Terça, 08 Outubro 2019 14:51

Orquestrando o Brasil emociona Recife

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Projeto tem parceria da Fundação Banco do Brasil e reúne atualmente quase 500 grupos espalhados pelo país

O maestro João Carlos Martins se apresentou no Cais da Alfândega, no Recife Antigo, com crianças e adolescentes de quatro projetos sociais pernambucanos. O evento foi no último sábado, 6, e reuniu 150 participantes da Orquestra do Movimento Pró-Criança – Unidade Recife Antigo, Orquestra Social Dom João Costa, ambas de Recife, Banda Musical Curica, de Goiana e o Coral do Instituto Passo de Anjo, de Abreu e Lima.

Promovida pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, a apresentação faz parte do projeto Orquestrando o Brasil, idealizado pelo maestro João Carlos Martins e realizado com apoio da Fundação BB, do Serviço Social da Indústria (Sesi/SP) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O concerto reuniu clássicos como Trepak, de Tchaikovsky; modernas como Além do Arco-Íris, de Harold Arlen; e regionais, como Madeira que cupim não rói, do pernambucano Capiba. A apresentação foi encerrada com a música Jesus Alegria dos Homens, de Sebastian Bach.

A Banda Curica se apresentou com 66 integrantes. O músico e presidente do grupo , Edson Júnior da Silva, disse que o sentimento de todos era de muita satisfação e gratidão, por terem participado um evento tão importante. “Para todos nós, da Banda Musical Curica, foram momentos de grandes aprendizados – tanto durante o ensaio, como na apresentação - uma oportunidade ímpar na nossa história. O maestro João Carlos tão atencioso e generoso com todos. E era visível no olhar de cada jovem, não só da nossa banda, mas também das outras orquestras. Era mágico aquilo que todos estavam vivendo. Diante de tudo isso, nós só temos a agradecer a esse movimento e esperamos que ele se perpetue aqui no Brasil. Que seja um legado do maestro para toda essa juventude. Me faltam as palavras para agradecer. Esse evento vai ficar marcado na nossa história para sempre”, disse.

“A Curica tem o dobro da idade desse velho maestro. Então o que eu posso dizer? Que é um orgulho conhecer Curica, a banda mais antiga do nosso Brasil”, disse o maestro João Carlos Martins.

Orquestrando o Brasil

O projeto Orquestrando o Brasil é uma plataforma que reúne atualmente quase 500 grupos espalhados pelo país, oferecendo capacitação para regentes e músicos, divulgação e apoio. Criado em 2018, o projeto interage com mais de 18 mil músicos de todo o Brasil.
“O Orquestrando o Brasil é o legado que pretendo deixar. Quero ajudar os milhares de grupos espalhados pelo país a evoluírem artisticamente, ampliando sua atuação e conquistando novos públicos. Queremos democratizar a música clássica no Brasil”, disse o maestro.
Desde o inicio do projeto, o maestro João Carlos Martins se apresentou em várias cidades, com destaque para Maringá, São Paulo, Brasília e agora Recife.

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O maestro João Carlos Martins visitou dois projetos sociais antes de apresentar o Orquestrando o Brasil no CCBB

O dia 9 de agosto de 2019 jamais será esquecido pelos integrantes de dois projetos sociais do Distrito Federal. Os meninos e meninas da Orquestra de Sopros e Percussão Arte Jovem, de Ceilândia, e da Orquestra Casa Azul Felipe Augusto, de Samambaia, tiveram a oportunidade de se apresentar e de serem regidos pelo maestro João Carlos Martins, durante a abertura da 3ª edição do Festival de Cinema BB DTVM, que aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília.

A iniciativa faz parte do projeto Orquestrando o Brasil, idealizado pelo maestro João Carlos Martins, que recebeu o apoio da Fundação Banco do Brasil, do Serviço da Indústria (Sesi) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), para a realização de concertos pelo país, com grupos musicais integrantes do projeto.

