O objetivo da apresentação, dias 12 e 13, é explicar como as redes de agricultores familares podem participar da seleção

A Fundação Banco do Brasil apoia e participa do Congresso de Agroecologia 2017, realizado em Brasília, de 12 a 15 de setembro. O congresso reúne três eventos: o VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia; o X Congresso Brasileiro de Agroecologia; e o V Seminário de Agroecologia do DF e Entorno. Durante os quatro dias, cerca de 4 mil participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre os princípios da Agroecologia e sua aplicação prática em temas importantes para a sociedade como água, sociobiodiversidade, saúde e alimentação.

Nos dias 12 e 13, a Fundação Banco do Brasil vai realizar uma apresentação aberta ao público sobre o Edital Ecoforte Redes, que está com inscrições abertas até o dia 2 de outubro. No dia 12, das 18 as 20h, a atividade será na Tenda da Sociobiodiverdidade. E no dia 13, no mesmo horário, a apresentação será na Tenda das Tecnologias Sociais.

Os atuais projetos realizados dentro do Programa Ecoforte Redes serão abordados no evento também, durante a Roda de Conversa "Diálogo entre as Redes ECOFORTE", no dia 13.09, das 13h15 às 16 horas, no estande da CIAPO – Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica.

O Programa Ecoforte Redes visa o fortalecimento da agricultura familiar com base na agroecologia, extrativismo e produção orgânica. Até 2016, por meio de edital, habilitou 28 redes em todo o Brasil. A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e parceiros, com investimento social total de R$ 34,6 milhões.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Na próxima semana serão lançadas duas seleções voltadas para empreendimentos novos e também já conveniados

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia, divulga hoje (3) processos seletivos, que serão lançados na próxima semana, no âmbito do Programa de Ampliação e Fortalecimento das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica. Serão investidos R$ 25 milhões de recursos não reembolsáveis para apoio a projetos territoriais de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica. 

Serão duas chamadas públicas. Uma denominada Regulamento que tem como objeto a seleção e o apoio a projetos para implantação e/ou melhoria de empreendimentos econômicos coletivos relacionados à produção de base agroecológica, extrativista e orgânica das redes já conveniadas no âmbito do Edital 2014/005 - Redes ECOFORTE. Nessa modalidade, estão previstos R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil até R$ 500 mil.

O outro instrumento é o Edital que envolve a consolidação das redes atendidas, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas e a inclusão de novas redes. Neste certame, serão R$ 18,5 milhões investidos, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de redes, com aporte entre R$ 300 a 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão.

As redes conveniadas só poderão se inscrever em um dos dois processos, conforme a característica do empreendimento. Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inserção socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destaca que "ao dar continuidade ao Programa Ecoforte, a Fundação BB, em parceria com o BNDES, contribui para fortalecimentos das organizações agroecológicas, gerando renda, promovendo a segurança alimentar e hídrica e dinamizando territórios. Essas ações permitem que mais agricultores familiares, assentados da reforma agrária e extrativistas participem do ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável"

Programa Ecoforte 

Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Programa Ecoforte realizará quarta seleção voltada a fortalecer práticas agroecólogicas que promovem geração de renda e sustentabilidade

Entidades formadas por agricultores familiares terão nova oportunidade, em breve, de obter investimento social para agroecologia. A Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vão investir R$ 25 milhões no Programa Ecoforte, voltado para apoiar redes de agroecologia em todo o país. O investimento será destinado a novas iniciativas e também ao fortalecimento dos projetos já participantes do primeiro edital, realizado em 2014. Ainda não há previsão para realização das seleções.

O anúncio foi feito durante o Seminário Nacional sobre o Programa Ecoforte - Redes de Agroecologia para o Desenvolvimento dos Territórios, que reuniu representantes das 28 redes de agroecologia participantes do primeiro edital do programa. O evento foi realizado em Campinas (SP), de 3 a 5 de julho, com o objetivo de promover o intercâmbio entre as experiências de rede já implantadas.

A realização do evento - pela ANA - Articulação Nacional de Agroecologia - faz parte de um projeto apoiado pelo Ecoforte. A iniciativa prevê a sistematização das experiências de rede que estão em execução para que sirvam de referência para futuras iniciativas e para formulação de políticas públicas fomentadoras da expansão da agroecologia no Brasil.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Social da Fundação BB, Rogério Biruel, a sistematização é importante para explicitar os resultados positivos do Ecoforte para a agricultura familiar e o desenvolvimento sustentável. "Procuramos aprimorar a formulação de indicadores objetivos dos investimentos para mensurar a efetividade dos projetos."

Sobre o Ecoforte - O Programa Ecoforte, que integra o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) e visa o fortalecimento e a ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

O investimento social no Ecoforte foi possível com o diálogo e articulação com órgãos do governo e movimentos sociais do campo, valorizando conhecimentos tradicionais e as diversas tecnologias sociais que viabilizam a agricultura de base agroecológica em comunidades rurais. De 2014 a 2016 foram lançados três editais, com um investimento total de R$ 42,6 milhões, em parceria entre a Fundação BB e o BNDES, atendendo a 39,3 mil agricultores familiares.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar documentação a ser analisada na etapa 3

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 2 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta quarta (24) no Diário Oficial da União. A seleção é voltada a entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia.

