Portal Quitandeira
Investimento social foi usado na estruturação do espaço, compra de equipamentos, capacitações e criação de identidade visual

Quem visita o município de Rio Doce (MG), aproximadamente 200 quilômetros de capital Belo Horizonte  já deve ter provado algumas das delícias feitas pelas mulheres da Associação Comunitária Rural de Santana do Deserto (Acorsande). São bolos, rosquinhas de leite, roscas da rainha ou roscas trançadas, biscoitos de fubá, de polvilho e biscoitos integrais que fazem o maior sucesso na região.

As quitandas são produzidas  pelas mãos de 24 associadas,  donas de casa e agricultoras familiares,  em dois núcleos de produção: Santana do Deserto e Comunidade do Jorge. Muitas receitas são antigas queaprenderam com as mães, avós e bisavós. Já outras foram desenvolvidas com a ajuda de entidades parceiras.

Em dezembro de 2017 a Acorsande formalizou convênio com a Fundação Banco do Brasil e recebeu R$ 249,9 mil para estruturação do espaço de fabricação dos produtos e  para  qualificação da mão de obra das associadas, com o objetivo de ampliar a comercialização e agregar valor aos produtos.  Com o investimento social foram adquiridos  máquinas e equipamentos,  móveis para escritório, matéria-prima, uniformes e utensílios domésticos, além de cobrir os custos com a criação do rótulo e identidade visual dos produtos.  O apoio da Fundação BB possibilitou também a criação de uma linha de biscoitos integrais e a implementação de duas fossas sépticas.

Adriana Aparecida de Souza que está há três anos na Acorsande e há seis meses  assumiu a presidência da entidade, explica que as associadas buscam melhorar ainda mais os produtos e ganhar novos mercados. “Tudo que produzimos é muito gostoso e recebemos elogios das pessoas. Os produtos que mais fazem sucesso são as rosquinhas de leite e os biscoitos integrais, que temos de coco, cenoura, banana, maracujá, cacau e fubá”, declarou.  

A maior parte da produção da Acorsande é comercializada para os programas institucionais como Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Wilma Aparecida Loures Vieira é extensionista de bem-estar social da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater/MG), uma das responsáveis pelos cursos e capacitações. “A Emater vem acompanhando e colaborando com o trabalhando das mulheres - no aperfeiçoamento da qualidade dos biscoitos, na motivação, criação de rótulos e no relacionamento interpessoal” -, disse.

A associação também tem parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

 

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Projetos vão beneficiar pequenos produtores nas regiões de Canguaretama, Agreste, Trairi, Apodi e Alto do Rodrigues

A Fundação Banco do Brasil e o Sebrae RN firmaram nesta quinta-feira, 22, parceria para desenvolver atividades econômicas em diferentes regiões do Rio Grande do Norte. Um dos projetos vai beneficiar produtores de ostras de Canguaretama, onde será substituído o sistema extrativista para o cultivo do molusco. O outro é de criação de aves caipiras em 11 municípios das regiões Agreste e Trairi, essa última considerada o principal polo avícola do Rio Grande do Norte.

O primeiro convênio contempla o Projeto de Desenvolvimento da Ostreicultura na cidade de Canguaretama, que fica a cerca de 78 quilômetros da capital potiguar. O município é um dos principais polos produtores de ostras nativas do estado, mas a atividade extrativista está dizimando os bancos naturais do molusco. O projeto vai dar consultoria técnica a 30 produtores da região, cada um receberá um kit com estrutura para criação de ostras e 20 mil sementes. O objetivo é que esses ostreicultores passem a cultivar a ostra no estuário do rio Curimataú em vez de extraí-la dos manguezais.

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O outro termo de cooperação vai focar na criação de aves caipiras para corte e obtenção de ovos. O projeto envolve as cidades de Santa Cruz, São Bento, Serra Caiada, Senador Eloi de Souza, Lagoa de Velhos, Bom Jesus, Passa e Fica, Nova Cruz, Santo Antônio do Salto da Onça e Goianinha. A intenção é expandir a criação desse tipo de ave, que já está em desenvolvimento em municípios da região do Trairi, que é o principal polo avícola do Rio Grande do Norte. Somente em Santa Cruz há cerca de 70 estabelecimentos da avicultura industrial integrada, cada um com pelo menos 15 mil aves alojadas.

