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A feira fica no centro da cidade, ao lado do Mercado Público e tem 108 barracas novas

Os feirantes e a comunidade de Presidente Dutra receberam no último sábado (28/09) a nova feira livre municipal. A revitalização faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, promovido pela Cáritas Brasileira e Fundação Banco do Brasil, em parceria com a prefeitura local.

Os 108 comerciantes que trabalham no espaço foram beneficiados com lixeiras e containers para fazerem a gestão e organização de resíduos sólidos. Eles receberam barracas, jalecos, alguns também receberam luvas e botas para fazerem o manuseio de carne e peixe, além de Wesclhey1 balanças digitais e mecânicas.

Os feirantes foram capacitados, por meio da metodologia social Oasis - uma ferramenta de mobilização que visa favorecer o desenvolvimento comunitário, ampliando sua capacidade de propor respostas criativas para resolução de problemas, e criar bases para o sucesso de políticas públicas participativas.

Wesclhey Silva Souza é feirante desde 2015 e trabalha com verduras, legumes e folhagens diversas. “Estamos muito alegres com as barracas novas que recebemos da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. As anteriores eram muito velhas e enferrujadas, e agora temos um material novo, bonito, que tem agradado tanto os feirantes como os consumidores”.

“Essa apoio que recebemos tem sido maravilhoso para todos nós. Antes trabalhávamos com barracas velhas e emprestadas. A nossa feira agora está mais bonita. Também recebemos o kit feira padronizado. Tudo o que eu e a minha família vendemos na nossa barraca é o que plantamos – milho verde, alface, cheiro verde, limão e muitas outras coisas”, disse Ana Carla Vieira Morais dos Santos.

O projeto Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, uma ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB foi utilizado na revitalização e estruturação das feiras para atender cidades dos estados da Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí. O projeto oferece ações como formação dos feirantes, capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo, gestão dos resíduos sólidos e oficinas culturais.

No Maranhão, além de Presidente Dutra, outros cinco municípios tiveram suas feiras revitalizadas - Pedreiras, São Domingos, Viana, Lago da Pedra e Pindaré Mirim.

Ana Carla1

Fundação BB no Maranhão

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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A iniciativa é uma parceria da Cáritas Brasileira, Fundação Banco do Brasil e prefeituras municipais

As novas feiras populares das cidades baianas de Antas e Ibirataia foram entregues aos comerciantes e à população no sábado (21).  A revitalização dos espaços foi feita pelo projeto Nossa Feira Popular e Solidária, uma parceria da Fundação Banco do Brasil, Cáritas Brasileira e prefeituras locais, com objetivo de fortalecer a economia dos municípios, mobilizar as comunidades, capacitar os feirantes e estimular o desenvolvimento comunitário.Jose Lino

A feira de Antas, cidade que fica no Norte da Bahia, cerca de 340 quilômetros de Salvador, tem 109 barracas, uma delas é do senhor José Lino. O feirante conta que participou ativamente das reuniões e intercâmbios na certeza que chegaria a sua vez. “Agradeço a Deus pela barraca nova. Confiei n’Ele, lutei muito, andei bastante, mas consegui. Também participei dos intercâmbios nas cidades de Cachoeira, São Félix, Canudos e Nordestina, declarou.

Na mesma feira também tem a barraca de produtos orgânicos do José Fagnor Gonçalves Batista. Quem busca verduras e legumes e outros produtos, livres de agrotóxicos, sabe bem onde encontrar. “Hoje o dia é de muita alegria, porque se fosse para eu fazer essa reforma com o meu dinheiro não teria condições. Agradeço demais a organização do projeto”, disse o feirante.  

Já em Ibirataia, cidade situada no Sul da Bahia, são 57 barracas, onde os feirantes vendem seus produtos, a maioria proveniente da agricultura familiar. Além dos novos postos de trabalho, os participantes também receberam balança de precisão, jalecos, sacolas e coletores de lixo. A barraca de frutas da Carla Santos Macedo está entre as revitalizadas. Segundo ela, estava bem velhinha e acabada.  “Gostei muito do projeto, estou satisfeita com tudo que recebi”, declarou.

