Expocatadores 2017 busca promover debates e troca de experiências para fortalecer a participação dos catadores na cadeia de reciclagem

Nesta segunda (11) até o dia 13, Brasília recebe a 8ª edição da Expocatadores. O evento contará com o público de mais de 3 mil catadores e de materiais recicláveis de 26 estados brasileiros e mais de 14 países da América Latina, Ásia, África e Europa, além de quatro mil visitantes diários. Também estão confirmadas presenças de autoridades e convidados especiais, tais como os representantes do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal, Ministério da Justiça, Fundação Banco do Brasil e Itaipu.

A Expocatadores 2017 terá como tema central a “Reciclagem Popular: o papel dos catadores na defesa do Planeta”. Os debates e diálogos serão aglutinados a partir de três eixos: “A Gestão de Resíduos na agenda mundial e o desafio da preservação do Planeta; o papel dos catadores e catadoras na construção do uma agenda de desenvolvimento sustentável para o Planeta; e a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil e seu Impacto Ambiental.

A Fundação Banco do Brasil é uma das patrocinadoras do evento e terá representantes durante os três dias de evento. No dia 12, o assessor Luiz Gonzaga de Carvalho vai participar como debatedor do painel "Construindo um projeto de Reciclagem Popular a partir da ação dos Associações e Cooperativas de Catadores".

A programação completa pode ser conferida no site: http://www.expocatadores.com.br/

Sobre a Expocatadores

Em sua oitava edição, a Expocatadores é um dos principais eventos realizados na temática de resíduos sólidos urbanos e educação ambiental do Brasil. Um importante veículo de disseminação de conhecimentos, exposição de projetos sociais, iniciativas empresariais e tecnologias que visam fortalecer a presença qualificada dos catadores de materiais recicláveis na cadeia da reciclagem.

Pela primeira vez o evento acontece em Brasília. Somando-se o público das sete edições já realizadas da Expocatadores, o evento reuniu mais de 30 mil pessoas entre catadores, palestrantes, expositores e visitantes vindos de todo o território brasileiro, das Américas Latina e Central, Ásia e África.

“O encontro pretende reafirmar a importância do catador de resíduos sólidos urbanos como profissional protagonista na cadeia de reciclagem e promover a imagem das organizações de catadores como unidades coletivas de negócios e portadoras de capacidade técnica para atuar nas diferentes etapas do processo da reciclagem”, destaca o representante da Ancat e do Movimento Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis – MNCR, Roberto Rocha.

Serviço: Expocatadores 2017

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães CCUG

Endereço: St. de Divulgação Cultural 05 Eixo Monumental – Brasília, DF

Quando: 11, 12 e 13 de dezembro

Horário: A partir das 9h, exceto o dia 11

Inscrições gratuitas e programação pelo site: www.expocatadores.com.br

Contato para dúvidas:
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(11) 5084-3466
(11) 9.9597-4412

Fonte: Assessoria de Comunicação da Expocadores 2017

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Projeto prevê também melhorias na renda e nas condições de trabalho dos catadores de materiais recicláveis

Nessa terça-feira (17), a Fundação Banco do Brasil e a Associação dos Agentes Ecológicos de Dourados (Agecold ) celebraram um convênio no valor de R$ 247,8 mil. O projeto prevê melhorias nas condições de trabalho e renda, aumento na capacidade de produção e a inclusão de mais famílias na cadeia produtiva da reciclagem, em Dourados (MS).

O recurso será investido na compra de duas esteiras, uma prensa e uma empilhadeira, que serão usadas no trabalho diário e no transporte dos fardos com o material ensacado. Com o caminhão será possível ampliar a área de coleta em domicílio que hoje abrange menos de 10 por cento do município. Dos 210 bairros da cidade, apenas dezoito são assistidos com o programa de coleta seletiva ininterrupta, o que demonstra grande potencial de crescimento. A previsão para que os equipamentos comecem a operar é de até 30 dias.

