Projeto foi criado para disseminar conteúdos, oferecer capacitação para regentes e músicos e ser ferramenta para a troca de conhecimento

Desde que foi lançado, em 2018, o Orquestrando o Brasil já reúne 160 grupos musicais espalhados pelos estados de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo.

A plataforma digital idealizada pelo maestro João Carlos Martins com o apoio da Fundação Banco do Brasil, SESI/SP e FIESP disponibiliza notícias e vídeos de capacitação técnica e artística, além do treinamento necessário para que regentes e coordenadores se tornem agentes mobilizadores da sociedade, coordenando apoios locais e ampliando o acesso das suas comunidades à cultura, possibilitando também a organização e formação de orquestras infantojuvenis ou adultas, reunindo os conjuntos locais que atuam de forma independente.

O portal visa construir uma relação permanente e on-line de suporte e informação, tendo como objetivo principal ajudar os grupos nas complexas tarefas de organizar uma orquestra e contribuir para que eles aprimorarem suas apresentações. A plataforma também dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local.

Para fazer parte do projeto, os grupos interessados devem fazer a inscrição neste link: https://www.orquestrandobrasil.com.br/grupos-integrantes/

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Tecnologia social utiliza a música e a arte para promover a inclusão social; além do DF, metodologia será reaplicada no Maranhão

João Gabriel é um garoto lindo, alegre, mas que depende de orientações para tudo que vai fazer, até mesmo executar as tarefas mais simples, como escovar os dentes e tomar banho.

Aos 2 anos e 6 meses de idade, foi diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista-TEA, isso após seus pais, o bancário Sérgio Rocha e a professora Érika Dinato, perceberem que ele não respondia às suas solicitações quando era chamado. Mais tarde, vieram as estereotipias (movimentos repetitivos) nas mãos que aos poucos foram se intensificando, e foi aí que eles começaram a peregrinação para descobrir o que o filho tinha. Já com o diagnóstico, o desafio era buscar formas de inclusão e de ampliar as possibilidades de socialização.

Prestes a completar 12 anos, João Gabriel é um dos 22 atendidos pela tecnologia social “Uma Sinfonia Diferente - musical para pessoas com autismo”, do Instituto Steinkopf, de Brasília (DF). Vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de 2017, na Categoria Saúde e Bem-Estar, a metodologia foi idealizada pela musicoterapeuta, Ana Carolina Steinkopf, em 2015, e utiliza a música e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) no acompanhamento do autista.

A iniciativa envolve pessoas com autismo verbal e não-verbal e, no caso de João Gabriel, o foco é na atividade motora fina e estímulo à socialização. "Ele adora comer e ter contato com água, no caso piscina, rio, mar e chuveiro; gosta de cama elástica, de se balançar e ficar deitado em superfícies planas. Quando estimulado, adora dançar.Vejo muito progresso após fazer parte do Sintonia. Ele já desenvolveu a noção de espaço; gosta de rodopiar e quando é estimulado, dança e maneja os instrumentos musicais. Hoje já percebe que existem outros como ele", conta o pai, chamado de Serginho.

Nesse final de semana, o grupo fez duas apresentações do musical “Todas as formas de amor e de amar”, na Sala Plínio Marcos da Funarte. A primeira, para os parceiros do projeto; e a segunda foi aberta ao público em geral. O espetáculo contou um repertório diversificado voltado para o universo infantil como – Peixe Vivo, Tumbalacatumba, Se Você está Feliz - e com muitas brincadeiras no palco. Para que tudo fosse acontecesse foram realizados ensaios semanais, durante seis meses, com objetivo terapêutico e de aprendizagem das músicas e coreografias.

De acordo com Ana Carolina, o espetáculo deste ano foi todo produzido pelas pessoas com autismo. Os mais velhos do grupo foram os responsáveis pela a escolha do nome do espetáculo, roteiro, luz, cenário e figurinos. Tudo foi pensado neles, para que fosse um momento de diversão, em que eles pudessem mostrar seus potenciais e que a sociedade veja que as pessoas com autismo são muito mais do que só ficarem num cantinho, elas conseguem ser protagonistas de suas próprias histórias”, declarou Carol.

