Na próxima semana serão lançadas duas seleções voltadas para empreendimentos novos e também já conveniados

A Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia, divulga hoje (3) processos seletivos, que serão lançados na próxima semana, no âmbito do Programa de Ampliação e Fortalecimento das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica. Serão investidos R$ 25 milhões de recursos não reembolsáveis para apoio a projetos territoriais de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica. 

Serão duas chamadas públicas. Uma denominada Regulamento que tem como objeto a seleção e o apoio a projetos para implantação e/ou melhoria de empreendimentos econômicos coletivos relacionados à produção de base agroecológica, extrativista e orgânica das redes já conveniadas no âmbito do Edital 2014/005 - Redes ECOFORTE. Nessa modalidade, estão previstos R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil até R$ 500 mil.

O outro instrumento é o Edital que envolve a consolidação das redes atendidas, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas e a inclusão de novas redes. Neste certame, serão R$ 18,5 milhões investidos, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de redes, com aporte entre R$ 300 a 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão.

As redes conveniadas só poderão se inscrever em um dos dois processos, conforme a característica do empreendimento. Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inserção socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.

O presidente da Fundação BB, Asclepius Soares, destaca que "ao dar continuidade ao Programa Ecoforte, a Fundação BB, em parceria com o BNDES, contribui para fortalecimentos das organizações agroecológicas, gerando renda, promovendo a segurança alimentar e hídrica e dinamizando territórios. Essas ações permitem que mais agricultores familiares, assentados da reforma agrária e extrativistas participem do ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável"

Programa Ecoforte 

Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Curso técnico em regime integral divide o ensino entre a sala de aula e a propriedade rural e prepara os alunos para planejar e monitorar atividades agropecuárias

Mais informação e conhecimentos técnicos para gerar oportunidades de emprego e renda no campo. Esse é o principal objetivo da Casa Familiar Rural (CFR), localizada no interior de Santa Catarina, com investimento social de R$ 195 mil da Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Brasilcap.

Os recursos do projeto foram destinados para construção de um refeitório, ampliação da oferta de vagas em capacitações da entidade e para aquisição de mobiliário, equipamentos e veículo para acompanhamento das atividades práticas.

Atualmente, os participantes estudam em regime integral técnicas agrícolas e agropecuárias, alternando semanalmente aulas teóricas na escola com aplicações práticas em suas propriedades. Durante as ações, os professores realizam visitas para acompanhar o desempenho dos alunos. Os cursos são regulamentados e integrados ao Ensino Médio.

Ao final, os jovens tornam-se capacitados para planejar, elaborar, implantar e monitorar projetos agropecuários. Eles podem atuar em propriedades rurais, empresas de assistência técnica, extensão rural e pesquisa, empresas comerciais e estabelecimentos agroindustriais. Além disso, podem desenvolver projetos autônomos para um negócio próprio.

Neste ano, estão matriculados cerca de setenta e sete estudantes de 14 a 18 anos, todos provenientes de famílias de agricultores. No total, são 240 participantes, incluindo os familiares, dos municípios do oeste catarinense: Riqueza, Caibi, Palmitos, Cunha Porã, Iraceminha e Mondaí. A intenção é ajudar no trabalho do dia a dia nas lavouras de milho, soja, fumo, feijão, cana de açúcar, trigo, e também da criação de porcos, aves, peixes e gado de leite e corte.

Constituída em 1995, a CFR é uma entidade privada sem fins lucrativos, considerada pioneira no ensino técnico rural para jovens no estado de Santa Catarina. Segundo um dos coordenadores da entidade Claudinei Furlan, a atuação da instituição é inteiramente voltada para criar condições para que os jovens vivam bem, próximos aos seus familiares e com boas oportunidades de trabalho. “Capacitamos esses rapazes e moças para que eles possam proporcionar melhor qualidade de vida às suas famílias, com alimentação de qualidade e conhecimentos técnicos. Também possibilitamos que eles escolham funções que antes eram ocupadas por pessoas que vinham de outras regiões”.