Além das duas cidades baianas, a previsão do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária é atender 21 feiras populares de quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia: nas cidades de Antas, Ibirataia, Canudos, Nordestina, Crisópolis, Cachoeira, São Félix, Pau Brasil e Abaíra; no Maranhão: Pedreiras, Presidente Dutra, São Domingos, Viana, Lago da Pedra, Pindaré Mirim; na Paraíba: Areia, Boqueirão, Conceição, São João do Rio do Peixe e no Piauí: Demerval Lobão e Castelo do Piauí. 

O Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, uma ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras, cujo objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia a comunidade local.  O projeto recebeu investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB.

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Projeto faz parte da estratégia Município mais que Digital e tem apoio da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira

Em um lugar que já foi cenário de uma das maiores guerras do Brasil, a última sexta, 13, foi marcada por um momento de alegria: a reinauguração da feira livre de Canudos, cidade localizada há 370 quilômetros de Salvador. Ao som do forró e do rastapé apresentado por grupos locais, 126 feirantes foram contemplados com novas barracas, jalecos, balanças além de lixeiras e contêineres para a gestão de resíduos sólidos.

A ação faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, uma parceria da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira junto às prefeituras locais, com o objetivo de fortalecer a economia dos municípios, capacitar os feirantes e estimular o desenvolvimento comunitário por meio do protagonismo e da participação cidadã.

O coordenador da Cáritas no nordeste baiano, Izael de Jesus, foi o responsável por pesquisar a situação das feiras em 2018 e fazer a adesão dos participantes. “Quando chegamos aqui as pessoas não acreditavam que o projeto sairia do papel e aos poucos, com as reuniões, a confiança foi sendo construída e alcançamos o respeito com a reinauguração da feira”, avalia.

A ação vai além de organizar a feira e gerar renda. O feirante Celestino Santana, vendedor de amendoim, destaca a melhora na qualidade no trabalho. “Foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos. A partir de agora eu vou trabalhar debaixo da sombra, porque tenho uma barraca”, afirma.

Outra feirante muito feliz com a revitalização da feira é Jamile Crispim. A mãe de Jamile trabalhou 30 anos vendendo doces caseiros na feira de Canudos, mas após desenvolver glaucoma, ficou impossibilitada. Jamile assumiu as vendas há três anos e agora acredita que é possível os feirantes criarem uma associação. “Temos que aproveitar este momento de felicidade com as conquistas e criarmos uma associação para conseguirmos mais benefícios”, conclui a feirante.

Empoderamento local

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária faz parte da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com os municípios, cujo objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial que beneficia os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável.

A iniciativa recebeu investimento social de R$ 10 milhões da Fundação BB para atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí. Na Bahia, os municípios que tiveram as feiras reinauguradas, além de Canudos, foram Abaíra, Crisópolis, Nordestina Pau Brasil e São Félix.

Nos últimos dez anos, a Fundação BB investiu mais de R$ 147 milhões no estado da Bahia. Foram 653 projetos, em 183 municípios e mais de 251 mil pessoas foram atendidas.

Curiosidades sobre a cidade de Canudos

A atual cidade de Canudos é a terceira a ter este nome. A primeira surgiu no século 18, às margens do rio Vaza-Barris, a 12 quilômetros da localidade atual, e era uma pequena aldeia nos arredores da Fazenda Canudos. Quando Antônio Conselheiro chegou na região, em 1893, renomeou o vilarejo como Belo Monte. Após a derrota dos seguidores de Conselheiro, na guerra que ficou conhecida como Guerra de Canudos, a segunda Canudos foi repovoada em 1910, sobre as ruínas de Belo Monte. Na década de 50, devido a construção de uma barragem, as pessoas saíram da segunda Canudos e foram residir a 20 quilômetros deste local, próximo a fazenda de Cocorobó. O vilarejo de Cocorobó cresceu e se tornou emancipado da cidade de Euclides da Cunha em 1985 e foi rebatizada de Canudos.

Na cidade, os pontos turísticos estão relacionados à Guerra de Canudos como o Parque Estadual, um sitio arqueológico que preserva os espaços onde ocorreram as principais batalhas e o Instituto Popular Memorial de Canudos que tem o cruzeiro da época de Antônio Conselheiro, além de roupas e máscaras usadas na produção do filme “A Guerra de Canudos”. (Com informações da prefeitura municipal e Wikipédia).

