Quinta, 19 Setembro 2019 12:17

Educação financeira para realizar sonhos

Portal Interno    Educacao   Fotos: Sistema Pedagógico Semear 

Moradores de Brumadinho (MG) aprendem sobre a importância da gestão de recursos financeiros


Orientar os moradores em relação à administração de seus gastos e gestão de recursos por meio da educação financeira é uma das atividades oferecidas pela Fundação Banco do Brasil e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae MG), entidades que fazem parte da Aliança por Brumadinho, ação coordenada pelo Ministério da Cidadania.

Com um pacote de medidas, a Aliança visa a reconstrução do município, a recuperação da atividade econômica e o resgate da autoestima da comunidade, com ações nas áreas de desenvolvimento social, educação, saúde, cultura, esporte, infraestrutura, meio ambiente e segurança.

Nos dias 11 e 12 deste mês, cerca de 70 pessoas participaram de capacitações em educação financeira, onde foram sensibilizadas sobre como receber, investir e fazer uma reserva financeira para realizar os sonhos e alcançar os projetos de vida. As turmas foram compostas por adolescentes com idades entre 14 e 17 anos, moradores da comunidade, estudantes da Escola Semear e frequentadores da Estação Vale do Conhecimento - espaço direcionado aos alunos da rede municipal de ensino, além de jovens empreendedoras e mães.

As oficinas foram ministradas pelas assessoras da Fundação BB, Maria Eduarda Serra e Aline Oliveira, baseadas na cartilha de Educação Financeira da Fundação BB, inspirada no projeto “Não sou Gabriela”, uma iniciativa desenvolvida para mulheres em situação de vulnerabilidade social e responsáveis pelo sustento da família.

Em agosto, cerca de 70 servidores municipais de Brumadinho foram capacitados como multiplicadores para promover a disseminação da educação financeira na região. Guilherme Morais, diretor de Juventude da Prefeitura de Brumadinho fez parte da primeira turma de multiplicadores. “As capacitações são de grande importância para o nosso município. Os moradores precisam de orientações de como usar os recursos que recebem mensalmente da mineradora Vale. Com a educação financeira, queremos alcançar a todos, principalmente os mais jovens”, disse.

O curso Educação Financeira é dividido em três módulos: Eu,consumidor, A mudança e Eu, poupador, onde os participantes são conscientizados sobre a importância do planejamento familiar, tornando-os responsáveis pelas decisões que envolvam seu dinheiro, além de adoção de atitudes que garantam o bem-estar financeiro.

“Durante os encontros notamos que as pessoas precisam de orientações à respeito do gerenciamento das finanças. Também percebemos claramente os sonhos e desejos de cada um. Enquanto as pessoas com mais idade sonham com a casa própria, os mais jovens almejam independência financeira e realização profissional”, destacou Maria Eduarda. No momento em que a população do município recebe verbas de indenizações e auxílios diversos, a educação financeira pode contribuir para a realização desses sonhos, complementa a assessora.

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Portal   Nossa Feira   Boqueirao

Reestruturação da feira municipal recebeu investimento social da Fundação BB e Cáritas Brasileira para impulsionar comércio local com soluções digitais de pagamento

A cidade de Boqueirão, no interior da Paraíba, foi mais uma a receber o projeto Nossa Feira Popular e Solidária - iniciativa estratégica do Banco do Brasil intitulada Município Mais que Digital, em parceria com os municípios e o apoio da Fundação Banco do Brasil e Cáritas Brasileira. A reinauguração da feira ocorreu no dia 15 e terá novas edições sempre aos sábados, em frente ao Mercado Municipal. O objetivo do Município Mais que Digital é fortalecer a economia local, por meio da educação financeira e do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial que beneficia todos os atores locais e de promoção do desenvolvimento sustentável.

Antes de Boqueirão, os municípios que já receberam Nossa Feira Popular e Solidária foram: Castelo do Piauí (PI) e Pedreiras (MA). Para a reestruturação das feiras, os comerciantes receberam barracas padronizadas, capacitação de educação financeira e os estudantes da rede municipal receberam a cartilha “Conectados”, que aborda os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

Como forma de mobilizar os feirantes de Boqueirão, a gerente da agência local do Banco do Brasil, Angela Freitas, fez um sorteio de uma máquina de pagamento. “A ideia é divulgar o aparelho e mostrar para os feirantes que é possível a utilização de outras formas de pagamento, para além do dinheiro”, destaca a gerente.

