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Iniciativa promove economia local com infraestrutura, sustentabilidade e venda via cartão

Quem visita as feiras livres geralmente encontra um pouco de tudo – roupas, calçados, frutas, verduras, artesanatos, utensílios para o lar e alimentos em geral. E as feiras do Maranhão não são diferentes. No final do mês de agosto, os comerciantes e clientes dos municípios de Viana, Pindaré Mirim e Lago da Pedra ganharam novos espaços para trabalhar e fazerem suas compras, com barracas padronizadas e mais funcionais. Os feirantes receberam jalecos, balanças, além de lixeiras e contêineres para fazerem a gestão dos resíduos sólidos - secos e orgânicos, resultado do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, uma parceria da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira com as prefeituras locais.

Na cidade de Viana, por exemplo, o cliente pode escolher o que comprar nas 277 barracas. Uma delas é da Elaine Cristina, de 29 anos, que há dois anos vende verduras e legumes para garantir o sustento da família. “Estamos muito felizes com a nova feira. Agora temos barracas adequadas às nossas necessidades. Antes eu tinha uma mesa muito pequena para colocar as minhas mercadorias, e muitas vezes queria comprar mais produtos e não podia, por falta de espaço para acomodação. Nessa nova barraca a mesa é grande, assim posso colocar mais coisas”, disse.

Em Pindaré Mirim, o artesanato faz sucesso entre as 65 barracas. A exemplo das peças produzidas pela dona Vanilda da Silva Serejo, de 64 anos e pelo artesão Francisco das Chagas. Na banca da feirante, o cliente encontra uma infinidade de miniatura, fabricados com produtos da terra. Já Francisco das Chagas, artesão há 26 anos, vende peças inspiradas em umas das festas mais tradicionais do estado do Maranhão, o Bumba Meu Boi.Francisco das Chagas Vanilza da Silva

E quando a fome bater, em Lago da Pedra, um dos lugares recomendados para um bom lanche é a barracado senhor Antônio Andrade da Conceição, de 56 anos. Lá a clientela encontra salgados, tapiocas,caldos, suco, água e refrigerante. Assim, o visitante terá disposição para percorrer as outras 161 barracas da feira e ainda dar uma passadinha na banca de Lindalva Ferreira Lima, de 51 anos, que vende roupas femininas.

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária foi lançado em dezembro de 2018 para contribuir com o desenvolvimento econômico, garantir melhores condições de trabalho aos feirantes e oferecer mais comodidade e segurança aos visitantes, uma vez que oferecem máquinas de cartão de débito e crédito para pagamento.

Além de Viana, Pindaré Mirim e Lago da Pedra, outros dois municípios maranhenses também foram contemplados: Pedreiras e São Domingos. Ao todo, o projeto vai revitalizar 21 feiras livres nos estados da Bahia, Piauí, Maranhão e Paraíba. O Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento e promoção do desenvolvimento sustentável da região.

Para Luciano Barros, gerente do Banco do Brasil de Lago da Pedra, a revitalização das feiras locais, juntamente com a capacitação dos feirantes, vai melhorar muito a vida das famílias da região, tanto na questão de emprego e renda, como na saúde e meio ambiente, com o descarte correto dos resíduos. “Nós só temos a agradecer essa parceria da Fundação BB com a Cáritas Brasileira”, concluiu.

 

 

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As cidades de São Félix, Crisópolis e Pau Brasil receberam investimento do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária

Tombado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2010 por seu conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico, e localizado há 110 quilômetros da capital Salvador, o município baiano de São Félix foi a terceira cidade baiana a receber o Nossa Feira Popular e Solidária. Em julho outras duas cidades também tiveram suas feiras revitalizadas no estado: Nordestina e Abaíra.

“Muita coisa mudou desde 2017, quando começamos a fazer o diagnóstico da situação dos feirantes em São Félix. A reinauguração da feira é só um marco simbólico porque há muitas conquistas decorrentes desta mobilização: a revitalização da praça pública, a aquisição do transporte para os expositores que residem longe da cidade e agora, a criação da associação dos feirantes”, avalia Renata Guedes, gerente geral da agência do Banco do Brasil da cidade.

