Portal Interno Orquestrando o Brasil

Será o quarto concerto do Orquestrando o Brasil no qual o maestro irá reger uma orquestra da região, em seguida será exibido o filme “João, o Maestro” 

O maestro João Carlos Martins irá reger a Orquestra de Sopros e Percussão Arte Jovem, de Ceilândia/DF, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília/DF, no dia 9 de agosto (sexta-feira), às 20h. O espetáculo faz parte de uma série de concertos que o Orquestrando o Brasil vem realizando pelo país, com grupos musicais integrantes do projeto, sob a regência do maestro João Carlos Martins, como ocorreu em Taubaté/SP, Maringá/PR e em São Paulo/SP este ano. A Orquestra Casa Azul Felipe Augusto, de Samambaia /DF, também fará uma apresentação na ocasião.

Composta por 90 integrantes, a Orquestra de Sopros e Percussão Arte Jovem foi criada em 2016 por iniciativa do seu diretor musical e maestro Edmilson Júnior e da coordenadora administrativa Inayá Amanacy, inspirados em mais de duas décadas de um trabalho voluntário desenvolvido pelo maestro Edmilson de Siqueira Campos com a comunidade de Ceilândia.

Localizado na Casa do Cantador, o projeto atende cerca de 200 alunos a partir dos 2 anos de idade, com aulas de musicalização e educação musical de instrumentos de sopro e percussão, sendo respaldado pelo trabalho voluntário de professores e pais. “Muitas dessas crianças conseguiram, a partir da passagem pelo Projeto Social Arte Jovem, superar desafios, conquistando um diploma de nível superior e um espaço num mercado de trabalho que até então não passava de um sonho distante para suas famílias”, elucida o maestro Junior.

A Orquestra Casa Azul Felipe Augusto tem 40 integrantes e é mantida pela instituição de mesmo nome, que atua no combate às desigualdades sociais prestando assistência a crianças, adolescentes e famílias do Distrito Federal, das comunidades de Samambaia, Riacho Fundo II, São Sebastião e Vila Telebrasília, locais onde tem unidades. A entidade proporciona, no contraturno escolar, oficinas de artes, teatro, dança, música, informática, atividades esportivas, orientação pedagógica e capacitação profissional a mais de 2 mil crianças e jovens de 6 a 24 anos, tendo, atualmente, 250 educandos nas oficinas de música. Como também faz o acompanhamento familiar e possibilita o acesso da comunidade a cursos profissionalizantes.

“Ambas instituições utilizam a música como agente transformador, oferecendo oportunidades à muitas crianças e jovens. Conhecer as histórias, descobrir talentos e fazer a integração desses grupos é o propósito do Orquestrando o Brasil. Este é o legado que quero deixar por tudo o que a música e o piano me deram e o objetivo do projeto é levar esse movimento cultural para todos os cantos desse país, sempre democratizando a boa música. É uma iniciativa que vem fazendo história pelo país”, conclui o maestro João Carlos Martins.

Filme “João, o Maestro”

A apresentação do dia 9 de agosto irá abrir a 3ª edição do Festival de Cinema BB DTVM na capital federal. Após o concerto, será exibido o filme “João, o Maestro”, drama que conta a história a trajetória do pianista e maestro brasileiro, interpretado por Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo e Davi Campolongo.

Com roteiro e produção de Mauro Lima e coprodução da Globo Filmes, LC Barreto e Caravela, o longa brasileiro foi lançado em 2017 e ganhou vários prêmios, como de Melhor Trilha-Sonora e de Melhor Som no 17º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, em 2018 e foi vencedor de quatro prêmios no 10º Festival de Cinema da Lapa/PR, em 2017: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Som e Melhor Montagem.  

Orquestrando o Brasil

Idealizado pelo maestro João Carlos Martins e realizado em parceria com a Fundação Banco do Brasil, SESI e FIESP, o Orquestrando o Brasil é uma plataforma digital para disseminação de conteúdo, oferecendo capacitação para regentes e músicos, além de ser uma ferramenta para a troca de conhecimento. O portal visa construir uma relação permanente e online de suporte e informação. A plataforma dá apoio para que, a partir dos recursos humanos e físicos de cada comunidade, os envolvidos possam liderar um movimento de expansão ou consolidação da música local. Um canal de comunicação, informação e interação, que tem o objetivo de unir os músicos.

