Foram habilitadas 23 entidades que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais no Bioma Amazônia

A Fundação Banco do Brasil anuncia o resultado definitivo da Etapa 3 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta terça (7) no Diário Oficial da União. Foram habilitadas 23 entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia. Das habilitadas, oito ficam no estado do Amazonas, cinco no Amapá, quatro no Acre, e três tanto em Roraima quanto no Pará.

O investimento social é de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).  O edital apoia empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades têm até o dia 27 de outubro para entrar com recurso na comissão de seleção

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 3 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta segunda (23) no Diário Oficial da União. Foram selecionadas entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia. As entidades participantes têm até o dia 27 para entrar com recurso na Comissão de Seleção.

O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado preliminar da Etapa 3, clique aqui

Para acessar o formulário de interposição de recursos da Etapa 3, clique aqui 

Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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Prazo para edital foi ampliado para 15 de dezembro; propostas para regulamento têm data limite até 27 de outubro

As inscrições para os dois processos seletivos do Ecoforte, voltados para redes de organizações de extrativismo ou produção orgânica com base na agroecologia, foram prorrogadas. A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia.

O edital, destinado a novas propostas de redes ou à consolidação das já atendidas pelo certame do Ecoforte realizado em 2014, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas, teve o prazo estendido para 15 de dezembro. Serão investidos até R$ 18,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de propostas já beneficiadas pelo Ecoforte, com aporte entre R$ 300 e 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão.

A outra seleção é o regulamento (chamada direta) dirigido à implantação e melhoria de empreendimentos econômicos coletivos de organizações já conveniadas pelo edital de 2014 – a data limite para inscrição foi ampliada para 27 de outubro. Estão previstos até R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil a R$ 500 mil.

No total, serão investidos R$ 25 milhões de recursos não reembolsáveis, dos quais R$ 5 milhões serão destinados exclusivamente para o apoio a projetos localizados na Amazônia Legal.
As redes já conveniadas só devem se inscrever em um dos dois processos, conforme a característica do empreendimento. Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inclusão socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.

Encontre mais informações na página das seleções: fbb.org.br/ecoforte2017

Confira o vídeo da oficina sobre o Edital Ecoforte, realizado no VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia, com esclarecimentos sobre o processo de inscrição.

Programa Ecoforte
Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

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Convênio possibilitará ações conjuntas de apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável

A Natura e a Fundação Banco do Brasil assinam nesta quinta-feira parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável, atendendo diretamente às comunidades agroextrativistas da região.

O primeiro projeto do convênio, com ênfase na produção sustentável, irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins, no Pará, contribuindo para a capacitação técnica das cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável.

O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região.

Em contrapartida a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá.

A iniciativa será desenvolvida no âmbito do Programa Amazônia, criado pela Natura em 2011, com o objetivo de impulsionar um novo modelo de desenvolvimento, mais inclusivo e sustentável, partindo do princípio de que a floresta pode ter mais valor em pé do que derrubada. Ao longo dos últimos seis anos, a Natura já investiu mais de R$ 1 bilhão na região por meio do programa, beneficiando mais de 2 mil famílias em 28 comunidades.

“O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ele é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar à serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa.

Segundo o diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, “a parceria inédita com a Natura agrega esforços para trazer a melhoria de vida das pessoas por meio de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. Além disso, reaplica tecnologias sociais, metodologias simples que têm baixo custo e alta eficiência na solução de problemas sociais. A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

Essa iniciativa destaca a importância de alianças multissetoriais para o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis do bioma da Amazônia.

