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Wednesday, 20 April 2022 17:00

Você conhece a Cloc?

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Metodologia certificada pela Fundação BB conecta criatividade e geração de renda

A metodologia CLOC (Criatividade, Lógica, Oportunidade e Crescimento) foi elaborada pelo Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI) em Santa Luzia do Itanhy (SE). A iniciativa consiste no desenvolvimento de atividades da área de Tecnologia da Informação (TI) junto a estudantes do ensino fundamental de escolas públicas. Em um cenário, a princípio com poucas ofertas aos jovens, foram criadas oportunidades de crescimento e formação consistente e direcionada às novas demandas do mercado de trabalho no país.

A CLOC é desenvolvida a partir da qualificação de alunos de escolas públicas em programação, indo do básico ao avançado. Os que atingem o grau mais adiantado passam a ensinar os jovens das turmas iniciais nas escolas das comunidades participantes.

Metodologia CLOC

Público: alunos de escolas públicas
Faixa etária: 12 a 16 anos
Cidade: Santa Luzia do Itanhy (SE)
Comunidades: rurais e ribeirinhas
Linha de atuação: inclusão produtiva por meio da preparação para o mercado de trabalho

O foco no empreendedorismo criativo e digital traz aos adolescentes participantes uma formação tecnológica de alta qualidade e o potencial de atender a clientes de qualquer lugar do Brasil.

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Samuel Falcão, assessor de Portfólio da Fundação BB que atua na área de Tecnologia Social e da plataforma Transforma, comenta a importância da aliança das ferramentas tecnológicas com a educação presente na metodologia CLOC. “O processo formativo proposto pelo IPTI na TS CLOC colabora para a diminuição da situação de vulnerabilidade e pobreza, bem como para a redução da fuga de talentos em localidades periféricas do País. A iniciativa tem como diferencial, além da formação empreendedora, um processo de incentivo à multiplicação pelos próprios participantes, tendo em vista que os jovens formados em um ciclo contribuem com a formação dos jovens do ciclo seguinte. Trata-se de uma proposta emancipadora, focada no processo criativo e aplicada à tecnologia que, cada vez mais, tem se tornado um aspecto central no mundo do trabalho”, afirmou.

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Ruancelli do Nascimento, integrante do IPTI - instituição responsável pela tecnologia social CLOC, fala sobre as atividades recentes desenvolvidas dentro da metodologia. “No CLOC buscamos sempre alinhar a formação com as expectativas do mercado e recentemente incorporamos capacitações em inteligência artificial. Além disso continuamos ampliando nossa presença geográfica. Recentemente iniciamos a reaplicação do CLOC em Fortaleza em parceria com uma empresa de TI cearence (Lanlink) para logística (espaço e equipamentos) e apoio na formação profissional dos adolescentes a serem beneficiados pelo projeto. Nossa expectativa é esse ano ampliar para mais 3 cidades do sul de Sergipe nosso modelo de desenvolvimento humano e impactar um número maior de jovens em comunidades subestimadas”, afirmou.

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Esta solução foi finalista na categoria Geração de Renda do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019. Para conhecer, clique aqui e acesse a Plataforma Transforma para conhecer esta tecnologia social.

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Thursday, 24 March 2022 12:49

A trama do algodão que transforma

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Cooperativa de mulheres é destaque em geração de renda

A Fundação Banco do Brasil está celebrando o mês das mulheres e dando continuidade as iniciativas com protagonismo feminino, hoje trazemos uma matéria especial sobre a cooperativa Justa Trama, que é liderada por Nelsa Nespolo.    

A Justa Trama é responsável por idealizar a tecnologia social A trama do Algodão que Transforma ao facilitar o intercâmbio de experiências entre o campo e a cidade integrando o trabalho da cadeia produtiva do algodão.  A instituição é composta por agricultoras, fiadoras, tecedoras, costureiras, artesãs, coletoras e beneficiadoras de sementes organizadas em empreendimentos da economia solidária. O trabalho inicia no plantio do algodão agroecológico e vai até a comercialização de peças de roupas produzidas pelas mulheres. 

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Nelsa Nespolo - fundadora e atual diretora da Justa Trama

Com a premissa de que é possível realizar um plantio que respeite a natureza e vendas que ajudam a geração de renda de mulheres, a Justa Trama vem transformando a vida de várias cooperadas. “Nossa trajetória que transforma a vida das pessoas em todos os espaços que está, desde o território local até o espaço mais amplo. Acreditamos que podemos ser uma sociedade mais justa, mais limpa, e mais solidária em nossas ações”, afirma Nelsa.  

