Com realização da Fundação Banco do Brasil, abertura do evento será transmitida ao vivo pelo Youtube

Nos dias 21 e 22 de novembro a Fundação Banco do Brasil vai realizar o Fórum Internacional de Tecnologia Social. O evento reunirá pesquisadores, especialistas, integrantes do poder público e representantes das 21 iniciativas finalistas da 9ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, assim como de entidades certificadas em premiações anteriores.

O objetivo é permitir a troca de experiências entre os participantes e a formulação de propostas para fortalecer políticas públicas e ações de empresas e da sociedade civil voltadas à promoção das tecnologias sociais no Brasil.

A abertura do evento, no dia 21, a partir das 9h, poderá ser acompanhada em transmissão ao vivo pelo youtube.com/fundacaobb. Às 9h30 começará a palestra magna do especialista Hernán Thomas, "Novos Desafios para a Tecnologia Social: Estratégias de Desenvolvimento Inclusivas, Sustentáveis e Sistemas Tecnológicos Sociais" (Hernán Thomas - Argentina). Thomas é diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes, na Argentina, doutor em Política de Ciência e Tecnologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pós-doutor pelo Departamento de Política Científica e Tecnológica da UNICAMP.

A programação do Fórum seguirá na manhã do dia seguinte com mesas de discussão formadas por especialistas de diferentes áreas: atuação em rede, políticas públicas, legislação e inovação e tecnologia social. Os convidados serão Renato Dagnino, da Unicamp; Ana Lúcia Suárez Maciel, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS); Naidison Baptista, da Articulação do Semiárido (ASA); Sílvio Rocha Sant’Ana, da Fundação Grupo Esquel Brasi; e Sônia Costa, do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Nas tardes do primeiro e do segundo dia os participantes vão se dividir em grupos para debater como tem sido a atuação das iniciativas representadas no evento e estratégias de fortalecimento das ações. As discussões serão encerradas com encaminhamento de propostas para o poder público, o legislativo e a sociedade civil.

Serviço: Palestra de abertura do Fórum Internacional de Tecnologia Social

Acompanhe AO VIDO pelo canal youtube.com/fundacaobb dia 21/11, a partir das 9h.

Palestrante: Hernán Thomas, diretor do Instituto de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade Nacional de Quilmes

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A divulgação deste assunto contempla todos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Novo veículo adquirido com recursos da Fundação Banco do Brasil ajudará no deslocamento de crianças e jovens participantes do Instituto Reciclando Sons

O Instituto Reciclando Sons recebeu nessa terça, 5, mais uma importante ferramenta de apoio ao trabalho realizado junto às crianças e adolescentes da Cidade Estrutural (DF). Trata-se de uma van personalizada, adquirida por meio de investimento social no valor de R$ 148,3 mil, recebido da Fundação Banco do Brasil, por meio do projeto Inclusão Socioprodutiva Sustentabilidade, Planejamento e Organização para Reaplicar.

O novo veículo possibilitará que os alunos se apresentem e participem de atividades culturais em outras regiões do DF, além de dar mais visibilidade ao projeto. “A van chama atenção por onde passa. Então, é mais que um veículo de deslocamento, é também um meio de divulgação e de fomento ao relacionamento sócio cultural dos participantes", afirma Rejane Pacheco, maestrina e responsável pelo Instituto.

A verba que antes era utilizada no aluguel do transporte dos alunos será investida na inicialização musical de cerca de 150 estudantes carentes. O apoio para a compra da van dará continuidade aos resultados obtidos por meio da difusão cultural e educacional que o instituto se propõe a realizar em benefício de comunidades vulneráveis.

Em 16 anos de existência, o Instituto Reciclando Sons já atendeu mais de 2.700 pessoas. Além da educação básica extracurricular, o Instituto prepara os moradores da Cidade Estrutural para o exame da Ordem dos Músicos do Brasil. Os estudantes que se formam no ensino superior ou aqueles com aptidões para atividades de apoio são contratados para o quadro de funcionários do Instituto, iniciativa que gera renda e emprego à população local.

Todas as atividades são custeadas por meio de doações e das apresentações realizadas em eventos, empresas e órgãos públicos. Para saber mais, acesse www.reciclandosons.org.br.

