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Os filmes sobre os trabalhos apaixonantes das 21 iniciativas finalistas no Prêmio Fundação Banco do Brasil 2017 já estão disponíveis para o público. O material, produzido pela Fundação BB e parceiros, faz parte do enxoval entregue aos representantes das tecnologias sociais e reúne histórias de superação, mobilização e de inclusão social.

“Gostaríamos de agradecer a Fundação Banco do Brasil, seus apoiadores e parceiros por esse momento. Ontem a gente chorou ao assistir ao vídeo, que está lindo! Eu recomendo que assistam, porque é gratificante e retrata o nosso trabalho”, disse, durante a cerimônia de premiação, Tatiane Botelho, uma das coordenadoras da vencedora da Bahia na categoria Agroecologia, “Redes de Agroecologia Povos da Mata”, da cidade de Ilhéus (BA).

Então, que tal seguir a sugestão de Tatiane?

Confira os vídeos das tecnologias finalistas, disponíveis em nosso canal youtube.com/FundacaoBB.

Categoria Agroecologia

Rede de Agroecologia Povos da Mata, (BA)  - VENCEDORA
Arte na Palha Crioula: Banco de Milhos Crioulos
, (SP)
Implantação de SAFs-Sistemas Agroflorestais para composição de Reserva Legal, (DF)

Categoria Água e/ou Meio Ambiente
Dessalinizador Solar, (PB) - VENCEDORA
De Olho na Água, (CE)
Projeto Águas de Valor e Sabor do Semiárido Baiano, (BA)

Categoria - Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital
Poste de Luz Solar - Litro de Luz Brasil, (SP)VENCEDORA
Ciclorrotas - Metodologia cidadã de planejamento cicloviário
, (RJ)
Noosfero: Plataforma Web Livre para a Criação de Redes Sociais Autônomas, (BA)

Categoria - Economia Solidária
Rede Bodega de Comercialização Solidária, (CE)VENCEDORA   
Banco Comunitário União Sampaio
, (SP)
Criação e Estruturação de Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA) – (SP)


Categoria Educação
Fast Food da Política - Educação Política Acessível e Lúdica, (SP)VENCEDORA
A Organização e Pedagogia Transformadoras
, (SP)
Escola Comunitária de Comunicação, (SP)

Categoria Saúde e Bem-Estar
Uma Sinfonia Diferente, (DF)VENCEDORA
Grupo nÓs: Trabalho de Preparação para a Vida Autônoma
, (SP)
Tecnologia Assistiva de Baixo Custo para Pessoas com Deficiência, (SP)

Categoria Internacional
Caminos de la Villa, (Argentina) - VENCEDORA
Escuelas Sostenibles a Nivel Municipal, (El Salvador)
Programa Mi Huerta, (Argentina)

 

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Na lista das tecnologias sociais campeãs há iniciativas do Brasil e da Argentina, reconhecida pela primeira vez

Numa noite marcada por emoção, os vencedores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social foram anunciados em cerimônia no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília, nessa quinta-feira (23). O público de quase 700 pessoas também aplaudiu a notícia de mais investimentos em tecnologias sociais. Foi anunciado o edital inédito, de R$ 10 milhões, para reaplicação das tecnologias sociais disponíveis no acervo do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), em parceria da Fundação BB com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com lançamento previsto para o início do próximo ano.

Durante a cerimônia, sete tecnologias sociais levaram o troféu de vencedoras. As premiadas do Brasil receberam R$ 50 mil cada, destinados à expansão, aperfeiçoamento ou reaplicação da metodologia. Nesta edição, iniciativas da América Latina e do Caribe concorreram na categoria Internacional.

As tecnologias sociais premiadas são:

Categoria Agroecologia
Rede de Agroecologia Povos da Mata (Bahia);
Categoria Água e/ou Meio Ambiente
Dessalinizadores Solar (Paraíba);
Categoria - Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital,
Poste de Luz Solar - Litro de Luz Brasil (São Paulo);
Categoria Economia Solidária
Rede Bodega de Comercialização Solidária (Ceará);
Categoria Educação
Fast Food da Política (São Paulo);
Categoria Saúde e Bem-Estar
Uma Sinfonia Diferente (Distrito Federal);
Categoria Internacional
Caminos de la Villa (Argentina)

A seleção seguiu critérios de interação com a comunidade, transformação social e potencial de reaplicabilidade. As finalistas foram escolhidas entre 173 tecnologias sociais certificadas esse ano, selecionadas dos 735 projetos inscritos. As iniciativas certificadas passaram a integrar o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, falou da importância do Prêmio em reconhecer iniciativas transformadoras que irão contribuir para o cumprimento dos desafios propostos pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). “A tecnologia social é apaixonante. É a possibilidade que as comunidades têm de serem protagonistas de suas histórias, de terem a capacidade de mudarem a sua realidade”, disse.

