Podem participar entidades sem fins lucrativos com propostas que busquem gerar emprego e renda em qualquer região do Brasil

Pela primeira vez, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançam nesta quarta (18), em Brasília, edital para selecionar projetos de reaplicação de tecnologias sociais que visem promover a geração de trabalho e renda em qualquer parte do País. Podem participar entidades sem fins lucrativos, com mais de dois anos de existência e que tenham sede ou experiência comprovada de atuação na região onde pretendem implantar o projeto. As inscrições vão até 29 de junho.

A reaplicação deve ser necessariamente de iniciativas integrantes do Banco de Tecnologias Sociais, um acervo online que reúne todas as metodologias certificadas pela Fundação BB, desde 2001, disponível no endereço http://tecnologiasocial.fbb.org.br/. Poderão ser implementadas uma ou mais tecnologias do banco de dados, desde que tenha como finalidade a geração de emprego e renda. Os valores por projeto se situam entre R$ 500 mil a R$ 1 milhão. As entidades com diretorias compostas por, no mínimo, 50% de mulheres ou que possuam tecnologia certificada pela Fundação BB receberão bonificação extra, conforme os critérios do edital.

O investimento total na seleção será de R$ 10 milhões e poderá ser ampliado, se houver disponibilidade de recursos e for avaliada a necessidade de suplementação. O evento de lançamento foi realizado no Museu Banco do Brasil, em Brasília, e contou com a presença de representantes da Fundação BB, do BNDES e de iniciativas que obtiveram a certificação de tecnologia social pela Fundação BB.

"A gente acredita muito que apostar na capacidade de criação e de inovação das comunidades é o melhor caminho para solucionar os problemas sociais. Mais do que propor, é sobre tudo ouvir o que elas têm a dizer", afirmou Fernando Zanban (Coordenador da Cáritas Brasileira). 

A chefe do Departamento de Inclusão Produtiva do BNDES, Daniela Arantes, destacou que a Fundação é a principal parceira do BNDES nos projetos apoiados pelo Fundo Social. "Tenho orgulho de ter participado da última edição do Prêmio de Tecnologias Sociais e me sinto muito honrada de escrever esse novo momento da história da FBB." 

Rogério Biruel, diretor da Fundação BB, narrou a trajetória das tecnologias sociais. "Quando estávamos construindo este edital, vários colegas relembraram o ano de 2001, momento em que Fundação foi pioneira na identificação das iniciativas e construção de um banco de dados - o Banco de Tecnologias Sociais. Naquela época quando o conceito de tecnologia social ainda não era bem entendido, já se sabia o grande poder de transformação social daquelas iniciativas. Com o edital, a FBB completa o ciclo, que começa com a certificação, premiação, divulgação e agora oinvestimento na efetivação dessas metodologias."

Acesse o edital em fbb.org.br/reaplicaTS

Metodologias servem de referência para desafios sociais

Tecnologia social é toda solução (produto, técnica ou metodologia) para desafios sociais que reúne conhecimento científico e popular, implementada com a participação da comunidade e de fácil reaplicação e adaptação em outra localidade. No Banco de Tecnologias Sociais há cerca de mil metodologias certificadas pela Fundação BB, todas selecionadas nas nove edições do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, realizado a cada dois anos, desde 2001.

Duas vencedoras de 2017 são bons exemplos de soluções para geração de renda que contam com atuante participação feminina. Uma é a Arte na Palha Crioula, uma metodologia que une o artesanato tradicional na palha de milho crioulo com a necessidade de gerar renda para as mulheres da região de Guapiara, interior de São Paulo. Naturalmente colorida em tons de vermelho e roxo, a palha do milho é usada na produção de artesanatos decorativos e utilitários de alta qualidade, como flores, bonecas, cestos, vasos, santos, galinhas, jogos americanos, petecas, bolsas, chapéus e revestimento para móveis. O trabalho das mulheres da Associação Arte e Vida de Mulheres Artesãs resgata o cultivo das sementes crioulas, que foram utilizadas pelos agricultores de gerações anteriores e passaram pela seleção natural de milhares de anos, com grãos mais resistentes e menos dependentes de substâncias sintéticas.

