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Estratégia Município Mais que Digital contempla 21 feiras populares no Nordeste

A cidade de Cachoeira (BA) é conhecida nacionalmente por causa dos casarões coloniais, da ponte sob o Rio Paraguaçu inaugurada por Dom Pedro II, pela bicentenária Irmandade da Boa Morte e agora por ter a sua feira livre revitalizada pela Fundação Banco do Brasil, com apoio da Cáritas Brasileira.

No sábado (14), a comunidade da cidade reinaugurou a feira municipal. O espaço que fica na Praça Maciel, é utilizado por 518 barracas. No local são vendidos diferentes produtos - artesanato, roupas, pescados, carnes e produção da agricultura familiar. A ação faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, que revitalizou outras 20 feiras nos estados da Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí, beneficiando 2.700 feirantes.

O projeto está inserido na estratégia Município Mais que Digital, uma ação do Banco do Brasil e municípios, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, com uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável, beneficiando a comunidade local.

O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, João Pinto Rabelo Júnior participou do evento e destacou a importância do projeto Nossa Feira que promove a dignidade dos feirantes e amplia o investimento social no desenvolvimento econômico de pequenos municípios. “É muito bom ver essa feira toda amarela desse jeito, com a presença do Banco do Brasil. E mais do que isso, o projeto Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais Que Digital, que tem por objetivo continuar levando desenvolvimento por intermédio de outras transações financeiras, reduzindo o uso do papel moeda, ampliando as opções do uso cartão e outros meios de transações digitais”, destacou.

Recôncavo Baiano

Às margens do Rio Paraguaçu, a cerca de 130 quilômetros de Salvador, Cachoeira preserva sua identidade cultural e histórica, é considerada como "Cidade Monumento Nacional" pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fazendo do município um dos principais roteiros turísticos históricos do estado.

Durante a cerimônia, o diretor de Desenvolvimento Social da Fundação Banco do Brasil, Rogerio Biruel, destacou a importância das parcerias para o sucesso do projeto e oportunidade da Fundação BB participar de uma iniciativa que agrega o fortalecimento da economia local. “A Fundação BB trouxe ao projeto a sua experiência naquilo que há 34 anos vem fazendo: desenvolvendo ações de inclusão socioprodutiva. A cidade ganhou uma feira linda que contribuirá na ampliação do turismo local e consequentemente na geração de emprego e renda", declarou.

O prefeito de Cachoeira, Fernando Antônio da Silva (Tato), agradeceu a todos pelo empenho e luta para transformar a feira. “Nós entregamos todos os instrumentos necessários para ter uma feira digna, e para que o feirante tenha condições de gerar renda. O que pedimos é que ele cuide, porque a barraca que ele recebeu é o seu instrumento de trabalho. É de onde ele tira o sustento da sua família. Que cada feirante possa cuidar da feira, com o mesmo carinho e cuidado que um dono de um supermercado cuida do seu comércio”. declarou o prefeito.

Antônio Alberto Bispo (Bia) é feirante e cliente do Banco do Brasil, e utiliza das facilidades do pagamento em cartão na sua barraca de frutas. “Ter uma maquininha de cartão facilita tanto para quem compra quanto para mim, porque muitas vezes, a pessoa não está com dinheiro. E nos finais de semana o banco também não abre. E o melhor é que o pagamento no débito cai na minha conta na hora. Já os créditos caem em até dois dias, sem contar a segurança”.

Nossa Feira Popular e Solidária

As feiras livres, sobretudo, em municípios da região Nordeste são espaços de convivência, de comércio popular e de manifestações culturais. É um importante indicador da atividade econômica, além de serem tradicionais pontos de encontro e interação social, que aproximam produtores rurais, comerciantes e consumidores.

Diante desse cenário, a Fundação Banco do Brasil e o Banco do Brasil formularam uma estratégia de intervenção que pudesse beneficiar as pessoas desses municípios, encontrando nas feiras livres uma oportunidade de geração de trabalho e renda. O projeto consistiu em duas etapas: elaboração do diagnóstico para o levantamento das demandas dos feirantes e dos municípios e a segunda etapa diretamente relacionada a aquisição e distribuição de barracas padronizadas, balanças digitais, contêineres, lixeiras, equipamentos de proteção individual além de uniformes. A iniciativa também contemplou capacitações em educação financeira e gestão de resíduos sólidos para todos os feirantes.

O Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB, beneficiando mais de 2.700 feirantes em 21 municípios nos estados da Bahia: Antas, Ibirataia, Canudos, Nordestina, Crisópolis, São Félix, Pau Brasil e Abaíra; no Maranhão: Pedreiras, Presidente Dutra, São Domingos, Viana, Lago da Pedra, Pindaré Mirim; na Paraíba: Areia, Boqueirão, Conceição, São João do Rio do Peixe e no Piauí: Demerval Lobão e Castelo do Piauí.

