Segunda, 23 Dezembro 2019 11:06

Fundação BB, 34 anos de transformação

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Braço social do Banco do Brasil, a Fundação BB celebra três décadas de conquistas e realizações

Há 34 anos, o Banco do Brasil acreditou que era possível contribuir para a inclusão social dos brasileiros e instituiu a Fundação Banco do Brasil.

A trajetória da Fundação BB é marcada por iniciativas de inclusão socioprodutiva, promoção das tecnologias sociais e projetos nas áreas de educação e meio ambiente. O alcance dos programas, espalhados em todo território brasileiro, foi potencializado pela articulação de parcerias e ampliação do investimento social.

Nos últimos 10 anos, foram destinados mais de R$ 2,8 bilhões em recursos, aplicados em 6,1 mil projetos sociais, com a participação de 3,6 milhões de pessoas em dois mil municípios brasileiros.

Esses números só são alcançados com o apoio dos funcionários do Banco do Brasil, que no seu dia a dia contribuem, direta ou indiretamente, com as iniciativas desenvolvidas pela Fundação. BB.

“A história da Fundação Banco do Brasil se entrelaça com as de muitos brasileiros. Nossa atuação busca potencializar oportunidades de inclusão e de cidadania. Com o apoio do nosso Instituidor Banco do Brasil, atuamos de forma contemporânea, integrada e participativa contribuindo com o desenvolvimento sustentável do país, declara Rogério Bressan Biruel diretor de desenvolvimento social - FBB.

A Fundação BB busca ser reconhecida pela sociedade como uma instituição que fomenta e multiplica soluções para a transformação socioambiental do país, atuando com as melhores práticas de governança e integridade, buscando mobilizar recursos por meio de novas parcerias com investidores sociais.


Investimento no futuro

O Programa Integração AABB Comunidade, é um dos projetos mais antigos da Fundação e o que mais investe no futuro das novas gerações. Há 30 anos, o Programa promove o desenvolvimento socioeducativo de crianças e adolescentes em todo o país.

Fruto da parceria entre a Fundação BB e a Federação Nacional de Associações Atléticas do Banco do Brasil - FENABB, o programa oferece complementação escolar para estudantes de escolas públicas, com idades entre 6 e 18 anos incompletos, por meio de ações educacionais que ampliam a consciência cidadã e da formação de educadores sociais.

Em 2019, o AABB Comunidade esteve presente em 220 municípios brasileiros, com 30.138 participantes e cerca de R$ 16 milhões foram investidos na iniciativa.

O Presidente da FENABB, Rene Nunes dos Santos, fala do compromisso mútuo com a Fundação Banco do Brasil, em prol de um objetivo comum: assiduidade do AABB Comunidade. “A história do Programa muito orgulha a FENABB por vários motivos. Uma ação social que nasceu do espírito comunitário de dirigentes do Sistema AABB, que viram no acesso de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social às instalações e serviços das AABBs uma oportunidade de combate e enfrentamento das desigualdades sociais. Nesse contexto, a parceria com a FBB, além de consolidar o Programa com metodologias pedagógicas de vanguarda, permitiu um crescimento exponencial no número de jovens e crianças atendidas. Hoje, ao parabenizar a Fundação Banco do Brasil pelos seus 34 anos de atividades, ratificamos e agradecemos por essa parceria sólida e integrada, que faz com que o Programa AABB Comunidade represente, tanto para a FENABB como para a Fundação, e o próprio Banco do Brasil, um gesto efetivo e representativo de inclusão social, com seus mais de 30 mil participantes por ano”, pontuou.


Inovação e Tecnologia Social

Desde 2001, a Fundação BB, com o apoio de parceiros, dissemina o conceito da tecnologia social - método capaz de solucionar algum tipo de problema social e que atenda aos quesitos de simplicidade e fácil reaplicabilidade.

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que teve sua 10ª edição em 2019, tornou-se o principal instrumento de identificação e certificação de metodologias inovadoras no Brasil e no exterior.

Realizada a cada dois anos, a premiação, que é considerada uma das mais importantes do Terceiro Setor, já recebeu mais de 7.800 inscrições, elegeu 69 vencedoras e possibilitou o aporte de R$ 4,8 milhões em prêmios.