Outro exemplo é a Rede Bodega de Comercialização Solidária, implantada no Ceará. As bodegas são espaços coletivos de comercialização, espécies de mercearias, onde há grande variedade de produtos à venda. Articulada pela Rede Cáritas, a iniciativa abriga trabalhos de 220 famílias de agricultores familiares, extrativistas, costureiras, artesãos, escritores e poetas, reunidos em cooperativas e associações. A Rede Bodega fica em Fortaleza e nos municípios de Sobral, Viçosa, Aracati e Maranguape.

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Cerca de 157 mil pessoas foram atendidas em todo o Brasil, em projetos nas áreas de educação e meio ambiente 

A Fundação Branco do Brasil lançou nesta segunda, dia 2, o Relatório de Atividades 2017, que traz a prestação de contas para a sociedade das ações e do investimento social realizado no ano passado. De acordo com o documento, em 452 municípios em todo o Brasil foram atendidas 157 mil pessoas em projetos nas áreas de educação, inclusão digital, agroecologia, agroindústria, resíduos sólidos, acesso à água potável, inclusão socioprodutiva, reaplicação de tecnologias sociais, entre outros.

O investimento total foi de R$ 142,8 milhões, sendo R$126,6 em recursos próprios e R$ 16,2 milhões de parceiros, já que a Fundação BB atua como articuladora de parcerias para promover o desenvolvimento sustentável no País.

Versão digital e hotsite

A novidade deste ano é que o relatório de atividades está disponível apenas em versão digital, um documento em pdf, em coerência com o cuidado ambiental que é um princípio orientador de todos os projetos desenvolvidos pela Fundação BB e seu instituidor, o Banco do Brasil.

A publicação também ganhou uma versão no hotsite fbb.org.br/relatorio2017, disponível em computador desktop. Na página, o usuário pode ter uma visão geral das principais ações da instituição em um mapa interativo com informações acionáveis pelo mouse e no menu da esquerda. 

Diretrizes

Pelo terceiro ano consecutivo a publicação segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), na versão G4, que orienta os elementos mais relevantes de um relatório de sustentabilidade, além dos destaques do desempenho econômico, ambiental, social e de governança da instituição. Também foram incorporados os indicadores do suplemento setorial para ONG's da GRI, com informações específicas e mais relevantes para o terceiro setor.

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Filmes de cinco continentes abordam a relação da humanidade com seu bem mais precioso, a água; Fundação BB promove debate sobre o tema no dia 16 de março

​A água sacia a sede, gera a vida, purifica. Está presente em todos os principais acontecimentos da história da humanidade. É associada a rituais religiosos, a processos da arte, da psicanálise. Guia a sobrevivência do homem sobre a Terra. No entanto, vem sendo tão maltratada que vários estudos indicam que irá se tornar, ainda no século XXI, o recurso natural mais precioso do mundo. Para abordar estes e outros diversos aspectos associados à temática hídrica, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília apresenta PLANETA ÁGUA, uma mostra que vai exibir filmes produzidos em cinco continentes, traçando um painel do pensamento mundial sobre a situação da água. O evento acontece de 1º a 18 de março, no Cinema do CCBB, e vai contar ainda com debates, palestras, shows gratuitos, apresentações de dança e painel interativo. Curadoria de Carina Bini. Patrocínio: Banco do Brasil e Fundação Banco do Brasil.

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A mostra vai antecipar os debates do Fórum Mundial da Água 2018, que Brasília vai sediar, entre 18 e 23 de março. Maior evento internacional dedicado à questão da água no Planeta, o Fórum, em sua oitava edição, vai contar com representantes de mais de 100 países. A intenção é estabelecer compromissos políticos, incentivar ações de proteção das águas em todos os setores da sociedade e promover uma conscientização em massa da população.

