Portal Interno   Sinfonia Diferente

Vinte e uma iniciativas nacionais e três internacionais concorrem à premiação 

Os vencedores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social serão conhecidos na noite desta quarta-feira (16). O anúncio será feito durante cerimônia em Brasília (DF). A décima edição tem 24 tecnologias sociais finalistas dos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe. Elas irão dividir R$ 700 mil em premiações, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada categoria. As iniciativas do exterior, que concorrem na categoria internacional são da Guatemala, Colômbia e República Dominicana. As categorias nacionais em disputa são: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação; Geração de Renda e Meio Ambiente e as premiações especiais: Mulheres na Agroecologia, Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico e Primeira Infância, além da categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe.

Todas as 21 finalistas nacionais e as três finalistas internacionais receberão um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Elas também participam do Encontro de Tecnologia Social, que será realizado em Brasília (DF), nesta terça-feira (15).uma sinfonia diferente3 

A tecnologia social “Uma Sinfonia Diferente - musical para pessoas com autismo”, do Instituto Steinkopf, de Brasília (DF), foi uma das vencedoras de 2017, na categoria Saúde e Bem-Estar. 
Com o método, a entidade busca conscientizar a população sobre o tema, além de incluirsocialmente a pessoa com autismo como protagonista e agente cultural. O projeto também promove a saúde e bem-estar dos autistas e seus familiares. De acordo com a idealizadora e responsável pela técnica, Ana Carolina Steinkopf, com o reconhecimento do prêmio da Fundação BB, a metodologia ganhou força para intensificar as pesquisas, levar a tecnologia social para outras cidades e triplicar o número de vagas para novos participantes. “O prêmio trouxe maturidade e credibilidade para a Sinfonia. Depois do prêmio, aumentamos o número de atendimentos para 140 pessoas com autismo por semestre, capacitamos mais de 200 voluntários e implantamos o método nas cidades de Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), São Luís (MA), Imperatriz (MA) e Belém (PA) e estamos em fase de implantação em Barcelona (Espanha)", declarou a idealizadora da técnica.

Neste ano, a premiação recebeu 801 inscrições. Dessas, 123 tecnologias sociais passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns às diversas comunidades brasileiras. Hoje são 1.110 iniciativas aptas e disponíveis para reaplicação.

Essa edição tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Encontro de Tecnologias Sociais

Antecedendo à divulgação e premiação das vencedoras, no dia 15, a Fundação BB vai reunir finalistas de 2019, vencedoras de anos anteriores, parceiros no prêmio e especialistas no tema para debater sobre a importância das tecnologias sociais para o desenvolvimento social do país. O Encontro tem o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade aliada à ética socioambiental. A atividade será composta por duas palestras: "A importância da Sistematização no desenvolvimento e nos avanços das tecnologias sociais”, com Cristina Meirelles, da Casa 7 e “Desenvolvimento Sustentável e as Tecnologias Sociais”, com Ricardo Voltolini, da Ideia Sustentável.

Serviço:

O quê: Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2019
Quando: 16 de outubro (quarta-feira), às 20 horas
Local: Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada - SHTN Trecho 1, Conjunto 1B, Asa Norte, Brasília - DF

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Portal Interno   Meio Ambiente

Metodologias desenvolvidas de maneiras simples e de baixo custo são alternativas sustentáveis para proteção dos recursos naturais

As iniciativas Plantando Águas, de São Paulo, Sistema Miyawaki de restauração de ecossistemas na Amazônia, do Pará, e Reúso de resíduos vítreos de aterros sanitários: meio ambiente e renda, do Paraná foram avaliadas segundo critérios de interação junto à comunidade, transformação social, inovação e facilidade na reaplicação. Elas concorrem aos prêmios de R$ 50 mil, para a primeira colocação, R$ 30 mil para a segunda e R$ 20 mil para a terceira. Além de concorrer ao prêmio, que será entregue no dia 16 de outubro, em Brasília, as finalistas participam no dia 15 do Encontro de Tecnologia Social. Elas receberão uma premiação em dinheiro e um vídeo contendo a descrição da metodologia, depoimentos de representantes da entidade  e de moradores das comunidades envolvidas com a iniciativa. 