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Central de comercialização
A parceria prevê ainda um terceiro projeto, com o apoio da Cooperativa Central da Agricultura Familiar do Rio Grande do Norte – (Cooafarn), com investimento social de R$ 96,6 mil para a compra de equipamentos, sinalização, climatizadores e carrinhos de supermercado.

De acordo com a coordenadora da Central, Fátima Torres, todas cooperativas que comercializam no empreendimento já receberam benefícios da Fundação BB em algum momento. "Este novo apoio trará melhorias para comercialização dos produtos dos agricultores, para a comodidade dos clientes, e consequentemente, na renda das famílias”.

Inaugurada em março de 2017, a Central abriga hoje 40 agricultores individuais que vendem os produtos nas bancas e, ainda, boxes de dez cooperativas que representam cerca de 2 mil agricultores filiados à rede COOAFARN. A Central de Comercialização tem uma variedade de produtos - hortifrutis em geral, (orgânicos, agroecológicos e convencionais), produtos regionais, como queijos e derivados do leite, doces e geleias, castanha de caju, mel, polpas de frutas, galinha caipira, cordeiro, carneiro, carne de sol do Seridó, artesanato e comidas regionais.

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Restauração de canal
Também foi assinada parceria, em conjunto a Associação dos Irrigantes do Setor V do Projeto Baixo Açu (Assiba V), no município de Alto do Rodrigues (RN), com objetivo de recuperar o canal principal de irrigação atendido pelo Rio Açu, com cerca de 20 quilômetros de extensão. O recurso de R$ 248 mil será utilizado na recuperação das placas de cimento do canal, para reduzir as perdas de 31% do volume de água canalizada, devido a rachaduras e infiltrações, conforme estudos da Agência Nacional de Águas. O canal abastece cerca de 760 agricultores familiares, do Distrito de Irrigado do Baixo Açu, na região centro-norte do estado do Rio Grande do Norte, a 150 km da capital Natal.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Cordas em Concerto atende cerca de 50 crianças, jovens e adultos na cidade de São Simão (SP)

Um lugar onde todos têm a mesma chance de aprender a tocar um instrumento musical de cordas, desde crianças até os idosos. O projeto Cordas em Concerto da Associação Simonense de Cultura – SOS Cultura, em São Simão (SP), procura democratizar os conhecimentos de instrumentos musicais eruditos.

Por meio da parceria com Fundação Banco do Brasil, a iniciativa recebeu investimento social de R$ 68 mil, que permitiu a continuidade das aulas de violino, violoncelo, viola erudita e contrabaixo, atendendo a 50 participantes. O recurso será usado também na recuperação de instrumentos musicais e na contratação de serviço de consultoria especializada para suporte técnico do projeto.

A Associação Simonense de Cultura - SOS Cultura foi criada em 2001, com o objetivo de recuperar o Theatro Carlos Gomes, construído em 1896 no município, e de dinamizar a cultura, tendo como enfoque principal a oferta de oportunidades para as camadas mais vulneráveis da sociedade, num trabalho de inserção social e cultural de crianças, jovens e adultos da comunidade local.

De acordo com Denise Gimenez de Oliveira, voluntária no projeto e aposentada do Banco do Brasil, não há pré-requisitos para participar das aulas. Basta o aluno escolher a qual o instrumento irá se dedicar. “Aqui nós atendemos todos que têm interesse em aprender. Depois dos testes, os estudantes irão avaliar suas aptidões e identificar o instrumento que mais gostam de tocar”. Segundo a voluntária, as aulas proporcionam a integração dos alunos buscam dentro das oportunidades oferecidas. onde todos buscam o entrosamento e se sentem iguais, com as mesmas chances.

“É uma satisfação testemunhar a parceria da Fundação BB. O projeto foi um marco para a nossa juventude e não pode parar. É gratificante ver adolescentes e jovens lendo partituras e executando instrumentos de cordas que não são tão simples de serem tocados”, declarou Luís Roberto Bimbati, ex-funcionário do Banco do Brasil e também voluntário do projeto

A divulgação deste projeto contempla um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.
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Fruto da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e IDIS, projeto recebeu investimento social de R$ 1 milhão para combater problemas de saneamento básico de duas mil famílias

Mais duas comunidades pertencentes ao município de Borba (AM) foram contempladas com iniciativas que vão contribuir para a melhoria da qualidade da água e das condições de saneamento básico. A ação integra projeto de reaplicação de tecnologias sociais no Amazonas e atenderá um total de cerca de duas mil famílias ribeirinhas.