Atualmente a Agecold conta com 20 trabalhadores, responsáveis pela separação, classificação, armazenamento e disponibilização do material para a comercialização. Os atuais equipamentos que a entidade possui são antigos, desgastados pelo uso, apresentam constantes problemas que geram excessivas manutenções e dificultam o trabalho, ocasionando mais despesas.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Trabalhadores debateram planos de negócios para empreendimentos solidários em ciclo de seminários regionais

Com o objetivo principal de ampliar conhecimentos, inserindo catadores de materiais recicláveis participantes do Cataforte 3 como protagonistas em discussões, a Fundação Banco do Brasil e o Escritório Nacional do Cataforte (Ceadec) promoveram seminários nas cidades de Brasília, Salvador, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. Nos cinco encontros realizados, participaram cerca de 200 catadores e técnicos, além de representantes das 33 redes que integram o projeto.

Os eventos tinham como finalidade fortalecer e ampliar os processos produtivos por meio da estruturação de iniciativas de negócios sustentáveis coletivos e autogestionários que sirvam de referência para outras redes.

Durante os eventos, as trocas de informações se tornaram importantes ferramentas para a construção de planos de negócios e serviram de estímulo na busca de um modelo ideal de empreendimentos socialmente inclusivo, ambientalmente responsável e economicamente sustentável.

Dentre as oportunidades de negócios debatidas nos seminários estão o beneficiamento de óleo e gordura residual (OGR) e do vidro, a prestação de serviços de coleta, triagem e reciclagem, a verticalização de polímeros, e a comercialização dos produtos reciclados.

“Encontrar as outras Redes nesses eventos faz muita diferença na vida dos catadores (as). São experiências muito valiosas que a gente leva para nosso Estado. O sonho de todas as Redes é comercialização conjunta, é sair da mão do atravessador e chegar na indústria, então aqui percebemos que com o Cataforte III estamos no caminho certo“, afirma Nair Rodrigues Vieira, integrante da Rede Uniforte Goiânia.

Kelson Galdino Santos, do Cata Bahia PB, observou a transformação que o projeto trouxe na vida dos catadores. “O Cataforte veio pra estruturar e fortalecer as associações e cooperativas de uma forma diferente que é mostrando os caminhos, e nos ensinando a vencer as dificuldades. Isso modificou a forma de visão do catador e a nossa forma de trabalho. Hoje somos parte do processo, conhecemos as ferramentas para lutar por nossos direitos e mudar nosso futuro”.

O projeto
O Cataforte teve início em 2007 e contribuiu para a constituição e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários formados por catadores de materiais recicláveis. Desde 2014, o Cataforte III habilitou 33 redes de empreendimentos solidários, formadas por cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis. Contou com recurso de R$ 30,5 milhões, por meio de convênio que integrou a Fundação BB, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o Ministério do Trabalho, com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (MTE/Senaes), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Petrobras, com o apoio do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). Ainda em execução, valor previsto para esta fase é de 200 milhões.

A realização deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Recurso será investido na compra de veículo e equipamentos, que vão contribuir para melhores condições no escoamento dos materiais recicláveis

A Associação Unidos na Reciclagem (Assur), vai receber da Fundação Banco do Brasil investimento social de R$ 120 mil para ampliar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis em Campo Largo (PR). Os recursos serão destinados ao projeto “Elos da Sustentabilidade, que promove a inclusão social e o reconhecimento dos catadores como parte importante na cadeia produtiva da reciclagem.

A formalização da parceria aconteceu na última terça-feira, 4, no plenário da Câmara de Vereadores do município. O investimento social será usado na compra de novos equipamentos - prensa, esteira e um veículo - para melhorar as condições de trabalho dos 17 associados e facilitar o escoamento dos materiais recicláveis. Espera-se que o projeto contribua para a diminuição do volume de resíduos enviado ao aterro sanitário. “Sem os equipamentos necessários nosso trabalho fica muito limitado. Pretendemos aumentar o volume de material coletado e melhorar a renda dos associados”, declarou Naraci de Deus Paula, presidente da Assur.