Saiba mais sobre as finalistas

Para proteger os recursos hídricos na zona rural, a iniciativa paulista, Plantando Águas, integra o saneamento básico, a recuperação florestal e a educação ambiental. A metodologia utiliza sistema agroflorestal para produção e proteção do solo e o uso de tecnologias sociais de tratamento de esgoto. A coordenadora de saneamento básico do projeto Aline Zaffani explica que existem muitos riscos em se utilizar os modelos mais antigos e rudimentares de fossa. “O solo pode contaminar, atingindo poços de água e até o plantio. Fora isso, as famílias ficam vulneráveis só de andarem descalças na região próxima à fossa”, afirma.

A tecnologia Sistema Miyawaki busca aproximar a sociedade e sensibilizar sobre a importância das florestas, da preservação e do desenvolvimento do ecossistema e, por meio do reflorestamento, promover o retorno da biodiversidade da região. O trabalho de recuperação de áreas alteradas na Amazônia tem a participação da sociedade, principalmente de crianças e adolescentes. Além disso, a metodologia incentiva a pesquisa e promove a reflexão a respeito dos problemas causados pelo desmatamento. A diretora social do Instituto Amigos da Floresta Amazônica, que desenvolve o projeto, Joseane da Silva Sousa Mattos explica que as mudas são produzidas de maneira a garantir a qualidade da planta. “Temos parceiros ribeirinhos que coletam as sementes, nós separamos as melhores e levamos para nosso viveiro. O plantio é feito de acordo com as regras de manejo da região”.

Já a tecnologia Reuso de resíduos vítreos de aterros sanitários: meio ambiente e renda busca soluções para utilização do vidro encontrado em aterros municipais, um dos materiais que leva mais tempo para ser absorvido pela natureza, e que gera pouca renda para cooperativas e catadores. A ideia é viabilizar a comercialização do material em forma de pó para a construção civil, apresentando soluções metodológicas sustentáveis. O coordenador do projeto Ricardo Schneider explica que a venda e o manejo dos resíduos em forma de cacos e garrafas é mais difícil e com baixo valor agregado. “A ideia é apresentar essa solução de transformar o vidro em pó, utilizando uma máquina muito simples de moer. Assim fica mais fácil transportar e vender. Esse pó de vidro já é muito utilizado na construção civil”, esclarece.

Conheça o BTS aqui

Confira as outras categorias finalistas aqui

Elas também já fazem parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS), base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda e Saúde.

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Clique aqui e conheça as 123 tecnologias sociais Certificadas de 2019

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Portal Interno   Finalistas Algodão

Protagonismo e qualidade de vida das famílias são alguns dos objetivos das finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2019

Presente pela primeira vez no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, a premiação especial Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico busca identificar modelos de gestão e governança de organizações e comunidades na produção do algodão agroecológico. Neste ano, as três finalistas desta modalidade são dos estados do Rio Grande do Sul, Ceará e Paraíba, e compartilham objetivos comuns como a forma sustentável de produzir o algodão sem degradar o meio ambiente e preservando os recursos naturais; o plantio consorciado com outras produções, e a preocupação com a melhoria da renda e qualidade de vida de seus associados e cooperados.

A Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural – Adec, da cidade Tauá (CE), concorre à premiação final com a tecnologia social Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo. O algodão produzido pelos 123 associados/as é ecologicamente correto, com certificação orgânica concedida pelo Instituto Biodinâmico Brasileiro - IBD. Nas comunidades pertencentes aos municípios cearenses de Tauá, Parambu, Independência e Boa Viagem, o plantio é feito em bases agroecológicas, sem a utilização de queimadas e agrotóxicos, alternado com o cultivo de milho, feijão e gergelim.

