Foram habilitadas 42 entidades sem fins lucrativos para promover organização comunitária e educação financeira em conjuntos habitacionais populares

A Fundação Banco do Brasil divulgou o resultado final do edital de credenciamento do Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts).

Foram habilitadas 42 entidades sem fins lucrativos das cinco regiões do país. As credenciadas vão realizar trabalho de mobilização comunitária com moradores de empreendimentos habitacionais financiados pelo Banco do Brasil e destinados à população com renda familiar abaixo de R$1.800.

O trabalho consistirá na reaplicação de tecnologia social chamada “Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária” que busca promover a cidadania, os laços entre os moradores e a organização coletiva para buscarem soluções dos problemas no condomínio.

A princípio, a reaplicação será iniciada em 15 empreendimentos. Nos estados com mais de uma habilitada, haverá sorteio para a escolha da entidade que fará o trabalho de mobilização, conforme o edital.

Acesse o resultado final do Edital do Muts

Acesse a página do edital e anexos aqui

 
Diagnóstico

A reaplicação da metodologia em cada residencial prevê várias atividades: autorrecenseamento (dados demográficos, socioeconômicos e outros desejados pelos moradores); oficinas de educação financeira, educacão ambiental e conservação dos espaços comuns; e intercâmbio de experiências com outras comunidades que tenham realidades semelhantes.

Ao final, será feito um diagnóstico junto com os participantes para identificar as principais demandas de cada condomínio e escolher uma tecnologia social que atenda as necessidades observadas. A escolha será feita dentre as cerca de mil metodologias disponíveis no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), mantido pela Fundação BB. O BTS é um acervo online e gratuito com soluções para os diversos desafios enfrentados por comunidades, nos temas alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

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A iniciativa foi certificada no Prêmio de Tecnologia Social 2017 e  recebe apoio da Fundação BB por meio de incentivo à produção sustentável nas bacias do Pipiripau e Descoberto


Ana Paula Moreira sempre se preocupou com a alimentação, mas depois do nascimento dos dois filhos - Pedro de 8 anos e Davi de 4 anos - vem adotando novos hábitos para oferecer alimentos saudáveis para sua família. Em setembro, a bancária passou a fazer parte da CSA - Comunidade que Sustenta a Agricultura, um modelo de agricultura que oferece vantagens para o homem e o meio ambiente e, que nos últimos anos, vem despertando grande interesse pelo desenvolvimento agrário e agricultura orgânica.

“Antes meus filhos não se interessavam em comer verduras, legumes e folhas. Depois que aderi à CSA passei a experimentar receitas novas e eles têm comido direitinho. Além de todos os benefícios que os alimentos orgânicos nos proporcionam, nós ainda temos a oportunidade de visitar a propriedade e conhecer de perto como é plantado e colhido o nosso alimento, e ainda, de trocar receitas com os demais colegas do grupo”, declarou.

Trazido pelo alemão Hermann Pohlmann, a CSA é uma prática que foi adotada no Brasil em 2011 por agricultores familiares do estado de São Paulo, que passaram a implementar o modelo. De acordo com a CSA Brasil, a iniciativa consiste na relação direta entre produtor e consumidor, criando uma relação próxima viabilizando a produção e a logística de distribuição de alimentos. Nesse tipo de parceria, agricultores e consumidores, chamados de coagricultores, dividem responsabilidades, riscos e benefícios da agricultura. Além disso, contam com a organização para vender seus produtos e financiamento de sua produção, colaborando para o desenvolvimento sustentável da região e estimulando o comércio justo.

Wagner dos Santos é presidente da CSA Brasil e faz parte da iniciativa desde o início, quando foi implementado em Botucatu (SP). Ele conta que sempre se interessou por alimentos sadios e buscou compreender o processo produtivo. “Quando vi a proposta de ter a sustentação de um organismo que trabalha com o cultivo de comida de verdade, sem o uso de produtos químicos e que se preocupa com o meio ambiente, quis participar”, disse.

