Entidades sem fins lucrativos de todo o país poderão se inscrever em edital para atuação em 120 cidades mineiras

A Fundação Banco do Brasil e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) vão habilitar entidades sem fins lucrativos para fazerem a reaplicação de tecnologias sociais em 120 municípios mineiros. A parceria visa promover ações de conservação e recuperação de nascentes e mananciais do estado.

O credenciamento será realizado por meio de edital, lançado nesta segunda-feira (18), e prevê recursos de R$ 2,5 milhões para dar continuidade ao programa Pró-Mananciais, que já atua na proteção e conservação de mananciais usados pela empresa mineira no abastecimento da rede pública.

Estão previstas no edital as reaplicações de quatro tecnologias sociais certificadas pela Fundação BB e que integram o Banco de Tecnologias Sociais. São elas: SAF – Sistemas agroflorestais (uso ou manejo da terra que reúnem culturas agrícolas e espécies arbóreas, de maneira consorciada e que serve de base para a agricultura orgânica); Biodigestor Sertanejo (produção de gás a partir de esterco animal), Fossa Séptica TeVap (tratamento e disposição final dos dejetos do vaso sanitário domiciliar) e Cisterna de Placas Ferrocimento (alternativa usada na captação e armazenamento de água da chuva). O Banco de Tecnologias Sociais é um acervo on-line que reúne todas as metodologias certificadas pela Fundação BB desde 2001 e está disponível aqui.

As entidades interessadas devem ficar atentas ao prazo de inscrições, que ficará aberto até o dia 18 de abril de 2019.

As localidades onde serão reaplicadas as tecnologias sociais foram indicadas pela Copasa e estão relacionadas com as bacias hidrográficas de cada região do estado de Minas Gerais. Para ser contemplada, a entidade precisa comprovar capacidade técnica para atuar em reaplicação das tecnologias sociais propostas no edital.

Sobre o Pró-Mananciais 

O Pró-Mananciais foi desenvolvido pelo governo de Minas Gerais por meio da Copasa. Entre as diversas atividades desenvolvidas, estão o cercamento de nascentes, plantio de mudas nativas em mata ciliar e implantação de bacias de contenção de enxurradas. O Pró-Mananciais vai além do cumprimento dos requisitos legais e regulamentares, ele estimula a pró-atividade, a responsabilidade social, a criatividade e o protagonismo a partir da formação de agentes locais transformadores, cujo trabalho integrado às políticas públicas locais amplia os resultados do Programa.

Parceria Fundação BB e Copasa

O edital de credenciamento "Reaplicar Tecnologias Sociais em Municípios de Minas Gerais" faz parte do acordo de cooperação entre a Fundação BB e Copasa. O documento foi assinado durante o Fórum Mundial da Água, realizado em março de 2018, em Brasília.

Acesse o Edital e anexos aqui 

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Seleção é destinada a projetos de recomposição florestal em pequenas propriedades rurais; inscrições vão até 4 de junho

A Fundação Banco do Brasil lançou nesta terça (3) o edital do Recupera Cerrado, programa piloto de recuperação do bioma no Distrito Federal, realizado em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA/DF), o Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB). O edital visa selecionar projetos voltados para a recomposição florestal de áreas degradadas em pequenas propriedades rurais nas Bacias do Rio Descoberto e São Bartolomeu, com acompanhamento pelo período de cinco anos. Áreas degradadas são as que perderam as características originais a ponto de não ser possível uma regeneração natural. Podem participar da seleção entidades sem fins lucrativos legalmente constituídas há pelo menos dois anos. As inscrições vão até o dia 4 de junho.

O volume total de investimento nesta primeira etapa será de R$ 1 milhão, recurso que faz parte do passivo de compensação florestal devido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), primeira instituição devedora a aderir ao programa-piloto.