A Adec também utiliza técnicas de conservação do solo (plantio em nível, valetas de retenção de água e adubação orgânica), faz plantios de árvores nativas ao longo das cercas, nas margens dos riachos e açudes para recompor as matas ciliares e reflorestar a área. Há ainda a preocupação com a disposição do lixo doméstico, cuidados com as margens e nascentes dos rios e utilização de sementes adequadas. “Vamos usar o reconhecimento do Prêmio de Tecnologia Social para trazer mais incentivo para a nossa iniciativa, com melhoramento da atividade e da produtividade”, disse José Rogaciano Siqueira de Oliveira, assessor da Adec.

A tecnologia social A trama do algodão que transforma, da Cooperativa Justa Trama, da cidade de Porto Alegre (RS), envolve todos os elos da cadeia produtiva do algodão agroecológico - desde o plantio à comercialização das roupas e acessórios. A entidade faz o tingimento das peças, por meio de pigmentos naturais e vegetais. A cooperativa foi criada em 2005, motivada pela produção de bolsas para o Fórum Social Mundial, que aconteceu em Porto Alegre, dentre 44 empreendimentos da Economia Solidária. Naquele ano foi pensado e colocado em prática o plantio do algodão orgânico e a produção das primeiras peças de roupas. “Ser finalista do Prêmio de Tecnologia Social nos deixa muito felizes e orgulhosos do trabalho desenvolvido por nossos 500 cooperados/as”, declarou Nelsa Inês Nespolo, responsável pela iniciativa.

O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no CurimataúParaibano, da Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar é a finalista do município de Remígio (PB). Seus associados/as iniciaram o manejo do algodão agroecológico em 2006 e hoje possuem certificação orgânicos. Em 2013 criaram o Organismo Participativo de Aceitação e Conformidade (Opac), denominado Rede Borborema de Agroecologia, entidade responsável por certificar a produção dos 34 agricultores/as e comercializar os produtos da lavoura a comercialização. Atualmente a rede possui cinco grupos de produção em assentamentos dos municípios paraibanos - Remígio, Prata e Amparo-. “Estamos na expectativa pelo prêmio. A nossa ideia é investir na rede e dar a ela condições de fazer o acompanhamento e assessoria com material adequado e oferecer capacitação às famílias” declarou a técnica de campo, Robevânia da Silva Almeida.

Para o instituto C&A, esta parceria com a Fundação Banco do Brasil reforça a importância do reconhecimento de iniciativas de bases comunitárias vinculadas ao fortalecimento da agricultura familiar. Além de fomentar a produção do algodão agroecológico consorciado com outras culturas, esta categoria mapeia boas práticas baseadas no protagonismo local. O olhar integrado da cadeia produtiva, que começa com a produção sustentável do algodão, permite que a moda seja, cada dia mais, uma força para bem”, reforça Luciana Pereira, gerente do programa Algodão Sustentável liderado pelo Instituto C&A.

As tecnologias vencedoras em todas as categorias e premiações especiais serão conhecidas no dia 23 de outubro. Além da premiação especial destinada para iniciativas de Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico, outras quatro categorias nacionais também concorrem nesta edição: Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação”; “Geração de Renda e Meio Ambiente, e outras duas categorias especiais: Mulheres na Agroecologia e Primeira Infância. As vencedoras irão dividir R$ 700 mil reais em premiações. Além disso, há também a categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe. Todas as instituições finalistas receberão um troféu e um vídeo retratando sua iniciativa.

Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social reconhece e certifica soluções como boas práticas que podem ser reaplicadas em todas as localidades do país. Os parceiros da Fundação BB no Prêmio de 2019 são: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, com a cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Conheça todos as finalistas aqui.

