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Fundação BB disponibiliza em seu portal soluções para recebimento de doações para a Operação Acolhida

Josefina Xionara Medina, de 60 anos, é da cidade de El Tigre, na Venezuela. Mãe de sete filhos e avó de dois Josefina Xiomara Medina VENEZUELANAnetos, quando veio para o Brasil só três dos filhos puderam acompanhá-la e os outros ficaram no seu país. Hoje ela e a família vivem no Abrigo São Vicente 1, um dos 11 abrigos que acolhem 5.400 pessoas na capital de Roraima. “O meu desejo é ir para outro estado brasileiro para poder trabalhar e dar melhores condições à minha família e estudos aos meus netos”.

Esse é o retrato do estado de Roraima, principal porta de entrada da maioria dos imigrantes e refugiados venezuelanos que chegam ao Brasil. Com a ajuda da Operação Acolhida, as famílias estão tendo a oportunidade de sonhar com uma vida melhor.

A Operação Acolhida foi criada com o intuito de construir medidas de assistência emergencial para acolhimento de imigrantes venezuelanos, em situação de vulnerabilidade. Para o cumprimento desse objetivo, é realizado apoio logístico em transporte, alimentação e saúde, bem como suporte para o processo de interiorização no país.

Pensando em contribuir nessa força-tarefa, a Fundação Banco do Brasil e a Casa Civil da Presidência da República uniram esforços e lançaram neste mês no portal da Fundação BB (https://acolhida.fbb.org.br/), a Área do Doador, solução que permite o recebimento de recursos de pessoas físicas e jurídicas do Brasil e do exterior. As doações podem ser realizadas por meio de transferências bancárias ou cartão de débito/crédito. A parceria é um desdobramento do acordo de cooperação assinado em outubro do ano passado.

A Fundação BB realizará a gestão dos recursos que serão integralmente investidos em ações de ordenamento, abrigo e interiorização, alinhadas com as decisões emanadas pelo Comitê Federal de Assistência Emergencial, coordenado pela Casa Civil.

A colombiana Viviana Peña, de 41 anos, após 12 anos morando em São Paulo, mudou-se para Roraima para assumir a coordenação do Abrigo São Vicente 1. Com esse trabalho, ela vê de perto como ações humanitárias ajudam a transformar vidas. “O que tenho visto aqui nesses dois anos são pessoas corajosas, guerreiras, com muita vontade de trabalhar, que deixaram tudo que tinham para trás. Eles querem construir uma vida melhor, principalmente para as crianças, porque aqui são muitas. Para mim é uma honra fazer parte dessa equipe”, declarou.

Se você deseja contribuir com imigrantes e refugiados, doe e ajude a transformar realidades. Acesse acolhida.fbb.org.br

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A entrega dos certificados tornou-se um marco no processo de integração dos refugiados e migrantes

Comunicar-se não era um problema até que eles tiveram que deixar forçosamente às suas terras natais e aprender do zero um novo idioma, uma nova cultura num novo lugar.  Essa é a realidade de vários refugiados e migrantes que escolheram o Brasil para recomeçar suas vidas e enfrentaram o desafio de estudar uma nova língua para se reintegrar.

Neste cenário, a Casa de Direitos, mantida pela Cáritas Brasileira com apoio da Fundação Banco do Brasil, desenvolveu o projeto de Educação e Capacitação para Refugiados e Migrantes no Distrito Federal e Cidades do Entorno, que na sexta-feira (19) entregou os certificados de conclusão da segunda turma de alunos.

A iniciativa além de ter como objetivo potencializar o estudo da língua portuguesa, também ofereceu ferramentas para a integração dos migrantes e refugiados na sociedade brasileira, respeitando seus valores culturais e autonomia. Para isto também foram promovidas oficinas de legislação trabalhista brasileira, empreendedorismo, economia popular solidária, rodas de conversa, atendimento psicossocial e conversação mediada por professores de uma escola de idiomas.

O projeto também contou com a parceria da BB Tecnologia e Serviços e da Cisco Networking Academy Brasil, nas oficinas de inclusão digital.

Para Hildete Emanuele, coordenadora da Casa de Direitos, a capacitação foi muito além do aprendizado de um novo idioma. “O projeto é um gesto concreto de acolhida a essas pessoas em nosso país, com ações básicas de transmissão da língua portuguesa, da cultura brasileira e do suporte para o acesso aos direitos e garantia de dignidade“, explica.

