Podem participar entidades sem fins lucrativos com propostas que busquem gerar emprego e renda em qualquer região do Brasil

Pela primeira vez, a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançam nesta quarta (18), em Brasília, edital para selecionar projetos de reaplicação de tecnologias sociais que visem promover a geração de trabalho e renda em qualquer parte do País. Podem participar entidades sem fins lucrativos, com mais de dois anos de existência e que tenham sede ou experiência comprovada de atuação na região onde pretendem implantar o projeto. As inscrições vão até 29 de junho.

A reaplicação deve ser necessariamente de iniciativas integrantes do Banco de Tecnologias Sociais, um acervo online que reúne todas as metodologias certificadas pela Fundação BB, desde 2001, disponível no endereço http://tecnologiasocial.fbb.org.br/. Poderão ser implementadas uma ou mais tecnologias do banco de dados, desde que tenha como finalidade a geração de emprego e renda. Os valores por projeto se situam entre R$ 500 mil a R$ 1 milhão. As entidades com diretorias compostas por, no mínimo, 50% de mulheres ou que possuam tecnologia certificada pela Fundação BB receberão bonificação extra, conforme os critérios do edital.

O investimento total na seleção será de R$ 10 milhões e poderá ser ampliado, se houver disponibilidade de recursos e for avaliada a necessidade de suplementação. O evento de lançamento foi realizado no Museu Banco do Brasil, em Brasília, e contou com a presença de representantes da Fundação BB, do BNDES e de iniciativas que obtiveram a certificação de tecnologia social pela Fundação BB.

"A gente acredita muito que apostar na capacidade de criação e de inovação das comunidades é o melhor caminho para solucionar os problemas sociais. Mais do que propor, é sobre tudo ouvir o que elas têm a dizer", afirmou Fernando Zanban (Coordenador da Cáritas Brasileira). 

A chefe do Departamento de Inclusão Produtiva do BNDES, Daniela Arantes, destacou que a Fundação é a principal parceira do BNDES nos projetos apoiados pelo Fundo Social. "Tenho orgulho de ter participado da última edição do Prêmio de Tecnologias Sociais e me sinto muito honrada de escrever esse novo momento da história da FBB." 

Rogério Biruel, diretor da Fundação BB, narrou a trajetória das tecnologias sociais. "Quando estávamos construindo este edital, vários colegas relembraram o ano de 2001, momento em que Fundação foi pioneira na identificação das iniciativas e construção de um banco de dados - o Banco de Tecnologias Sociais. Naquela época quando o conceito de tecnologia social ainda não era bem entendido, já se sabia o grande poder de transformação social daquelas iniciativas. Com o edital, a FBB completa o ciclo, que começa com a certificação, premiação, divulgação e agora oinvestimento na efetivação dessas metodologias."

Acesse o edital em fbb.org.br/reaplicaTS

Metodologias servem de referência para desafios sociais

Tecnologia social é toda solução (produto, técnica ou metodologia) para desafios sociais que reúne conhecimento científico e popular, implementada com a participação da comunidade e de fácil reaplicação e adaptação em outra localidade. No Banco de Tecnologias Sociais há cerca de mil metodologias certificadas pela Fundação BB, todas selecionadas nas nove edições do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, realizado a cada dois anos, desde 2001.

Duas vencedoras de 2017 são bons exemplos de soluções para geração de renda que contam com atuante participação feminina. Uma é a Arte na Palha Crioula, uma metodologia que une o artesanato tradicional na palha de milho crioulo com a necessidade de gerar renda para as mulheres da região de Guapiara, interior de São Paulo. Naturalmente colorida em tons de vermelho e roxo, a palha do milho é usada na produção de artesanatos decorativos e utilitários de alta qualidade, como flores, bonecas, cestos, vasos, santos, galinhas, jogos americanos, petecas, bolsas, chapéus e revestimento para móveis. O trabalho das mulheres da Associação Arte e Vida de Mulheres Artesãs resgata o cultivo das sementes crioulas, que foram utilizadas pelos agricultores de gerações anteriores e passaram pela seleção natural de milhares de anos, com grãos mais resistentes e menos dependentes de substâncias sintéticas.

