Donos da Editora Mol, sócios Roberta Faria e Rodrigo Pipponzi, foram escolhidos em votação online no Prêmio Empreendedor Social 2018

Criadores da Editora Mol, Roberta Faria, 37, e Rodrigo Pipponzi, 38, venceram a 14ª edição do Prêmio Empreendedor Social 2018, na categoria Escolha do Leitor. Com 80,1% dos 516.395 votos, os vencedores tiveram um engajamento recorde, conquistando a preferência desde o inicio da votação e mantendo a liderança.

A Mol produz revistas e livros que são vendidos em parceria com redes de varejo, e a verba revertida é destinada a ONGs. Com os produtos socioeditoriais, a empresa social já distribuiu R$ 25 milhões em doações para ONGs. A categoria Escolha do Leitor, de patrocínio exclusivo da Fundação Banco do Brasil, recebeu mais de 515 mil votos ao longo dos 40 dias que a votação ficou no ar no site da Folha. A votação foi feita com base nos vídeos de um minuto em que os empreendedores contaram a própria história e a de sua iniciativa.

O anúncio foi feito na cerimônia do Prêmio Empreendedor Social na noite desta segunda-feira (12), no Teatro Porto Seguro, em São Paulo. "Os maiores recursos são os amigos que a gente pode ter. Nossa equipe tem uma capacidade de engajar de fazer inveja a boyband", disse Roberta ao receber o troféu. "Da mesma forma que a gente consegue se unir como grupo, sabe da responsabilidade que isso traz. Vamos honrar cada um dos votos", disse Rodrigo.
Roberta e Rodrigo foram duplamente vencedores ao ganharem também na avaliação do júri o Prêmio Empreendedor Social 2018.

Faria e Pipponzi disputaram com os outros cinco finalistas – Pedro Paulo Diniz, 48, da Fazenda da Toca; e Luke Dowdney, 46, da Luta pela Paz – e do Empreendedor Social de Futuro – Mathieu Anduze, 25, e Raphael Mayer, 24, da Simbiose Social; André Biselli, 28, e Victor Castello Branco, 29, da Ecolivery Courrieros; e Júlia Carvalho, 24, da Fast Food da Política, vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social em 2017, na categoria Educação.

"Eu estou muito feliz, dá muito orgulho e segurança participar dessa rede, acho que a gente vai ter trocas incríveis", disse Júlia após a cerimônia, em referência à rede de empreendedores sociais que ela passa a fazer parte por ter sido uma das finalistas.

Julia Fest Food da Politica

Conheça mais sobre a tecnologia social Fast Food da Política


Veja a TS no Banco de Tecnologias Sociais


Acompanhe mais notícias sobre o Prêmio Empreendedor Social 2018

Publicado em Notícias

Leitores poderão escolher entre seis iniciativas finalistas até o dia 8 de novembro

Está aberta a votação para o público escolher uma solução inovadora favorita entre as seis finalistas dos prêmios Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro em 2018, anunciadas nesta segunda-feira (1º). A eleição na categoria Escolha do Leitor vai até o dia 8 de novembro, pelo site do jornal Folha de S.Paulo, e tem o patrocínio da Fundação Banco do Brasil pelo terceiro ano consecutivo.

“Trabalhar com o leitor e colocar para eles essas tecnologias é muito pertinente. Entendemos que o envolvimento das pessoas pode fazer com que elas mudem sua realidade. Essa atuação nas comunidades pode resolver problemas sociais”, afirma Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

Os vencedores na Escolha do Leitor e nos prêmios Empreendedor Social e Empreendedor Social de Futuro serão anunciados em evento no dia 12 de novembro, no Teatro Porto Seguro, em São Paulo.

Finalistas

As seis iniciativas finalistas foram selecionadas entre 160 experiências inscritas em diversas áreas como ambiente, cultura de doação, cidadania, leis de incentivo fiscal, mobilidade e desenvolvimento humano. Abaixo, uma breve descrição das finalistas:

Roberta Faria e Rodrigo Pipponzi são fundadores da Editora Mol, iniciada há dez anos. A Mol busca estimular a cultura de doação no país por meio de produtos socioeditoriais distribuídos em redes de varejo. A venda de revistas, livros e calendários tem a renda revertida para causas. O trabalho já destinou mais de R$ 25 milhões a 39 ONGs, entre elas o Graacc e o Instituto Ayrton Senna.

Pedro Paulo Diniz se dedica à Fazenda da Toca, propriedade da família Diniz, em Itirapina (SP). Em uma área de 2.300 hectares, a fazenda é uma incubadora de sistemas quesimulam padrões da natureza e regeneram o solo sem a utilização de agrotóxicos. A ideia é dar escala ao modelo que integra lavoura, pecuária e floresta para chegar a 1 milhão de hectares.

Já o boxeador e antropólogo britânico Luke Dowdney, idealizador da organização Luta pela Paz, emprega as artes marciais para desenvolver o potencial de jovens de comunidades com alto índice de violência. Criou a primeira academia no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, onde testou a metodologia que replicou em 26 países e impactou 250 mil crianças e jovens vulneráveis.

