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Os residenciais Vida Nova e Vida Bela vão receber iniciativas que promovem mobilização comunitária, reciclagem, plantio de hortas, geração de renda e cultura

Os empreendimentos do Minha Casa Minha Vida em Itapipoca (CE) terá investimento social da Fundação Banco do Brasil para a reaplicação de tecnologias sociais - iniciativas que trazem soluções para os moradores, conciliando o conhecimento científico com o saber popular local.
A entrega dos residenciais Vida Nova e Vida Bela, em Itapipoca,  ocorre nesta quinta-feira (05), com 486 unidades habitacionais, financiadas pelo Banco do Brasil e destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1.600.

Os empreendimentos fazem parte dos 124 contratados pelo Banco do Brasil em todo o país que irão receber o projeto "Moradia Urbana com Tecnologias Sociais". Desses, 51 já receberam o projeto, que tem investimento social de R$ 20 milhões da Fundação Banco do Brasil, voltados a promover a organização comunitária e a inclusão social por meio das tecnologias sociais. A estimativa é atender cerca de 25.852 famílias.

O objetivo é oferecer soluções reconhecidas e certificadas que se moldam às necessidades e vocações de cada comunidade atendida pelo programa habitacional. Em todos os empreendimentos, será reaplicada a tecnologia social “Transformando realidades por meio da mobilização e organização comunitária”. A iniciativa promove o empoderamento dos moradores por meio da educação financeira e do fortalecimento do diálogo com o poder público.
Posteriormente, a própria comunidade vai escolher uma segunda tecnologia social entre quatro opções: “Bibliotecas Comunitárias Vaga Lume”; “Gestão Comunitária de Resíduos Orgânicos e Agricultura Urbana - Revolução dos Baldinhos”; “Produção Agroecológica de Alimentos em Meio Urbano”; “Rede Criar – Joias Sustentáveis na Ilha das Flores”.

As metodologias atuam na conscientização para a gestão correta dos resíduos sólidos, na implantação de bibliotecas públicas para a democratização do acesso à cultura, no reaproveitamento de material reciclável para a geração de renda e no incentivo da produção agroecológica com o propósito de trazer a segurança alimentar.  
Clique nos links abaixo para conhecer cada uma das tecnologias sociais que serão reaplicadas:

Conheçao Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil
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Projeto auxiliará o transporte de produtos de agricultores familiares


A Cooperativa de Laticínios Angatubense, em Angatuba (SP), adquiriu um caminhão baú com recursos de R$ 141 mil da Fundação Banco do Brasil.  O convênio promoverá a agricultura familiar a partir do incentivo à economia solidária.
A gerente administrativa da cooperativa, Camila Aureliano, explicou que o veículo com isolamento térmico vai ajudar no transporte de mercadorias e de produtos, o que resultará na melhora da renda dos 85 associados. “A princípio, vamos transportar matéria-prima no caminhão, posteriormente vamos fazer a distribuição do produto acabado, que são os derivados do leite”, comentou a gerente.
A cooperativa criada em 2006 integra a lista de fornecedores do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) e do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). 
Angatuba, localizada há cerca de 200 km da capital paulista, está situada na região sudoeste do estado. O município tem a economia voltada para a agropecuária, contando também com atividades de comércio e indústria.  
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Dois participantes do Instituto Reciclando Sons receberão bolsas de formação musical  na Itália



Damon Éric Aroucha, de 19 anos, e Arthur Douglas dos Anjos, 23, musicistas da Cidade Estrutural, foram selecionados para receber bolsa de estudos de música clássica junto à Orquestra da Academia Nacional de Santa Cecília, em Roma, na Itália.

Os dois jovens se destacaram nas atividades realizadas pelo Instituto Reciclando Sons e foram indicados pela Fundação Banco do Brasil a passar dois meses – outubro e novembro – aperfeiçoando as técnicas e habilidades instrumentais. Eles participarão das atividades da JuniOrchestra, receberão aulas individuais na Accademia e ainda poderão assistir às provas e concertos da orquestra sinfônica.

