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Nova página permite compartilhamento em redes sociais, comentários e avaliações

O portal da Fundação Banco do Brasil está de cara nova. A página ganhou design atualizado e novidades editoriais. Na parte superior da tela, vídeos sobre projetos, programas e tecnologias sociais apresentam de forma dinâmica a atuação da Fundação BB para a inclusão socioprodutiva e melhoria de vida das pessoas.

 

Na menu superior, o usuário pode acessar os principais conteúdos, como área de atuação e editais e Banco de Tecnologias Sociais. As manchetes das principais notícias são exibidas abaixo da ampla imagem de vídeo que aparece em primeiro plano para o usuário. Logo abaixo, podem ser acessadas as demais notícias do portal, em ordem cronológica de publicação.

Ao lado direito da tela, ficam os banners de editais em andamento e outras informações de destaque. Na parte inferior, são exibidos os conteúdos mais recentes publicados nas redes sociais da Fundação BB (Facebook, Instagram, Twitter e You Tube) e também os textos sobre as áreas de atuação da Fundação.

O novo portal contempla também funcionalidades que permitirão a interação do usuário nos conteúdos publicados, como o compartilhamento nas redes sociais, publicação de comentários e avaliações. Em breve, ficará disponível uma seção dedicada especialmente aos investidores sociais, dando sequência às diversas iniciativas voltadas à captação de recursos pela Fundação BB.

“O novo portal é fruto do comprometimento da Fundação BB para aperfeiçoar a divulgação de nossos projetos com parceiros e demais públicos. A forma de apresentar os conteúdos e as novas ferramentas trazem mais transparência e simplicidade na nossa comunicação”, afirmou o presidente Gerôncio Paes Luna.

Nova unidade funcionará no Setor de Clubes Sul com atividades nas áreas de educação, esporte, cultura e saúde

A Fundação Banco do Brasil, a Federação Nacional das AABB (FENABB) e a organização não-governamental Casa Azul Felipe Augusto assinaram no dia 13 um acordo de cooperação que lança, oficialmente, uma unidade do Programa Integração AABB Comunidade, em Brasília (DF).

O projeto intitulado de “AABB Comunidade e Casa Azul” vai promover o desenvolvimento integral de 150 crianças e adolescentes, em dois turnos, por meio de ações pedagógicas que favorecem a inclusão socioprodutiva e a ampliação da consciência cidadã.

Para a instalação da nova unidade, que será situada no Setor de Clubes Sul, na Asa Sul, foram investidos R$1,1 milhão. O programa na capital federal vai receber educandos de escolas públicas em situação de vulnerabilidade, risco social e portadores de necessidades especiais, com faixa etária de 6 a 18 anos incompletos. Os alunos serão encaminhados pelos Centros de Referência e Assistência Social do DF. A previsão é que comece a funcionar no primeiro semestre de 2017.

Durante a solenidade de lançamento do programa, o diretor de desenvolvimento sustentável da Fundação BB, Rogério Biruel, destacou que o Programa Integração AABB Comunidade é um dos mais antigos da Fundação BB, e com forte impacto na vida das pessoas.

“O programa AABB Comunidade que firmamos aqui é também um programa inovador. Normalmente, trabalhamos duas frentes: educação e esportes. Aqui em Brasília nós vamos trabalhar mais. Vamos trabalhar educação, esporte, saúde, cultura. E, se esse teste for bem sucedido, nós vamos levar isso para as outras unidades do país.”

A novidade diz respeito às novas atividades pedagógicas que serão inseridas no programa de Brasília, tais como, comunicação e tecnologia da informação; cuidado socioambiental; cultura e artes; saúde integral; esporte e jogos; e trabalho e protagonismo, que serão acompanhadas para gerar mais interação com as famílias e comunidade e possa ampliar as possibilidades de conhecimento e atuação social.

Para o presidente da FENABB, Rene dos Santos, o trabalho em parceria é fundamental para o desenvolvimento e fortalecimento do programa. “São quase 20 anos de parceria com a Fundação BB, e no próximo ano, 30 anos de programa. Para a FENABB é motivo de muita alegria ter essa parceria, porque é sempre uma chance de multiplicar esse trabalho e desempenhar a promoção da qualidade de vida, esporte, saúde e inclusão social.”

