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Fundação BB apresenta resultados após o encerramento da etapa de ações emergenciais

Iniciativa da Fundação Banco do Brasil e parceiros, a campanha solidária Brasileiros pelo Brasil encerrou a etapa de ações emergenciais, após seis meses de seu lançamento, chegando à marca de mais de 1 milhão de pessoas beneficiadas.

No total, foram mobilizados R$ 58,3 milhões em recursos em parceria com 97 instituições.

As ações emergenciais consistiram na aquisição da produção da agricultura familiar – mais de 16 mil famílias de pequenos produtores rurais participaram do projeto – para a distribuição de alimentos a pessoas em estado de vulnerabilidade, alcançando todos os Estados do país e Distrito Federal.

Foram entregues 235.953 cestas de alimentos em 885 municípios, por meio de instituições sem fins lucrativos com capacidade técnica e operacional para atuar junto às comunidades. A parceria com a Petrobras permitiu a distribuição de auxílios-gás no valor de R$ 100 para 210 mil famílias.

A campanha contou com doações de parceiros investidores sociais como Banco do Brasil, Petrobras, Fundación Mapfre, BB DTVM, Vibra, Instituto BRF, Cielo, BB Consórcios, BB Seguros, BB Tecnologia e Serviços, Livelo, Alelo, Instituto Max Fabiani e dezenas de empresas que se mostraram envolvidas e sensíveis à causa humanitária associada à geração de trabalho e renda.

Eveline Veloso Susin   pres FBB 300 por 400

A presidente da Fundação BB, Eveline Veloso Susin, registra: “Em outubro do ano passado lançamos uma grande campanha de mobilização, com o apoio do Banco do Brasil, para atender a população mais vulnerável que se encontrava em situação de insegurança alimentar, ainda em consequência da pandemia da Covid-19. A ação humanitária Brasileiros pelo Brasil levou alimentos e esperança para a mesa de brasileiros, gerando renda para famílias de pequenos agricultores. Registramos nossos agradecimentos pela confiança e parceria de todos os envolvidos. Temos convicção de que a união em torno de um propósito tem um poder transformador.”

A Fundação Banco do Brasil dá prosseguimento em 2022 às ações estruturantes do projeto Brasileiros pelo Brasil, construindo pontes de cooperação e ampliando os impactos socioambientais para o fortalecimento da sociedade e o desenvolvimento do Brasil.

Site oficial: https://brasileirospelobrasil.fbb.org.br/

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Sexta, 25 Fevereiro 2022 13:09

Reuso de águas cinzas na agricultura familiar

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Lançada em Natal (RN) iniciativa de reaplicação de tecnologia social que promove sustentabilidade e geração de trabalho e renda

O projeto “Reuso de Águas Cinzas na Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte foi lançado no dia 21.02.2021. A iniciativa, apoiada pela Fundação Banco do Brasil, é resultado da parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Governo - Emater/RN, Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Norte - Funcern do IFRN. O objetivo é viabilizar o reaproveitamento de águas utilizadas em pias, chuveiros e tanques de roupa, após filtragem biológica, na irrigação.

A iniciativa Reuso de Águas Cinzas na Agricultura Familiar tem investimento social da Fundação Banco do Brasil e a Emater – RN participa com a contrapartida de apoio técnico-científico e aporte financeiro. Os técnicos da Emater-RN farão o acompanhamento da execução do projeto.

As atividades planejadas irão atender 44 famílias de agricultores de Alexandria, Alto do Rodrigues, Assu, Lajes e São Paulo do Potengi. O sistema de reuso de água cinza promove uma destinação social e ambientalmente correta à água, normalmente descartada no solo após o uso nas residências (banho, lavagem de pratos, de roupas, pias). As águas cinzas filtradas pelo sistema são direcionadas para um quintal produtivo diversificado e agroecológico.

Os pequenos agricultores do semiárido, que contam com a chuva para o plantio durante apenas três meses do ano, passam a ter um cultivo diversificado e permanente.