A Orquestra de Sopros e Percussão Arte Jovem foi criada em 2016, pelo seu diretor musical e maestro Edmilson Júnior e da coordenadora administrativa Inayá Amanacy, inspirados pelo maestro Edmilson de Siqueira Campos, que realiza há mais de duas décadas um trabalho voluntário com a comunidade de Ceilândia.O adolescente Vitor Hugo de Alencar Franklin, de 13 anos, que há três anos toca bombardino (um instrumento de sopro) estava emocionado com a oportunidade. “Ele é muito atencioso, tem muitas dinâmicas para ensinar e um jeito especial e diferenciado que faz a gente prestar muita atenção e aprender ainda mais”, disse o jovem músico. Além de Vitor Hugo, o projeto que funciona na Casa do Cantador, atende outros 209 alunos, com idades a partir dos dois anos, com aulas de musicalização e educação musical de instrumentos de sopro e percussão, recebendo apoio de professores voluntários e pais.

Para o maestro João Carlos Martins, o mais importante para um músico é que a orquestra transmita emoção, preocupando-se também com o lado motor enérgico e com as dinâmicas. “Estou profundamente emocionado e orgulhoso em poder participar de um evento com esta qualidade artística. Esse tipo de projeto que é realizado aqui no Distrito Federal faz muita diferença, e eu costumo dizer que a música explica que Deus existe, e que através dela você consegue fazer a inclusão, transmitir paz, amor e esperança, declarou.

Assim como o projeto de Ceilândia, a iniciativa de Samambaia também utiliza a música como agente transformador e oferece oportunidades a muitas crianças, adolescentes e jovens. Prestes a completar 30 anos de existência, a Casa Azul atua no combate às desigualdades sociais prestando assistência a crianças, adolescentes e famílias das comunidades de Samambaia, Riacho Fundo II, São Sebastião e Vila Telebrasília, locais onde têm unidades.

A entidade proporciona, no contraturno escolar, oficinas de artes, teatro, dança, música, informática, atividades esportivas, orientação pedagógica e capacitação profissional a mais de duas mil crianças e jovens de seis a 24 anos, tendo, atualmente 250 educandos nas oficinas de música. Além disso, também faz o acompanhamento familiar e possibilita o acesso da comunidade a cursos profissionalizantes. Só na orquestra são 40 integrantes e um deles é a adolescente Milena Rodrigues de Souza, de 14 anos, moradora do Riacho Fundo II. Com cinco anos de idade ela foi recebida pela Casa Azul e hoje toca saxofone no grupo.

Para ela, a oportunidade de se apresentar para o maestro João Carlos Martins é inexplicável. “A oportunidade de fazer parte de uma orquestra já me deixa muito feliz, e de apresentar para um maestro tão importante como ele não tem explicação. Não só eu, mas todos da turma quando soubemos que ele viria aqui na unidade e também faríamos uma apresentação para ele, ficamos todos muito nervosos, pensando se daria certo ou não. Mas tudo foi lindo”, relata a jovem.

“Não são vocês que aprendem com esse velho maestro, mas é esse velho maestro que aprende com vocês. Com o Orquestrando o Brasil estou conhecendo novas faces no nosso Brasil e isso me emociona profundamente”, afirmou João Carlos Martins durante o ensaio.

“É emocionante quando a gente vê o quanto o maestro João Carlos Martins se dedica ao Orquestrando o Brasil e o quanto ele é fonte de inspiração para essas crianças e jovens das orquestras. É um exemplo de superação para todos. A música tem a capacidade de tocar a nossa alma, e quando juntamos o carisma e a genialidade do maestro, com o propósito da Fundação BB, de transformar a realidade das pessoas, e o resultado é esse: a construção de um país melhor, com pessoas melhores”, destacou Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

Sobre o Projeto

O Orquestrando o Brasil é uma plataforma digital para disseminação de conteúdo, oferecendo capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento. O portal visa construir uma relação permanente e online de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local. Um canal de comunicação, informação e interação, que tem o objetivo de unir os músicos.