A Fundação BB é parceira do Instituto desde 2013, quando a entidade ganhou o Prêmio Fundação Banco do Brasil com a Tecnologia Social de Educação Musical Modular, na categoria Juventude. O prêmio reconheceu a metodologia inédita adotada na musicalização de crianças a partir de nove anos que vivem em situação de vulnerabilidade social.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Ciclorrotas é finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social e já teve reaplicação em Juiz de Fora (MG)

Elaborar um projeto para integrar rotas de bicicleta à malha viária urbana, com a colaboração de usuários e interessados, e entregar a proposta para o poder público é o objetivo principal da Ciclorrotas - Metodologia Cidadã de Planejamento Cicloviário. A iniciativa da Associação Transporte Ativo é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, na categoria Cidades Sustentáveis e Inovação Digital.

A metodologia colocada em prática na região central do Rio de Janeiro surgiu em 2012 e ganhou força na época em que a cidade se preparava para as Olimpíadas de 2016. Os integrantes da associação perceberam que as obras viárias planejadas não favoreciam a bicicleta e criaram uma forma colaborativa para o levantamento das necessidades da população em relação ao transporte sobre duas rodas.

Pelas estatísticas oficiais, de 2014, eram feitas 550 mil viagens de bicicleta por dia na capital fluminense, equivalente a 2,5 por cento dos deslocamentos. Mas a experiência em outros países dizia aos idealizadores do projeto que os números normalmente são quatro vezes maior dos que os dados oficiais.

"Buscamos tudo o que já tinha sido pensado para infraestrutura de bicicleta no centro do Rio, iniciativas do governo e da sociedade civil, desde o inicio do ano 2000. Os trechos que todos apontavam como necessários, passaram a ser parte do nosso projeto também", afirma o presidente da Transporte Ativo e idealizador da iniciativa, Fernando José Lobo.

Após o mapeamento da infraestrutura de transporte já existente e planejada, os organizadores passaram a coletar a opinião dos usuários sobre os trajetos utilizados e os desejados pelos ciclistas. Depois, realizaram oficinas presenciais e consulta pública online para coletar as observações dos interessados em geral. Além disso, fizeram uma contagem do número de bicicletas que circulavam por cinco pontos estratégicos do centro da cidade.

O passo seguinte foi elaborar propostas específicas conforme a situação das diversas vias e trechos do centro da cidade. Dependendo do volume de tráfego e do risco à segurança do ciclista, foram sugeridas ciclofaixas (separação entre carros e bicicletas sem barreira física), ciclovias (separação com barreira física) e vias compartilhadas. A proposta foi submetida à validação em nova oficina. Encerrada a fase de consulta popular e mapeamento, o projeto final propôs 33 quilômetros de ciclorrotas, que foram incorporadas ao Plano de Mobilidade Municipal até 2020, sendo que 20 por cento foram implementados, de acordo com José Lobo. O projeto também foi exposto a visitação pública, onde recebeu novas contribuições da população, que poderão ser aproveitadas na implementação das obras.

A tecnologia ciclorrotas ultrapassou as fronteiras do Rio e começou a ser reaplicada em Juiz de Fora (MG) no ano passado, por iniciativa da ONG Mobilidade JF. O projeto encampado pela prefeitura prevê a implantação de 40 quilômetros de vias para as bicicletas, dos quais foram construídos 11 quilômetros. A associação enfatiza que a mobilização das pessoas junto aos governos é imprescindível para sucesso da iniciativa. "A sociedade civil organizada tem que colocar pressão, tem que cobrar mesmo, pois a cidade é nossa", afirma Guilherme Mendes diretor da Mobilidade JF. Além de continuar cobrando da prefeitura a execução dos 40 quilômetros, eles pretendem fazer uma campanha de conscientização com a população sobre respeito no trânsito e o uso da bicicleta.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Prêmio
No total, 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional concorrem ao Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. O evento de premiação será realizado em novembro. Entre as 735 inscritas neste ano, 173 foram certificadas e passaram a constar no Banco de Tecnologias Sociais (BTS), um acervo online gratuito mantido pela Fundação BB. Nesta edição, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Na próxima semana serão lançadas duas seleções voltadas para empreendimentos novos e também já conveniados

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia, divulga hoje (3) processos seletivos, que serão lançados na próxima semana, no âmbito do Programa de Ampliação e Fortalecimento das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica. Serão investidos R$ 25 milhões de recursos não reembolsáveis para apoio a projetos territoriais de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica. 

Serão duas chamadas públicas. Uma denominada Regulamento que tem como objeto a seleção e o apoio a projetos para implantação e/ou melhoria de empreendimentos econômicos coletivos relacionados à produção de base agroecológica, extrativista e orgânica das redes já conveniadas no âmbito do Edital 2014/005 - Redes ECOFORTE. Nessa modalidade, estão previstos R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil até R$ 500 mil.