O ganhador do sorteio foi o feirante Rafael da Silva, um dos líderes da Associação dos Feirantes, Ambulantes e Comerciantes de Boqueirão. Ele conta que a cidade recebeu muito bem a reorganização da feira e que muitos clientes elogiaram o projeto. “As pessoas que passaram por aqui elogiaram as barracas, a coleta seletiva e se sentiram muito felizes porque isto ajuda até no aumento do turismo”, avalia.

Além de Angela Freitas e do superintendente regional do Banco do Brasil de Campina Grande, Célio Cintra, também participaram da solenidade o vice-prefeito Marcos Freitas, representantes da Cáritas Brasileira e o gerente de Implementação de Programas e Projetos, André Grangeiro, representando a Fundação BB.

Nossa Feira Popular e Solidária

O Projeto Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social da Fundação BB no valor de R$ 10 milhões para ser usado em duas etapas e atender 21 municípios, em quatro estados do nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões e no atual estágio, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões, que está sendo usado na revitalização, estruturação das feiras , formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos. A iniciativa tem como objetivo reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Investimento Social na Paraíba

Nos últimos dez anos a Fundação BB investiu mais de R$ 55 milhões no estado da Paraíba. Foram mais de 165 projetos executados, em 98 municípios e mais de 480 mil pessoas atendidas.

O maior investimento no estado foi em projetos para construção de cisternas (Água para Beber e Água de Produção), que somou mais de R$ 35 milhões. O segundo maior investimento foi na área de educação, sendo R$ 3 milhões repassados para o programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar. Além disso, os projetos de agroecologia receberam aporte de mais de R$ 2 milhões.

 

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Conheça iniciativas que receberam investimento social para conscientizar pessoas sobre controle de finanças

O tema educação financeira ainda é um assunto que precisa ser melhor disseminado. Independente de classe social e formação escolar, há muitas pessoas que não sabem administrar seu dinheiro e, em muitos casos, podem perder o controle financeiro. Manoel Costa, consultor financeiro, chegou a esta constatação oferecendo palestras para um público diverso entre pessoas que estão desempregadas até aquelas que ganham mais de R$ 20 mil mensais.

“As pessoas estão no mercado de trabalho, mas muitas não tiveram nenhuma orientação de como lidar com o dinheiro. Gente que ganha entre R$ 20 mil a R$ 30 mil e estão totalmente descontroladas. Não tiveram este conhecimento durante a vida. E isto não tem nada a ver com o grau de escolaridade ou com altos salários, porque grande parte das pessoas possui dificuldades financeiras e não enxerga o óbvio: gastar menos do que ganha”, afirma o consultor.

Como forma de debater este assunto com a sociedade, foi lançada a sexta edição da Semana Nacional de Educação Financeira promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef). As ações começaram na última segunda, dia 20 de maio e irão até o próximo domingo, dia 26 de maio, com várias atividades espalhadas em todo o país.

Alinhada ao tema, a Fundação Banco do Brasil, aproveita a oportunidade, para apresentar três projetos que instituem a educação financeira como uma prática sustentável para públicos em situação de vulnerabilidade social. 

Cartilha NaoSouGabriela  Não sou Gabriela

  O projeto “Não sou Gabriela – Formação em Educação Financeira Comunitária” é uma iniciativa desenvolvida para mulheres em  situação de vulnerabilidade social e que são responsáveis pelo sustento da família.
  A capacitação é organizada em encontros semanais e as mulheres são estimuladas a rever os hábitos de consumo e a poupar,  por meio de uma pergunta norteadora: qual o teu sonho?

  O consultor financeiro Manoel Costa é um dos educadores do projeto. Para ele, a resposta mais comum a esta pergunta é:  “preciso de dinheiro para realizar este sonho”. Durante a capacitação, as mulheres são estimuladas a mudarem o
  padrão   de  comportamento, avaliando os itens que compraram durante a semana – se são essenciais ou supérfluos – e a partir disto irem  economizando, mesmo que seja um real por semana. “Não desperdiçar alimentos, reavaliar hábitos            de  consumo   e fazer a poupança, são dicas que, aos poucos, se torna hábito na vida delas. No final do curso, vemos pessoas que não tinham a menor ideia de poupar e começam a guardar pequenos valores”, avalia o consultor.  Acesse aqui
  a cartilha. 

  Educação Financeira no Moradia Urbana com Tecnologia SocialCartilha de Educação Financeira 1

  O projeto “Não sou Gabriela” é uma metodologia interessante, que serviu de inspiração para a cartilha de Educação Financeira do Moradia Urbana com tecnologia Social (MUTS).
  Funcionários voluntários do   Banco   do Brasil, foram capacitados, para atuarem como educadores financeiros junto aos moradores dos empreendimentos, difundindo hábitos saudáveis
  para o manuseio do dinheiro, tais como fazer o controle de gastos   e aprender a economizar com o objetivo de concretizar sonhos.