Hoje no Brasil existem cerca de 100 CSA, sendo 24 delas localizadas no Distrito Federal. A Fundação Banco do Brasil certificou a iniciativa no Prêmio de Tecnologia Social 2017 e apoia as CSA por meio de de incentivo à produção sustentável nas bacias do Pipiripau e Descoberto, localizadas no DF. Os agricultores da região também contam com o projeto Produtor de Água do Pipiripau, uma articulação multi-institucional de dezesseis atores assinantes do Acordo de Cooperação, em uma parceria entre instituições e produtores rurais no desenvolvimento do trabalho. O projeto também promove a conscientização dos produtores rurais sobre a importância do uso adequado do meio ambiente, com boas práticas de produção agrícola e de planejamento do programa.

Thiago Kaisar e o irmão Diogo fazem parte do grupo. Na chácara “Pé na Terra”, eles apostam no sistema CSA e oferecem aos cotistas e clientes alimentos saudáveis. Na propriedade de 40 hectares, cultivam banana, mandioca, beterraba, jiló, berinjela, maracujá, milho crioulo e todo tipo de folhagem, tudo sem o uso de defensivos químicos, no sistema agroflorestal. Em 2016, passaram a fazer parte da rede de agricultores familiares e coagricultores que abastecem pontos estratégicos do Distrito Federal.

“O mais legal de fazer parte desse projeto é a oportunidade de levar para as pessoas mudanças não só na alimentação, mas também mudança regional, com evolução no campo da economia solidária, por meio do associativismo e troca de produtos. Procuramos plantar aquilo que os coagricultores gostam mais de comer e os produtos mais usados na dieta alimentar. Em breve, pretendemos também criar uma moeda social para que ela possa ser aceita no mercado e ajude a fortalecer a economia local”, disse, Diogo.

Como funciona a CSA:
Por meio de uma cota fixa mensal, os coagricultores recebem uma caixa semanal ou quinzenal de produtos agrícolas, como frutas, verduras, legumes, ovos, leite e o que mais estiver combinado com seu agricultor. Tudo de acordo com a estação e com a safra do período, respeitando os tempos da natureza e também do produtor. Agricultores recebem uma renda mais estável e segura, além de uma proximidade com a sua comunidade, enquanto os coagricultores (antigos consumidores) se beneficiam com alimentos frescos, saudáveis e sustentáveis.

Lembra da Ana Paula, citada no início da matéria? Ela é uma das coagricultoras da CSA dos irmãos Kaisar. Toda segunda-feira, a assessora da Fundação Banco do Brasil e outros 12 colegas de trabalho recebem as cestas com a produção. Para criar uma CSA ou se tornar um coagricultor acesse a página da CSA Brasil para obter mais informações.

A atuação da CSA está de acordo com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 15 - Vida Terrestre -, que propõe o aumento significativo nos recursos financeiros destinados à conservação e ao uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas, inclusive para a conservação e o reflorestamento; e reforça o comprometimento global no combate à caça ilegal, ao tráfico de espécies protegidas e o empoderamento das comunidades.

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Hortas comunitárias em conjuntos habitacionais populares melhoram alimentação das família e a convivência entre moradores 

Plantar na horta comunitária e levar para mesa hortaliças e verduras fresquinhas, sem agrotóxicos, além de ganhar uma renda extra com a venda para os vizinhos, são alguns dos benefícios que moradores de conjuntos habitacionais populares estão colhendo em projetos realizados em oito estados do Brasil: Bahia, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e São Paulo.

"Aprendi a comer coisas que eu nem sabia que existiam. Rúcula é uma delas", conta Maria Alves, moradora do conjunto habitacional Recanto do Sobrado, na região rural de Casa Nova (BA). Maria e outros 22 moradores do residencial trabalham no cultivo. Cada um é responsável pelo plantio em uma área de 100 metros quadrados. As hortaliças que não são consumidas, são encaminhadas para venda em mercados locais e restaurantes e para encomendas dos moradores por telefone.

"Está tendo muita procura. Fala que é orgânico, aí vende bastante. O que mais sai é coentro, alface e couve ", conta Maria. Agora eles pensam em ampliar a produção e se organizar para vender na feira livre na área central do distrito de Santana, que faz parte do município.

As hortas comunitárias integram o projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts), da Fundação Banco do Brasil, e busca complementar o trabalho social dos empreendimentos habitacionais populares, como instrumento de promoção do desenvolvimento comunitário. Atualmente, estão abertas inscrições em novo edital para credenciar entidades sem fins lucrativos para realizar trabalho de mobilização comunitária nos conjuntos residenciais voltados à população com renda inferior a R$1.800. Saiba mais sobre o edital, clique aqui.