“Vamos tratar de inovações aqui hoje. Nós queremos soluções que possam agregar valor e oferecer melhores oportunidades. As inovações precisam ser integradoras, inovadoras, e sobretudo inclusivas para um Brasil melhor, declarou Aroldo Machado, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

"É muito simbólico receber este prêmio neste momento no Brasil. Significa que a gente pode sim discutir politica, e que a gente pode e deve fazer isso dentro e fora da escola", disse, Julia Carvalho, da tecnologia vencedora Fast Food na Política.

A cerimônia contou ainda com representantes dos parceiros do Prêmio: Representação da Unesco no Brasil, Banco de Desenvolvimento da América Latina – CAF, no Brasil, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Banco Mundial, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Brasilcap Capitalização. Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado uma das principais ferramentas de identificação e reconhecimento de tecnologias sociais em todo o País.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quinta, 23 Novembro 2017 09:47

Vencedores serão anunciados em Brasília

Com 173 certificadas e 21 finalistas, chegou a hora de conhecer as melhores iniciativas do Brasil e América Latina

A cerimônia de premiação da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social será na noite dessa quinta-feira (23), no CICB - Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. O anúncio das iniciativas vencedoras será feito na presença de representantes das 21 finalistas, dos parceiros do Prêmio e convidados. Os ganhadores nacionais receberão premiação de R$ 50 mil, que devem ser destinados à expansão e melhoria das tecnologias. Todas as finalistas receberão troféu e um filme documentário retratando a iniciativa. A cerimônia será transmitida ao vivo pelo canal youtube.com/fundacaobb, com a cantora e compositora Paula Lima como mestre de cerimônia.

Nesta edição, o Prêmio foi dividido em seis categorias voltadas para experiências no Brasil: "Água e Meio Ambiente"; "Agroecologia"; "Economia Solidária"; "Educação"; "Saúde e Bem-Estar" e "Cidades Sustentáveis e Inovação Digital". Já as iniciativas da América Latina e do Caribe concorreram na categoria Internacional. Cada categoria tem três finalistas, somando 21.

As tecnologias finalistas foram avaliadas por uma comissão julgadora, composta por técnicos da Fundação BB, especialistas de organizações da sociedade civil e por representantes de entidades privadas e governamentais, segundo critérios de interação com a comunidade, possibilidade de reaplicação e, especialmente, pela efetiva transformação social. Auditados pela KPMG Auditores Independentes, os nomes dos vencedores só serão conhecidos durante a cerimônia, com início marcado para às 20 horas.

Realizado desde 2001, o Prêmio é considerado uma das principais ferramentas de identificação e reconhecimento de tecnologias sociais em todo o País. Só este ano, foram 735 inscrições da América Latina. Dessas, 173 receberam certificação e passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação Banco do Brasil, uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Hoje são cerca mil iniciativas identificadas, aptas e disponíveis para reaplicação.

Este ano, a premiação tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quilombolas, assentados da reforma agrária e agricultores familiares são mobilizados para a produção sustentável de alimentos

Seja por questões de saúde ou para a preservação do meio ambiente, os alimentos agroecológicos têm despertado cada vez mais o interesse da sociedade. No município de Ilhéus, o trabalho desenvolvido pela Associação Povos da Mata Atlântica do Sul da Bahia de Certificação Participativa, aponta o sistema agroecológico como o melhor caminho, não só para a produção de alimentos saudáveis, mas também para transformar as famílias em protagonistas da conservação ambiental e do desenvolvimento socioeconômico das comunidades.

A entidade formou a “Rede de Agroecologia Povos da Mata”, com a participação de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas, agricultores em geral e consumidores, também chamados de coprodutores. A Rede é a primeira da Bahia a ser credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para emitir certificados e selos orgânicos de produtos agrícolas e de seus derivados.