As tecnologias sociais certificadas são divulgadas em uma plataforma colaborativa disponibilizada pela Fundação BB: a Transforma! que reúne soluções simples, testadas e certificadas. São experiências e conhecimentos capazes de gerar efetiva transformação social. A ferramenta permite que as pessoas divulguem suas iniciativas e entrem em contato com instituições de diferentes regiões do Brasil e da América Latina.

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Iniciativa tem recursos da Fundação BB, BNDES e Fundo Amazônia

A Fundação Banco do Brasil divulgou o resultado preliminar dos dois últimos processos seletivos do Ecoforte, voltados para redes de organizações de extrativismo ou produção orgânica com base na agroecologia.

O Edital número 2017/030 é destinado a novas propostas de redes ou à consolidação das já atendidas pelo certame do Ecoforte realizado em 2014, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas.

Confira o resultado preliminar, clique aqui.

Serão investidos até R$ 18,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de propostas já beneficiadas pelo Ecoforte, com aporte entre R$ 300 e 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão.

A outra seleção que teve o resultado preliminar divulgado é o Regulamento de número 2017/031, uma chamada direta voltada à implantação e melhoria de empreendimentos econômicos coletivos de organizações já conveniadas pelo edital de 2014. Estão previstos até R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil a R$ 500 mil.

Confira o resultado preliminar do regulamento, clique aqui.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inclusão socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.
Encontre mais informações na seguinte página: https://www.fbb.org.br/pt-br/ecoforte2017

A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia.

Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

Confira mais informações sobre o edital em fbb.org.br/ecoforte2017

Assista ao vídeo da oficina sobre o Edital Ecoforte, com informações sobre o processo de inscrição, realizado no VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia.

Programa Ecoforte
Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

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Hortas comunitárias em conjuntos habitacionais populares melhoram alimentação das família e a convivência entre moradores 

Plantar na horta comunitária e levar para mesa hortaliças e verduras fresquinhas, sem agrotóxicos, além de ganhar uma renda extra com a venda para os vizinhos, são alguns dos benefícios que moradores de conjuntos habitacionais populares estão colhendo em projetos realizados em oito estados do Brasil: Bahia, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e São Paulo.

"Aprendi a comer coisas que eu nem sabia que existiam. Rúcula é uma delas", conta Maria Alves, moradora do conjunto habitacional Recanto do Sobrado, na região rural de Casa Nova (BA). Maria e outros 22 moradores do residencial trabalham no cultivo. Cada um é responsável pelo plantio em uma área de 100 metros quadrados. As hortaliças que não são consumidas, são encaminhadas para venda em mercados locais e restaurantes e para encomendas dos moradores por telefone.

"Está tendo muita procura. Fala que é orgânico, aí vende bastante. O que mais sai é coentro, alface e couve ", conta Maria. Agora eles pensam em ampliar a produção e se organizar para vender na feira livre na área central do distrito de Santana, que faz parte do município.

As hortas comunitárias integram o projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts), da Fundação Banco do Brasil, e busca complementar o trabalho social dos empreendimentos habitacionais populares, como instrumento de promoção do desenvolvimento comunitário. Atualmente, estão abertas inscrições em novo edital para credenciar entidades sem fins lucrativos para realizar trabalho de mobilização comunitária nos conjuntos residenciais voltados à população com renda inferior a R$1.800. Saiba mais sobre o edital, clique aqui.

No estado do Paraná, na cidade de Arapongas, a horta comunitária também foi opção dos moradores do Residencial Arapongas III. "Agora a gente come à vontade, na hora em que queremos. Por ser horta orgânica, as pessoas estão gostando muito. O projeto foi um presente para a gente", diz Fátima Aparecida de Abreu, escolhida como coordenadora pelos participantes.

Fátima também notou outro benefício trazido pelo trabalho coletivo: a união dos moradores. A mesma percepção é demonstrada pela moradora Vandenilda Aparecida Claro, do residencial Piacenza, também na cidade de Arapongas. "A gente ficou feliz porque era um conjunto que precisava muito de uma coisa para unir as pessoas. No começo, a maioria não conversava uns com os outros, tinha brigas, conflitos. Hoje basicamente todo mundo conversa, são amigos", observou Vandenilda, conhecida por Duda e presidente da associação de moradores.

Dentro do residencial Raimundo Suassuna, em Campina Grande (PB), as hortas foram montadas em três equipamentos públicos: uma creche e duas unidades de saúde. E estão gerando satisfação nos participantes e frequentadores dos espaços.

