Quarta, 20 Dezembro 2017 11:01

Atuação da Fundação BB é reconhecida

Prêmios destacam o investimento social junto a catadores e comunidades ribeirinhas

A atuação da Fundação Banco do Brasil foi reconhecida em diferentes premiações na última semana. Durante o evento da Expocatadores, realizado entre os dias 11 e 13 de dezembro em Brasília, que reuniu cooperativas de catadores de todo o País, a Fundação recebeu o Selo “Amigo do Catador”.

O selo, instituído em 2004 pelo Movimento Nacional dos Coletores de Recicláveis - MNCR, tem como propósito certificar instituições que promovam a inclusão socioprodutiva de catadores, por meio de apoio às organizações coletivas para a coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos.

Outro reconhecimento na área veio por meio da Rede Anhanguera de Comunicação e Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento de Campinas (Sanasa), que premiou iniciativas em sustentabilidade em Campinas (SP). A Fundação foi premiada na categoria Terceiro Setor por dois projetos realizados em parceria com a Cooperativa Aliança de Reciclagem de Resíduos.

As duas iniciativas reconhecidas – uma proveniente da Chamada Voluntariado Fundação BB e outra de Inclusão Socioprodutiva/PIS - acarretaram na estruturação de entidade de catadores por meio da aquisição de veículo utilitário e a construção do galpão de armazenamento de materiais da entidade.

Saúde nas veias e nos rios do Amazonas

Um Filme sobre o projeto Tecnologias Sociais no Amazonas (TSA), parceria do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e a Fundação BB, foi vencedor na 14ª Mostra Aqui tem SUS, que premiou documentários sobre experiências bem sucedidas na área de saúde.

A projeto reaplicou tecnologias sociais nos municípios amazonenses de Borba, Nova Olinda do Norte e Itacoatiara e já obteve resultados expressivos. Iniciado em março de 2017, os índices de anemia ferropriva caiu de 59,8% dos estudantes para 3% nas áreas atendidas, ficando abaixo do limite recomendável pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 5%.

A deficiência de ferro acomete um quarto da população mundial e traz problemas no desenvolvimento motor e intelectual infantil. Uma das soluções implementadas abrangeu a suplementação com sulfato ferroso, vermífugo e acompanhamento feito por profissionais de saúde e educação.

A divulgação desse assunto contempla seis Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Expocatadores 2017 busca promover debates e troca de experiências para fortalecer a participação dos catadores na cadeia de reciclagem

Nesta segunda (11) até o dia 13, Brasília recebe a 8ª edição da Expocatadores. O evento contará com o público de mais de 3 mil catadores e de materiais recicláveis de 26 estados brasileiros e mais de 14 países da América Latina, Ásia, África e Europa, além de quatro mil visitantes diários. Também estão confirmadas presenças de autoridades e convidados especiais, tais como os representantes do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal, Ministério da Justiça, Fundação Banco do Brasil e Itaipu.

A Expocatadores 2017 terá como tema central a “Reciclagem Popular: o papel dos catadores na defesa do Planeta”. Os debates e diálogos serão aglutinados a partir de três eixos: “A Gestão de Resíduos na agenda mundial e o desafio da preservação do Planeta; o papel dos catadores e catadoras na construção do uma agenda de desenvolvimento sustentável para o Planeta; e a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil e seu Impacto Ambiental.

A Fundação Banco do Brasil é uma das patrocinadoras do evento e terá representantes durante os três dias de evento. No dia 12, o assessor Luiz Gonzaga de Carvalho vai participar como debatedor do painel "Construindo um projeto de Reciclagem Popular a partir da ação dos Associações e Cooperativas de Catadores".

A programação completa pode ser conferida no site: http://www.expocatadores.com.br/

Sobre a Expocatadores

Em sua oitava edição, a Expocatadores é um dos principais eventos realizados na temática de resíduos sólidos urbanos e educação ambiental do Brasil. Um importante veículo de disseminação de conhecimentos, exposição de projetos sociais, iniciativas empresariais e tecnologias que visam fortalecer a presença qualificada dos catadores de materiais recicláveis na cadeia da reciclagem.

Pela primeira vez o evento acontece em Brasília. Somando-se o público das sete edições já realizadas da Expocatadores, o evento reuniu mais de 30 mil pessoas entre catadores, palestrantes, expositores e visitantes vindos de todo o território brasileiro, das Américas Latina e Central, Ásia e África.