Desde sua criação, em 2007, a associação incentiva o trabalho e a comercialização de material reciclável coletado nos pontos de origem - empresas públicas e privadas, escolas e condomínios. Com esse trabalho, em parceria com a prefeitura, a entidade promove a emancipação social e econômica dos catadores de forma sustentável e contribui para o aprimoramento do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) de Campo Largo (PR).

Em 2015, o município de Campo Largo foi um dos vencedores da terceira edição do Prêmio Cidade Pró-Catador, com a iniciativa “Elos da Sustentabilidade”, apresentada pela Assur . A proposta tinha como finalidade, ampliar a capacidade produtiva da associação, por meio da aquisição de veículo utilitário para apoio logístico, máquinas e equipamentos para reciclagem, visando a melhoria da atividade produtiva e aumento da renda dos catadores. Na ocasião, o município recebeu R$ 120 mil como prêmio.

O Prêmio Cidade Pró-Catador foi promovido pela Secretaria de Governo da Presidência da República em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB). Os projetos foram avaliados por um comitê julgador composto por membros do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Parceria entre a administração da ilha e a Fundação Banco do Brasil irá apoiar a separação correta nas casas e empreendimentos

Esta segunda, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, marcou também o início de projeto de conscientização ecológica em Fernando de Noronha (PE). Trata-se de coleta seletiva por meio da participação dos moradores, que contará com educação ambiental e distribuição de materiais para destino correto do lixo.

O objetivo do projeto "Jogue Limpo com Noronha – Coleta Seletiva e Compostagem" é estimular a participação dos moradores no cuidado ambiental. Após separação, os resíduos serão descartados de acordo com o manejo adequado.

A iniciativa tem a parceria da Fundação Banco do Brasil e será implantada em três etapas distintas. A primeira fase prevê sensibilização dos moradores e comerciantes por meio de palestras e distribuição de material educativo sobre a importância da coleta seletiva e destinação de forma adequada.

A segunda consiste na realização de oficinas de compostagem, com distribuição de kits, voltados para restaurantes, bares e pousadas. Os compostos orgânicos gerados serão utilizados como adubo na produção de hortas orgânicas.

Na última etapa, serão construídos Pontos de Entrega Voluntária (PEV), onde a população irá depositar o material já separado. Os PEVs vão receber papel, plástico, vidro, metal e óleo de cozinha. Os 4,5 mil moradores e os turistas serão beneficiados com a instalação dos PEVs.

Atualmente, a ilha produz dez toneladas de lixo por dia e 40 por cento é reciclável, mas a triagem não é feita pela população, somente na usina. A superintendente de Meio Ambiente e Turismo do Distrito de Fernando de Noronha, Ângela Tribuzi, explicou que a separação feita pelos moradores vai evitar perdas de recicláveis no contato com o orgânico.

Ângela destacou também que, ao conscientizar a população, o projeto apoiado pela Fundação BB irá complementar as ações para adequar a ilha à legislação estadual e federal de resíduos sólidos. "O projeto veio para completar toda a mudança que precisamos fazer. É importante a mudança de hábito da população para o descarte adequado. Governo e moradores, todos precisam contribuir nesse processo."

O projeto contará com o investimento social de R$ 241 mil, sendo R$ 218 mil da Fundação e R$ 23 mil da administração da ilha.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação BB vai investir R$49 mil no Recicla Seridó que faz parte do projeto Voluntários BB/FBB

Para contribuir com a melhoria da qualidade de vida de catadores de materiais recicláveis do Rio Grande no Norte, a Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Diocesana formalizaram nesta quarta-feira (7), o lançamento do projeto Recicla Seridó.

O convênio faz parte do projeto Voluntários BB/FBB 2016 e destinará cerca de R$ 49 mil para 50 trabalhadores quem vivem da reciclagem nos municípios de Caicó, Acari, Currais Novos, Santana do Matos e Parelhas.