"Estamos tentando fazer clientela com quem vai se consultar nas unidades de saúde, porque antes havia mato no local e agora há horta com muitas hortaliças. O pessoal fica muito admirado e no outro dia já vem comprar", explica Alvina Gonçalves Brasil, da Cáritas Regional Nordeste 2, entidade responsável pela realização do Muts em Campina Grande.

Mobilização comunitária

Desde 2015, 55 residenciais populares que contam com financiamento do Banco do Brasil em todo o país iniciaram o Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts).

Em cada empreendimento onde é implantado o projeto, os moradores passam por uma metodologia de mobilização e organização comunitária, chamada “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” e participam de oficinas de educação financeira e outras capacitações. Depois de formado um grupo de moradores mobilizados, eles escolhem uma tecnologia social entre quatro opções possíveis: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores” e “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”. Esta última foi a escolhida pelos participantes dos projetos mencionados nesta página.

A divulgação deste assunto contempla sete Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano 2030.

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Aporte de R$ 1,2 mi vai permitir a continuidade do projeto e a inclusão social de 2 mil atendidos em São Paulo

Uma parceria entre a Fundação BB, a Rede Cidadã e Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (SMADS) de São Paulo, firmada na última sexta-feira, 24, irá possibilitar a inclusão social de 2 mil pessoas em situação de rua na capital. Trata-se de projeto que mobiliza empresas, movimento sociais e o poder público para preparar e encaminhar moradores de rua para atividades empreendedoras ou inclusivas dentro do programa Trabalho Novo, iniciado este ano.

Inicialmente, empresas aptas para o projeto são cadastradas e mobilizadas. Também são identificadas pessoas atendidas que queiram participar da ação em 24 unidades de acolhimento da cidade para serem capacitadas. Após esta fase, os participantes são encaminhados para entrevistas de emprego e, caso sejam efetivados, são monitorados para avaliar a adequação aos postos de trabalho.

O investimento social da Fundação BB é de R$ 1,2 milhão, com a contrapartida de cerca de R$ 108 mil da Rede Cidadã. "O recurso investido pela Fundação permitirá a continuidade de um projeto que está dando certo. Já inserimos no mercado mais de 1,5 mil pessoas em situação de rua e atingimos uma taxa de permanência de 80 por cento", afirma a coordenadora do projeto, Tatiana Carvalho.

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Iniciativa em parceria entre a Fundação Banco do Brasil e Arcah vai oferecer capacitação para atuação em plantio trabalho rural e acompanhamento psicológico

A Fundação Banco do Brasil assinou parceria com a Associação de Resgate à Cidadania por Amor a Humanidade (Arcah) para a inclusão social e produtiva de 200 pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo por meio da implantação de uma horta-escola agroecológica. O projeto Cidadão Sustentável será instalado em um terreno no bairro Cidade Jardim de cerca de 10 mil metros quadrados, com a construção da sede da escola agroecológica e implantação da primeira horta urbana.

O bairro foi escolhido por ter um centro de convivência, dois centros de acolhida e dois serviços especializados de abordagem às crianças, adolescentes e adultos em situação de rua. Nestes equipamentos será feita a triagem dos participantes do projeto - homens na faixa de 18 a 55 anos com perfil para o projeto.

Os alunos farão três meses de capacitação em permacultura, empreendedorismo e experiências práticas em agroecologia, além de passarem por acompanhamento psicológico durante todo o processo.
Após o ciclo de aprendizagem de cada turma de capacitação, o aluno de maior envolvimento será contratado como auxiliar para se tornar multiplicador de conhecimento. Os outros participantes que concluírem a capacitação serão certificados, podendo ser encaminhados ao mercado de trabalho rural, por meio de parceria com agricultores parceiros do Cinturão Verde de São Paulo).

O investimento social da Fundação BB será de R$ 594 mil, em recursos não reembolsáveis, com a contrapartida de cerca de R$ 162 mil da Arcah. A iniciativa também conta com a parceria da Prefeitura de São Paulo. "Por meio do apoio da FBB e de outros parceiros, o projeto impactará diretamente e diariamente as pessoas em situação de rua, e também indiretamente a comunidade no entorno. A expectativa é gerar transformação, fortalecimento na vida das pessoas em situação de rua e a reintegração social da sociedade em que vivemos", afirma Gabriela Poit, coordenadora do projeto.