De acordo com o Censo de 2010, o Brasil possui oito milhões de jovens no campo com idade entre 15 e 29 anos, o que representa um quarto da população rural do país. Taís Caroline Scherer, de 14 anos, está no primeiro semestre do curso técnico. Moradora do município de Riqueza, a jovem se diz feliz e determinada na escolha que fez para sua vida. “Decidi fazer esse curso, porque quero ampliar e tocar a propriedade dos meus pais. Eles trabalham com criação de gado de leite e suínos e quero continuar fazendo isso, trabalhando no meu próprio negócio”, disse

Tais Caroline

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Programa Ecoforte realizará quarta seleção voltada a fortalecer práticas agroecólogicas que promovem geração de renda e sustentabilidade

Entidades formadas por agricultores familiares terão nova oportunidade, em breve, de obter investimento social para agroecologia. A Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vão investir R$ 25 milhões no Programa Ecoforte, voltado para apoiar redes de agroecologia em todo o país. O investimento será destinado a novas iniciativas e também ao fortalecimento dos projetos já participantes do primeiro edital, realizado em 2014. Ainda não há previsão para realização das seleções.

O anúncio foi feito durante o Seminário Nacional sobre o Programa Ecoforte - Redes de Agroecologia para o Desenvolvimento dos Territórios, que reuniu representantes das 28 redes de agroecologia participantes do primeiro edital do programa. O evento foi realizado em Campinas (SP), de 3 a 5 de julho, com o objetivo de promover o intercâmbio entre as experiências de rede já implantadas.

A realização do evento - pela ANA - Articulação Nacional de Agroecologia - faz parte de um projeto apoiado pelo Ecoforte. A iniciativa prevê a sistematização das experiências de rede que estão em execução para que sirvam de referência para futuras iniciativas e para formulação de políticas públicas fomentadoras da expansão da agroecologia no Brasil.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Social da Fundação BB, Rogério Biruel, a sistematização é importante para explicitar os resultados positivos do Ecoforte para a agricultura familiar e o desenvolvimento sustentável. "Procuramos aprimorar a formulação de indicadores objetivos dos investimentos para mensurar a efetividade dos projetos."

Sobre o Ecoforte - O Programa Ecoforte, que integra o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) e visa o fortalecimento e a ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

O investimento social no Ecoforte foi possível com o diálogo e articulação com órgãos do governo e movimentos sociais do campo, valorizando conhecimentos tradicionais e as diversas tecnologias sociais que viabilizam a agricultura de base agroecológica em comunidades rurais. De 2014 a 2016 foram lançados três editais, com um investimento total de R$ 42,6 milhões, em parceria entre a Fundação BB e o BNDES, atendendo a 39,3 mil agricultores familiares.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Livros lançados pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) oferecem novos olhares sobre o tema

Articular, qualificar e divulgar iniciativas desenvolvidas junto a grupos de agricultores familiares no âmbito nacional. Foi este o objetivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), ao executar o projeto “Promovendo Agroecologia em Rede”. O resultado deste trabalho está em duas publicações desenvolvidas durante o projeto: Olhares Agroecológicos – análise econômico-ecológica de agroecossistemas em sete territórios brasileiros e, Método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas.

O projeto, que recebeu o apoio da Fundação Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi selecionado por meio do edital Ecoforte Redes, que visa o fortalecimento e ampliação das redes, cooperativas e organizações socioprodutivas e econômicas de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

A proposta das publicações nasceu a partir do 3º Encontro Nacional de Agroecologia, realizado em 2014, na Bahia. Com isso, foram realizados estudos de caso em sete regiões brasileiras: Litoral Norte do Rio Grande do Sul, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Sertão do Araripe, localizado em Pernambuco, Alto do Rio Pardo no Semiárido Mineiro, Sudoeste de Mato Grosso, Mesorregião Leste de Rondônia e Santarém.

Os dois livros foram lançados simultaneamente, no final de março, no Rio de Janeiro, em cerimônia que contou com a presença dos autores. Na ocasião também foi realizado um debate sobre agroecologia.

O processo de elaboração dos estudos gerou intensa mobilização envolvendo organizações e grupos de cada território, e os resultados das pesquisas, que estão sintetizados no livro, trazem à luz a história, a riqueza e os caminhos que as experiências de agroecologia apresentam para a agricultura familiar e o desenvolvimento dos territórios.