Saiba mais

Encontre na Plataforma Transforma! detalhes sobre a tecnologia social Sistema de Bioágua Familiar, que é uma das metodologias adotadas na elaboração da do projeto. A solução foi certificada pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017.

Publicação realizada com o apoio da Assessoria de Comunicação - Gov. RN com imagens registradas pela fotógrafa Elisa Elsie.

 

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Confira vídeo da assinatura da parceria entre a Fundação BB e a Petrobras que está promovento a distribuição de auxílio-gás

A campanha solidária Brasileiros pelo Brasil, uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil, do Banco do Brasil e de parceiros, continua distribuindo cestas de alimentos da agricultura familiar para as pessoas que mais precisam. A ação abrange todas as regiões do País.

Desde seu lançamento, em outubro de 2021, já foram entregues mais 5 mil toneladas de alimentos e, com a parceria da Petrobras celebrada em 20.12.2021, estão sendo distribuídos auxílios-gás, no valor de R$ 100 cada, para que 210 mil famílias possam adquirir seu botijão de gás de cozinha junto aos distribuidores locais cadastrados.

Clique aqui e assista ao vídeo da campanha Brasileiros pelo Brasil com a assinatura desta parceria entre a Fundação BB e a Petrobras.

Além da Petrobras, grandes investidores sociais como a Fundación MAPFRE, BB DTVM, Vibra Energia, Instituto BRF, Cielo, BB Administradora de Consórcios S.A., BB Seguros, Livelo Brasil, Instituto Max Fabiani e outros parceiros uniram esforços para transformar a realidade de milhares de famílias brasileiras.

São parcerias que enchem a mesa de alimentos e a vida de esperança!

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Portal Interno GiraSol

Empreendimento dispõe de alimentos e produtos orgânicos e gera renda para as famílias de mulheres agricultoras

O Armazém GiraSol do projeto “Mulheres Rurais em Rede: Agroecologia, Autonomia Econômica e Autogestão Solidária” foi inaugurado na quarta-feira (05) no Bairro Santana, em Porto Alegre (RS). O espaço de comercialização é fruto da parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a ONU Mulheres e a Cooperativa de Comércio Justo e Consumo Consciente – GiraSol que, em 2019, assinaram um convênio para beneficiar agricultoras familiares, assentadas da reforma agrária e quilombolas do Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro.

Com o investimento social de R$ 849,4 mil, o armazém vai atender 18 empreendimentos femininos em 14 municípios - Maricá (RJ), Magé (RJ), Teresópolis (RJ), Mallet (PR), Inácio Martins (PR), Pitanga (PR), Porto Alegre (RS), Portão (RS), Gravataí (RS), Viamão (RS), Terra de Areia (RS), Torres (RS), Mostardas (RS) e Piratini (RS) – que fazem parte da Rede de Economia Solidária e Feminista (Resf).

Quem visita o espaço encontra geleias, molhos de tomate, farinhas em geral, chás, pastas, grande variedade de grãos, chips de banana, biscoitos, doces, bebidas, derivados de leite e biocosméticos, cultivados sem o uso de agrotóxicos

O local dispõe também de uma cafeteria com lanches e refeições saudáveis, além da promoção de atividades culturais, debates sobre temas da sociedade contemporânea, rodas de conversa e eventos sobre gastronomia, agricultura familiar, sustentabilidade, economia solidária e empoderamento feminino.

De acordo com Tanara Lucas, coordenadora executiva do projeto e responsável pelo armazém, todos estão muito felizes. “O público em geral está estão gostando muito e quando fica sabendo quem são os beneficiados pelo projeto fica ainda mais encantado. O que é mais incrível é que a iniciativa dá a oportunidade das pessoas continuarem fazendo o que sempre fizeram, mas agora de forma organizada. Todos estão mais confiantes e se sentindo mais valorizados, porque trabalham sabendo que têm onde vender seus produtos. E esse é o objetivo, ajudar a esses empreendimentos a gerar renda para as famílias e principalmente valorizar a mão de obra feminina”, declarou.