Para o violoncelista Damon Aroucha, a viagem de intercâmbio musical foi recebida com surpresa. “Ainda estou meio perdido com o que está acontecendo. Mas é uma oportunidade para adquirir mais conhecimento e seguir o meu sonho de virar professor”, explica.

Já Arthur dos Anjos, violinista, cantor lírico e professor, acredita que as portas estão se abrindo para outros alunos do Instituto Reciclando Sons. “Além do desenvolvimento técnico e artístico, conhecer nova cultura e novo idioma, vou reaplicar os conhecimentos no Instituto”, revela.

A seleção


A Tecnologia Social Educação Musical Modular é desenvolvida pelo Instituto Reciclando Sons e certificada pela Fundação Banco do Brasil. A iniciativa realizada no Distrito Federal utiliza a educação em música clássica para crianças e jovens como ferramenta para geração de renda e democratização da cultura. O modelo de educação modular é um sistema simples de aprendizagem em que os alunos conseguem tocar o instrumento de maneira efetiva em um ano. A metodologia foi a vencedora da categoria Juventude do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, em 2013.

O envolvimento com a comunidade, a certificação como tecnologia social e o trabalho desenvolvido nos últimos 15 anos credenciou o Instituto Reciclando Sons para receber as bolsas de estudo.

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social é o principal instrumento de identificação e certificação de tecnologias sociais. Ele é realizado a cada dois anos e se propõe a identificar, certificar, premiar e difundir tecnologias sociais já aplicadas, implementadas e que sejam efetivas na solução de questões relativas a alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde.

O Instituto Reciclando Sons

O Instituto Reciclando Sons, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nasceu da inconformidade da musicista Rejane Pacheco com a chamada elitização da música clássica, que dificulta o acesso das classes menos favorecidas aos espetáculos e escolas de música. Foi então que, em 2001, a maestrina escolheu o local ocupado por pessoas que buscavam no lixo uma fonte de renda para criar uma instituição que utilizava a música como instrumento de educação, ressocialização, geração de renda e inclusão social.

O nome Reciclando Sons surgiu da referência à reciclagem de lixo.  Passados quase 14 anos, o Instituto já atendeu mais de duas mil crianças, adolescentes e jovens e se tornou reconhecido pela inovadora metodologia de ensino, adaptada à realidade da comunidade.

A academia

A origem da Accademia Nazionale di Santa Cecilia ocorre no período de maior florescimento da Renascença. A consistência de um claro projeto artístico juntamente à contínua procura de novos territórios é a estratégia que a Accademia confere aos seus dois principais instrumentos da própria atividade: a Orquestra e o Coral – conjunto considerado há tempos entre os melhores no panorama italiano e internacional.

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Músicos do Instituto Reciclando Sons receberam bolsas da Academia Nacional de Santa Cecília

