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Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária e da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil 

A Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Brasileira reinauguram, no sábado (27), a Feira Municipal de Pedreiras (MA). A ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O Superintendente do Banco do Brasil no Estado do Maranhão, Alison Aguiar da Costa, declara que o Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. "A estratégia fortalece a economia local através da utilização de transações digitais, e leva praticidade e segurança às pessoas de Pedreiras!"

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos orgânicos.

O diretor da Fundação Banco do Brasil, Rogério Biruel, destaca que a revitalização das feiras deve impactar na geração de renda dos feirantes. “Desde o diagnóstico, identificamos que a reestruturação e as capacitações trariam benefícios aos feirantes e consequentemente um ganho para toda a cidade”.

A agricultora familiar Eva Souza, participante da feira desde 2016, diz que um dos maiores desafios dos feirantes é a comercialização. “Este projeto veio para nos fortalecer. Não tínhamos onde vender nossos produtos e agora teremos nossas barracas e poderemos montar outros pontos de venda, além da feira”. Ela acredita que o aumento da geração de renda, impacta na vida dos feirantes, inclusive na educação dos filhos. “Com uma renda maior, podemos investir nos estudos dos nossos filhos e proporcionar uma vida melhor para eles”, afirma entusiasmada.

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária, em Pedreiras, foi desenvolvido com o apoio local da agência do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural e da Regional Maranhão da Cáritas Brasileira. O evento reuniu a comunidade local, autoridades municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil. 

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2.850 feirantes participarão da iniciativa. No Maranhão, além de Pedreiras, mais cinco cidades estão no projeto: Lago da Pedra, Pindaré-Mirim, Presidente Dutra, São Domingos do Maranhão e Viana.

Fundação BB investiu mais de R$ 10 milhões no Maranhão

 A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, dentro da estratégia Município Digital do Banco do Brasil

Na quarta-feira, 17, a Feira Municipal de Castelo do Piauí (PI) foi reinaugurada. A ação é fruto de investimento social da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Cáritas Brasileira, no âmbito do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Projeto faz parte da estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, de fortalecimento da economia local por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia todos os atores locais.

O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, João Rabelo, declara que a estratégia Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. “Era preciso construir um novo arranjo que viabilizasse o funcionamento da economia local, além de levar segurança e comodidade para todos os envolvidos”, esclarece Rabelo.

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, diz que o Projeto Nossa Feira fortalece as economias locais e promove a transformação em toda a cadeia de comercialização. “O investimento nas feiras trará impactos positivos nos aspectos econômicos, sociais e culturais das cidades refletindo diretamente no aumento da renda e melhoria da qualidade de vida de toda a população”, afirma Asclepius.

Para ampliar o alcance e aproveitar o poder transformador das crianças, em parceria com a Secretaria de Educação e os professores municipais, o Projeto entregou para os alunos do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas castelenses a cartilha-gibi “Conectados”, promovendo a educação financeira e digital deste público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

A artesã Ana Célia Soares trabalha nesta feira há três anos e participou da capacitação em educação financeira. “Já tivemos as aulas e vamos ter nossas barracas. Estamos com a ideia de realizar as feiras a cada 15 dias e isto vai gerar um aumento da nossa renda. O projeto chegou em boa hora”, avalia de forma positiva.

As iniciativas foram desenvolvidas com o apoio da agência local do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal de Castelo do Piauí, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Straaf), do Centro de Formação Educacional para Convivência com o Semiárido (Cefesa) e da Regional Piauí da Cáritas Brasileira. O evento foi realizado na Praça Lisandro de Carvalho, em Castelo do Piauí (PI) e teve a presença da comunidade local, do prefeito, secretários e vereadores municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil.Solenização

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2850 feirantes participarão da iniciativa. No Piauí, as cidades de Castelo e Demerval Lobão serão beneficiadas com o Nossa Feira. 

Fundação BB investe mais de R$ 56 milhões no Piauí

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 56 milhões no estado do Piauí. Foram 235 projetos executados, em 99 municípios e 104,3 mil pessoas atendidas. No estado, o maior investimento foi na construção de cisternas de água de beber e de produção. Foram R$ 26,5 milhões investidos para garantir o acesso a água para 33,4 mil participantes. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, recebeu R$ 4,5 milhões e atendeu 12,6 mil estudantes. As cadeias de produção de mel e caju, também receberam aporte de R$ 2,9 milhões e R$ 2,1 milhões, respectivamente, atendendo 15 mil pessoas.

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