Serviço:
Armazém GiraSol
Endereço: Avenida Venâncio Aires, 757, Bairro Santana – Porto Alegre (RS)
Horário de funcionamento: De segunda-feira a sábado, das 9h às 19h

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Portal Interno   Milho Crioulo

Empreendimento de uso coletivo será usado para o incentivo da produção, resgate e conservação do milho crioulo na região

 As sementes crioulas desempenham um papel importante na soberania alimentar dos agricultores familiares da região de São João do Triunfo (PR). Elas ajudam no processo de salvaguarda dos saberes e práticas agroecológicas, dando autossuficiência às propriedades agrícolas e condições para uma maior independência econômica das famílias.

Apesar do município ter tradição na conservação e produção das variedades de milho crioulo, os agricultores familiares enfrentavam dificuldades para a comercialização dos produtos. E foi pensando em aprimorar a produção do milho e de seus derivados, que a Fundação Banco do Brasil investiu na implementação da Unidade Agroindustrial de Beneficiamento do Milho Crioulo Ecológico e Livre de Transgênicos. A iniciativa contribuiu  para a diversificação produtiva e na comercialização desses alimentos em mercados locais e para suprir as necessidades de FOTO4uma alimentação saudável, principalmente na merenda das escolas da região. 

A unidade, localizada na comunidade Guaiaca dos Pretos, foi inaugurada no dia 23 de outubro e recebeu investimento social de  R$ 208 mil da Fundação BB, viabilizado no âmbito do Programa Trabalho e Cidadania, Inclusão que transforma. O recurso foi utilizado para construir e equipar a agroindústria e também para  capacitação e formação dos agricultores. O projeto foi apresentado pela Agricultura Familiar e Agroecologia -  AS-PTA, em construção conjunta com o Coletivo Triunfo e apoiado pela Prefeitura Municipal.

De acordo com André Jantara, assessor técnico da AS-PTA, os participantes do projeto são selecionados dentre os grupos de agricultores que participaram de atividades promovidas pelo Coletivo Triunfo, os integrantes da Cooperativa de Agricultores Familiares do Município de São João do Triunfo (Coaftril), Cooperativa de Famílias de Agricultores Ecológicos de São Mateus do Sul (Cofaeco), da  Associação de Produtores Agroecológicos de Palmeira (Apepe) e a  Rede de Guardiões das Sementes.  

Hoje, cerca de 50 agricultores familiares são atendidos com uma perspectiva de aumento para 150 agricultores até a conclusão do projeto, previsto para 2020.

 “Essa parceria veio para ajudar na preservação das sementes crioulas, e é também uma maneira de resistir à contaminação causada pelo milho transgênico, e de resguardar as sementes puras. O projeto foi pensado para ajudar na melhoria da renda das famílias, porque teremos condições de entregar um produto diferenciado, de qualidade, superior ao que existe no mercado”, declarou o assessor.

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Portal Interno Serta Reaplica TS
Mutirão Ciranda será reaplicado em 22 municípios com apoio da Fundação BB e do BNDES

Em abril deste ano, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram as entidades selecionadas para receber investimentos de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, por meio do edital de reaplicação de Tecnologias Sociais. O objetivo da seleção é apoiar iniciativas que promovem a geração de trabalho e renda, localizadas em qualquer parte do país.

O Serviço de Tecnologia Alternativa - Serta, de Ibimirim/PE, foi um dos habilitados para reaplicar a metodologia Mutirão Ciranda – Jovens e Mulheres da Agricultura Familiar. Criado em 1989, o Mutirão Ciranda iniciou suas atividades com mobilizações em pequenas comunidades na busca por alternativas e soluções voltadas à agricultura familiar e à aplicação da ecotecnologias (termo também conhecido como tecnologia verde - um segmento da tecnologia voltado à aplicação de métodos, práticas e resolução de problemas ambientais). O objetivo era envolver estudantes do curso técnico-profissional em agroecologia em iniciativas de promoção do desenvolvimento sustentável, com a inclusão de jovens, mulheres e povos tradicionais na gestão do território e da agricultura.