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Portal Interno Finalistas Internacional

Prêmio da Fundação BB identifica soluções do Brasil e da América Latina a cada dois anos


O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no Brasil, divulgou a lista dos finalistas da edição de 2019. As três tecnologias internacionais são da Colômbia, Guatemala e da República Dominicana.

Representando a Colômbia a tecnologia finalista foi Programa Ondas Atlántico para la Generación temprana de Vocaciones Cientificas, da Universidad Simón Bolívar, da cidade de Barranquilla. A iniciativa estimula o pensamento científico, tecnológico e inovador em crianças e jovens das instituições de ensino de áreas rurais e urbanas do Departamento de Atlântico. A ideia é aplicar projetos pedagógicos que possibilitem a participação dos estudantes em pesquisas científicas, além de desenvolver espaços de treinamento e apropriação do conhecimento científico e da pesquisa.

A tecnologia da Guatemala é Las Compras Públicas para un Modelo territorial de Comunidades Indígenas Maya-Ch-órti, desenvolvida pela Asociación para el Desarrollo Integral de Productores del Área Chórti´, localizada na cidade de Chiquimula. O projeto visa melhorar o padrão de vida das comunidades indígenas tornando-as as principais fornecedoras de gêneros alimentícios para as escolas públicas da região. A iniciativa também combate a desnutrição infantil, melhora o aproveitamento de recursos naturais e educa sobre boas práticas agrícolas.

Já representando a República Dominicana a iniciativa finalista foi Escuelas Ambientalmente Sostenibles y Cultura 3R, do Instituto Nacional de Bienestar Estudantil (Inabie), sediada na capital Santo Domingo. A iniciativa promove a consciência ambiental e hábitos de gestão de resíduos sólidos em suas escolas e suas casas. Os 3 R representam reduzir, reciclar e reutilizar resíduos sólidos. Será aplicada uma metodologia nas escolas, identificando como é feito o manejo de resíduos e otimizando o processo, com a participação dos alunos.

As metodologias reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já foram implementadas em âmbito local, regional ou nacional e são passíveis de serem reaplicadas no Brasil.

As três finalistas internacionais e as 21 brasileiras ganharão um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Além disso, as proponentes serão convidadas a participar do Encontro de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (Brasil), antecedendo a noite de premiação das vencedoras , prevista para outubro.

Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, o reconhecimento internacional garante mais visibilidade para a iniciativa. "Nosso objetivo é transformar a vida das pessoas através do reconhecimento e da reaplicação de tecnologias sociais que já deram certo em diversas localidades. Aproximamos a sabedoria popular ao conhecimento técnico para proporcionar o desenvolvimento social em escala", explicou.

Nesta edição, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Conheça todas as 24 tecnologias sociais finalistas

Confira a lista das 123 tecnologias sociais certificadas

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As iniciativas finalistas são de 13 estados brasileiros e de três países da América Latina. Na foto a tecnologia social Visitação domiciliar na primeira infância, de Porto Alegre (RS), é uma das finalistas.

As 24 tecnologias sociais finalistas no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2019 já são conhecidas. As iniciativas brasileiras que concorrem à premiação final são dos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe. Já as do exterior, que disputam na categoria internacional, são da Guatemala, Colômbia e República Dominicana.

As finalistas foram selecionadas considerando-se a efetividade, inovação, sistematização da tecnologia e a interação com a comunidade. As vencedoras serão anunciadas no evento previsto para acontecer em outubro. As tecnologias sociais que promovem a igualdade de gênero e o protagonismo e empoderamento da juventude receberam um bônus de 5% na pontuação total obtida na classificação.