Criado em 2018, o Orquestrando o Brasil tem 430 orquestras e bandas participantes, um universo que representa mais de quinze mil músicos, com grupos musicais de 180 municípios espalhados pelos estados de Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

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Portal Interno Caritas

A entrega dos certificados tornou-se um marco no processo de integração dos refugiados e migrantes

Comunicar-se não era um problema até que eles tiveram que deixar forçosamente às suas terras natais e aprender do zero um novo idioma, uma nova cultura num novo lugar.  Essa é a realidade de vários refugiados e migrantes que escolheram o Brasil para recomeçar suas vidas e enfrentaram o desafio de estudar uma nova língua para se reintegrar.

Neste cenário, a Casa de Direitos, mantida pela Cáritas Brasileira com apoio da Fundação Banco do Brasil, desenvolveu o projeto de Educação e Capacitação para Refugiados e Migrantes no Distrito Federal e Cidades do Entorno, que na sexta-feira (19) entregou os certificados de conclusão da segunda turma de alunos.

A iniciativa além de ter como objetivo potencializar o estudo da língua portuguesa, também ofereceu ferramentas para a integração dos migrantes e refugiados na sociedade brasileira, respeitando seus valores culturais e autonomia. Para isto também foram promovidas oficinas de legislação trabalhista brasileira, empreendedorismo, economia popular solidária, rodas de conversa, atendimento psicossocial e conversação mediada por professores de uma escola de idiomas.

O projeto também contou com a parceria da BB Tecnologia e Serviços e da Cisco Networking Academy Brasil, nas oficinas de inclusão digital.

Para Hildete Emanuele, coordenadora da Casa de Direitos, a capacitação foi muito além do aprendizado de um novo idioma. “O projeto é um gesto concreto de acolhida a essas pessoas em nosso país, com ações básicas de transmissão da língua portuguesa, da cultura brasileira e do suporte para o acesso aos direitos e garantia de dignidade“, explica.

Ao todo, foram 35 participantes residentes em Brasília de 17 nacionalidades: Togo, Marrocos, Congo, Cuba, Venezuela, Paquistão, Gâmbia, México, Bolívia, Egito, Síria, Gana, Haiti, Equador, Mauritânia, Índia e Tunísia.

A congolesa Edwige Kayi Bisiwi foi uma das participantes do curso e relatou que apesar de já entender bem o português, a capacitação foi essencial para a sua vivência no país. “Eu aprendi muito, porque agora sei como usar as palavras, a escrever e a me relacionar com as pessoas. Isso faz muita diferença: saber a aplicação de como se fala a língua e poder se comunicar nos lugares”, afirma.

No entanto, não foram só os estudantes que tiveram suas vidas impactadas por esta iniciativa. Durante três meses, uma equipe multidisciplinar composta por professoras de língua portuguesa e cultura brasileira também esteve dedicada a escutar as histórias de vida dos alunos, e se aprofundar e conhecer suas culturas. Como é o caso da professora de português, Jamile Maeda.

“Esse projeto transformou muito a minha vida! Foram três meses de nove horas por semana, três horas de aula por dia, tendo profundo contato, conhecendo e ensinando. E ver o crescimento e a felicidade deles hoje, é incrível! Ao longo desse período, estar com representantes de culturas diferentes me fez ter novos olhares, novas perspectivas, a desconstruir preconceitos e a tentar entender de outra forma como as pessoas pensam”, conta.

Segundo a Cáritas, a Casa de Direitos é um espaço muito procurado por refugiados e migrantes e há previsão para formação de novas turmas de alunos.

 

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Terça, 09 Abril 2019 10:07

Brincadeira de criança, como é bom

Idealizador do Curumim Cultural  recebeu o investimento social de R$ 50 mil da Fundação BB para a manutenção do projeto

“Foi como ouvir um grito”! Com esta expressão Bruno Lopes, idealizador do projeto voluntário Curumim Cultural, explica como surgiu a proposta de resgatar brincadeiras, jogos e brinquedos artesanais na comunidade da quadra 604 de Samambaia Norte, em Brasília (DF). A ação começou em 2015, quando ele sentiu a necessidade de desenvolver atividades para socializar crianças e jovens, além de transformar espaços coletivos em ambientes de lazer e diversão.

A iniciativa deu certo e três anos depois Bruno foi vencedor do Prêmio Viva Voluntário, realizado pelo Governo Federal com apoio da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O Prêmio é parte do Programa Nacional Viva Voluntário que identifica e incentiva o desenvolvimento da cultura do voluntariado e da educação para a cidadania, com o objetivo de fortalecer as organizações da sociedade civil e promover a participação ativa da sociedade. Bruno foi o vencedor da categoria Líder Voluntário e recebeu o investimento social de R$ 50 mil, da Fundação Banco do Brasil, para a manutenção do projeto.