Ao todo, foram 35 participantes residentes em Brasília de 17 nacionalidades: Togo, Marrocos, Congo, Cuba, Venezuela, Paquistão, Gâmbia, México, Bolívia, Egito, Síria, Gana, Haiti, Equador, Mauritânia, Índia e Tunísia.

A congolesa Edwige Kayi Bisiwi foi uma das participantes do curso e relatou que apesar de já entender bem o português, a capacitação foi essencial para a sua vivência no país. “Eu aprendi muito, porque agora sei como usar as palavras, a escrever e a me relacionar com as pessoas. Isso faz muita diferença: saber a aplicação de como se fala a língua e poder se comunicar nos lugares”, afirma.

No entanto, não foram só os estudantes que tiveram suas vidas impactadas por esta iniciativa. Durante três meses, uma equipe multidisciplinar composta por professoras de língua portuguesa e cultura brasileira também esteve dedicada a escutar as histórias de vida dos alunos, e se aprofundar e conhecer suas culturas. Como é o caso da professora de português, Jamile Maeda.

“Esse projeto transformou muito a minha vida! Foram três meses de nove horas por semana, três horas de aula por dia, tendo profundo contato, conhecendo e ensinando. E ver o crescimento e a felicidade deles hoje, é incrível! Ao longo desse período, estar com representantes de culturas diferentes me fez ter novos olhares, novas perspectivas, a desconstruir preconceitos e a tentar entender de outra forma como as pessoas pensam”, conta.

Segundo a Cáritas, a Casa de Direitos é um espaço muito procurado por refugiados e migrantes e há previsão para formação de novas turmas de alunos.

 

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Portal Maior Algodão  
 Foto: Tatiane Cardeal                                                                                                                                                                                                                                                                                           

Categoria especial conta com o apoio do Instituto C&A, um dos parceiros do Prêmio de Tecnologias Sociais 2019

Que o algodão é um produto popular no Brasil e no mundo, muita gente sabe, afinal ele representa uma das principais cadeias produtivas por ser a matéria-prima de produtos têxteis como roupas, tecidos, toalhas e tapeçaria. As sementes do algodão também são utilizadas para a produção de óleos e farinhas. O que muita gente não sabe é que o cultivo do algodão convencional pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente – uso excessivo de recursos hídricos e contaminação do solo - além de trazer prejuízos à saúde de agricultoras e agricultores.

Para mudar este cenário, muitas ações e pesquisas estão enfatizando o cultivo do algodão agroecológico nos últimos anos. O termo, ainda desconhecido por muitas pessoas, refere-se ao uso de práticas que envolvem uma produção consorciada (algodão e alimento), proporcionando uma vida digna para as trabalhadoras e trabalhadores rurais, além de reduzir o impacto socioambiental na produção do algodão. Tudo isso por meio de ações integradas e independentes das comunidades, envolvendo técnicas de gestão e trabalho coletivo.

Para valorizar esta prática sustentável do cultivo do algodão, a Fundação Banco do Brasil, que realiza o Prêmio de Tecnologias Sociais, abriu uma categoria especial na edição deste ano: “Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico”. O objetivo é identificar tecnologias sociais de modelos de gestão e governança de organizações e comunidades na produção agroecológica do algodão. A proposta veio por meio do Instituto C&A, um dos parceiros da premiação em 2019 e que atua na transformação da moda para uma atividade mais justa e sustentável.

Luciana Pereira, gerente de matérias-primas sustentáveis do Instituto, explica que o cultivo do algodão agroecológico envolve técnicas que causam impacto mínimo ao meio ambiente, consorciando o plantio do algodão com outras culturas agrícolas. “No processo de produção do algodão agroecológico são empregadas práticas de conservação do solo e de água, além de ser incentivada a organização comunitária”, diz. Ela também destaca que a forma de cultivo garante uma produção agrícola com qualidade, amplia a renda de pequenos produtores e reduz os riscos de contaminação química. “Esse incentivo traz não só ganhos ambientais, mas também de saúde ao reduzir a aplicação de químicos na lavoura”, conclui.

A premiação

Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social reconhece e certifica iniciativas como boas práticas e que podem ser reaplicadas em todas as localidades do país. Para isso a Fundação BB desenvolveu o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), que hoje conta com 986 projetos certificados durante os 18 anos em que organiza o Prêmio.