A certificação é realizada em estações distribuídas em quatro territórios baianos: Litoral Sul (Ilhéus e Itabuna); Baixo Sul (Ibirapitanga e Morro de São Paulo); Costa Descobrimento (Porto Seguro); e Caatinga (Irecê). Para obter a certificação, o agricultor tem que se comprometer com a produção de agricultura orgânica em conformidade com a legislação vigente e normas estabelecidas pela organização. Ao todo, são 700 famílias incluídas no processo - 250 já são credenciadas e o restante está em fase de certificação.

“Apoiamos e capacitamos produtores a certificarem e a comercializarem seus produtos, oferecendo aos consumidores mercadorias com garantia de origem”, declarou Tatiane Botelho da Cruz, presidente da Rede. Tatiane explica que o consumidor recebe o nome de coprodutor devido à participação dele no processo. “Quando o consumidor faz a opção de consumir alimentos sem agrotóxicos, ele está ajudando a cuidar dos rios, da mata e deixando de poluir o meio ambiente e, consequentemente, se torna nosso parceiro”.

A Rede, que é finalista no Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social na categoria Agroecologia, vai muito além da certificação. Ela atua no incentivo ao associativismo, na produção e no consumo de produtos orgânicos, na aproximação solidária de agricultores e consumidores, no intercâmbio, no resgate e na valorização do saber popular e em atividades de formação socioculturais, ambientais e de cidadania.
Na propriedade da agricultora e integrante da Rede Maria da Conceição Mendes de Jesus, que fica próxima à cidade de Ilhéus, desde 2006, não entra uma gota de produtos químicos. A trabalhadora conta que depois que aprendeu a trabalhar com alimentos naturais tudo mudou. São 13 hectares com plantações de cacau, banana, mandioca e hortas. “Por longos anos trabalhei com química e não tinha conhecimento dos perigos. Depois que comecei a trabalhar com o alimento natural vi os benefícios que faz para a nossa saúde e dos nossos clientes e para o meio ambiente”. Os produtos agroecológicos da rede são comercializados em 19 feiras orgânicas de venda direta.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Este ano, o Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro. O concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.


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Sistema de filtragem de água utilizada nas casas ajuda na irrigação de hortas e evita a contaminação do solo, no Semiárido Baiano

Um sistema de reaproveitamento de água de uso doméstico, ou água cinza, tem sido alternativa para as famílias do semiárido baiano na convivência com a seca. O Projeto Águas de Valor e Sabor do Semiárido Baiano, da Associação de Pequenos Agricultores do Jacó, Poço Dantas, Boa Vista da Pimenteira e Serrinha, está ajudando as famílias a produzir alimentos e reduzir a contaminação do solo.

A metodologia consiste na filtragem dos resíduos presentes na água resultante da lavagem de roupa, louças e banho, com o uso de matéria orgânica composta de microrganismos e minhocas, que permitem a devolução da água para o meio ambiente, sem prejudicá-lo, como na irrigação de hortaliças. Toda a ação privilegia o envolvimento das famílias, com treinamento para o manejo e a manutenção da tecnologia. A iniciativa, também conhecida como Bioágua Catingueiro, é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil, na Categoria Água e Meio Ambiente,

Cleiton Andrade, morador da comunidade Poço Dantas, a 30 quilômetros da cidade de Planalto (BA), conta que, a partir de 2012, a região passou a conviver com uma seca mais severa e com o baixo índice de chuvas. A média que era de 700 mm ao ano, caiu para aproximadamente 400 mm, o que resultou na redução expressiva da produção agrícola e criadores de animais tiveram que se desfazer dos rebanhos para diminuir gastos e evitar prejuízos.

Ao perceber a importância do projeto, Cleiton mobilizou outros moradores a implantarem a tecnologia. “Desde que fui escolhido para assumir a implantação do sistema, tive clareza sobre a minha responsabilidade. Optei por seguir esse caminho e farei o possível para que as famílias também usem a tecnologia. Não hesitarei em ajudá-las com os conhecimentos que adquiri”, relata.

Em 2015, a família de Vanessa Andrade recebeu uma unidade do Bioágua Catingueiro na sua propriedade na comunidade Craúno. Assim como ela, alguns agricultores familiares de Poções receberam unidades do sistema. A implantação contou também com a parceria da Associação de Moradores Produtores Rurais da Região de Crauno e Água Branca.  Aos 22 anos e cursando graduação em Pedagogia, a jovem conta que ajuda os pais na produção de hortaliças e verduras, e que não vislumbra oportunidades na cidade grande.

