Acordo de cooperação com Secretaria do Meio Ambiente do DF, Serviço Florestal Brasileiro e Instituto Brasília Ambiental foi assinado nesta segunda (11)

No momento em que o Distrito Federal passa pela maior crise hídrica da história, a Fundação Banco do Brasil assinou nesta segunda-feira (11), acordo de cooperação técnica para a recuperação do cerrado do Distrito Federal, uma parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

O acordo permitirá o lançamento do primeiro edital do programa Recupera Cerrado, com previsão de investimento de R$ 2 milhões. O recurso será proveniente de débitos de compensação ambiental. Com o edital - sem previsão de divulgação - serão apoiados projetos para a recomposição da vegetação nativa em áreas degradadas ou alteradas para a regularização ambiental de imóveis rurais em bacias hidrográficas do DF. A ideia é atender, prioritariamente, as bacias do Rio Descoberto e do São Bartolomeu.

“A Fundação BB atua há alguns anos com ações de recuperação ambiental nas bacias hidrográficas do DF por meio do programa Água Brasil e do projeto Rio São Bartolomeu Vivo. Esse nova parceria é um esforço integrado para a manutenção do Bioma Cerrado e que será apresentada como exemplo de recomposição florestal no Fórum Mundial da Água que acontecerá em Brasília em 2018”, declarou o diretor-executivo de Desenvolvimento Social da Fundação BB, Rogério Biruel.

No Recupera Cerrado, as empresas devedoras, em vez de realizarem a compensação ambiental por conta própria, poderão repassar recursos para a realização de editais. Nesses processos seletivos, serão identificadas e contratadas instituições com experiência na recuperação de áreas degradadas, resultando em maior efetividade das ações de recomposição do bioma. 

A assinatura do acordo aconteceu durante a solenidade em comemoração ao Dia Nacional do Cerrado que teve como tema “O berço das águas do Brasil pede socorro”, realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília.

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A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Ciclorrotas é finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social e já teve reaplicação em Juiz de Fora (MG)

Elaborar um projeto para integrar rotas de bicicleta à malha viária urbana, com a colaboração de usuários e interessados, e entregar a proposta para o poder público é o objetivo principal da Ciclorrotas - Metodologia Cidadã de Planejamento Cicloviário. A iniciativa da Associação Transporte Ativo é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, na categoria Cidades Sustentáveis e Inovação Digital.

A metodologia colocada em prática na região central do Rio de Janeiro surgiu em 2012 e ganhou força na época em que a cidade se preparava para as Olimpíadas de 2016. Os integrantes da associação perceberam que as obras viárias planejadas não favoreciam a bicicleta e criaram uma forma colaborativa para o levantamento das necessidades da população em relação ao transporte sobre duas rodas.

Pelas estatísticas oficiais, de 2014, eram feitas 550 mil viagens de bicicleta por dia na capital fluminense, equivalente a 2,5 por cento dos deslocamentos. Mas a experiência em outros países dizia aos idealizadores do projeto que os números normalmente são quatro vezes maior dos que os dados oficiais.

"Buscamos tudo o que já tinha sido pensado para infraestrutura de bicicleta no centro do Rio, iniciativas do governo e da sociedade civil, desde o inicio do ano 2000. Os trechos que todos apontavam como necessários, passaram a ser parte do nosso projeto também", afirma o presidente da Transporte Ativo e idealizador da iniciativa, Fernando José Lobo.

Após o mapeamento da infraestrutura de transporte já existente e planejada, os organizadores passaram a coletar a opinião dos usuários sobre os trajetos utilizados e os desejados pelos ciclistas. Depois, realizaram oficinas presenciais e consulta pública online para coletar as observações dos interessados em geral. Além disso, fizeram uma contagem do número de bicicletas que circulavam por cinco pontos estratégicos do centro da cidade.