O violoncelista Damon Éric Pacheco e o violinista Arthur Douglas dos Anjos foram selecionados para receber bolsa de estudos de música clássica junto à Orquestra da Academia Nacional de Santa Cecília, em Roma, na Itália. “Receber os jovens na Itália vai ser um aprendizado para eles e para a Academia. As culturas dos dois países vão se misturar pelo intermédio da linguagem universal da música”, avalia o presidente da Academia Nacional de Santa Cecília, Michele dall´Ongaro, a instituição musical mais antiga do mundo.
Os jovens músicos participarão das atividades da JuniOrchestra, terão aulas individuais e ainda poderão assistir às provas e concertos da orquestra sinfônica. “O nascimento dessa relação me dá grande alegria, pois sei que para atingir o sonho é necessário muita luta e sacrifício”, afirma o maestro regente da Orquestra, sir Antonio Pappano.
A oportunidade de estudar na Itália surgiu por meio da Tecnologia Social Educação Musical Modular, iniciativa do Instituto Reciclando Sons, premiada e certificada pela Fundação Banco do Brasil, em 2013. O projeto localizado na Cidade Estrutural, em região de vulnerabilidade social de Brasília, é voltado a crianças e adolescentes que têm a música como ferramenta educacional em três dimensões: cultural, educacional e profissional. Damon e Arthur começaram como alunos e hoje são educadores sociais no projeto.
Eles devem embarcar para Roma no mês de outubro. “Até lá, pretendo me aprofundar nas características da cultura italiana e aprender um pouco do idioma. Tenho que aproveitar essa oportunidade para me desenvolver técnica e artisticamente, além de reaplicar os conhecimentos no Instituto”, revela Arthur, 23 anos, que também é violinista e cantor lírico no Reciclando Sons.
O presidente da Fundação Banco do Brasil Gerôncio Luna afirma que a concessão das bolsas para estudantes advindos de um projeto social certificado pela Fundação BB tem um reconhecimento especial. “O projeto utiliza a música como ferramenta de educação e democratização cultural, promovendo a interação com a comunidade", revela.
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Veículo entregue pela Fundação BB e BNDES vai ajudar a ampliar a distribuição de peixe e a melhorar a renda dos cooperados

O trabalho dos pescadores da capital nacional do chimarrão, no Rio Grande do Sul, agora vai chegar mais longe.  A Associação de Piscicultores de Venâncio Aires (APIVA) – município localizado a 120 quilômetros da capital Porto Alegre - recebeu na última sexta-feira (06) um caminhão baú refrigerador da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O novo veículo vai permitir a ampliação do atendimento da associação na região e, consequentemente, um aumento na produção e na renda das famílias. O valor investido na compra, pagamento de impostos, seguro e licenciamento do automóvel foi de cerca de R$ 118 mil.
Para o vice-secretário da APIVA, Itor Coutinho, a chegada do caminhão aumenta as perspectivas de trabalho com o pescado na região. “Antes era muito difícil transportar para vender, muitas vezes tínhamos que usar carros particulares, sem refrigeração adequada, o que limitava nosso trabalho. Agora, além de poder transportar o peixe, podemos aumentar a produção e abrir novos mercados em lugares que antes não conseguíamos chegar”, destacou.
Em atividade há 22 anos, a Associação de Piscicultores de Venâncio Aires mobiliza, organiza e qualifica produtores rurais associados com o objetivo de criar renda a partir do estímulo ao aumento da produção e da industrialização do peixe. Hoje, o empreendimento tem foco na produção de carpas e tilápias e é composto por 40 associados, com o envolvimento de cerca de 100 famílias. No último ano, a associação teve a produção de cerca de 150 toneladas de pescado. 


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Os moradores participarão na primeira etapa do projeto de autorecesseamento, uma tecnologia já aplicada pela Rede Interação

Em Macaíbas (RN), região metropolitana de Natal, a Associação do Apoio as Comunidades do Campo do Rio Grande do Norte iniciou as atividades do Projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social (MUTS) no Residencial Campinas.O objetivo é a reaplicação de tecnologias sociais, que complementará o Trabalho Social do Projeto Minha Casa Minha Vida (MCMV), instrumento que vai promover o desenvolvimento social no empreendimento habitacional do Programa Nacional de Habitação Urbana, promovido pelo BB e a Fundação Banco do Brasil.
Os moradores do Residencial participarão na primeira etapa do projeto de autorecesseamento, uma tecnologia já aplicada pela Rede Interação e na segunda etapa terão a possibilidade de escolherem dentre outras quatro tecnologias sociais: Bibliotecas Comunitárias da Associação Vaga Lume; Hortas Urbanas do Instituto Pólis; Jóias Sustentáveis Rede Criar; ou Gestão Comunitárias de Resíduos Orgânicos, com hortas urbanas e promoção da Agricultura Urbana do Cepagro - Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo.
O projeto Moradia Urbana com Tecnologia Social está sendo desenvolvido com apoio local dos moradores, da Prefeitura de Macaíba, Banco do Brasil e Sindicato dos Trabalhares Rurais de Macaíba.
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Ações em educação, geração de trabalho e renda, agricultura familiar e reciclagem são os destaques
 