Criado em 2018, atualmente o projeto tem 430 orquestras e bandas participantes, um universo que representa mais de quinze mil músicos, com grupos musicais de 180 municípios espalhados pelos estados de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Após o concerto, o público assistiu ao filme “João, o Maestro”, drama que conta a trajetória do pianista e maestro brasileiro, interpretado por Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo e Davi Campolongo.

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Será o quarto concerto do Orquestrando o Brasil no qual o maestro irá reger uma orquestra da região, em seguida será exibido o filme “João, o Maestro” 

O maestro João Carlos Martins irá reger a Orquestra de Sopros e Percussão Arte Jovem, de Ceilândia/DF, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília/DF, no dia 9 de agosto (sexta-feira), às 20h. O espetáculo faz parte de uma série de concertos que o Orquestrando o Brasil vem realizando pelo país, com grupos musicais integrantes do projeto, sob a regência do maestro João Carlos Martins, como ocorreu em Taubaté/SP, Maringá/PR e em São Paulo/SP este ano. A Orquestra Casa Azul Felipe Augusto, de Samambaia /DF, também fará uma apresentação na ocasião.

Composta por 90 integrantes, a Orquestra de Sopros e Percussão Arte Jovem foi criada em 2016 por iniciativa do seu diretor musical e maestro Edmilson Júnior e da coordenadora administrativa Inayá Amanacy, inspirados em mais de duas décadas de um trabalho voluntário desenvolvido pelo maestro Edmilson de Siqueira Campos com a comunidade de Ceilândia.

Localizado na Casa do Cantador, o projeto atende cerca de 200 alunos a partir dos 2 anos de idade, com aulas de musicalização e educação musical de instrumentos de sopro e percussão, sendo respaldado pelo trabalho voluntário de professores e pais. “Muitas dessas crianças conseguiram, a partir da passagem pelo Projeto Social Arte Jovem, superar desafios, conquistando um diploma de nível superior e um espaço num mercado de trabalho que até então não passava de um sonho distante para suas famílias”, elucida o maestro Junior.

A Orquestra Casa Azul Felipe Augusto tem 40 integrantes e é mantida pela instituição de mesmo nome, que atua no combate às desigualdades sociais prestando assistência a crianças, adolescentes e famílias do Distrito Federal, das comunidades de Samambaia, Riacho Fundo II, São Sebastião e Vila Telebrasília, locais onde tem unidades. A entidade proporciona, no contraturno escolar, oficinas de artes, teatro, dança, música, informática, atividades esportivas, orientação pedagógica e capacitação profissional a mais de 2 mil crianças e jovens de 6 a 24 anos, tendo, atualmente, 250 educandos nas oficinas de música. Como também faz o acompanhamento familiar e possibilita o acesso da comunidade a cursos profissionalizantes.

“Ambas instituições utilizam a música como agente transformador, oferecendo oportunidades à muitas crianças e jovens. Conhecer as histórias, descobrir talentos e fazer a integração desses grupos é o propósito do Orquestrando o Brasil. Este é o legado que quero deixar por tudo o que a música e o piano me deram e o objetivo do projeto é levar esse movimento cultural para todos os cantos desse país, sempre democratizando a boa música. É uma iniciativa que vem fazendo história pelo país”, conclui o maestro João Carlos Martins.

Filme “João, o Maestro”

A apresentação do dia 9 de agosto irá abrir a 3ª edição do Festival de Cinema BB DTVM na capital federal. Após o concerto, será exibido o filme “João, o Maestro”, drama que conta a história a trajetória do pianista e maestro brasileiro, interpretado por Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo e Davi Campolongo.

Com roteiro e produção de Mauro Lima e coprodução da Globo Filmes, LC Barreto e Caravela, o longa brasileiro foi lançado em 2017 e ganhou vários prêmios, como de Melhor Trilha-Sonora e de Melhor Som no 17º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em 2018 e foi vencedor de quatro prêmios no 10º Festival de Cinema da Lapa/PR, em 2017: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Som e Melhor Montagem.  