Renata é uma das pessoas que estavam presentes na reinauguração da feira que aconteceu no dia 9 de agosto. Ela participou de todo o processo de revitalização da feira e afirmou que estava muito feliz com as conquistas dos feirantes. “Eles conseguiram muita coisa com a prefeitura por causa desta união. Até apoio jurídico para montar a associação, eles alcançaram. É uma satisfação muito grande”, comemora.

Os feirantes receberam novas barracas e jalecos e foram instaladas lixeiras e containers para a gestão de resíduos sólidos na praça onde ocorre a feira. Ao todo, 83 feirantes foram beneficiados e muitos já trabalham com os cartões de débito e crédito, diversificando os meios de pagamento e contribuindo para o crescimento econômico da cidade.

A feirante Ana Claudia Silva, que trabalha há 12 anos no local, é uma das participantes do projeto. A agricultora familiar, que produz hortaliças com o esposo e os quatro filhos, diz que no começo muitos comerciantes estavam descrentes, mas após o desenvolvimento das ações, houve a adesão de mais sete feirantes. “Eu espero que melhore ainda mais porque a maioria aqui é produtor rural e a abertura da associação, com mais de 90 participantes, vai nos ajudar a ter mais benefícios”, avalia.

Inauguração em Crisópolis

Crisópolis foi a quarta cidade baiana que teve a feira revitalizada. O município está localizado no nordeste do estado, tem 57 anos de fundação e coincidentemente o mesmo tempo de existência da feira tradicional.

A reinauguração ocorreu no dia 14 e beneficiou 142 feirantes. Para o subsecretário de agricultura de Crisópolis, Gilson Alves, o sucesso do projeto foi a mobilização e conscientização dos feirantes que está permitindo uma mudança de cultura desde a criação da feira agroecológica, há dois anos, passando pelo uso das máquinas de débito e crédito. “A feira daqui é regional, inclusive com pessoas que vêm de Sergipe. Os feirantes daqui comercializam desde hortifrutigranjeiros a roupas, então o desafio foi conscientizar e mobilizar as pessoas sobre a importância de revitalizar a feira”, conta Gilson.

A feira tradicional da cidade ocorre semanalmente com o início da montagem ao meio dia de terça-feira e o auge é na quarta-feira de manhã, quando fica completa. Já a feira agroecológica ocorre aos sábados e o mercado para comercialização de carnes também atende os clientes nas, quartas, sábados e domingos.

Feira de Pau Brasil também foi reinaugurada

A cidade de Pau Brasil foi a quinta a ter a feira revitalizada. Localizada no sul do estado, na região de Ilhéus e Itabuna, a cerimônia de reinauguração ocorreu no dia 17 e teve a participação de cerca de 80 feirantes, além de representantes do Banco do Brasil, da Cáritas Brasileira e autoridades locais.

Cleidiane de Jesus é agricultora familiar e uma das feirantes e líderes do projeto na cidade. Desde criança ela acompanhava a mãe na feira e nestes 40 anos percebeu inúmeras mudanças. “Nós trabalhamos ao ar livre. Tomávamos chuva. O chão virava lama e as barracas ficavam expostas, com o risco de contaminação dos alimentos. Eram condições bem precárias”, conta.

Há quatro anos os feirantes já trabalham em um espaço com cobertura, que foi oferecido pela prefeitura, e agora o projeto possibilitou a padronização do espaço além de ofertar o serviço de gestão dos resíduos sólidos. Com um ganho de R$ 200 por semana, Cleidiane que já adquiriu a máquina para pagamento com cartão de crédito, espera que as mudanças continuem melhorando a feira de Pau Brasil. “Queremos montar uma associação para que a feira tenha um diferencial e sirva de exemplo para outros municípios”, finaliza.

O projeto

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras. O objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e a iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural nos municípios brasileiros. O Nossa Feira Popular e Solidária vai atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí.

Nos últimos dez anos, a Fundação BB investiu mais de R$ 147 milhões no estado da Bahia. Foram 653 projetos, em 183 municípios e mais de 251 mil pessoas foram atendidas.

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Desta vez, a cidade de São João do Rio do Peixe reinaugurou sua feira livre que é realizada aos sábados

Os feirantes de São João do Rio do Peixe, cidade localizada no semiárido paraibano, estão felizes com a reinauguração da Nossa Feira Popular e Solidária, que ocorreu no sábado (27). Os 107 feirantes passaram por processo de capacitação e receberam, além de barracas novas, equipamentos de trabalho como jalecos, luvas, sacolas e balanças. Também foram instaladas lixeiras e contêineres que serão utilizadas para separação correta dos resíduos sólidos da feira.