A entidade começou a atuação no Rio Grande do Sul e hoje atua em cidades das cinco regiões do país. Um destaque, são os encontros com as cooperadas da cidade de Tauá (CE) para estimular o empreendedorismo entre as mulheres. "Sabemos que historicamente a mulher, no meio rural vive uma forte invisibilidade. Então, temos feito no Ceará vários encontros com as agricultoras falando sobre a importância da participação e do protagonismo feminino", declara a coordenadora.

Elos da Justa Trama

⇨ Plantio do algodão: Adec – Tauá (CE), AEFAF de Ponta Porã (MS) e Rede Xique-xique (RN);

⇨ Fiação e tecelagem: Coopertêxtil – Pará de Minas (MG);

⇨ Confecção de botões e adornos: coleta de sementes e cascas de coco da Cooperativa Açaí - Porto Velho (RO);

⇨ Confecção, serigrafia, bordado e tingimento: Univens – Porto Alegre (RS).

O trabalho da Justa Trama tem conquistado resultados importantes como a integração dos setores produtivos e a distribuição justa dos ganhos entre as cooperadas. “Toda esta cadeia tem dado um impacto muito grande sobre as mulheres, que são a maioria na rede. A nossa atuação busca integrar agricultoras, fiadoras, artesãs e costureiras em uma construção na qual as pessoas podem ter um horizonte para toda vida. Grande parte das mulheres participantes são chefes de família e sustentam seus lares”, afirma Nelsa. 

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Rosilene Rodrigues, participante da Justa Trama, destaca os pontos positivos do  trabalho na cooperativa. "Nós temos autonomia e conseguimos manter nosso serviço em dia. E fazer parte da Justa Trama pra mim é um honra porque no sul eu acho que é o único lugar que tem uma roupa diferenciada é a nossa. E quando a gente faz feira e lida com o público a gente vê o quanto eles dão valor para estas peças que a gente faz aqui", declarou. 

Iniciativas reconhecidas pela Fundação BB 

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Nelsa Nesposo (vestido branco) e Patrícia Ribas (vestido marrom) - diretora financeira da Justa Trama.

E toda esta cadeia produtiva do algodão agroecológico desenvolvida pela Justa Trama foi sistematizada na metodologia “A trama do algodão agroecológico que transforma” e encaminhada para participação no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019. E a instituição conquistou o primeiro lugar com esta iniciativa na categoria Geração de Renda.   

Eles receberam R$ 50 mil pelo primeiro lugar, a Tecnologia Social certificada foi cadastrada na Plataforma Transforma! e a metodologia foi registrada também em um documentário. Clique aqui e assista ao vídeo.

A Justa Trama participou do Prêmio com esta Tecnologia Social também na categoria Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico e chegou até a etapa final do Prêmio.  

Clique aqui e assista ao vídeo.  

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Friday, 25 February 2022 13:09

Reuso de águas cinzas na agricultura familiar

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Lançada em Natal (RN) iniciativa de reaplicação de tecnologia social que promove sustentabilidade e geração de trabalho e renda

O projeto “Reuso de Águas Cinzas na Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte foi lançado no dia 21.02.2021. A iniciativa, apoiada pela Fundação Banco do Brasil, é resultado da parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Governo - Emater/RN, Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do Rio Grande do Norte - Funcern do IFRN. O objetivo é viabilizar o reaproveitamento de águas utilizadas em pias, chuveiros e tanques de roupa, após filtragem biológica, na irrigação.

A iniciativa Reuso de Águas Cinzas na Agricultura Familiar tem investimento social da Fundação Banco do Brasil e a Emater – RN participa com a contrapartida de apoio técnico-científico e aporte financeiro. Os técnicos da Emater-RN farão o acompanhamento da execução do projeto.

As atividades planejadas irão atender 44 famílias de agricultores de Alexandria, Alto do Rodrigues, Assu, Lajes e São Paulo do Potengi. O sistema de reuso de água cinza promove uma destinação social e ambientalmente correta à água, normalmente descartada no solo após o uso nas residências (banho, lavagem de pratos, de roupas, pias). As águas cinzas filtradas pelo sistema são direcionadas para um quintal produtivo diversificado e agroecológico.

Os pequenos agricultores do semiárido, que contam com a chuva para o plantio durante apenas três meses do ano, passam a ter um cultivo diversificado e permanente.

