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A feira fica no centro da cidade, ao lado do Mercado Público e tem 108 barracas novas

Os feirantes e a comunidade de Presidente Dutra receberam no último sábado (28/09) a nova feira livre municipal. A revitalização faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, promovido pela Cáritas Brasileira e Fundação Banco do Brasil, em parceria com a prefeitura local.

Os 108 comerciantes que trabalham no espaço foram beneficiados com lixeiras e containers para fazerem a gestão e organização de resíduos sólidos. Eles receberam barracas, jalecos, alguns também receberam luvas e botas para fazerem o manuseio de carne e peixe, além de Wesclhey1 balanças digitais e mecânicas.

Os feirantes foram capacitados, por meio da metodologia social Oasis - uma ferramenta de mobilização que visa favorecer o desenvolvimento comunitário, ampliando sua capacidade de propor respostas criativas para resolução de problemas, e criar bases para o sucesso de políticas públicas participativas.

Wesclhey Silva Souza é feirante desde 2015 e trabalha com verduras, legumes e folhagens diversas. “Estamos muito alegres com as barracas novas que recebemos da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. As anteriores eram muito velhas e enferrujadas, e agora temos um material novo, bonito, que tem agradado tanto os feirantes como os consumidores”.

“Essa apoio que recebemos tem sido maravilhoso para todos nós. Antes trabalhávamos com barracas velhas e emprestadas. A nossa feira agora está mais bonita. Também recebemos o kit feira padronizado. Tudo o que eu e a minha família vendemos na nossa barraca é o que plantamos – milho verde, alface, cheiro verde, limão e muitas outras coisas”, disse Ana Carla Vieira Morais dos Santos.

O projeto Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, uma ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB foi utilizado na revitalização e estruturação das feiras para atender cidades dos estados da Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí. O projeto oferece ações como formação dos feirantes, capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo, gestão dos resíduos sólidos e oficinas culturais.

No Maranhão, além de Presidente Dutra, outros cinco municípios tiveram suas feiras revitalizadas - Pedreiras, São Domingos, Viana, Lago da Pedra e Pindaré Mirim.

Ana Carla1

Fundação BB no Maranhão

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Portal Maior NossaFeiraPedreiras

Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária e da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil 

A Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Brasileira reinauguram, no sábado (27), a Feira Municipal de Pedreiras (MA). A ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O Superintendente do Banco do Brasil no Estado do Maranhão, Alison Aguiar da Costa, declara que o Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. "A estratégia fortalece a economia local através da utilização de transações digitais, e leva praticidade e segurança às pessoas de Pedreiras!"

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos orgânicos.

O diretor da Fundação Banco do Brasil, Rogério Biruel, destaca que a revitalização das feiras deve impactar na geração de renda dos feirantes. “Desde o diagnóstico, identificamos que a reestruturação e as capacitações trariam benefícios aos feirantes e consequentemente um ganho para toda a cidade”.

A agricultora familiar Eva Souza, participante da feira desde 2016, diz que um dos maiores desafios dos feirantes é a comercialização. “Este projeto veio para nos fortalecer. Não tínhamos onde vender nossos produtos e agora teremos nossas barracas e poderemos montar outros pontos de venda, além da feira”. Ela acredita que o aumento da geração de renda, impacta na vida dos feirantes, inclusive na educação dos filhos. “Com uma renda maior, podemos investir nos estudos dos nossos filhos e proporcionar uma vida melhor para eles”, afirma entusiasmada.

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária, em Pedreiras, foi desenvolvido com o apoio local da agência do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural e da Regional Maranhão da Cáritas Brasileira. O evento reuniu a comunidade local, autoridades municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil. 

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2.850 feirantes participarão da iniciativa. No Maranhão, além de Pedreiras, mais cinco cidades estão no projeto: Lago da Pedra, Pindaré-Mirim, Presidente Dutra, São Domingos do Maranhão e Viana.