Os amigos de infância André Biselli e Victor Castello Branco criaram a empresa de logística Ecolivery Courrieros para realizar entregas ecológicas em São Paulo. Com o uso de bicicletas e triciclos, que são também veículos de inclusão, eles empregam ex-presidiários, refugiados e portadores de deficiência.

A designer Júlia Carvalho é uma das idealizadoras da Tecnologia Social Fast Food da Política, que usa jogos online e de tabuleiro para explicar a diferentes públicos como funciona a política no Brasil. A iniciativa inova na linguagem e na forma lúdica para despertar o interesse pelo tema, com o objetivo de promover a formação cidadã e fortalecer a democracia. A solução inovadora foi vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, na categoria Educação.

Os jovens Mathieu Anduze e Raphael Mayer criaram uma plataforma, a Simbiose Social, para democratizar o acesso de organizações sociais a recursos financeiros de empresas. Eles montaram uma base de dados do investimento social do país para facilitar que parte da receita de impostos seja direcionada a projetos culturais, sociais e de sustentabilidade, levando transparência à aplicação dessa verba.

Os finalistas concorrem a prêmios como bolsas de estudos, cursos de gestão, assessoria jurídica e mentorias, e terão seus perfis publicados em um caderno especial da Folha, que circulará em 13 de novembro. Este ano, os finalistas também participarão da primeira edição do Festival de Inovação e Impacto Social)  realizado em Poços de Caldas (MG), de 2 a 7 de novembro.

Para votar, clique aqui

Publicado em Notícias

 Portal large DiálogosTransformadores

Evento transmitido pela TV Folha fará parte de minidocumentário no canal “Diálogos Transformadores”

Representantes da ONU, governo federal e do terceiro setor estiveram reunidos nesta quarta-feira (23) para debater as transformações promovidas pelas tecnologias sociais no Brasil. Sob o tema Diálogos Transformadores: soluções que mudam realidades, o evento também contou com a participação de empreendedores sociais que já desenvolvem projetos reconhecidos no país, como o Fast Food da Política, Grupo nÓs, Coletivo Reciclagem e Saladorama. O conteúdo do debate servirá como matéria-prima do minidocumentário no canal Diálogos Transformadores. O encontro foi organizado pela Folha de S. Paulo e contou com o patrocínio da Fundação Banco do Brasil. Veja alguns destaques:

Portal   BOX 1

Portal   BOX 2

Portal   BOX 3

Portal   BOX 4

Com a palavra: metodologias que já transformam realidades

Representando a tecnologia social Fast Food da Política, Júlia Carvalho, explicou que a iniciativa tem o propósito de ensinar conceitos ligados ao funcionamento do estado, gestão pública e cidadania de forma lúdica. “O jogo é uma ferramenta que propõe a construção da democracia de um jeito plural. Planejamos uma atividade na qual os participantes escolhem políticas públicas que atendam diferentes setores da sociedade”, comentou. A Fast Food da Política foi a vencedora do Prêmio de Tecnologias Sociais, da Fundação BB em 2017.

Cláudia Vidigal, idealizadora do Instituto Fazendo História e da tecnologia social Grupo nÓs: trabalho de preparação para a vida autônoma, relatou que o Instituto está em busca constante da troca de experiências com entidades de outras localidades e países. “Tudo o que se faz é do mundo. Nosso jeito: o que a gente faz é do mundo”, afirmou. A iniciativa foi uma das finalistas do Prêmio de Tecnologia Social, da Fundação BB, em 2017.

Roberto Rocha, integrante do Movimento Nacional dos Coletores de Recicláveis (MNCR), da Associação Nacional dos Carroceiros e Catadores de Recicláveis (ANCAT) e do Coletivo Reciclagem, disse que há o entendimento de que o melhor coletor das garrafas é o catador, que realiza um serviço para a sociedade. "Hoje somos um milhão de catadores no Brasil. Trabalhamos com o que para a sociedade é lixo e pra gente é matéria prima”, afirmou. O Coletivo Reciclagem é uma tecnologia social articulada em parceria com o Instituto Coca-Cola e Ambev e foi certificada pela Fundação BB em 2015, quando ficou entre as finalistas, na categoria Tecnologias Sociais para o Meio Urbano.

Hamilton da Silva, do Saladorama, foi vencedor da categoria Escolha do Leitor do Prêmio Empreendedor Social 2017 por levar comida saudável para as favelas de São Paulo. Hamilton reconheceu que apesar do começo difícil teve muitas portas abertas. “O que vem acontecendo muito no meio social é que muita gente vai com muita sede ao pote. A gente passou a pedir apoio e consultoria, e não somente dinheiro”, afirmou .

Plateia atuante no debate

Empreendedores das rede Folha e Ashoka, líderes de iniciativas e negócios sociais, corporativo e poder público foram convidados para assistir ao evento no auditório da Folha de São Paulo. Regina Amuri Varga era uma delas. Ela é coordenadora de uma casa de apoio que atende crianças cardíacas e transplantadas do coração. Para ela o debate foi interessante pois abordou um olhar multifacetado entre diversas realidades. "Você tem que olhar além do problema que você vivencia, ou seja, através de diferentes experiencias. Estou gostando muito", aprovou a convidada.