De 2006 a 2015, a Fundação Banco do Brasil investiu R$ 57,2 milhões no estado do Rio Grande do Sul, nas áreas de educação, reciclagem de resíduos, geração de trabalho e renda, agricultura familiar e agroindústria. Com o investimento social foi possível atender 145 municípios e 119.720 participantes dos projetos.
Na educação, o destaque foi para o Programa AABB Comunidade. Criado em 1996, o AABB é o mais antigo programa em andamento na Fundação. No estado, a iniciativa teve à disposição R$ 18,3 milhões, investidos na complementação educacional, no cotraturno escolar. O AABB Comunidade defende o direito da criança à brincadeira. Por isso, no horário que elas estão no projeto, recebem complementação escolar de maneira lúdica e atraente, de modo a valorizar suas culturas e comunidades.  O programa está presente em 51 municípios gaúchos e desde 2006, já atendeu 57.646 crianças e adolescentes.
Na área de resíduos sólidos, a Fundação BB e parceiros atenderam cerca de 2.275 pessoas, por meio do Programa Cataforte. Em três fases foi possível contribuir para a criação de empreendimentos coletivos de catadores, realizar assistência técnica, capacitar cooperados, estruturar cooperativas e associações (com caminhões e equipamentos), somando um investimento de R$ 4,7 milhões.
Para apoiar a agricultura familiar, inserir produtos orgânicos de base agroecológica no mercado e fortalecer as redes de entidades com a implantação de unidades de referência para demonstração técnica foi implementado o Programa Ecoforte Redes. No Rio Grande do Sul, a Fundação BB e parceiros investiram R$ 2,5 milhões em quatro municípios, em 2014.
Em 2015, o projeto Juventude Rural permitiu apoio a empreendimentos coletivos com a participação de jovens com idades entre 15 e 29 anos. O objetivo é fortalecer a autonomia econômica e social de jovens do campo. No Rio Grande do Sul também foram aprovados dois projetos nos municípios de Ipê e Tenente Portela, que receberam R$ 389,8 mil para atender 45 pessoas.

Além disso, os assentados da reforma agrária participam do Programa de Agroindustrialização em Assentamentos da Reforma Agrária – Terra Forte, que tem por objetivo financiar a implantação e a modernização de empreendimentos coletivos agroindustriais. Já foram destinados R$ 3,6 milhões em projetos da Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita (Coopan), localizadana cidade de Nova Santa Rita, que envolve 134 pessoas. O atendimento aos projetos é feito por meio de edital, de responsabilidade do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). 
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Iniciativa vai apoiar entidades sem fins lucrativos que atuam de forma sustentável na floresta
Cooperativas sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável no Bioma Amazônia tem até o dia 4 de julho para se inscrever no Edital Ecoforte Extrativismo.
A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta. São R$ 8 milhões de investimento social da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).  A ação vai contribuir para a inclusão socioprodutiva das comunidades e a preservação do bioma em seis estados: Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Rondônia.
Para participar, as entidades devem existir legalmente há dois anos, no mínimo, e apresentar uma proposta no valor de até R$ 600 mil. A execução do projeto deverá ser realizada em pelo menos uma e no máximo quatro unidades de conservação e não exceder o prazo de 24 meses.
Os recursos podem ser usados para as seguintes despesas: obras e instalações, máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional; móveis, utensílios, equipamentos de informática, comunicação e software nacional; veículos novos de tração humana ou animal, embarcações e utilitários; aquisição de matéria-prima, embalagens, rótulos e outros materiais utilizados nas etapas de beneficiamento e comercialização; equipamentos de proteção individual (EPI); contratação de profissionais para gestão e contabilidade e de serviços técnicos especializados relacionados à atividade produtiva.
Os documentos exigidos pelo edital devem ser reunidos em um único envelope e entregues pessoalmente na Fundação BB até as 18h do dia 4 de julho ou postados até esta data, para o endereço SCN, Quadra 1, Bloco A, Edifício Number One, 10º andar, CEP 70.711-900, Asa Norte, Brasília - DF.
As dúvidas podem ser enviadas por e-mail para o endereço eletrônico Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com o título “Edital de Seleção Pública nº 2016/007 - DÚVIDAS” até o dia 27 de junho. As consultas serão respondidas diretamente na página do Edital Ecoforte Extrativismo, no portal da Fundação BB.
Cliqueaqui e acesse o Edital Ecoforte Extrativismo
Ouçaaqui entrevista do diretor executivo da Fundação BB, Marcos Frade, à Rádio Nacional da Amazônia.
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Cooperativas receberam investimento social da Fundação BB de R$ 2,5 milhões em dez projetos
 