Da turma também participa o João Lucas, de nove anos, que está na projeto há três e não perde um ensaio. “O João Lucas já se desenvolveu muito. Aqui é onde nos encontramos com outras mães de autistas. O projeto tem feito muito bem para meu filho, e acredito que para todos que participam. A Carol é um amor de pessoa, sempre pronta a ajudar”, disse Lena Silva, mãe do João Lucas.

E o que falar de Daniel Cavalcanti? Jovem esperto e muito inteligente, que se envolveu em todas as fases do musical. Veja o que ele diz.


Desmistificação

Amar, cuidar e tratar de uma pessoa com autismo não é uma tarefa fácil. Os pais precisam de uma rede de apoio que vai do aspecto econômico ao psicossocial. Se informar sobre os direitos do filho, buscar tratamento especializado e ter tempo para se dedicar às tarefas cotidianas, muitas vezes, gera ansiedade e tristeza

Serginho diz que esta crença de que pais e mães de pessoas com autismo são especiais não ajuda, pelo contrário, esconde os desafios diários. “Não somos super-heróis; precisamos de ajuda dos familiares, da sociedade, do poder público. Não é porque somos 'especiais' que não temos cansaço, raiva, tristeza e frustração”, afirma.

Para ele, desmistificar estas crenças mostra que há grandes desafios no cuidado de um autista e precisa ser discutido de forma ampla. Além disso, em uma sociedade cada vez mais competitiva, o conceito de ser bem sucedido também precisa ser questionado. “Num mundo onde o sucesso é um valor, é preciso que ressignifiquem o que é sucesso para pessoas com dificuldades”, avalia.


Reaplicabilidade

Após ser vencedor do Prêmio de Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, a metodologia ganhou mais visibilidade, aumentou o número de crianças e jovens atendidos e criou mais uma turma em Brasília. Nos próximos dias, o método começará a ser reaplicado na cidade de São Luís (MA). A TS também foi vencedora do Edital do Fundo de Apoio à Cultura de Porto Alegre. A iniciativa e outras 985 formam o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB, um acervo online com todas as metodologias certificadas pela organização desde 2001.

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Iniciativa faz parte do Projeto Orquestrando o Brasil, que tem como símbolo o maestro João Carlos Martins

Foi lançado no início de setembro o portal do “Orquestrando o Brasil”, projeto do Banco do Brasil e Fundação BB (FBB) em parceria com a entidade Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho (FEAC). O portal é uma das ações previstas para disseminar o conhecimento entre músicos profissionais e amadores. A proposta é estabelecer contato com integrantes de corais, bandas, orquestras e outros técnicos que atuam na área. A plataforma irá construir uma relação permanente e online de suporte e informação, tendo como objetivo ajudar estes grupos na complexa tarefa de organizar uma orquestra e contribuir para que eles aprimorem suas apresentações.

Com visual moderno e atrativo, fácil navegação e conteúdo atualizado, a nova ferramenta servirá para a disseminação da cultura e do conhecimento, oferecendo notícias e vídeos de capacitação técnica e artística, além do treinamento necessário para que os regentes e coordenadores também se tornem agentes mobilizadores da sociedade, desenvolvendo apoios locais e ampliando o acesso das suas comunidades à cultura. O conteúdo do portal é aberto para todos neste primeiro momento, mas somente as pessoas cadastradas poderão acessar conteúdos exclusivos como repertórios e aulas que são direcionadas para músicos e coordenadores participantes.

Orquestrando o Brasil

O Orquestrando o Brasil tem como símbolo o seu idealizador, o maestro João Carlos Martins. A iniciativa é como é uma expansão do Orquestrando São Paulo, projeto que nasceu há dois anos e hoje reúne 70 orquestras e já capacitou mais de 200 regentes. “Queremos formar um exército de maestros, mostrar a sua importância fazendo uma grande transformação social através da música”, afirma o maestro.

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Músicos da Estrutural participam da programação junto a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional e do saxofonista americano Branford Marsalis

Música erudita e jazz juntos, com uma pegada de inclusão social. O projeto CCBB in Concert traz a Brasília o saxofonista estadunidense Branford Marsalis, que subirá ao palco acompanhado pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, em única apresentação no dia 16 de junho, na área externa do CCBB Brasília.