O passo seguinte foi elaborar propostas específicas conforme a situação das diversas vias e trechos do centro da cidade. Dependendo do volume de tráfego e do risco à segurança do ciclista, foram sugeridas ciclofaixas (separação entre carros e bicicletas sem barreira física), ciclovias (separação com barreira física) e vias compartilhadas. A proposta foi submetida à validação em nova oficina. Encerrada a fase de consulta popular e mapeamento, o projeto final propôs 33 quilômetros de ciclorrotas, que foram incorporadas ao Plano de Mobilidade Municipal até 2020, sendo que 20 por cento foram implementados, de acordo com José Lobo. O projeto também foi exposto a visitação pública, onde recebeu novas contribuições da população, que poderão ser aproveitadas na implementação das obras.

A tecnologia ciclorrotas ultrapassou as fronteiras do Rio e começou a ser reaplicada em Juiz de Fora (MG) no ano passado, por iniciativa da ONG Mobilidade JF. O projeto encampado pela prefeitura prevê a implantação de 40 quilômetros de vias para as bicicletas, dos quais foram construídos 11 quilômetros. A associação enfatiza que a mobilização das pessoas junto aos governos é imprescindível para sucesso da iniciativa. "A sociedade civil organizada tem que colocar pressão, tem que cobrar mesmo, pois a cidade é nossa", afirma Guilherme Mendes diretor da Mobilidade JF. Além de continuar cobrando da prefeitura a execução dos 40 quilômetros, eles pretendem fazer uma campanha de conscientização com a população sobre respeito no trânsito e o uso da bicicleta.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Prêmio
No total, 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional concorrem ao Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. O evento de premiação será realizado em novembro. Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito mantido pela Fundação BB. Nesta edição, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Na próxima semana serão lançadas duas seleções voltadas para empreendimentos novos e também já conveniados

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia, divulga hoje (3) processos seletivos, que serão lançados na próxima semana, no âmbito do Programa de Ampliação e Fortalecimento das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica. Serão investidos R$ 25 milhões de recursos não reembolsáveis para apoio a projetos territoriais de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica. 

Serão duas chamadas públicas. Uma denominada Regulamento que tem como objeto a seleção e o apoio a projetos para implantação e/ou melhoria de empreendimentos econômicos coletivos relacionados à produção de base agroecológica, extrativista e orgânica das redes já conveniadas no âmbito do Edital 2014/005 - Redes ECOFORTE. Nessa modalidade, estão previstos R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil até R$ 500 mil.

O outro instrumento é o Edital que envolve a consolidação das redes atendidas, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas e a inclusão de novas redes. Neste certame, serão R$ 18,5 milhões investidos, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de redes, com aporte entre R$ 300 a 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão.

As redes conveniadas só poderão se inscrever em um dos dois processos, conforme a característica do empreendimento. Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inserção socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destaca que "ao dar continuidade ao Programa Ecoforte, a Fundação BB, em parceria com o BNDES, contribui para fortalecimentos das organizações agroecológicas, gerando renda, promovendo a segurança alimentar e hídrica e dinamizando territórios. Essas ações permitem que mais agricultores familiares, assentados da reforma agrária e extrativistas participem do ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável"

Programa Ecoforte 

Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Convênio possibilitará ações conjuntas de apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável

A Natura e a Fundação Banco do Brasil assinam nesta quinta-feira parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável, atendendo diretamente às comunidades agroextrativistas da região.

O primeiro projeto do convênio, com ênfase na produção sustentável, irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins, no Pará, contribuindo para a capacitação técnica das cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável.

O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região.

Em contrapartida a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá.

A iniciativa será desenvolvida no âmbito do Programa Amazônia, criado pela Natura em 2011, com o objetivo de impulsionar um novo modelo de desenvolvimento, mais inclusivo e sustentável, partindo do princípio de que a floresta pode ter mais valor em pé do que derrubada. Ao longo dos últimos seis anos, a Natura já investiu mais de R$ 1 bilhão na região por meio do programa, beneficiando mais de 2 mil famílias em 28 comunidades.

“O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ele é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar à serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa.