No estado do Paraná, na cidade de Arapongas, a horta comunitária também foi opção dos moradores do Residencial Arapongas III. "Agora a gente come à vontade, na hora em que queremos. Por ser horta orgânica, as pessoas estão gostando muito. O projeto foi um presente para a gente", diz Fátima Aparecida de Abreu, escolhida como coordenadora pelos participantes.

Fátima também notou outro benefício trazido pelo trabalho coletivo: a união dos moradores. A mesma percepção é demonstrada pela moradora Vandenilda Aparecida Claro, do residencial Piacenza, também na cidade de Arapongas. "A gente ficou feliz porque era um conjunto que precisava muito de uma coisa para unir as pessoas. No começo, a maioria não conversava uns com os outros, tinha brigas, conflitos. Hoje basicamente todo mundo conversa, são amigos", observou Vandenilda, conhecida por Duda e presidente da associação de moradores.

Dentro do residencial Raimundo Suassuna, em Campina Grande (PB), as hortas foram montadas em três equipamentos públicos: uma creche e duas unidades de saúde. E estão gerando satisfação nos participantes e frequentadores dos espaços.

"Estamos tentando fazer clientela com quem vai se consultar nas unidades de saúde, porque antes havia mato no local e agora há horta com muitas hortaliças. O pessoal fica muito admirado e no outro dia já vem comprar", explica Alvina Gonçalves Brasil, da Cáritas Regional Nordeste 2, entidade responsável pela realização do Muts em Campina Grande.

Mobilização comunitária

Desde 2015, 55 residenciais populares que contam com financiamento do Banco do Brasil em todo o país iniciaram o Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts).

Em cada empreendimento onde é implantado o projeto, os moradores passam por uma metodologia de mobilização e organização comunitária, chamada “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” e participam de oficinas de educação financeira e outras capacitações. Depois de formado um grupo de moradores mobilizados, eles escolhem uma tecnologia social entre quatro opções possíveis: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores” e “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”. Esta última foi a escolhida pelos participantes dos projetos mencionados nesta página.

A divulgação deste assunto contempla sete Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano 2030.

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Entidades sem fins lucrativos serão selecionadas para realizar organização comunitária em conjuntos habitacionais populares; primeira chamada da seleção tem inscrições abertas até 30 de maio

Estão abertas as inscrições para novo edital de credenciamento do Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (Muts), promovido pela Fundação Banco do Brasil e voltado para entidades sem fins lucrativos. As entidades selecionadas irão realizar trabalho de mobilização comunitária com moradores de empreendimentos habitacionais destinados à população com renda familiar abaixo de R$1.800. O trabalho consistirá na reaplicação de tecnologia social chamada “Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária” que busca promover a cidadania, os laços entre os moradores e a organização coletiva para buscarem soluções dos problemas no condomínio.

O edital terá duas chamadas: a primeira com inscrições abertas até 30 de maio e a segunda até 31 de agosto. Após a divulgação do resultado da primeira chamada, as instituições não habilitadas podem encaminhar novo envelope com a documentação exigida no edital para tentar novamente o credenciamento na segunda chamada.

A reaplicação da metodologia em cada residencial deverá durar um ano e prevê várias atividades. O autorrecenseamento é o censo feito pela própria comunidade para levantar informações tradicionais, como perfil demográfico e socioeconômico, e a inclusão de outros dados desejados pela comunidade, por exemplo, a quantidade de pessoas com necessidades especiais, idosos com dificuldade de locomoção, entre outros.

Haverá também atividades e oficinas para promover educação financeira, ambiental e patrimonial. As duas últimas vão reforçar noções sobre higiene, saúde, doenças individuais e coletivas, e estimular a consciência de preservação ambiental, como uso racional da água e da energia, o correto descarte de esgoto e dos resíduos sólidos, e a manutenção preventiva das moradias e dos espaços de uso comum.

A entidade que vai conduzir a reaplicação da metodologia também promoverá o intercâmbio de experiências com outras comunidades que tenham realidades semelhantes para ampliar o conhecimento sobre as soluções possíveis e a formação de redes de apoio. Por fim, será feito um diagnóstico junto com os participantes para identificar os principais problemas em cada condomínio e quais tecnologias sociais poderiam atender as necessidades encontradas (saiba mais sobre o diagnóstico no texto abaixo).