Orquestrando o Brasil

Idealizado pelo maestro João Carlos Martins e realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasil, SESI e FIESP, o Orquestrando o Brasil é uma plataforma digital para disseminação de conteúdo, oferecendo capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento. O portal visa construir uma relação permanente e online de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local. Um canal de comunicação, informação e interação, que tem o objetivo de unir os músicos.

Criado em 2018, o Orquestrando o Brasil tem 430 orquestras e bandas participantes, um universo que representa mais de quinze mil músicos, com grupos musicais de 180 municípios espalhados pelos estados de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

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Parceria da Fundação BB, BB e o maestro João Carlos Martins pretende integrar 5 mil músicos pelo País

“O sonho do maestro Villa-Lobos era fechar o Brasil em forma de coração com a música. Por meio da música, quero realizar este sonho”. Com este desejo, o maestro João Carlos Martins lançou o projeto Orquestrando o Brasil, hoje (17), em São Paulo, ao lado do presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, do presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, e do diretor de Estratégia e Organização do BB, Carlos Netto.

Diante de jornalistas especializados em música e cultura, o Orquestrando o Brasil foi apresentado como uma iniciativa que irá apoiar, capacitar e divulgar orquestras, bandas e conjuntos musicais de todo país. Trata-se de uma expansão do projeto Orquestrando São Paulo, que mobilizou e capacitou 100 grupos musicais no estado de São Paulo, em 70 cidades diferentes, e possibilitou a organização de 20 orquestras.

Nesta expansão, pretende-se alcançar o número de 500 grupos musicais de comunidades carentes no Brasil. Na primeira etapa, será realizado levantamento e cadastro de bandas e conjuntos musicais com potencial para o projeto e, na segunda etapa, haverá o desenvolvimento de uma plataforma digital, que irá promover e disseminar conteúdos, capacitações para regentes e músicos, além de proporcionar a constituição de redes para troca de experiências e intercâmbio.

Dentre os grupos cadastrados no portal, 50 serão selecionados para atendimento por consultoria customizada, sendo priorizado o acesso de mulheres e jovens regentes nos cursos de formação. O projeto terá o investimento social de R$ 1,6 milhão em parceria da Fundação BB, Banco do Brasil e Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho.

Durante o lançamento, o presidente Cafarelli ressaltou que o BB é parceiro da cultura brasileira há muito tempo e acredita que investir na música clássica e popular brasileira pode transformar o mundo cultural. Ele destacou o investimento nos Centros Culturais Banco do Brasil, que possuem sede em Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. "A riqueza da programação cultural que oferecemos à sociedade brasileira é impar neste propósito de buscar a inclusão social no Brasil."

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destaca que o projeto pode melhorar a vida das pessoas, que é o cerne da FBB. “Iremos identificar 50 grupos musicais de jovens e mulheres em comunidades carentes para capacitação em música. A Fundação servirá como aceleradora destes grupos”, destaca.

Ao longo do projeto, serão realizados seis eventos regionais que terão apresentação dos grupos selecionados com a regência de João Carlos Martins e a participação da Orquestra Filarmônica Bachiana.

Transformação Digital alinhada a projetos sociais e a inovação

O Orquestrando o Brasil integra o eixo Cultura Digital da causa de sustentabilidade do Banco do Brasil: Inclusão e Transformação Digital da Sociedade Brasileira, que visa estimular, desenvolver, integrar e evidenciar iniciativas do Banco e de seus parceiros que contribuam para a inclusão digital no País.

O projeto em conjunto com a Revitalização do Programa AABB Comunidade, Digitalização do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, passeios virtuais dos CCBBs, patrocínio do Prêmio Jovem Cientista, assim como as contribuições de outras iniciativas, como o BB Integra e o Ourocard Cidades, reforçam o compromisso do Banco do Brasil com a responsabilidade socioambiental e a inovação. “O Orquestrando Brasil é um projeto maravilhoso que o BB se orgulha muito em fazer parte”, finaliza Cafarelli.

 A divulgação deste projeto está relacionada ao seguinte Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS:

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