Notícias

Notícias (54)

Portal Interno AutismoHoje, 02 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo

“Hoje consigo andar com ele na rua.”
“Fomos a uma festa de aniversário e conseguiu ficar e brincar.”
“Ele me chamou de mamãe.”
“A escola elogiou o comportamento do meu filho.”

Para a maioria das famílias, elogios como esses são corriqueiros. No entanto, para os pais que têm filhos com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), ouvir essas simples frases significam muito. Afinal, representam que aos poucos com a ajuda de profissionais especializados, os pequenos estão vencendo as dificuldades de comunicação e socialização, características que estão ligadas a esse distúrbio.

No Centro de Autismo Dona Meca (CDA), que fica em Taquara, bairro da região de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, depoimentos como esses emocionam, já que muitas famílias chegam desamparadas com as crianças ainda no colo, em busca de uma cura ou, até mesmo, com crianças maiores procurando por uma solução para comportamentos inadequados.

“O CDA oferece acolhimento a essa família - através do grupo de pais e das orientações terapêuticas -, buscando mostrar as potencialidades do autista e a melhor maneira de proceder para obter respostas funcionais de interação entre o autista e sua família”, explica a fonoaudióloga Raquel Maria Gomes Andrade que atua no local.

A iniciativa

O CDA nasceu em 2013, a partir de uma necessidade dos terapeutas da instituição filantrópica Obra Social Dona Meca de oferecer um trabalho diferenciado e transdisciplinar, baseado nas questões e necessidades sensoriais de cada indivíduo atendido. Questões sensoriais essas que tornavam difícil a intervenção terapêutica tradicional.

Por isso, o principal objetivo da metodologia é oferecer conhecimento e ferramentas para que as crianças/adolescentes com o auxílio de suas famílias conquistem a integração sensorial e aumentem a independência e comunicação funcional.

Entre as atividades oferecidas no CDA destacam-se a fonoaudiologia, psicomotricidade, terapia ocupacional e psicologia (grupos de pais). Em média são atendidas nove crianças por ano, pois cada profissional dedica-se individualmente à criança, mostrando e aprimorando assim as habilidades de comunicação entre ela e a família.

Dessa forma, elas são reavaliadas a cada seis meses, que é quando os terapeutas indicam permanência ou alta para as terapias tradicionais realizadas na própria instituição. O tempo de permanência está diretamente ligado ao alcance dos objetivos.

Conscientização

Em celebração ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo, Raquel deixa sua mensagem: “Leiam, estudem e compreendam. Quando entendemos o outro, a necessidade do outro e conseguimos nos adaptar a ele e oferecer as adaptações que o outro precisa, nos tornamos mais humanos. O autismo não mata, mas o preconceito e o descaso destroem famílias e geram fracassos. Juntos, escola, terapia, família e sociedade, podemos ampliar as capacidades da pessoa com autismo e torná-los funcionais e produtivos. O amor e a informação são sempre o melhor caminho!”.

Desafios 

Reconhecido como tecnologia social pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, em 2017, o CDA não está em pleno funcionamento e trabalha em formato adaptado, desde o seu último patrocínio em 2018.

Por isso, para contribuir diretamente com a Obra Social Dona Meca (OSDM), acesse: https://osdm.org.br/projetos/centro-de-autismo/

Portal Interno GiraSol

Empreendimento dispõe de alimentos e produtos orgânicos e gera renda para as famílias de mulheres agricultoras

O Armazém GiraSol do projeto “Mulheres Rurais em Rede: Agroecologia, Autonomia Econômica e Autogestão Solidária” foi inaugurado na quarta-feira (05) no Bairro Santana, em Porto Alegre (RS). O espaço de comercialização é fruto da parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a ONU Mulheres e a Cooperativa de Comércio Justo e Consumo Consciente – GiraSol que, em 2019, assinaram um convênio para beneficiar agricultoras familiares, assentadas da reforma agrária e quilombolas do Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro.

Com o investimento social de R$ 849,4 mil, o armazém vai atender 18 empreendimentos femininos em 14 municípios - Maricá (RJ), Magé (RJ), Teresópolis (RJ), Mallet (PR), Inácio Martins (PR), Pitanga (PR), Porto Alegre (RS), Portão (RS), Gravataí (RS), Viamão (RS), Terra de Areia (RS), Torres (RS), Mostardas (RS) e Piratini (RS) – que fazem parte da Rede de Economia Solidária e Feminista (Resf).

