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Evento acontece em Belo Horizonte com Feira de Negócios e Inovação Social, Espaço de Reflexão, Formulação e Debate

A Fundação Banco do Brasil participou da abertura do maior evento voltado aos catadores de materiais recicláveis do país, a Expocatadores, ontem, em Belo Horizonte. Em sua sétima edição, o evento reúne cerca de 2.500 catadores de todo o país, América Latina, Caribe, África e Ásia e marca o 15º aniversário do Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclável (MNCR).

Durante a abertura, que contou com cerca de mil pessoas, o MNCR e a Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado de Minas Gerais assinaram termo de cooperação técnica com o compromisso da inserção dos catadores nos programas de coleta seletiva municipais e nas propostas de logística reversa, visando dar cumprimento ao prazo legal estabelecido para o fechamento dos lixões.

A Expocatadores tem sido um importante veículo de disseminação de conhecimentos, exposição de projetos sociais, iniciativas empresariais e tecnologias que visam o aprimoramento da gestão da coleta seletiva solidária. Luiz Gonzaga de Carvalho, assessor da Fundação Banco do Brasil, revela que a instituição participa do evento desde a sua primeira edição. “Acreditamos que a Expocatadores possui sinergia com o Programa Cataforte, que é o principal programa de apoio à inclusão socioprodutiva de catadores com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, por meio da Responsabilidade Compartilhada, Logística Reversa e Acordo Setorial”, explica.

A Feira de Negócios e Inovação Social é um dos dois eixos principais da Expocatadores. Ela traz novas tecnologias, equipamentos e produtos úteis para a coleta seletiva e oportunidades comerciais no ramo da reciclagem.

Já o segundo eixo, denominado de Espaço de Reflexão, Formulação e Debate, são realizados seminários, palestras, oficinas e outras atividades voltadas à troca de experiências, à qualificação técnica, produtiva e ao desenvolvimento econômico e social dos catadores de materiais recicláveis.

Concurso reconhece iniciativas de economia criativa; votação online vai até domingo (4)

Os 208 associados da Central Veredas de Artesanato, que reúne nove associações do noroeste de Minas Gerais, estão torcendo para que os internautas votem na entidade para ganhar o Prêmio Brasil Criativo, realizado pela Prefeitura de São Paulo.

A central é uma das seis semifinalistas que concorrem pela categoria Artesanato. Qualquer pessoa pode votar online, somente por computador (por dispositivo móvel não é possível), até o próximo domingo (4). Para votar, é preciso ter conta no facebook e acessar o endereço https://apps.facebook.com/brasil-criativo/

A entidade é um rede solidária formada por nove associações de artesãos que conta com o apoio da Fundação Banco do Brasil desde 2011, com um investimento social de R$ 905 mil.

A rede tem sede em Arinos (MG) e nove núcleos de produção instalados em municípios da região noroeste de Minas Gerais: Arinos, Natalândia, Sagarana/Arinas, Bonfinópolis, Riachinho, Serra das Araras/Chapada Gaúcha, Urucuia, Uruana de Minas e Buritis. Eles produzem diversos tipos de artesanato, como mantas, xales, colchas, tapetes, quadros, caminhos de mesa, capas de almofada, caixinhas de buriti, bandejas, entre outros.

Além da parceria com a Fundação BB, a articulação de outros apoios ao logo dos anos ajudaram a consolidar a estrutura e fortalecer os núcleos. As parcerias visam aprimorar a qualificação dos associados e ampliar o espaço no mercado para a venda dos produtos por um preço justo. Os princípios de atuação se baseiam na valorização do trabalho e da cultura regional dos artesãos, na preservação ambiental, na promoção da igualdade de gênero e no combate aos trabalhos escravo e infantil.

Projeto Promovendo Agroecologia em Rede, que tem o apoio da Fundação BB, apresenta estudo sobre juventude e agroecologia

A agroecologia desempenha um importante papel nos sistemas produtivos de conservação dos recursos naturais e no abastecimento da população com alimentos saudáveis e de qualidade. Este trabalho é desenvolvido pelo homem do campo, que, com o passar dos anos, está envelhecendo. Assim, surge uma questão preocupante que precisa ser discutida: como vai ser o futuro deste trabalho?

Em busca de respostas, o caderno Juventudes e Agroecologia: a construção da permanência no campo na Zona da Mata Mineira faz uma reflexão: "há um aspecto sensível na reprodução da agricultura familiar camponesa no que diz respeito às perspectivas de permanência da juventude no campo, seja como agricultores propriamente ditos, seja em alguma outra atividade que contribua na construção da agricultura no futuro”.