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Iniciativa promove economia local com infraestrutura, sustentabilidade e venda via cartão

Quem visita as feiras livres geralmente encontra um pouco de tudo – roupas, calçados, frutas, verduras, artesanatos, utensílios para o lar e alimentos em geral. E as feiras do Maranhão não são diferentes. No final do mês de agosto, os comerciantes e clientes dos municípios de Viana, Pindaré Mirim e Lago da Pedra ganharam novos espaços para trabalhar e fazerem suas compras, com barracas padronizadas e mais funcionais. Os feirantes receberam jalecos, balanças, além de lixeiras e contêineres para fazerem a gestão dos resíduos sólidos - secos e orgânicos, resultado do projeto Nossa Feira Popular e Solidária, uma parceria da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira com as prefeituras locais.

Na cidade de Viana, por exemplo, o cliente pode escolher o que comprar nas 277 barracas. Uma delas é da Elaine Cristina, de 29 anos, que há dois anos vende verduras e legumes para garantir o sustento da família. “Estamos muito felizes com a nova feira. Agora temos barracas adequadas às nossas necessidades. Antes eu tinha uma mesa muito pequena para colocar as minhas mercadorias, e muitas vezes queria comprar mais produtos e não podia, por falta de espaço para acomodação. Nessa nova barraca a mesa é grande, assim posso colocar mais coisas”, disse.

Em Pindaré Mirim, o artesanato faz sucesso entre as 65 barracas. A exemplo das peças produzidas pela dona Vanilda da Silva Serejo, de 64 anos e pelo artesão Francisco das Chagas. Na banca da feirante, o cliente encontra uma infinidade de miniatura, fabricados com produtos da terra. Já Francisco das Chagas, artesão há 26 anos, vende peças inspiradas em umas das festas mais tradicionais do estado do Maranhão, o Bumba Meu Boi.Francisco das Chagas Vanilza da Silva

E quando a fome bater, em Lago da Pedra, um dos lugares recomendados para um bom lanche é a barracado senhor Antônio Andrade da Conceição, de 56 anos. Lá a clientela encontra salgados, tapiocas,caldos, suco, água e refrigerante. Assim, o visitante terá disposição para percorrer as outras 161 barracas da feira e ainda dar uma passadinha na banca de Lindalva Ferreira Lima, de 51 anos, que vende roupas femininas.

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária foi lançado em dezembro de 2018 para contribuir com o desenvolvimento econômico, garantir melhores condições de trabalho aos feirantes e oferecer mais comodidade e segurança aos visitantes, uma vez que oferecem máquinas de cartão de débito e crédito para pagamento.

Além de Viana, Pindaré Mirim e Lago da Pedra, outros dois municípios maranhenses também foram contemplados: Pedreiras e São Domingos. Ao todo, o projeto vai revitalizar 21 feiras livres nos estados da Bahia, Piauí, Maranhão e Paraíba. O Nossa Feira está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento e promoção do desenvolvimento sustentável da região.

Para Luciano Barros, gerente do Banco do Brasil de Lago da Pedra, a revitalização das feiras locais, juntamente com a capacitação dos feirantes, vai melhorar muito a vida das famílias da região, tanto na questão de emprego e renda, como na saúde e meio ambiente, com o descarte correto dos resíduos. “Nós só temos a agradecer essa parceria da Fundação BB com a Cáritas Brasileira”, concluiu.

 

 

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Portal Interno Feira Demerval
Com o apoio da Fundação BB e da Cáritas Brasileira 60 feirantes foram beneficiados

“Para ajudar a complementar a renda familiar, comecei a fazer lanches, produzir artesanato e montei uma barraca para vender na feira da cidade. Há quatro anos faço isto e por final de semana consigo ganhar em torno de 350 a 400 reais”. Foi assim que Maria do Socorro Farias começou a trabalhar na feira livre de Demerval Lobão, município localizado na grande Teresina, no Piauí.