Foi implementado na comunidade Espírito Santo a Tecnologia Social Sodis (sigla de Solar Water Disinfection) – Desinfecção da Água - um modelo eficaz e de baixo custo para a purificação da água, diminuindo assim a incidência de doenças. A implantação foi iniciada em maio em um espaço comunitário com a presença de cerca de cem moradores da comunidade.

A Sodis utiliza a radiação solar e o calor para destruir micro-organismos que causam doenças. Essa técnica é ideal para tratar pequenas quantidades de água e funciona de forma simples: a água, que não pode ser turva, é colocada em uma garrafa plástica transparente e deve ficar exposta ao sol durante seis horas. A luz do sol trata o conteúdo por meio de radiação e aumento de temperatura.

Já a comunidade Macajá, foi contemplada com o Banheiro Tecnológico Ribeirinho, uma inciativa simples e de baixo custo, que foi adaptada para áreas alagadas, que reduz a contaminação da água e do solo. A construção do primeiro banheiro, no dia 12 de maio, foi realizada com o apoio da Secretaria de Obras de Borba e com a presença dos moradores da comunidade que irão construir os outros 29 banheiros propostos pelo projeto. Por ser considerado eficiente e de baixo custo, essa solução está sendo levada para outras comunidades ribeirinhas.

“Ele foi desenhado de forma que o recipiente que recebe o composto orgânico fique acima do solo e seja fixo por hastes. Se na região houver um alagamento sazonal, a água não entra em contato com o dejeto e isso evita a contaminação”, explica João Rodrigues, gerente de parcerias estratégicas e modelagem de programa e projetos sociais da Fundação Banco do Brasil.

Além dessas duas tecnologias sociais, já está em andamento na região a reaplicação da HB: Tecnologia Social de Combate à Anemia Ferropriva, um método que ajuda na rápida identificação e tratamento da anemia ferropriva em alunos das escolas da rede pública de municípios brasileiros.

As três iniciativas fazem parte do projeto “Tecnologias Sociais no Amazonas, (TSA)”, uma parceria entre o IDIS e a Fundação Banco do Brasil, com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O projeto tem como objetivo, reaplicar tecnologias sociais, para combater diversos problemas que atingem famílias ribeirinhas e rurais, com foco especial na primeira infância, com o investimento social de R$ 1 milhão.


A divulgação deste projeto contempla três
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quinta, 01 Setembro 2016 16:12

Parcerias

O relacionamento com parceiros é um tema chave na estratégia da Fundação Banco do Brasil. O contato transparente, harmonioso e produtivo, bem como a participação ativa dos nossos parceiros, é tratado como prioridade no planejamento e execução das nossas ações.

Por meio do apoio dos nossos parceiros estratégicos, viabilizamos o desenvolvimento das ações que transformam a vida dos participantes dos nossos programas e projetos sociais.

A estratégia revisada em 2017 prevê a concentração do investimento social nas áreas de Educação e Meio Ambiente, em programas estruturados segmentados por ações em temas como Água, Agroecologia, Agroindústria, Educação e Resíduos Sólidos, e para a inclusão socioprodutiva e a superação da exclusão social. Essa atuação também tem como orientadores a promoção da transformação social, a disseminação de tecnologias sociais, a valorização de redes, a sinergia de ações com os parceiros estratégicos, dentre outros.

BNDES - Fundo Social

O estabelecimento da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ocorreu em 08 de setembro de 2009, por meio da formalização do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 09.2.0708-1, e ampliada em 2015, por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 15.2.0773-1 com o objetivo de implementar ações sociais voltadas à estruturação de empreendimentos solidários urbanos e rurais em cadeias produtivas, na reaplicação de tecnologias sociais e no desenvolvimento territorial com foco em inclusão socioprodutiva e desenvolvimento sustentável. O BNDES disponibiliza recursos do Fundo Social, destinados ao cumprimento desses objetivos.

Até 2017, as ações resultaram no apoio de 441 projetos sociais, beneficiando mais de 210 mil pessoas, totalizando investimentos sociais na ordem de R$ 247 milhões, com recursos paritários da Fundação BB e do BNDES. Desses projetos sociais destaca-se a atuação na região Nordeste para a qual foram recebidos investimentos sociais de 162 projetos, seguido da região Sudeste com 159 e demais regiões com 171. Decorrente disso, dos R$ 247 milhões referentes ao investimento social realizado, R$ 97,4 milhões foram aplicados em projetos nos estados do Nordeste e Norte do país, R$ 79,4 milhões para o Sudeste e o restante nas regiões Centro-Oeste e Sul.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Amazônia

A parceria entre a Fundação BB e o Fundo Amazônia foi formalizada em 18 de junho de 2012, por meio da celebração do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 12.2.0435-1, entre a Fundação BB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, gestor do Fundo Amazônia.

