Sexta, 22 Junho 2018 17:09

Morango hidropônico, já ouviu falar?

Projeto apoiado pela Fundação BB dinamiza o trabalho desenvolvido por associação de Nova Friburgo (RJ)

A parceria estabelecida entre a Fundação BB e a Associação dos Agricultores Familiares Produtores de Morango de Nova Friburgo (Amorango) possibilitou melhorias no cultivo e no transporte da produção. O projeto “Estufas para cultivo protegido de morango e melhorias na estrutura de comercialização” teve o investimento social de R$ 400 mil para a aquisição de estufas e de caminhão refrigerado. O objetivo é fortalecer a agricultura familiar de base agroecológica, com ênfase na produção e comercialização.

O morango produzido no sistema tradicional, em contato com o solo, é colhido no período entre agosto e dezembro já o cultivo no sistema semi-hidropônico proporciona a ampliação da época de produção. As mudas são cultivadas em estufas e plantadas em sacos plásticos apropriados, chamados de bags ou slabs com a capacidade de abrigar até 14 pés cada. Outra especificidade em relação ao plantio tradicional é que as plantas ficam elevadas em cavaletes facilitando o manuseio aos agricultores.

A Amorango, constituída em 2009, incentiva a agroecológica com alta qualidade e baixo impacto ambiental e promove em Nova Friburgo (RJ) eventos dedicados à cadeia produtiva do morango abrangendo os parceiros locais. O evento de destaque é a Festa do Morango com Chocolate, com apoio da Prefeitura Municipal. A entidade iniciou em 2011 convênio com o Banco Mundial com a aquisição de sacos com substrato para cultivo do morango sem o contato com o solo, os “slabs”. Este material é indispensável para o cultivo semi-hidropônico diminuindo de forma expressiva o uso de agrotóxicos e de água.

Apesar do apoio, os produtores precisavam de estufas para a produção suspensa no lugar da tradicional que prevê o crescimento do morango no solo. A Amorango apresentava também dificuldades de transporte e distribuição de grande parte da produção. Fernando Lima Hottz, presidente da associação, destacou que as novas estufas e caminhão de câmara fria irão ampliar a capacidade de produção e comercialização. Atualmente, a produção é vendida para municípios vizinhos como Teresópolis (RJ) e da grande Rio. “Atendemos hotéis, confeitarias, padarias, horti-fruttis, supermercados, assim como fábricas que utilizam a fruta para a produção de sucos e geleias”, afirmou.

A associação trabalha com 3 variedades de morango, que se adaptaram melhor à região, dentre as 20 existentes atualmente. Eles possuem 700 mil plantas, que proporcionam a colheita de 700 toneladas por ano. O cultivo hidropônico é realizado na água, sendo que a associação produz no processo semi-hidropônico. “Conhecemos esta experiência em uma feira de exposições em Caxias do Sul (RS), e começamos este trabalho em 2011. Atualmente 90 % dos associados produzem com este sistema”, declarou.

A divulgação deste projeto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativa tem recursos da Fundação BB, BNDES e Fundo Amazônia

A Fundação Banco do Brasil divulgou o resultado preliminar dos dois últimos processos seletivos do Ecoforte, voltados para redes de organizações de extrativismo ou produção orgânica com base na agroecologia.

O Edital número 2017/030 é destinado a novas propostas de redes ou à consolidação das já atendidas pelo certame do Ecoforte realizado em 2014, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas.

Confira o resultado preliminar, clique aqui.

Serão investidos até R$ 18,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de propostas já beneficiadas pelo Ecoforte, com aporte entre R$ 300 e 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão.

A outra seleção que teve o resultado preliminar divulgado é o Regulamento de número 2017/031, uma chamada direta voltada à implantação e melhoria de empreendimentos econômicos coletivos de organizações já conveniadas pelo edital de 2014. Estão previstos até R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil a R$ 500 mil.

Confira o resultado preliminar do regulamento, clique aqui.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inclusão socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.
Encontre mais informações na seguinte página: https://www.fbb.org.br/pt-br/ecoforte2017

A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia.

Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

Confira mais informações sobre o edital em fbb.org.br/ecoforte2017

Assista ao vídeo da oficina sobre o Edital Ecoforte, com informações sobre o processo de inscrição, realizado no VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia.