Ela é uma das 60 feirantes beneficiadas com a reinauguração da feira que ocorreu no último domingo, 18. Os feirantes receberam novas barracas, jalecos e balanças digitais e mecânicas. No Mercado Público, onde ocorre a feira, foram instaladas lixeiras e containers para a gestão dos resíduos sólidos.

A iniciativa faz parte do projeto Nossa Feira Popular e Solidária que tem o apoio da Fundação Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. O objetivo do projeto é contribuir com o desenvolvimento econômico dos municípios e reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural.

A reinauguração também recebeu atividades culturais e educacionais. Uma banda de forró da região tocou ao lado dos estudantes das escolas municipais da cidade. A ideia surgiu do gerente de relacionamento do Banco do Brasil local, Francys Van Regis.

“Tentamos envolver a questão cultural e social no evento para fortalecer a cultura popular porque entendemos que a feira é um espaço que vai além do comércio. Para nós já é um patrimônio cultural”, avalia o gerente.

Francys também foi responsável por ministrar três encontros de educação financeira para os feirantes e repassou noções de controle de custo, fluxo de caixa e a importância do uso do cartão como meio de pagamento. “Toda a avaliação do processo é positiva, desde o envolvimento da prefeitura, a mobilização dos feirantes e agora, com a reinauguração da feira. Estamos muito orgulhosos”, finaliza.

Investimento Social

O Nossa Feira Popular e Solidária recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e vai atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí.

O projeto está inserido na estratégia Município Mais que Digital ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

Estiveram presentes no evento de reinauguração o prefeito municipal, Junior Carvalho, servidores municipais, secretários e representantes do Banco do Brasil e da Cáritas Brasileira. No estado do Piauí, além de Demerval Lobão, a cidade de Castelo do Piauí teve a feira revitalizada em abril deste ano. Leia aqui como foi.

 

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As cidades de São Félix, Crisópolis e Pau Brasil receberam investimento do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária

Tombado como Patrimônio Cultural do Brasil em 2010 por seu conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico, e localizado há 110 quilômetros da capital Salvador, o município baiano de São Félix foi a terceira cidade baiana a receber o Nossa Feira Popular e Solidária. Em julho outras duas cidades também tiveram suas feiras revitalizadas no estado: Nordestina e Abaíra.

“Muita coisa mudou desde 2017, quando começamos a fazer o diagnóstico da situação dos feirantes em São Félix. A reinauguração da feira é só um marco simbólico porque há muitas conquistas decorrentes desta mobilização: a revitalização da praça pública, a aquisição do transporte para os expositores que residem longe da cidade e agora, a criação da associação dos feirantes”, avalia Renata Guedes, gerente geral da agência do Banco do Brasil da cidade.

Renata é uma das pessoas que estavam presentes na reinauguração da feira que aconteceu no dia 9 de agosto. Ela participou de todo o processo de revitalização da feira e afirmou que estava muito feliz com as conquistas dos feirantes. “Eles conseguiram muita coisa com a prefeitura por causa desta união. Até apoio jurídico para montar a associação, eles alcançaram. É uma satisfação muito grande”, comemora.

Os feirantes receberam novas barracas e jalecos e foram instaladas lixeiras e containers para a gestão de resíduos sólidos na praça onde ocorre a feira. Ao todo, 83 feirantes foram beneficiados e muitos já trabalham com os cartões de débito e crédito, diversificando os meios de pagamento e contribuindo para o crescimento econômico da cidade.

A feirante Ana Claudia Silva, que trabalha há 12 anos no local, é uma das participantes do projeto. A agricultora familiar, que produz hortaliças com o esposo e os quatro filhos, diz que no começo muitos comerciantes estavam descrentes, mas após o desenvolvimento das ações, houve a adesão de mais sete feirantes. “Eu espero que melhore ainda mais porque a maioria aqui é produtor rural e a abertura da associação, com mais de 90 participantes, vai nos ajudar a ter mais benefícios”, avalia.

Inauguração em Crisópolis

Crisópolis foi a quarta cidade baiana que teve a feira revitalizada. O município está localizado no nordeste do estado, tem 57 anos de fundação e coincidentemente o mesmo tempo de existência da feira tradicional.