O recurso poderá apoiar despesas com aquisição de sementes, mudas, adubos, corretivos, arames e moirões; práticas de controle da erosão visando a conservação do solo; pagamento de serviço de terceiros para a implementação de técnicas de recomposição vegetal; ações de mobilização e divulgação; capacitação, serviços técnicos relacionados à atividade produtiva, beneficiamento e comercialização; gestão, assistência técnica e acompanhamento do projeto; construção, reforma ou ampliação em benfeitorias e instalação permanente; máquinas e equipamentos novos; móveis, utensílios e material permanente; equipamentos de informática, comunicação e software; veículos e caminhões novos, entre outros.

Acesse  o edital e anexos no fbb.org.br/recuperacerrado

O Programa Recupera Cerrado é um programa desenvolvido pela Aliança Cerrado, fórum permanente entre sociedade civil e governo, coordenado pelo Centro de Excelência do Cerrado - Cerratenses, unidade do Jardim Botânico de Brasília, para promover a conservação e recuperação do Cerrado. Trata-se de um programa piloto de fomento à compensação florestal para induzir métodos inovadores de recomposição da vegetação nativa.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Termo de cooperação entre Fundação Banco do Brasil e Serviço Florestal Brasileiro foi assinado nesta quinta (22)

No Dia Mundial da Água, 22 de março, a Fundação Banco do Brasil e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) assinaram um termo de compromisso para a cooperação técnica que viabilizará a captação de recursos financeiros de pessoas físicas e jurídicas para a recuperação vegetal de nascentes de rios em todo o Brasil. A assinatura ocorreu durante o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. 

O acordo faz parte do Programa Plantadores de Rios, instituído pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em junho de 2017, com o objetivo de proteger e recuperar áreas próximas aos cursos d’água para ampliar a oferta de água potável e a segurança hídrica da população nas diversas regiões do país. Atualmente, por meio de um aplicativo, o programa conecta proprietários de imóveis rurais inscritos no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR) com pessoas e instituições que queiram investir na recuperação da cobertura vegetal de Áreas de Preservação Permanente (APP).

O aplicativo localiza as nascentes próximas ao usuário em um raio de até 15 quilômetros. O usuário escolhe qual nascente quer adotar e, a partir daí, ele pode conversar por chat com o proprietário da área. O interessado em adotar uma nascente dispõe de várias opções para fazer doação direta ao produtor: dinheiro, materiais (mudas, sementes, cercas, entre outros) ou serviços (limpeza e assistência técnica, por exemplo). 

Com a cooperação da Fundação BB será possível doar dinheiro para o programa. Os recursos financeiros poderão ser doados por pessoas físicas, empresas, fundos internacionais ou privados, bancos, arrecadação virtual, entre outras formas, por meio de transferência direta para conta corrente do programa ou por plataforma de pagamento online. Os recursos captados serão destinados a projetos de recuperação da vegetação no entorno dos rios, por meio de chamadas públicas.

O SiCAR tem mapeadas e cadastradas cerca de 1,7 milhão de nascentes e mais de 15 milhões de hectares de Áreas de Preservação Permanente – dos quais cerca de 6 milhões de hectares precisam ser recuperados. Uma auditoria independente será contratada para auditar os recursos arrecadados e a aplicação para recomposição florestal nas áreas de nascentes.

"A entrada da Fundação BB fortalece a possibilidade de mais adesões voluntárias ao programa, não só pelo aplicativo, mas também pela conta aberta pela Fundação, que terá esse recurso aplicado de forma transparente." afirmou Raimundo Deusdará, diretor-presidente do Serviço Florestal Brasileiro.

"Queremos que, a partir desse projeto, cada pessoa que queira preservar uma nascente tenha certeza de que os recursos serão utilizados para a finalidade que foi preconizada", explicou Asclepius Soares, presidente da Fundação Banco do Brasil.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação BB e GDF assinaram convênio que prevê plantio de mudas nativas, construção de pequenas bacias para evitar assoreamento de rios e capacitação de 90 agricultores para o uso racional da água

Em meio à uma estiagem prolongada e uma das piores crises hídricas já enfrentradas no Distrito Federal, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Governo do Distrito Federal irá investir um milhão de reais para a revitalização da bacia hidrográfica do Alto Rio Descoberto, que atende cerca de 70% da demanda de água da população.