Fundação BB investiu mais de R$ 10 milhões no Maranhão

 A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Quinta, 18 Outubro 2018 09:06

Alimentação saudável e boa convivência

Com a implantação de 40 canteiros, as famílias residentes no conjunto habitacional já colhem verduras em abundância

Em 2017, os cerca de 6 mil moradores dos conjuntos habitacionais Veneza I e II, que fica na cidade de Balsas (MA), foram contemplados no projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (MUTS) , promovido pela Fundação Banco do Brasil (FBB). Em um primeiro momento, os moradores das mais de mil moradias do residencial receberam a tecnologia social Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária, que buscou promover a cidadania, os laços entre os moradores e a organização coletiva para buscarem soluções dos problemas no condomínio.

A ação resultou em ganhos tão positivos para a comunidade que, com o apoio recebido, foi possível investir em uma alimentação mais saudável e na comercialização do excedente da produção. A Produção Agroecológica em Meio Urbano – Horta Urbana foi a segunda tecnologia social escolhida pelos moradores das mais de mil moradias do residencial. E o resultado é ainda melhor.

A Associação de Apoio ao Desenvolvimento Social Sustentável – Mandacaru foi a entidade responsável pela reaplicação das iniciativas na região de Balsas. De acordo com Carlos Augusto Rodrigues, diretor da Mandacaru, todo trabalho de viabilização da horta foi feito em sistema de mutirão – cercamento da área, que tem 6,5 mil², plantio das culturas (implantação da horta) e construção do viveiro de mudas. Para essa etapa, os moradores contaram com a colaboração da prefeitura local, que cedeu um trator para os serviços de roçagem (limpeza) e gradeamento (descompactação da terra da área).

Após quatro meses da implantação dos 40 canteiros, as famílias residentes já colhem verduras em abundância. Lucilene Barros Leal é moradora do Veneza II e faz parte do projeto desde a concepção. Mãe de três filhos, ela vive com uma renda pequena e conta que, apesar de sentir muitas dores no corpo, consegue participar na mobilização dos moradores. “Como sou falante, bem conhecida aqui no condomínio e não consigo trabalhar no sol e tarefas pesadas, fico na parte de mobilização e de organização. O projeto vem transformando a vida e o dia a dia de todos por aqui. Os canteiros já fornecem verduras em grande quantidade, principalmente folhagens. No início, as pessoas não acreditavam que daria tão certo e hoje não estamos dando conta de todas as pessoas interessadas, tem fila de espera para participar”, declarou.

Engenheiro agrônomo do projeto, Givanildo Silva, esclarece que toda produção é orgânica, com adubação natural, sem defensivos químicos. “O projeto, além de ajudar a melhorar a questão nutricional, tirou muita gente da ociosidade, trouxe mais entrosamento entre as famílias, porque muitas delas nem se conheciam e hoje convivem em harmonia, sem contar que tem morador que consegue tirar R$ 120,00 mensais com a venda do excedente”, disse.

Com o MUTS, também foi elaborado um regimento de convivência da horta e estatuto para formalização da associação comunitária, que será registrado em breve, por meio da assessoria da Mandacaru e do engenheiro agrônomo contratado. Além disso, foram formalizadas demandas junto ao poder público local para resolução de problemas, como por exemplo, o mau cheiro da estação de tratamento de resíduos, a constante falta de água e a coleta de lixo.

Mas você sabe o que é o MUTS?
O MUTS foi criado para mobilizar moradores por meio da convivência social e da reaplicação de tecnologias sociais em empreendimentos de baixa renda, permitindo o protagonismo social e a geração de renda. É voltado para população com renda familiar de até R$1,8 mil mensais que vivem em residenciais financiados pelo Banco do Brasil. O projeto hoje contempla 124 empreendimentos em 84 municípios, distribuídos em 22 estados, num total de 83.284 Unidades Habitacionais (U.H), atingindo cerca de 330.000 pessoas. Em junho desse ano, esse projeto promovido pela FBB foi premiado no concurso “Práticas Inspiradoras, a Vivência no Centro da Nova Agenda Urbana”, promovido pelo Fórum Latinoamericano e Caribeño de Habitação, realizado na República Dominicana.

 

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