Ela defende a permanência dos jovens no campo e quer ser exemplo para os conterrâneos. "Depois que me formar, pretendo aplicar os conhecimentos na minha terra, porque acredito que temos futuro aqui. Antes do sistema era complicada a produção de alimentos aqui. Hoje a gente tem alimentos de qualidade o ano inteiro e o resultado é visto na cor, no tamanho e no sabor", diz. Ela destaca ainda que a tecnologia trouxe também melhorias no orçamento familiar, com a venda do excedente na feira. "Queremos mostrar que é possível trabalhar e morar aqui com dignidade”.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Este ano, o Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

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Criada no Brasil, em software livre, a iniciativa é finalista do Premio Fundação BB de Tecnologia Social

A união entre a economia solidária e as novas tecnologias resultou na criação do Noosfero, uma plataforma web de mídia livre para criação de redes sociais, educacionais, de economia solidária e cidadania que possui diversas funcionalidades, como blogs, sites, além de gestão de conteúdos multimídia e comércio eletrônico.

A iniciativa surgiu em 2005 durante o Fórum Brasileiro de Economia Solidária, a partir de proposta para a elaboração de canal para compartilhar as informações sobre economia solidária para a Colivre Cooperativa de Trabalho em Tecnologias Livres, que desenvolveu a rede Cirandas. No mesmo ano, a Colivre atendeu um pedido para criação de sistema para publicação de conteúdo digital de projetos de inclusão digital na África. A convergência e aperfeiçoamento entre esses dois sistemas resultou no Noosfero.

Desde então a plataforma não parou mais de expandir, alcançando vários usuários no Brasil e no mundo, como as Universidades de São Paulo (USP) e a de Brasília (UnB), e a rede japonesa World Museum Project. Agora o Noosfero concorre como finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social na categoria Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital.

Sediada em Salvador (BA), com mais de dez anos de atuação e especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para web, a Colivre tem expertise em projetos de desenvolvimento em software livre. “O fato de trabalharmos com softwares livres proporciona maior independência tecnológica, além da diminuição dos custos de aperfeiçoamento do software, dada a contribuição dos usuários”, esclarece Matheus de Mendonça Sampaio, jornalista e sócio da Colivre. Ele explica que “o Noosfero é um projeto de software livre que nasceu para permitir que coletivos e instituições nacionais e internacionais se tornassem provedores autônomos de serviços de mídia livre e social na rede mundial de computadores”.


Outro grande diferencial do Noosfero é reunir diversas funcionalidades conforme perfil do usuário. O que é inserido na plataforma pode ser compartilhado de acordo com os métodos de cada instituição.

O professor do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo, Fabio Kon, explica que em 2012 a tecnologia utilizada pela USP já estava defasada. “Fizemos uma pesquisa de softwares livres que permitiriam a implantação de sistema de colaboração com qualidade. Chegamos ao Noosfero, que trouxe uma série de funcionalidades que nenhuma outra rede especializada poderia oferecer”.

Além do sistema educacional, o Noosfero também atua como plataforma para empreendimentos. Neste perfil, existem funcionalidades para o comércio eletrônico e catálogo de produtos e serviços, que adotam os princípios de preço aberto e comércio justo da economia solidária. Isso é o que ajuda Mário Sérgio, diretor comercial da cooperativa de produção de brinquedos educativos Art Gravatá, de Pernambuco. Para ele, a rede ajuda muito a vender seu produto. “O site atua praticamente como uma loja virtual. É um sistema que sei usar. É só logar e colocar as fotos e isso nos ajuda muito”, explica.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social

O Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD.

Você pode conferir essa iniciativa e outras finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Quarta, 04 Outubro 2017 15:19

Depois do abrigo, uma nova vida

Tecnologia social desenvolve atividades para acompanhar jovens após deixarem instituições onde moram

Quando atingem a maioridade, aos 18 anos, jovens que vivem em abrigos se veem obrigados a deixarem as instituições, mas muitos deles ainda sem condições para lidar com a nova situação de vida, que exige autonomia e, principalmente, independência financeira.

Diante desse contexto, o “Grupo Nós: trabalho de preparação para a vida autônoma”, do Instituto Fazendo História, da cidade de São Paulo (SP) realiza um trabalho de transição com os adolescentes, com fortalecimento de vínculos afetivos (familiares, comunitários e com outros jovens), estimulando a apropriação dos espaços culturais e sociais da cidade, e a construção de projetos profissionais e planejamento financeiro e de habitação. Toda ação é realizada em parceria com o serviço de acolhimento, voluntários, empresas apoiadoras e organizações sociais, com duração de três anos.