Entre as ações previstas estão a revitalização de 224 nascentes com a participação de mutirões das comunidades para o plantio de mudas nativas do Cerrado; a construção de 1,2 mil Barraginhas (pequenas bacias que facilitam a infiltração da água no solo e impede o despejo de sedimentos em nascentes e leitos de rios); e a implantação de 40 unidades demonstrativas de manejo de irrigação.

Outra ação é a capacitação de 90 agricultores familiares para o uso racional da água e para a preservação das áreas de mananciais. "O envolvimento dos agricultores é fundamental para a preservação dos mananciais da Bacia do Descoberto, tanto no uso da água, quanto do solo. Por isso, vamos promover a capacitação e o envolvimento deles no plantio de mudas", afirmou o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares.

Também faz parte do convênio a aquisição de veículos e equipamentos para readequação de estradas e propriedades rurais a fim de evitar enxurradas que levem ao assoreamento dos rios. A assinatura do convênio ocorreu durante a abertura da Terceira Mostra Tecnológica da Pecuária do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride) – PecBrasília, no Parque de Exposições Agropecuárias Granja do Torto, com a participação de diversas autoridades, inclusive o governador Rodrigo Rollemberg.

Leia também: Fundação BB faz parcerias para recuperação do Cerrado do DF

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Foto: Denio Simões/Agência Brasília

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Caminho de 3,7 quilômetros foi sinalizado por população local; projeto tem apoio da Fundação Banco do Brasil e busca conscientização para preservar nascentes e cerrado

Brasilienses e turistas contam com mais uma trilha ecológica sinalizada no Distrito Federal, desde domingo passado (9). A trilha Pedra dos Amigos fica no Núcleo Rural Córrego do Urubu, no Lago Norte. Com 3,7 quilômetros de extensão e nível leve de dificuldade, o percurso oferece uma visão panorâmica do lago Paranoá, inclusive com uma vista deslumbrante do pôr do sol, com a arquitetura central de Brasília ao fundo.

Além da sinalização, o visitante encontra pelas trilhas muitas árvores identificadas com seus nomes científicos e placas com explicações em fotos e textos sobre espécies da fauna e flora do cerrado. O trabalho de estruturação do trajeto foi realizado em mutirão pela comunidade local. A 700 metros dali, no mesmo núcleo rural, há o Córrego do Urubu, que tem uma cachoeira apropriada para banho. A trilha não passa pela cachoeira, mas é possível acessar a queda d'água facilmente apenas com algumas orientações.

A inauguração da trilha Pedra dos Amigos faz parte do projeto Ecotrilhas Serrinha, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Instituto Oca do Sol, com o objetivo de ampliar o ecoturismo e a conscientização ambiental para preservar o cerrado. Entre as ações previstas estão a estruturação de mais cinco trilhas – outras três na Serrinha do Paranoá e duas na península do Lago Norte - e a capacitação de voluntários e multiplicadores no combate a incêndios. O investimento social da Fundação BB é de R$ 61 mil.

De acordo com o coordenador da execução do projeto, Maicon Braúna, a entidade já mapeou mais de cem nascentes na Serrinha do Paranoá e a iniciativa busca também preservá-las. "O projeto também tem esse objetivo de mostrar as nascentes e a importância da preservação. Ainda mais agora que vai haver captação de água do lago Paranoá. Se a gente acabar com as nascentes, vai faltar água".

O projeto também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Governo do Distrito Federal, por meio da Administração Regional do Lago Norte.

Veja aqui o folder com informações sobre as trilhas do Paranoá.

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A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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