Segundo Flávia Londres, membro da Secretaria Executiva da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e coordenadora do projeto “Promovendo Agroecologia em Rede”, a organização social empodera e fortalece a luta das mulheres e contribui para que jovens conquistem espaço nas tomadas de decisões e oportunidades de geração de renda. Ao invés de enriquecer grandes complexos agroindustriais, a riqueza gerada no campo pela agroecologia contribui para o desenvolvimento dos territórios onde vivem as comunidades rurais.

Apesar disso, para a autora existe uma carência de informações quantificadas e sistematizadas para comprová-las. “Os métodos de pesquisa econômica-convencionais não dão conta de evidenciar esses aspectos”, explica.

Flávia ressalta que os resultados das pesquisas elaboradas a partir do Lume, como foi chamado o método, mostram a complexidade da interação entre os componentes que integram o agroecossistema - um tipo de agricultura que não foca apenas na produção agrícola, mas na relação da área cultivada com todos os agentes naturais do entorno, incluindo a fauna, a flora, o solo, a água e até os micro-organismos.

Buscando demonstrar as vantagens para a sociedade em apoiar a Agroecologia, os pesquisadores desenvolveram um Método de Avaliação Econômico-ecológico de Agroecossistemas, em que resgatam informações históricas e a configuração socioeconômica e ambiental do território. O método possibilita a visualização de dados como o valor agregado da produção e do autoconsumo conforme os locais pesquisados, a repartição desse valor agregado por gênero e esfera de trabalho, entre outros dados econômicos. A interação com as políticas públicas e aspectos da sustentabilidade dos agroecossistemas também são evidenciados, como o grau de autonomia e resiliência (capacidade de adaptação a condições adversas), a participação social dos membros da família e a equidade de gênero (protagonismo das mulheres).

A obra proporciona uma análise profunda e oferece um olhar ousado sobre os rumos e os avanços da agroecologia, imprimindo um verdadeiro raio-x dos territórios em estudo, além de documentar toda a metodologia aplicada. Ao mesmo tempo destaca a criatividade e o conhecimento utilizados na agricultura camponesa e dos povos e comunidades tradicionais como importante ferramenta e que se reinventa com o passar dos anos, recursos por vezes, ocultado pelo pensamento econômico convencional, segundo os autores.

Para acessar os livros, clique nos links abaixo:

Olhares Agroecológicos – análise econômico-ecológica de agroecossistemas em sete territórios brasileiros

Método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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No Dia Internacional de Combate às Drogas, 26 de junho, a Fundação BB anuncia a parceria com a organização não governamental Salve a Si, com o investimento social de R$ 244,6 mil. O recurso será utilizado na realização de capacitação de homens em recuperação de dependência química, na Cidade Ocidental (GO).

Estão previstos treinamentos em horticultura, piscicultura, viveirismo, produção de insumos orgânicos, jardinagem, paisagismo, irrigação, e noções básicas em agroecologia. A intenção é que os acolhidos possam desenvolver habilidades e conhecimentos para inserção no mercado de trabalho. Eles vão atuar na produção de frutas, legumes, verduras, hortaliças e plantas ornamentais em sistema agroecológico (integrados ao meio ambiente e sem agrotóxicos e adubos químicos) e na criação de peixes.

Com os cursos, os internos poderão atuar na produção da fazenda e contribuir para a manutenção das atividades do abrigo, que conta, atualmente, com recursos de doações e de subsídio do Governo do Distrito Federal. .

"Queremos mostrar aos acolhidos a capacidade que eles têm de serem membros produtivos da sociedade, por meio de cursos profissionalizantes, e tornar a fazenda sustentável", afirma o fundador da Ong e coordenador geral do projeto, José Henrique França.

Desde 2008, quando foi criada, a Salva a Si já atendeu mais de 2 mil homens em situação de vulnerabilidade social e dependência química e tem capacidade para acolher 120 residentes ao mesmo tempo. O trabalho de recuperação é desenvolvido em uma fazenda de 33 hectares, que possui nascentes, rios e infraestrutura como granja, chiqueiro, mudário de plantas exóticas e medicinais, produção de agricultura orgânica e piscicultura.