O primeiro contato com o Grupo Nós acontece, na maioria das vezes, quando o adolescente atinge a idade de 16 anos e se encerra aos 19 anos. Mas em alguns casos, a depender do desenvolvimento do participante, o atendimento se estende por mais dois anos, mesmo quando já está fora do acolhimento.

Coordenadora do Grupo, Mahyra Costivelli, explica que a metodologia foi construída com a participação dos adolescentes, em 2011. No início, a ideia era montar um projeto voltado para a moradia coletiva, mas os jovens trouxeram outros desejos e necessidades. “É preciso prepará-los para viverem os desafios da vida fora do acolhimento, como a imaturidade para lidar com os problemas do cotidiano, a falta de políticas públicas direcionadas e o preconceito”, disse.

Willian Jonathan dos Santos foi pioneiro do Grupo e ajudou a pensar no formato do projeto. Ele conta que recebeu o convite para participar dos grupos de discussões quando ainda estava em abrigo e que nas reuniões sempre lhe deram espaço para falar.

“Sair do acolhimento é um momento desafiador para todos e eu tinha essa preocupação. O pessoal do Grupo Nós queria conhecer os nossos sonhos e desejos. A gente levava as experiências que tínhamos no abrigo - as boas que a gente gostaria que fossem adotadas e ainda aquelas que não desejávamos que fossem repetidas. A minha vida quase toda foi no abrigo – dos 4 aos 18 anos - e eu não conhecia quase nada fora. O Grupo Nós foi essencial para o meu amadurecimento, meu porto seguro. Sempre gostei muito de arte, sempre fui muito sonhador e tive meus pés fora do chão (risos). Lá recebi ajuda para me organizar e fui preparado para saber esperar, porque sempre fui ansioso e por conta disso, muitas vezes era frustrado. Tenho o Grupo Nós como referencial de vida. Quando achava que não ia dar certo, eles estavam ali para me apoiar”, declarou. Hoje, William está com 23 anos, mora no seu espaço, estuda teatro, trabalha em uma academia, faz estágio e estuda numa escola de atores.

Finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia social, o método é dividido em etapas, sendo que a primeira contempla os grupos de propósito, com oficinas para que cada adolescente descubra seus talentos, a fim de construir projetos de vida alinhados aos seus propósitos e potencialidades.

Após essa etapa, cada adolescente segue acompanhado por um monitor de forma individual durante três anos. Os jovens ainda participam de grupos de reflexão, além de encontros temáticos e atividades culturais coletivas e de forma individual.

“Fazemos um trabalho de aposta nas potencialidades de cada adolescente. Procuramos caminhar ao lado do jovem, valorizando sua história de vida e fortalecendo sua rede de pertencimento. Com isso, é promovida a autonomia, respeitando as escolhas, o tempo e os limites de cada um”, declarou a coordenadora.

Sobre o Prêmio

Na fase final do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, além do Grupo Nós outras 17 iniciativas são finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em 23 de novembro em Brasília (DF). Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito de soluções para problemas sociais mantido pela Fundação BB. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir essa iniciativa e outras finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

A divulgação deste projeto contempla um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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"Arte na Palha Crioula", Iniciativa de Guapiara (SP) que resgata a tradição cultural e contribui para melhoria da renda das famílias, é finalista do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social

A tecnologia social “Arte na Palha Crioula: Banco de Milhos Crioulos”, do município de Guapiara, interior de São Paulo, traz na palha do milho, que normalmente é descartada, o grande segredo de sucesso. Naturalmente colorida em tons de vermelho e roxo, a palha do milho é usada na produção de artesanatos decorativos e utilitários de alta qualidade.

Mas para garantir o sucesso da metodologia, o trabalho das mulheres da Associação Arte e Vida de Mulheres Artesãs,finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na Categoria Agroecologia, começa bem antes, com a escolha das melhores sementes, seguida da preparação do solo para a plantação. E para garantir uma boa cultura,também verifica-se as fases da lua, sendo que a minguante é a recomendada, principalmente na última semana de julho e entre os meses de setembro a dezembro. Todo esse processo faz parte de um trabalho de resgate na plantação das sementes crioulas, que foram utilizadas pelas agricultores de gerações anteriores e passaram pela seleção natural de milhares de anos, com grãos mais resistentes e menos dependentes de substâncias sintéticas.