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Convênio entre a Fundação BB e a Governo do Estado cria dois polos de ensino musical nos municípios de Monteiro e Sousa

A Fundação BB e o Governo da Paraíba assinaram convênio nesta sexta-feira, 29, para a implantação de dois polos de ensino musical em Monteiro e Sousa, no interior do Estado. Os novos centros integram o Programa de Inclusão Através da Música e das Artes (Prima). O Investimento social da Fundação BB é de R$ 400 mil e será utilizado na compra de instrumentos musicais.

Criado em 2012, o Prima promove o acesso à educação musical de crianças e jovens de idades entre 8 e 18 anos, residentes em áreas de vulnerabilidade social. Atualmente, o programa atende aproximadamente 1.500 estudantes da rede pública de ensino, com aulas de teoria e prática musical em instrumentos de cordas, sopro e percussão, além de canto coral.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destacou a importância do apoio. “O Prima tem como finalidade a inclusão social por meio da música e da arte, o que tem relação muito próxima com o nosso lema - Inclusão que Transforma. Não há nada mais inclusivo que a educação. O diferencial do projeto é permitir que essas crianças e suas famílias tenham novas perspectivas de futuro”.

Somados aos polos existentes nas cidades de João Pessoa, Conde, Santa Rita, Campina Grande, Guarabira, Patos, Cajazeiras, Catolé do Rocha e Itaporanga, o Prima passará a atuar em 16 polos, com foco em áreas mais carentes.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, ressaltou que muitas das crianças atendidas jamais imaginariam tocar um instrumento musical ou participar de uma orquestra. “A música proporciona o aprendizado sobre a disciplina e a construção da cidadania. A parceria com a Fundação BB era antigo desejo, devido a sua atuação pela inclusão socioprodutiva. Essa parceria é uma motivo de muita alegria”.

A divulgação deste projeto contempla um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Atividades futuras serão voltadas para a redução da pobreza, a promoção da inclusão socioprodutiva e do desenvolvimento sustentável do Brasil

Reduzir a pobreza e promover o desenvolvimento sustentável no País são as expectativas do memorando de entendimento firmado na terça-feira, 7, entre a Fundação BB e o CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina. A atuação conjunta viabilizará projetos de inclusão socioprodutiva, relacionados aos temas Agroecologia, Agroindústria, Água, Educação e Resíduos Sólidos e voltados à adaptação ou mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

O acordo prevê a realização de atividades que amplifiquem a atuação das instituições, tais como estudos e pesquisas, capacitações, intercâmbio de informações, elaboração de publicações e disponibilização de recursos para apoio a projetos conjuntos. “Para nós, esta cooperação é muito valiosa, uma vez que possibilita ao CAF e à Fundação um trabalho conjunto na valorização da inovação social voltada para a melhoria da qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável", declarou Victor Rico, diretor-representante do banco no País.

O primeiro fruto da parceria será o apoio do CAF na realização do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, reconhecimento bienal que identifica, certifica e promove as tecnologias sociais efetivas na resolução de problemas sociais. O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, explicou que neste ano a certificação de tecnologias sociais contará com uma categoria internacional e que a expertise e o respaldo do CAF podem fortalecer o prêmio. "Esse ano é importantíssimo que o CAF esteja conosco porque  vamos identificar tecnologias da América Latina e Caribe que possam ser reaplicadas no Brasil", afirmou.

Fundado em 1970, o CAF é um banco de desenvolvimento formado por 19 países – 17 da América Latina, além da Espanha e Portugal – e 14 bancos privados da América Latina. A instituição promove um modelo de desenvolvimento sustentável por meio de operações de crédito, recursos não reembolsáveis e apoio em estruturação técnica e financeira de projetos aos setores público e privado.

A realização deste projeto contempla seis Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação BB vai destinar R$250 mil para implantação de projeto piloto e formação de pescadores em Governador Valadares (MG)

Transformar pescadores extrativistas, responsáveis pela pesca predatória, em piscicultores, que trabalham com a reprodução dos peixes, é um dos principais objetivos do convênio que foi firmado nesta terça-feira (20) entre a Fundação Banco do Brasil e a Associação dos Pescadores e Amigos do Rio Doce (APARD), em Governador Valadares (MG).