Os concertos se iniciam a partir das 16h com os jovens instrumentistas do Instituto Reciclando Sons, uma iniciativa certificada como tecnologia social e premiada em 2015 no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Juventude. Em atividade na Cidade Estrutural, o projeto tem como objetivo promover a inclusão social, por meio da música, de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.

Em seguida, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional sobe ao palco, tocando obras de Bach, Villa-Lobos, John Williams (trilha sonora de Star Wars) e muito mais. Antes de iniciar o repertório de jazz, o saxofonista estadunidense apresenta algumas músicas em conjunto com a orquestra brasiliense.

No evento, haverá um área exclusiva com cadeiras em frente ao palco, cujo acesso é condicionado à doação de 1kg de alimento não perecível.

Sobre o saxofonista

Nascido em Nova Orleans e filho de pianista, Branford Marsalis começou a atividade na música ao tocar clarinete – o que abriu as portas para o saxofone, sua especialidade. O amor do jazz se intensificou ainda mais quando entrou na faculdade. Entre os trabalhos feitos pelo músico, está a participação em shows de Sting, vocalista da banda inglesa The Police. Ele também já participou de uma turnê em homenagem aos 50 anos da morte de Heitor Villa-Lobos, que passou pelos Estados Unidos com a Orquestra Philarmonica Brasileira, conduzida por Gil Jardim. Em 2010, fez a primeira participação na Orquestra Filarmônica de Nova Iorque, onde chegou a atuar como solista em uma série de concertos.

Programação:

- 16h - Reciclando Sons;

- 18h - Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional;

- 20h - Branford Marsalis;

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Fundação BB apoia iniciativa de inclusão socioprodutiva por meio de oficinas para crianças e jovens

O projeto "Divina Providência", criado em parceria com o Centro de Formação da Divina Providência, em Encruzilhada do Sul (RS), que atualmente tem mais de 25 mil habitantes, recebeu investimento social de R$ 170 mil. A entidade atende cerca de 130 crianças e adolescentes de famílias de baixa renda do município distante 170 km de Porto Alegre, com ações socioeducativas, como oficinas de artesanato, ludicidade e culinária, além das aulas de capoeira, judô, informática, música e teatro.

A instituição, criada em 2003, há tempos está com estrutura física desgastada e necessita de reparos e outras obras. Com o apoio recebido da Fundação Banco do Brasil, começou a manutenção do espaço para adequá-lo ás necessidades dos jovens. Também foram adquiridos materiais didáticos, pedagógicos e equipamentos como geladeira e armário.

Elisa Maria, tesoureira da entidade, informou que serão instaladas lixeiras aramadas, destinadas ao recolhimento do lixo seco, nas imediações da instituição que fica na Vila da Fonte.  “Temos um programa de Educação Ambiental no qual incentivamos nossos alunos a recolherem material reciclado, e eles são retribuídos com uma pontuação criada, a da moeda estrela”, disse.  Elisa explicou que esta bonificação proporciona a entrega de material arrecadado junto á comunidade, tal qual material escolar e vestuário.
 
A comunidade vizinha ao Centro de Formação é constituída em sua maioria por trabalhadores rurais que fazem a colheita em grandes plantações, sendo conhecidos como trabalhador rural sazonal.  

Além do apoio da Fundação BB neste projeto a entidade promove ações socioeducativas e de inclusão socioprodutiva com o auxílio de parceiros como Fundação do Bem - grupo Tramontina, prefeitura municipal, secretaria estadual do trabalho e desenvolvimento social, Banrisul além de representantes do meio empresarial do município.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Tecnologia utiliza a música como inclusão social para a pessoa com autismo e sua família

Diferentemente do que muitas pessoas imaginam, a pessoa com autismo é capaz de desenvolver aptidões para a música e outras atividades. Prova disso é o que vem fazendo a tecnologia social, “Uma Sinfonia Diferente - musical para pessoas com autismo”, do Instituto Steinkopf, de Brasília (DF).

Idealizada pela musicoterapeuta, Ana Carolina Steinkopf, em 2015, a metodologia utiliza a música e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) no acompanhamento do autista.

O método consiste em quatro etapas: inscrição e seleção dos participantes; ensaios em pequenos grupos; apresentação pública; e retorno aos ensaios, com a avaliação sobre a evolução dos atendidos. As fases são acompanhadas por uma equipe formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais.