A reinauguração ocorreu no dia 14 e beneficiou 142 feirantes. Para o subsecretário de agricultura de Crisópolis, Gilson Alves, o sucesso do projeto foi a mobilização e conscientização dos feirantes que está permitindo uma mudança de cultura desde a criação da feira agroecológica, há dois anos, passando pelo uso das máquinas de débito e crédito. “A feira daqui é regional, inclusive com pessoas que vêm de Sergipe. Os feirantes daqui comercializam desde hortifrutigranjeiros a roupas, então o desafio foi conscientizar e mobilizar as pessoas sobre a importância de revitalizar a feira”, conta Gilson.

A feira tradicional da cidade ocorre semanalmente com o início da montagem ao meio dia de terça-feira e o auge é na quarta-feira de manhã, quando fica completa. Já a feira agroecológica ocorre aos sábados e o mercado para comercialização de carnes também atende os clientes nas, quartas, sábados e domingos.

Feira de Pau Brasil também foi reinaugurada

A cidade de Pau Brasil foi a quinta a ter a feira revitalizada. Localizada no sul do estado, na região de Ilhéus e Itabuna, a cerimônia de reinauguração ocorreu no dia 17 e teve a participação de cerca de 80 feirantes, além de representantes do Banco do Brasil, da Cáritas Brasileira e autoridades locais.

Cleidiane de Jesus é agricultora familiar e uma das feirantes e líderes do projeto na cidade. Desde criança ela acompanhava a mãe na feira e nestes 40 anos percebeu inúmeras mudanças. “Nós trabalhamos ao ar livre. Tomávamos chuva. O chão virava lama e as barracas ficavam expostas, com o risco de contaminação dos alimentos. Eram condições bem precárias”, conta.

Há quatro anos os feirantes já trabalham em um espaço com cobertura, que foi oferecido pela prefeitura, e agora o projeto possibilitou a padronização do espaço além de ofertar o serviço de gestão dos resíduos sólidos. Com um ganho de R$ 200 por semana, Cleidiane que já adquiriu a máquina para pagamento com cartão de crédito, espera que as mudanças continuem melhorando a feira de Pau Brasil. “Queremos montar uma associação para que a feira tenha um diferencial e sirva de exemplo para outros municípios”, finaliza.

O projeto

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com prefeituras. O objetivo é fortalecer as economias locais, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB e a iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e também por ser um espaço de fortalecimento cultural nos municípios brasileiros. O Nossa Feira Popular e Solidária vai atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Maranhão, Paraíba e Piauí.

Nos últimos dez anos, a Fundação BB investiu mais de R$ 147 milhões no estado da Bahia. Foram 653 projetos, em 183 municípios e mais de 251 mil pessoas foram atendidas.

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Após revitalização feita em parceria com Fundação BB e Cáritas Brasileira, feirantes elogiam organização

No último sábado (20), mais uma feira foi reinaugurada pelo Projeto Nossa Feira Popular e Solidária. Desta vez, o município de Abaíra, na Bahia, foi beneficiado. A feira de Abaíra foi reestruturada e cada um dos 170 feirantes recebeu uma barraca nova. Também receberam equipamentos de segurança, como jalecos, botas e luvas para manejo de carnes e peixes, balanças digitais e de cereais, lixeiras e contêineres para separação de lixo reciclável, além do palco cultural instalado no local.

O novo espaço conta com mais limpeza e organização. “Agora a feira está bem mais bonita, antes algumas pessoas expunham a mercadoria no chão”, disse a feirante Maria Silva Santos Novais.

“É uma alegria muito grande fazer parte deste projeto. Esse resgate cultural é muito bonito e muito importante. Parabéns às entidades envolvidas, ao trabalho da prefeitura”, completou a gerente do Banco do Brasil local, Marianna Amanda dos Santos.

A iniciativa reconhece a importância das feiras livres enquanto ponto comercial, por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros.

Estiveram presentes na solenidade de inauguração o prefeito municipal de Abaíra Edval Luz Silva, o vice-prefeito Hermínio Moreira, o presidente da Câmara dos Vereadores Norivaldo Luiz Silva, o representante superintendente regional da Bahia do Banco do Brasil, Fabian Farias de Oliveira, além de outras autoridades como secretários de estado. 