O outro instrumento é o Edital que envolve a consolidação das redes atendidas, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas e a inclusão de novas redes. Neste certame, serão R$ 18,5 milhões investidos, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de redes, com aporte entre R$ 300 a 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão.

As redes conveniadas só poderão se inscrever em um dos dois processos, conforme a característica do empreendimento. Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inserção socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destaca que "ao dar continuidade ao Programa Ecoforte, a Fundação BB, em parceria com o BNDES, contribui para fortalecimentos das organizações agroecológicas, gerando renda, promovendo a segurança alimentar e hídrica e dinamizando territórios. Essas ações permitem que mais agricultores familiares, assentados da reforma agrária e extrativistas participem do ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável"

Programa Ecoforte 

Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Convênio possibilitará ações conjuntas de apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável

A Natura e a Fundação Banco do Brasil assinam nesta quinta-feira parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável, atendendo diretamente às comunidades agroextrativistas da região.

O primeiro projeto do convênio, com ênfase na produção sustentável, irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins, no Pará, contribuindo para a capacitação técnica das cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável.

O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região.

Em contrapartida a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá.

A iniciativa será desenvolvida no âmbito do Programa Amazônia, criado pela Natura em 2011, com o objetivo de impulsionar um novo modelo de desenvolvimento, mais inclusivo e sustentável, partindo do princípio de que a floresta pode ter mais valor em pé do que derrubada. Ao longo dos últimos seis anos, a Natura já investiu mais de R$ 1 bilhão na região por meio do programa, beneficiando mais de 2 mil famílias em 28 comunidades.

“O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ele é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar à serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa.

Segundo o diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, “a parceria inédita com a Natura agrega esforços para trazer a melhoria de vida das pessoas por meio de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. Além disso, reaplica tecnologias sociais, metodologias simples que têm baixo custo e alta eficiência na solução de problemas sociais. A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

Essa iniciativa destaca a importância de alianças multissetoriais para o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis do bioma da Amazônia.

As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são:

- Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá - Santo Antonio do Taúa
- Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) - Abaetetuba
- Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá
- Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza. Líder no setor de venda direta no Brasil, registrou R$ 7,9 bilhões de receita líquida em 2016, possui mais de 7 mil colaboradores, 1,8 milhão de consultoras e operações nos EUA, França, Chile, México, Peru, Colômbia e Argentina. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. Para mais informações sobre a empresa, visite www.natura.com.br e confira os seus perfis nas seguintes redes
sociais: Linkedin, Facebook, Instagram, Twitter e Youtube.

A divulgação deste projeto contempla quatro 
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Caminho de 3,7 quilômetros foi sinalizado por população local; projeto tem apoio da Fundação Banco do Brasil e busca conscientização para preservar nascentes e cerrado

Brasilienses e turistas contam com mais uma trilha ecológica sinalizada no Distrito Federal, desde domingo passado (9). A trilha Pedra dos Amigos fica no Núcleo Rural Córrego do Urubu, no Lago Norte. Com 3,7 quilômetros de extensão e nível leve de dificuldade, o percurso oferece uma visão panorâmica do lago Paranoá, inclusive com uma vista deslumbrante do pôr do sol, com a arquitetura central de Brasília ao fundo.

Além da sinalização, o visitante encontra pelas trilhas muitas árvores identificadas com seus nomes científicos e placas com explicações em fotos e textos sobre espécies da fauna e flora do cerrado. O trabalho de estruturação do trajeto foi realizado em mutirão pela comunidade local. A 700 metros dali, no mesmo núcleo rural, há o Córrego do Urubu, que tem uma cachoeira apropriada para banho. A trilha não passa pela cachoeira, mas é possível acessar a queda d'água facilmente apenas com algumas orientações.

A inauguração da trilha Pedra dos Amigos faz parte do projeto Ecotrilhas Serrinha, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Instituto Oca do Sol, com o objetivo de ampliar o ecoturismo e a conscientização ambiental para preservar o cerrado. Entre as ações previstas estão a estruturação de mais cinco trilhas – outras três na Serrinha do Paranoá e duas na península do Lago Norte - e a capacitação de voluntários e multiplicadores no combate a incêndios. O investimento social da Fundação BB é de R$ 61 mil.