Saiba mais

Encontre na Plataforma Transforma! detalhes sobre a tecnologia social Sistema de Bioágua Familiar, que é uma das metodologias adotadas na elaboração da do projeto. A solução foi certificada pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017.

Publicação realizada com o apoio da Assessoria de Comunicação - Gov. RN com imagens registradas pela fotógrafa Elisa Elsie.

 

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Monday, 14 February 2022 12:31

Você sabe o que são Tecnologias Sociais?

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Tecnologias Sociais são soluções que conectam o saber popular e o conhecimento científico e que trazem respostas a problemas das comunidades de forma simples, a baixo custo e de fácil reaplicação.

Uma das iniciativas premiadas e certificadas pela Fundação Banco do Brasil é a Silagem de Colostro. A Tecnologia Social, desenvolvida pela EMATER-RS/ASCAR, gera trabalho e renda a milhares de produtores de leite de vários estados do Brasil, uma vez que o produto é um substituto natural e de excelente qualidade para o aleitamento de bezerras leiteiras e demais mamíferos. A iniciativa Uso Da Silagem De Colostro Como Substituto Do Leite Na Alimentação De Animais participou do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2021 e foi vencedora na Categoria Especial 20 Anos. A cerimônia, realizada em 02/12/2021 foi transmitida no YouTube

Na plataforma Transforma! Rede de Tecnologias Sociais, estão disponíveis mais de 600 iniciativas que podem ser adaptadas à realidade de cada comunidade. Tem Tecnologia Social para tudo o que você imaginar: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Geração de Renda e Saúde.

É a Fundação BB promovendo soluções que transformam realidades!

Conheça mais a Silagem de Colostro

Confira a entrevista concedida pela Mara Helena Saalfeld, médica veterinária da EMATER RS, doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e idealizadora da Tecnologia Social da Silagem de Colostro.

 Mara Helena Saalfeld

O Uso Da Silagem De Colostro Como Substituto Do Leite Na Alimentação De Animais venceu na categoria Especial 20 anos no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2021.  O que este reconhecimento e destaque vão agregar?

Ser ganhadora do Prêmio TS da Fundação Banco do Brasil em 2007 deu visibilidade nacional a Silagem de Colostro, e ser ganhadora do Prêmio Especial 20 anos vai tornar possível divulgar a tecnologia mundialmente. Vai agregar muito para a difusão da TS Silagem de Colostro. Ter o título de campeã da Categoria Especial 20 Anos qualifica mais ainda a Tecnologia que já tem ampla aceitação nacional. E já tem adoção em países da América Latina e Central. Estar associada a Fundação Banco do Brasil qualifica nosso trabalho.

- Vencer na categoria Especial 20 anos tem um gostinho a mais?

Muito mais. Saber que somos vencedores numa categoria que foi escolhida por votação popular é muito significativo. Concorremos com excelentes projetos e termos ganho mostrou que a adoção e apoio a TS Silagem de Colostro é muito grande. Sei que tivemos votação de muitos estados do Brasil, Costa Rica, San Salvador, Mexico e Portugal entre outros.

- Quais os planos para utilizar o recurso em dinheiro?

Os planos são utilizar o recurso para divulgar a silagem de colostro nacionalmente e mundialmente. Vamos produzir material de divulgação da tecnologia como folders e um site. Vamos produzir dois livretos sobre a criação correta da bezerra com o uso da Silagem de Colostro e um sobre a importância do leite na alimentação. Também vamos divulgar a tecnologia em congressos nacionais e internacionais bem como em reuniões e dias de campo com técnicos e produtores de leite. Vamos adquirir equipamentos para qualificar o trabalho de Extensão Rural.

- Qual o impacto que a TS causa até este momento em seu local?

O maior impacto é a economia que o produtor de leite tem por bezerra criada com a Silagem de Colostro. De cada litro de silagem de colostro o produtor adiciona água e tem dois litros de alimento. O produtor economiza o equivalente a venda de 1000 litros de leite e ainda proporciona um correto desenvolvimento aos animais. Esta tecnologia além de gerar renda ao produtor tira do ambiente as garrafas pets e o colostro que anteriormente era jogado no lixo. Além de gerar renda proporciona economia, pois a Silagem é armazenada no ambiente sem precisar de energia elétrica para refrigeração ou congelamento. Com a premiação foi possível fazer um doutorado e provar que a Silagem de Colostro mantém os nutrientes iniciais do colostro, elimina bactérias patogênicas ficando apenas bactérias probióticas e ainda mantem os anticorpos podendo ser usada como primeiro alimento da bezerra. A Silagem de Colostro é uma tecnologia adotada por centenas de produtores de leite em todo Brasil. Hoje a TS Silagem de Colostro é ensinada em escoltas técnico agrícolas e faculdades ligadas à agricultura familiar e ao agronegócio. Outro grande impacto é termos conseguido mudado uma legislação nacional de 1952 que proibia o uso de colostro por seres humanos. Com duas audiências públicas e escrevendo a Proposta Técnica foi possível em 29 de março de 2017 retirar esta proibição do RIISPOA (regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal).