Programa Ecoforte
Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

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Projeto recebeu da Fundação Banco do Brasil R$ 248 mil para beneficiar moradores da zona rural 

Com a implementação de tecnologias sociais, a Fundação Banco do Brasil deu mais um passo na melhoria do saneamento básico e incentivo à produção agroecológica das comunidades rurais de Caratinga (MG). A iniciativa é um projeto de inclusão socioprodutiva na região da Bacia do Rio Doce, para implantação e recuperação de atividades produtivas e acesso à água nos municípios afetados pelo rompimento da barragem do Fundão, em 2015. 

Entre 2016 e dezembro de 2017, 134 agricultores familiares receberam em suas propriedades unidades de Fossas Sépticas Biodigestoras e Quintais Agroecológicos - soluções para tratamento de esgoto e produção de alimentos sem o uso de agrotóxicos. As famílias beneficiadas são moradoras do Córrego dos Dias, Córrego do Mono e Córrego São Vicente, que participaram de capacitações em meio ambiente, sustentabilidade e geração de renda. A Parceria da Fundação BB no projeto foi com a Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas que recebeu recurso no valor de R$ 248 mil. 

A chácara de 1,6 m² de Valquíria Braga e do esposo Fabrício da Silva fica  no Córrego do Mono, cerca de três quilômetros do centro de Caratinga. Contemplado com o projeto, o jovem casal agora tem no quintal uma fossa que trata o esgoto doméstico, além de uma produção diversificada de arvores frutíferas e nativas -  laranja, carambola, ameixa, pupunha, açaí, acerola, goiaba, amora, figo, ipê e pau brasil. 

“O projeto está proporcionando bem-estar para todos. Com as fossas deixamos de poluir o principal córrego da região. Antes, fazíamos uso de fossas negras e algumas famílias nem fossas tinham. Em breve, veremos os resultados dos quintais, com variedades de frutas sem produtos químicos”, declarou Valquíria.

De acordo com Izânia Neves, técnica em agroecologia da Rede, o projeto envolveu a comunidade e trouxe conscientização para as famílias sobre a necessidade de tratar o esgoto, de cuidar da limpeza do córrego da região e de produzir alimentos saudáveis. Ela conta que poucas famílias conheciam a produção em agroecologia, e que a partir do projeto foi possível sensibilizá-las. “Essa parceria com a Fundação BB foi essencial para que pudéssemos fazer o acompanhamento e assessoria técnica nas propriedades. Além disso, conseguimos trabalhar com as famílias a questão dos agrotóxicos, um assunto que muitos desconheciam, e os danos que eles podem causar ao meio ambiente e à saúde”, disse. O projeto contou ainda com a parceria da Organização do Povo que Luta (OPL) e do Sindicato dos Produtores Rurais de Caratinga. O projeto Agroecologia e Saneamento: Alternativas no Cultivo de Água e Alimentos para a Agricultura Familiar conta também com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A divulgação deste assunto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Projeto oferece práticas sustentáveis na agricultura familiar na região de Cunha (SP)

Entre colinas e montanhas, a falta de perspectivas para a sustentabilidade cultural e socioeconômica de famílias de pequenos proprietários rurais de Cunha, em São Paulo, resultou na parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a Serra Acima – Associação de Cultura e Educação Ambiental, que beneficia a agricultura familiar da região.

Com investimento social de R$ 228 mil da Fundação BB, o projeto ‘Desenvolvimento Agroecológico da Agricultura Familiar’, firmado em 5 de março de 2018, vai privilegiar jovens, filhos de agricultores, que poderão contribuir com a produção agroecológica de alimentos para a renda familiar, evitando assim a evasão para a zona urbana do Vale do Paraíba e demais cidades.

O projeto visa construir 24 hortas agroecológicas para contribuir com a segurança alimentar, estimular o consumo dos produtos e práticas sustentáveis, além de estimular o protagonismo direto de 66 jovens e a continuidade na propriedade das unidades rurais produtivas. A associação também receberá um veículo para ajudar nos deslocamentos dos produtos e a contratação de uma equipe com coordenador, administrador, técnico de campo e estagiário.