Embora 75% do Planeta Terra sejam cobertos pela água, apenas 2,5% é formada por água doce. As geleiras proveem 67,5% de toda a água potável do Planeta e estão situadas nos polos sul e norte (Antártida e Ártico), além dos topos das grandes cordilheiras. As águas subterrâneas correspondem a 30% do total da água doce e são encontradas principalmente nos aquíferos. O restante vem de rios, riachos, lagos e das terras congeladas do extremo norte do planeta. Atualmente, cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável no mundo.

A Mostra
Planeta Água apresenta documentários e ficções que permeiam a relação do homem com a água, fazendo um recorte sob a ótica cultural e projetando um panorama internacional da questão da água em várias regiões do planeta. Segundo seus idealizadores, o propósito é comunicar, conscientizar, inspirar e motivar pessoas a mudarem estilos de vida e valorizarem uma das maiores riquezas do planeta. “Cada vez mais as imagens, vídeos e filmes ficam acessíveis e se tornam um instrumento eficaz de comunicação que encoraja a discussão, reflexão e a mudança de comportamento, podendo reforçar estilos de vida. O audiovisual é o meio mais eficaz para mostrar como anda a vida no planeta e difundir hábitos sustentáveis que possibilitem um futuro melhor para a humanidade”, afirma a curadora Carina Bini.

Ao todo são 32 filmes - oito longas, 12 médias e 12 curtas-metragens, sendo 27 documentários e cinco ficções, que abordam diferentes aspectos ligados ao tema da água. Eles serão exibidos ao longo de duas semanas e acompanhados de debates, palestras, apresentações de dança, shows musicais e atividade interativa, além de exibições dedicadas a alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal.

A programação está dividida em dois temas. O primeiro deles, “Água e Humanidade”, incluindo filmes relacionados à água e à mulher, em homenagem ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, e marcará a primeira semana de exibição. Nele estarão filmes que relacionam a água ao feminino, a partir de experiência de mulheres com a água, seja na vida real, através de documentários, ou em histórias inspiradoras dos filmes de ficção. É o caso do documentário norte-americano Mulheres e Água, de Nocem Collado, que apresenta um exame poético sobre a sociedade indiana (nas regiões mais pobres da Índia, as mulheres são responsáveis por encontrar água e usá-la).

Na segunda semana, sob o tema “Água e Planeta Terra” estarão filmes com perfil reflexivo e questionador sobre a atual situação da água no planeta, provocando e antecipando o debate sobre o tema, por ocasião do 8º Fórum Mundial da Água. Será possível, então, assistir a filmes como O Desaparecimento de Tuvalu, de Christopher Horner e Gilliane Le Gallic, sobre a primeira nação que corre risco real de ser engolida pelo mar, devido aos efeitos do aquecimento global. Ou Marca D’Água, dos premiados Jennifer Baichewal e Edward Burtynsky, filmado em alta definição, com perspectivas aéreas elevadas que oferecem a dimensão da magnitude da água no planeta.

A programação oferece filmes premiados como Água na Mesa, de Luz Marshall, sobre a relação do governo do Canadá com seu mais precioso recurso natural e a luta de uma mulher para que a água seja considerada um serviço público e não uma mercadoria rentável. Ou a coprodução Nigéria/França Mammy Water: Em Busca dos Espíritos Sagrados da Água da Nigéria, de Sabine Jell-Bahlsen, que mostra os numerosos rituais e cerimônias associadas à Mammy Water, a deusa das águas para povos do sudeste nigeriano. Há ainda Tocado pela Água, de Tamás Wormser, que apresenta os diferentes rituais de banho e purificação que perpassam várias culturas contemporâneas e o vínculo da humanidade com a água. E até a ficção Imensidão Azul, de Luc Besson, sobre dois amigos de infância que se tornam mergulhadores de renome e rivalizam na luta pelo título de melhor.



A mostra será gratuita (mediante retirada de ingressos na bilheteria do CCBB a partir de 1 hora antes de cada sessão) e conta ainda com sessão para alunos de escolas públicas do DF, ensino fundamental, com a exibição do filme MOANA; sessão acessível com legenda LSE; e sessão social voltada para terceira idade, com a presença de idosos da Casa do Candango, convidados pela produção.

