Portal Interno   Nossa Feira Areia e Nordestina

Nordestina (BA) e Areias (PB) foram as cidades que receberam o projeto Nossa Feira Popular e Solidária

“Quando eu chego aqui na feira eu me sinto em casa. As pessoas são acolhedoras, amigas e com a ajuda da Fundação Banco do Brasil, da Cáritas e da prefeitura a gente vai crescer ainda mais”. Com estas palavras, o feirante Edilson Ribeiro dos Santos resume a gratidão e a felicidade com a revitalização da feira municipal de Nordestina, reinaugurada no último sábado (13). Nordestina está localizada no sertão da Bahia, a 360 quilômetros de Salvador e possui uma feira tradicional há mais de 20 anos. A revitalização do espaço é uma iniciativa do projeto Nossa Feira Popular e Solidária que faz parte da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com os municípios, cujo objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial que beneficia todos os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável.

O prefeito da cidade, Erivaldo Carvalho Soares, destacou que o projeto contribui para amenizar o sofrimento dos feirantes, já que havia dificuldade com as estruturas das barracas, além da dificuldade em fazer o descarte dos resíduos sólidos. Com novas barracas e a coleta seletiva, o desafio a partir de agora é estruturar melhor a feira. “A perspectiva é dar a sustentação pra os feirantes, talvez mudar a feira para uma área que tenha mais facilidade de trânsito e fortalecer ainda mais a nossa parceria com o Banco do Brasil, a Fundação BB e a Cáritas Brasileira, que estão nos ajudando a dar visibilidade a nosso município", disse.

Nordestina foi a primeira cidade baiana a receber a revitalização da feira. O estado foi contemplado juntamente com Piauí, Paraíba e Maranhão para receber investimentos no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB. No atual estágio o investimento é de aproximadamente R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações.

A Fundação BB vem apoiando outras iniciativas na Bahia. Nos últimos 10 anos foram investidos mais de R$ 147 milhões em 653 projetos para 183 municípios, alcançando mais de 251 mil pessoas.

Feira revitalizada em Areia (PB)

Também no último sábado (13) ocorreu a reinauguração da feira municipal da cidade de Areia. Esta foi a terceira cidade na Paraíba a ter o Projeto Nossa Feira Popular e Solidária a ser reinaugurada no estado.

A feira de Areia (PB) abriga 238 feirantes que agora terão novos espaços para trabalhar. Antes, eles passaram por processo de formação. A Tecnologia Social Oásis (ferramenta de mobilização para solucionar problemas nas cidades) foi uma das metodologias usada para estimular o desenvolvimento comunitário e juntos concretizarem as metas planejadas coletivamente. Também foram oferecidas capacitações em educação financeira e empreendedorismo. A comunidade areiense participou de oficinas para fortalecer a expressão da cultura local na feira.

A feirante Maria Creuza, ficou tão feliz com as novas barracas e a estrutura da feira, que afirmou que este é um projeto que deveria ser desenvolvido em todos os municípios do pais. “Eu trabalho há 22 anos na feira, nunca vi uma coisa maravilhosa como está bem organizado, muito boas as barracas. Deveria ter em toda a região. O espaço ficou bom, tudo organizado. Merece ter em toda a região do país.

A cartilha gibi “Conectados” também foi distribuída para os estudantes da rede municipal das cidades de Nordestina, na Bahia e Areia para promover a educação financeira de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento. O prefeito da cidade João Francisco, destacou que a revitalização da feira do Mercado Público é o primeiro passo para inúmeras melhorias que serão construídas no município para a cidade ultrapassar fronteiras. “Não vamos parar por aqui, nós podemos fazer mais para os feirantes e para a população porque nós temos que crescer e contamos com o apoio do Banco do Brasil e da Cáritas para que Areia se torne uma cidade de vanguarda”, enfatiza.

A Fundação BB vem apoiando várias iniciativas na Paraíba. Nos últimos dez anos investiu aproximadamente R$ 55 milhões em mais de 165 projetos, em 98 municípios, alcançando mais de 480 mil pessoas.

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Portal   Nossa Feira   Boqueirao

Reestruturação da feira municipal recebeu investimento social da Fundação BB e Cáritas Brasileira para impulsionar comércio local com soluções digitais de pagamento

A cidade de Boqueirão, no interior da Paraíba, foi mais uma a receber o projeto Nossa Feira Popular e Solidária - iniciativa estratégica do Banco do Brasil intitulada Município Mais que Digital, em parceria com os municípios e o apoio da Fundação Banco do Brasil e Cáritas Brasileira. A reinauguração da feira ocorreu no dia 15 e terá novas edições sempre aos sábados, em frente ao Mercado Municipal. O objetivo do Município Mais que Digital é fortalecer a economia local, por meio da educação financeira e do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial que beneficia todos os atores locais e de promoção do desenvolvimento sustentável.

