O programa, o mais antigo em atividade da Fundação BB, proporciona ambiente acolhedor e práticas esportivas e culturais no contraturno escolar

"Antes eu era muito tímida, não praticava esportes, não brincava com meus colegas e não tinha muitos amigos. Depois do AABB Comunidade, tudo começou a mudar." As palavras da estudante Gabriella Marques,15 anos, da cidade de Russas (CE), resume a percepção das crianças e adolescentes participantes do Programa Integração AABB Comunidade, que completa 30 anos nesta terça, 19 de setembro.

A integração com a família e a comunidade, a prática de esportes, linguagens artísticas, atividades lúdicas e aprendizados em consciência ambiental e cidadania promovem o aumento de autoestima e o desenvolvimento global dos educandos de baixa renda, provenientes da rede pública de ensino. Somente nos últimos dez anos, foram atendidos cerca de 592 mil estudantes, de 6 a 18 anos incompletos.

As diversas atividades são oferecidas no contraturno escolar, nas dependências das Associações Atléticas Banco do Brasil (AABB) de norte a sul do país. Entre 2007 e 2017, a iniciativa abrangeu cerca de 470 municípios. O programa é desenvolvido em parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a Federação Nacional das Associações Atléticas Banco do Brasil (Fenabb) e instituições locais.

Os depoimentos das crianças e adolescentes expressam a importância da experiência adquirida. "Nesse lugar não há nenhum tipo de diferença, todos são tratados com carinho e a mesma atenção, todos se ajudam no que for preciso. As brincadeiras, a atenção e a coisas novas que me foram apresentadas me encantaram e fui aprendendo valores de vida para me ajudar a enfrentar o mundo lá fora", afirma Luísa Amorim, 15 anos, de Manhuaçu (MG).

"É um ensino diferente da escola, que pode nos ajudar a ter uma formação no futuro. Quando eu for adulto, quero ser um cidadão responsável por meus atos e acredito que os educadores do programa podem me ajudar nisso", revela Braiam Marcelino da Rosa, de 13 anos, de Sapiranga (RS).

"Só em pensar o que eu era e o que sou hoje, um cidadão de bem, campeão na vida, fico imensamente agradecido", resume Erick Gomes, de 17 anos, de Limoeiro (PE).

O programa iniciou as atividades em 19 de setembro de 1987, na cidade de Quixadá (CE). No mesmo ano, foi implementado no mês de outubro em Erechim (RS), dia 24, e Quixeramobim (CE) 31. Em 12 de dezembro, foi a vez de Cristalina (GO).

Para 2017, o trabalho educacional pretende atender aproximadamente 50 mil participantes, em 300 municípios, englobando temas como educação ambiental, saúde e higiene, esporte e linguagens artísticas, possibilitando a construção de conhecimentos e o acesso à cidadania.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Proposta é aplicada pela Fast Food da Política que já disponibilizou seus jogos para quatro mil pessoas

É possível aprender algumas regras do sistema político brasileiro no mesmo intervalo de tempo em que uma pessoa come um hambúrguer? A associação Fast Food da Política, sediada em São Paulo, acredita que sim e por isso desenvolveu uma metodologia lúdica para provocar reflexões e diálogos a respeito da política no país. Ela atua há dois anos desenvolvendo jogos interativos e já atingiu cerca de quatro mil pessoas de diferentes perfis e faixas etárias. A metodologia já foi aplicada em escolas, universidades, órgãos públicos, manifestações e eventos culturais. Agora a iniciativa concorre como finalista no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, na categoria Educação.

A proposta tomou corpo em 2015, em uma grande manifestação em Brasília. A designer Júlia Fernandes de Carvalho e outros colegas saíram de São Paulo com destino à capital federal para aplicar jogos com os manifestantes sobre o sistema político brasileiro. “Ali percebemos o grande desconhecimento acerca do funcionamento das regras e das consequências práticas das reivindicações. Neste momento notamos o poder dos jogos para transformar este cenário”, relembra. Júlia voltou para São Paulo e fundou a associação. “Queríamos garantir um aprendizado político que fosse rápido, delicioso e divertido. Como um fast food”, explica.