Após a análise de recursos, as entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar a documentação da Etapa 3 prevista no item 8.3 do edital. Esta etapa, de caráter eliminatório, consiste na análise dos orçamentos e dos documentos que confirmam a aprovação, por parte das entidades executoras e comunidades envolvidas, das ações previstas no projeto.

Os documentos devem ser entregues pessoalmente ou enviados via postal em um único envelope lacrado, encaminhado para a Comissão de Seleção, no endereço da Fundação BB: SCN Quadra 01, Bloco A, Edifício Number One, 10º andar, Brasília, DF, CEP: 70.711-900, com AR (Aviso de Recebimento).

Investimento
O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado definitivo da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a ata de julgamento dos recursos da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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Incentivo à extração sustentável permite a valorização da castanha e sua preservação no meio ambiente

Inaugurada nessa quinta-feira, 18, nova agroindústria para processamento da castanha do baru. O projeto vai atender diretamente 50 extrativistas e agricultores familiares do município de Arinos (MG), com participação de jovens do meio rural, além de cem famílias indiretamente.

Com investimento social de R$ 333 mil da Fundação BB em dois projetos – Juventude Rural e Programa Ecoforte -, a Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária (Copabase) construiu uma unidade de beneficiamento de 105 metros quadrados e adquiriu máquinas, como torradeira, seladora, balanças, despolpadora e quebradeira de frutos.

O novo empreendimento irá ampliar a capacidade produtiva, com meta de beneficiar dez toneladas já neste ano. O recurso também viabilizou a plantação de 3.450 pés do baru em 23 áreas de Arinos e de outros dois municípios vizinhos, Riachinho e Uruana. A gerente e coordenadora de projetos da Copabase, Dionete Figueiredo, explicou que essa intervenção foi necessária devido ao desaparecimento do baru na região, por conta dos trabalhos nas carvoarias.

A partir da inauguração da unidade, a Copabase iniciará campanha de promoção da castanha no movimento Slow Food - que promove melhoria na qualidade da alimentação e uma produção que valorize o produto, o produtor e a preservação da biodiversidade. Trata-se do programa Fortaleza do Baru, que divulgará os benefícios nutricionais do baru e sua extração limpa e justa por agricultores familiares.

“Os projetos e o apoio da Fundação BB por meio da Cooperativa Copabase foi um divisor de águas para o extrativismo na região do Vale do Rio Urucuia, principalmente para a cadeia do baru, que se tornou uma das atividades de geração de renda para diversas famílias e agora ganha mais força com o envolvimento de jovens”, declarou a coordenadora.

Segundo ela, o baru da região já é comercializado em todos os mercados locais e regionais, no varejo e por e-commerce. Também é vendido para o Mercado de Pinheiros (SP) e distribuidoras em São Paulo e Brasília. Recentemente ganhou destaque na gastronomia nacional ao ser utilizado por renomados chefs, como Alex Atala, ao integrar receitas populares, como os cookies, molho pesto, pães e bolos.

Sobre o Ecoforte - O Ecoforte Redes habilitou e atendeu 28 redes em todo o Brasil. O programa visa o fortalecimento da agricultura familiar com base na agroecologia, extrativismo e produção orgânica. A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e parceiros, com investimento social total de R$ 34,6 milhões.

Sobre o Juventude Rural - desenvolvido na parceria entre Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES e Secretaria Nacional de Juventude - SNJ/SGPR, originou-se de ação emergencial voltada para a ampliação de direitos da Juventude Rural e está estruturado dentro do Programa de Fortalecimento da Autonomia Econômica e Social (Pajur). O projeto tem como objeto o apoio a projetos voltados à estruturação de empreendimentos econômicos coletivos, visando ao fortalecimento da autonomia econômica e social da juventude rural de base familiar.

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quinta, 01 Setembro 2016 16:12

Parcerias

O relacionamento com parceiros é um tema chave na estratégia da Fundação Banco do Brasil. O contato transparente, harmonioso e produtivo, bem como a participação ativa dos nossos parceiros, é tratado como prioridade no planejamento e execução das nossas ações.

Por meio do apoio dos nossos parceiros estratégicos, viabilizamos o desenvolvimento das ações que transformam a vida dos participantes dos nossos programas e projetos sociais.

A estratégia revisada em 2017 prevê a concentração do investimento social nas áreas de Educação e Meio Ambiente, em programas estruturados segmentados por ações em temas como Água, Agroecologia, Agroindústria, Educação e Resíduos Sólidos, e para a inclusão socioprodutiva e a superação da exclusão social. Essa atuação também tem como orientadores a promoção da transformação social, a disseminação de tecnologias sociais, a valorização de redes, a sinergia de ações com os parceiros estratégicos, dentre outros.