As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são:

- Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá - Santo Antonio do Taúa
- Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) - Abaetetuba
- Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá
- Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza. Líder no setor de venda direta no Brasil, registrou R$ 7,9 bilhões de receita líquida em 2016, possui mais de 7 mil colaboradores, 1,8 milhão de consultoras e operações nos EUA, França, Chile, México, Peru, Colômbia e Argentina. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. Para mais informações sobre a empresa, visite www.natura.com.br e confira os seus perfis nas seguintes redes
sociais: Linkedin, Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

A divulgação deste projeto contempla quatro 
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Livros lançados pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) oferecem novos olhares sobre o tema

Articular, qualificar e divulgar iniciativas desenvolvidas junto a grupos de agricultores familiares no âmbito nacional. Foi este o objetivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), ao executar o projeto “Promovendo Agroecologia em Rede”. O resultado deste trabalho está em duas publicações desenvolvidas durante o projeto: Olhares Agroecológicos – análise econômico-ecológica de agroecossistemas em sete territórios brasileiros e, Método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas.

O projeto, que recebeu o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi selecionado por meio do edital Ecoforte Redes, que visa o fortalecimento e ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

A proposta das publicações nasceu a partir do 3º Encontro Nacional de Agroecologia, realizado em 2014, na Bahia. Com isso, foram realizados estudos de caso em sete regiões brasileiras: Litoral Norte do Rio Grande do Sul, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Sertão do Araripe, localizado em Pernambuco, Alto do Rio Pardo no Semiárido Mineiro, Sudoeste de Mato Grosso, Mesorregião Leste de Rondônia e Santarém.

Os dois livros foram lançados simultaneamente, no final de março, no Rio de Janeiro, em cerimônia que contou com a presença dos autores. Na ocasião também foi realizado um debate sobre agroecologia.

O processo de elaboração dos estudos gerou intensa mobilização envolvendo organizações e grupos de cada território, e os resultados das pesquisas, que estão sintetizados no livro, trazem à luz a história, a riqueza e os caminhos que as experiências de agroecologia apresentam para a agricultura familiar e o desenvolvimento dos territórios.

Segundo Flávia Londres, membro da Secretaria Executiva da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e coordenadora do projeto “Promovendo Agroecologia em Rede”, a organização social empodera e fortalece a luta das mulheres e contribui para que jovens conquistem espaço nas tomadas de decisões e oportunidades de geração de renda. Ao invés de enriquecer grandes complexos agroindustriais, a riqueza gerada no campo pela agroecologia contribui para o desenvolvimento dos territórios onde vivem as comunidades rurais.

Apesar disso, para a autora existe uma carência de informações quantificadas e sistematizadas para comprová-las. “Os métodos de pesquisa econômica-convencionais não dão conta de evidenciar esses aspectos”, explica.

Flávia ressalta que os resultados das pesquisas elaboradas a partir do Lume, como foi chamado o método, mostram a complexidade da interação entre os componentes que integram o agroecossistema - um tipo de agricultura que não foca apenas na produção agrícola, mas na relação da área cultivada com todos os agentes naturais do entorno, incluindo a fauna, a flora, o solo, a água e até os micro-organismos.

Buscando demonstrar as vantagens para a sociedade em apoiar a Agroecologia, os pesquisadores desenvolveram um Método de Avaliação Econômico-ecológico de Agroecossistemas, em que resgatam informações históricas e a configuração socioeconômica e ambiental do território. O método possibilita a visualização de dados como o valor agregado da produção e do autoconsumo conforme os locais pesquisados, a repartição desse valor agregado por gênero e esfera de trabalho, entre outros dados econômicos. A interação com as políticas públicas e aspectos da sustentabilidade dos agroecossistemas também são evidenciados, como o grau de autonomia e resiliência (capacidade de adaptação a condições adversas), a participação social dos membros da família e a equidade de gênero (protagonismo das mulheres).

A obra proporciona uma análise profunda e oferece um olhar ousado sobre os rumos e os avanços da agroecologia, imprimindo um verdadeiro raio-x dos territórios em estudo, além de documentar toda a metodologia aplicada. Ao mesmo tempo destaca a criatividade e o conhecimento utilizados na agricultura camponesa e dos povos e comunidades tradicionais como importante ferramenta e que se reinventa com o passar dos anos, recursos por vezes, ocultado pelo pensamento econômico convencional, segundo os autores.