A metodologia opera de forma que participantes possam adquirir novos aprendizados, independentemente do grau de conhecimento político que possuem. “Deixando as ideologias de lado, juntamos diferentes perfis de pessoas e faixas etárias para decifrar as regras que regem o funcionamento do nosso Estado. No fim, todos se divertem, aprendem e trocam”, constata a fundadora.

Ao longo dos dois anos de atuação, a equipe já elaborou mais de 80 jogos entre oficiais e protótipos elaborados pelos participantes das oficinas de criação. Quinze deles são sobre o sistema político; cinco são da linha Molho Especial, que trata a questão de gênero e política; os outros jogos são sobre gestão pública. Eles já foram aplicados em cidades como Santos, São Paulo, Jundiaí, Brasília, Cotia e Guarulhos. Atualmente o principal território de atuação é a cidade de São Paulo, mas a partir da certificação de tecnologia social conferida pela Fundação BB neste ano, a iniciativa pode ser reaplicada em outras regiões do país. Veja a proposta no Banco de Tecnologias Sociais.

Reconhecimento como tecnologia social

“Foi ótimo perceber que as pessoas confiam e reconhecem nosso trabalho, além de todo o apoio e o enorme número de pessoas que estão torcendo pela gente”, comenta Júlia sobre ser uma das 21 finalistas na 9ª edição do Prêmio. Para ela, foi uma honra ter chegado à etapa final ao lado de outros projetos tão relevantes. “Isso nos deu mais energia para continuar”, resume. Ela diz que, se vencedora, a Fast Food pretende contar com parcerias em diversas localidades, proporcionando uma atuação em rede e assim realizar o sonho de promover educação política em todos os estados brasileiros.

O adolescente Gustavo Goyes foi um dos jogadores da Fast Food da Política e conheceu a metodologia quando foi aplicada no Centro de Juventude do Jardim Vila Madalena, em São Paulo. “Tem pessoas que vêm aqui, falam e conversam sobre política e nós acabamos não aprendendo nada. Por meio de uma simples brincadeira, os jogos da Fast Food nos ensinaram muito”, relata o estudante.

A analista legislativa da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) Tânia Rodrigues Mendes também é uma das pessoas que reconhecem a iniciativa. “Para definirmos o que o Brasil quer ser quando crescer, a diretriz de ação aplicada com esses jogos é estratégica e com alta funcionalidade político-pedagógica, capaz de fazer as pessoas questionarem seus preconceitos políticos, sociais e culturais, além de perceberem suas limitações e potencialidades”, avalia a servidora que atua no setor há 25 anos.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas



Acesso gratuito
Todos os jogos estão disponíveis para download no site da associação fastfooddapolitica.com.br. Os arquivos são de utilidade pública, abertos e disponíveis para serem acessados e disseminados livremente. Os recursos materiais necessários são acesso à internet para fazer o download, impressora, papel e cola. As instruções para cada jogo estão presentes nos manuais que também estão disponíveis on-line. A duração da rodada é de aproximadamente 10 minutos.

A edição do 9º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Veja aqui a lista das finalistas do Prêmio
Veja aqui a lista das 173 certificadas
Visite o site do Prêmio

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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O programa oferece atividades esportivas e culturais para crianças e adolescentes

A Fundação Banco do Brasil, a Casa Azul Felipe Augusto, a Federação Nacional das AABBs (FENABB) e a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) lançaram oficialmente nessa quinta-feira (25), o Programa Integração AABB Comunidade – unidade Brasília.

Na capital federal, serão atendidas 150 crianças e adolescentes, de famílias de baixa renda, com idades entre 6 e 18 anos incompletos de São Sebastião e da Vila Telebrasília. Os estudantes terão atividades socioeducativas, culturais, artísticas, esportivas e de saúde nos turnos contrários do horário escolar.

Os educandos foram selecionados pelo CRAS – Centros de Referência e Assistência Social do DF, atendendo os quesitos de vulnerabilidade, risco social e portadores de necessidades especiais.
Serão oferecidas aulas de natação, futsal e ginástica rítmica, percussão, orquestra e flauta, hip-hop e balé, informática, noções de administração, literatura e formação cidadã. O projeto conta, ainda, com equipe multidisciplinar composta por pedagogos, assistentes sociais, psicólogos e educadores. Os participantes também terão reforço alimentar, acompanhamento médico-odontológico e transporte.