Na ocasião, a comunidade local também pôde assistir às apresentações culturais de Bumba meu boi, xaxado e literatura de cordel, que teve a Nossa Feira como tema principal. A poesia foi escrita pelo aluno Guilherme Novais Silva e o professor Valter Souza da rede municipal de ensino. Leia o cordel na íntegra.

A Fundação BB vem apoiando outras iniciativas na Bahia. Nos últimos 10 anos foram investidos mais de R$ 147 milhões em 653 projetos para 183 municípios, alcançando mais de 251 mil pessoas.

Saiba mais

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O projeto recebeu investimento social no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB para ser aplicado em duas etapas e atender 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia. Na primeira etapa foram disponibilizados R$ 2 milhões, e no atual estágio o investimento é de cerca de R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações.

Para ampliar o alcance do projeto e valer-se do poder transformador do conhecimento, a Secretaria de Educação e os professores da rede municipal entregam cartilhas educativas aos alunos de escolas públicas. A cartilha gibi “Conectados” promove a educação financeira e digital desse público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

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Nordestina (BA) e Areias (PB) foram as cidades que receberam o projeto Nossa Feira Popular e Solidária

“Quando eu chego aqui na feira eu me sinto em casa. As pessoas são acolhedoras, amigas e com a ajuda da Fundação Banco do Brasil, da Cáritas e da prefeitura a gente vai crescer ainda mais”. Com estas palavras, o feirante Edilson Ribeiro dos Santos resume a gratidão e a felicidade com a revitalização da feira municipal de Nordestina, reinaugurada no último sábado (13). Nordestina está localizada no sertão da Bahia, a 360 quilômetros de Salvador e possui uma feira tradicional há mais de 20 anos. A revitalização do espaço é uma iniciativa do projeto Nossa Feira Popular e Solidária que faz parte da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil com os municípios, cujo objetivo é fortalecer a economia local, por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento com uma perspectiva territorial que beneficia todos os atores locais e promove o desenvolvimento sustentável.

O prefeito da cidade, Erivaldo Carvalho Soares, destacou que o projeto contribui para amenizar o sofrimento dos feirantes, já que havia dificuldade com as estruturas das barracas, além da dificuldade em fazer o descarte dos resíduos sólidos. Com novas barracas e a coleta seletiva, o desafio a partir de agora é estruturar melhor a feira. “A perspectiva é dar a sustentação pra os feirantes, talvez mudar a feira para uma área que tenha mais facilidade de trânsito e fortalecer ainda mais a nossa parceria com o Banco do Brasil, a Fundação BB e a Cáritas Brasileira, que estão nos ajudando a dar visibilidade a nosso município", disse.

Nordestina foi a primeira cidade baiana a receber a revitalização da feira. O estado foi contemplado juntamente com Piauí, Paraíba e Maranhão para receber investimentos no valor de R$ 10 milhões da Fundação BB. No atual estágio o investimento é de aproximadamente R$ 8 milhões para revitalização, estruturação das feiras e capacitações.

A Fundação BB vem apoiando outras iniciativas na Bahia. Nos últimos 10 anos foram investidos mais de R$ 147 milhões em 653 projetos para 183 municípios, alcançando mais de 251 mil pessoas.

Feira revitalizada em Areia (PB)

Também no último sábado (13) ocorreu a reinauguração da feira municipal da cidade de Areia. Esta foi a terceira cidade na Paraíba a ter o Projeto Nossa Feira Popular e Solidária a ser reinaugurada no estado.

A feira de Areia (PB) abriga 238 feirantes que agora terão novos espaços para trabalhar. Antes, eles passaram por processo de formação. A Tecnologia Social Oásis (ferramenta de mobilização para solucionar problemas nas cidades) foi uma das metodologias usada para estimular o desenvolvimento comunitário e juntos concretizarem as metas planejadas coletivamente. Também foram oferecidas capacitações em educação financeira e empreendedorismo. A comunidade areiense participou de oficinas para fortalecer a expressão da cultura local na feira.

A feirante Maria Creuza, ficou tão feliz com as novas barracas e a estrutura da feira, que afirmou que este é um projeto que deveria ser desenvolvido em todos os municípios do pais. “Eu trabalho há 22 anos na feira, nunca vi uma coisa maravilhosa como está bem organizado, muito boas as barracas. Deveria ter em toda a região. O espaço ficou bom, tudo organizado. Merece ter em toda a região do país.