Outro exemplo é a Rede Bodega de Comercialização Solidária, implantada no Ceará. As bodegas são espaços coletivos de comercialização, espécies de mercearias, onde há grande variedade de produtos à venda. Articulada pela Rede Cáritas, a iniciativa abriga trabalhos de 220 famílias de agricultores familiares, extrativistas, costureiras, artesãos, escritores e poetas, reunidos em cooperativas e associações. A Rede Bodega fica em Fortaleza e nos municípios de Sobral, Viçosa, Aracati e Maranguape.

A divulgação deste prêmio contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades com projetos de inclusão social para população mais vulnerável podem se inscrever por meio de um funcionário voluntário do Banco do Brasil

A Fundação Banco do Brasil lança nesta terça-feira, 2, nova chamada interna do Programa de Voluntariado BB FBB. Projetos sociais desenvolvidos por entidades sem fins lucrativos que contam com a atuação de um voluntário e funcionário do Banco do Brasil podem participar da seleção. As inscrições vão até 16 de fevereiro de 2018.

O Programa tem foco nos projetos voltados a grupos que compõem a base da pirâmide social, públicos de políticas governamentais, em situação de vulnerabilidade social, principalmente jovens e mulheres. A seleção busca apoiar iniciativas que promovam a cidadania, geração de trabalho e renda, cuidado ambiental, educação, cultura, esporte e saúde. A Fundação BB fará investimento social de R$ 3 milhões para apoiar projetos com orçamentos entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.

Os voluntários interessados devem enviar, à uma agência do Banco do Brasil, uma proposta simplificada que descreva objetivo, valor proposto, público-alvo e número de participantes. O voluntário BB precisa estar cadastrado no Portal do Voluntariado.

Conheça aqui a Chamada 2018

Iniciativas de sucesso
As seleções anteriores do Programa Voluntariado BB FBB apoiaram diversas iniciativas. Um exemplo é o projeto Ecotrilhas Serrinha, desenvolvido no Distrito Federal pelo Instituto Oca do Sol, voltado para a ampliação do ecoturismo e a conscientização ambiental para preservar o cerrado, conta com o apoio de R$ 61 mil do Voluntariado BB FBB. Entre as ações previstas estão a estruturação de seis trilhas - três na Serrinha do Paranoá e três na região do Lago Norte - e a capacitação de voluntários e multiplicadores no combate a incêndios.

Outro exemplo é o Cordas em Concerto, firmado em parceria com a Associação Simonense de Cultura - SOS Cultura, com ações realizadas em São Simão (SP), tem o propósito de democratizar a música erudita entre crianças e jovens do município. O projeto recebeu apoio de R$ 68 mil que proporcionaram a continuidade de aulas de violino, violoncelo, viola erudita e contrabaixo para os 50 participantes.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Aporte de R$ 1,2 mi vai permitir a continuidade do projeto e a inclusão social de 2 mil atendidos em São Paulo

Uma parceria entre a Fundação BB, a Rede Cidadã e Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (SMADS) de São Paulo, firmada na última sexta-feira, 24, irá possibilitar a inclusão social de 2 mil pessoas em situação de rua na capital. Trata-se de projeto que mobiliza empresas, movimento sociais e o poder público para preparar e encaminhar moradores de rua para atividades empreendedoras ou inclusivas dentro do programa Trabalho Novo, iniciado este ano.

Inicialmente, empresas aptas para o projeto são cadastradas e mobilizadas. Também são identificadas pessoas atendidas que queiram participar da ação em 24 unidades de acolhimento da cidade para serem capacitadas. Após esta fase, os participantes são encaminhados para entrevistas de emprego e, caso sejam efetivados, são monitorados para avaliar a adequação aos postos de trabalho.

