Portal Interno Certificadas

As 123 iniciativas já integram o Banco de Tecnologias Sociais e concorrem à premiação final. Na foto, a tecnologia social Mulheres e Agricultura Urbana fortalecendo redes, de Recife (PE).

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social certificou 118 iniciativas brasileiras e cinco da América Latina e do Caribe, nesta décima edição do concurso. As novas tecnologias são das cinco regiões do Brasil e passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS). Da região Nordeste: Alagoas (3), Bahia (6), Ceará (5), Pernambuco (5), Paraíba (8), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1) e Sergipe (1); região Norte: Amazonas (4), Pará (2) e Roraima (1); região Sul: Rio Grande do Sul (10), Santa Catarina (4) e Paraná (9); região Sudeste: Espírito Santo (1), Minas Gerais (12), Rio de Janeiro (13) e São Paulo (25); e da região Centro-Oeste: Goiás (2), Distrito Federal (4), Mato Grosso (1). As internacionais são da República Dominicana (1), Guatemala (2), Colômbia (1) e da Argentina (1). Confira a lista completa aqui.

As metodologias foram reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já foram implementadas em âmbito local, regional ou nacional e passíveis de serem reaplicadas. A premiação é destinada a entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil e países da América Latina e do Caribe.

A próxima fase da premiação será a divulgação da lista com as 24 finalistas, prevista para a segunda quinzena deste mês. Esta seleção leva em conta critérios de: efetividade, inovação, sistematização da tecnologia e a interação com a comunidade, que também analisa o potencial de transformação social e a reaplicabilidade das iniciativas. As vencedoras serão anunciadas no evento de premiação, previsto para acontecer em outubro.

As finalistas vão concorrer a R$ 700 mil em prêmios divididos entre as categorias nacionais: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação; Geração de Renda e Meio Ambiente e as premiações especiais: Mulheres na Agroecologia, Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico e Primeira Infância, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada uma das categorias . A edição deste ano também irá reconhecer três iniciativas do exterior na categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação, Geração de Renda e Meio Ambiente.

As 21 finalistas nacionais e as três finalistas internacionais vão ganhar um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Além disso, serão convidadas a participar do Encontro de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), antecedendo a noite de premiação.

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Banco de Tecnologias Sociais

O BTS é uma base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda, Saúde. Acesse aqui para conhecer.

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Portal Desalinizador

Foram 781 inscrições nacionais e 20 internacionais; evento de premiação está previsto para outubro

A décima edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social recebeu propostas de 25 estados da federação e do Distrito Federal. Ao todo foram inscritas 801 iniciativas, sendo 781 da categoria Nacional e 20 da categoria Internacional.

O estado de São Paulo enviou o maior número de inscrições, 154, seguido pelo Paraná com 87. Já a categoria com mais propostas recebidas foi Educação, com 370 iniciativas. As inscrições internacionais vieram da Argentina, Colômbia, Guatemala, Honduras, Peru e República Dominicana, totalizando 20 iniciativas.Para as premiações especiais foram cadastradas 355 propostas, todas inseridas nas categorias nacionais, sendo 96 para Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico; 100 para Mulheres na Agroecologia e 159 para a Primeira Infância.

Representante TS Dessalinizador

A partir de agora uma comissão julgadora da Fundação BB certificará as tecnologias sociais que passarão a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS). As experiências precisam ser reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já implementadas em âmbito local, regional ou nacional e passíveis de serem reaplicadas. O BTS é uma base de dados on-line que reúne atualmente 986 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Acesse aqui para conhecer o BTS. A divulgação das tecnologias sociais certificadas está prevista para a primeira quinzena de julho. 

Ainda na primeira quinzena de julho também serão conhecidas as 24 finalistas . A seleção leva em conta o mérito de efetividade, inovação, sistematização da tecnologia e a interação com a comunidade. Para a escolha das tecnologias finalistas, além dos critérios anteriores, o júri considera também o potencial de transformação social e a reaplicabilidade das iniciativas. As vencedoras do Prêmio serão anunciadas em no evento previsto para acontecer em outubro.