A presidente da Casa Azul, ONG responsável pelo desenvolvimento das atividades, Daise Moisés, se mostrou animada e destacou que esse trabalho é uma forte contribuição ao desenvolvimento para um mundo melhor.

“Espero que a parceria possa servir de exemplo para outras comunidades, mostrando de que quando se tem um objetivo único e um trabalho em conjunto, nós somos capazes de mudar uma sociedade, e, quiçá o mundo. Acredito que, juntos, seremos capazes de tornar a vida de centenas de crianças, adolescentes e jovens mais feliz.”

Dois participantes do Instituto Reciclando Sons receberam bolsas de formação musical na Itália

Damon Éric Aroucha, de 19 anos, e Arthur Douglas dos Anjos, 23, musicistas da Cidade Estrutural, embarcam no próximo dia 14 para estudar música clássica junto à Orquestra da Academia Nacional de Santa Cecília - a mais antiga instituição musical do mundo, em Roma, na Itália.

Os dois jovens se destacaram nas atividades realizadas pelo Instituto Reciclando Sons (IRS) e foram indicados pela Fundação Banco do Brasil para receber bolsas de estudos na instituição italiana. Nos próximos dois meses eles aperfeiçoarão as técnicas e habilidades instrumentais, participarão das atividades da JuniOrchestra (orquestra infanto-juvenil), receberão aulas individuais na Accademia e ainda poderão assistir às provas e concertos da orquestra sinfônica.

Desde a seleção até o dia do embarque, se passaram cinco meses. Durante esse período, os jovens tiveram uma preparação intensa: no IRS, cinco horas diárias de estudo musical; na Associação de Italiano Dante Alighieri, duas aulas particulares semanais do idioma; e ainda foram convidados pela Embaixada da Áustria, em Brasília, para participar de um workshop de refinamento de técnicas com professores gabaritados, além de apresentações na Embaixada da Itália, no Banco do Brasil e na Universidade de Brasília.

Para a maestrina e responsável pelo IRS, Rejane Pacheco, é a realização de um sonho antigo, vislumbrado desde a criação do Reciclando Sons. Ela acredita que os meninos voltarão para a Estrutural, "com uma visão ampliada de mundo, educação, cultura e sociedade".

Já Arthur dos Anjos, violinista, cantor lírico e professor, ressalta que a experiência também trará benefícios para outros alunos do Instituto Reciclando Sons. “Além do desenvolvimento técnico e artístico, de conhecer nova cultura e novo idioma, vou reaplicar os conhecimentos no Instituto”, revela.

A Seleção
A Tecnologia Social Educação Musical Modular é desenvolvida pelo Instituto Reciclando Sons e certificada pela Fundação Banco do Brasil. A iniciativa realizada no Distrito Federal utiliza a educação em música clássica para crianças e jovens como ferramenta para geração de renda e democratização da cultura. O modelo de educação modular é um sistema simples de aprendizagem em que os alunos conseguem tocar o instrumento de maneira efetiva em um ano.
A metodologia foi a vencedora da categoria Juventude do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, em 2013.
O envolvimento com a comunidade, a certificação como tecnologia social e o trabalho desenvolvido nos últimos 15 anos credenciou o Instituto Reciclando Sons para receber as bolsas de estudo.

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social é o principal instrumento de identificação e certificação de tecnologias sociais. Ele é realizado a cada dois anos e se propõe a identificar, certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas, implementadas e que sejam efetivas na solução de questões relativas a alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

As tecnologias sociais certificadas no âmbito do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tencologia Social são transferidas para o Banco de Tecnologias Sociais (BTS). Atualmente, o BTS conta com 850 soluções para diversas demandas sociais. Elas podem ser consultadas no seguinte endereço: www.fbb.org.br/tecnologiassociais .