Serviço - Planeta Água
Local: Cinema e área externa do CCBB Brasília
Data: de 1º a 18 de março de 2018
Horários: ver programação

Informações: (61) 3108-7600

Confira a programação completa aqui.

A divulgação deste assunto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Projeto de fortalecimento da apicultura nos assentamentos de Areias e Terra da Esperança investirá R$ 210 mil em capacitação, compra de equipamentos e um veículo e assessoria técnica

Há cinco anos, cerca de 40 famílias de agricultores familiares começaram a produzir mel nos assentamentos de Areias e Terra de Esperança, em Dix-Sept Rosado (RN), a 309 quilômetros de Natal. A iniciativa, desenvolvida pelo Centro de Assessoria às Comunidades Rurais e Urbanas (Ceacru), surgiu da necessidade de garantir renda e trabalho para a comunidade e vem mantendo a produção em cerca de 400 quilos de mel por ano. Agora, com a parceria da Fundação Banco do Brasil, a estimativa da entidade é aumentar esse volume para 7,2 mil quilos ao ano e gerar uma receita de R$ 72 mil.

Ainda em fase inicial de execução, o convênio, orçado em R$ 210 mil, possibilitará capacitação técnica em produção de mel, desenvolvimento sustentável e gestão ambiental, assim como a compra de equipamentos de informática, um veículo e 160 novas colmeias (atualmente são 80). Ernando Souza de Oliveira, diretor do Ceacru, explica que além de melhorar a qualidade do mel produzido por meio da capacitação técnica, o projeto permitirá a inclusão de novos produtores.

O assentamento Areias foi fundado em 1997 e desde então vem consolidando práticas agroecológicas e de economia solidária. Terra de Esperança, fundado em 2004, tem as mesmas características. A apicultura nos assentamentos é sazonal. As famílias também trabalham na agricultura de sequeiro (cultivo em terras com pouca umidade), principalmente de milho e feijão, e ainda comercializam castanha de caju para complementar a renda. De acordo com informações do Ceacru, o valor obtido com a venda de mel corresponde a 20% da receita dessas famílias. A escolha da apicultura se deu em razão da proximidade com outros municípios.

Dix-Sept
Pertinho de Mossoró, o município tem esse nome em homenagem ao governador Dix-Sept Rosado, morto num acidente de avião em 1951. As floradas de caju típicas da região atraem abelhas, o que propicia a apicultura.

 

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Em 2016 valor chegou a 2,9 bilhões, 19% inferior ao registrado em 2014, revelou relatório do PNUD

No Brasil, o investimento social privado na filantropia chegou a 2,9 bilhões de reais em 2016, valor equivalente a 0,23% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O montante pode impressionar, mas está abaixo do necessário, aponta o novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Plataforma de Filantropia. Lançado na última terça-feira (12), no Rio de Janeiro, documento aborda engajamento de entidades filantrópicas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

O montante investido em filantropia em 2016 foi 19% inferior ao registrado para 2014. Nos Estados Unidos, o volume de recursos disponibilizados para a área equivale a 2% do PIB, bem acima da proporção identificada no Brasil. Segundo o relatório, a filantropia no país sul-americano está concentrada em organizações e empresas, com pouco volume de doações individuais.

A publicação “Filantropia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: engajando o investimento social privado na agenda do desenvolvimento global” é resultado da parceria de fundações nacionais e institutos como a Fundação Banco do Brasil, a Fundação Roberto Marinho, a Rede Globo, o Instituto C&A, o Itaú, a Fundação Itaú Social, e o Instituto Sabin, além de ter o apoio apoio de GIFE, IDIS, WINGS e Comunitas.

Ainda de acordo com a pesquisa, a educação é a área que recebe mais investimento social privado no Brasil (84%), seguida pelo desenvolvimento profissional e cidadão para jovens (60%) e artes e cultura (51%). A área de direitos humanos tem ganhado força nos investimentos privados, crescendo 14% de 2014 a 2016.

