Portal Interno  Orquestrando o Brasil
O Theatro Municipal de São Paulo foi palco de mais uma edição do projeto Orquestrando o Brasil

Crianças e adolescentes do projeto Ação Social Pela Música, da cidade de João Pessoa (PB), foram regidos pelo maestro João Carlos Martins, no Theatro Municipal de São Paulo(SP) , nesse domingo (8). O espetáculo abriu o concerto da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP e faz parte de uma série de apresentações que o projeto Orquestrando o Brasil vem realizando pelo país, com grupos musicais, sob a regência do maestro.

Desde 2015, o Ação Social pela Música oferece aulas de educação musical para crianças e adolescentes, com idades entre seis a e 17 anos, em sistema de jornada complementar à escola. O projeto que é mantido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa, por meio da Fundação Cultural (Funjope), atualmente atende 300 estudantes em quatro unidades. Nas regiões de Alto do Mateus e Mangabeira, os alunos aprendem a tocar instrumentos de corda (violino, viola, violoncelo e contrabaixo). Já na unidade Gervásio Maia, estudam flauta doce, e no bairro dos Novais, estudam metais (trompete, trombone, tuba e trompa). O projeto disponibiliza também aulas de reforço escolar (Português e Matemática).

Os 42 alunos que viajaram para São Paulo - 14 da unidade do Alto do Mateus e 28 de Mangabeira – foram regidos também pelos maestros Samuel Galvez Espinosa e Hector Rossi. Entre os integrantes do grupo está Guilherme Artur Lima Pereira, de 10 anos, que desde os sete faz aulas de violino. O aluno contou que entrou no projeto por insistência da avó, e confessou que no início não gostava muito, mas com o passar do tempo foi achando o curso interessante e decidiu continuar. “Estar aqui hoje no Theatro Municipal de São Paulo representa muito para mim como músico. Estou gostando e quero continuar", disse.

Já Miguel Luiz se apaixonou pelo projeto quando foi assistir a um concerto com a mãe, em 2015. “Quando eu os ouvi tocando disse à minha mãe que queria participar do projeto e ela me matriculou. Estou lá até hoje. Eu sou muito fã do maestro João Carlos Martins e estou realizando um sonho em conhecê-lo”.

Eduardo Vinícius da Silva Arruda, de 11 anos, toca violino e sempre sonhou em ser músico profissional. Para ele, essa oportunidade de tocar com o maestro João Carlos Martins é muito importante para a sua formação.

“Para nós que fazemos ação social pela música de João Pessoa, e em especial pelas nossas crianças, esta experiência foi indescritível. Acredito que nem nos mais desvairados sonhos eles pensavam que encontrariam lugares tão belos, tão interessantes e tão cheios de histórias como tudo que foi conhecido aqui em São Paulo – Museu Catavento, Feirinha da Praça da República, Avenida Paulista e nem se fala do Theatro Municipal. O convite do maestro foi algo que vai ficar para a história, não só do projeto, mas individual de cada aluno, porque jamais pensaram ter esse privilégio. A partir de agora a história dessas crianças tem o antes e o depois da viagem para São Paulo, destacou o maestro, Samuel Espinoza.

Orquestrando o Brasil

Idealizado pelo maestro João Carlos Martins e realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasil, Serviço Social da Indústria (Sesi-/SP) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), oOrquestrando o Brasil é uma plataforma digital para disseminação de conteúdo, oferecendo capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento. O portal visa construir uma relação permanente e online de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local. Um canal de comunicação, informação e interação, que tem o objetivo de unir os músicos. O maestro já tocou também com orquestras das cidades de Taubaté (SP), Maringá (PR), São Paulo (SP) e de Brasília (DF).

Criado em junho de 2018, o Orquestrando o Brasil reúne 440 orquestras e bandas, um universo que representa mais de dezoito mil músicos, com grupos musicais de 190 municípios espalhados pelos estados de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

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Instituto oferece atividades de esporte, cultura e lazer para crianças, adolescentes, jovens e mulheres

Em breve, as famílias atendidas pelo Instituto de Desenvolvimento Humano Social Econômico e Cultural Irmã Emiliana, da cidade de Paranaíba (MS), terão um novo espaço para atividades esportivas, culturais e de lazer. A nova conquista faz parte do projeto “Quadra Viva”, que tem a parceria da Fundação Banco do Brasil.

O projeto vai receber R$ 180 mil para a conclusão da quadra esportiva, ampliação do prédio do Instituto – com cozinha, sala de música e informática – e compra de máquinas, equipamentos e instrumentos musicais. O objetivo é desenvolver talentos, potencialidades e oferecer subsídios para o enfrentamento das situações de vulnerabilidade psicossocial.