Segundo o diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, “a parceria inédita com a Natura agrega esforços para trazer a melhoria de vida das pessoas por meio de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. Além disso, reaplica tecnologias sociais, metodologias simples que têm baixo custo e alta eficiência na solução de problemas sociais. A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

Essa iniciativa destaca a importância de alianças multissetoriais para o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis do bioma da Amazônia.

As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são:

- Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá - Santo Antonio do Taúa
- Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) - Abaetetuba
- Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá
- Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza. Líder no setor de venda direta no Brasil, registrou R$ 7,9 bilhões de receita líquida em 2016, possui mais de 7 mil colaboradores, 1,8 milhão de consultoras e operações nos EUA, França, Chile, México, Peru, Colômbia e Argentina. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. Para mais informações sobre a empresa, visite www.natura.com.br e confira os seus perfis nas seguintes redes
sociais: Linkedin, Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

A divulgação deste projeto contempla quatro 
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Estudantes atendidos pelo Programa poderão inscrever trabalhos sobre o tema até o dia 11 de setembro

Integrando as ações do 30º aniversário do AABB Comunidade, a Fundação Banco do Brasil e a Federação Nacional das AABBs (Fenabb) realizam o Concurso Agenda AABB Comunidade 2018 para alunos da rede pública de ensino, participantes do programa. Serão selecionadas produções originais e inéditas em desenho, fotografia, vídeo e história em quadrinhos (HQs) para compor a agenda anual de 2018 e ações comemorativas da nona edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.

Os trabalhos escolhidos deverão ser relacionados à Tecnologia Social nas áreas de Alimentação, Educação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saúde. As melhores produções serão premiadas com troféu, medalha, tablet e viagem para participar da cerimônia do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social em Brasília.

Para participar, o estudante deve estar vinculado à uma Associação Atlética do Banco do Brasil com convênio vigente do Programa Integração AABB Comunidade. Cada unidade poderá inscrever até três desenhos, três fotos, três HQs e um vídeo. Para facilitar a compreensão do tema e atendimento aos requisitos da seleção, os coordenadores pedagógicos e educadores irão ministrar estudos e debates para os alunos.

“Queremos despertar nesses jovens à criatividade aliada ao senso de responsabilidade social por meio das tecnologias sociais já certificadas pela FBB, para que eles se desenvolvam conhecendo seus direitos e deveres como cidadãos, com a consciência de que podem ser agentes de transformação dentro da sua comunidade”, declarou Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

As inscrições estão abertas até 11 de setembro e deverão ser encaminhadas à Fenabb, conforme orientações do regulamento.

Mais informações nos telefones 0800.726.5661; 0800.704.2106 – opção 7.

Encontre os anexos do regulamento acessando o site:http://www.fenabb.org.br/socioeducativos/

A divulgação deste prêmio contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Caminho de 3,7 quilômetros foi sinalizado por população local; projeto tem apoio da Fundação Banco do Brasil e busca conscientização para preservar nascentes e cerrado

Brasilienses e turistas contam com mais uma trilha ecológica sinalizada no Distrito Federal, desde domingo passado (9). A trilha Pedra dos Amigos fica no Núcleo Rural Córrego do Urubu, no Lago Norte. Com 3,7 quilômetros de extensão e nível leve de dificuldade, o percurso oferece uma visão panorâmica do lago Paranoá, inclusive com uma vista deslumbrante do pôr do sol, com a arquitetura central de Brasília ao fundo.

Além da sinalização, o visitante encontra pelas trilhas muitas árvores identificadas com seus nomes científicos e placas com explicações em fotos e textos sobre espécies da fauna e flora do cerrado. O trabalho de estruturação do trajeto foi realizado em mutirão pela comunidade local. A 700 metros dali, no mesmo núcleo rural, há o Córrego do Urubu, que tem uma cachoeira apropriada para banho. A trilha não passa pela cachoeira, mas é possível acessar a queda d'água facilmente apenas com algumas orientações.