Para acessar os livros, clique nos links abaixo:

Olhares Agroecológicos – análise econômico-ecológica de agroecossistemas em sete territórios brasileiros

Método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar documentação a ser analisada na etapa 3

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 2 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta quarta (24) no Diário Oficial da União. A seleção é voltada a entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia.

Após a análise de recursos, as entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar a documentação da Etapa 3 prevista no item 8.3 do edital. Esta etapa, de caráter eliminatório, consiste na análise dos orçamentos e dos documentos que confirmam a aprovação, por parte das entidades executoras e comunidades envolvidas, das ações previstas no projeto.

Os documentos devem ser entregues pessoalmente ou enviados via postal em um único envelope lacrado, encaminhado para a Comissão de Seleção, no endereço da Fundação BB: SCN Quadra 01, Bloco A, Edifício Number One, 10º andar, Brasília, DF, CEP: 70.711-900, com AR (Aviso de Recebimento).

Investimento
O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado definitivo da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a ata de julgamento dos recursos da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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Entidades vão receber da Fundação BB investimento social de mais de R$ 270 mil para iniciativas de inclusão social de moradores do município de Sem Peixe

Com a finalidade de promover a inclusão social de moradores de comunidades da região da Bacia do Rio Doce a Fundação Banco do Brasil firmou convênios com duas entidades do município de Sem Peixe (MG).

Com a Associação da Escola Família Agrícola de Camões, a parceria visa à implantação de atividades produtivas e acesso à água. O investimento social de R$ 135,2 mil vai proporcionar a implantação de 21 Unidades Participativas de Experimentação em Plantio de Água (UPEPAS), para que os moradores saibam usar de forma racional os recursos hídricos; construção de viveiro de mudas nativas; capacitação de agricultores familiares e alunos em tecnologia sociais agroecológicas e saneamento rural; além da compra de veículo utilitário.

O trabalho visa contribuir com a recuperação do Rio Doce e efluentes - que ficaram poluídos após o rompimento da Barragem do Fundão, no município de Mariana - e com o saneamento rural para que a população tenha acesso à água de qualidade e, consequentemente, melhoria na saúde.

A outra parceria firmada foi com o Conselho de Desenvolvimento Comunitário do Barbosa para a geração de trabalho e renda de um grupo de 15 mulheres, com idades entre 35 e 60 anos, moradoras da comunidade rural de Barbosa. O recurso de R$ 135,2 mil será investido na estruturação de uma agroindústria para fabricação de bolos, roscas, pães caseiros e doces.

De acordo com Maria de Lourdes Cenak, presidente da entidade, a conquista vai permitir que as atividades sejam realizadas em conjunto, com produtos padronizados e com mais qualidade. “Estamos realizando um sonho que vem desde 1998 e que nada, nem mesmo a falta de um espaço adequado, nos fez desistir", disse.

Hoje, toda produção feita na casa de cada mulher é vendida para o programa de merenda escolar do município. Com a nova cozinha industrial elas pretendem expandir o negócio e passar a vender nas feiras e no comércio local. A previsão é de que a cozinha industrial fique pronta até julho de 2017.

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Em seis anos, entidade investiu R$ 1,8 milhão na inclusão socioprodutiva de 350 ribeirinhos do Rio Madeira

A Organização Raiz Nativa atua, desde 2010, em assentamentos nas margens do Rio Madeira, na região perimetral urbana de Porto Velho (RO) em parceria com a Fundação Banco do Brasil. Ao todo, foram atendidas 350 pessoas que ganham a vida com o manejo do coco babaçu, criação de frango caipira, cultivo de hortaliças, plantio de mandioca e fabricação de queijo.