BNDES - Fundo Social

O estabelecimento da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ocorreu em 08 de setembro de 2009, por meio da formalização do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 09.2.0708-1, e ampliada em 2015, por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 15.2.0773-1 com o objetivo de implementar ações sociais voltadas à estruturação de empreendimentos solidários urbanos e rurais em cadeias produtivas, na reaplicação de tecnologias sociais e no desenvolvimento territorial com foco em inclusão socioprodutiva e desenvolvimento sustentável. O BNDES disponibiliza recursos do Fundo Social, destinados ao cumprimento desses objetivos.

Até 2017, as ações resultaram no apoio de 441 projetos sociais, beneficiando mais de 210 mil pessoas, totalizando investimentos sociais na ordem de R$ 247 milhões, com recursos paritários da Fundação BB e do BNDES. Desses projetos sociais destaca-se a atuação na região Nordeste para a qual foram recebidos investimentos sociais de 162 projetos, seguido da região Sudeste com 159 e demais regiões com 171. Decorrente disso, dos R$ 247 milhões referentes ao investimento social realizado, R$ 97,4 milhões foram aplicados em projetos nos estados do Nordeste e Norte do país, R$ 79,4 milhões para o Sudeste e o restante nas regiões Centro-Oeste e Sul.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Amazônia

A parceria entre a Fundação BB e o Fundo Amazônia foi formalizada em 18 de junho de 2012, por meio da celebração do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 12.2.0435-1, entre a Fundação BB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, gestor do Fundo Amazônia.

O objetivo é atuar em projetos que promovam o desenvolvimento de atividades produtivas, alinhados à conservação e ao uso sustentável do Bioma Amazônia.

A parceria possibilitou a realização do investimento social integrado às diversas estratégias e ações promovidas pelos entes públicos no Bioma Amazônia, dentre os quais se destacam os programas governamentais, Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAm, Plano Amazônia Sustentável - PAS, Programa Arco Verde Terra Legal, Bolsa Verde e ATER Extrativista do Governo Federal.

A atuação da Fundação BB com os projetos no Bioma Amazônia está de acordo com as suas diretrizes estratégicas, considerando que se trata de uma região ainda carente de apoios institucionais públicos e privados e que possui potencialidade para a realização de ações de desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade e disseminação de tecnologias sociais agroecológicas, visando a promoção da inclusão socioeconômica e produtiva.

A priorização da temática extrativista no fomento de projetos para o Bioma Amazônia alinha-se também à demanda da sociedade civil pelo reconhecimento do serviço ambiental prestado pelos povos extrativistas e promove condições para o desenvolvimento econômico social sustentável do Bioma, com respeito ao ser humano e ao meio ambiente.

O Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica apoia as iniciativas da Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas e Rede Encauchados de Vegetais da Amazônia, além da estruturação de 33 empreendimentos econômicos coletivos de beneficiários de Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável localizadas no Bioma Amazônia para beneficiamento e comercialização de produtos da sociobiodiversidade.

Até 2017 foram celebrados 52 convênios com a predominância de iniciativas nos estados do Amazonas, Rondônia, Amapá e Pará, alcançando 23.296 participantes distribuídos entre povos indígenas, extrativistas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

Acompanhe os projetos

Água

Em 2017, a Fundação BB e o BNDES investiram R$ 10 milhões para construção de 726 cisternas de água de produção, ampliando o número de famílias atendidas nos Estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Água de Produção Contrato
Água de Produção - Lista de Beneficiários
Água de Consumo - Lista de Beneficiários
Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15500
Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15500 - Aditivo

Agroecologia

A parceria apoia as ações do Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica. O objetivo do programa é diversificar e ampliar a capacidade produtiva, intensificar as práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica. Em 2017, foram investidos cerca de R$ 12,3 milhões nos projetos selecionados no âmbito do Edital Ecoforte Extrativismo.

 

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14837

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14961

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14989

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14779

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14836

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14638

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14680

 

Agroindústria

O Programa Terra Forte tem por objetivo apoiar a implantação de empreendimentos coletivos agroindustriais em projetos de assentamentos da reforma agrária, criados ou reconhecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA.

O Programa atende a três cooperativas, dentre as dez que tiveram projetos aprovados pelo Comitê de Investimentos do Programa Terra Forte.

Cooperativa dos Produtores de Erva-Mate Ltda - Coopermate - Ampliação e modernização da agroindústria de erva mate e mix de chás para infusão;

Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita - Coopan - Estruturação de abatedouro e frigorífico de suíno e bovino;

Cooperativa da Agricultura Familiar de Paraíso - Cooapar - Estruturação da cadeia produtiva do leite em assentamentos de reforma agrária da região de Andradina – Laticínio e tanques de expansão.

Terra Forte Contrato

Terra Forte Reporte - Setembro/2018

Terra Forte Reporte - Outubro/2018


Resíduos Sólidos

O Programa Cataforte, em sua terceira fase, tem como objetivo estruturar as redes solidárias de empreendimentos de catadores de materiais recicláveis, de modo a possibilitar avanços na cadeia produtiva de valor e inserção no mercado da reciclagem.

Cataforte - Participantes - Projeto 12535

Cataforte - Participantes - Projeto 12308

Cataforte - Participantes - Projeto 12307

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