Nascida na roça, a idealizadora da tecnologia, Alice de Oliveira Almeida, viu no oficio que aprendeu com o pai, uma forma de valorizar o artesanato local e de diversificar as atividades de geração de renda para as mulheres da região. Em 2005, Alice foi convidada pela prefeitura local para ministrar a arte do trançado para um grupo de mulheres.

O trabalho - totalmente artesanal - é feito com auxílio de uma agulha de arame, que também é confeccionada pelas artesãs. As palhas menores são utilizadas na produção de flores de variados modelos e tamanhos e as mais largas na produção de bonecas. Na lista de produtos, há também cestarias, vasos, santos, galinhas, jogos americanos, petecas, bolsas, chapéus e revestimento para móveis.

“Passei para as mulheres as técnicas que aprendi em casa e hoje colhemos do fruto do nosso trabalho. Essa arte ajuda no fortalecimento das mulheres e na continuidade das sementes crioulas". Alice comentou também que as novas gerações estão iniciando na produção. "As filhas das artesãs já se mostram interessadas no trabalho das mães. Muitas já ajudam na confecção das peças e no orçamento familiar", acrescentou. Hoje todo trabalho com a cadeia produtiva é realizado pelo grupo.

Alice explica ainda que, no manejo das sementes crioulas, é preciso esperar seis meses após o plantio para a colheita do milho seco e para a retirada das palhas para produção do artesanato. Nessa fase, se faz a seleção das sementes para um novo plantio e as que sobram podem ser utilizadas na produção de fubá, farinha quirera (milho mais quebrado, usado na alimentação de galinhas) ou para consumo animal.

Com o intuito de diversificar ainda mais a produção, sempre que participam de feiras, as mulheres fazem trocas de sementes crioulas com agricultores de outras regiões, indígenas e quilombolas. Para assegurar a continuidade do projeto, as mulheres já participaram de diversos cursos de capacitação, como de viabilidade econômica, formação de preços e designer de produtos.

Maria Aparecida da Silveira, de 74 anos, mais conhecida como dona Cida, é a artesã mais velha do grupo. Ela conta que aprendeu a trabalhar com palha ainda criança, aos seis e sete anos, e que continua até hoje, com amor pelo que faz. Eu via aquelas espigas bonitas e comecei a fazer as bonecas. Quando me casei parei para cuidar dos filhos, mas assim que eles cresceram retomei meu trabalho. Eu mesma crio as minhas peças e com a venda delas já realizei muitos sonhos”, disse.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas

Sobre o Prêmio

No total, 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional concorrem ao Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. O evento de premiação será realizado em novembro. Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito mantido pela Fundação BB.

Nesta edição, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio 
Veja aqui a lista das 173 certificadas 
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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No total, são 18 iniciativas do Brasil e três da América Latina na disputa pelo troféu

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social divulgou nesta terça–feira,15, as 18 iniciativas finalistas das categorias nacionais e três internacionais. Nove das selecionadas para a fase final são do estado de São Paulo. Dentre as outras metodologias, três são da Bahia, duas do Ceará, duas do Distrito Federal, uma da Paraíba e uma do Rio de Janeiro. Já na categoria internacional, duas tecnologias são da Argentina e uma de El Salvador.

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio 

Veja aqui a lista das 173 certificadas 


As propostas foram classificadas por seis categorias nacionais, Agroecologia, Água e/ou Meio Ambiente, Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital, Economia Solidária, Educação, Saúde e Bem-Estar e uma categoria internacional.

Todas as tecnologias inscritas foram avaliadas por comissão composta por assessores da Fundação BB e representantes da Unesco, Banco Mundial, Ministério do Desenvolvimento Social, Secretaria da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário e o Governo do Distrito Federal.

As categorias da premiação estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas para a Agenda 2030. O Prêmio tem como objetivo promover as tecnologias sociais como ferramentas de baixo custo e com envolvimento das comunidades para o desenvolvimento sustentável.

A próxima etapa é a escolha das vencedoras em cada categoria. As vencedoras nacionais receberão a premiação de R$ 50 mil, um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Já as 21 finalistas serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), em novembro deste ano. O evento contará com a presença de especialistas no tema, assim como de integrantes de tecnologias certificadas, do Banco de Tecnologias Sociais (BTS). O objetivo do encontro é debater o conceito de tecnologia social como instrumento do desenvolvimento sustentável. 