Toda a produção dos cooperados é vendida para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo do estado, na feira do produtor e nos mercados locais. A maior parte da farinha do babaçu vai para Palmas, no Tocantins.

Em seis anos, o investimento social da Fundação BB foi de cerca de R$ 1,8 mi, o que permitiu a compra de equipamentos, a criação de viveiros de mudas e a realização de cursos de qualificação para os cooperados. Parte desse recurso é do Fundo Amazônia, que tem a parceria da Fundação BB e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No último dia 10, a Raiz Nativa fez a mais recente aquisição: uma caminhonete 4x4. O veículo vai ajudar no apoio logístico dos trabalhos desempenhados pela equipe técnica e no monitoramento dos projetos.

A parceria também investe em projetos socioambientais, visando à proteção de áreas degradadas e à preservação do meio ambiente. No início de setembro, a organização vai inaugurar as novas instalações da agroindústria do babaçu. O novo espaço vai permitir produzir em maior escala e vender para todo País.

“Temos a Fundação Banco do Brasil como a nossa grande parceira. Nesses anos todos os nossos projetos foram aceitos e aplicados na região com grande êxito", declarou Elias Alves, coordenador do projeto. Ele contou, ainda, que as ações desenvolvidas pela Raiz Nativa vão além de investimentos com recursos financeiros. “Buscamos a integração das comunidades.

Antes, apesar da proximidade, quase não se comunicavam, praticamente não se conheciam. Hoje existe colaboração e todos se ajudam”, concluiu.

Em 2015, a Raiz Nativa reflorestou as margens do rio Madeira com 50 mil mudas, numa parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Secretaria Municipal de Agricultura (Semagric), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA) e a Prefeitura Municipal.

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Recurso de R$ 200 mil foi utilizado na compra de tratores e equipamentos para as lavouras de banana, laranja, coco, melancia e hortaliças

A Fundação Banco do Brasil investiu R$ 200 mil em duas associações do estado do Amazonas – a Associação dos Produtores Rurais Comunidade Nova Esperança (Asprones) e a Associação dos Produtores Rurais da Comunidade José Lindoso (Asprolin) -, situadas no município de Rio Preto da Eva, distante 80 quilômetros de Manaus.

A atividade incentiva a melhoria da renda familiar dos agricultores familiares, a ampliação das políticas públicas e a formação profissional, além de garantir o acesso aos direitos sociais.

Cada associação recebeu R$ 100 mil. O recurso foi aplicado na compra de dois tratores (um para cada entidade), arados, carretas e equipamentos, usados nas lavouras de banana, laranja, coco, melancia e hortaliças.

A produção é vendida de forma in natura para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), usada na merenda escolar das escolas municipais de Manaus e no comércio local. De acordo com o presidente da Asprones, Luiz Matos de Abreu, a renda dos 120 associados já melhorou em apenas seis meses. Subiu de R$ 800 para R$ 1.200. Já a Asprolin mantêm em seu quadro 94 associados.

Abreu conta ainda que a parceria trouxe também consciência ambiental aos associados. "Tratamos melhor a terra. Com os equipamentos fica mais fácil fazer a limpeza dos terrenos para o plantio. Antes usávamos motosserra e fogo nas derrubadas, agora trabalhamos pensando mais no meio ambiente, de forma sustentável", declarou.

Projetos no estado

Na quinta-feira (4), o presidente da Fundação Banco do Brasil, Gerôncio Luna, visitou algumas entidades no estado do Amazonas que receberam investimento social da Fundação BB, entre as quais, a Asprones e o Museu da Amazônia (Musa).

O Musa recebeu recurso do Ecoforte (Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica) para atender 58 unidades de referência nas cidades de Manaus, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Itacoatiara, atendendo diretamente 60 produtores.

De 2006 a 2015, foram investidos R$ 15 milhões no estado do Amazonas, destinados a 93 projetos de 26 municípios. As ações atenderam 42,5 mil participantes.

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