No país, as doações filantrópicas tendem a focar em grupos específicos, com destaque para aqueles relacionados à juventude. As doações para iniciativas sobre questões de gêneros ainda são muito baixas, representando 4% dos investimentos. Em relação a questões raciais, o investimento foi ainda menor — 2%.

Segundo o levantamento, o Brasil apresenta um ambiente relativamente bem estruturado de redes e organizações para a filantropia. Além disso, é um dos quatro países da região da América Latina e do Caribe a ter uma associação formal de fundações filantrópicas. Os ODS são conhecidos e utilizados pela maioria das instituições filantrópicas do país como suporte nas decisões. A necessidade de promover impactos sociais robustos é um dos pontos comuns às agendas de trabalho do setor e das Nações Unidas.

“Estamos criando aqui uma grande rede com a participação da ONU e tendo como norte os ODS”, afirmou a representante-assistente do PNUD, Maristela Baioni, durante o evento de lançamento, que reuniu representantes de diferentes fundações e institutos filantrópicos. “O que nos move é garantir um presente digno e de justiça social. Estamos aqui para ampliar a integração e a sinergia para esse objetivo.”

A distribuição dos investimentos no Brasil ainda é altamente concentrada geograficamente. O Sudeste é a região que mais recebe recursos, seguido do Nordeste. Os investimentos em filantropia no Brasil, em sua ampla maioria, vão para projetos com impacto restrito ao país.

O diretor do Centro Internacional do PNUD em Istambul para o Setor Privado, Marcos Neto, convocou os representantes da filantropia brasileira a se envolver no cumprimento dos ODS. “Temos uma narrativa comum e temos responsabilidade. A gente pode e deve trabalhar juntos. O relatório e este encontro demonstram que os desafios são grandes, mas as oportunidades são ainda maiores”, ressaltou.

Além do panorama sobre a filantropia no Brasil, o documento apresenta recomendações sobre como aprimorar a estrutura regulamentadora do Estado para estimular o potencial filantrópico do Brasil; aproximar a filantropia da sociedade civil, conquistando confiança e promovendo transparência; e ampliar os laços entre diferentes organizações e instituições para fortalecer o impacto das ações, tendo os ODS como guias.

Acesse o relatório “Filantropia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: engajando o investimento social privado na agenda do desenvolvimento global” (Documento em inglês).

A Plataforma de Filantropia foi criada ao final do ano passado, sob a coordenação de empresas e organizações parceiras e associações de filantropia, com o apoio do PNUD. Com a iniciativa, o Brasil tornou-se o oitavo país-piloto a lançar a Plataforma, ao lado do Quênia, Gana, Zâmbia, Indonésia, Colômbia, Estados Unidos e Índia. Saiba mais clicando aqui.

Fonte: ONUBR

A divulgação deste assunto contempla todos os 
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Expocatadores 2017 busca promover debates e troca de experiências para fortalecer a participação dos catadores na cadeia de reciclagem

Nesta segunda (11) até o dia 13, Brasília recebe a 8ª edição da Expocatadores. O evento contará com o público de mais de 3 mil catadores e de materiais recicláveis de 26 estados brasileiros e mais de 14 países da América Latina, Ásia, África e Europa, além de quatro mil visitantes diários. Também estão confirmadas presenças de autoridades e convidados especiais, tais como os representantes do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal, Ministério da Justiça, Fundação Banco do Brasil e Itaipu.

A Expocatadores 2017 terá como tema central a “Reciclagem Popular: o papel dos catadores na defesa do Planeta”. Os debates e diálogos serão aglutinados a partir de três eixos: “A Gestão de Resíduos na agenda mundial e o desafio da preservação do Planeta; o papel dos catadores e catadoras na construção do uma agenda de desenvolvimento sustentável para o Planeta; e a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil e seu Impacto Ambiental.

A Fundação Banco do Brasil é uma das patrocinadoras do evento e terá representantes durante os três dias de evento. No dia 12, o assessor Luiz Gonzaga de Carvalho vai participar como debatedor do painel "Construindo um projeto de Reciclagem Popular a partir da ação dos Associações e Cooperativas de Catadores".