O material foi produzido pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), em parceria com o Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA-ZM) e faz parte do projeto Promovendo Agroecologia em Rede, realizado com o apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

De acordo com Natália Faria de Moura, uma das autoras da publicaçãoos levantamentos ajudaram a identificar fatores que podem fortalecer o espírito de pertencimento da juventude campesina. “O que mais nos marcou nesse projeto foi perceber a importância da educação do campo como principal fator motivador da permanência juvenil no meio rural. Os estudos e a agroecologia oferecem uma oportunidade e grande parte dos entrevistados têm interesse em dar continuidade ao trabalho da família, mas precisam de apoio, de uma formação, de incentivo e de políticas públicas.”

Para Flavia Londres, da ANA, o estudo tem o objetivo de sistematizar uma experiência concreta a partir de uma reflexão sobre a permanência do jovem no campo e criar um documento que sirva de subsidio para organizações que trabalhem com agroecologia e agricultura familiar

A publicação aponta algumas dificuldades enfrentadas pelos jovens para permanecer no campo, como a falta de autonomia nos trabalhos da propriedade, a ausência de renda pelos serviços prestados à família, a invisibilidade e a não valorização do trabalho. Além disso, o caderno apresenta algumas experiências de educação e formações em feminismo, assim como o acesso a políticas públicas.

O material é gratuito e está disponível no site a Agência Nacional de Agroecologia. Acesse aqui 

Entidades vão realizar ações de capacitação financeira e bancária na promoção da inclusão social de comunidades brasileiras

A Fundação Banco do Brasil, a Movera Serviços e Promoção do Empreendedorismo e o Banco do Brasil vão reaplicar tecnologias sociais e empreender ações de capacitação financeira, inclusão bancária e produtiva para promover a inclusão e o desenvolvimento sustentável. Esses são os termos de acordo firmado entre as partes na última semana, em Brasília.

A atuação conjunta potencializa o alcance das ações a serem empreendidas à medida que cada entidade atua de forma complementar à outra. A Fundação BB, por exemplo, melhora a vida das pessoas por meio da inclusão socioprodutiva e do desenvolvimento sustentável e da reaplicação das tecnologias sociais. Já a Movera tem por missão oferecer orientações e soluções adequadas de microfinanças, enquanto o Banco do Brasil é um agente indutor do desenvolvimento do País por meio da inclusão financeira e dos negócios sociais.

Para a execução do acordo, a Fundação BB se compromete a cooperar tecnicamente para a promoção, a difusão e a reaplicação de tecnologias sociais, aproveitando-se do conhecimento produzido na condução do Programa Banco de Tecnologias Sociais. De acordo com o diretor executivo de desenvolvimento sustentável da FBB, Rogério Biruel, a parceria trará ganhos para toda a sociedade. “A atuação da Fundação BB para o desenvolvimento dessas ações é o primeiro passo para a inclusão social de camadas vulneráveis na sociedade brasileira. Na sequência, trabalhamos com o conceito de inclusão financeira que permitirá com que as pessoas se tornem consumidores dos serviços bancários de forma sustentável”, pondera.

O acordo tem a vigência de 36 meses, podendo ser prorrogado até 60 meses. Além disso, outros representantes de órgãos da administração pública e privada, de entidades de classe, bem como especialistas ligados ao tema também poderão ser convidados para a operacionalização do acordo.

 

Entidades apoiam Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, acordo que busca reduzir as distâncias sociais existentes entre brancos e negros

A Sociedade Afrobrasileira de Desenvolvimento Sócio Cultural (Afrobras) reuniu no dia 21, na capital paulista, representantes de empresas e entidades do terceiro setor que apoiam a igualdade racial no Brasil. O documento formaliza o comprometimento dos signatários na oferta de oportunidades iguais e na construção de um espaço de respeito nos ambientes de trabalho.

A Fundação Banco do Brasil, signatária do documento, acredita que esta iniciativa reforça a vinculação com seus princípios e valores, como o protagonismo social e o respeito cultural. A ação representa uma plataforma de articulação das empresas comprometidas em buscar um desempenho ainda mais significativo na abordagem do tema, constituindo-se em um espaço de diálogo das organizações nacionais em torno do compromisso com a valorização da diversidade étnico-racial.

O pacto foi assinado no mês de celebração da Consciência Negra. De 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024 foi proclamada pela ONU (Organização das Nações Unidas) a Década Internacional de Povos Afrodescendentes com o tema “Povos afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento.”

Troféu Raça Negra

Aconteceu também no dia 21 a cerimônia de entrega do Troféu Raça Negra. O evento tem o objetivo de contribuir para a construção de uma sociedade plural, tolerante e sem discriminação. A premiação é organizada pela Afrobras em parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares. Nesta 14ª edição o pastor Jesse Jackson participou apresentando sua experiência no combate ao racismo nos EUA. A homenageada do ano foi a cantora Elza Soares.