Quem visita o espaço encontra geleias, molhos de tomate, farinhas em geral, chás, pastas, grande variedade de grãos, chips de banana, biscoitos, doces, bebidas, derivados de leite e biocosméticos, cultivados sem o uso de agrotóxicos

O local dispõe também de uma cafeteria com lanches e refeições saudáveis, além da promoção de atividades culturais, debates sobre temas da sociedade contemporânea, rodas de conversa e eventos sobre gastronomia, agricultura familiar, sustentabilidade, economia solidária e empoderamento feminino.

De acordo com Tanara Lucas, coordenadora executiva do projeto e responsável pelo armazém, todos estão muito felizes. “O público em geral está estão gostando muito e quando fica sabendo quem são os beneficiados pelo projeto fica ainda mais encantado. O que é mais incrível é que a iniciativa dá a oportunidade das pessoas continuarem fazendo o que sempre fizeram, mas agora de forma organizada. Todos estão mais confiantes e se sentindo mais valorizados, porque trabalham sabendo que têm onde vender seus produtos. E esse é o objetivo, ajudar a esses empreendimentos a gerar renda para as famílias e principalmente valorizar a mão de obra feminina”, declarou.

Serviço:
Armazém GiraSol
Endereço: Avenida Venâncio Aires, 757, Bairro Santana – Porto Alegre (RS)
Horário de funcionamento: De segunda-feira a sábado, das 9h às 19h

Portal Interno AreaDoador

Solução permite o recebimento de doações por meios de pagamento

A Fundação BB estruturou soluções para o recebimento de doações da sociedade brasileira e da comunidade internacional, em contas exclusivas, que podem ser realizadas por meio de transferências bancárias ou cartão de débito/crédito. A Fundaçao BB realizará a gestão dos recursos que serão integralmente investidos em projetos nas áreas de Educação Inclusiva; Meio Ambiente; Imigrantes e Refugiados e Cão Guia para pessoas com deficiência visual.

A área para doação está disponível na parte superior deste portal e a doação poderá ser feita diretamente por transferência bancária - exclusivo aos clientes BB, cartão de crédito/débito e PayPal. Nesta área existe também a funcionalidade de indicar um amigo. Basta cadastrar nome e e-mail que a pessoa indicada receberá mensagem com as informações completas da área de doação.

Campanha Institucional

 

O lançamento da área de doação é uma das ações da nova campanha institucional Nosso Valor Transforma lançada no dia 13 de janeiro, onde o protagonismo do brasileiro é destacado por ele ser um agente de transformação social. Nos últimos 10 anos, o investimento social de R$ 2,8 bilhões proporcionou a participação de 3,6 milhões de pessoas de todo o país por meio de projetos e programas sociais estruturados para promover inclusão socioprodutiva dos segmentos mais vulneráveis da sociedade.

A solução surgiu em decorrência da estratégia da FBB de buscar novas formas de captação, ampliar a mobilização de recursos e aumentar o investimento em projetos sociais. Segundo o gerente de divisão Rodrigo Octávio, o lançamento da Àrea de Doador permite a captação direta de recursos, de forma simples e rápida. “As opções de doação possibilitam a participação dos funcionários do BB, clientes pessoa física e jurídica e parceiros estratégicos, potencializando o investimento social da Fundação", avalia.

Acesse o doe aqui e ajude a transformar vidas para mudar realidades.

Portal Interno Capanha

Os vídeos contam a história de brasileiros que geram valor e transformações por meio de projetos sociais

Em 2020, a Fundação Banco do Brasil completa 35 anos de existência e, para iniciar as comemorações, a entidade lançou nesta segunda-feira (13) sua nova campanha institucional que envolve duas frentes: um manifesto e filmes com o mote “Histórias Valiosas”.

As peças institucionais mostram que, além de serem protagonistas de suas ações, os brasileiros que atuam em projetos sociais também são importantes agentes transformadores de suas vidas, das comunidades em que vivem e contribuem para um país cada vez mais forte.