A programação completa pode ser conferida no site: http://www.expocatadores.com.br/

Sobre a Expocatadores

Em sua oitava edição, a Expocatadores é um dos principais eventos realizados na temática de resíduos sólidos urbanos e educação ambiental do Brasil. Um importante veículo de disseminação de conhecimentos, exposição de projetos sociais, iniciativas empresariais e tecnologias que visam fortalecer a presença qualificada dos catadores de materiais recicláveis na cadeia da reciclagem.

Pela primeira vez o evento acontece em Brasília. Somando-se o público das sete edições já realizadas da Expocatadores, o evento reuniu mais de 30 mil pessoas entre catadores, palestrantes, expositores e visitantes vindos de todo o território brasileiro, das Américas Latina e Central, Ásia e África.

“O encontro pretende reafirmar a importância do catador de resíduos sólidos urbanos como profissional protagonista na cadeia de reciclagem e promover a imagem das organizações de catadores como unidades coletivas de negócios e portadoras de capacidade técnica para atuar nas diferentes etapas do processo da reciclagem”, destaca o representante da Ancat e do Movimento Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis – MNCR, Roberto Rocha.

Serviço: Expocatadores 2017

Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães CCUG

Endereço: St. de Divulgação Cultural 05 Eixo Monumental – Brasília, DF

Quando: 11, 12 e 13 de dezembro

Horário: A partir das 9h, exceto o dia 11

Inscrições gratuitas e programação pelo site: www.expocatadores.com.br

Contato para dúvidas:
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
(11) 5084-3466
(11) 9.9597-4412

Fonte: Assessoria de Comunicação da Expocadores 2017

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Iniciativa tem recursos da Fundação BB, BNDES e Fundo Amazônia

Termina no dia 15/12/2017 o prazo de inscrições para o edital Ecoforte Redes, destinado a novas propostas de redes de agroecologia ou ao fortalecimento das já atendidas pela seleção do Ecoforte em 2014, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas.

A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia. Serão investidos até R$ 18,5 milhões, sendo R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão. Os R$ 2,5 milhões restantes são destinados à consolidação e expansão de propostas já beneficiadas pelo Ecoforte, com aporte entre R$ 300 e 500 mil.

Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

Confira mais informações sobre o edital em fbb.org.br/ecoforte2017

Assista ao vídeo da oficina sobre o Edital Ecoforte, com esclarecimentos sobre o processo de inscrição, realizado no VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia.

Programa Ecoforte
Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

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Aporte de R$ 1,2 mi vai permitir a continuidade do projeto e a inclusão social de 2 mil atendidos em São Paulo

Uma parceria entre a Fundação BB, a Rede Cidadã e Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (SMADS) de São Paulo, firmada na última sexta-feira, 24, irá possibilitar a inclusão social de 2 mil pessoas em situação de rua na capital. Trata-se de projeto que mobiliza empresas, movimento sociais e o poder público para preparar e encaminhar moradores de rua para atividades empreendedoras ou inclusivas dentro do programa Trabalho Novo, iniciado este ano.

Inicialmente, empresas aptas para o projeto são cadastradas e mobilizadas. Também são identificadas pessoas atendidas que queiram participar da ação em 24 unidades de acolhimento da cidade para serem capacitadas. Após esta fase, os participantes são encaminhados para entrevistas de emprego e, caso sejam efetivados, são monitorados para avaliar a adequação aos postos de trabalho.

O investimento social da Fundação BB é de R$ 1,2 milhão, com a contrapartida de cerca de R$ 108 mil da Rede Cidadã. "O recurso investido pela Fundação permitirá a continuidade de um projeto que está dando certo. Já inserimos no mercado mais de 1,5 mil pessoas em situação de rua e atingimos uma taxa de permanência de 80 por cento", afirma a coordenadora do projeto, Tatiana Carvalho.

