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Projeto capacita jovens do campo na região de Riqueza (SC)

Recursos de R$ 191 mil da Fundação BB são destinados para instalações e equipamentos da escola Casa Familiar Rural

 

Em Riqueza (SC), a Fundação Banco do Brasil realiza investimento social de R$ 191 mil na ampliação da capacidade de atendimento da escola Casa Familiar Rural. Os recursos são para a reforma do refeitório e aquisição de máquinas, equipamentos, mobiliários e um veículo. A iniciativa, que envolve diretamente 150 pessoas, objetiva a capacitação de jovens como técnicos agrícolas e a inserção no mercado de trabalho.

O convênio com a Casa Familiar Rural de Riqueza foi assinado no início de julho e a execução do projeto já começou. “O levantamento de custos, orçamento e planta baixa já foram feitos. O refeitório vai ser ampliado e será construída uma nova sala de estudos”, explica Silvio Defaveri, presidente da entidade.  

A Casa Familiar Rural aplica a pedagogia de alternância, que intercala um período de convivência na sala de aula com outro no campo. Durante uma semana o aluno fica na escola, em regime integral, na outra semana ele volta para sua residência onde coloca em prática o que aprendeu na semana anterior. Durante o período em que está na sua propriedade, o aluno recebe a visita de professores. A pedagogia alternância diminui a evasão escolar em áreas rurais, proporciona aos alunos o aprendizado de novas técnicas e atua de forma decisiva no desenvolvimento de pequenas propriedades.  

“Serão adquiridos equipamentos para cozinha, cinco computadores completos, uma copiadora digital e dois notebooks, além de um veículo de passeio que será utilizado para a visitação dos alunos na época em que estão em suas propriedades para aplicar os conhecimentos adquiridos na casa”, informa Francis Júnior Maldaner, gerente da agência BB.

Convênio com Fundação BB permitirá ampliar produção de hortaliças e mudas nativas na iniciativa que envolve cerca de 250 jovens

A Fundação Banco do Brasil e a Associação de Educação do Homem do Amanhã (Aehda) assinaram convênio para incrementar a produção de hortaliças e mudas nativas para recomposição florestal do Centro Ambiental Sérgio Ieda, em Araras (SP). O projeto prevê a aquisição de implementos agrícolas de pequeno porte como um novo sistema de irrigação, um sulcador sem adubadora e uma enxada rotativa. O investimento social da Fundação BB é de R$ 13 mil e o projeto envolve diretamente 250 participantes.

Com área de 28 hectares, o Centro Ambiental Sérgio Ieda da Aehda promove educação ambiental para jovens em situação de vulnerabilidade social. O Centro desenvolve cerca de 200 espécies de mudas, com capacidade de produção de até 500 mil ao ano. Os jovens são capacitados em conhecimentos ambientais com ênfase em operação e manutenção de viveiros para produção de mudas.

Apresentado pelo aposentado Pedro Donizetti de Souza, o projeto foi selecionado no edital do Voluntariado Integração BB. Educador corporativo da UNIBB em áreas como finanças e negociação, Pedro colocou à disposição da instituição seus conhecimentos e expertise. “Na Aehda, atuei como voluntário na área de educação diversas vezes e, com certeza, atuarei mais ainda. É uma entidade do bem", elogia.

Tecnologia social

Em 2001, o Programa Homem do Amanhã, da Aehda, foi certificado como tecnologia social pela Fundação BB. A iniciativa objetiva contribuir para a ascensão social de jovens de famílias de baixa renda e desenvolver neles a autoestima, o espírito de solidariedade e a consciência de cidadania. A tecnologia social Homem do Amanhã oferece cursos de capacitação profissional para inserção no primeiro emprego. Com isso aumenta as oportunidades desses jovens de acesso a uma boa formação e contato com novas tecnologias.

Iniciativa da Rede Terra vai estruturar 75 unidades de referência em agroecologia e envolver 400 pessoas da área rural de Goiás e Distrito Federal

Convênios assinados pelo programa Ecoforte Redes com entidades que reúnem cooperativas e associações de agricultura orgânica e extrativismo sustentável ajudam a promover essas práticas pelo país. O edital de seleção realizado pela Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), habilitou e atende 28 redes em todo o Brasil, com investimento social de R$ 34,6 milhões.

O aporte tem como objetivo fortalecer projetos territoriais voltados à intensificação das práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica, como é o caso do projeto realizado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Apoio à Agricultura Familiar (Rede Terra).

Em Goiás e no Distrito Federal, a entidade estrutura 75 unidades de referência em agroecologia que estão em fase de implantação. Os espaços são destinados para a produção orgânica, extrativista e de base agroecológica, sendo 25 unidades de hortas ecológicas e 50 de quintais diversificados. O projeto com investimento social de R$1,2 milhão visa atender diretamente 400 pessoas de povos e comunidades tradicionais, assentados da reforma agrária e agricultores familiares.

A iniciativa já realizou capacitações, encontros, visitas de campo e estruturação das unidades de referência de criação de pequenos animais, hortas, pomares e cultivos diversos, todos de base agroecológica e orgânica, em propriedades de agricultores familiares.

Além disso, o projeto estruturou a comercialização dos produtores, com venda para o Programa de Aquisição de Alimentos e o Programa Nacional de Alimentação Escolar, do governo federal, e com um circuito de quitandas, que são espaços de venda direta ao consumidor.

“Na sabedoria da cultura goiana e caipira, buscamos os elementos da natureza e os saberes populares para proporcionar qualidade de vida para as famílias de agricultores familiares e quilombolas. Para a Rede Terra, a essência do Ecoforte é isso: cultura e agroecologia. Tudo junto e misturado”, destacou Zizo Simion, coordenador da Rede Terra.