Com o slogan “Nosso Valor Transforma”, o novo posicionamento da Fundação BB tem como objetivo dar visibilidade ao investimento social e se alinhar ao propósito do Banco do Brasil, seu instituidor: cuidar do que é valioso para as pessoas.

Nos vídeos com "Histórias Valiosas", quatro brasileiros contam suas trajetórias e como se mobilizaram para transformar vidas e mudar a realidade de outros brasileiros. Além disso, a Fundação BB também realizou um Quiz, uma ação de endormarketing, para engajar os seus colaboradores na nova campanha.

"É uma satisfação muito grande fazer parte desta história e poder testemunhar que as pessoas, os brasileiros são e estão no centro das nossas ações. Os projetos que apoiamos têm muita potência e quando nos unimos, transformamos e mudamos realidades", declarou Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

 

Investimento Social 

Nos últimos 10 anos, foram destinados mais de R$ 2,8 bilhões em recursos, aplicados em 6,1 mil projetos sociais, com a participação de 3,6 milhões de pessoas em dois mil municípios brasileiros. Esses números só são alcançados com o apoio dos funcionários do Banco do Brasil, que no seu dia a dia contribuem, direta ou indiretamente, com as iniciativas desenvolvidas pela Fundação BB.

Portal Interno Copasa

Ação  dará  continuidade ao Pró-Mananciais em 112 municípios mineiros

A Fundação Banco do Brasil e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) divulgam, nesta quarta-feira (27/11), as entidades credenciadas no edital de reaplicação de tecnologias sociais em Minas Gerais. 

Em tempo, anunciam também, data e horário do sorteio que será realizado para a escolha das instituições vencedoras dentre as que se inscreveram para atuar nos mesmos Lotes/Grupos do edital.  Para esses casos, o item 5.11 do Edital prevê que a Comissão de Credenciamento deverá realizar sorteio em definição da ordem de chamada para a formalização dos contratos. 

O edital tem investimento social de cerca de R$ 2 milhões para dar continuidade ao Programa de Proteção e Conservação de Mananciais - Pró-Mananciais, estratégia da Copasa para abastecimento de água da rede pública. Ao todo serão atendidos 112 municípios mineiros.  Estão previstas no edital as reaplicações de quatro tecnologias sociais certificadas pela Fundação BB e que integram a plataforma Transforma! Rede de Tecnologias Sociais

Sobre o Pró-Mananciais 

O Pró-Mananciais foi desenvolvido pelo governo de Minas Gerais por meio da Copasa. Entre as diversas atividades desenvolvidas, estão o cercamento de nascentes, plantio de mudas nativas em mata ciliar e implantação de bacias de contenção de enxurradas. A iniciativa vai além do cumprimento dos requisitos legais e regulamentares, ele estimula a pró-atividade, a responsabilidade social, a criatividade e o protagonismo a partir da formação de agentes locais transformadores, cujo trabalho integrado às políticas públicas locais amplia os resultados do Programa. 

 Confira as informações AQUI

Portal Interno   Encontro TS

Evento foi marcado por palestras, painéis, trocas de experiências e o lançamento da plataforma Transforma

O uso das tecnologias sociais como ferramenta para solucionar problemas sociais e a sua importância para o desenvolvimento social do país foi tema do Encontro de Tecnologia Social, realizado pela Fundação Banco do Brasil em Brasília (DF), nessa terça-feira (15).

O evento reuniu representantes das tecnologias sociais finalistas da edição de 2019, funcionários da Fundação BB, das entidades parceiras e apoiadoras da 10ª edição do Prêmio para trocas de experiências, com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação do tema entre a academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental.

O encontro foi marcado por palestras e palco simultâneos, além de painéis com experiências nacionais e internacionais no campo das tecnologias sociais,em áreas urbanas e rurais. Convidada para abrir o evento, a diretora executiva da Casa 7 Memórias e Aprendizagens, Cristina Meirelles, proferiu a palestra “Importância da sistematização no desenvolvimento e nos avanços das tecnologias sociais”. Em seguida, o diretor-presidente da consultoria Ideia Sustentável e publisher da revista homônima, Ricardo Voltolini, fez a explanação “Tecnologias Sociais e Sustentabilidade”.