O investimento social da Fundação BB é de R$ 1,2 milhão, com a contrapartida de cerca de R$ 108 mil da Rede Cidadã. "O recurso investido pela Fundação permitirá a continuidade de um projeto que está dando certo. Já inserimos no mercado mais de 1,5 mil pessoas em situação de rua e atingimos uma taxa de permanência de 80 por cento", afirma a coordenadora do projeto, Tatiana Carvalho.

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Fórum internacional reúne pesquisadores, representantes do poder público e de iniciativas finalistas do Prêmio Fundação Banco do Brasil

“Nem todas as tecnologias geram coisas boas. Muitas deixam pessoas fora do sistema. A questão é para a onde a mudança tecnológica leva a sociedade, qual a dinâmica social que está gerando”, afirmou o argentino e pesquisador em política de tecnologia Hernán Thomas na palestra magna de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento é realizado pela Fundação BB, nesta terça e quarta-feira (21 e 22), em Brasília, e antecede a cerimônia da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, que será dia 23.

Na palestra, o pesquisador Thomas propôs uma reflexão sobre a atuação estratégica e ampliada das iniciativas sociais. Ele explicou que toda tecnologia é política, pois pode ou não democratizar o saber e se colocar a serviço da sociedade. Quem estava assistindo, se sentiu provocado a pensar. Júlia Carvalho, da tecnologia social Fast Food na Política, de São Paulo, resumiu o que achou mais importante. "A tecnologia social sempre serve a atores específicos, por isso temos que avaliar se ela é democrática ou se está concentrando poder". Leo Pereira, diretor da Escola de Comunicação Comunitária, de São Paulo, gostou da palestra. “É bom ter um olhar de fora para a gente pensar o que está fazendo no dia a dia, se estamos nos avaliando direito”, destacou.

O Fórum reúne pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB, além de entidades certificadas em premiações anteriores. A finalidade do encontro é discutir as experiências dos participantes e formular propostas de fortalecimento de políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil para a promoção das tecnologias sociais.

Ainda na primeira manhã de atividades, cada integrante das iniciativas finalistas subiu ao palco para contar um pouco do trabalho realizado. Francisca Moraes Souza, integrante da Rede Bodega de Comercialização Solidária, veio do Ceará para participar do evento. “Espero aprender e levar novos ensinamentos para minhas colegas da rede”, destacou ela.

Ana Carolina Steinkopf, da finalista Uma Sinfonia Diferente, disse que estava ansiosa por aquele momento. “Quero trocar com as outras tecnologias, conhecer a estrutura delas, para ter outras referências e melhorar o que a gente faz.”

A programação conta com oficinas que irão facilitar o intercâmbio de conhecimentos sobre as várias conquistas e desafios a serem superados pelas metodologias implantadas. Além disso, haverá mesas de discussão com especialistas de diferentes áreas, com atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação em tecnologia social. Comporão as mesas de debates: Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasil; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Com realização da Fundação Banco do Brasil, abertura do evento será transmitida ao vivo pelo Youtube

Nos dias 21 e 22 de novembro a Fundação Banco do Brasil vai realizar o Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento reunirá pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, assim como de entidades certificadas em premiações anteriores.

O objetivo é permitir a troca de experiências entre os participantes e a formulação de propostas para fortalecer políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil voltadas à promoção das tecnologias sociais no Brasil.

A abertura do evento, no dia 21, a partir das 9h, poderá ser acompanhada em transmissão ao vivo pelo youtube.com/fundacaobb. Às 9h30 começará a palestra magna do especialista Hernán Thomas, "Novos Desafios para a Tecnologia Social: Estratégias de Desenvolvimento Inclusivas, Sustentáveis e Sistemas Tecnológicos Sociais" (Hernán Thomas - Argentina). Thomas é diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes, na Argentina, doutor em Política de Ciência e Tecnologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-doutor pelo Departamento de Política Científica e Tecnológica da UNICAMP.