Abaixo a lista com todas finalistas

Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital

* Origens do Brasil – Instituto Manejo e Certificação Florestal e Agrícola – Imaflora de Piracicaba (SP);

* Arquitetura na Periferia - Instituto de Assessoria a Mulheres e Inovação – IAMÍ de Belo Horizonte (MG);

* Auditoria Cívica na Saúde - Instituto de Fiscalização e Controle – Brasília (DF);

Educação

* Vamos encurtar essa história? – Erem Frei Orlando – Itambé (PE); 

* Escola Ativa - Instituto Esporte & Educação - São Paulo (SP); 

* Tecnologias Sociais e Formação em Ciências da Natureza de Educadores do Campo - Universidade Federal de Viçosa - Viçosa (MG);

Geração de Renda

* A trama do algodão que transforma - Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS);

* CLOC (Criatividade – Lógica – Oportunidade – Crescimento) - Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação - Santa Luzia do Itanhy (SE);

* Turismo de Base Comunitária: melhorando vidas e preservando o meio ambiente - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) –Tefé (AM);

Meio Ambiente

* Plantando Águas - The Green Initiative - São Paulo (SP);

* Sistema Miyawaki de restauração de ecossistemas na Amazônia - Instituto Amigos da Floresta Amazônica – Asflora – Benevides (PA);

* Reúso de Resíduos Vítreos de Aterros Sanitários: meio ambiente e renda - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Toledo – Toledo (PR);

 

Premiações Especiais

Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico

* A trama do algodão que transforma Cooperativa Central Justa Trama - Porto Alegre (RS)

* O Algodão Agroecológico Gerando Renda e Conhecimento no Curimataú Paraibano - Associação de Apoio a Políticas de Melhoria da Qualidade de Vida, Meio Ambiente e Verticalização da Produção Familiar - Remígio (PB);

* Algodão Agroecológico no Fortalecimento da Agricultura Familiar e Associativismo - Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural de Tauá – Tauá (CE);

Mulheres na Agroecologia

* Programa Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável – PEADS - Serviço de Tecnologia Alternativa – Ibimirim (PE);

* Pitanga Rosa: agroecologia, saúde e qualidade de vida - Associação Pitanga Rosa - Chapecó (SC);

* Mulheres Protagonistas no Beneficiamento de Produtos Agroecológicos - Cooperativa Agropecuária de Alagoas – Flexeiras (AL);

Primeira Infância

* Programa Municipal de Aleitamento Materno - PRÓ-MAMÁ - Prefeitura Municipal de Osório - Osório (RS);

* Programa Primeira Infância Ribeirinha (PIR) - Fundação Amazonas Sustentável - Manaus (AM);

* Visitação domiciliar na primeira infância - Secretaria da Saúde - Porto Alegre (RS);

Categoria Internacional

* Las compras públicas para un modelo territorial de comunidades indígenas Maya-Ch´orti´ - Asociación para el desarrollo integral de productores del Área Ch´orti´ - Chiquimula - Guatemala;

* Programa Ondas Atlántico para la generación temprana de vocaciones cientificas - Universidad Simón Bolívar - Barranquilla – Colômbia;

* Escuelas Ambientalmente Sostenibles y Cultura 3R - Instituto Nacional de Bienestar Estudiantil (INABIE) - Santo Domingo - República Dominicana.

A premiação deste ano foi aberta a entidades sem fins lucrativos, como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil e países da América Latina e do Caribe.

As finalistas brasileiras concorrem a R$ 700 mil em prêmios divididos entre as categorias nacionais, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada uma das categorias. As três iniciativas do exterior que compõe a categoria Internacional foram identificadas como tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital; Educação,Geração de Renda e Meio Ambiente.

Todas as finalistas ganharão um troféu e um vídeo retratando a iniciativa. Além disso, serão convidadas a participar do Encontro de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), antecedendo a noite de premiação. Elas também passaram a fazer parte do Banco de Tecnologias Sociais (BTS).

Nesta edição o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Banco de Tecnologias Sociais

O BTS é uma base de dados on-line que reúne atualmente 1.110 metodologias certificadas por solucionarem problemas comuns às diversas comunidades brasileiras nas áreas de: Alimentação, Educação, Energia, Habitação, Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Renda e Saúde. Acesse aqui para conhecer.