A cartilha gibi “Conectados” também foi distribuída para os estudantes da rede municipal das cidades de Nordestina, na Bahia e Areia para promover a educação financeira de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento. O prefeito da cidade João Francisco, destacou que a revitalização da feira do Mercado Público é o primeiro passo para inúmeras melhorias que serão construídas no município para a cidade ultrapassar fronteiras. “Não vamos parar por aqui, nós podemos fazer mais para os feirantes e para a população porque nós temos que crescer e contamos com o apoio do Banco do Brasil e da Cáritas para que Areia se torne uma cidade de vanguarda”, enfatiza.

A Fundação BB vem apoiando várias iniciativas na Paraíba. Nos últimos dez anos investiu aproximadamente R$ 55 milhões em mais de 165 projetos, em 98 municípios, alcançando mais de 480 mil pessoas.

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Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária e da estratégia Município Mais que Digital do Banco do Brasil 

A Fundação Banco do Brasil e a Cáritas Brasileira reinauguram, no sábado (27), a Feira Municipal de Pedreiras (MA). A ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Nossa Feira Popular e Solidária está inserido na estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, com o objetivo de fortalecer as economias locais por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia os atores locais.

O Superintendente do Banco do Brasil no Estado do Maranhão, Alison Aguiar da Costa, declara que o Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. "A estratégia fortalece a economia local através da utilização de transações digitais, e leva praticidade e segurança às pessoas de Pedreiras!"

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos orgânicos.

O diretor da Fundação Banco do Brasil, Rogério Biruel, destaca que a revitalização das feiras deve impactar na geração de renda dos feirantes. “Desde o diagnóstico, identificamos que a reestruturação e as capacitações trariam benefícios aos feirantes e consequentemente um ganho para toda a cidade”.

A agricultora familiar Eva Souza, participante da feira desde 2016, diz que um dos maiores desafios dos feirantes é a comercialização. “Este projeto veio para nos fortalecer. Não tínhamos onde vender nossos produtos e agora teremos nossas barracas e poderemos montar outros pontos de venda, além da feira”. Ela acredita que o aumento da geração de renda, impacta na vida dos feirantes, inclusive na educação dos filhos. “Com uma renda maior, podemos investir nos estudos dos nossos filhos e proporcionar uma vida melhor para eles”, afirma entusiasmada.

O projeto Nossa Feira Popular e Solidária, em Pedreiras, foi desenvolvido com o apoio local da agência do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal, do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural e da Regional Maranhão da Cáritas Brasileira. O evento reuniu a comunidade local, autoridades municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil. 

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2.850 feirantes participarão da iniciativa. No Maranhão, além de Pedreiras, mais cinco cidades estão no projeto: Lago da Pedra, Pindaré-Mirim, Presidente Dutra, São Domingos do Maranhão e Viana.

Fundação BB investiu mais de R$ 10 milhões no Maranhão

 A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 10 milhões no estado do Maranhão. Foram 117 projetos executados, em 50 municípios e mais de 24 mil pessoas atendidas.

No estado, o maior investimento foi em projetos de inclusão socioprodutiva. Foram mais de R$ 5 milhões investidos em cadeias de geração de renda nos projetos de reaplicação da tecnologia social PAIS – Produção Agroecológica Integrada e Sustentável e no PIS – Programa de Inclusão Socioprodutiva. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, que recebeu mais de R$ 2 milhões e atendeu mais de 5 mil estudantes.

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Ação faz parte do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, dentro da estratégia Município Digital do Banco do Brasil

Na quarta-feira, 17, a Feira Municipal de Castelo do Piauí (PI) foi reinaugurada. A ação é fruto de investimento social da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Cáritas Brasileira, no âmbito do Projeto Nossa Feira Popular e Solidária, que abrange 21 municípios em quatro estados do Nordeste brasileiro: Piauí, Paraíba, Maranhão e Bahia.