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Thursday, 22 April 2021 13:13

Dia da Terra: cuidamos do lugar onde habitamos?

Cidades Sustentáveis interna Arquitetura na Periferia

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem categoria Cidades Sustentáveis

Nesta quinta-feira - 22 de abril, é celebrado o dia da Terra, data criada pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, em 1970, e instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para criar consciência sobre os impactos da ação humana sobre a natureza e a importância de preservação do meio-ambiente. A população urbana em nível global gira em torno de 55%, e no Brasil este índice chega a 84,72% segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2015. E a questão urbana é uma das portas de entrada de soluções inovadoras do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.

A categoria “Cidades Sustentáveis” do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2021 quer identificar práticas eficientes voltadas à qualidade de vida da população, desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente nas cidades e nos assentamentos em subúrbios. São soluções e melhorias para mobilidade urbana, redução da poluição sonora e atmosférica, descarte de resíduos sólidos, eficiência energética, economia de água, entre outros aspectos, que contribuem para tornar uma cidade mais sustentável.

Do seu quintal para o país

Conheça três exemplos de Tecnologias Sociais premiadas na modalidade “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”, na 10ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019:

Elaborado pelo Instituto de Fiscalização e Controle, em Brasília (DF), a Auditoria Cívica na Saúde conquistou o primeiro lugar da categoria.  É uma tecnologia social que capacita o cidadão para fiscalizar o sistema de saúde de sua localidade, promovendo também a participação social. A ideia é que os moradores acompanhem o funcionamento dos postos de saúde locais, elaborando relatórios que serão encaminhados para as autoridades competentes, como Secretaria de Saúde e Ministério Público. Além de gerar consciência social, fomenta a melhoria do sistema de saúde.

Em segundo lugar, está a iniciativa Arquitetura na Periferia. A metodologia elaborada pelo Instituto de Assessoria à Mulheres e Inovação (Iamí), em Belo Horizonte (MG) e capacita mulheres de comunidades vulneráveis a tomarem frente de suas próprias reformas e melhorias domésticas. Elas recebem noções de instalações elétricas, manejo de materiais de construção, técnicas de planejamento, finanças pessoais e construção civil. Além disso, recebem microfinanciamento para conduzir suas obras com autonomia e sem desperdícios.

Desenvolvido pelo Instituto Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), em Piracicaba (SP), o Origens Brasil ficou em terceiro lugar. É um selo de garantia de procedência socioambiental e de conexão comercial. Por trás dele, existe um sistema cujo objetivo é conectar pequenos produtores da Amazônia aos consumidores, construindo uma cadeia para o desenvolvimento e distribuição dos produtos. Além disso, incentiva o correto manejo das matérias-primas, contribuindo para a preservação da floresta.

Inscrições abertas!

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2021. As instituições interessadas têm até o dia 28 de maio de 2021 para se cadastrar, exclusivamente pelo site transforma.fbb.org.br/premios. Os resultados de cada etapa do Prêmio – certificadas e finalistas – serão divulgados no portal de notícias da Fundação BB e na Plataforma Transforma! Podem participar entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil.

Para tornar o processo de participação mais acessível, os interessados podem conferir o vídeo tutorial com todo o passo a passo para inscrever novas iniciativas. 

A categoria está relacionada aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS):

 ODS1 ODS2 ODS3 ODS4 ODS5 ODS6 ODS7 ODS8 ODS9 ODS10 

ODS11 ODS12 ODS15 ODS16 ODS17

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Wednesday, 11 November 2020 07:30

Desafio Transforma! Confira os 10 finalistas

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Iniciativas foram selecionadas para a próxima etapa

Chegou o momento de acabar com o friozinho na barriga e saber quem são os finalistas do Desafio Transforma! Após a missão de seleção e análise das condições gerais dos projetos alinhados com os critérios de avaliação, a Fundação Banco do Brasil selecionou 10 projetos para a grande final, que acontecerá em dezembro.