A inauguração da trilha Pedra dos Amigos faz parte do projeto Ecotrilhas Serrinha, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Instituto Oca do Sol, com o objetivo de ampliar o ecoturismo e a conscientização ambiental para preservar o cerrado. Entre as ações previstas estão a estruturação de mais cinco trilhas – outras três na Serrinha do Paranoá e duas na península do Lago Norte - e a capacitação de voluntários e multiplicadores no combate a incêndios. O investimento social da Fundação BB é de R$ 61 mil.

De acordo com o coordenador da execução do projeto, Maicon Braúna, a entidade já mapeou mais de cem nascentes na Serrinha do Paranoá e a iniciativa busca também preservá-las. "O projeto também tem esse objetivo de mostrar as nascentes e a importância da preservação. Ainda mais agora que vai haver captação de água do lago Paranoá. Se a gente acabar com as nascentes, vai faltar água".

O projeto também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Governo do Distrito Federal, por meio da Administração Regional do Lago Norte.

Veja aqui o folder com informações sobre as trilhas do Paranoá.

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A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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As iniciativas serão avaliadas por comissão de funcionários da Fundação BB de acordo com critérios do regulamento

Encerrou-se nesta semana a primeira etapa da nona edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Foram inscritas ao todo 735 iniciativas da América Latina. A próxima fase da premiação é a análise das experiências inscritas, que serão avaliadas por uma comissão - composta por técnicos da Fundação BB - de acordo com os critérios do regulamento. As tecnologias certificadas serão divulgadas no dia 17 de julho e passarão a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação BB, que atualmente tem 850 iniciativas.

O BTS é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. O objetivo do acervo é estimular que as tecnologias sejam reaplicadas em outras comunidades.

Após a certificação, as iniciativas serão classificadas para a premiação. Serão 21 finalistas - três por categoria – que vão receber um troféu e um vídeo documentário da metodologia. Além disso, as entidades serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), em novembro deste ano.

As categorias voltadas para experiências no Brasil são "Água e Meio Ambiente"; "Agroecologia"; "Economia Solidária"; "Educação"; "Saúde e Bem-Estar" e "Cidades Sustentáveis e Inovação Digital". As vencedoras nacionais vão receber R$ 50 mil. Já as iniciativas da América Latina e do Caribe vão concorrer na categoria "Água e Meio Ambiente, Agroecologia ou Cidades Sustentáveis". A divulgação das finalistas será no dia 31 de julho. Já as vencedoras serão conhecidas na cerimônia de premiação, em novembro, em Brasília.

As categorias do Prêmio estão relacionadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). Ao longo do processo de análise, serão bonificadas tecnologias sociais que promoverem o protagonismo e o empoderamento feminino, que terão pontuação acrescida de cinco por cento. 

Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado um dos principais do terceiro setor no País. Esta edição, tem a cooperação da UNESCO no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Acompanhe os resultados de cada etapa do Prêmio no site da Fundação Banco do Brasil (www.fbb.org.br) e no BTS (www.tecnologiasocial.fbb.org.br).

Veja o regulamento no site: www.fbb.org.br/premio

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Fundação BB e entidades do terceiro trocam ideias sobre voltadas para desenvolvimento sustentável

A Fundação Banco do Brasil participou do seminário “Diálogos do setor de Investimento Social Privado e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil”, realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) dia 31 de maio, em São Paulo. O encontro reuniu uma série de institutos e fundações, além de pesquisadores e representantes de governos e organismos internacionais, para discutir estratégias de alinhamento entre o investimento social e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A iniciativa teve como recurso indutor a Plataforma Filantropia, um esforço global que oferece dados sobre a atuação dos investidores sociais nos ODS e busca alavancar recursos e aumentar o impacto de programas e projetos, direcionando os ODS a um planejamento de desenvolvimento nacional. Além do diálogo sobre desafios comuns, o evento foi um convite para que empresas, institutos e fundações façam parte do movimento.