A entidade atende 170 crianças em três faixas de idade: de 2 a 5 anos, na educação infantil, por meio do Lar Tereza Spinelli; de 9 a 15 anos, no serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, com oficinas de artes, contação de histórias, música, esporte e lazer; e jovens a partir de 18 anos, nos cursos de capacitação, esportes diversos e artes maciais. O projeto oferece ainda cursos de artesanato para mulheres. As ações desenvolvidas tem o acompanhamento de uma equipe técnica composta por assistente social, psicólogo e educadores sociais.

Sônia Maria Barbosa e seu filho Giovani Gabriel Nunes da Silva, de 15 anos, fazem parte do grupo de beneficiados. Ela escolheu o artesanato, enquanto o filho era atendido no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos. Lá, a dona de casa aprendeu a fazer tapetes de crochê com barbante. “Eu e meu filho somos gratos por tudo que o projeto fez por nós. Quando cheguei não sabia nem pegar numa agulha e hoje já consigo fazer algumas peças. Meu filho também era muito tímido e hoje está bem mais solto, até aprendeu a fazer bolachas e panetones no projeto. A minha torcida é para que o projeto nunca se acabe, porque ele tem ajudado muito as famílias como a minha”, disse.

De acordo com a freira, Irmã Andrea Ferreira, as portas do Instituto estão abertas para todos, e em especial para as crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade social. “O convênio com a Fundação Banco do Brasil por meio do projeto "Quadra Viva" tem um grande significado para nós, pois nos permitirá melhorar os serviços ofertados pela nossa entidade ao município de Paranaíba. A quadra será um espaço de interação com os participantes das nossas obras, ofertando um serviço de maior qualidade e também com novos focos, como a inclusão digital e o projeto de culinária”, declarou a religiosa.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Programa AABB Comunidade conta com apoio de pessoas das comunidades onde é realizado

Um dos elementos que contribui para o sucesso do Programa Integração AABB Comunidade é o trabalho voluntário. São centenas de pessoas que se dedicam no suporte às atividades oferecidas aos estudantes da rede pública de ensino, com idades entre 6 e 18 anos incompletos, no contraturno escolar.

O AABB Comunidade proporciona aulas de esportes e cultura, assim como noções de cidadania, reforço alimentar e acompanhamento médico-odontológico. Os educadores participantes pertencem às comunidades locais.

Em Erechim (RS), o programa está presente desde sua criação, em 1987. Na cidade, chama atenção o trabalho voluntário da funcionária aposentada do Banco do Brasil, Marília Salete Dal Zot Dutra, junto aos alunos da comunidade Jaguaretê, a 25 quilômetros do centro. Uma vez por semana, ela ministra aulas de italiano para 46 crianças.

Quando se afastou das atividades bancárias, em 1995, Marília conta que sentiu vontade de aprender um novo idioma e a escolha foi pelo italiano. Depois disso, tornou-se professora por alguns anos em uma escola particular de línguas, mas ainda faltava atender outro desejo, fazer um trabalho voluntário que pudesse passar um pouco do conhecimento adquirido. No segundo semestre de 2016, assumiu o compromisso de lecionar no AABB Comunidade.

“Tudo que a gente puder fazer para que essas crianças cresçam com mais instrução é bom. A maioria das crianças daqui são descendentes de italiano, polonês e alemão, e as de Jaguaretê têm avós que falam o italiano. Sou a favor de que devemos repassar todo conhecimento que temos para fazer a diferença na vida dos outros. Além do mais, nem todas as pessoas que se aposentam exercem atividades. Sou privilegiada!. Ao chegar, recebo das crianças um ‘Buongiorno’ e meu coração se enche de alegria”, declara.

Em Araxá (MG), as aulas de canto ministradas por Gislaine Danésio Lima, de 16 anos, dá o tom da solidariedade e desperta na garotada a musicalidade. Gigi, como é carinhosamente chamada, compartilha um pouco do seu conhecimento em canto nos ensaios do coral, composto por 40 integrantes, todas as quintas-feiras, no período da manhã.

“Sempre gostei de música e acho que já nasci cantando. Canto na igreja que frequento e sonho em seguir carreira na música. Sou feliz por ajudar essas crianças que precisam tanto. Esse trabalho também me ajuda a crescer como pessoa, além de possibilitar fazer o que mais amo, que é cantar”.

Já em Palmeira das Missões, 370 quilômetros de Porto Alegre (RS), o comprometimento e a dedicação são qualidades que podem ser conferidas nas aulas de capoeira do professor Leandro Hedlund de Borba. Convidado a trabalhar com os educandos, Leandro conta que não pensou duas vezes antes de aceitar o desafio.

“Sou apaixonado pelo AABB Comunidade desde quando começou na cidade, em 2001, que eu frequentava para participar das atividades. Tenho pelo programa profunda gratidão pelo que fez por mim no passado e por tudo que está fazendo agora pelos meus dois filhos, um de 13 anos e outro de 10 anos, que são deficientes e recebem toda a atenção”, disse.