O feirante Luís Gomes é um dos comerciantes que elogiaram a organização da feira. “Antes não tinha padronização de barracas. Para andar com sacola era difícil. Agora dá até para andar com carrinho de compras. Está muito bonita, a organização possibilita até passear”, comemora.

Para o gerente geral da agência do Banco do Brasil de Cajazeiras (PB), Alan Franklin Almeida Fernandes, a ação é muito positiva. “Os feirantes agradecem com brilho nos olhos. Onde pudermos atuar com um projeto desse tipo, além de fortalecer a imagem do Banco e da Fundação BB, causa um impacto social muito grande”, afirma.

Além de Alan Franklin, também participaram da reinauguração o prefeito de São João do Rio do Peixe, José Airton Pires de Sousa, o vice-prefeito Marcos Aurélio Pamplona Gonçalves, além de secretários municipais e vereadores. A gerente da agência local do Banco do Brasil, Maria Aparecida da Silva Araújo, também esteve presente. Um grupo de violeiros liderado pelo músico Chico Xavier, popular na localidade, ficou responsável pela animação do evento.

Jaime Conrado, assessor da Cáritas Brasileira, afirmou estar satisfeito com a repercussão entre os feirantes. “É bem emocionante ouvir o depoimento dos feirantes. Eles dizem que já houve pequenos acidentes na hora da montagem, pois o pessoal se cortava com o ferro velho das barracas. Agora está muito organizado, tem coleta de lixo e limpeza”, explica.

Sobre o Nossa Feira

O Nossa Feira Popular e Solidária é realizado com a parceria da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. A ação irá contemplar 21 feiras livres nos estados da Bahia, Piauí, Maranhão e Paraíba. As cidades paraibanas que já receberam a reedição da feira livre foram: Boqueirão, Conceição e São João do Rio do Peixe. O Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e a iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural nos municípios brasileiros.

Para promover a cultura da educação financeira na comunidade local foram distribuídas edições da cartilha Conectados, para os estudantes da rede municipal de São João do Rio do Peixe. O conteúdo do gibi exibe de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento. Você pode baixar uma versão da revista aqui.

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A entrega dos certificados tornou-se um marco no processo de integração dos refugiados e migrantes

Comunicar-se não era um problema até que eles tiveram que deixar forçosamente às suas terras natais e aprender do zero um novo idioma, uma nova cultura num novo lugar.  Essa é a realidade de vários refugiados e migrantes que escolheram o Brasil para recomeçar suas vidas e enfrentaram o desafio de estudar uma nova língua para se reintegrar.

Neste cenário, a Casa de Direitos, mantida pela Cáritas Brasileira com apoio da Fundação Banco do Brasil, desenvolveu o projeto de Educação e Capacitação para Refugiados e Migrantes no Distrito Federal e Cidades do Entorno, que na sexta-feira (19) entregou os certificados de conclusão da segunda turma de alunos.

A iniciativa além de ter como objetivo potencializar o estudo da língua portuguesa, também ofereceu ferramentas para a integração dos migrantes e refugiados na sociedade brasileira, respeitando seus valores culturais e autonomia. Para isto também foram promovidas oficinas de legislação trabalhista brasileira, empreendedorismo, economia popular solidária, rodas de conversa, atendimento psicossocial e conversação mediada por professores de uma escola de idiomas.

O projeto também contou com a parceria da BB Tecnologia e Serviços e da Cisco Networking Academy Brasil, nas oficinas de inclusão digital.

Para Hildete Emanuele, coordenadora da Casa de Direitos, a capacitação foi muito além do aprendizado de um novo idioma. “O projeto é um gesto concreto de acolhida a essas pessoas em nosso país, com ações básicas de transmissão da língua portuguesa, da cultura brasileira e do suporte para o acesso aos direitos e garantia de dignidade“, explica.

Ao todo, foram 35 participantes residentes em Brasília de 17 nacionalidades: Togo, Marrocos, Congo, Cuba, Venezuela, Paquistão, Gâmbia, México, Bolívia, Egito, Síria, Gana, Haiti, Equador, Mauritânia, Índia e Tunísia.