Durante a solenidade de lançamento, o presidente da Fundação BB destacou alguns ingredientes para sucesso e longevidade do programa. “São 30 anos de AABB Comunidade, o programa mais antigo que nós temos na Fundação. E por que ele persiste e chega aos 30 anos rejuvenescido? É graças ao trabalho, dedicação, amor e o envolvimento de todos os funcionários, envolvimento do Banco do Brasil com as causas sociais e as parcerias sólidas que sempre tivemos”, disse.

Para Deise Lourenço, presidente da Casa Azul, o programa é a oportunidade de fazer um pouco mais pelas crianças do Distrito Federal. “Vamos dar continuidade ao trabalho que a Casa Azul já vem fazendo há 28 anos em Samambaia e Riacho Fundo II. Espero trazer mais alento para as famílias com o trabalho que a gente executa.”

“Estamos completando 30 anos de AABB Comunidades e inúmeros exemplos de sucessos por todo Brasil e aqui em Brasília não será diferente”, declarou Renê Nunes dos Santos, presidente da Fenabb.

A Dienie da Silva Mendes é mãe de seis filhos, dos quais cinco estão participando do programa. Apenas a caçula que tem dois anos ainda não está. Ela destacou sua alegria pela participação das crianças no projeto. “Meus filhos não têm costume de ficar na rua, soltos, mas saber que eles vão praticar um esporte e ter acompanhamento me deixa muito feliz”, disse.

Participaram também da solenidade de lançamento, José Eduardo Pereira Filho, vice-presidente de Governo do Banco do Brasil; Nelson Vieira Filho, presidente da AABB Brasília; Antônio Gutemberg Gomes, secretário-geral da secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal; Sheila Santos, gestora do Centro de Referência de Assistência Social; Rogério Biruel, diretor de desenvolvimento social da Fundação BB; Patrícia Lustosa, diretora executiva da Fundação BB; Fernando Pelisser, superintendente de Varejo e Governo do DF; Marlene Matos, secretária adjunta de desenvolvimento do Sedestmidh.

Durante o evento, a orquestra Casa Azul Musicando no Cerrado fez uma apresentação do Hino Nacional Brasileiro e de músicas populares. O conjunto é formado por crianças e adolescentes atendidos nas unidades da Casa Azul. 

Programa Integração
O AABB Comunidade propõe a integração entre escola, família e comunidade, por meio de um plano pedagógico que prevê a ampliação da cidadania e tem na educação um fator de transformação social. De 2006 a 2017, o investimento social da Fundação BB no projeto foi de R$ 171,1 milhões, com atendimento a 497 mil participantes de 473 municípios de todo país.

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 A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Programa Integração AABB Comunidade tem parceria renovada com a prefeitura, nesta quinta (17)

Cerca de cem alunos da rede pública de Teresina (PI) farão atividades de reforço escolar, esportivas, socioeducativas e de cidadania durante o contraturno, nas dependências da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), na zona leste de Teresina. As crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 18 anos incompletos, serão atendidos pelo Programa Integração AABB Comunidade em 2017, uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a Federação Nacional das Associações Atléticas Banco do Brasil (Fenabb) e a prefeitura da cidade.

A renovação da parceria iniciada no ano passado aconteceeu em cerimônia, nesta quinta-feira (17), às 8h, na AABB. O investimento total da Fundação BB, nos dois anos, é de R$ 104,3 mil.

Em 2016, o projeto ofereceu aulas gratuitas de natação, judô, pintura, entre outras. Em 2017, os educandos também vão participar de palestras, oficinas e programação artística e cultural. Todas as despesas são custeadas pelo convênio, incluindo transporte, capacitação dos profissionais, refeições, uniforme e equipamentos.

A gerente de Assistência ao Educando da Secretaria Municipal de Educação e Cultura,  Madalena Leal, explica que os professores notaram melhora no desempenho escolar dos participantes. "As atividades extras são estímulos para eles, trabalhando corpo e mente". Com a nova parceria, novos alunos poderão participar, segundo a secretária.