Fórum Internacional de Desenvolvimento Territorial reúne representantes de países andinos e da América Central; debates vão abordar soluções para inclusão social e produtiva de agricultores familiares

Boas práticas em zonas rurais de clima semiárido em diversos países serão debatidas no XI Fórum Internacional de Desenvolvimento Territorial, que acontece entre os dias 22 e 25 de novembro, em Fortaleza (CE). O assessor da Fundação Banco do Brasil Rogério Miziara vai representar a instituição no evento. O evento também reunirá participantes de países andinos e da América Central que têm territórios semiáridos.

O objetivo do intercâmbio é abordar as experiências locais bem sucedidas na inclusão social e produtiva de agricultores familiares que podem ser referência em políticas públicas e em parcerias da sociedade civil. Os debates vão abordar também como é possível reduzir o impacto da seca e dos efeitos climáticos nessas regiões. Três eixos principais vão orientar as discussões: as tecnologias sociais, a gestão social de projetos territoriais, e as instituições e políticas de apoio. O fórum é promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e parceiros.

O assessor da Fundação BB vai falar sobre a articulação com entidades da sociedade civil e do governo para a reaplicação de cisternas no semiárido brasileiro. A Fundação BB implantou cerca de 92 mil cisternas para a captação de água da chuva voltada para o consumo de famílias e a criação de plantas. A reaplicação fez parte do Programa Água para Todos, do governo federal, e contou com a parceria da Articulação do Semiárido (ASA).

O fórum é reconhecido como espaço permanente de reflexão e articulação política e técnica da agricultura familiar nas regiões semiáridas, com foco na valorização das pessoas e na universalização do acesso às oportunidades produtivas.

Os parceiros na promoção do evento são o Fórum Permanente de Desenvolvimento Rural Sustentável (Fórum DRS) e a Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará (DAS/CE), por meio dos projetos Paulo Freire e São José III. Apoiam a iniciativa o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA); governo do Ceará; Instituto Agropolos; Banco Mundial; Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia; Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR); e Fundação Luís Eduardo Magalhães.

Confira a programação

Serviço:

XI Fórum Internacional de Desenvolvimento Territorial
Data: 22 a 25 de novembro de 2016
Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza (CE)

Mostra na FLINKSAMPA exibe painéis biográficos e documentário sobre a historiadora, antropóloga e ativista do movimento negro


A exposição “Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história”, composta por 20 painéis biográficos, está aberta ao público na biblioteca do Memorial da América Latina, em São Paulo, nestes dias 18 e 19, das 9h às 20h.

No mês da Consciência Negra, comemorado dia 20, a exposição está dentro da programação da FLINKSAMPA - Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra, que também ocorre nesta sexta e sábado, em vários espaços da capital paulista. O acervo da mostra faz parte da última edição do Projeto Memória, desenvolvido pela Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Rede de Desenvolvimento Humano (Redeh) e Brasilcap. A iniciativa na Flinksampa conta com a parceria do Geledés Instituto da Mulher Negra.

Os painéis contam a trajetória de Lélia Gonzalez, as contribuições mais marcantes para o ativismo negro da historiadora, antropóloga, filósofa e autora de livros e artigos. Lélia foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU). Educadora, ativista e intelectual de destaque, seu pensamento contribuiu para a formação de uma consciência crítica em relação aos preconceitos que mantêm mulheres negras em desvantagem na sociedade.

Os visitantes também vão poder assistir a um documentário sobre a militante negra em dois monitores disponíveis para o público. Todos os materiais podem ser conferidos e baixados gratuitamente na página http://www.projetomemoria.art.br.

FLINKSAMPA

Idealizada e organizada pela Faculdade Zumbi dos Palmares e pela ONG Afrobras, a FLINKSAMPA – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra tem como objetivo ampliar o debate sobre o que é ser negro no Brasil, explorando a multiplicidade de pensamentos de um povo muitas vezes ignorado.

Nesta quarta edição, a programação inclui debates literários com autores brasileiros e estrangeiros, lançamento de livros com sessões de autógrafos, espetáculos de teatro e de dança, exibição de filmes, oficinas de moda e beleza e atividades especiais para crianças. As atividades ocorrem em vários locais, como o Memoria da América Latina e o Campus Memorial da Uninove. Mais informações em http://www.flinksampa.com.br/

Serviço:
Exposição “Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história”. Biblioteca do Memorial da América Latina: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda, São Paulo, próximo à estação Barra Funda do Metrô.

Atividades da FlinkSampa: além do Memorial da América Latina, no Memorial da Uninove: Avenida Dr. Adolpho Pinto, 109, prédio D, 8º andar, próximo à estação Barra Funda do Metrô.