A Cadeia produtiva do mel do Rio Grande do Norte poderá contar com um entreposto de mel e cera de abelha até dezembro de 2016. O empreendimento está sendo construído no município de Apodi (RN), distante 335 km de Natal.
As obras vão custar R$ 450 mil, resultado da parceria entre a Fundação BB e a Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável (Coopapi). A administração do empreendimento será feita pela Coopapi, juntamente com a Cooperativa Central da Agricultura Familiar do Estado do Rio Grande do Norte – Cooafarn e vai atender 650 famílias de agricultores familiares participantes da cajucultura e de outros projetos realizados em parceira com a Fundação BB. 
A Coopapi é responsável por 25% de todo o mel produzido no estado do Rio Grande do Norte. De acordo com a diretora financeira da Cooafarn e sócio-fundadora da Coopapi, Fátima de Lima Torres, a instalação da agroindústria vai melhorar a infraestrutura de trabalho dos produtores e trazer benefícios para o setor, como a  permissão do registro do produto e de seus derivados junto aos órgãos de controle, a oportunidade de exportação para o mercado europeu e o aumento da renda das famílias, além de  garantir a sustentabilidade da atividade apícola no estado.
“O trabalho com o mel é uma atividade que depende muito das chuvas. Quando a safra é boa, a produção dá um salto e tem família que consegue tirar 5 toneladas do produto por ano, que são vendidos a R$  8,00, além do que é arrecadado com outras atividades”, disse.  A diretora conta ainda que hoje eles têm um contrato de fidelidade com a empresa alemã Walterlang Experts Honey para a venda do mel.
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Fruticultura da região conquistou máquina empilhadeira com capacidade de 2,5 toneladas
 
Na quarta-feira (11/05), em Valinhos (SP), o projeto “Profissionalização da comercialização de frutas” conquistou uma máquina empilhadeira com capacidade para transportar 2,5 toneladas. O equipamento é de extrema importância para o transporte das caixas de frutas dos produtores para os fornecedores. O iniciativa, da Associação Agrícola de Valinhos e Região, foi  selecionada em edital da Fundação Banco do Brasil, que destinou recursos da ordem de R$ 90 mil para a aquisição.

Voltada para o fortalecimento da agricultura da região, a união dos agricultores e a busca pela diminuição do custo de produção, a associação possui 185 associados. A parceria com a Fundação BB é fruto da estratégia de desenvolvimento regional sustentável DRS do Banco do Brasil na região.

Em 2009, foi elaborado pelo Banco do Brasil o Plano de Negócios DRS para melhorar as condições de produção, armazenagem e comercialização dos produtores. O planejamento envolveu parceiros como a prefeitura, o Sindicato Rural, a agência do BB em Valinhos entre outros. Em 2015 a associação participou do edital de seleção de projetos da Fundação BB, foi selecionada e conquistou recursos para um elevador de carga.