No Piauí

O Programa Integração AABB Comunidade é uma tecnologia social em educação que oferece complementação escolar para alunos da rede pública de ensino. Os participantes desenvolvem atividades lúdicas, nas AABBs de todo o país. O trabalho educacional engloba temas como educação ambiental, saúde e higiene, esporte e linguagens artísticas, possibilitando a construção de conhecimentos e o acesso à cidadania. No estado do Piauí, nos últimos dez anos, o programa foi realizado em 17 municípios, envolvendo 12,3 mil participantes, com investimento social de R$ 4,5 milhões.

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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A entidade contou com a parceria da Fundação BB em projetos para crianças, adolescentes, jovens e adultos

Nesse sábado, (01/07), a Associação Ludocriarte da cidade de São Sebastião (DF) realizará o XXIV Festival Artístico e Cultural da Brinquedoteca. A noite será recheada de atrações protagonizadas pelas crianças: espetáculo de música, teatro, dança, audiovisual, poesia, desfile, roda de capoeira e cultura popular. Na ocasião serão vendidas comidas típicas nordestinas, e um brechó com vendas de roupas, calçados e acessórios. Haverá também apresentação da mestra Martinha do Coco - cantora de samba de coco, maracatu e ciranda - que traz repertório de resgate da cultura nordestina com a cara do cerrado.

O evento marcado para acontecer às 19 horas, na sede da entidade, irá celebrar o encerramento do projeto “Nossa Ancestralidade Negra - cultura e identidade sob o olhar da criança”, uma parceria com a Fundação Banco do Brasil, fruto de convênio celebrado em 2016, com investimento social de R$ 70 mil.

Criada há 12 anos pelo italiano, radicado no Brasil, Paolo Chirola, a Ludocriarte atende cerca de 200 crianças e adolescentes por ano, com idades entre 6 e 14 anos. A entidade oferece atividades gratuitas de lazer, recreação, arte, cultura e educação não formal para crianças, adolescentes e seus familiares, com o objetivo de fortalecer a identidade e os valores afro culturais, assim como a defesa e promoção dos direitos sociais.

Hoje, no espaço são oferecidos diversos cursos e oficinas no contraturno escolar - artes plásticas, informática, jogos, capoeira, biodança, dança de rua, hip hop e musicalização. Além disso, os atendidos recebem auxílio nas tarefas escolares.

“Vamos proporcionar aos visitantes uma noite linda, com muitas atrações. Nossa festa será toda voltada para a cultura negra. Esse projeto com a Fundação BB nos fez perceber que precisamos trabalhar o tema, porque quase cem por cento dos nossos atendidos são negros ou descentes de negros, por isso precisamos reforçar a identidade de suas origens”, disse o presidente e idealizador do projeto.

Paolo explica ainda que precisa buscar mais parcerias para dar continuidade ao trabalho. Segundo ele, com o aporte financeiro da Fundação Banco do Brasil foi possível melhorar o espaço da brinquedoteca, comprar alguns equipamentos e investir na qualificação dos profissionais que atendem as crianças e adolescentes.

Formatura BB Educar

Ao final do evento, haverá a entrega de certificados para dez alunos do curso de alfabetização de jovens e adultos, com idades entre 36 e 86 anos, ministrado por duas funcionárias aposentadas do Banco do Brasil - Maria de Fátima Silva e Luciana de Oliveira Pinto. As voluntárias dedicaram oito meses na alfabetização da turma. O BB Educar é uma tecnologia social da Fundação BB para capacitação de colaboradores que atuam em núcleos de alfabetização de jovens e adultos. A metodologia tem como base os princípios de uma educação libertadora e a prática da leitura do mundo, que considera a realidade do alfabetizando como ponto de partida do processo educativo.

Serviço
XXIV Festival Artístico-Cultural da Ludocriarte
Data: 01 de julho
Horário: a partir das 19h.
Local: Brinquedoteca Comunitária de São Sebastião (Quadra 103, conjunto 05, casa 01)

A divulgação deste projeto contempla dois Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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