A proposta é capacitar os participantes por meio de oficinas sobre cooperativismo, autogestão, liderança, conhecimentos legais, trabalho em rede, gênero, lei Maria da Penha e segurança no trabalho. O projeto também visa conscientizar a população da região através de campanhas educativas, entre fevereiro e setembro do próximo ano.

Além disso, está prevista a contratação de assessoria especializada para realização de campanhas educativas com a finalidade de sensibilizar a sociedade sobre a importância da implementação da coleta seletiva solidária, envolvendo a formação de multiplicadores nas escolas, nos postos de saúde, empresas e instituições da região. Também estão programadas a aquisição de um computador, materiais didáticos, banners e folders, camisetas, bolsas e bonés para o desenvolvimento das atividades.

Para Alcides Berlamino, presidente da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Caicó, que é uma das entidades participantes do projeto, a formação envolve os trabalhadores e fortalece a atividade. “Essa capacitação chegou em boa hora. Vamos aprender um pouco mais, melhorar nosso trabalho em rede e reforçar a importância do trabalho da reciclagem. Quando somos qualificados, a gente passa a ser visto pela sociedade, aumenta nossa autoestima e nossa produtividade.”

Montagem

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Quinta, 01 Setembro 2016 16:12

Parcerias

O relacionamento com parceiros é um tema chave na estratégia da Fundação Banco do Brasil. O contato transparente, harmonioso e produtivo, bem como a participação ativa dos nossos parceiros, é tratado como prioridade no planejamento e execução das nossas ações.

Por meio do apoio dos nossos parceiros estratégicos, viabilizamos o desenvolvimento das ações que transformam a vida dos participantes dos nossos programas e projetos sociais.

A estratégia revisada em 2017 prevê a concentração do investimento social nas áreas de Educação e Meio Ambiente, em programas estruturados segmentados por ações em temas como Água, Agroecologia, Agroindústria, Educação e Resíduos Sólidos, e para a inclusão socioprodutiva e a superação da exclusão social. Essa atuação também tem como orientadores a promoção da transformação social, a disseminação de tecnologias sociais, a valorização de redes, a sinergia de ações com os parceiros estratégicos, dentre outros.

BNDES - Fundo Social

O estabelecimento da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ocorreu em 08 de setembro de 2009, por meio da formalização do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 09.2.0708-1, e ampliada em 2015, por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 15.2.0773-1 com o objetivo de implementar ações sociais voltadas à estruturação de empreendimentos solidários urbanos e rurais em cadeias produtivas, na reaplicação de tecnologias sociais e no desenvolvimento territorial com foco em inclusão socioprodutiva e desenvolvimento sustentável. O BNDES disponibiliza recursos do Fundo Social, destinados ao cumprimento desses objetivos.

Até 2017, as ações resultaram no apoio de 441 projetos sociais, beneficiando mais de 210 mil pessoas, totalizando investimentos sociais na ordem de R$ 247 milhões, com recursos paritários da Fundação BB e do BNDES. Desses projetos sociais destaca-se a atuação na região Nordeste para a qual foram recebidos investimentos sociais de 162 projetos, seguido da região Sudeste com 159 e demais regiões com 171. Decorrente disso, dos R$ 247 milhões referentes ao investimento social realizado, R$ 97,4 milhões foram aplicados em projetos nos estados do Nordeste e Norte do país, R$ 79,4 milhões para o Sudeste e o restante nas regiões Centro-Oeste e Sul.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Amazônia

A parceria entre a Fundação BB e o Fundo Amazônia foi formalizada em 18 de junho de 2012, por meio da celebração do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 12.2.0435-1, entre a Fundação BB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, gestor do Fundo Amazônia.

O objetivo é atuar em projetos que promovam o desenvolvimento de atividades produtivas, alinhados à conservação e ao uso sustentável do Bioma Amazônia.