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Parceria entre a Fundação BB e Sebrae gera novas oportunidades ao produtor rural

Após duas fases implementadas com sucesso, o projeto Bioma Caatinga chega à terceira etapa com investimento social de mais de 1,5 milhão, R$ 778 mil da Fundação BB e R$ 791 mil do Sebrae- BA. O Bioma Caatinga é uma iniciativa que promove o fortalecimento da cadeia produtiva da caprinocultura e ovinocultura da Bahia, no território conhecido como Sertão do São Francisco.

Na nova fase, serão contratados 20 agentes de Desenvolvimento Rural Sustentável (ADRS), que atuarão junto a 600 criadores, com orientações técnicas produtiva, reprodutiva e sanitária do rebanho, para comercializar produtos diretamente com açougues, mercadinhos e supermercados, sem atravessadores, agregando maior valor ao produto.

Iniciado em 2010, o projeto teve como parceira a Associação Comercial Industrial e Agrícola de Juazeiro. Naquele ano, o valor investido foi de R$ 238 mil, usado para mapear a produção de ovinos e caprinos em cinco municípios baianos - Juazeiro, Uauá, Remanso, Curaçá e Casa Nova - e para identificar as carências e condições de vida das famílias.

Em dezembro de 2015, novo convênio com o valor de R$ 1,4 milhão firmado com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA) teve como meta dar assistência técnica gerencial aos criadores de ovinos e caprinos nas mesmas cidades, atendendo cerca de 1.050 produtores rurais. Nesta fase, também foi prestada assistência técnica empresarial às micro e pequenas empresas (MPEs), integrantes da cadeia produtiva, como açougues, casas de ração, minimercados e abatedouros, com a finalidade de aproximar as partes interessadas, melhorar os índices de produção, reduzir custos e, consequentemente, melhorar a renda do produtor rural.

A parceria também atuou na organização das rotas de produção - acomodando os criadores em torno dos mercados consumidores locais, como forma de reduzir custos e distâncias. Também foram aperfeiçoadas técnicas de preparo de ração; de plantio de palma forrageira, utilizada para o pasto dos rebanhos; na vermifugação; no tratamento de cascos e antecipação do desmame.

Presente no lançamento da terceira fase, o superintendente regional do Banco do Brasil, Moisés Cunha, falou sobre a satisfação com a renovação da parceria e continuidade das melhorias na cadeia produtiva de caprinos e ovinos na região. “Nosso objetivo é oferecer ao produtor condições para que ele cresça, aumente sua renda e amplie as atividades, e isso vem sendo atingido com o Bioma Caatinga. Vamos continuar o trabalho conjunto, investindo na capacitação e levando inovação para o homem do campo”, destacou.

A divulgação deste projeto está relacionada aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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Investimento de R$143,3 mil na Cooperacaju, em Ribeira do Pombal, será destinado à reestruturação da entidade e compra de máquinas e equipamentos

Na manhã desta quarta-feira (10), a Cooperativa da Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju) e a Fundação Banco do Brasil assinam convênio para aperfeiçoamento dos empreendimentos que compõem a Rede Cooperacaju. As ações vão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e incremento de renda dos produtores de castanha de caju da região nordeste da Bahia.

O recurso de R$ 143,3 mil será aplicado na construção do muro de cercamento do prédio da entidade e nas adequações hidráulicas e elétricas da edificação; na compra de um veículo; na aquisição de cinco máquinas e equipamentos usados na produção de embalagens; e também na compra de dispositivos de informática e softwares. 

O gerente do Banco do Brasil em Ribeira do Pombal (BA), Djalma Matos, representará a Fundação BB na assinatura de convênio que acontece, às 9h15, na sede da Cooperativa, juntamente com a presidente da Rede Cooperacaju, Maria da Paz. Em seguida, o contador José Chainy e o consultor Jesiel Campos vão ministrar uma oficina de gestão financeira e operacional para diretores e cooperados da Rede. 

Cinco cooperativas compõem a Rede Cooperacaju: Cooperativa regional do Agricultores de Antas, novo Triunfo e Sitio do Quinto (Coopans ); Cooperativa dos Cajucultores Familiares da Microrregião de Banzaê, Euclides da Cunha e Quijingue (Cooperbeq); Cooperativa Regional dos Agricultores Familiares de Ribeira do Amparo, Cipó e Ribeira do Pombal (Cooperprac); Cooperativa dos agricultores familiares de Tucano e Araci (Coopatua) e Cooperativa Regional dos Agricultores de Lamarão, Água Fria, Biritinga e Sátiro Dias (Coopralabs).

Desde 2006, a Fundação BB investiu R$ 5,3 milhões na Rede Cooperacaju - na organização da cadeia produtiva de caju, com estruturação das minifábricas de castanha, capacitação dos produtores e comercialização da produção. Os projetos envolveram 7.145 pessoas nestes 10 anos.

 

Cooperacaju
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