Neste ano, o total da premiação é de R$ 700 mil, divididos entre as categorias nacionais: "Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”; “Geração de Renda" e "Meio Ambiente” e as premiações especiais: “Mulheres na Agroecologia”, “Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico” e “Primeira Infância”. O Prêmio é destinado a instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe.

A categoria Internacional irá reconhecer três iniciativas do exterior, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções de impacto social. Propostas que promovam a igualdade de gênero e o protagonismo e empoderamento da juventude receberão um bônus de 5% na pontuação total obtida na classificação final, conforme previsto no regulamento.

Nesta edição, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

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Portal Maior Algodão  
 Foto: Tatiane Cardeal                                                                                                                                                                                                                                                                                           

Categoria especial conta com o apoio do Instituto C&A, um dos parceiros do Prêmio de Tecnologias Sociais 2019

Que o algodão é um produto popular no Brasil e no mundo, muita gente sabe, afinal ele representa uma das principais cadeias produtivas por ser a matéria-prima de produtos têxteis como roupas, tecidos, toalhas e tapeçaria. As sementes do algodão também são utilizadas para a produção de óleos e farinhas. O que muita gente não sabe é que o cultivo do algodão convencional pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente – uso excessivo de recursos hídricos e contaminação do solo - além de trazer prejuízos à saúde de agricultoras e agricultores.

Para mudar este cenário, muitas ações e pesquisas estão enfatizando o cultivo do algodão agroecológico nos últimos anos. O termo, ainda desconhecido por muitas pessoas, refere-se ao uso de práticas que envolvem uma produção consorciada (algodão e alimento), proporcionando uma vida digna para as trabalhadoras e trabalhadores rurais, além de reduzir o impacto socioambiental na produção do algodão. Tudo isso por meio de ações integradas e independentes das comunidades, envolvendo técnicas de gestão e trabalho coletivo.

Para valorizar esta prática sustentável do cultivo do algodão, a Fundação Banco do Brasil, que realiza o Prêmio de Tecnologias Sociais, abriu uma categoria especial na edição deste ano: “Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico”. O objetivo é identificar tecnologias sociais de modelos de gestão e governança de organizações e comunidades na produção agroecológica do algodão. A proposta veio por meio do Instituto C&A, um dos parceiros da premiação em 2019 e que atua na transformação da moda para uma atividade mais justa e sustentável.

Luciana Pereira, gerente de matérias-primas sustentáveis do Instituto, explica que o cultivo do algodão agroecológico envolve técnicas que causam impacto mínimo ao meio ambiente, consorciando o plantio do algodão com outras culturas agrícolas. “No processo de produção do algodão agroecológico são empregadas práticas de conservação do solo e de água, além de ser incentivada a organização comunitária”, diz. Ela também destaca que a forma de cultivo garante uma produção agrícola com qualidade, amplia a renda de pequenos produtores e reduz os riscos de contaminação química. “Esse incentivo traz não só ganhos ambientais, mas também de saúde ao reduzir a aplicação de químicos na lavoura”, conclui.

A premiação

Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social reconhece e certifica iniciativas como boas práticas e que podem ser reaplicadas em todas as localidades do país. Para isso a Fundação BB desenvolveu o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), que hoje conta com 986 projetos certificados durante os 18 anos em que organiza o Prêmio.

As inscrições para o Prêmio estarão abertas até o dia 21 de abril. Para ler o regulamento os interessados devem acessar o site fbb.org.br/premio. Podem participar da premiação entidades sem fins lucrativos como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da Sociedade Civil e órgãos governamentais, de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil e nos demais países da América Latina ou do Caribe.

Além da premiação especial da Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico, o Prêmio também irá reconhecer iniciativas em outras quatro categorias nacionais: "Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”; “Geração de Renda" e "Meio Ambiente”, outras duas premiações especiais: “Mulheres na Agroecologia” e “Primeira Infância,” totalizando R$ 700 mil reais em premiações. Além disso, também há a categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; "Educação", “Geração de Renda” e “Meio Ambiente”. Todas as instituições finalistas irão receber um troféu e um vídeo retratando sua iniciativa.