A programação do Fórum seguirá na manhã do dia seguinte com mesas de discussão formadas por especialistas de diferentes áreas: atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação e tecnologia social. Os convidados serão Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasi; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Nas tardes do primeiro e do segundo dia os participantes vão se dividir em grupos para debater como tem sido a atuação das iniciativas representadas no evento e estratégias de fortalecimento das ações. As discussões serão encerradas com encaminhamento de propostas para o poder público, o legislativo e a sociedade civil.

Serviço: Palestra de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social

Acompanhe AO VIDO pelo canal youtube.com/fundacaobb dia 21/11, a partir das 9h.

Palestrante: Hernán Thomas, diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes

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A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativa em parceria entre a Fundação Banco do Brasil e Arcah vai oferecer capacitação para atuação em plantio trabalho rural e acompanhamento psicológico

A Fundação Banco do Brasil assinou parceria com a Associação de Resgate à Cidadania por Amor a Humanidade (Arcah) para a inclusão social e produtiva de 200 pessoas em situação de rua da cidade de São Paulo por meio da implantação de uma horta-escola agroecológica. O projeto Cidadão Sustentável será instalado em um terreno no bairro Cidade Jardim de cerca de 10 mil metros quadrados, com a construção da sede da escola agroecológica e implantação da primeira horta urbana.

O bairro foi escolhido por ter um centro de convivência, dois centros de acolhida e dois serviços especializados de abordagem às crianças, adolescentes e adultos em situação de rua. Nestes equipamentos será feita a triagem dos participantes do projeto - homens na faixa de 18 a 55 anos com perfil para o projeto.

Os alunos farão três meses de capacitação em permacultura, empreendedorismo e experiências práticas em agroecologia, além de passarem por acompanhamento psicológico durante todo o processo.
Após o ciclo de aprendizagem de cada turma de capacitação, o aluno de maior envolvimento será contratado como auxiliar para se tornar multiplicador de conhecimento. Os outros participantes que concluírem a capacitação serão certificados, podendo ser encaminhados ao mercado de trabalho rural, por meio de parceria com agricultores parceiros do Cinturão Verde de São Paulo).

O investimento social da Fundação BB será de R$ 594 mil, em recursos não reembolsáveis, com a contrapartida de cerca de R$ 162 mil da Arcah. A iniciativa também conta com a parceria da Prefeitura de São Paulo. "Por meio do apoio da FBB e de outros parceiros, o projeto impactará diretamente e diariamente as pessoas em situação de rua, e também indiretamente a comunidade no entorno. A expectativa é gerar transformação, fortalecimento na vida das pessoas em situação de rua e a reintegração social da sociedade em que vivemos", afirma Gabriela Poit, coordenadora do projeto.

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Convênio entre a Fundação BB e a Governo do Estado cria dois polos de ensino musical nos municípios de Monteiro e Sousa

A Fundação BB e o Governo da Paraíba assinaram convênio nesta sexta-feira, 29, para a implantação de dois polos de ensino musical em Monteiro e Sousa, no interior do Estado. Os novos centros integram o Programa de Inclusão Através da Música e das Artes (Prima). O Investimento social da Fundação BB é de R$ 400 mil e será utilizado na compra de instrumentos musicais.

Criado em 2012, o Prima promove o acesso à educação musical de crianças e jovens de idades entre 8 e 18 anos, residentes em áreas de vulnerabilidade social. Atualmente, o programa atende aproximadamente 1.500 estudantes da rede pública de ensino, com aulas de teoria e prática musical em instrumentos de cordas, sopro e percussão, além de canto coral.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destacou a importância do apoio. “O Prima tem como finalidade a inclusão social por meio da música e da arte, o que tem relação muito próxima com o nosso lema - Inclusão que Transforma. Não há nada mais inclusivo que a educação. O diferencial do projeto é permitir que essas crianças e suas famílias tenham novas perspectivas de futuro”.