Iniciativas no semiárido recebem investimento social em torno de R$ 380 mil para atender moradores de comunidades dos Estados de Alagoas e Paraíba

Investir nos jovens e em famílias de comunidades rurais do semiárido tem sido prática cada vez mais presente na atuação da Fundação Banco do Brasil. Com a parceria do Instituto de Desenvolvimento Comunitário e Participação Social - Instituto Coep, a Fundação BB atende cem agricultores familiares dos estados de Alagoas e da Paraíba, visando multiplicar a capacidade de trabalho em todas as etapas de produção da cultura do algodão, aumentando a produtividade e a renda e reduzindo os custos.

A ação recebeu R$ 169 mil para aquisição de equipamentos - microtratores, semeadoras, adubadora, cultivadores de tração animal, colhedoras manuais, carretas de transporte para puxar trator, pulverizadores costais adaptados a chassi e roda de bicicleta.

Outra parceria com o Instituto Coep é no projeto Rede de Correspondentes do Semiárido. A ação está ampliando as possibilidades de comunicação e interação entre jovens, com a valorização da cultura, dos saberes locais e das boas práticas de desenvolvimento no meio rural. O processo contribui ainda para a formação de lideranças, de mobilização comunitária e de desenvolvimento local.

Os telecentros comunitários são usados pelos jovens nos treinamentos e mobilização - eles fazem registros de fatos comunitários relevantes, utilizando as redes sociais como meio de interação e comunicação.

A rede atualmente é formada por mais de 80 comunidades rurais dos Estados de Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Ceará. O projeto tem o apoio da Brasilcap. O investimento social é de R$ 208 mil.

Pequenos reservatórios evitam erosão do solo e assoreamento de rios; iniciativa vai atender 100 produtores do Vale do Urucuia

Projeto realizado pela Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária (Copabase) prevê a construção de 300 barraginhas que beneficiarão 100 agricultores familiares. Barraginhas são pequenas bacias cavadas no solo que acumulam água da chuva e impedem enxurradas, erosões e proporcionam a reativação do lençol freático e das nascentes.

O convênio, que conta com o apoio da Fundação BB e da Brasilcap no valor de R$ 199 mil, foi assinado no dia 9 em Arinos (MG) em uma cerimônia que contou com a presença de integrantes da entidade e do Banco do Brasil na cidade.

A iniciativa prevê também a contratação de assistência técnica para o acompanhamento e monitoramento da construção dos reservatórios de água da chuva.

A água acumulada nas barraginhas vai servir para irrigar as plantações agroecológicas na região do Vale do Urucuia, localizado no norte de Minas Gerais.

Além de Arinos, outros quatro municípios da bacia do Rio Urucuia integram a área de abrangência do projeto: Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Urucuia e Riachinho. A gerente da Copabase, Dionete Barboza, explicou que o projeto está na fase das visitas técnicas com análise do solo nas propriedades dos agricultores. A tecnologia social auxiliará os agricultores familiares que desenvolvem cultivo agroecológico dentro do programa Ecoforte. “As barraginhas vão trazer benefícios com a preservação dos recursos hídricos e com a melhoria do solo, mais úmido e fértil”, afirmou.

Solução

As barraginhas evitam as enxurradas ao recolher adequadamente as águas da chuva. No caso do Vale do Urucuia, a tecnologia social é uma solução para o solo sem proteção vegetal e com pouca permeabilidade devido às lavouras e pastagens. A metodologia desenvolvida pela Embrapa Milho e Sorgo, de Sete Lagoas (MG), foi certificada pela Fundação BB em 2003.

Em Turmalina (MG), galpão da associação de artesãos foi ampliado e adequado para os processos de produção e armazenagem

A Associação dos Artesãos de Coqueiro Campo comemorou a inauguração do novo "Galpão do Artesanato", no último sábado (05). Localizado no distrito de Buriti, em Turmalina (MG), em 2013 a estrutura do antigo galpão foi abalada pelo tremor de terra de 3,5 graus Richter que atingiu a região. O espaço foi modificado com recursos da Fundação Banco do Brasil por meio do projeto “Apoio e Desenvolvimento do Artesanato de Coqueiro Campo”.

A iniciativa objetiva aprimorar a infraestrutura da associação e, com isso, melhorar a produtividade e a comercialização do artesanato local. O investimento social de R$ 98 mil da Fundação BB viabilizou a reforma e ampliação do galpão; a adequação do espaço para o processo de produção e armazenagem dos produtos e insumos; a aquisição de mobiliário e embalagens. O projeto beneficia diretamente a 250 pessoas.

Elaborada com o barro encontrado no Vale do Jequitinhonha e materiais naturais, a cerâmica da comunidade de Campo Buriti é encantadora. As peças são feitas com barro de diferentes tonalidades naturais que mudam de cor ao serem pintadas e cozidas. Todo o processo de modelagem, oleamento, pintura e cozimento das peças é fruto do saber popular e tradicional da região.