Nesta edição, o Prêmio conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Publicações sobre o algodão agroecológico

Quer conhecer mais sobre o Algodão Agroecológico? A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) também é uma das parceiras do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social e tem se dedicado ao apoio de iniciativas e boas práticas na agricultura familiar do setor algodoeiro nos países da América Latina e do Caribe. Você pode conferir abaixo algumas publicações disponibilizadas pela organização sobre o tema. Confira os links abaixo para fazer o download:

http://www.fao.org/3/a-i6958o.pdf

http://www.fao.org/3/a-i6956o.pdf

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Instituição em Guararema (SP) oferece cursos para lideranças comunitárias, camponeses, agentes de saúde, jovens, indígenas e quilombolas

Da ideia de proporcionar uma formação integral gratuita a agricultores familiares e integrantes de movimentos sociais nasceu a Escola Nacional Florestan Fernandes, no município de Guararema, região metropolitana de São Paulo. A metodologia de ensino une conhecimentos da cultura e da experiência dos participantes com conceitos teóricos em filosofia, história, economia política, relações sociais, direitos humanos e manifestações artísticas. Além dos debates em sala de aula, fazem parte da formação o trabalho doméstico, na limpeza e manutenção da escola, e o produtivo, nas hortas, pomares, jardinagem e na programação cultural, que permite aos participantes mostrar expressões artísticas de suas comunidades. A iniciativa é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, na categoria Educação.

Os cursos têm conteúdos semelhantes com formato adaptado ao público: pode ser turma de jovens, de mulheres camponesas, de cooperados de entidades de agricultura familiar ou turma de lideranças comunitárias, por exemplo. Há também cursos de formação de agentes comunitários de saúde e os voltados a atender educandos de outros países, principalmente da América Latina.

Gabriela Giacomelli, que faz parte da Organização Pátria Grande, em Córdoba, na Argentina, já fez um curso para lideranças e, atualmente, frequenta a pós-graduação em estudos sociais latino-americanos. "A escola tem uma pedagogia popular baseada em princípios de participação e horizontalidade, que reconhece experiências dos sujeitos e a questão de gênero. Além disso, oferece formação bem ampla, com troca de expressões culturais e linguagem artísticas de diversos países. Isso qualifica muito nossas intervenções na realidade. Desse método, a gente aprende a construir espaços de formação onde a gente atua", afirma Gabriela.

A duração dos cursos varia de uma semana a três meses. As turmas formadas por trabalhadores rurais residentes no Brasil costumam ter alternância de período – duas semanas na escola e dois a três meses em casa. "A alternância facilita colocar em prática cada etapa do que está aprendendo aqui. No retorno, os alunos trazem as dificuldades que encontraram em sua comunidade e têm oportunidade de rever o conteúdo", explica a coordenadora geral da escola, Rosana Cebalho Fernandes.

Construção coletiva
O projeto político pedagógico começou há 12 anos com o envolvimento de cerca de mil voluntários, de diversos estados brasileiros, para construir as dependências da escola. Os recursos vieram da venda do livro-disco “Terra”, composto por fotos de Sebastião Salgado, texto de José Saramago e músicas de Chico Buarque. Atualmente, os recursos para a manutenção e funcionamento são obtidos por meio de doações de organizações e movimentos sociais, além da colaboração individual voluntária.

Até 2016, a Escola Nacional Florestan Fernandes realizou mais de 500 atividades, entre visitas, cursos nacionais, cursos internacionais, encontros e seminários, beneficiando mais de 40 mil pessoas.

Sobre o Prêmio

A fase final do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social irá selecionar vencedoras entre 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em 23 de novembro. Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito de soluções para problemas sociais mantido pela Fundação BB.

Nesta edição, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Visite a tecnologia social no BTS 

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio 

Veja aqui a lista das 173 certificadas

Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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