De acordo com o coordenador da execução do projeto, Maicon Braúna, a entidade já mapeou mais de cem nascentes na Serrinha do Paranoá e a iniciativa busca também preservá-las. "O projeto também tem esse objetivo de mostrar as nascentes e a importância da preservação. Ainda mais agora que vai haver captação de água do lago Paranoá. Se a gente acabar com as nascentes, vai faltar água".

O projeto também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Governo do Distrito Federal, por meio da Administração Regional do Lago Norte.

Veja aqui o folder com informações sobre as trilhas do Paranoá.

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A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Sexta, 14 Outubro 2016 18:14

Fundação BB lança novo portal

Nova página permite compartilhamento em redes sociais, comentários e avaliações

O portal da Fundação Banco do Brasil está de cara nova. A página ganhou design atualizado e novidades editoriais. Na parte superior da tela, vídeos sobre projetos, programas e tecnologias sociais apresentam de forma dinâmica a atuação da Fundação BB para a inclusão socioprodutiva e melhoria de vida das pessoas.

 

Na menu superior, o usuário pode acessar os principais conteúdos, como área de atuação e editais e Banco de Tecnologias Sociais. As manchetes das principais notícias são exibidas abaixo da ampla imagem de vídeo que aparece em primeiro plano para o usuário. Logo abaixo, podem ser acessadas as demais notícias do portal, em ordem cronológica de publicação.

Ao lado direito da tela, ficam os banners de editais em andamento e outras informações de destaque. Na parte inferior, são exibidos os conteúdos mais recentes publicados nas redes sociais da Fundação BB (Facebook, Instagram, Twitter e You Tube) e também os textos sobre as áreas de atuação da Fundação.

O novo portal contempla também funcionalidades que permitirão a interação do usuário nos conteúdos publicados, como o compartilhamento nas redes sociais, publicação de comentários e avaliações. Em breve, ficará disponível uma seção dedicada especialmente aos investidores sociais, dando sequência às diversas iniciativas voltadas à captação de recursos pela Fundação BB.

“O novo portal é fruto do comprometimento da Fundação BB para aperfeiçoar a divulgação de nossos projetos com parceiros e demais públicos. A forma de apresentar os conteúdos e as novas ferramentas trazem mais transparência e simplicidade na nossa comunicação”, afirmou o presidente Gerôncio Paes Luna.

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Primeiro brasileiro a disputar uma Olimpíada na modalidade treina na Associação Miratus, que atende cerca de 220 pessoas em diversas atividades

O primeiro atleta brasileiro a disputar uma Olimpíada no badminton foi o carioca Ygor Coelho, de 19 anos. Ygor é um dos cerca de 80 atletas de alto rendimento da Associação Miratus de Badminton, na comunidade Chacrinha, Zona Oeste da capital fluminense.

Atualmente, além da modalidade, a entidade oferece diversas atividades a cerca de 220 pessoas de 6 a 20 anos, como aulas de fotografia e informática na Estação Digital, que foi montada com recursos da Fundação Banco do Brasil. O projeto pedagógico inclui também reforço escolar em matemática, português e inglês e aulas de música, artes, desenho, pintura, teatro e gastronomia.

Mesmo sem chegar ao pódio, Ygor é considerado vitorioso na comunidade e na associação. Sebastião Dias de Oliveira, pai do atleta, idealizador da Miratus e atual diretor técnico da entidade, acredita que a participação na Olimpíada serve de exemplo e esperança para as crianças nas comunidades. "Significa o ponto alto do nosso projeto. O Ygor passa a ser uma referência para todas as comunidades do Rio de Janeiro e do Brasil - que as crianças possam se inspirar nele para chegar aonde chegou".

"Nem todos vão chegar no alto rendimento. Não queremos formar atletas, queremos, acima de tudo, formar cidadãos", declarou o diretor administrativo da Miratus, José Ricardo Ramos.

Apesar de não ser o objetivo principal, as conquistas de títulos no badminton são inúmeras. Até hoje, os atletas da entidade ganharam 34 títulos sul-americanos, 23 pan-americanos juniores e três europeus. Nesta Olímpiada também foi a primeira vez que uma brasileira competiu no badminton - a atleta Lohaynny Vicente – e ela já foi aluna na Miratus.

Com o reconhecimento atingido nos Jogos Olímpicos do Rio 2016, os diretores esperam conseguir mais recursos para manter o projeto pedagógico. "Temos um projeto de R$ 1,2 milhão aprovado no Ministério do Esporte e vamos captar recursos junto às empresas", explicou Oliveira.