A proposta é a implantação de um projeto piloto de piscicultura, por meio da instalação de tanques redes no Rio Corrente, localizado nas proximidades da rodovia BR 381, que liga os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Além disso, oito pescadores da região vão receber treinamentos semanais para a criação de peixes de maneira sustentável, para geração de renda e o aprendizado de um novo exercício da profissão.

O projeto vai beneficiar pessoas que viviam da pesca no Rio Doce, que ficou poluído após o rompimento da Barragem do Fundão, no município de Mariana, melhorar a qualidade da água e promover a recuperação e o desenvolvimento sustentável da vida aquática na região.

O recurso da Fundação BB, em parceria com o BNDES, de cerca de R$ 250 mil vai ser investido na aquisição de motor de popa, barco de alumínio, uma plataforma flutuante, kit de qualidade da água, rolos de corda, contêiner, um computador, impressora, entre outros.

Para o presidente da APARD, José Francisco Abreu, o convênio vai ajudar também a reduzir a pesca predatória. “Nós queremos fazer com que os pescadores nos ajudem a preservar o rio. Com o exercício dessa nova atividade, eles vão poder gerar renda e entender que o peixe silvestre na água vale mais do que na feira. A gente quer ver o Rio Doce com práticas sustentáveis para no futuro ter um rio rico em vida“.

Projetos Bacia do Rio Doce

As ações de inclusão socioprodutiva na região da Bacia do Rio Doce fazem parte de um acordo entre a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, anunciados no início de 2016. Na primeira etapa, a Fundação BB havia previsto destinar R$ 10 milhões para apoio a projetos nas áreas urbanas e rural, sendo que 80% serão direcionados a 36 municípios em Minas Gerais e 20% em quatro municípios do Espírito Santo.

Assim como projeto de Governador Valadares, até o final de 2016, 42 outras propostas já foram aprovadas e devem ter início, com o repasse de cerca de R$8,7 milhões. Outros R$500 mil, estão previstos para o começo de 2017.

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Quinta, 01 Setembro 2016 16:12

Parcerias

O relacionamento com parceiros é um tema chave na estratégia da Fundação Banco do Brasil. O contato transparente, harmonioso e produtivo, bem como a participação ativa dos nossos parceiros, é tratado como prioridade no planejamento e execução das nossas ações.

Por meio do apoio dos nossos parceiros estratégicos, viabilizamos o desenvolvimento das ações que transformam a vida dos participantes dos nossos programas e projetos sociais.

A estratégia revisada em 2019 prevê atuar prioritariamente por meio de programas estruturados que demonstrem geração de valor compartilhado para os stakeholders; e impactar positiva e efetivamente um número significativo de pessoas no Brasil, por meio de ações diretas. Essa atuação também tem como objetivo a promoção da transformação social, a disseminação de tecnologias sociais, a valorização de redes, a sinergia de ações com os parceiros estratégicos, dentre outros.

BNDES - Fundo Social

O estabelecimento da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ocorreu em 08 de setembro de 2009, por meio da formalização do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 09.2.0708-1, e ampliada em 2015, por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 15.2.0773-1 com o objetivo de implementar ações sociais voltadas à estruturação de empreendimentos solidários urbanos e rurais em cadeias produtivas, na reaplicação de tecnologias sociais e no desenvolvimento territorial com foco em inclusão socioprodutiva e desenvolvimento sustentável. O BNDES disponibiliza recursos do Fundo Social, destinados ao cumprimento desses objetivos.

Em 2019, a parceria entre a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) completou 10 anos, com a marca de realização de investimento social de cerca de R$ 423 milhões e implementação de 469 projetos voltados à inclusão socioprodutiva e ao desenvolvimento sustentável em todo o território nacional, em alinhamento com as políticas públicas direcionadas para a redução da pobreza. As ações realizadas beneficiaram diretamente mais de 250 mil pessoas e contribuíram para a melhoria da qualidade de vida dos públicos apoiados na construção de uma sociedade inclusiva.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17174

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17175

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17177

BNDES - Fundo Social - Reaplica TS - Lista de Participantes - Projeto 12.323

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 15407



BNDES - Fundo Amazônia

A parceria entre a Fundação BB e o Fundo Amazônia foi formalizada em 18 de junho de 2012, por meio da celebração do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 12.2.0435-1, entre a Fundação BB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, gestor do Fundo Amazônia.