As inscrições para o Prêmio estarão abertas até o dia 21 de abril. Para ler o regulamento os interessados devem acessar o site fbb.org.br/premio. Podem participar da premiação entidades sem fins lucrativos como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da Sociedade Civil e órgãos governamentais, de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil e nos demais países da América Latina ou do Caribe.

Além da premiação especial da Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico, o Prêmio também irá reconhecer iniciativas em outras quatro categorias nacionais: "Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”; “Geração de Renda" e "Meio Ambiente”, outras duas premiações especiais: “Mulheres na Agroecologia” e “Primeira Infância,” totalizando R$ 700 mil reais em premiações. Além disso, também há a categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; "Educação", “Geração de Renda” e “Meio Ambiente”. Todas as instituições finalistas irão receber um troféu e um vídeo retratando sua iniciativa.

Nesta edição, o Prêmio conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Publicações sobre o algodão agroecológico

Quer conhecer mais sobre o Algodão Agroecológico? A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) também é uma das parceiras do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social e tem se dedicado ao apoio de iniciativas e boas práticas na agricultura familiar do setor algodoeiro nos países da América Latina e do Caribe. Você pode conferir abaixo algumas publicações disponibilizadas pela organização sobre o tema. Confira os links abaixo para fazer o download:

http://www.fao.org/3/a-i6958o.pdf

http://www.fao.org/3/a-i6956o.pdf

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Com a parceria da Fundação BB desde 1998, a Osceia já recebeu investimento de mais de um milhão de reais 

Cuidar de pessoas com deficiências múltiplas é uma das prioridades das Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo (Osceia), que há 33 anos atua na cidade de Goiânia.

Para assegurar os direitos dos atendidos, promover a equiparação de oportunidades, dar autonomia e garantir acessibilidade, a entidade firmou nova parceria com a Fundação Banco do Brasil, que fez um investimento social no valor de R$ 250 mil para o projeto Osceia - Integrando para a vida”.

A ação irá promover capacitações nas áreas de inclusão digital, estamparia, varejo e vendas para vinte e cinco pessoas com deficiências múltiplas – baixa visão, deficiência física, intelectual leve a moderada, mental leve a moderada e deficiência auditiva. Todos os cursos terão estágio supervisionado em ambiente simulado, de acordo com o Plano de Trabalho. O recurso da Fundação BB será usado também para compra de materiais, contratação de equipe técnica e reformas para adaptações físicas das instalações.

Para assistente social da Osceia Ana Carolina Barbosa, a parceria com a Fundação Banco do Brasil, aliada de muitas ações conjuntas, será fundamental na execução do projeto Osceia - Integrando para a vida. "Juntos superaremos barreiras para a inclusão produtiva da pessoa com deficiência, construindo novas tecnologias sociais, convocando a participação humanitária da sociedade ao exercício de sua responsabilidade social, elementos fundamentais para transformação de uma coletividade".

Os projetos da Fundação Banco do Brasil com a Osceia tiveram início em 1998 e, desde então, foram investidos mais de um milhão de reais em ações de apoio à comunidade, com foco na família em risco social.

"Essa parceria nos mostra que estamos no caminho certo. A inclusão das pessoas com deficiências ocorre quando elas se tornam participantes da vida social, econômica e política. Assim é possível assegurar a cidadania e respeito aos seus direitos”, afirma Érick Nogueira, gerente de Análise de Projetos.

As Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo foi fundada em 1984. Com sede no Jardim Nova Esperança, região noroeste de Goiânia, a instituição conta ainda com outras duas unidades na capital e faz mensalmente cerca de dois mil atendimentos diários nas áreas de convivência e fortalecimento de vínculo, capacitação profissional, educação infantil, ensino regular (do primeiro ao nono ano), jovem aprendiz, núcleo de atendimento ao idoso, atendimentos à gestante e à pessoa com deficiência.

Com a parceria da ONG internacional Goodwill, a Osceia mantém nas dependências da instituição, a loja Goodwill Goiás, com vendas de roupas, utensílios, móveis e eletroeletrônicos, frutos de doações, em bom estado, que são vendidas para toda a população com preços acessíveis. Toda a renda da loja é revertida para programas de capacitação e inclusão de pessoas. A loja é denominada de “ambiente simulado”. O nome é dado, porque simula e prepara os funcionários para o mercado formal de trabalho.

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