Segundo Paulo José Santana, um dos educadores no Serta, atualmente os mutirões são planejados em conjunto com as famílias de agricultores para identificar as necessidades e possibilidades locais. "A partir disso são levantados os recursos humanos, de conhecimentos, ferramentas, além de recursos financeiros”, explica.

Reaplicação

Paulo também explica que com a reaplicação desta tecnologia social os mutirões serão realizados em mais 22 municípios, de sete regiões de Pernambuco: Zona da Mata Sul e Norte, Agreste Central e Meridional, Sertão do Moxotó e Sertão do Pajeú. Cerca de 250 pessoas receberão assistência técnica e extensão rural qualificada para transição agroecológica. Deste público, 57% são mulheres, 39% são jovens e 10% de lideranças indígenas das etnias Kambiwá, Xucuru, Fulni-ô e Kapinawá. O investimento social para a execução será de R$ 980 mil.

O fundador do Serta, Abdalaziz de Moura, explica que a participação de lideranças indígenas está sendo fundamental para os mutirões e esta troca de conhecimentos é muito benéfica. “Os índios nos ajudaram a incluir a questão da espiritualidade e da relação entre o território com a natureza, além da valorização da cultura na educação. Em contrapartida, nós os instruímos a recuperar o solo que sofria com erosões, e a utilizar recursos disponíveis nas terras, como galhos, restos de plantas”, afirma.

Socorro França, liderança indígena da etnia Kapinawá, diz que a comunidade tem crescido em conhecimento. “As trocas de experiências são muito boas. Nós aprendemos a recuperar o solo e isso tem sido importante, pois tínhamos algumas terras degradadas”, diz. “Nós índios, estamos acostumados a fazer tudo em grupo. A fazer mutirão. Acho que o projeto também se beneficia dessa nossa experiência”, finaliza.

Dentro da metodologia estão previstos oito cursos temáticos, o desenvolvimento de um plano de comunicação para promover as ações dos mutirões, 12 encontros de intercâmbio para troca de experiências entre as comunidades e 12 semanas pedagógicas, nas quais serão trabalhadas a promoção da dignidade, da qualidade de vida e o protagonismo comunitário.

Certificação de Tecnologia Social

Após ser certificado como Tecnologia Social pela Fundação BB em 2017, o Serta foi capaz de sistematizar o projeto e resgatar elementos históricos, aprimorar objetivos e resultados. De acordo com Santana, com a certificação e a remodelagem para a reaplicação da metodologia em outras regiões, abre-se a possibilidade de investimento de recursos nas comunidades, além de oferecer uma assistência técnica mais especializada para as famílias. “Além disso, também esperamos a construção de cinco feiras orgânicas e cinco cozinhas artesanais que serão implantadas de acordo com o grau de protagonismo e do potencial produtivo de cada município e beneficiário”, explica o educador.

Saiba mais

O Serta é uma escola que oferece ensino técnico de formação profissional em agroecologia para 1.250 estudantes nas unidades de Glória do Goitá, na região da Zona da Mata, e Ibimirim, no sertão do Moxotó, em Pernambuco.

Confira a lista de municípios atendidos com a reaplicação:

Região Metropolitana
Recife, Camageribe, Abreu e Lima, Araçoiaba

Zona da Mata Sul
Palmares, Maraial, Jaqueira, São Benedito do Sul, Quipapá

Zona da Mata Norte
Tracunhaém, Timbaúba, Glória do Goitá

Agreste Meridional
Águas Belas

Agreste Central
São Benedito do Una, Pesqueira, Buíque

Sertão do Moxotó
Ibimirim, Inajá, Betânia

Sertão do Pajeú
Iguaraci, São José do Egito, Solidão

 

 

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GIFE Mulheres em Rede

Parceria entre Fundação BB e ONU Mulheres irá impulsionar agricultoras familiares do Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro

“A gente tem que chorar no começo para sorrir no fim”. Foi com esta frase, que a jogadora Marta da Silva sintetizou como deve ser o investimento para que o futebol feminino brasileiro seja vencedor. O desabafo foi após a derrota para o time da França em junho. Marta, além de ser eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), é embaixadora da ONU Mulheres e reivindica os mesmos direitos para homens e mulheres no futebol.