O tratamento dura de seis a 12 meses com integração de várias abordagens terapêuticas e metodologias de superação de dependência, como Alcóolicos Anônimos, e o desenvolvimento de espiritualidade ecumênica, assim como atividades para a promoção de autocuidado, sociabilidade, aprendizagem e capacitação. A entidade também realiza um programa de orientação e acompanhamento para as famílias dos pacientes, com sala de atendimento perto da rodoviária metropolitana, na região central de Brasília.

Saiba mais sobre o projeto no site da Ong Salve a Si.

 

A divulgação deste projeto contempla cinco Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Projeto usa técnicas para preservação da água e do solo e produz alimentos mais saudáveis para o consumidor final


Agricultores familiares de Vilhena (RO) estão adotando, com sucesso, técnicas agroecológicas na produção de alimentos, com uso sustentável dos recursos naturais e sem uso de defensivos tóxicos. Essas técnicas propiciam a preservação da água e do solo, além de alimentos mais saudáveis ao consumidor final.

Esse método de produção vem sendo desenvolvido, desde dezembro do ano passado, pelo Projeto Semear em três unidades produtivas experimentais, com utilização de estufas e sistemas de irrigação apropriados. A iniciativa com investimento social de R$ 193 mil da Fundação BB e da Brasilcap foi selecionada por meio da Chamada Internada de Projetos de Inclusão Socioprodutiva de 2016.

Com os recursos, foi possível a aquisição de um veículo e a capacitação dos agricultores familiares nas áreas de produção, comercialização, mobilização social e a certificação de alimentos agroecológicos. O desenvolvimento do projeto também envolve a realização de 60 visitas de assistência técnica.

Segundo o engenheiro agrônomo, Gustavo Lisboa, um dos coordenadores técnicos do projeto, “as técnicas geram bastante curiosidade, mas os agricultores ainda têm dificuldades em eliminar o uso de ‘veneno’. Existem muitas barreiras a serem vencidas e as unidades demonstrativas estão mudando a percepção deles”.

A boa aceitação no mercado local já tem gerado mais renda aos agricultores. A agricultora Adriane Appelt percebeu a oportunidade e tem estimulado seus familiares a cultivarem hortaliças de acordo com as novas técnicas. Já estão sendo produzidos: cebolinha, coentro, salsa, alface, rúcula, tomate, couve, vagem, cenoura e outras hortaliças. “Estamos muito satisfeitos com nosso trabalho. Os clientes têm solicitado muitas encomendas e, por isso, estamos ampliando nossa oferta para atender a todos os pedidos”, destacou.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar documentação a ser analisada na etapa 3

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 2 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta quarta (24) no Diário Oficial da União. A seleção é voltada a entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia.

Após a análise de recursos, as entidades selecionadas têm até o dia 14 de junho para enviar a documentação da Etapa 3 prevista no item 8.3 do edital. Esta etapa, de caráter eliminatório, consiste na análise dos orçamentos e dos documentos que confirmam a aprovação, por parte das entidades executoras e comunidades envolvidas, das ações previstas no projeto.

Os documentos devem ser entregues pessoalmente ou enviados via postal em um único envelope lacrado, encaminhado para a Comissão de Seleção, no endereço da Fundação BB: SCN Quadra 01, Bloco A, Edifício Number One, 10º andar, Brasília, DF, CEP: 70.711-900, com AR (Aviso de Recebimento).

Investimento
O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado definitivo da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a ata de julgamento dos recursos da Etapa 2, clique aqui.
Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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Associados emprestam para plantar e depois devolvem, permitindo a manutenção dos costumes locais e da biodiversidade

Uma rede comunitária de intercâmbio de sementes foi implantada em 12 municípios dos Territórios de Sobral e Vales do Curu e Aracatiaçu, no Ceará. O objetivo é garantir a segurança alimentar de agricultores familiares, por meio da prática agroecológica. O projeto envolve cerca de mil pessoas, em 49 comunidades. A iniciativa da Cáritas Diocesana de Sobral é uma das selecionadas via edital no Programa Ecoforte e conta com o investimento social de R$ 1,1 milhão da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O projeto implantou 20 Casas de Sementes e Mudas e reestruturou outras 15. As casas emprestam as sementes crioulas – utilizadas tradicionalmente pelos antepassados – para os associados. Eles cultivam hortaliças, plantas medicinais e mandioca, entre outros vegetais. Após o crescimento inicial, devolvem as sementes para a casa comunitária, de forma que fique garantida a manutenção do acervo para o uso coletivo.