 

Conheça as 24 Finalistas aqui

Confira a lista das 123 Certificadas aqui

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Sistema de filtragem de água utilizada nas casas ajuda na irrigação de hortas e evita a contaminação do solo, no Semiárido Baiano

Um sistema de reaproveitamento de água de uso doméstico, ou água cinza, tem sido alternativa para as famílias do semiárido baiano na convivência com a seca. O Projeto Águas de Valor e Sabor do Semiárido Baiano, da Associação de Pequenos Agricultores do Jacó, Poço Dantas, Boa Vista da Pimenteira e Serrinha, está ajudando as famílias a produzir alimentos e reduzir a contaminação do solo.

A metodologia consiste na filtragem dos resíduos presentes na água resultante da lavagem de roupa, louças e banho, com o uso de matéria orgânica composta de microrganismos e minhocas, que permitem a devolução da água para o meio ambiente, sem prejudicá-lo, como na irrigação de hortaliças. Toda a ação privilegia o envolvimento das famílias, com treinamento para o manejo e a manutenção da tecnologia. A iniciativa, também conhecida como Bioágua Catingueiro, é finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil, na Categoria Água e Meio Ambiente,

Cleiton Andrade, morador da comunidade Poço Dantas, a 30 quilômetros da cidade de Planalto (BA), conta que, a partir de 2012, a região passou a conviver com uma seca mais severa e com o baixo índice de chuvas. A média que era de 700 mm ao ano, caiu para aproximadamente 400 mm, o que resultou na redução expressiva da produção agrícola e criadores de animais tiveram que se desfazer dos rebanhos para diminuir gastos e evitar prejuízos.

Ao perceber a importância do projeto, Cleiton mobilizou outros moradores a implantarem a tecnologia. “Desde que fui escolhido para assumir a implantação do sistema, tive clareza sobre a minha responsabilidade. Optei por seguir esse caminho e farei o possível para que as famílias também usem a tecnologia. Não hesitarei em ajudá-las com os conhecimentos que adquiri”, relata.

Em 2015, a família de Vanessa Andrade recebeu uma unidade do Bioágua Catingueiro na sua propriedade na comunidade Craúno. Assim como ela, alguns agricultores familiares de Poções receberam unidades do sistema. A implantação contou também com a parceria da Associação de Moradores Produtores Rurais da Região de Crauno e Água Branca.  Aos 22 anos e cursando graduação em Pedagogia, a jovem conta que ajuda os pais na produção de hortaliças e verduras, e que não vislumbra oportunidades na cidade grande.

Ela defende a permanência dos jovens no campo e quer ser exemplo para os conterrâneos. "Depois que me formar, pretendo aplicar os conhecimentos na minha terra, porque acredito que temos futuro aqui. Antes do sistema era complicada a produção de alimentos aqui. Hoje a gente tem alimentos de qualidade o ano inteiro e o resultado é visto na cor, no tamanho e no sabor", diz. Ela destaca ainda que a tecnologia trouxe também melhorias no orçamento familiar, com a venda do excedente na feira. "Queremos mostrar que é possível trabalhar e morar aqui com dignidade”.

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Este ano, o Prêmio Fundação BB tem 18 finalistas nas categorias nacionais e três na internacional. O evento de premiação será realizado em novembro. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir as finalistas acessando fbb.org.br/finalistas.

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Proposta é aplicada pela Fast Food da Política que já disponibilizou seus jogos para quatro mil pessoas

É possível aprender algumas regras do sistema político brasileiro no mesmo intervalo de tempo em que uma pessoa come um hambúrguer? A associação Fast Food da Política, sediada em São Paulo, acredita que sim e por isso desenvolveu uma metodologia lúdica para provocar reflexões e diálogos a respeito da política no país. Ela atua há dois anos desenvolvendo jogos interativos e já atingiu cerca de quatro mil pessoas de diferentes perfis e faixas etárias. A metodologia já foi aplicada em escolas, universidades, órgãos públicos, manifestações e eventos culturais. Agora a iniciativa concorre como finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Educação.