Em sua primeira edição, o Desafio Transforma! recebeu 232 inscrições, 134 foram propostas da área de educação e 98 de meio ambiente. A partir daqui, o processo seletivo acontece em duas etapas, na primeira são analisadas as condições gerais dos projetos alinhados aos critérios de avaliação. Na segunda etapa, 10 projetos finalistas participam do Pitch Day, dia de apresentação para uma banca de especialistas composta por representantes dos parceiros: BB Tecnologia e Serviços (BBTS), BB Gestão de Recursos (BB DTVM) e Ativos S.A. e apoiadores: Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), Microsoft e GIFE. 

Confira quem são as finalistas:

Meio Ambiente

Centro Feminista 08 de Março – Mossoró (RN)
Projeto: Água Viva Na Escola: transformando o semiárido

FLD/CAPA - Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia – Pelotas (RS)
Projeto: Águas Para o Bem Viver

Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica – Turmalina (MG)
Projeto: Gestão participativa: água e produção orgânica no Vale do Jequitinhonha – MG

Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) – Tefé (AM)
Projeto: Arranjo de Tecnologias Sociais de abastecimento de água para comunidades ribeirinhas da Amazônia

Associação para Desenvolvimento Local Co-produzido – Fortaleza (CE)
Projeto: Kuatã - Valorizando o Território Tapeba

 

Educação

Escola de Dança e Integração Social para Criança e Adolescente (EDISCA) – Fortaleza (CE)
Projeto: A Vida É Feminina

Instituto Redecriar (Reciclando a Cidadania em Rede Interdisciplinar) – Porto Alegre (RS)
Projeto: Costurando e Inovando as Joias Sustentáveis

Casa Familiar Agroflorestal do Baixo Sul da Bahia – Nilo Peçanha (BA)
Projeto: Formação de Jovens Empreendedores da Agrofloresta

Fundação de Apoio a Universidade do Rio Grande – Rio Grande (RS)
Projeto: LeME Tranforma

Polo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais (POLOPROBIO) –Castanhal (PA)
Projeto: Educação e Qualificação Profissional na Amazônia transformando vidas, com uma renda digna, identidade, qualidade de vida e equilíbrio ambiental

 

As instituições vencedoras receberão um investimento social de até R$ 500 mil cada, com foco na reaplicação de Tecnologias Sociais cadastradas na rede Transforma!, para promoção de soluções de impacto socioambiental positivo nas temáticas de educação e meio ambiente. 

O anúncio dos vencedores faz parte do evento de comemoração dos 35 anos da Fundação BB, que celebra sua história de apoio a ações de inclusão socioprodutiva de públicos vulneráveis, de geração de trabalho e renda, de preservação do meio ambiente e educação, valorizando as Tecnologias Sociais, soluções inovadoras para problemas sociais que somam saberes populares e da ciência.

 

A Grande Final do Desafio Transforma! Anote na agenda: 

1° de dezembro – Concerto do maestro João Carlos Martins e orquestra 

2 de dezembro – Pitch Day: etapa de seleção de projetos inscritos no Desafio Transforma! 

3 de dezembro – Anúncio dos vencedores do Desafio Transforma! 

 

Curtiu? Para saber mais novidades sobre o Desafio Transforma!, acompanhe nossas redes sociais.  

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Thursday, 03 September 2020 17:16

Arte urbana promove inclusão por meio do design

Portal Interna   TS Programa Bem Maior

Iniciativa mineira capacita comunidade de jovens empreendedores

Atitude, telas, tintas e muita criatividade. Esta é a base do Programa Bem Maior, uma tecnologia social que proporciona capacitação empreendedora e geração de renda a jovens em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa extensionista é realizada pela Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e tem como foco o reconhecimento e valorização do indivíduo, procurando fortalecer o conjunto de experiências que constituem o seu patrimônio, tanto com o trabalho em equipe quanto em relação aos participantes. Sua principal premissa é levar em consideração os saberes do outro, sua capacidade produtiva e seu repertório sociocultural.

Por meio de método e ferramentas de design participativo, o projeto é cocriado com as jovens lideranças locais desde o seu início, tendo como norte a economia da cultura. “Desta forma, eles se apropriam do projeto, se sentem valorizados, ouvidos em seus anseios e  adquirem autonomia criativa, uma vez que usam a cultura como subsídio para criar os produtos”, explica Maria Flávia Vanucci, idealizadora e coordenadora do projeto.