Além da Fundação BB, outras organizações nacionais e internacionais foram parceiras na realização do evento: Rockefeller Philanthropy Advisory, Foundation Center, Instituto C&A, Itaú Cultural, Itaú, Fundação Roberto Marinho, Rede Globo, Instituto Sabin, GIFE, IDIS, WINGS e Comunitas.

A agenda do encontro se organizou, basicamente, em duas frentes: discussões sobre o papel de institutos e fundações familiares e do investimento social de perfil corporativo. Representantes de empresas, institutos e fundações levaram suas experiências no uso dos ODS em seus planejamentos e apontaram desafios e oportunidades de atuação.

"Os ODS têm sido norteadores para ações da Fundação BB e de muitas organizações do terceiro setor. Um evento como esse ajuda a aprofundar a reflexão e a troca de ideias sobre as possibilidades de pautar novas ações para o desenvolvimento sustentável", afirma o assessor da Fundação BB Bruno Moraes.

Para saber mais sobre a Plataforma de Filantropia, acesse sdgfunders.org

A divulgação deste texto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Parceria entre a administração da ilha e a Fundação Banco do Brasil irá apoiar a separação correta nas casas e empreendimentos

Esta segunda, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, marcou também o início de projeto de conscientização ecológica em Fernando de Noronha (PE). Trata-se de coleta seletiva por meio da participação dos moradores, que contará com educação ambiental e distribuição de materiais para destino correto do lixo.

O objetivo do projeto "Jogue Limpo com Noronha – Coleta Seletiva e Compostagem" é estimular a participação dos moradores no cuidado ambiental. Após separação, os resíduos serão descartados de acordo com o manejo adequado.

A iniciativa tem a parceria da Fundação Banco do Brasil e será implantada em três etapas distintas. A primeira fase prevê sensibilização dos moradores e comerciantes por meio de palestras e distribuição de material educativo sobre a importância da coleta seletiva e destinação de forma adequada.

A segunda consiste na realização de oficinas de compostagem, com distribuição de kits, voltados para restaurantes, bares e pousadas. Os compostos orgânicos gerados serão utilizados como adubo na produção de hortas orgânicas.

Na última etapa, serão construídos Pontos de Entrega Voluntária (PEV), onde a população irá depositar o material já separado. Os PEVs vão receber papel, plástico, vidro, metal e óleo de cozinha. Os 4,5 mil moradores e os turistas serão beneficiados com a instalação dos PEVs.

Atualmente, a ilha produz dez toneladas de lixo por dia e 40 por cento é reciclável, mas a triagem não é feita pela população, somente na usina. A superintendente de Meio Ambiente e Turismo do Distrito de Fernando de Noronha, Ângela Tribuzi, explicou que a separação feita pelos moradores vai evitar perdas de recicláveis no contato com o orgânico.

Ângela destacou também que, ao conscientizar a população, o projeto apoiado pela Fundação BB irá complementar as ações para adequar a ilha à legislação estadual e federal de resíduos sólidos. "O projeto veio para completar toda a mudança que precisamos fazer. É importante a mudança de hábito da população para o descarte adequado. Governo e moradores, todos precisam contribuir nesse processo."

O projeto contará com o investimento social de R$ 241 mil, sendo R$ 218 mil da Fundação e R$ 23 mil da administração da ilha.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar documentação a ser analisada na etapa 3

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 2 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta quarta (24) no Diário Oficial da União. A seleção é voltada a entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia.

Após a análise de recursos, as entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar a documentação da Etapa 3 prevista no item 8.3 do edital. Esta etapa, de caráter eliminatório, consiste na análise dos orçamentos e dos documentos que confirmam a aprovação, por parte das entidades executoras e comunidades envolvidas, das ações previstas no projeto.

Os documentos devem ser entregues pessoalmente ou enviados via postal em um único envelope lacrado, encaminhado para a Comissão de Seleção, no endereço da Fundação BB: SCN Quadra 01, Bloco A, Edifício Number One, 10º andar, Brasília, DF, CEP: 70.711-900, com AR (Aviso de Recebimento).

Investimento
O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado definitivo da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a ata de julgamento dos recursos da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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