A proposta tomou corpo em 2015, em uma grande manifestação em Brasília. A designer Júlia Fernandes de Carvalho e outros colegas saíram de São Paulo com destino à capital federal para aplicar jogos com os manifestantes sobre o sistema político brasileiro. “Ali percebemos o grande desconhecimento acerca do funcionamento das regras e das consequências práticas das reivindicações. Neste momento notamos o poder dos jogos para transformar este cenário”, relembra. Júlia voltou para São Paulo e fundou a associação. “Queríamos garantir um aprendizado político que fosse rápido, delicioso e divertido. Como um fast food”, explica.

A metodologia opera de forma que participantes possam adquirir novos aprendizados, independentemente do grau de conhecimento político que possuem. “Deixando as ideologias de lado, juntamos diferentes perfis de pessoas e faixas etárias para decifrar as regras que regem o funcionamento do nosso Estado. No fim, todos se divertem, aprendem e trocam”, constata a fundadora.

Ao longo dos dois anos de atuação, a equipe já elaborou mais de 80 jogos entre oficiais e protótipos elaborados pelos participantes das oficinas de criação. Quinze deles são sobre o sistema político; cinco são da linha Molho Especial, que trata a questão de gênero e política; os outros jogos são sobre gestão pública. Eles já foram aplicados em cidades como Santos, São Paulo, Jundiaí, Brasília, Cotia e Guarulhos. Atualmente o principal território de atuação é a cidade de São Paulo, mas a partir da certificação de tecnologia social conferida pela Fundação BB neste ano, a iniciativa pode ser reaplicada em outras regiões do país. Veja a proposta no Banco de Tecnologias Sociais.

Reconhecimento como tecnologia social

“Foi ótimo perceber que as pessoas confiam e reconhecem nosso trabalho, além de todo o apoio e o enorme número de pessoas que estão torcendo pela gente”, comenta Júlia sobre ser uma das 21 finalistas na 9ª edição do Prêmio. Para ela, foi uma honra ter chegado à etapa final ao lado de outros projetos tão relevantes. “Isso nos deu mais energia para continuar”, resume. Ela diz que, se vencedora, a Fast Food pretende contar com parcerias em diversas localidades, proporcionando uma atuação em rede e assim realizar o sonho de promover educação política em todos os estados brasileiros.

O adolescente Gustavo Goyes foi um dos jogadores da Fast Food da Política e conheceu a metodologia quando foi aplicada no Centro de Juventude do Jardim Vila Madalena, em São Paulo. “Tem pessoas que vêm aqui, falam e conversam sobre política e nós acabamos não aprendendo nada. Por meio de uma simples brincadeira, os jogos da Fast Food nos ensinaram muito”, relata o estudante.

A analista legislativa da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) Tânia Rodrigues Mendes também é uma das pessoas que reconhecem a iniciativa. “Para definirmos o que o Brasil quer ser quando crescer, a diretriz de ação aplicada com esses jogos é estratégica e com alta funcionalidade político-pedagógica, capaz de fazer as pessoas questionarem seus preconceitos políticos, sociais e culturais, além de perceberem suas limitações e potencialidades”, avalia a servidora que atua no setor há 25 anos.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Acesso gratuito
Todos os jogos estão disponíveis para download no site da associação fastfooddapolitica.com.br. Os arquivos são de utilidade pública, abertos e disponíveis para serem acessados e disseminados livremente. Os recursos materiais necessários são acesso à internet para fazer o download, impressora, papel e cola. As instruções para cada jogo estão presentes nos manuais que também estão disponíveis on-line. A duração da rodada é de aproximadamente 10 minutos.