A metáfora “chorar no começo, para sorrir no fim” é uma realidade para várias mulheres, não só no futebol, mas também na agricultura. Ainda há uma realidade no meio rural, da mulher cuidar da casa, dos filhos, da lavoura, mas a decisão sobre os rumos da produção continuam na mão dos homens. Estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que representa a posição da ONU, aponta que as mulheres são responsáveis por 40% da produção de alimentos no Brasil, mas não possuem os mesmos acessos aos recursos de financiamento agrícola, aos serviços e educação. Porém, em países em que as mulheres alcançam as mesmas oportunidades, a produção agrícola aumenta no mínimo um terço. Isto ocorre porque as mulheres tendem a reinvestir o lucro na produção e no bem-estar da família.

Este é um dos diagnósticos levantados pela ONU Mulheres que possibilitou a parceria entre a entidade e a Fundação Banco do Brasil no projeto Mulheres Rurais em Rede. A união de forças, possibilitou o apoio para o Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense (MMNEPA), em janeiro deste ano, da Associação de Comercialização Solidária Xique Xique, no Rio Grande do Norte e a mais nova entidade beneficiada é a Cooperativa de Comércio Justo e Consciente GiraSol, com sede em Porto Alegre.

O investimento social é de mais de R$ 849 mil e vai atender 18 empreendimentos de agricultoras familiares, quilombolas e mulheres reassentadas pela reforma agrária dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro. Serão 180 mulheres atendidas de forma direta e ao todo, 14 municípios contemplados: Teresópolis, Magé e Maricá no estado do Rio de Janeiro; Pitanga, Mallet, e Inácio Martins no estado do Paraná e; Mostardas, Itati, Torres, Viamão, Gravataí, Taquara, Portão, Piratini no estado do Rio Grande do Sul.

A parceria foi assinada no dia 10 de julho, em Porto Alegre com as presenças do presidente da Fundação BB Asclepius Soares, representante da ONU Mulheres do Brasil, Ana Carolina Querino e das representantes de entidades ligadas ao movimento de mulheres do campo, agroecologia e economia solidária.

Para o presidente da Fundação Banco do Brasil o objetivo da parceria é fortalecer os empreendimentos solidários e econômicos liderados por mulheres e reduzir as desigualdades. “Ao fazer esta parceria com a ONU Mulheres, a Fundação BB contribui ainda mais para a autonomia, geração de renda e protagonismo das mulheres rurais”, avalia.

Capacitação, beneficiamento e comercialização

A Cooperativa GiraSol faz parte da Rede de Economia Solidária e Feminista (Resf) e tem atuação nos três estados que o projeto irá apoiar. Como cada organização está em diferentes estágios no processo de produção e comercialização agroecológica, as ações serão desenvolvidas em três etapas: primeiro a capacitação sobre melhores práticas agroecológicas, fortalecimento dos empreendimentos solidários a partir das realidades locais e beneficiamento e estrutura para comercialização dos produtos.

A coordenadora do projeto Tanara Lucas explica que já há a feira de Teresópolis (RJ) onde as produtoras já comercializam o que produzem, então será fornecido barracas e capacitação para beneficiamento dos produtos para aumentar a renda. Na cidade de Pitanga, no Paraná, a rede de mulheres também tem um espaço de comercialização de produtos agroecológicos, assim, o projeto vai impulsionar a produção de leite, já que a região tem este potencial.

“As mulheres quilombolas aqui do Rio Grande do Sul plantam para a subsistência porque ainda não sabem aproveitar o potencial do solo, então, primeiro faremos as capacitações, depois a estruturação logística e construiremos o armazém por meio da parceria com a Fundação BB. Nossa expectativa é transformar esta dinâmica e estimular estas mulheres quilombolas a produzirem excedente para venda e assim adquirirem autonomia", avalia Tanara. Autonomia que pode ser relacionada com “o sorrir no fim”, como disse a jogadora Marta.