Bruno explica que a primeira ação foi reaproveitar e confeccionar brinquedos artesanais populares para promover mais interação com a comunidade. “Passamos a pesquisar e estudar os benefícios do brincar como ferramenta fundamental do desenvolvimento desses jovens. Além disso, também convidamos artistas culturais e atores sociais para compor nossa ideia”, explica.

A equipe fixa conta atualmente com cinco pessoas, mas sempre que há incentivos patrocinados o grupo consegue novos voluntários e assim, desenvolver mais ações.
Em média 50 pessoas são atendidas na ação denominada “Rua de Arte e Lazer”, realizada dentro da própria comunidade, ou seja, a ocupação de ruas, quadras de esporte, pontos de encontro comunitário, entre outros. “Já chegamos a atender mais de 600 pessoas em um único dia, quando realizamos eventos em espaços mais amplos”. O projeto atende crianças em situação de vulnerabilidade social que em sua maioria, não conhecem essa velha forma de brincar. “No projeto Caravana Curumim Cultural, visitamos cerca de 20 localidades, selecionadas de acordo com os equipamentos públicos disponíveis”.

O projetista Luciano Campos, 31, é um dos moradores de Samambaia Norte que aprova as atividades na região. Ele é pai de duas meninas, Luyara Helena (10) e Jhúlia Vitória (7) e frequentemente leva as filhas para participarem das brincadeiras. “Muitas vezes também fico como monitor e passo algumas brincadeiras da minha época para as crianças, como jogar biloca e fazer carrinhos de rolimã”, explica. Para ele as atividades ajudam a exercitar a coordenação motora das filhas que, antes do projeto existir, costumavam ficar mais em casa. “Agora elas participam de todas as atividades, montam e pilotam os carrinhos de rolimã e também participam das oficinas com jogos de raciocínio lógico, como jogo da velha e jogo dos pontinhos, que é mais estratégico”, conclui.

Como ajudar
Você pode colaborar com o Curumim Cultural divulgando o projeto, fornecendo materiais para confecção de brinquedos, alimentos e prestação de serviços voluntários.O grupo já começa a receber demandas de outras comunidades e de
escolas para a realização de atividades com as crianças.
Acesse o blog para conhecer mais ou visite o pefil no Facebook

Viva Voluntário
O programa Viva Voluntário também tem a plataforma Viva Voluntário – que funciona em formato de rede social para conectar cidadãos, empresas e membros sociedade civil que buscam ou promovam oportunidades de trabalho voluntário. A plataforma tem abrangência nacional e busca dar visibilidade a ações voluntárias que acontecem em todo o país possibilitando a junção entre organizações e voluntários. Acesse para saber mais https://vivavoluntario.org/pt-BR

Confira aqui os outros vencedores do Prêmio Viva Voluntário:

Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil

Voluntariado no Setor Público

Líder Voluntário

 

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A Ong Litro de Luz já instalou mais de 400 postes com iluminação gratuita, por meio de energia solar

 

“Pode levar, não preciso mais desta lanterna. Agora tenho luz em frente a minha casa”. Foi com este gesto que Pedrinho*, menino da comunidade de Ferraz de Vasconcelos, no interior de São Paulo, agradeceu ao voluntário da Ong Litro de Luz, quando viu pela primeira vez, um poste de luz iluminando a sua rua.

O agradecimento não foi em vão. Pelo menos três comunidades da cidade viviam completamente no escuro, sem a previsão de energia elétrica: Vila Santa Margarida, Brejo e Cidade de Deus. Agora eles contam com postes e lampiões que geram luz através de energia solar. Uma solução eficiente, barata e que agora concorre ao Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social.

No Brasil desde 2014, a Litro de Luz desenvolve soluções ecológicas e economicamente sustentáveis para combater a falta de iluminação nas cinco regiões do país e já impactou diretamente mais de cinco mil pessoas. Foi por meio de uma solução acessível criada pelo brasileiro Alfredo Moser, em 2002 - que usou garrafas pet abastecidas com água e alvejante para solucionar o problema da falta de luz dentro de casa – que o movimento global Liter of Light foi criado nas Filipinas, em 2011.

Segundo Laís Higashi, presidente da Litro de Luz, a Ong conta atualmente com cerca de  150 voluntários entre São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Campina Grande, Manaus e Florianópolis. A sede fica em Vila Prudente, em São Paulo. “Uma equipe é responsável pelas demandas e análises das comunidades que serão atendidas. Depois disso, há o contato e o treinamento com os moradores locais, que também participam do projeto”, explica.