O Projeto faz parte da estratégia Município Mais que Digital, ação do Banco do Brasil em parceria com os municípios, de fortalecimento da economia local por meio do estímulo às soluções digitais de pagamento, sendo uma abordagem com perspectiva territorial de promoção do desenvolvimento sustentável e que beneficia todos os atores locais.

O vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, João Rabelo, declara que a estratégia Município Mais que Digital surgiu como uma forma do Banco do Brasil continuar cumprindo seu papel histórico de levar o desenvolvimento aos municípios brasileiros. “Era preciso construir um novo arranjo que viabilizasse o funcionamento da economia local, além de levar segurança e comodidade para todos os envolvidos”, esclarece Rabelo.

Reconhecer a importância das feiras livres enquanto ponto comercial por onde circula representativa parcela da população e a influência destes espaços na construção cultural dos municípios brasileiros, foram alguns dos motivadores do projeto, que envolve revitalização, estruturação das feiras além da formação dos feirantes com capacitações nas áreas de educação financeira, empreendedorismo e gestão dos resíduos sólidos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, diz que o Projeto Nossa Feira fortalece as economias locais e promove a transformação em toda a cadeia de comercialização. “O investimento nas feiras trará impactos positivos nos aspectos econômicos, sociais e culturais das cidades refletindo diretamente no aumento da renda e melhoria da qualidade de vida de toda a população”, afirma Asclepius.

Para ampliar o alcance e aproveitar o poder transformador das crianças, em parceria com a Secretaria de Educação e os professores municipais, o Projeto entregou para os alunos do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas castelenses a cartilha-gibi “Conectados”, promovendo a educação financeira e digital deste público de forma lúdica, por meio de histórias que retratam os benefícios da utilização dos meios digitais de pagamento.

A artesã Ana Célia Soares trabalha nesta feira há três anos e participou da capacitação em educação financeira. “Já tivemos as aulas e vamos ter nossas barracas. Estamos com a ideia de realizar as feiras a cada 15 dias e isto vai gerar um aumento da nossa renda. O projeto chegou em boa hora”, avalia de forma positiva.

As iniciativas foram desenvolvidas com o apoio da agência local do Banco do Brasil, da Prefeitura Municipal de Castelo do Piauí, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Straaf), do Centro de Formação Educacional para Convivência com o Semiárido (Cefesa) e da Regional Piauí da Cáritas Brasileira. O evento foi realizado na Praça Lisandro de Carvalho, em Castelo do Piauí (PI) e teve a presença da comunidade local, do prefeito, secretários e vereadores municipais, além de representantes da Cáritas Brasileira, do Banco do Brasil e da Fundação Banco do Brasil.Solenização

Projeto Nossa Feira

Por meio do apoio da Fundação Banco do Brasil, o projeto Nossa Feira foi estruturado em duas etapas. A primeira realizou um diagnóstico das feiras existentes para revitalizar os espaços, capacitar os feirantes e identificar as atrações culturais. A partir dos dados do diagnóstico, a segunda fase pretende adquirir e distribuir equipamentos para revitalização das feiras.

A Fundação Banco do Brasil irá investir R$ 10 milhões no projeto. Na primeira etapa, o investimento foi de R$ 2 milhões e no atual estágio, o de revitalização e estruturação, o investimento é de cerca de R$ 8 milhões. Ao todo, 21 municípios serão atendidos e 2850 feirantes participarão da iniciativa. No Piauí, as cidades de Castelo e Demerval Lobão serão beneficiadas com o Nossa Feira. 

Fundação BB investe mais de R$ 56 milhões no Piauí

A Fundação Banco do Brasil, nos últimos dez anos, investiu mais de R$ 56 milhões no estado do Piauí. Foram 235 projetos executados, em 99 municípios e 104,3 mil pessoas atendidas. No estado, o maior investimento foi na construção de cisternas de água de beber e de produção. Foram R$ 26,5 milhões investidos para garantir o acesso a água para 33,4 mil participantes. O segundo maior investimento foi no programa AABB Comunidade, que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar, recebeu R$ 4,5 milhões e atendeu 12,6 mil estudantes. As cadeias de produção de mel e caju, também receberam aporte de R$ 2,9 milhões e R$ 2,1 milhões, respectivamente, atendendo 15 mil pessoas.

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