A presidente da Serra Acima, Marina Marcos Valadão, destaca que o trabalho da associação é inspirado em oferecer oportunidades para crianças e jovens do município, que enfrenta a evasão da população para as cidades há mais de 20 anos. Segundo ela, a agricultura familiar na região possui todos os componentes naturais para alavancar a agroecologia. Porém, afirma que ainda existem agricultores tradicionais usando agrotóxicos nas plantações. Mesmo assim, ressalta que associação tem a missão de compartilhar o conhecimento da sustentabilidade e da viabilidade financeira da agricultura orgânica, que o modo tradicional não proporciona.

“Com esse projeto, que foca os jovens, a valorização da propriedade da família e a oportunidade de produzir alimentos de qualidade 100% orgânicos irá trazer novas perspectivas para desenvolver até novos projetos no futuro. Gostaríamos, inclusive, que esses potenciais jovens fossem nossos monitores mais adiante. Queremos empoderá-los para valorizarem seu patrimônio cultural e territorial, favorecendo uma renovação geracional da agricultura familiar em moldes ecológicos”, reforça Marina Valadão.

Independência e compromisso

Nascida em Cunha, Roseli Pereira (37), mãe de Lucas, conta que o filho ficou sabendo do projeto na escola e chegou em casa empolgado dizendo que queria ter uma horta. “Eu disse que não teria como, pois não temos quintal. Mas o patrão do meu marido, cedeu um terreno. Ele ficou todo contente! A intenção dele, mais para a frente, é vender as verdurinhas, ter seu próprio dinheiro e ser mais independente. Esse projeto vai ajudar muitas famílias, pois hoje os jovens terminam a escola e querem ir embora para a cidade. Acho que é um incentivo muito bom para eles aprenderem a ter compromisso e seu próprio negócio”, afirma Roseli.

Com apenas 16 anos, Lucas Gabriel Pereira Massiere, diz que ficou bastante animado quando assistiu a palestra da presidente da Serra Acima sobre o projeto das hortas agroecológicas. “Fiquei interessado em fazer algo novo. Ter a nossa horta vai ajudar na renda da família e não precisaremos mais comprar. É uma grande oportunidade!”, disse.

Serra Acima

Fundada em 1999, a Serra Acima – Associação de Cultura e Educação Ambiental tem a missão de investir e atuar pela melhoria da qualidade de vida, incentivando de forma participativa a geração de conhecimentos e práticas ambientalmente sustentáveis e socialmente justas, com ênfase na agroecologia e desenvolvimento humano. Atualmente, a entidade realiza projetos em parceria com escolas públicas do município, oferecendo oportunidades de articulação do projeto pedagógico às atividades teóricas e práticas desenvolvidas junto a agricultores familiares.

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Iniciativa tem apoio da Fundação BB e prevê oportunidades de emprego para a parcela mais jovem da população rural

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) registra Setubinha, distante cerca de 580 quilômetros de Belo Horizonte, no Vale do Mucuri, como o município com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Minas Gerais. Grande parte da população de cerca de 12 mil pessoas trabalha em atividades de subsistência e sofre com a escassez de emprego, principalmente a parcela mais jovem. Por isso, a aprovação do projeto de criação de uma fábrica de polpa de frutas pela Fundação Banco do Brasil tem potencial transformador para aquela comunidade, cuja renda média per capita mensal da população rural é de R$ 142 (dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE).

Orçado em R$ 250 mil, o projeto é uma iniciativa da Associação Comunitária de Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares do Córrego Santo Antônio (Acodersa). A fábrica é uma demanda antiga daquela localidade, onde vivem cerca de 105 famílias. “Depois de concluir o ensino médio, muitos jovens precisam migrar para municípios vizinhos em busca de emprego, como Nova Serrana, onde encontram trabalho nas fábricas de sapato. Nossa expectativa é de que essa fábrica gere emprego e renda para essas pessoas”, explica o secretário da Acodersa, Luciano Coelho Nascimento.

Manga, acerola, abacaxi, pinha, laranja, goiaba - a variedade é grande, conta Nascimento. “Todo mundo que vive na comunidade produz, mas nem sempre consegue obter alguma renda”, observa. De acordo com ele, 33 jovens já estão cadastrados no projeto. A fábrica deverá estar funcionando em meados de 2018. O estabelecimento será instalado num terreno adquirido há cerca de três anos pela Associação. O evento que formaliza a parceria será realizado no dia 28, ás 14h, na Quadra Poliesportiva Municipal, em Setubinha.