“O encontro pretende reafirmar a importância do catador de resíduos sólidos urbanos como profissional protagonista na cadeia de reciclagem e promover a imagem das organizações de catadores como unidades coletivas de negócios e portadoras de capacidade técnica para atuar nas diferentes etapas do processo da reciclagem”, destaca o representante da Ancat e do Movimento Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis – MNCR, Roberto Rocha.

Serviço: Expocatadores 2017

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães CCUG

Endereço: St. de Divulgação Cultural 05 Eixo Monumental – Brasília, DF

Quando: 11, 12 e 13 de dezembro

Horário: A partir das 9h, exceto o dia 11

Inscrições gratuitas e programação pelo site: www.expocatadores.com.br

Contato para dúvidas:
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(11) 5084-3466
(11) 9.9597-4412

Fonte: Assessoria de Comunicação da Expocadores 2017

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Projeto prevê também melhorias na renda e nas condições de trabalho dos catadores de materiais recicláveis

Nessa terça-feira (17), a Fundação Banco do Brasil e a Associação dos Agentes Ecológicos de Dourados (Agecold ) celebraram um convênio no valor de R$ 247,8 mil. O projeto prevê melhorias nas condições de trabalho e renda, aumento na capacidade de produção e a inclusão de mais famílias na cadeia produtiva da reciclagem, em Dourados (MS).

O recurso será investido na compra de duas esteiras, uma prensa e uma empilhadeira, que serão usadas no trabalho diário e no transporte dos fardos com o material ensacado. Com o caminhão será possível ampliar a área de coleta em domicílio que hoje abrange menos de 10 por cento do município. Dos 210 bairros da cidade, apenas dezoito são assistidos com o programa de coleta seletiva ininterrupta, o que demonstra grande potencial de crescimento. A previsão para que os equipamentos comecem a operar é de até 30 dias.

Atualmente a Agecold conta com 20 trabalhadores, responsáveis pela separação, classificação, armazenamento e disponibilização do material para a comercialização. Os atuais equipamentos que a entidade possui são antigos, desgastados pelo uso, apresentam constantes problemas que geram excessivas manutenções e dificultam o trabalho, ocasionando mais despesas.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Trabalhadores debateram planos de negócios para empreendimentos solidários em ciclo de seminários regionais

Com o objetivo principal de ampliar conhecimentos, inserindo catadores de materiais recicláveis participantes do Cataforte 3 como protagonistas em discussões, a Fundação Banco do Brasil e o Escritório Nacional do Cataforte (Ceadec) promoveram seminários nas cidades de Brasília, Salvador, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. Nos cinco encontros realizados, participaram cerca de 200 catadores e técnicos, além de representantes das 33 redes que integram o projeto.

Os eventos tinham como finalidade fortalecer e ampliar os processos produtivos por meio da estruturação de iniciativas de negócios sustentáveis coletivos e autogestionários que sirvam de referência para outras redes.

Durante os eventos, as trocas de informações se tornaram importantes ferramentas para a construção de planos de negócios e serviram de estímulo na busca de um modelo ideal de empreendimentos socialmente inclusivo, ambientalmente responsável e economicamente sustentável.

Dentre as oportunidades de negócios debatidas nos seminários estão o beneficiamento de óleo e gordura residual (OGR) e do vidro, a prestação de serviços de coleta, triagem e reciclagem, a verticalização de polímeros, e a comercialização dos produtos reciclados.

“Encontrar as outras Redes nesses eventos faz muita diferença na vida dos catadores (as). São experiências muito valiosas que a gente leva para nosso Estado. O sonho de todas as Redes é comercialização conjunta, é sair da mão do atravessador e chegar na indústria, então aqui percebemos que com o Cataforte III estamos no caminho certo“, afirma Nair Rodrigues Vieira, integrante da Rede Uniforte Goiânia.

Kelson Galdino Santos, do Cata Bahia PB, observou a transformação que o projeto trouxe na vida dos catadores. “O Cataforte veio pra estruturar e fortalecer as associações e cooperativas de uma forma diferente que é mostrando os caminhos, e nos ensinando a vencer as dificuldades. Isso modificou a forma de visão do catador e a nossa forma de trabalho. Hoje somos parte do processo, conhecemos as ferramentas para lutar por nossos direitos e mudar nosso futuro”.