Em seções de cocriação são trabalhados conceitos, direcionamentos, sonhos e desejos do grupo, além da valorização do território e da cultura local. Nessas reuniões são definidas também as principais regras do projeto (quem pode participar, como será a divulgação no bairro, contratos de convivência e que tipo de produto querem desenvolver, por exemplo). A partir disso, a equipe reformula o projeto e dá início ao processo de divulgação na localidade para formar o grupo produtivo e trabalhar a capacitação técnica e empreendedora. Para apoio no campo financeiro, foram realizados workshops para trabalhar o tema da precificação, controle de estoque e gestão de negócios.

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Mão na massa

Para o projeto piloto, os participantes optaram por desenvolver uma coleção de camisetas em silk (estampa manual) e acessórios de madeira oriunda de shape de skate, tendo como inspiração a arte urbana, especialmente o grafite e o hip-hop, referências fortes para o grupo. Então, os jovens construíram os equipamentos necessários, tais como mesa de luz e de impressão, telas de gravação, quarto escuro, entre outros. Tiveram workshops de capacitação sobre  história da arte, cores, acabamento e valorização do território, para que pudessem desenvolver as artes da coleção de camisetas que teve como tema "Minha Quebrada", que falava do orgulho da origem deles e dos aspectos culturais.  

Reconhecimento

Certificado no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019, até o momento o projeto piloto impactou diretamente 30 jovens. “É muito gratificante ter reconhecimento do valor do projeto por meio de uma certificação de uma instituição tão importante como a Fundação Banco do Brasil. Acaba sendo uma vitrine e também fonte de inspiração para outras ações”, celebra a professora.

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 Portal Interno TS Cine

Iniciativa tem foco na formação audiovisual e experimentação tecnológica com cursos para jovens e crianças no Rio de Janeiro

Luz, câmera e ação! Esta é a premissa do Cinema Nosso, metodologia que nasceu no Rio de Janeiro com a formalização de um projeto político pedagógico que prima pela educação na prática. Por meio de ferramentas que possibilitam um ensino libertador, a partir das premissas do educador Paulo Freire, o projeto amplia o repertório cultural e senso crítico de crianças e jovens através do audiovisual e das novas tecnologias.

O Cinema Nosso foi fundado em 2000, a partir da seleção de elenco para o filme Cidade de Deus, dirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund, e sua relação com a comunidade e periferia, estimulando a formação e produção para o cinema e implementação de outras ferramentas tecnológicas para o desenvolvimento de narrativas.

Desde então, ao longo dessa trajetória, a iniciativa expandiu e se tornou referência em formação audiovisual para jovens no Rio de Janeiro e também na América Latina, com participação em eventos e palestras em universidades e festivais de filmes em diversos países do mundo.

Reconhecimento
Certificada no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019, a metodologia possui resultados expressivos. Formou aproximadamente quatro mil jovens em cursos regulares, mais de duas mil crianças passaram pelos projetos, e no último ano teve mais de mil pessoas impactadas pelas ações. A diretora do Cinema Nosso, Mércia Britto celebra a certificação. “Para nós, é o reconhecimento de anos de trabalho gerando impacto e transformação social na vida de crianças e jovens, bem como nos capacita a buscar mais parceiros importantes para a realização dos nossos projetos”, comemora.

Formação
Entre os projetos de capacitação oferecidos estão o Anima Aqui e o Super Hacka Kids, voltados para o público infantil, desde a primeira infância até a adolescência, o Empoderamento e Cinema – Jovens Negras no Audiovisual, o Cinematik VR, formação em realidade virtual para jovens de periferia e a Produtora Escola que oferece um programa de gestão de carreiras no audiovisual para jovens que já fazem cinema, além de outros cursos e oficinas de linguagem audiovisual, animação, youtuber mirim, jogos analógicos e digitais, todos visando a ampliação do senso crítico e universo cultural por meio da tecnologia. 04

Em todos os projetos adotam a mesma metodologia de ensino prezando pela prática, pelo foco em narrativas e ampliação da visão de mundo, potencializando também competências e habilidades. “Alguns dos nossos alunos acabam se tornando educadores do projeto, replicando nosso método e criando seus próprios cursos e produtoras a partir do aprendizado adquirido”, destaca Mércia Britto. As produções feitas pelo Cinema Nosso podem ser conferidas neste canal do Youtube.

Cursos da iniciativa foram aplicados em escolas públicas de Paraty, Rio de Janeiro, no semiárido nordestino na Paraíba e na Floresta Amazônica em Juruena, no Mato Grosso.