A edição do 9º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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A Ong Litro de Luz já instalou mais de 400 postes com iluminação gratuita, por meio de energia solar

 

“Pode levar, não preciso mais desta lanterna. Agora tenho luz em frente a minha casa”. Foi com este gesto que Pedrinho*, menino da comunidade de Ferraz de Vasconcelos, no interior de São Paulo, agradeceu ao voluntário da Ong Litro de Luz, quando viu pela primeira vez, um poste de luz iluminando a sua rua.

O agradecimento não foi em vão. Pelo menos três comunidades da cidade viviam completamente no escuro, sem a previsão de energia elétrica: Vila Santa Margarida, Brejo e Cidade de Deus. Agora eles contam com postes e lampiões que geram luz através de energia solar. Uma solução eficiente, barata e que agora concorre ao Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social.

No Brasil desde 2014, a Litro de Luz desenvolve soluções ecológicas e economicamente sustentáveis para combater a falta de iluminação nas cinco regiões do país e já impactou diretamente mais de cinco mil pessoas. Foi por meio de uma solução acessível criada pelo brasileiro Alfredo Moser, em 2002 - que usou garrafas pet abastecidas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa – que o movimento global Liter of Light foi criado nas Filipinas, em 2011.

Segundo Laís Higashi, presidente da Litro de Luz, a Ong conta atualmente com cerca de  150 voluntários entre São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Campina Grande, Manaus e Florianópolis. A sede fica em Vila Prudente, em São Paulo. “Uma equipe é responsável pelas demandas e análises das comunidades que serão atendidas. Depois disso, há o contato e o treinamento com os moradores locais, que também participam do projeto”, explica.

A estrutura do poste é toda montada com canos de PVC para facilitar a colocação de cimento e fixação no solo, e possibilitar a passagem de fiação elétrica. Dentro de uma caixa hermética fixada ao corpo do poste, coloca-se a bateria e o circuito responsável pelo acionamento da lâmpada e pela transferência da energia que é captada pela placa solar para recarga da bateria. Finalmente, a placa solar é presa no topo e, para a proteção do led, é utilizada uma garrafa pet. Para arcar com os custos de material a Litro de Luz trabalha com iniciativas como workshops, voluntariado corporativo e ações específicas patrocinadas por parceiras. As garrafas plásticas especificamente são recolhidas por voluntários antes das ações.

Desde o início do projeto a Ong já levou luz para 15 comunidades de sete cidades. E os planos não param por aí. Para 2017 estão previstas instalações em Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo e para a comunidade Kalunga, maior comunidade quilombola do Brasil, localizada na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Além dos postes solares, que serão colocados nas áreas públicas, serão entregues também lampiões para iluminar ambientes internos e que são fáceis de transportar, permitindo que os moradores os levem de um lugar ao outro. Todas as soluções serão construídas em conjunto, pelos voluntários da Litro de Luz e pelos moradores, que aprendem todo o processo, incluindo a montagem, instalação e manutenção dos postes e dos lampiões.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas

Finalista do Prêmio de Tecnologia Social

Foi através da internet que os voluntários da Litro de Luz souberam das inscrições e resolveram participar  do Prêmio. A instituição foi selecionada entre 735 propostas e recebeu a certificação de tecnologia social. Agora é uma das finalistas na categoria “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital” e concorre ao prêmio principal de R$ 50 mil, que será entregue ao primeiro colocado de cada categoria do prêmio, em novembro. “Todos os voluntários estão extremamente animados e sentiram-se reconhecidos com a certificação na primeira fase do Prêmio”, diz Higashi.

Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social é considerado um dos principais do terceiro setor no País. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir a iniciativa Poste de Luz Solar: Litro de Luz Brasil no Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB acessando https://goo.gl/v4k6bD


(*) Pedrinho é um nome fictício.

 A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

 

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