O Instituto Reciclando Sons
O Instituto Reciclando Sons, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nasceu da inconformidade da musicista Rejane Pacheco com a chamada elitização da música clássica, que dificulta o acesso das classes menos favorecidas aos espetáculos e escolas de música. Foi então que, em 2001, a maestrina escolheu o local ocupado por pessoas que buscavam no lixo uma fonte de renda para criar uma instituição que utilizava a música como instrumento de educação, ressocialização, geração de renda e inclusão social.
O nome Reciclando Sons surgiu da referência à reciclagem de lixo. Passados quase 14 anos, o Instituto já atendeu mais de duas mil crianças, adolescentes e jovens e se tornou reconhecido pela inovadora metodologia de ensino, adaptada à realidade da comunidade.

A Academia
A origem da Accademia Nazionale di Santa Cecilia – a mais antiga do mundo – ocorre no período de maior florescimento da Renascença. A consistência de um claro projeto artístico juntamente à contínua procura de novos territórios é a estratégia que a Accademia confere aos seus dois principais instrumentos da própria atividade: a Orquestra e o Coral – conjunto considerado há tempos entre os melhores no panorama italiano e internacional.

A estimativa é melhorar o escoamento da produção de hortifrutigranjeiros

Em Ubiratã (PR), município a cerca de 500 Km de Curitiba, aconteceu a solenidade da entrega de um veículo utilitário para a Cooperativa do Agronegócio do Noroeste do Paraná (Canpar), na última terça-feira (27/09).

O projeto “Logística de Transporte para a Canpar”, uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Brasilcap, tem investimento social de R$ 130 mil e objetiva criar oportunidade de trabalho e renda para os cerca de 70 cooperados. Com o veículo, a estimativa é melhorar o escoamento da produção de hortifrutigranjeiros e a qualidade das entregas.

A Cooperativa busca estimular o associativismo rural, a promoção do desenvolvimento sustentável e o incentivo à preservação do meio ambiente. A primeira entrega feita com o veículo foi uma doação de produtos hortifrutigranjeiros, arrecadados pelos produtores e que foram entregues à Santa Casa de Ubiratã.

Evento internacional acontece em São Paulo e reúne mais de 500 participantes entre filantropos, líderes e especialistas nacionais e internacionais

A atuação da Fundação Banco do Brasil na forma de identificar e fomentar as tecnologias sociais para a inclusão socioprodutiva foi destaque no V Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais, que aconteceu em São Paulo, no dia 6. Desde 2012, o evento é um espaço para a comunidade filantrópica trocar experiências e aprender com seus pares de modo a fortalecer a filantropia estratégica na promoção do desenvolvimento da sociedade brasileira.

Sob o tema “Tecnologias que transformam o ser humano”, o gerente de parcerias estratégicas e de modelagem de programas e projetos sociais da Fundação Banco do Brasil, João Bezerra Junior, dividiu a mesa com representantes da Fundação Lemann, Denis Mizne, e do Instituto Ayrton Senna, Inês Miskalo. Para Junior, participar de um evento desta magnitude é uma oportunidade de difundir o conceito de tecnologia social e apresentar o trabalho que a Fundação BB faz na promoção das experiências realizadas em todo o país. “São soluções efetivas para aspectos fundamentais do desenvolvimento sustentável de comunidades brasileiras e estão reunidas e disponíveis gratuitamente no nosso Banco de Tecnologias Sociais”, explica.

Atualmente, o Banco de Tecnologias Sociais conta com 850 iniciativas para diversas demandas sociais nas questões relativas a alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. Elas podem ser consultadas no seguinte endereço: www.fbb.org.br/tecnologiassociais .
IDIS

“Novo capitalismo e a filantropia: sonho ou realidade” é o tema da quinta edição do Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais, realizado pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS).

Fundado em 1999, o IDIS é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) pioneira no apoio técnico e consultoria ao investidor social no Brasil e na América Latina. Facilita o engajamento de pessoas, famílias, empresas e comunidades em ações sociais estratégicas transformadoras da realidade, contribuindo para a redução das desigualdades sociais no País. Com a missão de apoiar o investimento social privado para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e sustentável, o IDIS atua de duas formas: desenvolvendo ações pró-ativas e atendendo demanda de apoio técnico de empresas, fundações, institutos e indivíduos.