A estrutura do poste é toda montada com canos de PVC para facilitar a colocação de cimento e fixação no solo, e possibilitar a passagem de fiação elétrica. Dentro de uma caixa hermética fixada ao corpo do poste, coloca-se a bateria e o circuito responsável pelo acionamento da lâmpada e pela transferência da energia que é captada pela placa solar para recarga da bateria. Finalmente, a placa solar é presa no topo e, para a proteção do led, é utilizada uma garrafa pet. Para arcar com os custos de material a Litro de Luz trabalha com iniciativas como workshops, voluntariado corporativo e ações específicas patrocinadas por parceiras. As garrafas plásticas especificamente são recolhidas por voluntários antes das ações.

Desde o início do projeto a Ong já levou luz para 15 comunidades de sete cidades. E os planos não param por aí. Para 2017 estão previstas instalações em Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo e para a comunidade Kalunga, maior comunidade quilombola do Brasil, localizada na região da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Além dos postes solares, que serão colocados nas áreas públicas, serão entregues também lampiões para iluminar ambientes internos e que são fáceis de transportar, permitindo que os moradores os levem de um lugar ao outro. Todas as soluções serão construídas em conjunto, pelos voluntários da Litro de Luz e pelos moradores, que aprendem todo o processo, incluindo a montagem, instalação e manutenção dos postes e dos lampiões.

Conheça outras iniciativas finalistas do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social 2017 em fbb.org.br/finalistas

Finalista do Prêmio de Tecnologia Social

Foi através da internet que os voluntários da Litro de Luz souberam das inscrições e resolveram participar  do Prêmio. A instituição foi selecionada entre 735 propostas e recebeu a certificação de tecnologia social. Agora é uma das finalistas na categoria “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital” e concorre ao prêmio principal de R$ 50 mil, que será entregue ao primeiro colocado de cada categoria do prêmio, em novembro. “Todos os voluntários estão extremamente animados e sentiram-se reconhecidos com a certificação na primeira fase do Prêmio”, diz Higashi.

Realizado a cada dois anos, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social é considerado um dos principais do terceiro setor no País. Este ano, o concurso tem a cooperação da Unesco no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Você pode conferir a iniciativa Poste de Luz Solar: Litro de Luz Brasil no Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB acessando https://goo.gl/v4k6bD


(*) Pedrinho é um nome fictício.

 A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

 

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No Dia Internacional de Combate às Drogas, 26 de junho, a Fundação BB anuncia a parceria com a organização não governamental Salve a Si, com o investimento social de R$ 244,6 mil. O recurso será utilizado na realização de capacitação de homens em recuperação de dependência química, na Cidade Ocidental (GO).

Estão previstos treinamentos em horticultura, piscicultura, viveirismo, produção de insumos orgânicos, jardinagem, paisagismo, irrigação, e noções básicas em agroecologia. A intenção é que os acolhidos possam desenvolver habilidades e conhecimentos para inserção no mercado de trabalho. Eles vão atuar na produção de frutas, legumes, verduras, hortaliças e plantas ornamentais em sistema agroecológico (integrados ao meio ambiente e sem agrotóxicos e adubos químicos) e na criação de peixes.

Com os cursos, os internos poderão atuar na produção da fazenda e contribuir para a manutenção das atividades do abrigo, que conta, atualmente, com recursos de doações e de subsídio do Governo do Distrito Federal. .

"Queremos mostrar aos acolhidos a capacidade que eles têm de serem membros produtivos da sociedade, por meio de cursos profissionalizantes, e tornar a fazenda sustentável", afirma o fundador da Ong e coordenador geral do projeto, José Henrique França.

Desde 2008, quando foi criada, a Salva a Si já atendeu mais de 2 mil homens em situação de vulnerabilidade social e dependência química e tem capacidade para acolher 120 residentes ao mesmo tempo. O trabalho de recuperação é desenvolvido em uma fazenda de 33 hectares, que possui nascentes, rios e infraestrutura como granja, chiqueiro, mudário de plantas exóticas e medicinais, produção de agricultura orgânica e piscicultura.

O tratamento dura de seis a 12 meses com integração de várias abordagens terapêuticas e metodologias de superação de dependência, como Alcóolicos Anônimos, e o desenvolvimento de espiritualidade ecumênica, assim como atividades para a promoção de autocuidado, sociabilidade, aprendizagem e capacitação. A entidade também realiza um programa de orientação e acompanhamento para as famílias dos pacientes, com sala de atendimento perto da rodoviária metropolitana, na região central de Brasília.

Saiba mais sobre o projeto no site da Ong Salve a Si.

 

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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