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 BB DTVM e Fundação BB lançam projeto de compensação de CO2 emitido pela gestora pelos próximos 10 anos 

O Parque Municipal da Pedra Branca, no Rio de Janeiro, foi o cenário para o inicio do projeto Net Zero BB DTVM - Semeando a Biodiversidade. A iniciativa tem o propósito de remoção de gás carbônico (CO2) da atmosfera por meio de recomposição da vegetação nativa em propriedades de agricultores familiares e pequenos produtores rurais.

O lançamento do projeto foi o passo inicial nesta parceria, que realizará o plantio de 4 mil mudas na região e está diretamente conectada com o desenvolvimento econômico sustentável, ao mesmo tempo que proporcionará a compensação de CO2 emitido pela gestora em suas atividades pelos próximos 10 anos, aproximadamente.

O plantio proporcionará a construção de um corredor vegetal de 10 hectares no parque, área equivalente a 14 campos de futebol. As mudas selecionadas buscam ampliar a biodiversidade e, ainda, contribuir para a geração de emprego e renda de cerca de 180 famílias dos pequenos produtores rurais, com o cultivo de espécies frutíferas.

A parceria envolve também o trabalho da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater – Rio), que é a executora e responsável pela metodologia e cálculo do sequestro de carbono proveniente da área restaurada. Os integrantes da Agro Verde Cooperativa de Produtores Rurais participam do projeto, realizando o plantio nas áreas de suas propriedades que se encontram degradadas e foram previamente destacadas na etapa de levantamento técnico.

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A presidente da Fundação BB, Eveline Veloso Susin, destacou que o BB - banco mais sustentável do mundo - e a BB DTVM promovem o desenvolvimento sustentável ao conjugar resultado econômico, cuidado ambiental e o fortalecimento da sociedade. Além disso, agradeceu a parceira BB DTVM ressaltando: “A história da Fundação é construída a partir de valores que tem como alicerce as melhores práticas de governança, ética e integridade e da cooperação e convergência de recursos e esforços obtida por meio as parcerias público-privadas e terceiro setor, que nos permitem ampliar os impactos de nossas ações em prol da transformação socioambiental do nosso país. A BB DTVM é um parceiro valioso da Fundação Banco do Brasil", declarou.

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Para Aroldo Medeiros, diretor-presidente da BB DTVM, o plantio é a realização de um sonho e um legado para as próximas gerações. “O Net Zero BB DTVM é um marco para a gestora, que iniciou o seu compromisso com os aspectos ASG (Ambiental, Social e de Governança Corporativa) em 2010, ao assinar os Princípios para o Investimento Responsável (PRI, na sigla em inglês). Durante essa trajetória também olhamos para os nossos fundos de investimento, que hoje são guiados pela prática de responsabilidade socioambiental. Atualmente, 94% dos ativos do nosso portfólio estão alinhados aos critérios de sustentabilidade e nossa meta é chegar a 100%”.

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Antônio Barreto Júnior, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, participou do lançamento do projeto e parabenizou as instituições parceiras por apoiarem iniciativa diretamente alinhada com os 10 compromissos declarados/firmados pelo Banco do Brasil para um futuro sustentável. “O Banco do Brasil está comprometido com a redução e compensação das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), em ser carbono neutro e em apoiar os clientes na transição para uma economia de baixo carbono. Mais do que ser um dos bancos mais sustentáveis do mundo, queremos apoiar nossos clientes na transição para um portfólio mais sustentável e gerar valor para a sociedade e meio ambiente. É dessa forma que enxergamos o nosso papel transformador!”

Sequestro de carbono

Objetivo: reduzir impactos do efeito estufa;

Atividade produtiva apoiada: agricultura (plantio direto e rotação de culturas);

Atividade socioambiental: plantio de mudas para recuperar áreas degradadas para o fortalecimento ecossistêmico e promoção de produtos da sociobiodiversidade;

Como funciona: as plantas cultivadas na agricultura e as árvores que irão surgir com as mudas plantadas realizam por meio da fotossíntese a captura/absorção de gás carbônico da atmosfera e seu armazenamento seguro no solo.

Participaram do evento de lançamento do projeto representantes da Secretaria de Biodiversidade do Governo Federal, da Secretaria de Agricultura do Rio de Janeiro, da Emater Rio e da Agro Verde Cooperativa de Produtores Rurais.