Acesse o edital e seus anexos aqui.

Aprimoramento

Este será o terceiro edital com o objetivo de levar tecnologias sociais para os empreendimentos habitacionais populares, a fim de estimular a cidadania, a participação comunitária e o protagonismo dos moradores na solução dos problemas coletivos. Nesta nova fase o Muts passou por mudanças a fim de aprimorar a forma de encaminhar as soluções para as demandas das comunidades. No dois primeiros editais, realizados em 2014 e 2015, foram implantadas duas tecnologias sociais em 58 conjuntos habitacionais, envolvendo 31,3 mil famílias. A primeira foi a metodologia de mobilização comunitária e educação financeira. A segunda foi escolhida pelos moradores em um leque de quatro opções, relacionadas a horta comunitária, produção de bijuterias com garrafa PET, compostagem de resíduos e biblioteca comunitária.

Neste novo formato, a escolha da segunda tecnologia será feita após um diagnóstico junto com os moradores para identificar os principais problemas em cada condomínio e escolher as tecnologias sociais que podem dar conta dos desafios observados. A escolha será feita dentre as mil metodologias disponíveis no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), mantido pela Fundação BB. O BTS é um acervo online e gratuito com soluções para os diversos desafios enfrentados por comunidades, nos temas alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Atividades culturais e esportivas serão oferecidas para estudantes de 6 a 18 anos

Renovação da parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a Federação Nacional das AABB (Fenabb) e a Fundação Cidade Mãe (FCM), formalizada na última sexta-feira, 2, irá garantir complementação escolar para 240 crianças da periferia de Salvador (BA). O projeto integra o programa AABB Comunidade, que oferece atividades em diversas cidades do País, como aulas de inglês, informática, artes, futebol e balé a estudantes de 6 a 18 anos de idade incompletos.

O presidente da AABB em Salvador, Zaki Chagouri Ocke, acompanha as ações do projeto há 15 anos e observou o desenvolvimento de muitos alunos. Ele destacou que algumas crianças atendidas tornaram-se professores e até educadores do próprio programa.

Um exemplo é a ex-aluna Nainara Lima, que participou das atividades do AABB Comunidade e hoje é atleta de futebol profissional, atuando como zagueira do Esporte Clube Vitória. “Sinto-me plenamente gratificado pelo privilégio de acompanhar a trajetória de inúmeros jovens. O caso de Nainara é especial, por se tratar de uma adolescente que chegou bastante jovem ao projeto social e sempre se destacou como líder nata e ‘fera’ no esporte. Desejamos absoluto sucesso e pretendemos vê-la defendendo, muito em breve, a seleção brasileira”, afirmou Zaki.

Carlos Motta, superintendente estadual da Bahia, reforçou que, “além das ações com os educandos, por meio de atividades educacionais e de inclusão social, que ampliam a consciência cidadã, o programa também proporciona formação e aperfeiçoamento aos educadores”.

Programa Integração
O AABB Comunidade propõe a integração entre escola, família e comunidade, por meio de um plano pedagógico que prevê a ampliação da cidadania e tem na educação um fator de transformação social. Os compromissos com o desenvolvimento integral e a dignidade da criança e do adolescente, além do cuidado socioambiental, complementam a formação.

A Fundação BB e a Fenabb são instituidores do programa, que, neste ano, completa 30 anos de atuação. A Fundação é responsável pelo apoio no fornecimento de kits educativos para as atividades artísticas, esportivas e pedagógicas. Já a Fenabb fornece os espaços físicos das AABBs para o desenvolvimento das aulas.

Reconhecimento
Em maio, o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul reconheceu o projeto “Dialogando e criando respostas sobre o mundo digital com crianças, MPF e Safernet”, coordenado pela AABB Comunidade de Porto Alegre (RS), durante o V Prêmio República de Valorização. A proposta venceu na categoria Responsabilidade Social entre 91 iniciativas apresentadas.

Fruto da ação pedagógica “Semelhanças e Diferenças”, implantada durante o ano passado, o projeto envolveu 100 educandos, entre crianças e adolescentes, em um debate sobre questões relacionadas às variadas possibilidades do mundo digital e seu uso responsável.

Na capital gaúcha, o AABB Comunidade atende a cerca de 200 crianças de quatro escolas de Ensino Fundamental da Rede Municipal de Porto Alegre.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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