Metodologia
Ao longo de 20 anos de existência, o Cinema Nosso construiu um sistema reconhecido de formação em audiovisual. Nos últimos anos, desde a elaboração de mais atividades e projetos focados em tecnologia, foi iniciada implementação da metodologia Steam (Science, Technology, Engineering, Arts e Mathematics) nos cursos oferecidos. As premissas do Steam tem como objetivo produzir uma metodologia integrada e que forma pessoas com valores, conhecimentos e habilidades para os desafios do futuro. Se baseia nas seguintes ações: investigar, descobrir, conectar, criar e refletir.

“No campo do audiovisual e novas tecnologias, empregamos a Steam no processo de aprendizagem do curso, através das temáticas trabalhadas, bem como da própria apreensão sobre linguagem e narrativas audiovisuais. Esta metodologia também prevê sempre o pensamento sobre solução de problemas, criando propostas e protótipos”, explica a diretora.

Ao final dos cursos, os filmes produzidos são baseados em temáticas acerca de problemáticas sociais. “Podemos dizer que a base da metodologia são três premissas: o ensino na prática, o movimento Steam, o qual prevemos sempre fazer a conexão com uma problemática social ou com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para criar protótipos ou produtos audiovisuais e tecnológicos, e também os parâmetros da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)”, detalha Mércia.

Mês da Educação
Neste mês, a Fundação BB está realizando uma série de matérias e conteúdos em suas redes sociais para falar da importância da educação. A ação tem a parceria do Canal Futura e do Instituto Ayrton Senna. Acompanhe nossos canais e fique por dentro dos nossos conteúdos!

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Monday, 06 April 2020 17:03

Leitura reconstrói sonhos de crianças

Portal Interno Empreendeler

Debates, oficinas de construção de escritas e de criatividade melhoram a autoestima e o empoderamento social de crianças que vivem em vulnerabilidade social em Recife (PE)

Foi, entre 2010 e 2014, quando atuavam em ações de voluntariado em outra instituição que Ana Carla Albuquerque e Marcopolo Marinho perceberam o que uma boa contação de histórias podia fazer pelas crianças, jovens e adolescentes que estavam internados em hospitais de Recife (PE). Uma boa volta pelo mundo da imaginação e as esperanças eram reavivadas. E, foi durante um desses encontros, que a história de um jovem de 16 anos os inspirou a criar o EmpreendeLer – Metodologia de Empoderamento Social.

“Em 2014, após uma contação de histórias para um adolescente que tinha todas as características de vítima da marginalização social e que estava internado na enfermaria, nós vimos que poderíamos ir além, que poderíamos atuar de forma mais continuada dentro das comunidades vulneráveis pernambucanas. Naquela ocasião, enquanto eu contava histórias para esse jovem, refletia como ele teve vários momentos roubados de sua vida, como, por exemplo, sua infância, seus sonhos e uma série de potencialidades na vida”, relata Ana Carla.

Diante deste contexto, Ana e Marcopolo uniram suas habilidades de empreendedores, docentes e contadores de histórias, para desenvolverem uma metodologia que entrasse nas periferias através de parcerias com outras unidades de atendimentos sociais e servisse como uma nova tecnologia de educação social dentro das comunidades.

A iniciativa

Atualmente, o EmpreendeLer atende de forma contínua cerca de 90 crianças, todas em situação de vulnerabilidade social, e anualmente impactam em torno de 400 a 500 em ações e programas pontuais, como: circuitos de histórias itinerantes, caravanas e exposições artísticas culturais.

Além disso, todo final do ano, a iniciativa também realiza uma de suas maiores ações: a entrega de livros infantis. A mobilização ajuda, em média, 4500 a 5000 crianças que também vivem na mesma situação.

A metodologia, que foi certificada no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019, envolve cerca de 100 voluntários e hoje atua em quatro unidades na região metropolitana do Recife, com a presença em Olinda e Jaboatão dos Guararapes. E tem o apoio de três Centros Sociais e um Lar de Acolhimento.

Motivo de alegria

Apesar dos desafios, Ana Carla conta que nos últimos anos o retorno positivo dos depoimentos dos responsáveis legais das crianças é uma das principais razões para ela continuar se dedicando ao EmpreendeLer.

“Temos visto um número enorme de crianças sonhando com caminhos bons, diferentes dos sonhos de antes. Vimos várias vezes a vontade de ser um policial, pois os personagens das histórias transmitem novas formas de ver o mundo. Temos a alegria de ver crianças mais amorosas, que nos enchem de abraços e beijos carinhosos... São muitos os resultados e impactos emocionantes e reais das nossas ações”, finaliza.