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Inscrições abertas até 25/02 para iniciativas de Assistência Social

O voluntariado do BB é um grande diferencial do Banco do Brasil e que proporciona enorme apoio para a sociedade brasileira. E se você ainda não é voluntario do BB aproveite que o Projeto Voluntários BB está aberto até 25 de fevereiro para inscrições de voluntários que atuam com entidades sem fins lucrativos.

O Projeto permite aos voluntários que atuam em organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que inscrevam estas instituições na seleção de projetos. Os melhores projetos poderão receber investimentos de R$ 100 mil até R$ 200 mil. E, para 2022, serão investidos neste programa R$ 5 milhões!

Ficou interessado? Confira os detalhes sobre a inscrição e todas as informações necessárias para a participação.    

Acesse o edital no portal do Voluntariado BB.


Público-alvo: entidades sem fins lucrativos que contam com a participação efetiva de voluntários do BB (funcionários da ativa ou aposentados) cadastrado no portal do Voluntariado, disponível em <https://voluntariadobb.v2v.net/pt-BR>;
Tema: Assistência Social
Inscrições: até 25/02/2022;
Seleção das propostas: 02/03/2022 à 22/04/2022;
Resultado final: 09/05/2022;
Saiba mais: Voluntariado BB e Edital de Seleções Públicas Fundação BB.

As dúvidas sobre a inscrição no Projeto Voluntários BB devem ser encaminhadas para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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Empreendimento dispõe de alimentos e produtos orgânicos e gera renda para as famílias de mulheres agricultoras

O Armazém GiraSol do projeto “Mulheres Rurais em Rede: Agroecologia, Autonomia Econômica e Autogestão Solidária” foi inaugurado na quarta-feira (05) no Bairro Santana, em Porto Alegre (RS). O espaço de comercialização é fruto da parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a ONU Mulheres e a Cooperativa de Comércio Justo e Consumo Consciente – GiraSol que, em 2019, assinaram um convênio para beneficiar agricultoras familiares, assentadas da reforma agrária e quilombolas do Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro.

Com o investimento social de R$ 849,4 mil, o armazém vai atender 18 empreendimentos femininos em 14 municípios - Maricá (RJ), Magé (RJ), Teresópolis (RJ), Mallet (PR), Inácio Martins (PR), Pitanga (PR), Porto Alegre (RS), Portão (RS), Gravataí (RS), Viamão (RS), Terra de Areia (RS), Torres (RS), Mostardas (RS) e Piratini (RS) – que fazem parte da Rede de Economia Solidária e Feminista (Resf).

Quem visita o espaço encontra geleias, molhos de tomate, farinhas em geral, chás, pastas, grande variedade de grãos, chips de banana, biscoitos, doces, bebidas, derivados de leite e biocosméticos, cultivados sem o uso de agrotóxicos

O local dispõe também de uma cafeteria com lanches e refeições saudáveis, além da promoção de atividades culturais, debates sobre temas da sociedade contemporânea, rodas de conversa e eventos sobre gastronomia, agricultura familiar, sustentabilidade, economia solidária e empoderamento feminino.

De acordo com Tanara Lucas, coordenadora executiva do projeto e responsável pelo armazém, todos estão muito felizes. “O público em geral está estão gostando muito e quando fica sabendo quem são os beneficiados pelo projeto fica ainda mais encantado. O que é mais incrível é que a iniciativa dá a oportunidade das pessoas continuarem fazendo o que sempre fizeram, mas agora de forma organizada. Todos estão mais confiantes e se sentindo mais valorizados, porque trabalham sabendo que têm onde vender seus produtos. E esse é o objetivo, ajudar a esses empreendimentos a gerar renda para as famílias e principalmente valorizar a mão de obra feminina”, declarou.

Serviço:
Armazém GiraSol
Endereço: Avenida Venâncio Aires, 757, Bairro Santana – Porto Alegre (RS)
Horário de funcionamento: De segunda-feira a sábado, das 9h às 19h

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Solução permite o recebimento de doações por meios de pagamento

A Fundação BB estruturou soluções para o recebimento de doações da sociedade brasileira e da comunidade internacional, em contas exclusivas, que podem ser realizadas por meio de transferências bancárias ou cartão de débito/crédito. A Fundaçao BB realizará a gestão dos recursos que serão integralmente investidos em projetos nas áreas de Educação Inclusiva; Meio Ambiente; Imigrantes e Refugiados e Cão Guia para pessoas com deficiência visual.