O objetivo é atuar em projetos que promovam o desenvolvimento de atividades produtivas, alinhados à conservação e ao uso sustentável do Bioma Amazônia.

A parceria possibilitou a realização do investimento social integrado às diversas estratégias e ações promovidas pelos entes públicos no Bioma Amazônia, dentre os quais se destacam os programas governamentais, Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAm, Plano Amazônia Sustentável - PAS, Programa Arco Verde Terra Legal, Bolsa Verde e ATER Extrativista do Governo Federal.

A atuação da Fundação BB com os projetos no Bioma Amazônia está de acordo com as suas diretrizes estratégicas, considerando que se trata de uma região ainda carente de apoios institucionais públicos e privados e que possui potencialidade para a realização de ações de desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade e disseminação de tecnologias sociais agroecológicas, visando a promoção da inclusão socioeconômica e produtiva.

A priorização da temática extrativista no fomento de projetos para o Bioma Amazônia alinha-se também à demanda da sociedade civil pelo reconhecimento do serviço ambiental prestado pelos povos extrativistas e promove condições para o desenvolvimento econômico social sustentável do Bioma, com respeito ao ser humano e ao meio ambiente.

O Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica apoia as iniciativas da Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas e Rede Encauchados de Vegetais da Amazônia, além da estruturação de 33 empreendimentos econômicos coletivos de beneficiários de Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável localizadas no Bioma Amazônia para beneficiamento e comercialização de produtos da sociobiodiversidade.

Até 2017 foram celebrados 52 convênios com a predominância de iniciativas nos estados do Amazonas, Rondônia, Amapá e Pará, alcançando 23.296 participantes distribuídos entre povos indígenas, extrativistas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

Acompanhe os projetos

Água

Em 2017, a Fundação BB e o BNDES investiram R$ 10 milhões para construção de 726 cisternas de água de produção, ampliando o número de famílias atendidas nos Estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Água de Produção Contrato
Água de Produção - Lista de Beneficiários
Água de Consumo - Lista de Beneficiários
Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15500
Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15500 - Aditivo
Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 16.421
Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.355

Agroecologia

A parceria apoia as ações do Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica. O objetivo do programa é diversificar e ampliar a capacidade produtiva, intensificar as práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica. Em 2017, foram investidos cerca de R$ 12,3 milhões nos projetos selecionados no âmbito do Edital Ecoforte Extrativismo.

Ecoforte Extrativismo - Lista de Beneficiários - Projeto 14847

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14531

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14535

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14537

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14546

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14558

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14589

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14615 

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14638

Ecoforte Redes - Lista de Beneficários - Projeto 14656

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14680

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14779

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14836

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14837

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14961

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14989

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14599

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14746

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14767

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14598

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14606

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14586

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14631

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14601

Agroindústria

O Programa Terra Forte tem por objetivo apoiar a implantação de empreendimentos coletivos agroindustriais em projetos de assentamentos da reforma agrária, criados ou reconhecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA.

O Programa atende a três cooperativas, dentre as dez que tiveram projetos aprovados pelo Comitê de Investimentos do Programa Terra Forte.

Cooperativa dos Produtores de Erva-Mate Ltda - Coopermate - Ampliação e modernização da agroindústria de erva mate e mix de chás para infusão;

Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita - Coopan - Estruturação de abatedouro e frigorífico de suíno e bovino;

Cooperativa da Agricultura Familiar de Paraíso - Cooapar - Estruturação da cadeia produtiva do leite em assentamentos de reforma agrária da região de Andradina – Laticínio e tanques de expansão.

Terra Forte Contrato

Terra Forte Reporte - Setembro/2018

Terra Forte Reporte - Outubro/2018


Resíduos Sólidos

O Programa Cataforte, em sua terceira fase, tem como objetivo estruturar as redes solidárias de empreendimentos de catadores de materiais recicláveis, de modo a possibilitar avanços na cadeia produtiva de valor e inserção no mercado da reciclagem.

Cataforte - Participantes - Projeto 12535

Cataforte - Participantes - Projeto 12308

Cataforte - Participantes - Projeto 12307

Publicado em Paginas Internas