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Portal  Coafarn
Iniciativa beneficiou 2,2 mil cooperados de oito municípios do Estado

Dois mil e duzentos agricultores familiares associados à Cooperativa Central da Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte (Cooafarn) foram beneficiados com o apoio da Fundação Banco do Brasil. O investimento proporcionou o fortalecimento do processo de comercialização de alimentos como frutas, verduras, legumes, queijos e mel produzidos por dez cooperativas filiadas de oito municípios do Estado: Chapada do Apodi, Mossoró, Serra do Mel, Jaçanã, Pureza, Severiano Melo, Assu e Umarizal.

Para contribuir com a melhoria das vendas dos agricultores potiguares foram adquiridas uma envasadora industrial a vácuo para embalar os alimentos e dois climatizadores para conservar temperatura e melhorar a apresentação do produto nas feiras da região. A parceria também permitiu a contratação de consultoria e a produção de materiais gráficos para divulgação da produção dos agricultores em todo o Estado.

Em 2017, a Fundação Banco do Brasil investiu cerca de R$ 70 mil em apoio e fortalecimento a comercialização, com compra de equipamentos de escritório como notebooks, impressora e sistemas de gestão. O primeiro investimento, no valor de R$ 161 mil, aconteceu em 2016 para contribuir com o fortalecimento do processo de comercialização das cooperativas singulares filiadas à cooperativa.

A diretora-financeira da Cooafarn, Fátima Torres, explica os benefícios que a parceria trouxe para os agricultores rurais. “A aquisição dos equipamentos permite melhor conservação e apresentação dos produtos aumentando as vendas. Se conseguimos vender, conseguimos aumentar a renda e melhorar o impacto na economia dos cooperados”, agradece.

A divulgação da produção dos agricultores em todo o Estado também trouxe benefícios para os cooperados. Os produtos, que antes eram vendidos apenas nas feiras dos municípios, agora também são comercializados em Natal. “Nosso mercado ampliou. Não atuamos somente no interior do Estado. Também fornecemos nossos produtos em feiras da capital além de instituições como a Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Universidade Federal do Rio Grande do Norte”, comemora.

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Portal maior nossa feira
Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, dentro da estratégia Município Digital do Banco do Brasil

Na quarta-feira, 17, a Feira Municipal de Castelo do Piauí (PI) foi reinaugurada. A ação é fruto de investimento social da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Cáritas Brasileira, no âmbito do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Projeto faz parte da estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, de fortalecimento da economia local por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia todos os atores locais.

O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, João Rabelo, declara que a estratégia Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. “Era preciso construir um novo arranjo que viabilizasse o funcionamento da economia local, além de levar segurança e comodidade para todos os envolvidos”, esclarece Rabelo.

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, diz que o Projeto Nossa Feira fortalece as economias locais e promove a transformação em toda a cadeia de comercialização. “O investimento nas feiras trará impactos positivos nos aspectos econômicos, sociais e culturais das cidades refletindo diretamente no aumento da renda e melhoria da qualidade de vida de toda a população”, afirma Asclepius.

Para ampliar o alcance e aproveitar o poder transformador das crianças, em parceria com a Secretaria de Educação e os professores municipais, o Projeto entregou para os alunos do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas castelenses a cartilha-gibi “Conectados”, promovendo a educação financeira e digital deste público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

A artesã Ana Célia Soares trabalha nesta feira há três anos e participou da capacitação em educação financeira. “Já tivemos as aulas e vamos ter nossas barracas. Estamos com a ideia de realizar as feiras a cada 15 dias e isto vai gerar um aumento da nossa renda. O projeto chegou em boa hora”, avalia de forma positiva.