A área para doação está disponível na parte superior deste portal e a doação poderá ser feita diretamente por transferência bancária - exclusivo aos clientes BB, cartão de crédito/débito e PayPal. Nesta área existe também a funcionalidade de indicar um amigo. Basta cadastrar nome e e-mail que a pessoa indicada receberá mensagem com as informações completas da área de doação.

Campanha Institucional

 

O lançamento da área de doação é uma das ações da nova campanha institucional Nosso Valor Transforma lançada no dia 13 de janeiro, onde o protagonismo do brasileiro é destacado por ele ser um agente de transformação social. Nos últimos 10 anos, o investimento social de R$ 2,8 bilhões proporcionou a participação de 3,6 milhões de pessoas de todo o país por meio de projetos e programas sociais estruturados para promover inclusão socioprodutiva dos segmentos mais vulneráveis da sociedade.

A solução surgiu em decorrência da estratégia da FBB de buscar novas formas de captação, ampliar a mobilização de recursos e aumentar o investimento em projetos sociais. Segundo o gerente de divisão Rodrigo Octávio, o lançamento da Àrea de Doador permite a captação direta de recursos, de forma simples e rápida. “As opções de doação possibilitam a participação dos funcionários do BB, clientes pessoa física e jurídica e parceiros estratégicos, potencializando o investimento social da Fundação", avalia.

Acesse o doe aqui e ajude a transformar vidas para mudar realidades.


Cadeirantes e cegos poderão desfrutar da ecotrilha Pedra dos Amigos, no Lago Norte de Brasília

O Instituto Oca do Sol lançou nesta semana a segunda fase do projeto "Ecotrilhas em defesa das Águas da Serrinha do Paranoá", que prevê a adaptação da trilha Pedra dos Amigos, localizada no Núcleo Rural Córrego do Urubu, no Lago Norte, para pessoas com deficiência visual e cadeirantes. Com 3,7 quilômetros de extensão e nível leve de dificuldade, o trajeto tem espécies típicas do cerrado e uma visão panorâmica do lago Paranoá e da arquitetura central de Brasília ao fundo. O trecho que será adaptado para as pessoas com deficiência tem extensão de aproximadamente 800 metros, do início até o Pedra dos Amigos, que funciona como um mirante para os caminhantes.

A iniciativa foi selecionada por meio da chamada interna do Programa Voluntariado BB e recebeu investimento social de R$ 61 mil, em 2017, da Fundação Banco do Brasil. Com o recurso, foram sinalizadas e estruturadas cinco trilhas - três na Serrinha do Paranoá e duas na península do Lago Norte - com o objetivo de ampliar o ecoturismo e a conscientização ambiental para preservar o cerrado. 

Segundo o coordenador de execução, Maicon Braúna, destaca-se no projeto a participação predominante de voluntários. A prática do bem de forma genuína e a solidariedade são as principais características do voluntário, cuja a data de homenagem - Dia Internacional do Voluntário - foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 05 de dezembro.

Nesta nova fase, com o recurso de R$ 71 mil para a implementação da trilha acessível, serão realizados estudos para impedir danos ambientais. “Não é interessante fazer uma pavimentação e nem pode porque é área de preservação", explica Maicon. A forma como haverá a adaptação será debatida entre os voluntários do instituto e parceiros, como a Associação dos Amigos Deficientes Visuais (AADV) Brasília. Uma possibilidade é a instalação de corrimão ou cordas para auxiliar na locomoção dos cadeirantes e deficientes visuais. Além disso, serão realizadas oficinas para orientar voluntários a conduzirem os cegos na caminhada, assim como atividades que estimulem os moradores a se engajarem na manutenção das trilhas. 

A presidente da AADV, Maristela Batista da Silva, acredita que será inédita a trilha adaptada para pessoas com deficiência no Distrito Federal. “Eu acho muito bom porque tem deficiente visual que não tem nenhum tipo de lazer. Se for bem divulgada, como nós queremos fazer, os familiares vão ver e vão levá-los”, aposta ela. 

Maristela, de 51 anos, também é deficiente visual, há cinco anos, devido à doença retinose pigmentar. Mas isso não a impede de curtir passeios na natureza junto com o marido, que é cego desde o nascimento. “Eu e meu esposo somos aventureiros, a gente não para muito não. Vamos para cachoeira, trilha. Já fomos para tirolesa e descemos rio de boia, acompanhados de familiares”, conta Maristela.

Interessados em participar como voluntário, podem entrar em contato com o instituto Oca do Sol, pelo telefone (61) 9 9856-5455.