O objetivo é atuar em projetos que promovam o desenvolvimento de atividades produtivas, alinhados à conservação e ao uso sustentável do Bioma Amazônia.

A parceria possibilitou a realização do investimento social integrado às diversas estratégias e ações promovidas pelos entes públicos no Bioma Amazônia, dentre os quais se destacam os programas governamentais, Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAmPlano Amazônia Sustentável - PAS, Programa Arco Verde Terra Legal, Bolsa Verde e ATER Extrativista do Governo Federal.

A atuação da Fundação BB com os projetos no Bioma Amazônia está de acordo com as suas diretrizes estratégicas, considerando que se trata de uma região ainda carente de apoios institucionais públicos e privados e que possui potencialidade para a realização de ações de desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade e disseminação de tecnologias sociais agroecológicas, visando a promoção da inclusão socioeconômica e produtiva.

A priorização da temática extrativista no fomento de projetos para o Bioma Amazônia alinha-se também à demanda da sociedade civil pelo reconhecimento do serviço ambiental prestado pelos povos extrativistas e promove condições para o desenvolvimento econômico social sustentável do Bioma, com respeito ao ser humano e ao meio ambiente.

Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica apoia as iniciativas da Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas e Rede Encauchados de Vegetais da Amazônia, além da estruturação de 33 empreendimentos econômicos coletivos de beneficiários de Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável localizadas no Bioma Amazônia para beneficiamento e comercialização de produtos da sociobiodiversidade.

Foram celebrados 53 convênios com a predominância de iniciativas nos estados do Amazonas, Rondônia, Amapá e Pará, alcançando 23.296 participantes distribuídos entre povos indígenas, extrativistas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16978

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16799

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16767

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16888

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16777

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16821

 

Água

Em 2017, a Fundação BB e o BNDES investiram R$ 10 milhões para construção de 726 cisternas de água de produção, ampliando o número de famílias atendidas nos Estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Água de Produção Contrato

Água de Produção - Lista de Beneficiários

Água de Consumo - Lista de Beneficiários

Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15.500

Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15.500 - Aditivo

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 16.421

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.355

Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 16.109

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.369

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.487



Agroecologia

A parceria apoia as ações do Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica. O objetivo do programa é diversificar e ampliar a capacidade produtiva, intensificar as práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica. Em 2019, foram investidos cerca de R$ 17,4 milhões nos projetos selecionados no âmbito do Edital 2017/030 e Regulamento 2017/031 – Redes ECOFORTE.

Ecoforte Extrativismo - Lista de Beneficiários - Projeto 14847

Ecoforte Extrativismo - Lista de Beneficiários - Projeto 16793

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14531

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14535

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14537

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14546

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14558

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14589

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14615 

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14638

Ecoforte Redes - Lista de Beneficários - Projeto 14656

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14680

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14779

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14836

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14837

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14961

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14989

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14599

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14746

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14767

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14598

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14606

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14586

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14631

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14601

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14565

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 17213

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14612

Agroindústria

O Programa Terra Forte tem por objetivo apoiar a implantação de empreendimentos coletivos agroindustriais em projetos de assentamentos da reforma agrária, criados ou reconhecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA.

O Programa atende a três cooperativas, dentre as dez que tiveram projetos aprovados pelo Comitê de Investimentos do Programa Terra Forte.

Cooperativa dos Produtores de Erva-Mate Ltda - Coopermate - Ampliação e modernização da agroindústria de erva mate e mix de chás para infusão;

Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita - Coopan - Estruturação de abatedouro e frigorífico de suíno e bovino;

Cooperativa da Agricultura Familiar de Paraíso - Cooapar - Estruturação da cadeia produtiva do leite em assentamentos de reforma agrária da região de Andradina – Laticínio e tanques de expansão.

Terra Forte Contrato

Terra Forte Reporte - Setembro/2018

Terra Forte Reporte - Outubro/2018

Terra Forte - Lista de Beneficiários - Projeto 14.796

Terra Forte - Lista de Beneficiários - Projeto 15.184


Resíduos Sólidos

O Programa Cataforte, em sua terceira fase, tem como objetivo estruturar as redes solidárias de empreendimentos de catadores de materiais recicláveis, de modo a possibilitar avanços na cadeia produtiva de valor e inserção no mercado da reciclagem.

Cataforte - Participantes - Projeto 12535

Cataforte - Participantes - Projeto 12308

Cataforte - Participantes - Projeto 12307

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