"As iniciativas sociais, mesmo as pequenas, geram um grande capital de conhecimento. Esse conhecimento, que chamamos de tecnologia social, sistematizado e disseminado, pode impactar na construção de políticas públicas. E como são ações locais, temáticas e arraigadas com a comunidade, na minha opinião, são as melhores soluções. A grande contribuição é essa, o conhecimento e as experiências que elas criam lá no local e que podem inspirar a construção de políticas", destacou Cristina Meirelles.

Para Ricardo Voltolini existe hoje um cenário muito favorável para as tecnologias sociais. “Estamos vivendo um momento importante nessa discussão, com novos líderes ligados à empresas, institutos e fundações empresariais, que representam uma grande força de trabalho no mundo. E eles já escolheram em que empresa querem trabalhar e investir nas mais sustentáveis”.

Nájla Veloso, coordenadora da FAO Brasil destacou a feliz coincidência do encontro acontecer na mesma data em que se comemora o Dia Mundial da Alimentação. A FAO é uma das parceiras no Prêmio para incentivar a valorização do trabalho no campo. "E o nosso lema é: as nossas ações transformam realidades, e é muito importante valorizar o campo para que as pessoas possam ter uma alimentação saudável", declarou.

“A representação Unesco no Brasil participa desde a primeira edição do Prêmio, e a cada edição notamos o quanto vem inovando e sofisticando a sua plataforma de tecnologia social. Ela tem um potencial de transformação social que vai deixar um legado muito grande para o Brasil, destacou Fábio Eon, coordenador dos Setores de Ciências Naturais e de Ciências Humanas e Sociais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco.

“É um prazer participar mais uma vez da edição do prêmio. Tivemos a oportunidade de conhecer cada iniciativa por vídeo, por papel, e hoje é um dia que estamos ansiosos para conhecer todos de perto”, Em dez anos de parceria, é este o sentimento que Daniela Arantes, chefe do Departamento de Gestão Pública de Municípios e Inclusão Produtiva do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.

Durante o evento foi lançado a plataforma digital Transforma (transforma.fbb.org.br), que abriga as iniciativas certificadas nas dez edições do Prêmio de Tecnologia Social da Fundação BB, em substituição ao antigo Banco de Tecnologias Sociais (BTS).

Foram lançados, ainda, a cartilha Moradia Urbana com Tecnologia Social – MUTS e vídeo institucional em comemoração aos cinco anos de parceria da Rede Internacional de Ação Comunitária – Rede Interação com a Fundação BB. O projeto MUTS, uma iniciativa liderada pelo Banco do Brasil e Fundação BB, com o apoio da Rede Interação, vem atuando na reaplicação de tecnologias sociais em empreendimentos populares em várias regiões do pais, com o objetivo de complementar o trabalho social já realizado pelos governos.

Também estiveram presentes no evento, Asclepius Ramatiz Lopes Soares (Pepe), Carlos Arboleda, representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD no Brasil, Isaac Nicholas Siqueira Viana, gerente Executivo da BB Tecnologia e Serviços – BBTS, Gerson Wlaudimir Falcucci, Presidente da Ativos S.A, Ely Harasawa, secretária nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano do Ministério da Cidadania, Maria Cláudia Ferrari de Castro, diretora do Departamento de Tecnologias e Programas de Desenvolvimento Sustentável e Sociais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

As tecnologias sociais vencedoras serão conhecidas na noite desta quarta-feira, 16, no evento de premiação que irá ocorrer na cidade de Brasília. A cerimônia de premiação será retransmitida ao vivo a partir das 20h pelo Facebook.

Portal Interno   Sinfonia Diferente

Vinte e uma iniciativas nacionais e três internacionais concorrem à premiação 

Os vencedores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social serão conhecidos na noite desta quarta-feira (16). O anúncio será feito durante cerimônia em Brasília (DF). A décima edição tem 24 tecnologias sociais finalistas dos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe. Elas irão dividir R$ 700 mil em premiações, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada categoria. As iniciativas do exterior, que concorrem na categoria internacional são da Guatemala, Colômbia e República Dominicana. As categorias nacionais em disputa são: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação; Geração de Renda e Meio Ambiente e as premiações especiais: Mulheres na Agroecologia, Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico e Primeira Infância, além da categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe.