Expectativa de cooperativa é reduzir tempo na logística de transporte para aumentar dedicação ao cultivo de verduras, legumes e frutas

Cerca de 70 agricultores familiares do município de Itaberaí (GO) vão passar a contar com o reforço de um caminhão refrigerado para fazer o transporte na comercialização de verduras, legumes e frutas

O convênio para a aquisição do veículo foi assinado pela Cooperativa Agropecuária de Produtores Rurais de Itaberaí (Coapri), na quarta (4), no centro de eventos da cidade. O investimento social de R$ 197,5 mil é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Brasilcap.

De acordo com o diretor-presidente da cooperativa, Avelino Neto, os agricultores fornecem os alimentos para a merenda de cerca de 50 escolas estaduais e municipais de Itaberaí e região. Também comercializam em feiras de rua e fornecem para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – que atende hospitais e outros serviços públicos de assistência social. No total, a cooperativa fornece 60 toneladas de alimentos por mês.

Neto afirma que o caminhão vai trazer muitos benefícios, o principal será a redução do tempo na entrega. "Para nós vai ser fundamental. Hoje temos transporte pequeno, um Fiat Fiorino, gastamos três viagens por dia. Com o caminhão, vamos fazer uma viagem só", explica o diretor-presidente. O novo veículo vai ampliar a capacidade de transporte da cooperativa de 700 quilos para 6 mil quilos por viagem. A redução no número de entregas vai liberar mais tempo para os agricultores cuidarem da plantação. A cooperativa estima que haverá crescimento de 50 por cento na produção, o que poderá aumentar em 30 a 40 por cento a renda das famílias.

Outra vantagem será o acondicionamento dos produtos - haverá mais espaço e refrigeração, resultando em mercadorias mais frescas e em melhor estado. O veículo maior e a redução no número de viagens também vai permitir economia no gasto com combustível e com ajudantes, além do conforto de buscar os produtos diretamente nas propriedades dos produtores. "A gente fica muito agradecido pelo apoio, eu tenho certeza que vamos ajudar a realizar o sonho de muitas famílias", afirma Neto.

Conjunto de imagens clicadas por catadores do DF tem como objetivo promover a reflexão sobre o consumo e a produção de resíduos na sociedade


A mostra fotográfica, apoiada pela Fundação BB, tem o propósito de apresentar ao público a realidade de catadores do Aterro Controlado do Jóquei Club, conhecido como lixão da Estrutural, no Distrito Federal. Os registros fotográficos, feitos pelos próprios catadores e compartilhados via whatsapp, tiveram a curadoria e organização do fotógrafo braziliense Kazuo Okubo.

O objetivo da exposição é promover a discussão sobre o consumo de bens materiais na sociedade contemporânea. A coletânea de fotos põe em destaque a importância do trabalho dos catadores na cadeia produtiva da reciclagem e na sustentabilidade ambiental. Um protagonismo exercido em busca da subsistência de suas famílias, em um ambiente de trabalho insalubre e em condições precárias.

O projeto surgiu a partir das atividades do curso de formação técnica e cidadã do programa Pró-catador, sob a coordenação do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC), que tem o propósito de formar catadores em oficinas temáticas e em atividades relacionadas a questões de cidadania. Participaram das oficinas mais de 600 catadores, e foram pré-selecionadas 100 fotos que resultaram na coletânea final com 42 imagens.

Para Isabela Coelho, idealizadora da exposição, o trabalho é o retrato de “milhares de pessoas, tidas como invisíveis para a sociedade, que transformam lixo em matéria prima e geram renda a inúmeras famílias no Distrito Federal”.

Além da Fundação BB, a exposição tem apoio da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh) do governo do Distrito Federal e do Inesc.

Serviço
Local: A Casa da Luz Vermelha - Clube Asbac - SCES, Trecho 2, Conjunto 31, Brasília – DF
Visitação: de 30/09 a 28/10/2016
Horário: segunda a sexta-feira das 10h às 19h

Comitiva conheceu experiências no uso de cisternas voltadas para o consumo e para atividades produtivas

Famílias de agricultores familiares do município de Itabaiana, no agreste paraibano, receberam a visita de representantes da Fundação Banco do Brasil, do Banco do Brasil e de entidades que compõem a rede Articulação Semiárido Brasileiro (ASA Brasil). O objetivo da visita foi conhecer as tecnologias sociais de captação de água de chuva, as cisternas, construídas pelas organizações que fazem parte da rede ASA Brasil.