Antes de ser classificada para a fase final, cada tecnologia foi avaliada conforme os parâmetros de mérito da transformação social, efetividade, reaplicabilidade, interação com a comunidade, inovação social, respeito aos valores de protagonismo social, cultural, cuidado ambiental e solidariedade econômica, e ainda, com validação dos documentos exigidos noregulamento ato de inscrição.

Para valorizar o empoderamento feminino, as iniciativas que apresentaram o engajamento de mulheres e meninas receberam bonificação na pontuação total obtida pela avaliação.

Na edição de 2017, o Prêmio buscou a integração com os países da América Latina e Caribe, como forma de trazer soluções inovadoras para serem reaplicadas no Brasil.

“Identificar e reconhecer tais metodologias é muito importante, pois as tecnologias sociais constituem-se em valioso instrumento de transformação social", declarou Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

Esta edição do Prêmio tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Banco de Tecnologias Sociais

Da lista inicial composta por 735 inscrições, 173 tecnologias sociais passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação Banco do Brasil, uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Hoje são 995 iniciativas aptas e disponíveis para reaplicação.

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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173 iniciativas receberão certificado e irão compor o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil

Um dos momentos mais esperados pelo público inscrito no Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil é o resultado das iniciativas que receberão certificação de tecnologia social. Em sua nona edição, a Fundação BB divulgou hoje o resultado da primeira fase de classificação do prêmio. Das 735 iniciativas inscritas neste ano, 173 foram consideradas aptas para a certificação.

A triagem foi realizada por uma comissão composta pela equipe técnica da Fundação BB, conforme os critérios do regulamento. Entre os requisitos está o tempo de atividade, que deve ser de dois anos, possuir evidências de transformação social, estar sistematizada a ponto de tornar possível sua reaplicação em outras comunidades, contar com interação da comunidade e respeitar os valores de protagonismo social, respeito cultural, cuidado ambiental e solidariedade econômica. Além disso, todos os documentos exigidos para a inscrição devem estar validados.

As propostas inscritas foram classificadas por seis categorias nacionais, das quais foram validadas 15 tecnologias na categoria Agroecologia, 27 em Água e/ou Meio Ambiente, 11 em Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital, 40 em Economia Solidária, 52 em Educação e 16 em Saúde e Bem Estar. Na categoria internacional foram classificadas 12 propostas.

Com a certificação, as tecnologias passam a compor o Banco de Tecnologia Social (BTS) da Fundação BB que agora conta com 995 iniciativas aptas para reaplicação. O BTS é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Neste banco, todas as Tecnologias Sociais podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região, UF, entre outros parâmetros de pesquisa. Para consultar o banco basta acessar o endereço eletrônico: tecnologiasocial.fbb.org.br. Também é possível consultar este banco de dados através do aplicativo de celular "Banco de Tecnologias Sociais", disponível para aparelhos Android e IOS.

Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, a certificação de um projeto com o selo "Certificada Fundação BB" garante mais visibilidade para a iniciativa, além de fortalecer o conceito para sua reaplicação em outras localidades do país. "Nosso objetivo é melhorar a vida das pessoas através do reconhecimento e da reaplicação de tecnologias sociais que já deram certo em diversas localidades. Aproximamos a sabedoria popular ao conhecimento técnico para proporcionar o desenvolvimento social em escala", explicou.

A próxima etapa do Prêmio será a divulgação dos projetos finalistas, prevista para o dia 15 de agosto e dos projetos vencedores, que será anunciado na cerimônia de premiação, em novembro.

Neste ano, a Fundação BB irá premiar com R$ 50 mil cada uma das seis iniciativas vencedoras nas categorias nacionais, além da entrega de um troféu e a produção de um vídeo retratando as iniciativas das 21 instituições finalistas nacionais e das três finalistas internacionais.

Esta edição tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Categoria Internacional

Pela primeira vez a Fundação BB abriu inscrições para iniciativas dos países da América Latina e do Caribe. Elas concorrem na premiação internacional. Deste grupo, 12 receberão a certificação. As tecnologias sociais desta categoria também irão compor o BTS após tradução dos projetos em português.

Veja aqui as Tecnologias Sociais Certificadas em 2017. 

Confira o regulamento do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social www.fbb.org.br/premio

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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