Programa Integração
O AABB Comunidade propõe a integração entre escola, família e comunidade, por meio de um plano pedagógico que prevê a ampliação da cidadania e tem na educação um fator de transformação social. De 2006 a 2017, o investimento social da Fundação BB no projeto foi de R$ 171,1 milhões, com atendimento a 497 mil participantes de 473 municípios de todo país.

Assista ao vídeo do Programa Integração AABB Comunidade

 A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Inovação, Empreendedorismo e Inclusão Socioprodutiva para a Economia Digital serão abordados na proposta experimental

Vinte cidades brasileiras vão receber inicialmente o projeto piloto de Inserção Juvenil na Economia Digital que irá formar crianças e jovens do programa AABB Comunidade para o mercado de trabalho. O programa será conduzido pelo Instituto Cesar – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, sediado em Pernambuco.

O projeto piloto irá oferecer cursos voltados para a inserção socioprodutiva na economia digital. Os alunos utilizarão materiais interativos em plataforma online educativa, de acordo com a faixa etária. Os educadores e coordenadores das AABBs também receberão treinamento.

A assinatura do convênio ocorreu durante a abertura do 3º Encontro Nacional de AABBs, realizado na última quinta-feira, 12, em Brasília. Na ocasião, o presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, reforçou o compromisso da Fundação BB na transformação social na vida dos participantes. “A gente está muito feliz com esta parceria, pois sabemos que este programa irá levar mais dignidade e conhecimento para essas crianças. O AABB Comunidade representa acolhimento. Lá, as crianças e adolescentes recebem educação, alimentação, atividades lúdicas e agora eles vão sair de lá muito mais preparados para alcançar seus sonhos e profissões”, disse.

Já o diretor de Estratégia e Organização do Banco do Brasil, Carlos Netto, destacou que o convênio reforça o papel do AABB Comunidade. “Este programa tem condições de transformar a vida dessas crianças para o mundo digital, cada vez mais presente nas nossas vidas. É muito gratificante saber que estamos renovando ao projetar um Brasil melhor”, disse.

O programa
Segundo o diretor do Instituto Cesar, Felipe Santana, o programa terá dois anos e será dividido em três etapas. A primeira é para realizar um estudo exploratório, para que seja possível tornar o modelo disseminado no Brasil todo. "Nós precisamos entender as diferenças sociais, culturais, as diferenças das necessidades dos arranjos produtivos locais onde cada AABB está inserida”, explicou. Nesta etapa, os técnicos do Cesar vão conversar com educadores, educandos, dirigentes, prefeituras e com a sociedade. Depois disso, será feita uma análise para produção do material pedagógico digital e não digital, chamado Programa Pedagógico Executivo.                                                       

Para colocar em prática, no primeiro ano, este modelo vai ser concentrado na região Nordeste, com a formação de educadores (presencial e online). Em seguida será feita a replicação deste aprendizado dos educadores com os educandos, com acompanhamento presencial e online com mentores do Cesar. Ao final, será elaborado um exercício de inserção socioprodutiva com os jovens, no contexto de arranjos produtivos locais. Terminado o primeiro ano, será feita uma avaliação para possíveis ajustes para o modelo ser colocado em prática na região Sul, seguindo o mesmo roteiro de formação de educadores, educandos e exercício de inserção socioprodutiva.                                                                                                                                                                                                                                                             

Instituto Cesar
O Centro de Inovação é baseado em tecnologia da comunicação e informação. Tem 22 anos de existência e 550 colaboradores em Recife, com filiais em Manaus, Sorocaba e Curitiba. Sua missão é identificar, potencializar, e concretizar oportunidades de melhoria nas empresas e na vida das pessoas.

Conheças as 20 primeiras cidades que irão receber o projeto Cesar:
- Arapiraca (AL)
- Brumado (BA)
- Capinzal (SC)
- Coronel Vivida (PR)
- Currais Novos (RN)
- Garanhuns (PE)
- Ijuí (RS)
- Marau (RS)
- Nonoai (RS)
- Patos (PB)
- Porto da Folha (SE)
- Quixeramobim (CE)
- Tauá (CE)
- Salvador (BA)
- Santa Bárbara do Sul (RS)
- São Miguel do Oeste (SC)
- São Tepé (RS)
- Tapejara (RS)
- Tenente Portela (RS)
- Timbaúba (PE)

30 anos de AABB Comunidade
O AABB Comunidade é uma tecnologia social que oferece complementação escolar para crianças e adolescentes da rede pública de ensino, com idades entre 6 e 18 anos incompletos. O Programa, que é fruto de parceria entre a Fundação BB e a FENABB, é realizado nas AABBs de todo o País. De 2007 a 2017, o investimento social da Fundação BB no projeto foi de R$ 172,6 milhões, com atendimento a 592 mil participantes de 478 municípios de todo país.

Assista ao vídeo sobre o programa, clique aqui

 

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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