Antes de Boqueirão, os municípios que já receberam Nossa Feira Popular e Solidária foram: Castelo do Piauí (PI) e Pedreiras (MA). Para a reestruturação das feiras, os comerciantes receberam barracas padronizadas, capacitação de educação financeira e os estudantes da rede municipal receberam a cartilha “Conectados”, que aborda os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

Como forma de mobilizar os feirantes de Boqueirão, a gerente da agência local do Banco do Brasil, Angela Freitas, fez um sorteio de uma máquina de pagamento. “A ideia é divulgar o aparelho e mostrar para os feirantes que é possível a utilização de outras formas de pagamento, para além do dinheiro”, destaca a gerente.

O ganhador do sorteio foi o feirante Rafael da Silva, um dos líderes da Associação dos Feirantes, Ambulantes e Comerciantes de Boqueirão. Ele conta que a cidade recebeu muito bem a reorganização da feira e que muitos clientes elogiaram o projeto. “As pessoas que passaram por aqui elogiaram as barracas, a coleta seletiva e se sentiram muito felizes porque isto ajuda até no aumento do turismo”, avalia.

Além de Angela Freitas e do superintendente regional do Banco do Brasil de Campina Grande, Célio Cintra, também participaram da solenidade o vice-prefeito Marcos Freitas, representantes da Cáritas Brasileira e o gerente de Implementação de Programas e Projetos, André Grangeiro, representando a Fundação BB.

Nossa Feira Popular e Solidária

O Projeto Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social da Fundação BB no valor de R$ 10 milhões para ser usado em duas etapas e atender 21 municípios, em quatro estados do nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões e no atual estágio, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões, que está sendo usado na revitalização, estruturação das feiras , formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos. A iniciativa tem como objetivo reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Investimento Social na Paraíba

Nos últimos dez anos a Fundação BB investiu mais de R$ 55 milhões no estado da Paraíba. Foram mais de 165 projetos executados, em 98 municípios e mais de 480 mil pessoas atendidas.

O maior investimento no estado foi em projetos para construção de cisternas (Água para Beber e Água de Produção), que somou mais de R$ 35 milhões. O segundo maior investimento foi na área de educação, sendo R$ 3 milhões repassados para o programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar. Além disso, os projetos de agroecologia receberam aporte de mais de R$ 2 milhões.

 

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Experiências em internet, rádio e TV, com pautas sobre o semiárido ou com foco em notícias positivas, foram debatidas no segundo dia do Encontro de Jornalistas da Fundação BB

A importância das iniciativas de jornalismo que trazem novas formas de abordar a realidade em diversas plataformas, como contraponto ao discurso tradicional, foi o foco da primeira mesa do dia 20, no 10º Encontro de Jornalistas da Fundação Banco do Brasil, realizado em João Pessoa (PB). Sob o tema “Jornalismo Social em Multiplataformas”, o debate reuniu os jornalistas Rinaldo de Oliveira (criador e diretor do portal Só Notícia Boa, com experiência em diversas emissoras de TVs e rádios); Inácio França(um dos fundadores do coletivo de jornalismo investigativo Marco Zero, e ex- repórter dos jornais Diário Popular (SP), O Globo e Diário de Pernambuco); e Fabíola Moura (professora em Jornalismo em Multimeios da Universidade do Estado da Bahia e coordenadora de programação e jornalismo da TV e Rádio Caatinga).

Fabíola explicou que na webtv e rádio Caatinga a produção busca fazer um trabalho educativo para as pessoas que não conhecem a região do semiárido, principalmente o público infanto-juvenil. “Uma filosofia de produção de conteúdo para a promoção das realidades do semiárido, para desmistificar a imagem que é sempre focada na seca, na pobreza e no flagelo. A ideia é transformar a imagem estática em mil imagens coloridas, que não se limitam ao determinismo da imagem estática.” Para divulgação do conteúdo, há parcerias com emissoras educativas, públicas e estatais.

Para o jornalista Inácio França, do Marco Zero, há muitas iniciativas bem-sucedidas de inclusão social e produtiva no semiárido que devem ser multiplicadas e adotadas como políticas públicas, e a mídia tem importante papel nisso. “Tem comunidades que vivem da produção da agricultura familiar e orgânica, que deixou de ser apenas uma experiência para ser um meio de vida, e precisa se tornar política pública, ter interferência do estado. Para isso o jornalista é um instrumento. Nós nos propomos a garantir a visibilidade para experiências reais com foco na politica pública.”

Rinaldo Oliveira contou que o Só Notícia Boa surgiu de uma experiência pessoal. Ele começou a ter dores de estômago. Os exames deram resultado negativo e o médico disse que o problema era de fundo emocional. Então, sugeriu que ele criasse uma forma de divulgar notícias positivas para equilibrar o volume de reportagens negativas que apresentava todos os dias em telejornal no Distrito Federal. Assim criou um blog, que depois se tornou o portal, hoje acessado por mais de um milhão de pessoas ao mês.

Rinaldo explicou ao público do encontro que a missão do site é muito parecida com a da Fundação BB, que é a de melhorar a vida das pessoas. “Nossa missão é melhorar o dia das pessoas, com histórias positivas, que animam, inspiram, ensinam que elas também podem fazer a diferença. As pessoas que fazem coisas legais têm que aparecer.” E acrescentou com entusiasmo:  “Já viramos referência no jornalismo positivo.”  

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