Somados aos polos existentes nas cidades de João Pessoa, Conde, Santa Rita, Campina Grande, Guarabira, Patos, Cajazeiras, Catolé do Rocha e Itaporanga, o Prima passará a atuar em 16 polos, com foco em áreas mais carentes.

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, ressaltou que muitas das crianças atendidas jamais imaginariam tocar um instrumento musical ou participar de uma orquestra. “A música proporciona o aprendizado sobre a disciplina e a construção da cidadania. A parceria com a Fundação BB era antigo desejo, devido a sua atuação pela inclusão socioprodutiva. Essa parceria é uma motivo de muita alegria”.

A divulgação deste projeto contempla um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entrega de veículo utilitário irá fortalecer os cursos profissionalizantes com o transporte do material produzido

A Fundação Banco do Brasil entregou nesta sexta-feira, 29, um veículo utilitário para Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), em Sobradinho (DF). O investimento social permitirá a ampliação das ações sociais realizadas pela entidade, que atendem cerca de 100 jovens. O veículo será utilizado no transporte de material para as atividades desenvolvidas.

A APAE Sobradinho existe desde 2005 e oferece oficinas gratuitas de educação profissional para jovens e adultos com deficiência intelectual ou múltipla. A proposta é garantir o desenvolvimento das potencialidades dos atendidos para que conquistem autonomia e espaço no mercado de trabalho.

As oficinas são focadas em produção verde e economia sustentável, a partir da produção de mudas, jardinagem, artesanato em fibra de bananeira, processamento de alimentos, entre outras. Os cursos ainda preparam os aprendizes para a comercialização dos produtos. Os recursos gerados com a venda são direcionados à manutenção do programa de educação profissional.

A APAE-DF possui também outras três unidades de atendimento especializado: na Asa Norte, no Guará e em Ceilândia, com programas de educação profissional, inclusão digital, desenvolvimento acadêmico e atendimento nas áreas de esporte, arte, cultura e lazer.

Ao todo, a instituição atende mais de 500 jovens por ano, de todas as cidades do Distrito Federal, além de acompanhar, outros 250 aprendizes recém-inseridos no mundo do trabalho, acompanhando sua integração.

"A doação deste automóvel facilitará os processos do Projeto Verde, agilizando o transporte de insumos, ingredientes e produtos envolvidos em nossas oficinas profissionalizantes. Essa era uma antiga reivindicação de nossa equipe que, agora, terá um facilitador na condução do programa de formação profissional que já ofertamos há 12 anos”, destacou a presidente da APAE-DF, Diva Marinho.

O diretor da Fundação BB, Rogério Biruel, reforçou a importante atuação dos voluntários do Banco do Brasil, que desempenham o papel de indicar ações para serem concretizadas. “Para a Fundação BB, é muito gratificante contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência. O trabalho que a APAE-DF realiza é sensacional, alinhando inclusão social, inclusão produtiva e preservação ambiental. Esse é justamente o trabalho que a Fundação Banco do Brasil realiza”, afirmou

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Estudantes atendidos pelo Programa poderão inscrever trabalhos sobre o tema até o dia 11 de setembro

Integrando as ações do 30º aniversário do AABB Comunidade, a Fundação Banco do Brasil e a Federação Nacional das AABBs (Fenabb) realizam o Concurso Agenda AABB Comunidade 2018 para alunos da rede pública de ensino, participantes do programa. Serão selecionadas produções originais e inéditas em desenho, fotografia, vídeo e história em quadrinhos (HQs) para compor a agenda anual de 2018 e ações comemorativas da nona edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.

Os trabalhos escolhidos deverão ser relacionados à Tecnologia Social nas áreas de Alimentação, Educação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saúde. As melhores produções serão premiadas com troféu, medalha, tablet e viagem para participar da cerimônia do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social em Brasília.