Todas as 21 finalistas nacionais e as três finalistas internacionais receberão um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Elas também participam do Encontro de Tecnologia Social, que será realizado em Brasília (DF), nesta terça-feira (15).uma sinfonia diferente3 

A tecnologia social “Uma Sinfonia Diferente - musical para pessoas com autismo”, do Instituto Steinkopf, de Brasília (DF), foi uma das vencedoras de 2017, na categoria Saúde e Bem-Estar. 
Com o método, a entidade busca conscientizar a população sobre o tema, além de incluirsocialmente a pessoa com autismo como protagonista e agente cultural. O projeto também promove a saúde e bem-estar dos autistas e seus familiares. De acordo com a idealizadora e responsável pela técnica, Ana Carolina Steinkopf, com o reconhecimento do prêmio da Fundação BB, a metodologia ganhou força para intensificar as pesquisas, levar a tecnologia social para outras cidades e triplicar o número de vagas para novos participantes. “O prêmio trouxe maturidade e credibilidade para a Sinfonia. Depois do prêmio, aumentamos o número de atendimentos para 140 pessoas com autismo por semestre, capacitamos mais de 200 voluntários e implantamos o método nas cidades de Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), São Luís (MA), Imperatriz (MA) e Belém (PA) e estamos em fase de implantação em Barcelona (Espanha)", declarou a idealizadora da técnica.

Neste ano, a premiação recebeu 801 inscrições. Dessas, 123 tecnologias sociais passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Hoje são 1.110 iniciativas aptas e disponíveis para reaplicação.

Essa edição tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Encontro de Tecnologias Sociais

Antecedendo à divulgação e premiação das vencedoras, no dia 15, a Fundação BB vai reunir finalistas de 2019, vencedoras de anos anteriores, parceiros no prêmio e especialistas no tema para debater sobre a importância das tecnologias sociais para o desenvolvimento social do país. O Encontro tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. A atividade será composta por duas palestras: "A importância da Sistematização no desenvolvimento e nos avanços das tecnologias sociais”, com Cristina Meirelles, da Casa 7 e “Desenvolvimento Sustentável e as Tecnologias Sociais”, com Ricardo Voltolini, da Ideia Sustentável.

Serviço:

O quê: Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2019
Quando: 16 de outubro (quarta-feira), às 20 horas
Local: Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada - SHTN Trecho 1, Conjunto 1B, Asa Norte, Brasília - DF

Portal Interno   Orq Brasil   PE

Projeto tem parceria da Fundação Banco do Brasil e reúne atualmente quase 500 grupos espalhados pelo país

O maestro João Carlos Martins se apresentou no Cais da Alfândega, no Recife Antigo, com crianças e adolescentes de quatro projetos sociais pernambucanos. O evento foi no último sábado, 6, e reuniu 150 participantes da Orquestra do Movimento Pró-Criança – Unidade Recife Antigo, Orquestra Social Dom João Costa, ambas de Recife, Banda Musical Curica, de Goiana e o Coral do Instituto Passo de Anjo, de Abreu e Lima.

Promovida pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, a apresentação faz parte do projeto Orquestrando o Brasil, idealizado pelo maestro João Carlos Martins e realizado com apoio da Fundação BB, do Serviço Social da Indústria (Sesi/SP) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O concerto reuniu clássicos como Trepak, de Tchaikovsky; modernas como Além do Arco-Íris, de Harold Arlen; e regionais, como Madeira que cupim não rói, do pernambucano Capiba. A apresentação foi encerrada com a música Jesus Alegria dos Homens, de Sebastian Bach.

A Banda Curica se apresentou com 66 integrantes. O músico e presidente do grupo , Edson Júnior da Silva, disse que o sentimento de todos era de muita satisfação e gratidão, por terem participado um evento tão importante. “Para todos nós, da Banda Musical Curica, foram momentos de grandes aprendizados – tanto durante o ensaio, como na apresentação - uma oportunidade ímpar na nossa história. O maestro João Carlos tão atencioso e generoso com todos. E era visível no olhar de cada jovem, não só da nossa banda, mas também das outras orquestras. Era mágico aquilo que todos estavam vivendo. Diante de tudo isso, nós só temos a agradecer a esse movimento e esperamos que ele se perpetue aqui no Brasil. Que seja um legado do maestro para toda essa juventude. Me faltam as palavras para agradecer. Esse evento vai ficar marcado na nossa história para sempre”, disse.