O grupo visitou três famílias que receberam dois tipos de cisterna: uma com capacidade de 16 mil litros para captação de água de chuva do telhado das casas, voltada para o consumo das famílias, e outra de 52 mil litros para a produção e a criação de pequenos animais. Nesse tipo cisterna, a captação de água pode acontecer de duas formas: por meio de um calçadão inclinado construído ao lado do reservatório, a chamada cisterna calçadão, ou por meio da instalação de duas caixas de decantação que colhem a água trazida pela inclinação do próprio terreno, a cisterna de enxurrada.

Números – A parceria já beneficiou 350 mil pessoas nos dez estados do Semiárido brasileiro, com um investimento de R$ 330 milhões de reais, da Fundação BB e do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Estes valores foram investidos na construção de 92 mil cisternas. “Temos muito orgulho de apoiar esse trabalho, porque ele é muito sério. Eu quis vir aqui para escutar os moradores, pois esse depoimento é muito importante para ratificar os benefícios que as cisternas trazem para as comunidades. É gratificante ver as pessoas vivendo com dignidade e envolvidas, principalmente os filhos, muito comprometidos com a agricultura, o que denota uma boa perspectiva de futuro”, disse Gerôncio Luna, presidente da Fundação BB.

De acordo com Luna, a Fundação BB está comprometida com a universalização da água de beber e cozinhar. Segundo levantamento da ASA Brasil, seriam necessárias ainda 350 mil cisternas desse tipo. “Estamos buscando fontes de recursos que criem condições para que os programas e projetos, além de não sofrerem descontinuidade, possam ser ampliados”, explicou Luna.

Nos últimos 10 anos a Fundação BB fez investimento social de R$ 2,4 bilhões de reais, que beneficiaram 3,3 milhões de pessoas em mais de 6 mil projetos. A entidade está presente em 1.900 cidades brasileiras, “a cada três cidades, em uma, ela está presente” completou o presidente.

Formação - O processo de construção de cisternas vai além da entrega da tecnologia. As famílias recebem formação de cultivo agroecológico e ampliam os seus conhecimentos por meio dos intercâmbios de experiências com outras comunidades ou municípios. “A gente veio de uma agricultura muito tradicional, desde os fazendeiros, o normal era usar veneno, produzir uma coisa só e vender para o atravessador. Com as formações, a gente percebeu que pode não usar veneno e que dá para produzir bem. Hoje a gente planta um pouco de tudo”, conta Lidiane Muniz, de 23 anos, moradora do Assentamento Almir Muniz.

No lote de 13,5 hectares, a jovem, que é técnica em Agroecologia, trabalha com os pais na criação de galinhas, gado, caprinos e ovinos e na produção de uma diversidade de culturas, como macaxeira, amendoim, jerimum, batata doce, cana de açúcar, abacaxi, limão, acerola, banana e hortaliças. Junto com os pais Maria José, ou ‘dona Zezé’ ,e seu Moacir eles participam, todos os sábados, da Feira Agroecológica de Itabaiana. “Para a gente melhorou muito, porque, além de não precisar mais comprar um monte de coisas, a gente ainda melhora a nossa renda com a venda”, avalia seu Moacir.

Dona Maria José Dias da Silva, ou dona ‘Nenê’, como é conhecida, também mora no Assentamento Almir Muniz. Ela diz que a chegada da cisterna ajudou a resgatar a sua criação de galinhas que a falta de água a havia obrigado a abandonar: “Para mim foi ótimo, além da minha criação de galinhas, tem o meu coentro, o meu pimentão, que eu já não compro mais." diz a agricultora.