  O curso é dividido em três módulos: Eu Consumidor, Mudança e Eu Poupador, e tem como objetivo conscientizar os participantes
  sobre a importância do planejamento familiar, tornando-os responsáveis pelas decisões que envolvam seu próprio dinheiro, além de adoção de atitudes que garantam o bem-estar financeiro.

  Renata Pereira, de Lavras (MG), é uma das voluntárias que participou da formação em educação financeira e está atuando no
  Residencial Vista do Lago, empreendimento que tem cerca de 400 famílias,   em  um total de aproximadamente 1,6 mil pessoas. “Estou sendo facilitadora do conteúdo de educação financeira e tenho aprendido muito com os participantes.”, destaca Renata. Clique aqui e acesse a cartilha do MUTS.

Cartilha Conectados

 Revista em Quadrinhos – Conectados

 Outra iniciativa, que recebe apoio da Fundação BB é a revista em quadrinhos Conectados, que está sendo distribuída para as escolas públicas dos municípios
 beneficiados com o projeto Nossa Feira Popular e Solidária. 

O objetivo da publicação é promover a educação financeira e digital para o público infantojuvenil de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

O projeto faz parte da estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, para fortalecimento da economia local estimulando às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial de promoção do desenvolvimento sustentável que beneficia todos os atores locais. Nesta semana, as escolas públicas da cidade de Boqueirão, na Paraíba, receberam a revista. Acesse aqui a revista Conectados.

Serviço

A Semana Nacional de Educação Financeira também tem o apoio do Banco do Brasil. Para conhecer a programação da sexta edição, acesse o hotsite http://www.semanaenef.gov.br/


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Segunda, 01 Outubro 2018 14:09

O que fazer com sobras de tecido?

Portal   reusotextil

Projeto usa tecidos que seriam jogados no lixo para dar uma nova esperança de vida a mulheres em situação de vulnerabilidade social

Duas regiões administrativas do Distrito Federal que estão entre as de menor renda - Estrutural e Recanto das Emas – começam a ter um projeto que abrange a sustentabilidade nos níveis econômico, social e ambiental.

Trata-se do projeto Reuso Têxtil, Panificação e Produção de Alimentos, iniciativa realizada pelo Instituto Proeza com o apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB). A ideia do projeto é reutilizar retalhos de tecido e roupas que seriam descartadas para a confecção de novas peças, permitindo gerar ganhos mensais e autonomia para mulheres que moram nessas regiões do DF e vivem em situação de vulnerabilidade social.

A iniciativa oferece, gratuitamente, capacitação em bordado manual, crochê, costura em máquina industrial, tecelagem, tingimento orgânico, panificação, educação financeira e plano de negócios.
No final de julho, o Recanto das Emas recebeu as primeiras oficinas de bordado e crochê. O interesse foi grande, com 90 alunas inscritas, sendo que mais da metade das participantes foi encaminhada pela rede de assistência social por estarem em vulnerabilidade social, segundo a presidente do Instituto Proeza, Kátia Ferreira. Mais importante que a capacitação para o trabalho, as alunas constroem um espaço de amizade e confiança. “Para mim está sendo excelente, porque além da renda, ajuda muito no psicológico da gente, na autoestima", afirma Maria Juliana da Silva, de 43 anos, que já fez aulas de bordado no Instituto e agora está utilizando o projeto para aprimorar a habilidade.

Outro motivo de satisfação para as participantes é que as filhas podem frequentar aulas de balé oferecidas por uma professora voluntária no mesmo horário das oficinas. É uma forma de deixar as mães despreocupadas e estimuladas para o aprendizado. Ana Lídia é uma das alunas da turma de crochê e leva sua filha de 6 anos para as aulas de balé. Ela relata a satisfação de mãe e filha com o projeto. "Ela está gostando muito e eu posso estar perto dela, participar e acompanhar". Em breve, uma nova atividade extra curso promete trazer mais filhos para lá: estudantes voluntários da Universidade de Brasília (UnB) darão aula de reforço escolar de várias disciplinas.

Além disso, o projeto cresce e em breve serão oferecidas oficinas de panificação com a estruturação de uma unidade de produção de pães e confeitaria. Esse é um pedido que veio da própria comunidade, já que muitas mães têm como prática a produção caseira de pães e bolos. A expectativa é que a padaria venda as guloseimas na própria região e abasteça com lanche os eventos relacionados à divulgação dos produtos feitos pelas costureiras.

E tem mais! Para as mulheres aprenderem a gerir as finanças do empreendimento coletivo ou individual que surgirão após as capacitações, o projeto também oferecerá oficina de educação financeira e plano de negócios.