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Fórum internacional reúne pesquisadores, representantes do poder público e de iniciativas finalistas do Prêmio Fundação Banco do Brasil

“Nem todas as tecnologias geram coisas boas. Muitas deixam pessoas fora do sistema. A questão é para a onde a mudança tecnológica leva a sociedade, qual a dinâmica social que está gerando”, afirmou o argentino e pesquisador em política de tecnologia Hernán Thomas na palestra magna de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento é realizado pela Fundação BB, nesta terça e quarta-feira (21 e 22), em Brasília, e antecede a cerimônia da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que será dia 23.

Na palestra, o pesquisador Thomas propôs uma reflexão sobre a atuação estratégica e ampliada das iniciativas sociais. Ele explicou que toda tecnologia é política, pois pode ou não democratizar o saber e se colocar a serviço da sociedade. Quem estava assistindo, se sentiu provocado a pensar. Júlia Carvalho, da tecnologia social Fast Food na Política, de São Paulo, resumiu o que achou mais importante. "A tecnologia social sempre serve a atores específicos, por isso temos que avaliar se ela é democrática ou se está concentrando poder". Leo Pereira, diretor da Escola de Comunicação Comunitária, de São Paulo, gostou da palestra. “É bom ter um olhar de fora para a gente pensar o que está fazendo no dia a dia, se estamos nos avaliando direito”, destacou.

O Fórum reúne pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB, além de entidades certificadas em premiações anteriores. A finalidade do encontro é discutir as experiências dos participantes e formular propostas de fortalecimento de políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil para a promoção das tecnologias sociais.

Ainda na primeira manhã de atividades, cada integrante das iniciativas finalistas subiu ao palco para contar um pouco do trabalho realizado. Francisca Moraes Souza, integrante da Rede Bodega de Comercialização Solidária, veio do Ceará para participar do evento. “Espero aprender e levar novos ensinamentos para minhas colegas da rede”, destacou ela.

Ana Carolina Steinkopf, da finalista Uma Sinfonia Diferente, disse que estava ansiosa por aquele momento. “Quero trocar com as outras tecnologias, conhecer a estrutura delas, para ter outras referências e melhorar o que a gente faz.”

A programação conta com oficinas que irão facilitar o intercâmbio de conhecimentos sobre as várias conquistas e desafios a serem superados pelas metodologias implantadas. Além disso, haverá mesas de discussão com especialistas de diferentes áreas, com atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação em tecnologia social. Comporão as mesas de debates: Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasil; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Com realização da Fundação Banco do Brasil, abertura do evento será transmitida ao vivo pelo Youtube

Nos dias 21 e 22 de novembro a Fundação Banco do Brasil vai realizar o Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento reunirá pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, assim como de entidades certificadas em premiações anteriores.

O objetivo é permitir a troca de experiências entre os participantes e a formulação de propostas para fortalecer políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil voltadas à promoção das tecnologias sociais no Brasil.

A abertura do evento, no dia 21, a partir das 9h, poderá ser acompanhada em transmissão ao vivo pelo youtube.com/fundacaobb. Às 9h30 começará a palestra magna do especialista Hernán Thomas, "Novos Desafios para a Tecnologia Social: Estratégias de Desenvolvimento Inclusivas, Sustentáveis e Sistemas Tecnológicos Sociais" (Hernán Thomas - Argentina). Thomas é diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes, na Argentina, doutor em Política de Ciência e Tecnologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-doutor pelo Departamento de Política Científica e Tecnológica da UNICAMP.

A programação do Fórum seguirá na manhã do dia seguinte com mesas de discussão formadas por especialistas de diferentes áreas: atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação e tecnologia social. Os convidados serão Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasi; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Nas tardes do primeiro e do segundo dia os participantes vão se dividir em grupos para debater como tem sido a atuação das iniciativas representadas no evento e estratégias de fortalecimento das ações. As discussões serão encerradas com encaminhamento de propostas para o poder público, o legislativo e a sociedade civil.

Serviço: Palestra de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social

Acompanhe AO VIDO pelo canal youtube.com/fundacaobb dia 21/11, a partir das 9h.

Palestrante: Hernán Thomas, diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes

hernan thomas

 

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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