir Falcucci, diretor-presidente da Ativos S.A., João Vagnes de Moura Silva, presidente da BB Tecnologia e Serviços, Daniela Arantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNNDES), Maria Claudia Ferrari Castro, diretora do Departamento de Tecnologias e Programas de Desenvolvimento Sustentável e Sociais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Carlos Arboleda, residente adjunto do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD), Márlova Jovchelovitch Noleto, representante da Unesco no Brasil e Gustavo Chianca, representando a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Sobre o Prêmio

Desde 2001, a cada dois anos, a Fundação BB realiza a premiação, que é considerada um dos principais eventos que certifica e premia tecnologias sociais. Em dez edições, o Prêmio de Tecnologia Social recebeu mais de 7.800 inscrições, elegeu 69 vencedoras e possibilitou R$ 4,8 milhões em premiações. A premiação deste ano recebeu 801 inscrições. Dessas, 123 tecnologias sociais passaram a fazer parte da plataforma digital Transforma (transforma.fbb.org.br), que abriga as iniciativas certificadas nas dez edições do Prêmio de Tecnologia Social da Fundação BB. A Transforma foi remodelada a partir do antigo Banco de Tecnologias Sociais (BTS).


Veja a classificação


Premiação especial: Mulheres na Agroecologia

1º lugar

Mulheres Protagonistas no Beneficiamento de Produtos Agroecológicos, da Cooperativa Agropecuária de Alagoas – Flexeiras (AL)

2º lugar
Pitanga Rosa: agroecologia, saúde e qualidade de vida, da Associação Pitanga Rosa - Chapecó (SC)

3º lugar
Programa Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável - PEADS , do Serviço de Tecnologia Alternativa - Ibimirim (PE)

Premiação especial: Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico

1º lugar
O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano, Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar – Remígio (PB)

2º lugar
Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo, da Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá – Tauá (CE)

3º lugar
A trama do algodão que transforma, da Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS)

Premiação especial: Primeira Infância

1º lugar
Visitação domiciliar na primeira infância – da Secretaria da Saúde - Porto Alegre (RS)

2º lugar
Programa Primeira Infância Ribeirinha (PIR) – da Fundação Amazonas Sustentável - Manaus (AM)

3º lugar
Programa Municipal de Aleitamento Materno - PRÓ-MAMÁ - da Prefeitura Municipal de Osório RS - Osório (RS)

Categoria Internacional
1º lugar
Escuelas Ambientalmente Sostenibles y Cultura 3 R - Instituto Nacional de Bienestar Estudiantil (INABIE) - Santo Domingo - República Dominicana

2º lugar
Las compras públicas para un modelo territorial de comunidades indígenas MayaCh´orti´, da Asociación para el desarrollo integral de productores del Área Ch´orti´ - Chiquimula – Guatemala

3º lugar
Programa Ondas Atlántico para la generación temprana de vocaciones cientificas, da Universidad Simón Bolívar – Barranquilla – Colômbia

Categoria nacional: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital

1º lugar
Auditoria Cívica na Saúde – do Instituto de Fiscalizacão e Controle - Brasília (DF)

2º lugar
Arquitetura na Periferia - do Instituto de Assessoria a Mulheres e Inovação – IAMÍ - Belo Horizonte (MG)

3º lugar
Origens Brasil – do Instituto Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora - Piracicaba (SP)

Categoria nacional: Educação

1º lugar
Vamos enCURTAr essa história? – do Erem Frei Orlando – Itambé (PE)

2º lugar
Escola Ativa - do Instituto Esporte & Educação - São Paulo (SP)

3º lugar
Tecnologias Sociais e Formação em Ciências da Natureza de Educadores do Campo – da Universidade Federal de Viçosa – Viçosa (MG)

Categoria nacional: Geração de Renda

1º lugar
A trama do algodão que transforma – da Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS)

2º lugar
CLOC (Criatividade – Lógica – Oportunidade – Crescimento) – do Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação - Santa Luzia do Itanhy - (SE)

3º lugar
Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente – do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) – Tefé (AM)

Categoria nacional: Meio Ambiente

1º lugar

Reuso de resíduos vítreos de aterros sanitários: meio ambiente e renda - da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Toledo - Toledo (PR)

2º lugar
Plantando Águas – do The Green Initiative - São Paulo (SP)

3º lugar
Sistema Miyawaki de restauração de ecossistemas na Amazônia - do Instituto Amigos da Floresta Amazônica - ASFLORA - Benevides (PA). 

 

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