A parceria possibilitou a realização do investimento social integrado às diversas estratégias e ações promovidas pelos entes públicos no Bioma Amazônia, dentre os quais se destacam os programas governamentais, Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAm, Plano Amazônia Sustentável - PAS, Programa Arco Verde Terra Legal, Bolsa Verde e ATER Extrativista do Governo Federal.

A atuação da Fundação BB com os projetos no Bioma Amazônia está de acordo com as suas diretrizes estratégicas, considerando que se trata de uma região ainda carente de apoios institucionais públicos e privados e que possui potencialidade para a realização de ações de desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade e disseminação de tecnologias sociais agroecológicas, visando a promoção da inclusão socioeconômica e produtiva.

A priorização da temática extrativista no fomento de projetos para o Bioma Amazônia alinha-se também à demanda da sociedade civil pelo reconhecimento do serviço ambiental prestado pelos povos extrativistas e promove condições para o desenvolvimento econômico social sustentável do Bioma, com respeito ao ser humano e ao meio ambiente.

O Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica apoia as iniciativas da Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas e Rede Encauchados de Vegetais da Amazônia, além da estruturação de 33 empreendimentos econômicos coletivos de beneficiários de Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável localizadas no Bioma Amazônia para beneficiamento e comercialização de produtos da sociobiodiversidade.

Até 2017 foram celebrados 52 convênios com a predominância de iniciativas nos estados do Amazonas, Rondônia, Amapá e Pará, alcançando 23.296 participantes distribuídos entre povos indígenas, extrativistas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

Acompanhe os projetos

Água

Em 2017, a Fundação BB e o BNDES investiram R$ 10 milhões para construção de 726 cisternas de água de produção, ampliando o número de famílias atendidas nos Estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Água de Produção Contrato
Água de Produção - Lista de Beneficiários
Água de Consumo - Lista de Beneficiários
Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15500
Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15500 - Aditivo
Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 16.421
Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.355

Agroecologia

A parceria apoia as ações do Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica. O objetivo do programa é diversificar e ampliar a capacidade produtiva, intensificar as práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica. Em 2017, foram investidos cerca de R$ 12,3 milhões nos projetos selecionados no âmbito do Edital Ecoforte Extrativismo.

Ecoforte Extrativismo - Lista de Beneficiários - Projeto 14847

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14531

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14535

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14537

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14546

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14558

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14589

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14615 

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14638

Ecoforte Redes - Lista de Beneficários - Projeto 14656

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14680

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14779

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14836

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14837

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14961

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14989

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14599

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14746

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14767

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14598

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14606

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14586

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14631

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14601

Agroindústria

O Programa Terra Forte tem por objetivo apoiar a implantação de empreendimentos coletivos agroindustriais em projetos de assentamentos da reforma agrária, criados ou reconhecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA.

O Programa atende a três cooperativas, dentre as dez que tiveram projetos aprovados pelo Comitê de Investimentos do Programa Terra Forte.

Cooperativa dos Produtores de Erva-Mate Ltda - Coopermate - Ampliação e modernização da agroindústria de erva mate e mix de chás para infusão;

Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita - Coopan - Estruturação de abatedouro e frigorífico de suíno e bovino;

Cooperativa da Agricultura Familiar de Paraíso - Cooapar - Estruturação da cadeia produtiva do leite em assentamentos de reforma agrária da região de Andradina – Laticínio e tanques de expansão.

Terra Forte Contrato

Terra Forte Reporte - Setembro/2018

Terra Forte Reporte - Outubro/2018


Resíduos Sólidos

O Programa Cataforte, em sua terceira fase, tem como objetivo estruturar as redes solidárias de empreendimentos de catadores de materiais recicláveis, de modo a possibilitar avanços na cadeia produtiva de valor e inserção no mercado da reciclagem.

Cataforte - Participantes - Projeto 12535

Cataforte - Participantes - Projeto 12308

Cataforte - Participantes - Projeto 12307

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