De acordo com o coordenador do projeto, Erivan Camelo, as casas de intercâmbio ajudam a manter a biodiversidade dos vegetais ao mesmo tempo em que torna os agricultores familiares independentes das grandes indústrias de sementes. "É um movimento de resgate e continuidade da vida, movimento contra-hegemônico das corporações atuais. Preservando as sementes, eles estão preservando a cultura camponesa, a alimentação diversificada e a farmácia viva."
Em regime de mutirão, as famílias também formaram dez roçados comunitários agroecológicos, onde cultivam hortaliças, milho, feijão, melancia, jerimum, plantas nativas, e plantas forrageiras, que são recuperadoras do solo e servem de alimento para os animais. A fim de garantir a irrigação nos períodos de estiagem, foram implantadas dez cisternas para captação e armazenamento de água da chuva.

O projeto vai contar ainda com seis unidades comunitárias de criação de galinha caipira, previstas para iniciar em dezembro. As unidades ficarão sob a responsabilidade de grupos de mulheres, com cerca de 80 participantes.
Os agricultores familiares já realizaram visita a iniciativa similar no município de Ouricuri (PE) e dois encontros de intercâmbio com as doze cidades envolvidas. Nessas oportunidades os participantes trocam conhecimentos e experiências a fim de aprimorar as práticas de manejo das sementes e do solo.
A escolha das soluções foi baseada em um diagnóstico sobre a necessidade das comunidades, segundo a coordenadora do projeto Maria Erlândia Gomes Pereira. O diagnóstico foi realizado com o envolvimento de associações de moradores e sindicatos locais. Os municípios abrangidos são Bela Cruz, Forquilha, Frecheirinha, Irauçuba, Marco, Massapê, Morrinhos, Santana do Acaraú, Sobral, Itapipoca, Trairi e Tururu.

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Projeto Promovendo Agroecologia em Rede, que tem o apoio da Fundação BB, apresenta estudo sobre juventude e agroecologia

A agroecologia desempenha um importante papel nos sistemas produtivos de conservação dos recursos naturais e no abastecimento da população com alimentos saudáveis e de qualidade. Este trabalho é desenvolvido pelo homem do campo, que, com o passar dos anos, está envelhecendo. Assim, surge uma questão preocupante que precisa ser discutida: como vai ser o futuro deste trabalho?

Em busca de respostas, o caderno Juventudes e Agroecologia: a construção da permanência no campo na Zona da Mata Mineira faz uma reflexão: "há um aspecto sensível na reprodução da agricultura familiar camponesa no que diz respeito às perspectivas de permanência da juventude no campo, seja como agricultores propriamente ditos, seja em alguma outra atividade que contribua na construção da agricultura no futuro”.

O material foi produzido pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), em parceria com o Centro de Tecnologias Alternativas da Zona da Mata (CTA-ZM) e faz parte do projeto Promovendo Agroecologia em Rede, realizado com o apoio da Fundação Banco do Brasil (FBB) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

De acordo com Natália Faria de Moura, uma das autoras da publicaçãoos levantamentos ajudaram a identificar fatores que podem fortalecer o espírito de pertencimento da juventude campesina. “O que mais nos marcou nesse projeto foi perceber a importância da educação do campo como principal fator motivador da permanência juvenil no meio rural. Os estudos e a agroecologia oferecem uma oportunidade e grande parte dos entrevistados têm interesse em dar continuidade ao trabalho da família, mas precisam de apoio, de uma formação, de incentivo e de políticas públicas.”

Para Flavia Londres, da ANA, o estudo tem o objetivo de sistematizar uma experiência concreta a partir de uma reflexão sobre a permanência do jovem no campo e criar um documento que sirva de subsidio para organizações que trabalhem com agroecologia e agricultura familiar

A publicação aponta algumas dificuldades enfrentadas pelos jovens para permanecer no campo, como a falta de autonomia nos trabalhos da propriedade, a ausência de renda pelos serviços prestados à família, a invisibilidade e a não valorização do trabalho. Além disso, o caderno apresenta algumas experiências de educação e formações em feminismo, assim como o acesso a políticas públicas.