Finalista na categoria Saúde e Bem-Estar, do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, a iniciativa busca conscientizar a população em geral, além de incluir socialmente a pessoa com autismo como protagonista e agente cultural. O projeto ainda promove a saúde e bem-estar dos autistas e seus familiares.

Segundo a musicoterapeuta, a ideia surgiu da vontade de entender o universo da pessoa com autismo a partir das reclamações dos pais sobre as dificuldades de integrar seus filhos. Ela sonha em expandir o método para todo o Brasil e, a partir de pesquisa de mestrado prevista para 2018, consolidá-lo como metodologia científica.

“Uma Sinfonia Diferente é um pedaço de um grande sonho de tornar o Instituto Steinkopf um centro de referência em autismo, com foco na valorização do potencial das pessoas, com centro acadêmico de pesquisas e atendimentos clínicos de excelência”, relata.

Luciana Ribeiro, mãe de Gabriel Luiz, de sete anos, procurou ajuda no Instituto a partir de reportagem que assistiu na TV. “Meu filho já tinha um diagnóstico fechado e resolvi procurar o grupo pela ausência de terapias em grupo para autistas. Nesses dois anos é perceptível como ele está mais sociável. Lá ele é tratado como igual. Foi na música que o Gabriel descobriu o outro”, declara."

A iniciativa promove diversas atividades em grupo, como estimulação musical, ensaios e apresentações. O próximo show está marcado para 19 de outubro às 19 horas na Sala Plínio Marcos da Funarte, em Brasília.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem início na infância e está associado à dificuldade na comunicação (alteração na fala), socialização e a comportamentos repetitivos que têm ocorrência em diferentes contextos.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Prêmio
Assim como esta iniciativa, o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social tem outras 17 tecnologias nacionais e três internacionais concorrendo à premiação final. As vencedoras serão conhecidas no mês de novembro em cerimônia realizada em Brasília (DF). Esta edição tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio 
Veja aqui a lista das 173 certificadas 
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.


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Cordas em Concerto atende cerca de 50 crianças, jovens e adultos na cidade de São Simão (SP)

Um lugar onde todos têm a mesma chance de aprender a tocar um instrumento musical de cordas, desde crianças até os idosos. O projeto Cordas em Concerto da Associação Simonense de Cultura – SOS Cultura, em São Simão (SP), procura democratizar os conhecimentos de instrumentos musicais eruditos.

Por meio da parceria com Fundação Banco do Brasil, a iniciativa recebeu investimento social de R$ 68 mil, que permitiu a continuidade das aulas de violino, violoncelo, viola erudita e contrabaixo, atendendo a 50 participantes. O recurso será usado também na recuperação de instrumentos musicais e na contratação de serviço de consultoria especializada para suporte técnico do projeto.

A Associação Simonense de Cultura - SOS Cultura foi criada em 2001, com o objetivo de recuperar o Theatro Carlos Gomes, construído em 1896 no município, e de dinamizar a cultura, tendo como enfoque principal a oferta de oportunidades para as camadas mais vulneráveis da sociedade, num trabalho de inserção social e cultural de crianças, jovens e adultos da comunidade local.

De acordo com Denise Gimenez de Oliveira, voluntária no projeto e aposentada do Banco do Brasil, não há pré-requisitos para participar das aulas. Basta o aluno escolher a qual o instrumento irá se dedicar. “Aqui nós atendemos todos que têm interesse em aprender. Depois dos testes, os estudantes irão avaliar suas aptidões e identificar o instrumento que mais gostam de tocar”. Segundo a voluntária, as aulas proporcionam a integração dos alunos buscam dentro das oportunidades oferecidas. onde todos buscam o entrosamento e se sentem iguais, com as mesmas chances.

“É uma satisfação testemunhar a parceria da Fundação BB. O projeto foi um marco para a nossa juventude e não pode parar. É gratificante ver adolescentes e jovens lendo partituras e executando instrumentos de cordas que não são tão simples de serem tocados”, declarou Luís Roberto Bimbati, ex-funcionário do Banco do Brasil e também voluntário do projeto

A divulgação deste projeto contempla um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.
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