Para participar, o estudante deve estar vinculado à uma Associação Atlética do Banco do Brasil com convênio vigente do Programa Integração AABB Comunidade. Cada unidade poderá inscrever até três desenhos, três fotos, três HQs e um vídeo. Para facilitar a compreensão do tema e atendimento aos requisitos da seleção, os coordenadores pedagógicos e educadores irão ministrar estudos e debates para os alunos.

“Queremos despertar nesses jovens à criatividade aliada ao senso de responsabilidade social por meio das tecnologias sociais já certificadas pela FBB, para que eles se desenvolvam conhecendo seus direitos e deveres como cidadãos, com a consciência de que podem ser agentes de transformação dentro da sua comunidade”, declarou Asclepius Soares, presidente da Fundação BB.

As inscrições estão abertas até 11 de setembro e deverão ser encaminhadas à Fenabb, conforme orientações do regulamento.

Mais informações nos telefones 0800.726.5661; 0800.704.2106 – opção 7.

Encontre os anexos do regulamento acessando o site:http://www.fenabb.org.br/socioeducativos/

A divulgação deste prêmio contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Com a parceria da Fundação BB desde 1998, a Osceia já recebeu investimento de mais de um milhão de reais 

Cuidar de pessoas com deficiências múltiplas é uma das prioridades das Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo (Osceia), que há 33 anos atua na cidade de Goiânia.

Para assegurar os direitos dos atendidos, promover a equiparação de oportunidades, dar autonomia e garantir acessibilidade, a entidade firmou nova parceria com a Fundação Banco do Brasil, que fez um investimento social no valor de R$ 250 mil para o projeto Osceia - Integrando para a vida”.

A ação irá promover capacitações nas áreas de inclusão digital, estamparia, varejo e vendas para vinte e cinco pessoas com deficiências múltiplas – baixa visão, deficiência física, intelectual leve a moderada, mental leve a moderada e deficiência auditiva. Todos os cursos terão estágio supervisionado em ambiente simulado, de acordo com o Plano de Trabalho. O recurso da Fundação BB será usado também para compra de materiais, contratação de equipe técnica e reformas para adaptações físicas das instalações.

Para assistente social da Osceia Ana Carolina Barbosa, a parceria com a Fundação Banco do Brasil, aliada de muitas ações conjuntas, será fundamental na execução do projeto Osceia - Integrando para a vida. "Juntos superaremos barreiras para a inclusão produtiva da pessoa com deficiência, construindo novas tecnologias sociais, convocando a participação humanitária da sociedade ao exercício de sua responsabilidade social, elementos fundamentais para transformação de uma coletividade".

Os projetos da Fundação Banco do Brasil com a Osceia tiveram início em 1998 e, desde então, foram investidos mais de um milhão de reais em ações de apoio à comunidade, com foco na família em risco social.

"Essa parceria nos mostra que estamos no caminho certo. A inclusão das pessoas com deficiências ocorre quando elas se tornam participantes da vida social, econômica e política. Assim é possível assegurar a cidadania e respeito aos seus direitos”, afirma Érick Nogueira, gerente de Análise de Projetos.

As Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo foi fundada em 1984. Com sede no Jardim Nova Esperança, região noroeste de Goiânia, a instituição conta ainda com outras duas unidades na capital e faz mensalmente cerca de dois mil atendimentos diários nas áreas de convivência e fortalecimento de vínculo, capacitação profissional, educação infantil, ensino regular (do primeiro ao nono ano), jovem aprendiz, núcleo de atendimento ao idoso, atendimentos à gestante e à pessoa com deficiência.

Com a parceria da ONG internacional Goodwill, a Osceia mantém nas dependências da instituição, a loja Goodwill Goiás, com vendas de roupas, utensílios, móveis e eletroeletrônicos, frutos de doações, em bom estado, que são vendidas para toda a população com preços acessíveis. Toda a renda da loja é revertida para programas de capacitação e inclusão de pessoas. A loja é denominada de “ambiente simulado”. O nome é dado, porque simula e prepara os funcionários para o mercado formal de trabalho.

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