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Em seis anos, entidade investiu R$ 1,8 milhão na inclusão socioprodutiva de 350 ribeirinhos do Rio Madeira

A Organização Raiz Nativa atua, desde 2010, em assentamentos nas margens do Rio Madeira, na região perimetral urbana de Porto Velho (RO) em parceria com a Fundação Banco do Brasil. Ao todo, foram atendidas 350 pessoas que ganham a vida com o manejo do coco babaçu, criação de frango caipira, cultivo de hortaliças, plantio de mandioca e fabricação de queijo.

Toda a produção dos cooperados é vendida para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo do estado, na feira do produtor e nos mercados locais. A maior parte da farinha do babaçu vai para Palmas, no Tocantins.

Em seis anos, o investimento social da Fundação BB foi de cerca de R$ 1,8 mi, o que permitiu a compra de equipamentos, a criação de viveiros de mudas e a realização de cursos de qualificação para os cooperados. Parte desse recurso é do Fundo Amazônia, que tem a parceria da Fundação BB e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No último dia 10, a Raiz Nativa fez a mais recente aquisição: uma caminhonete 4x4. O veículo vai ajudar no apoio logístico dos trabalhos desempenhados pela equipe técnica e no monitoramento dos projetos.

A parceria também investe em projetos socioambientais, visando à proteção de áreas degradadas e à preservação do meio ambiente. No início de setembro, a organização vai inaugurar as novas instalações da agroindústria do babaçu. O novo espaço vai permitir produzir em maior escala e vender para todo País.

“Temos a Fundação Banco do Brasil como a nossa grande parceira. Nesses anos todos os nossos projetos foram aceitos e aplicados na região com grande êxito", declarou Elias Alves, coordenador do projeto. Ele contou, ainda, que as ações desenvolvidas pela Raiz Nativa vão além de investimentos com recursos financeiros. “Buscamos a integração das comunidades.

Antes, apesar da proximidade, quase não se comunicavam, praticamente não se conheciam. Hoje existe colaboração e todos se ajudam”, concluiu.

Em 2015, a Raiz Nativa reflorestou as margens do rio Madeira com 50 mil mudas, numa parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Secretaria Municipal de Agricultura (Semagric), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA) e a Prefeitura Municipal.

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Investimento de R$143,3 mil na Cooperacaju, em Ribeira do Pombal, será destinado à reestruturação da entidade e compra de máquinas e equipamentos

Na manhã desta quarta-feira (10), a Cooperativa da Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju) e a Fundação Banco do Brasil assinam convênio para aperfeiçoamento dos empreendimentos que compõem a Rede Cooperacaju. As ações vão contribuir para a melhoria da qualidade de vida e incremento de renda dos produtores de castanha de caju da região nordeste da Bahia.

O recurso de R$ 143,3 mil será aplicado na construção do muro de cercamento do prédio da entidade e nas adequações hidráulicas e elétricas da edificação; na compra de um veículo; na aquisição de cinco máquinas e equipamentos usados na produção de embalagens; e também na compra de dispositivos de informática e softwares. 

O gerente do Banco do Brasil em Ribeira do Pombal (BA), Djalma Matos, representará a Fundação BB na assinatura de convênio que acontece, às 9h15, na sede da Cooperativa, juntamente com a presidente da Rede Cooperacaju, Maria da Paz. Em seguida, o contador José Chainy e o consultor Jesiel Campos vão ministrar uma oficina de gestão financeira e operacional para diretores e cooperados da Rede. 

Cinco cooperativas compõem a Rede Cooperacaju: Cooperativa regional do Agricultores de Antas, novo Triunfo e Sitio do Quinto (Coopans ); Cooperativa dos Cajucultores Familiares da Microrregião de Banzaê, Euclides da Cunha e Quijingue (Cooperbeq); Cooperativa Regional dos Agricultores Familiares de Ribeira do Amparo, Cipó e Ribeira do Pombal (Cooperprac); Cooperativa dos agricultores familiares de Tucano e Araci (Coopatua) e Cooperativa Regional dos Agricultores de Lamarão, Água Fria, Biritinga e Sátiro Dias (Coopralabs).

Desde 2006, a Fundação BB investiu R$ 5,3 milhões na Rede Cooperacaju - na organização da cadeia produtiva de caju, com estruturação das minifábricas de castanha, capacitação dos produtores e comercialização da produção. Os projetos envolveram 7.145 pessoas nestes 10 anos.

 

Cooperacaju
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