Foram habilitadas 23 entidades que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais no Bioma Amazônia

A Fundação Banco do Brasil anuncia o resultado definitivo da Etapa 3 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta terça (7) no Diário Oficial da União. Foram habilitadas 23 entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia. Das habilitadas, oito ficam no estado do Amazonas, cinco no Amapá, quatro no Acre, e três tanto em Roraima quanto no Pará.

O investimento social é de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).  O edital apoia empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Recurso será investido na compra de veículo e equipamentos, que vão contribuir para melhores condições no escoamento dos materiais recicláveis

A Associação Unidos na Reciclagem (Assur), vai receber da Fundação Banco do Brasil investimento social de R$ 120 mil para ampliar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis em Campo Largo (PR). Os recursos serão destinados ao projeto “Elos da Sustentabilidade, que promove a inclusão social e o reconhecimento dos catadores como parte importante na cadeia produtiva da reciclagem.

A formalização da parceria aconteceu na última terça-feira, 4, no plenário da Câmara de Vereadores do município. O investimento social será usado na compra de novos equipamentos - prensa, esteira e um veículo - para melhorar as condições de trabalho dos 17 associados e facilitar o escoamento dos materiais recicláveis. Espera-se que o projeto contribua para a diminuição do volume de resíduos enviado ao aterro sanitário. “Sem os equipamentos necessários nosso trabalho fica muito limitado. Pretendemos aumentar o volume de material coletado e melhorar a renda dos associados”, declarou Naraci de Deus Paula, presidente da Assur.

Desde sua criação, em 2007, a associação incentiva o trabalho e a comercialização de material reciclável coletado nos pontos de origem - empresas públicas e privadas, escolas e condomínios. Com esse trabalho, em parceria com a prefeitura, a entidade promove a emancipação social e econômica dos catadores de forma sustentável e contribui para o aprimoramento do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) de Campo Largo (PR).

Em 2015, o município de Campo Largo foi um dos vencedores da terceira edição do Prêmio Cidade Pró-Catador, com a iniciativa “Elos da Sustentabilidade”, apresentada pela Assur . A proposta tinha como finalidade, ampliar a capacidade produtiva da associação, por meio da aquisição de veículo utilitário para apoio logístico, máquinas e equipamentos para reciclagem, visando a melhoria da atividade produtiva e aumento da renda dos catadores. Na ocasião, o município recebeu R$ 120 mil como prêmio.

O Prêmio Cidade Pró-Catador foi promovido pela Secretaria de Governo da Presidência da República em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB). Os projetos foram avaliados por um comitê julgador composto por membros do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativas promovem o reaproveitamento da água no chuveiro e na pia para a irrigação de hortaliças e a capacitação, inclusive em escolas

Dentre os muitos projetos do estado do Ceará que receberam investimento social da Fundação Banco do Brasil, dois são da região de Crateús, 353 quilômetros de Fortaleza.

Com a Cáritas Diocesana de Crateús, o investimento social de cerca de R$170 mil da Fundação BB é para estruturar 12 brinquedotecas, compostas por livros, jogos e brinquedos, e para implementar oito unidades de bioágua acopladas em quintais produtivos nas escolas públicas da região.

O Sistema Bioágua de tratamento e reuso de águas cinzas é composto por caixas filtradoras, com brita, areia, pó de serragem e húmus com minhoca. Após passar pela composição, a água sai purificada e pode ser destinada à irrigação de hortaliças, frutas e plantas medicinais. O cultivo de alimentos vai complementar a merenda escolar.

O projeto intitulado “Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido Cearense” busca contribuir para o desenvolvimento sustentável da região. A meta é alcançar o maior número de educadores no processo de formação continuada, para que eles disseminem conhecimentos aos alunos e seus pais sobre o semiárido brasileiro, as potencialidades, os desafios ambientais, sociais políticos e econômicos. As capacitações acontecem em três módulos temáticos sobre a convivência com o semiárido brasileiro. A implantação dos sistemas está prevista para junho deste ano.

"Ver uma instituição como a Fundação BB abrindo editais de projetos que vão potencializar o semiárido nos deixa feliz. Acreditamos que essa atividade nas escolas, com a participação de educadores e educandos possa ajudar a desconstruir a ideia que o semiárido é um lugar pobre, que não é bom para viver. Queremos mostrar uma região rica, com diversidade na fauna e flora e dar oportunidades aos jovens o poder de decisão de morar aqui ou não", declara, Adriano Leitão, coordenador de projetos sociais.

A outra ação da Fundação BB na região é realizada com o Instituto Bem Viver (IBV) para implementar o projeto intitulado “Reuso de Águas Cinzas para Produção de Alimentos no Semiárido Cearense”, com o investimento social também de R$ 170 mil. O projeto tem como objetivo, sensibilizar os moradores das comunidades para a importância da conservação do recurso hídrico e do solo, e estimular a produção de alimentos nas propriedades das famílias. Por meio do Sistema de Bioágua Familiar nos quintais produtivos, a iniciativa permite o reaproveitamento da água e a consequente redução da demanda num lugar de extrema escassez.

A parceria vai implantar 35 sistemas de reuso de águas cinzas - desde a captação até a irrigação. As famílias beneficiadas vão receber capacitação para o uso e manutenção da tecnologia e para atuar como pedreiro, além de participarem de intercâmbio de agricultores e assessoria.

Duas escolas da região também serão beneficiadas com o projeto. Dos 35 sistemas, 27 estão sendo implementados no município de Ipaporanga, distante 30 quilômetros de Crateús. Nessa comunidade, no dia 3 de maio, prefeitos de 20 municípios do Ceará participaram de um intercâmbio para conhecer os quintais produtivos e o uso do sistema.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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