O material é gratuito e está disponível no site a Agência Nacional de Agroecologia. Acesse aqui 

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Quinta, 01 Setembro 2016 16:12

Parcerias

O relacionamento com parceiros é um tema chave na estratégia da Fundação Banco do Brasil. O contato transparente, harmonioso e produtivo, bem como a participação ativa dos nossos parceiros, é tratado como prioridade no planejamento e execução das nossas ações.

Por meio do apoio dos nossos parceiros estratégicos, viabilizamos o desenvolvimento das ações que transformam a vida dos participantes dos nossos programas e projetos sociais.

A estratégia revisada em 2019 prevê atuar prioritariamente por meio de programas estruturados que demonstrem geração de valor compartilhado para os stakeholders; e impactar positiva e efetivamente um número significativo de pessoas no Brasil, por meio de ações diretas. Essa atuação também tem como objetivo a promoção da transformação social, a disseminação de tecnologias sociais, a valorização de redes, a sinergia de ações com os parceiros estratégicos, dentre outros.

BNDES - Fundo Social

O estabelecimento da parceria entre a Fundação Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ocorreu em 08 de setembro de 2009, por meio da formalização do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 09.2.0708-1, e ampliada em 2015, por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 15.2.0773-1 com o objetivo de implementar ações sociais voltadas à estruturação de empreendimentos solidários urbanos e rurais em cadeias produtivas, na reaplicação de tecnologias sociais e no desenvolvimento territorial com foco em inclusão socioprodutiva e desenvolvimento sustentável. O BNDES disponibiliza recursos do Fundo Social, destinados ao cumprimento desses objetivos.

Em 2019, a parceria entre a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) completou 10 anos, com a marca de realização de investimento social de cerca de R$ 423 milhões e implementação de 469 projetos voltados à inclusão socioprodutiva e ao desenvolvimento sustentável em todo o território nacional, em alinhamento com as políticas públicas direcionadas para a redução da pobreza. As ações realizadas beneficiaram diretamente mais de 250 mil pessoas e contribuíram para a melhoria da qualidade de vida dos públicos apoiados na construção de uma sociedade inclusiva.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Social - Reaplica TS - Lista de Participantes - Projeto 12323

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 15407

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17174

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17175

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17177

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17280

BNDES - Fundo Social - Lista de participantes - Projeto 17285

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17288

BNDES - Fundo Social - Lista de Participantes - Projeto 17292



BNDES - Fundo Amazônia

A parceria entre a Fundação BB e o Fundo Amazônia foi formalizada em 18 de junho de 2012, por meio da celebração do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira nº 12.2.0435-1, entre a Fundação BB e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, gestor do Fundo Amazônia.

O objetivo é atuar em projetos que promovam o desenvolvimento de atividades produtivas, alinhados à conservação e ao uso sustentável do Bioma Amazônia.

A parceria possibilitou a realização do investimento social integrado às diversas estratégias e ações promovidas pelos entes públicos no Bioma Amazônia, dentre os quais se destacam os programas governamentais, Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal - PPCDAmPlano Amazônia Sustentável - PAS, Programa Arco Verde Terra Legal, Bolsa Verde e ATER Extrativista do Governo Federal.

A atuação da Fundação BB com os projetos no Bioma Amazônia está de acordo com as suas diretrizes estratégicas, considerando que se trata de uma região ainda carente de apoios institucionais públicos e privados e que possui potencialidade para a realização de ações de desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade e disseminação de tecnologias sociais agroecológicas, visando a promoção da inclusão socioeconômica e produtiva.

A priorização da temática extrativista no fomento de projetos para o Bioma Amazônia alinha-se também à demanda da sociedade civil pelo reconhecimento do serviço ambiental prestado pelos povos extrativistas e promove condições para o desenvolvimento econômico social sustentável do Bioma, com respeito ao ser humano e ao meio ambiente.

Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia e Produção Orgânica apoia as iniciativas da Rede Maniva de Agroecologia do Amazonas e Rede Encauchados de Vegetais da Amazônia, além da estruturação de 33 empreendimentos econômicos coletivos de beneficiários de Unidades de Conservação Federais de Uso Sustentável localizadas no Bioma Amazônia para beneficiamento e comercialização de produtos da sociobiodiversidade.

Foram celebrados 53 convênios com a predominância de iniciativas nos estados do Amazonas, Rondônia, Amapá e Pará, alcançando 23.296 participantes distribuídos entre povos indígenas, extrativistas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.

Acompanhe os projetos

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16978

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16799

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16767

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16888

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16777

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16821

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16857

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16876

BNDES - Fundo Amazônia - Lista de Participantes - Projeto 16706

 

Água

Em 2017, a Fundação BB e o BNDES investiram R$ 10 milhões para construção de 726 cisternas de água de produção, ampliando o número de famílias atendidas nos Estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Água de Produção Contrato

Água de Produção - Lista de Beneficiários

Água de Consumo - Lista de Beneficiários

Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15.500

Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 15.500 - Aditivo

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 16.421

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.355

Água de Consumo - Lista de Beneficiários - Projeto 16.109

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.369

Água de Produção - Lista de Beneficiários - Projeto 15.487



Agroecologia

A parceria apoia as ações do Ecoforte - Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica. O objetivo do programa é diversificar e ampliar a capacidade produtiva, intensificar as práticas de manejo sustentável de produtos da sociobiodiversidade e de sistemas produtivos orgânicos e de base agroecológica. Em 2019, foram investidos cerca de R$ 17,4 milhões nos projetos selecionados no âmbito do Edital 2017/030 e Regulamento 2017/031 – Redes ECOFORTE.

Ecoforte Extrativismo - Lista de Beneficiários - Projeto 14847

Ecoforte Extrativismo - Lista de Beneficiários - Projeto 16793

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14531

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14535

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14537

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14546

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14558

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14589

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14615 

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14638

Ecoforte Redes - Lista de Beneficários - Projeto 14656

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14680

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14779

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14836

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14837

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14961

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14989

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14599

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14746

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14767

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14598

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14606

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14586

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14631

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14601

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 14565

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 14612

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 17204

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 17212

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 17213

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 17213 - 2

Ecoforte Redes - Lista da Beneficiários - Projeto 17216

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 17217

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 17228

Ecoforte Redes - Lista de Beneficiários - Projeto 17229

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 17231

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 17240

Ecoforte Redes - Lista de Participantes - Projeto 17252

Ecoforte Extrativismo - Lista de Participantes - Projeto 16707

Ecoforte Extrativismo - Lista de Participantes - Projeto 16689

 

Agroindústria

O Programa Terra Forte tem por objetivo apoiar a implantação de empreendimentos coletivos agroindustriais em projetos de assentamentos da reforma agrária, criados ou reconhecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA.

O Programa atende a três cooperativas, dentre as dez que tiveram projetos aprovados pelo Comitê de Investimentos do Programa Terra Forte.

Cooperativa dos Produtores de Erva-Mate Ltda - Coopermate - Ampliação e modernização da agroindústria de erva mate e mix de chás para infusão;

Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita - Coopan - Estruturação de abatedouro e frigorífico de suíno e bovino;

Cooperativa da Agricultura Familiar de Paraíso - Cooapar - Estruturação da cadeia produtiva do leite em assentamentos de reforma agrária da região de Andradina – Laticínio e tanques de expansão.

Terra Forte Contrato

Terra Forte Reporte - Setembro/2018

Terra Forte Reporte - Outubro/2018 

Terra Forte - Lista de Beneficiários - Projeto 14.785

Terra Forte - Lista de Beneficiários - Projeto 14.796 

Terra Forte - Lista de Participantes - Projeto 14.883

Terra Forte - Lista de Beneficiários - Projeto 15.184


Resíduos Sólidos

O Programa Cataforte, em sua terceira fase, tem como objetivo estruturar as redes solidárias de empreendimentos de catadores de materiais recicláveis, de modo a possibilitar avanços na cadeia produtiva de valor e inserção no mercado da reciclagem.

Cataforte - Participantes - Projeto 12535

Cataforte - Participantes - Projeto 12308

Cataforte - Participantes - Projeto 12307

Publicado em Paginas Internas