“A Curica tem o dobro da idade desse velho maestro. Então o que eu posso dizer? Que é um orgulho conhecer Curica, a banda mais antiga do nosso Brasil”, disse o maestro João Carlos Martins.

Orquestrando o Brasil

O projeto Orquestrando o Brasil é uma plataforma que reúne atualmente quase 500 grupos espalhados pelo país, oferecendo capacitação para regentes e músicos, divulgação e apoio. Criado em 2018, o projeto interage com mais de 18 mil músicos de todo o Brasil.
“O Orquestrando o Brasil é o legado que pretendo deixar. Quero ajudar os milhares de grupos espalhados pelo país a evoluírem artisticamente, ampliando sua atuação e conquistando novos públicos. Queremos democratizar a música clássica no Brasil”, disse o maestro.
Desde o inicio do projeto, o maestro João Carlos Martins se apresentou em várias cidades, com destaque para Maringá, São Paulo, Brasília e agora Recife.

Portal Interno   Amprosurt

Associação de produtores recebeu recurso do Ecoforte Extrativismo para melhorar a renda e a alimentação dos moradores


A floresta é o quintal da casa de Eloisa de Souza Castro e de outras 112 famílias que vivem na comunidade Surucuá, dentro da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós/Arapiuns, no município de Santarém (PA). Criada em 1998, a partir da luta das comunidades, a reserva tem sua economia baseada no extrativismo e na agricultura, e o acesso fluvial, por meio de barcos ou voadeiras, pelo rio Tapajós.

As famílias extrativistas atuavam de forma artesanal na produção de farinha de mandioca, polpas de frutas, doces, compotas, farinha de tapioca e frutas secas, e devido à falta de estrutura adequada e de armazenamento, deixavam de beneficiar boa parte da produção, principalmente a de frutas.

Em dezembro 2017, a Associação Comunitária de Moradores Produtores Agroextrativistas de Surucuá (Amprosurt) firmou convênio com a Fundação Banco do Brasil e recebeu investimento social no valor de R$ 436 mil para o projeto “Agroextrativismo Sustentável na Resex Tapajós/Arapiuns”. Eloisa é uma das associadas e já desfruta das melhorias. Duas vezes por semana vai à agroindústria fazer o beneficiamento da sua produção. “Levo um pouco de tudo que colho aqui pertinho da minha casa – cupuaçu, acerola, murici, taperebá, manga, graviola, goiaba, abacate e coco - faço polpas e também chopinho (dindim: espécie de picolé que vem dentro de um saquinho plástico) que vendo na vizinhança. Ainda não temos como calcular uma renda, mas sei que em breve vamos ter condições de comercializar para outras cidades”, disse.

O apoio da Fundação BB contemplou a construção de uma agroindústria, a aquisição de equipamentos e a capacitação dos moradores para o aproveitamento das frutas, visando a melhoria de renda das 40 famílias associadas, aliada à preservação ambiental. O projeto foi habilitado no edital do Ecoforte Extrativismo, que apoia empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento e comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

De acordo a gestora do projeto, Mayá Schwade, o empreendimento está proporcionando às famílias um espaço higienizado para manipulação de alimentos, melhoria na alimentação, com maior consumo das frutas e derivados, melhoria dos plantios pela utilização da compostagem, com promoção do protagonismo feminino e o despertar do interesse dos jovens na permanência no campo pela criação de alternativas produtivas.

Mayá explica que dentro dos princípios da agroecologia, o projeto atende primeiramente o consumo local. “Já avançamos bastante. Desde janeiro o aproveitamento das frutas tem ocorrido de forma mais sistemática. O controle da produção e a venda são feitos por um grupo de 12 pessoas, sendo dez mulheres e grande parte delas jovens. A distribuição do lucro obtido com a venda é feita igualitariamente entre todos os membros do grupo, com escala de trabalho seguida pelos integrantes”. A gestora também explica que o trabalho na agroindústria é feito em dois dias semanais para não comprometer as outras atividades produtivas dos núcleos familiares, e que a produção provém dos quintais, das roças e do extrativismo de frutos florestais. O espaço da agroindústria também é usado para secar produtos derivados de mandioca e castanha de caju. “Quase tudo é absorvido por lá, porque na comunidade não existe abastecimento público de energia”, destacou.