As iniciativas foram desenvolvidas com o apoio da agência local do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal de Castelo do Piauí, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Straaf), do Centro de Formação Educacional para Convivência com o Semiárido (Cefesa) e da Regional Piauí da Cáritas Brasileira. O evento foi realizado na Praça Lisandro de Carvalho, em Castelo do Piauí (PI) e teve a presença da comunidade local, do prefeito, secretários e vereadores municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil.Solenização

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2850 feirantes participarão da iniciativa. No Piauí, as cidades de Castelo e Demerval Lobão serão beneficiadas com o Nossa Feira. 

Fundação BB investe mais de R$ 56 milhões no Piauí

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 56 milhões no estado do Piauí. Foram 235 projetos executados, em 99 municípios e 104,3 mil pessoas atendidas. No estado, o maior investimento foi na construção de cisternas de água de beber e de produção. Foram R$ 26,5 milhões investidos para garantir o acesso a água para 33,4 mil participantes. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, recebeu R$ 4,5 milhões e atendeu 12,6 mil estudantes. As cadeias de produção de mel e caju, também receberam aporte de R$ 2,9 milhões e R$ 2,1 milhões, respectivamente, atendendo 15 mil pessoas.

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 Rede Xique Xique recebe recursos para produção de alimentos agroecológicos e reaplicação de tecnologias sociais

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com a ONU Mulheres, apoia a Associação de Comercialização Solidária Xique Xique que atua no comércio de produtos agroecológicos de mulheres produtoras rurais da região de Mossoró (RN). O projeto intitulado “Mulheres em Rede: fortalecendo a auto-organização, produção, comercialização e autonomia socioeconômica”, contribui para a mobilização, empoderamento e geração de renda das agricultoras rurais. A solenidade de assinatura do convênio ocorreu na quinta-feira (28), na cidade de Mossoró com a presença de representantes da Fundação BB, ONU Mulheres, Secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar do RN, Alexandre de Oliveira, além de autoridades e parceiros locais.

O aporte financeiro da Fundação BB é de R$ 750 mil para a entidade construir a sede da associação, que irá funcionar como um espaço multiuso para capacitação, comercialização, além da construção de uma cozinha para beneficiamento e armazenamento de alimentos agroecológicos. Cerca de 300 agricultoras serão beneficiadas diretamente com esta iniciativa.

Adriano Cavalcanti, coordenador do projeto, acredita “que às ações propostas serão importantes para o fortalecimento dos empreendimentos de economia solidária”. O projeto, com duração de um ano, será desenvolvido em dez cidades: Mossoró, Governador Dix-Sept Rosado, Baraúna, Tibau, Grossos, Apodi, São Miguel, São Miguel do Gostoso, Messias Targino e Janduís.

Para Ana Carolina Querino, representante interina da ONU Mulheres Brasil, "empoderar trabalhadoras e mulheres rurais e investir recursos financeiros contribui para viabilizar projetos coletivos que gere autonomia econômica, com foco no desenvolvimento sustentável de comunidades”, destaca ao lembrar o compromisso entre a ONU Mulheres e FBB para o empoderamento econômico das mulheres. 

O presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, destacou que o apoio às mulheres da Rede Xique Xique gera renda e também contribui para o desenvolvimento da economia local destes municípios. “Fortalecer a atuação das mulheres e a agroecologia traz inúmeros benefícios para as comunidades locais, como é o caso da Rede Xique Xique”, avalia Asclepius.

Reaplicação de Tecnologias Sociais

Além de produção de produtos agroecológicos, a rede de mulheres reaplica tecnologias sociais. Para Francisca Eliane, coordenadora da Rede Xique Xique, o projeto proporciona uma maior autonomia dos grupos de mulheres participantes, promovendo a inclusão social e geração de renda além de melhorar os indicadores socioeconômicos das produtoras rurais.

As ações do projeto contemplam tecnologias sociais de convivência com o semiárido como os Sistemas de Reuso de Água Cinza, Energia Solar e Banco de Sementes Crioulas. “O reuso de água nos permite gerir um destino sustentável, ao aproveitarmos a água cinza, onde após tratada, poderá ser utilizada nas frutas e hortaliças que garantem a comida em nossa mesa e ainda diminui o desperdício de água”, avalia Francisca.

 

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