Produção responsável

Para viabilizar a matéria-prima para os novos produtos finalizados pelas futuras costureiras, os idealizadores do projeto articularam parcerias com empresas doadoras de tecidos e de roupas usadas para a customização e confecção de peças novas. "Conseguir resíduos como matéria-prima para o projeto é fácil. As grandes confecções têm tanta necessidade de fazer o descarte, porque não podem levar para o aterro sanitário, que estão doando e ainda oferecendo a logística para entregar", afirma Kátia Ferreira, que também é coordenadora do projeto.

Kátia pesquisou iniciativas de reciclagem de produtos têxteis e disse que a indústria da moda causa bastante impacto ambiental. No segundo lugar no ranking das mais poluentes, perde apenas para a indústria do petróleo. O impacto ocorre em toda a cadeia produtiva têxtil, com a contaminação do solo, consumo de água e de energia, emissões de gases poluentes e geração de resíduos. Em levantamento feito com confecções do DF, Kátia estima que são geradas cerca de 155 toneladas de retalhos por mês na região.

As atividades do projeto são orientadas para o reaproveitamento de materiais, inclusive no tingimento, que vai utilizar matéria-prima natural, como borra de café, sobras de legumes de feiras livres (cenoura, beterraba, cebola) e madeiras descartadas em podas de árvore. Além do baixo custo, os corantes naturais também têm a vantagem de não contaminar a água e o solo. A proposta está de acordo com o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 , que tem como tema "Consumo e Produção Sustentáveis". O ODS 12 é um dos 17 temas que compõem a Agenda 2030, adotada pelas Nações Unidas (ONU) para orientar os países a tomar medidas pelo desenvolvimento sustentável do planeta.

É do DF e quer ajudar o projeto?
Contato: Kátia Ferreira, presidente do instituto Proeza e coordenadora do projeto, telefone (61) 98209-7000
Endereço: Instituto Proeza - Quadra 200, conjunto 3, lote 5, Recando das Emas
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Box ods 12

Publicado em Série ODS
Quarta, 14 Fevereiro 2018 14:16

Quem é Gabriela?

Projeto apoiado pela Fundação BB capacita jovens e adultos do DF e Entorno em administração e controle do orçamento familiar

“Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela”

Esse é um trecho de “Gabriela”, música de Dorival Caymmi que inspirou o nome do projeto “Não Sou Gabriela - Formação em Educação Financeira Comunitária”, que ensina jovens e adultos carentes a controlar os gastos, administrar de forma eficiente as finanças familiares e criar o hábito de poupança para necessidades futuras.

Recentemente, o projeto, encabeçado pela organização não governamental Programa Providência de Elevação da Renda Familiar, de Brasília, recebeu investimento social de R$ 68 mil da Fundação BB para estruturar novos cursos a moradores do Distrito Federal e de cidades do chamado Entorno, que compreende 22 municípios que fazem fronteira com a unidade federativa ou são próximos a ela.

Mas qual a relação da letra de Caymmi com o projeto? O educador financeiro Max Coelho, coordenador do projeto e formador dos educadores do curso, explica que qualquer pessoa tem capacidade de mudar o discurso da Gabriela da música, com adoção de novos hábitos como aqueles que auxiliem no controle e organização do orçamento.

Coelho explica que as turmas são formadas por quase 90% de mulheres, e que o projeto incentiva a conquista da autonomia e do protagonismo social para que elas se prepararem para o futuro. “Procuramos sensibilizar as pessoas e nunca impor nada. Nosso desejo é que eles aprendam a poupar, a reduzir custos e não a ter mais trabalho”.

O curso é dividido em três módulos: endividamento, planejamento e investimentos. Em treze encontros realizados ao longo de três meses, os alunos têm acesso a ferramentas que auxiliam no processo de reeducação financeira, com orientações sobre como elaborar um planejamento. Nele também são abordados temas como financiamentos bancários, direitos trabalhistas e consumo consciente.

Em abril, a ONG iniciará uma turma para formar educadores sociais voluntários, que serão multiplicadores ou educadores financeiros. As novas turmas de alunos têm previsão de início para maio.

Programa Providência de Elevação da Renda Familiar:

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Sustentabilidade financeira para crianças
Em janeiro, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) homologou documento para que a educação financeira integre a lista de disciplinas que devem ser incorporadas às propostas pedagógicas para crianças do ensino fundamental de estados e municípios. Também estão neste rol de matérias o ensino das Relações Étnico-Raciais, a História e Cultura Afro-Brasileira, Educação Ambiental e Educação para o Trânsito.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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