Com a parceria, os associados participaram de capacitação em compostagem, que orienta sobre a destinação correta de resíduos como restos de cascas, que são usados na produção de mudas e na plantação das hortas. A próxima capacitação será em manutenção de energia solar.

Ecoforte Extrativismo

Ao todo, o edital Ecoforte Extrativismo disponibilizou R$ 12,3 milhões, por meio da Fundação BB e do Fundo Amazônia aos estados que compõem a Amazônia Legal. O recurso foi gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No estado do Pará o edital contemplou comunidades extrativistas de três municípios - Santarém, Curuçá e Belterra -, com investimento social de R$ 1,5 milhão. O recurso foi disponibilizado para a Associação Comunitária de Moradores Produtores Agroextrativistas de Surucuá (Amprosurt), a Associação dos Meliponicultores de Curuçá (Asmelc) e a Cooperativa Mista da Flona Tapajós (Coomflona), executoras de projetos na região.

Portal Orquestrando

A apresentação foi acompanhada por mais de 10 mil pessoas e é o terceiro concerto do Orquestrando o Brasil

O Centro de Tradições Nordestinas (CTN), da cidade de São Paulo, teve uma noite diferenciada neste domingo (30). A Orquestra Filarmônica Estrelas da Serra, de Croatá (CE) se apresentou sob a regência do maestro João Carlos Martins, para fazer o encerramento da tradicional festa junina que acontece todos os anos no local. O concerto faz parte de uma série de apresentações que o projeto “Orquestrando o Brasil” vem realizando pelo país, com grupos musicais. As cidades de Taubaté/SP e Maringá/PR também já foram contempladas.

Formada por 40 músicos, crianças e jovens alunos da rede pública municipal e estadual de Croatá, cidade localizada no nordeste do Ceará, a Orquestra Filarmônica Estrelas da Serra foi fundada em 2009 pelo guarda municipal José Hélio Júnior. Atualmente, conta com a parceira do governo do Estado do Ceará, Enel e Expresso Guanabara, por meio da lei estadual de incentivo à Cultura. A metodologia usada pelos músicos denominada de "Música com Cidadania-sons que transformam vidas" foi certificada como tecnologia social pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social em 2017.

Mariana Oliveira, assessora da Fundação Banco do Brasil, foi uma das convidadas para subir ao palco depois da apresentação. "Que festa linda, que astral maravilhoso! Nós acreditamos que é possível transformar a vida das pessoas promovendo a inclusão social. A nossa parceria em conjunto com o maestro João Carlos Martins e demais entidades é para que sejam desenvolvidas e mantidas atividades de orquestras com grupos musicais no país inteiro, pois sabemos do poder que a música tem na transformação de vidas. Esperamos que apreciem e se juntem a nós no esforço de transformar realidades!”, declarou.

Já o maestro João Carlos Martins enfatizou o potencial do projeto pelo Brasil. “A interligação dos grupos musicais integrantes do Orquestrando o Brasil é um dos objetivos desse projeto que vem fazendo história pelo país. Eu tive uma emoção enorme neste domingo, com a orquestra Estrelas da Serra de Croatá (CE). E quando eu vejo a Fundação Banco do Brasil entusiasmar os próprios  gerentes do Banco do Brasil, para que eles tenham o seu papel, não só no banco, mas procurar aspectos culturais em sua região, nas suas cidades e nas suas gerências, então quero dizer, o que a Fundação Banco do Brasil está fazendo é um exemplo para que outras instituições em nosso país possam seguir o seu exemplo. Parabéns, me sinto orgulhoso de fazer parte desse projeto”, disse.

Orquestrando o Brasil

Idealizado pelo maestro e realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasil, Serviço Social da Indústria (Sesi/SP) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o “Orquestrando o Brasil” oferece uma plataforma digital para disseminação de conteúdo, oferecendo capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento. O portal visa construir uma relação permanente e on-line de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local.

Criado em junho de 2018, o “Orquestrando o Brasil” tem 430 orquestras e bandas participantes, um universo que representa mais de 15 mil músicos, com grupos musicais de 180 municípios espalhados pelos estados de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.