De acordo com as famílias visitadas, com a água armazenada, é possível abastecer a casa de cinco a seis meses, dependendo do uso. Na Paraíba, as famílias ainda desenvolvem uma série de estratégias, como a recarga de cisternas, retirando água de pequenos barreiros com ajuda de uma pequena bomba, o que evita a evaporação, além do reuso da água do banho e das pias da casa, a chamada “água cinza”, que são usadas para aguar fruteiras. “Estamos em uma parceria com o INSA (Instituto Nacional do Semiárido) para realizar estudos da qualidade desse tipo de água e dos produtos desse reaproveitamento, para poder investir com toda a segurança”, explicou Glória Araújo Batista, da ASA Paraíba.

Entidades credenciadas vão reaplicar tecnologias sociais nos empreendimentos do Minha Casa Minha Vida voltados para famílias com renda até R$ 1,6 mil

Sorteio público realizado na terça (27), em Brasília, definiu a ordem de chamada por estado das entidades credenciadas em edital para reaplicar tecnologias sociais em empreendimentos imobiliários do Minha Casa Minha Vida. As organizações vão implementar o projeto "Moradia Urbana com Tecnologias Sociais" em residenciais destinados a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil.

Conforme os itens 11.4 e 11.5 do edital, foram sorteadas as 22 entidades habilitadas até 27 de setembro nos estados em que houve mais de uma instituição credenciada. São eles: Acre, Amazonas, Goiás, Maranhão, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Após o sorteio, a chamada ocorrerá conforme o cronograma de entrega dos empreendimentos.

Confira o documento com o resultado do sorteio

O edital ficou com inscrições abertas até quarta (28). As novas propostas enviadas pelo correio até essa data e que forem habilitadas poderão entrar em novo sorteio, se houver mais de uma interessada para o mesmo estado.

A convocação para atuação nos empreendimentos deverá obedecer à lista de classificadas por sorteio no primeiro edital (2014/017); somente depois de esgotada a listagem anterior, a Fundação BB iniciará a convocação obedecendo à relação de classificação do edital atual (2015/022).

Reaplicação

Em todos os residenciais será reaplicada a tecnologia social “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” com o objetivo de criar laços comunitários entre os moradores e de identificar as propostas deles para a convivência e o uso comum no novo espaço.

Uma segunda metodologia será escolhida para a reaplicação, conforme o interesse dos moradores, entre quatro opções: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores”. Todas as soluções são reconhecidas e certificadas pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social
Acesse a página do edital

 

Em todos os residenciais será reaplicada a tecnologia social “Transformando Realidades por meio da Mobilização e Organização Comunitária” com o objetivo de criar laços comunitários entre os moradores e de identificar as propostas deles para a convivência e o uso comum no novo espaço.

Uma segunda metodologia será escolhida para a reaplicação, conforme o interesse dos moradores, entre quatro opções: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”;“Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”“Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”“Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores”. Todas as soluções são reconhecidas e certificadas pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.

Investimento social da Fundação BB foi de quase R$ 400 mil para a construção do espaço

A Associação Municipal dos Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis de Juiz de Fora (Ascajuf) inaugurou, no dia 23, um centro de triagem para o processo de armazenagem, separação, prensagem, estoque e venda de materiais recicláveis. O novo galpão foi construído com investimento social de cerca de R$ 400 mil da Fundação Banco do Brasil.

O espaço é composto por sede administrativa, dois banheiros, vestiário, refeitório e área para seleção dos recicláveis. O investimento irá proporcionar mais segurança, melhoria no trabalho dos catadores e contribuir para a preservação do meio ambiente e a educação ambiental.

A Ascajuf tem hoje 40 associados que realizam o trabalho de catação, buscando materiais como papel branco, papelão, plástico, garrafas pet e vidro. De acordo com o presidente da Associação, Milton Ribeiro Júnior, só de papelão, eles recolhem 12 toneladas por mês.

Ele conta que o galpão no antigo endereço além de muito pequeno não tinha a mínima condição de trabalho. "Os moradores da região estavam sempre muito incomodados com a nossa presença e recorriam regularmente a abaixo-assinados para nos tirar de lá. Agora temos o nosso espaço e vamos poder estocar mais e isso vai nos permitir vender tudo junto e tentar melhores preços”, disse.