A divulgação deste assunto contempla três Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Projeto em execução garante compra de mini trator e implementos para auxiliar produção de frutas e hortaliças e de utilitário para transporte da produção até o Mercado Municipal

Dobrar a produção de cerca de 500 quilos mensais e expandir a comercialização de frutas e hortaliças produzidas por agricultores familiares são os principais objetivos da parceria entre a Associação Casa de Ervas Barranco de Esperança e Vida (Acebev) e a Fundação Banco do Brasil.

Orçado em cerca de R$ 70 mil, o projeto “Agroecológicos – Saúde para as pessoas e para o meio ambiente” viabilizará a compra de um mini trator e um veículo utilitário pela Acebev. Ainda em fase inicial de execução, a iniciativa proporcionará aumento de renda para 42 pequenos produtores agroecológicos associados à entidade.

Localizada em Porteirinha (MG) e distante 582 Km de Belo Horizonte, a Associação atende cerca de quatro mil agricultores por ano, com ações em áreas como economia solidária, bioconstrução, terapias naturais e agroecologia, entre outras.

De acordo com o engenheiro agrônomo Jorge Carlos Cantuária, vice-presidente da associação, a aquisição do mini trator deverá permitir aos agricultores participantes da iniciativa duplicar a produção de alface, couve, coentro, abóbora, laranja, tangerina, limão e uva, entre outros produtos.

Atualmente, a produção é vendida na própria sede da Acebev. Com a camionete, os produtos poderão ser comercializados no Mercado Municipal, o que possibilitará a ampliação do público consumidor e maior visibilidade dos produtos.

A iniciativa da Acebev surgiu da busca de minimização dos efeitos da estiagem sobre a economia local, que nos últimos nove anos impactaram principalmente a agricultura familiar organizada em cooperativas e associações e a bovinocultura de corte e leite, que são as principais atividades econômicas da região.

Com a redução de 50% do rebanho nesse período, os criadores têm enfrentado queda na renda e consequente piora nas condições de vida, saúde e alimentação. “Acreditamos muito na melhoria das condições de produção e de comercialização a partir desse apoio”, afirma Cantuária.

O projeto foi apresentado à Fundação BB por meio da Chamada Interna Projeto Voluntários BB FBB Aposentados 2016. 

A divulgação deste assunto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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Iniciativa tem recursos da Fundação BB, BNDES e Fundo Amazônia

Termina no dia 15/12/2017 o prazo de inscrições para o edital Ecoforte Redes, destinado a novas propostas de redes de agroecologia ou ao fortalecimento das já atendidas pela seleção do Ecoforte em 2014, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas.

A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia. Serão investidos até R$ 18,5 milhões, sendo R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão. Os R$ 2,5 milhões restantes são destinados à consolidação e expansão de propostas já beneficiadas pelo Ecoforte, com aporte entre R$ 300 e 500 mil.

Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

Confira mais informações sobre o edital em fbb.org.br/ecoforte2017

Assista ao vídeo da oficina sobre o Edital Ecoforte, com esclarecimentos sobre o processo de inscrição, realizado no VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia.

Programa Ecoforte
Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

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Entidades têm até o dia 27 de outubro para entrar com recurso na comissão de seleção

A Fundação Banco do Brasil divulga o resultado da Etapa 3 do Edital Ecoforte Extrativismo, publicado nesta segunda (23) no Diário Oficial da União. Foram selecionadas entidades sem fins lucrativos que reúnem produtores extrativistas em projetos em unidades de conservação federais de uso sustentável no Bioma Amazônia. As entidades participantes têm até o dia 27 para entrar com recurso na Comissão de Seleção.

O investimento social será de R$ 8 milhões, da Fundação Banco do Brasil e do Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A seleção vai apoiar empreendimentos coletivos nas fases de produção, beneficiamento ou comercialização de produtos extraídos por meio de práticas sustentáveis na floresta.

Para acessar o resultado preliminar da Etapa 3, clique aqui

Para acessar o formulário de interposição de recursos da Etapa 3, clique aqui 

Para acessar a página do Edital Ecoforte Extrativismo, clique aqui.