 

Conheça as tecnologias sociais convidadas

Portal   BOX DiálogosTransformadores

 

Assista aqui : Diálogos Transformadores na íntegra: 

 

A realização deste projeto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

01ods 100x100 02ods 100x100 03ods 100x100 04ods 100x100 05ods 100x100 06 ods100x100 07ods 100x100 08ods 100x100 09ods 100x100 010ods 100x100 011 ods 100x100 012ods 100x100 013ods 100x100 014ods 100x100 015ods 100x100 016ods 100x100 017ods 100x100

 

 

 

Publicado em Notícias

Proposta é aplicada pela Fast Food da Política que já disponibilizou seus jogos para quatro mil pessoas

É possível aprender algumas regras do sistema político brasileiro no mesmo intervalo de tempo em que uma pessoa come um hambúrguer? A associação Fast Food da Política, sediada em São Paulo, acredita que sim e por isso desenvolveu uma metodologia lúdica para provocar reflexões e diálogos a respeito da política no país. Ela atua há dois anos desenvolvendo jogos interativos e já atingiu cerca de quatro mil pessoas de diferentes perfis e faixas etárias. A metodologia já foi aplicada em escolas, universidades, órgãos públicos, manifestações e eventos culturais. Agora a iniciativa concorre como finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Educação.

A proposta tomou corpo em 2015, em uma grande manifestação em Brasília. A designer Júlia Fernandes de Carvalho e outros colegas saíram de São Paulo com destino à capital federal para aplicar jogos com os manifestantes sobre o sistema político brasileiro. “Ali percebemos o grande desconhecimento acerca do funcionamento das regras e das consequências práticas das reivindicações. Neste momento notamos o poder dos jogos para transformar este cenário”, relembra. Júlia voltou para São Paulo e fundou a associação. “Queríamos garantir um aprendizado político que fosse rápido, delicioso e divertido. Como um fast food”, explica.

A metodologia opera de forma que participantes possam adquirir novos aprendizados, independentemente do grau de conhecimento político que possuem. “Deixando as ideologias de lado, juntamos diferentes perfis de pessoas e faixas etárias para decifrar as regras que regem o funcionamento do nosso Estado. No fim, todos se divertem, aprendem e trocam”, constata a fundadora.

Ao longo dos dois anos de atuação, a equipe já elaborou mais de 80 jogos entre oficiais e protótipos elaborados pelos participantes das oficinas de criação. Quinze deles são sobre o sistema político; cinco são da linha Molho Especial, que trata a questão de gênero e política; os outros jogos são sobre gestão pública. Eles já foram aplicados em cidades como Santos, São Paulo, Jundiaí, Brasília, Cotia e Guarulhos. Atualmente o principal território de atuação é a cidade de São Paulo, mas a partir da certificação de tecnologia social conferida pela Fundação BB neste ano, a iniciativa pode ser reaplicada em outras regiões do país. Veja a proposta no Banco de Tecnologias Sociais.

Reconhecimento como tecnologia social

“Foi ótimo perceber que as pessoas confiam e reconhecem nosso trabalho, além de todo o apoio e o enorme número de pessoas que estão torcendo pela gente”, comenta Júlia sobre ser uma das 21 finalistas na 9ª edição do Prêmio. Para ela, foi uma honra ter chegado à etapa final ao lado de outros projetos tão relevantes. “Isso nos deu mais energia para continuar”, resume. Ela diz que, se vencedora, a Fast Food pretende contar com parcerias em diversas localidades, proporcionando uma atuação em rede e assim realizar o sonho de promover educação política em todos os estados brasileiros.

O adolescente Gustavo Goyes foi um dos jogadores da Fast Food da Política e conheceu a metodologia quando foi aplicada no Centro de Juventude do Jardim Vila Madalena, em São Paulo. “Tem pessoas que vêm aqui, falam e conversam sobre política e nós acabamos não aprendendo nada. Por meio de uma simples brincadeira, os jogos da Fast Food nos ensinaram muito”, relata o estudante.

A analista legislativa da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) Tânia Rodrigues Mendes também é uma das pessoas que reconhecem a iniciativa. “Para definirmos o que o Brasil quer ser quando crescer, a diretriz de ação aplicada com esses jogos é estratégica e com alta funcionalidade político-pedagógica, capaz de fazer as pessoas questionarem seus preconceitos políticos, sociais e culturais, além de perceberem suas limitações e potencialidades”, avalia a servidora que atua no setor há 25 anos.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Acesso gratuito
Todos os jogos estão disponíveis para download no site da associação fastfooddapolitica.com.br. Os arquivos são de utilidade pública, abertos e disponíveis para serem acessados e disseminados livremente. Os recursos materiais necessários são acesso à internet para fazer o download, impressora, papel e cola. As instruções para cada jogo estão presentes nos manuais que também estão disponíveis on-line. A duração da rodada é de aproximadamente 10 minutos.

A edição do 9º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

04ods 100x100 016ods 100x100


 

Publicado em Notícias