Mês da Educação

Neste mês, a Fundação BB está realizando uma série de matérias e conteúdos em suas redes sociais para falar da importância da educação. A ação tem a parceria do Canal Futura e do Instituto Ayrton Senna. Acompanhe nossos canais e fique por dentro dos nossos conteúdos!

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Portal Interno 2 Reuso Vitreos

Tecnologia social oferece solução local para o ciclo de uso do vidro

A cidade de Toledo, localizada no oeste paranaense e distante 540 quilômetros  de Curitiba, estava enfrentando sérios problemas com o descarte do vidro. O lixo doméstico no município produz cerca de 30 toneladas do material por mês. Porém, o valor pago de apenas quatro centavos por quilo, gerava pouco interesse das associações de catadores e recicladores de resíduos sólidos.

A solução veio por meio do professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Ricardo Schneider, químico de formação, ao lado da estudante de engenharia civil Isabelle Aparecida da Costa que começaram a desenvolver testes para o reuso do vidro para a geração do pó de vidro. “Como usar este material por meio de uma solução local? Então, após um ano e meio de testes compramos a máquina de moer vidro”, afirma o professor.

O material moído é utilizado para fazer concreto e outros produtos para a construção civil. A iniciativa criada pelo professor foi vencedora do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social na categoria Meio Ambiente. O reconhecimento veio no último dia 16 de outubro, durante a cerimônia de Premiação que ocorreu em  Brasília.

“A ideia agora é que esse vidro moído seja um substituto da areia, que é um recurso natural finito”, afirma  Ricardo. Já quanto a parte econômica, a matéria-prima que a gente tem em abundância hoje em dia, que é o resíduo, vai gerar uma renda a mais para os catadores e vai solucionar um problema ambiental. “Na forma de pó, este resíduo pode ser comercializado por um valor até 25 vezes maior que o vidro encontrado no aterro (dependendo do tipo de vidro)”, avalia Ricardo.

Da descoberta pelos fenícios a problema ambiental 

Portal Interno Reuso VitreosO vidro é a embalagem mais antiga conhecida pelo homem. Não se sabe ao certo a data de invenção, mas há registros que por volta de 7000 a.C, os fenícios já utilizavam o material. Os historiadores afirmam que foram os egípcios que difundiram o vidro e sua técnica de fabricação para a Europa, por volta de 1500 a.C.  

Além de ser o material mais antigo, para uso como embalagem, ambientalmente é mais vantajoso, porque pode ser 100% reciclado. O ideal é que o material seja reaproveitado por meio da reciclagem ou reuso, já que são necessários  mais de quatro mil anos para ser decomposto pela natureza.

Porém, na cadeia de reciclagem de resíduos sólidos, o material não tem vantagem competitiva porque pagam muito pouco pelo quilo, principalmente em cidades pequenas, pois estão distantes da indústria de produção.

A tecnologia social de Toledo possibilita todo o ciclo de reuso do vidro seja feito dentro do município, não gerando gastos com transporte destes resíduos. A estudante de engenharia civil Isabelle Aparecida da Costa resume as etapas do processo. “No aterro sanitário ocorre a triagem, onde os vidros são separados por cores, depois passa pela máquina de moer vidros, que chamamos de moagem, que mói o material em três tamanhos diferentes e depois ele é embalado e aplicado em diversas áreas”, conclui. 

Reconhecimento

Além de vencer em primeiro lugar na categoria Meio Ambiente, a tecnologia social Reuso de Resíduos Vítreos, também foi reconhecida pelo júri interno composto pelos funcionários do Banco do Brasil com apoio da Brasilcap. Foram mais de 12 mil funcionários que escolheram, entre três iniciativas, a metodologia que merecia receber o recurso de R$ 10 mil.

A solução recebeu o terceiro prêmio por meio do Anjo Investidor Universitário. Iniciativas relacionadas com universidades, institutos técnicos federais ou instituições de ensino participaram da seleção e os clientes universitários do Banco do Brasil puderam escolher qual melhor metodologia deveria receber o investimento de R$ 10 mil.

Mais de dois mil estudantes universitários votaram e a metodologia  da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) recebeu a premiação que teve apoio da BB Tecnologia e Serviços.

“Foi um momento de felicidade para nós e para o projeto. Ganhar estas três premiações traz um impacto muito grande para gente porque tem vidro em todo lugar. Agora, vamos tentar reaplicar em outras cidades e outros lugares para seguir a proposta do Prêmio da Fundação Banco do Brasil”, finaliza o professor Ricardo.

 

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