A realização deste projeto contempla quatro Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidascom metas para o ano de 2030

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Prazo para edital foi ampliado para 15 de dezembro; propostas para regulamento têm data limite até 27 de outubro

As inscrições para os dois processos seletivos do Ecoforte, voltados para redes de organizações de extrativismo ou produção orgânica com base na agroecologia, foram prorrogadas. A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Amazônia.

O edital, destinado a novas propostas de redes ou à consolidação das já atendidas pelo certame do Ecoforte realizado em 2014, desde que integrem novos grupos ou organizações produtivas, teve o prazo estendido para 15 de dezembro. Serão investidos até R$ 18,5 milhões, sendo que R$ 2,5 milhões destinados à consolidação e expansão de propostas já beneficiadas pelo Ecoforte, com aporte entre R$ 300 e 500 mil; e R$ 16 milhões para novas organizações, com projetos de valores entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão.

A outra seleção é o regulamento (chamada direta) dirigido à implantação e melhoria de empreendimentos econômicos coletivos de organizações já conveniadas pelo edital de 2014 – a data limite para inscrição foi ampliada para 27 de outubro. Estão previstos até R$ 6,5 milhões para projetos de R$ 300 mil a R$ 500 mil.

No total, serão investidos R$ 25 milhões de recursos não reembolsáveis, dos quais R$ 5 milhões serão destinados exclusivamente para o apoio a projetos localizados na Amazônia Legal.
As redes já conveniadas só devem se inscrever em um dos dois processos, conforme a característica do empreendimento. Os recursos poderão financiar a construção ou reforma de instalações; aquisição de máquinas, veículos e equipamentos; capacitações e serviços técnicos especializados; e gestão e assistência técnica dos projetos apoiados.

O lançamento desses processos resgata o caráter estruturante do Programa Ecoforte e visa atender as necessidades de ampliação da capacidade produtiva, a inclusão socioprodutiva, a maturação de empreendimentos e a geração de insumos para a produção. Além disso, permite a continuidade das ações de mobilização, capacitação e intercâmbio de conhecimentos.

Encontre mais informações na página das seleções: fbb.org.br/ecoforte2017

Confira o vídeo da oficina sobre o Edital Ecoforte, realizado no VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia, com esclarecimentos sobre o processo de inscrição.

Programa Ecoforte
Criado em 2013, o Ecoforte possibilitou a integração das organizações participantes, com ampliação da participação de agricultores familiares no processo de transição agroecológica, inserção produtiva de jovens e mulheres, melhoria da capacidade de produção, articulação e realização de negócios solidários nas próprias redes.

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O objetivo da apresentação, dias 12 e 13, é explicar como as redes de agricultores familares podem participar da seleção

A Fundação Banco do Brasil apoia e participa do Congresso de Agroecologia 2017, realizado em Brasília, de 12 a 15 de setembro. O congresso reúne três eventos: o VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia; o X Congresso Brasileiro de Agroecologia; e o V Seminário de Agroecologia do DF e Entorno. Durante os quatro dias, cerca de 4 mil participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre os princípios da Agroecologia e sua aplicação prática em temas importantes para a sociedade como água, sociobiodiversidade, saúde e alimentação.

Nos dias 12 e 13, a Fundação Banco do Brasil vai realizar uma apresentação aberta ao público sobre o Edital Ecoforte Redes, que está com inscrições abertas até o dia 2 de outubro. No dia 12, das 18 as 20h, a atividade será na Tenda da Sociobiodiverdidade. E no dia 13, no mesmo horário, a apresentação será na Tenda das Tecnologias Sociais.

Os atuais projetos realizados dentro do Programa Ecoforte Redes serão abordados no evento também, durante a Roda de Conversa "Diálogo entre as Redes ECOFORTE", no dia 13.09, das 13h15 às 16 horas, no estande da CIAPO – Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica.

O Programa Ecoforte Redes visa o fortalecimento da agricultura familiar com base na agroecologia, extrativismo e produção orgânica. Até 2016, por meio de edital, habilitou 28 redes em todo o Brasil. A iniciativa é da Fundação Banco do Brasil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e parceiros, com investimento social total de R$ 34,6 milhões.

A divulgação deste projeto contempla quatro Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda da Organização das Nações Unidas com metas para o ano de 2030.

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