A congolesa Edwige Kayi Bisiwi foi uma das participantes do curso e relatou que apesar de já entender bem o português, a capacitação foi essencial para a sua vivência no país. “Eu aprendi muito, porque agora sei como usar as palavras, a escrever e a me relacionar com as pessoas. Isso faz muita diferença: saber a aplicação de como se fala a língua e poder se comunicar nos lugares”, afirma.

No entanto, não foram só os estudantes que tiveram suas vidas impactadas por esta iniciativa. Durante três meses, uma equipe multidisciplinar composta por professoras de língua portuguesa e cultura brasileira também esteve dedicada a escutar as histórias de vida dos alunos, e se aprofundar e conhecer suas culturas. Como é o caso da professora de português, Jamile Maeda.

“Esse projeto transformou muito a minha vida! Foram três meses de nove horas por semana, três horas de aula por dia, tendo profundo contato, conhecendo e ensinando. E ver o crescimento e a felicidade deles hoje, é incrível! Ao longo desse período, estar com representantes de culturas diferentes me fez ter novos olhares, novas perspectivas, a desconstruir preconceitos e a tentar entender de outra forma como as pessoas pensam”, conta.

Segundo a Cáritas, a Casa de Direitos é um espaço muito procurado por refugiados e migrantes e há previsão para formação de novas turmas de alunos.

 

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Portal refugiados
Iniciativa abrange Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16, que prevê metas para paz, justiça e instituições eficazes

 

Um tema global recorrente está cada vez mais presente no cotidiano brasileiro: a situação de milhares de pessoas que deixam seu país de origem para tentar uma nova oportunidade de vida - um recomeço. Seja em decorrência de conflitos internos, como na Síria; os desastres naturais do Haiti ou ainda a crise política na Venezuela, a situação dos refugiados e imigrantes soa como um alarme para diversos países que recebem essas pessoas e não é diferente no Brasil. Cada vez mais os países precisam acolhê-los e oferecer condições dignas de moradia, educação, saúde, trabalho e renda para quem está recomeçando a vida em uma nova nação.
Segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), o ano de 2017 foi o maior em número de pedidos de refúgio no Brasil, desconsiderando a chegada dos venezuelanos e dos haitianos. Foram 13.639 pedidos no ano passado, 6.287 em 2016, 13.383 em 2015 e 11.405 em 2014.

Frente a esta situação, um projeto desenvolvido pela Cáritas Brasileira, em parceria com a Fundação Banco do Brasil tenta mudar a realidade dessas pessoas em Brasília e cidades do entorno do Distrito Federal. A proposta é oferecer capacitação aos refugiados e imigrantes com cursos de língua portuguesa e cultura brasileira, leis trabalhistas, economia solidária, empreendedorismo e informática básica. A grade de estudo, disponível em uma plataforma digital, é desenvolvida em parceria com a Cisco Networking Academy Brasil, instituição com expertise em desenvolvimento de conteúdos digitais.

O projeto prevê também a criação de um laboratório de tecnologia da informação com equipamentos de informática, biblioteca e terminais com acesso à internet para os treinamentos on-line. Além da capacitação, os participantes terão apoio psicossocial e técnico para gestão de projetos. As aulas terão duração de um ano e, ao final, espera-se que os imigrantes e refugiados estejam capacitados com competências digitais e preparados para o mercado de trabalho. O projeto “Educação e Capacitação para Refugiados e Migrantes” também será lançado, nos próximos meses nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Em Brasília, contato para dúvidas pode ser realizado através do e-mail This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

Ao mesmo tempo em que oferece melhores condições aos refugiados e imigrantes, este projeto também está contribuindo com os indicadores do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16, que prevê metas para paz, justiça e instituições eficazes. O ODS 16 busca promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

Definidos pela ONU durante a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais, fazem parte da Agenda 2030, que se baseia nos progressos e lições aprendidas com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, entre 2000 e 2015. Esta agenda é fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo que pretende criar um novo modelo global para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos, proteger o meio ambiente e combater as alterações climáticas.

No total são 17 ODS e 169 metas que estimulam ações até o ano de 2030 em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta.

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Esta matéria faz parte da série “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil”, produzido pela Fundação BB com conteúdos sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas para o ano de 2030.

 

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