O projeto
O Cataforte teve início em 2007 e contribuiu para a constituição e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários formados por catadores de materiais recicláveis. Desde 2014, o Cataforte III habilitou 33 redes de empreendimentos solidários, formadas por cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis. Contou com recurso de R$ 30,5 milhões, por meio de convênio que integrou a Fundação BB, o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o Ministério do Trabalho, com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (MTE/Senaes), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Petrobras, com o apoio do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). Ainda em execução, valor previsto para esta fase é de 200 milhões.

A realização deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Recurso será investido na compra de veículo e equipamentos, que vão contribuir para melhores condições no escoamento dos materiais recicláveis

A Associação Unidos na Reciclagem (Assur), vai receber da Fundação Banco do Brasil investimento social de R$ 120 mil para ampliar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis em Campo Largo (PR). Os recursos serão destinados ao projeto “Elos da Sustentabilidade, que promove a inclusão social e o reconhecimento dos catadores como parte importante na cadeia produtiva da reciclagem.

A formalização da parceria aconteceu na última terça-feira, 4, no plenário da Câmara de Vereadores do município. O investimento social será usado na compra de novos equipamentos - prensa, esteira e um veículo - para melhorar as condições de trabalho dos 17 associados e facilitar o escoamento dos materiais recicláveis. Espera-se que o projeto contribua para a diminuição do volume de resíduos enviado ao aterro sanitário. “Sem os equipamentos necessários nosso trabalho fica muito limitado. Pretendemos aumentar o volume de material coletado e melhorar a renda dos associados”, declarou Naraci de Deus Paula, presidente da Assur.

Desde sua criação, em 2007, a associação incentiva o trabalho e a comercialização de material reciclável coletado nos pontos de origem - empresas públicas e privadas, escolas e condomínios. Com esse trabalho, em parceria com a prefeitura, a entidade promove a emancipação social e econômica dos catadores de forma sustentável e contribui para o aprimoramento do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) de Campo Largo (PR).

Em 2015, o município de Campo Largo foi um dos vencedores da terceira edição do Prêmio Cidade Pró-Catador, com a iniciativa “Elos da Sustentabilidade”, apresentada pela Assur . A proposta tinha como finalidade, ampliar a capacidade produtiva da associação, por meio da aquisição de veículo utilitário para apoio logístico, máquinas e equipamentos para reciclagem, visando a melhoria da atividade produtiva e aumento da renda dos catadores. Na ocasião, o município recebeu R$ 120 mil como prêmio.

O Prêmio Cidade Pró-Catador foi promovido pela Secretaria de Governo da Presidência da República em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB). Os projetos foram avaliados por um comitê julgador composto por membros do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação BB vai investir R$49 mil no Recicla Seridó que faz parte do projeto Voluntários BB/FBB

Para contribuir com a melhoria da qualidade de vida de catadores de materiais recicláveis do Rio Grande no Norte, a Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Diocesana formalizaram nesta quarta-feira (7), o lançamento do projeto Recicla Seridó.

O convênio faz parte do projeto Voluntários BB/FBB 2016 e destinará cerca de R$ 49 mil para 50 trabalhadores quem vivem da reciclagem nos municípios de Caicó, Acari, Currais Novos, Santana do Matos e Parelhas.

A proposta é capacitar os participantes por meio de oficinas sobre cooperativismo, autogestão, liderança, conhecimentos legais, trabalho em rede, gênero, lei Maria da Penha e segurança no trabalho. O projeto também visa conscientizar a população da região através de campanhas educativas, entre fevereiro e setembro do próximo ano.

Além disso, está prevista a contratação de assessoria especializada para realização de campanhas educativas com a finalidade de sensibilizar a sociedade sobre a importância da implementação da coleta seletiva solidária, envolvendo a formação de multiplicadores nas escolas, nos postos de saúde, empresas e instituições da região. Também estão programadas a aquisição de um computador, materiais didáticos, banners e folders, camisetas, bolsas e bonés para o desenvolvimento das atividades.

Para Alcides Berlamino, presidente da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Caicó, que é uma das entidades participantes do projeto, a formação envolve os trabalhadores e fortalece a atividade. “Essa capacitação chegou em boa hora. Vamos aprender um pouco mais, melhorar nosso trabalho em rede e reforçar a importância do trabalho da reciclagem. Quando somos qualificados, a gente passa a ser visto pela sociedade, aumenta nossa autoestima e nossa produtividade.”

Montagem

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